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Eu li: No Seu Olhar – Nicholas Sparks

Olá, pessoal! Muitas de vocês conhecem e até já leram pelo menos um livro do Nicholas Sparks, certo? Um dos maiores vendedores de livros da última década, ele é autor de muitos sucessos que viraram filmes, como Diário de Uma Paixão, Um Amor Para Recordar e Querido John.

Eu sempre fui muito fã dele, mas comecei a pegar birra porque todos os livros têm a mesma fórmula e estava começando a cansar. Normalmente, gosto de ler uma história dele por ano e escolhi No Seu Olhar porque estava na minha pilha há tempos. Achei que seria mais do mesmo, mas gente… AMEI cada página! Sério, me surpreendi tanto que gravei uma resenha para vocês:

A história começa bem no estilo dos outros livros do Nicholas Sparks. Collin tem 28 anos e sempre se envolveu em confusão. Depois de ter sido expulso de várias escolas, preso e abandonado até pelos pais, decidiu tomar um rumo na vida e se mudar para uma cidade de praia na Carolina do Norte.

Tudo vai bem até que ele encontra uma moça em uma noite chuvosa tentando trocar o pneu do carro. Ele resolve ajudar e os dois sentem que há algo de estranho no ar, mas cada um segue seu rumo.

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A moça em questão é Maria, uma advogada que também tem 28 anos e é filha de imigrantes mexicanos. Logo eles se encontram de novo e começam a namorar, mas Maria passa a receber ameaças por causa de um caso mal resolvido que defendeu no passado. Quando percebe, está correndo perigo de vida e passa a contar com a ajuda de Collin para solucionar esse mistério.

Estava acostumada a ler livros do Nicholas Sparks que eram romance puro, daqueles que a gente pega até bode de tanto mimimi e tragédia. Mas No Seu Olhar foi uma surpresa porque fugiu da regra e criou uma história mais voltada à trama policial e ao suspense. Não queria parar de ler e ficava tensa tentando adivinhar como essa história toda iria se resolver.

Se você é do tipo que ama livros de romance, não sei se vai curtir tanto porque o foco aqui é realmente o caso da Maria, mas eu amei demais! Fora que fala muito sobre família, amizade e as questões de assédio e violência que, infelizmente, ainda são vividas por muitas mulheres.

Por todas essas razões, No Seu Olhar virou meu livro favorito do Nicholas Sparks e arrisco dizer que ficará entre os melhores que eu li neste ano. Vale muito a pena!

 

E vocês, já leram? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Top 5 – Filmes que se passam na praia

Olá, pessoal! Estão curtindo o verão? Nesta época do ano, o calor aqui em São Paulo costuma ficar insuportável. Nós não temos praia, vivemos cercados de prédios enormes e aí não tem como fugir do calor, quando o tempo fica muito seco. É justamente por isso que eu sempre digo que prefiro o frio.

Mas como sou geminiana e adoro tudo que não faz sentido, eu também espero o ano todo pelo verão. Amo frio, mas detesto dias nublados (vai entender) e, no verão, a gente tem dias ensolarados, pessoas mais felizes, roupas mais coloridas e, claro, praia! Pois é, sou apaixonada por praia desde que me entendo por gente e tenho a sorte de poder entrar no mar com uma certa frequência.

Pensando nisso, separei uma lista com filmes que se passam à beira-mar. Procurei mostrar gêneros diferentes para agradar todo mundo, especialmente durante as famosas chuvas de verão ou para aquelas horinhas pós-almoço em que a gente precisa esperar a digestão para entrar de novo no mar. Vamos conferir?

A Última Música

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Poderia colocar aqui qualquer filme baseado nos livros do Nicholas Sparks, que sempre têm cidades praianas como pano de fundo. Escolhi A Última Música porque acho que foi o que teve a melhor adaptação e o que mais prende (os outros são tão arrastados que dão sono). Este aqui até ganhou repercussão por conta da protagonista, vivida pela atriz e cantora Miley Cyrus (que, no meu tempo, era conhecida como a Hannah Montana).

O filme conta a história de uma adolescente rebelde (clichê, eu sei) que se irrita ao saber que vai passar as férias de verão na casa do pai, que fica em uma cidade litorânea. Ela é bem chatinha no começo, mas tudo muda quando conhece (e se apaixona) por um garoto popular da cidade. Isso faz com que ela comece a se aproximar do pai e mude suas atitudes. Prepara o lencinho porque alguns momentos são bem emocionantes!

Náufrago

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Sabem aqueles filmes com praticamente um único ator, que passam por momentos de tensão durante toda a história? Náufrago é assim e o próprio nome diz tudo: um homem está em uma viagem de trabalho, quando sofre um acidente e acaba parando em uma ilha. Ele convive nessa ilha por quatro anos e precisa lutar de todas as formas para continuar a viver.

Lembro de ter assistido no cinema algumas vezes, roendo todas as unhas enquanto aguardava o desfecho. A gente passa o filme todo sem saber se ele vai conseguir ser resgatado ou não e, enquanto isso, percebe como é importante querer viver. Completamente sozinho, ele aprende na raça a caçar, se esquentar e todas as outras coisas básicas e faz um amigo imaginário, a bola de vôlei Wilson. Ah, ele foi indicado ao Oscar, então vale muito a pena ver!

Como Se Fosse A Primeira Vez

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Um clássico da Sessão da Tarde com dois atores de muito sucesso nos anos 90 e 2000: Drew Barrymore e Adam Sendler. Ele é um veterinário famoso por ser mulherengo e que vê nela uma chance de aumentar sua fama. Só que ele acaba se apaixonando e descobre algo inusitado: ela sofre de perda de memória recente, o que faz com que se esqueça de coisas que acabaram de conhecer. Com isso, ele decide conquistá-la dia após dia.

Como o filme se passa no Havaí, as cenas são lindas e quase sempre envolvem uma praia paradisíaca. É tudo bem colorido, com direito a figurinos estampados e muitas flores. Eu também amo a trilha sonora, que tem músicas de bandas e cantores consagrados, e outras feitas exclusivamente para o filme. Bem fofo!

Moana: Um Mar de Aventuras

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Sempre dou um jeito de colocar um filme da Disney nos Top 5 aqui do blog e, desta vez, escolhi um lançamento. Moana chegou por aqui no comecinho deste ano e já é um verdadeiro sucesso. A personagem do título é a princesa de uma tribo na Polinésia escolhida para fazer uma viagem pelo oceano para buscar seus ancestrais. Ou seja, tem muita praia e muito mar nesse filme!

Eu cresci vendo os filmes das princesas da Disney e hoje, uma das minhas favoritas é a Mulan, por ser uma exceção e não ficar em casa esperando o príncipe encantado. A Moana pegou carona na história da Mulan e mostra que a companhia segue firme e forte com a proposta de quebrar o estereótipo das princesas. É ela que viaja, se envolve em aventuras e salva a família. O colorido das cenas é tão lindo que a gente sai do cinema com vontade de praia.

A Praia

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Pois é, não dava para terminar esta lista e deixar de lado um dos filmes mais famosos que se passam em praias. Quando pensei neste Top 5, logo me veio à cabeça o filme protagonizado pelo Leonardo DiCaprio, quando ainda estava na sua melhor forma e beleza (o lançamento foi logo depois da fama que veio com Titanic).

No filme, ele vive um jovem que parte em uma viagem para conhecer um paraíso na terra chamado de “A Praia”. Quando chega lá, ele percebe que o local é realmente um sonho, mas, ao mesmo tempo, marcado por conflitos e violência. A música tema virou um clássico: Pure Shores, do All Saints (quem lembra?). E as praias usadas para as gravações, as ilhas Phi Phi (na Tailândia) ,ficaram famosas e até hoje aparecem entre os destinos mais visitados do mundo.

 

Agora é só escolher o favorito, separar a pipoca e apertar o play!

Um beijo e até o próximo post!

Livros lidos em 2016

Olá, pessoal! Nossa retrospectiva continua firme e forte e chegou a hora de falar sobre uma das coisas que eu mais gosto no mundo: livros. Uma das minhas metas de 2016 era ler mais livros do que ano passado. Li 14 livros em 2015 (confira aqui a lista completa) e, neste ano, foram 15 títulos lidos, oba! Missão dada é missão cumprida rs!

 

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Confesso que alguns demoram mais e, em alguns momentos, eu precisei correr contra o tempo, mas no fim deu tudo certo. Aproveitei para gravar um vídeo falando sobre cada livro e, no final, conto qual foi meu favorito do ano. É só dar play e assistir:

Livros lidos neste ano por ordem de leitura

– A Mulher Que Roubou Minha Vida (Marian Keyes)

– Joyland (Stephen King)

– P.S. Ainda Amo Você (Jenny Han)

– Depois de Você (Jojo Moyes) *Continuação de Como Eu Era Antes de Você

– Corra, Abby, Corra (Jane Costello)

– Uma Carta de Amor (Nicholas Sparks)

– Um Presente da Tiffany (Melissa Hill)

– A História de Nós Dois (Dani Atkins)

– Wicked (Gregory Maguire)

– Uma Pitada de Amor (Katie Fforde)

– Uma Noite com Audrey Hepburn (Lucy Holliday)

– É Do Babado (Evelyn Regly)

– Becky Bloom ao Resgate (Sophie Kinsella)

– O Pulo da Gata (Fernanda França)

– Dez Coisas que aprendi sobre o amor (Sarah Butler)

 

E você, quais livros leu neste ano? Conta para mim aqui nos comentários, vou amar ler também!

Um beijo e até o próximo post!

[Resenha] Uma Carta de Amor – Nicholas Sparks

Sou menininha, vaidosa assumida e muito chorona, mas morro de preguiça e histórias e livros água com açúcar. Descobri isso depois de ler quase todos os livros do Nicholas Sparks. Quando comprei meu primeiro livro dele (Querido John), em 2010, fiquei tão viciada que fui lendo um atrás do outro. E aí, minha gente, peguei um bode bem grande das histórias dele.

O que acontece é que é sempre a mesma fórmula: tudo acontece em uma cidade da Carolina do Norte, tem sempre um idoso, uma criança ou um animal que dão apoio para o casal principal, que se ama loucamente até um segredo ser revelado. Tem gente que gosta e eu não tenho nada contra, só não é mais meu estilo, entendem?

Tudo isso para dizer que agora eu me limito a cota de ler um livro dele por ano. O escolhido desta vez foi Uma Carta de Amor, o segundo que ele escreveu e que já estava na minha pilha há tempos. Como aconteceu com muitas outras histórias do Nicholas, esta aqui foi adaptada para o cinema e eu me lembro de quando lançou, então tinha uma noção do que falava.

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A protagonista é Theresa, uma mulher com trinta e poucos anos, divorciada e mãe de um menino que encontra uma carta de amor dentro de uma garrafa na praia. Ela lê a declaração e, mais tarde, descobre outras cartas escrita pelo mesmo cara. Como ela está carente e sensível, decide ir até ele para ver se ele é tudo isso mesmo.

Como é uma história do Sparks, o homem, chamado Garret, é lindo, encantador e os dois se apaixonam em apenas dois dias! O problema é que ela mora em Boston e ele, em uma cidade pequena da (adivinhem só) Carolina do Norte. Eles começam, então, um namoro a distância com muitas surpresas e decepções no meio do caminho.

Até aí, confesso que estava gostando. Só que o Garret se revelou um cara tão grudento que começou a me dar preguiça. Sabem aqueles homens que ligam mil vezes? Tem gente que super curte cara assim, extremamente romântico, mas eu sou geminana e preciso de um pouco de liberdade, então peguei uma birra enorme dele. Supera esse passado, homem! Nem parecia que ele já tinha trinta e poucos também…

E a história é basicamente essa, se estendendo por capítulos enormes (alguns com mais de 40 páginas). Mas o que me irritou mesmo foi o final. Achei tão nada a ver, gente! Tão sem sentido! Devo estar ficando insensível porque não chorei nenhuma vez. E olhem que isso é um avanço para a manteiga derretida aqui rs…

Aproveitei para contar mais sobre o livro lá no canal. Vejam só:

E vocês, gostam do estilo do Nicholas?

 

Um beijo e até o próximo post!

 

Avaliação: ♥♥♥

 

[Especial Retrô] Livros lidos em 2015

 

 

Quando comecei a pensar nos posts especiais para este fim de ano, quis criar algo para falar sobre os livros que eu li em 2015. Essa ideia surgiu porque acredito ter lido uma quantidade boa de obras. No total, foram 14. Sei que esse número é baixo para muita gente e que algumas aqui são capazes de devorar um livro por dia, mas eu me apego tanto à história que vou lendo de pouquinho em pouquinho para não acabar rápido. E outra que eu estou sempre correndo, então, infelizmente, às vezes não sobra muito tempo para ler. Vamos à lista?

 

Simplesmente Acontece – Cecelia Ahern

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Ganhei no Natal do ano passado e terminei de ler no segundo fim de semana de janeiro. A história é clichê, mas eu me surpreendi com a forma extremamente criativa com que a autora levou a obra, afinal, ele é todo escrito em forma de cartas, e-mails e mensagens. Ri, me emocionei, fiquei triste e torci pelos personagens. Meu problema com ele é o final. Para mim, ficou meio jogado, sabem? Mas é uma ótima pedida!

 

O Resgate – Nicholas Sparks

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Sei que o Nicholas tem diversas fãs espalhadas por aí e eu mesma já tive minha quedinha por ele, mas agora estou em um bode eterno. Já li tanta coisa dele que cansei da velha fórmula: cidadezinha pacata na Carolina do Norte, uma mocinha linda, um segredo terrível, uma criança, um idoso ou um cachorro como elemento de afeto e algo de trágico no meio do caminho. Cansa depois de um tempo, né? O Resgate tem todos esses elementos e prometia muito no começo, mas o mistério se resolve em poucas páginas e o resto é um marasmo sem fim.

 

Um Mais Um – Jojo Moyes

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A Jojo, por outro lado, ocupa um lugar muito especial no meu coração. Sou tão fã dela que compro qualquer livro escrito por ela mesmo tendo uma pilha de exemplares em casa para ler. Este foi o grande lançamento da autora no ano e atraiu muita gente por trazer uma trama moderna: uma mulher simples, abandonada pelo marido e que cuida do filho dele de outro casamento, que odeia (mas depois ama) um cara que é o seu oposto. Li o livro já imaginando o filme, que seria um road movie perfeito. E como não podia deixar de ser, a obra também reserva alguns momentos de tensão.

 

Apenas Um Dia – Gayle Forman

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Contei aqui que o filme Se Eu Ficar me deixou tão intrigada que eu parti para a livraria assim que saí do cinema. E, desde então, a Gayle também tem um lugar reservado na minha coleção. Já tinha lido uns trechinhos de Apenas Um Dia no ano passado, mas conferi a obra inteira neste ano e odiei a protagonista. Achei a trama arrastada, mas a parte final é muito boa. Nós ficamos naquela expectativa para saber se o objetivo da mocinha será alcançado.

 

Quero ser Vintage – Lindsey Leavitt

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Foi a melhor surpresa em termos de leitura do ano. Não conhecia a autora e comprei em um impulso por gostar da sinopse, mas achei a história tão gostosinha. É uma trama adolescente cheia de clichês, mas com personagens cativantes. Amei a mocinha Mallory e sua tentativa de viver nos anos 60 em pleno século 21, adorei sua irmã mais nova e curti muito o estilo de vida de sua avó. Daria um filme superfofo que a gente assistira mil vezes sem enjoar. Uma delícia mesmo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Apenas Um Ano – Gayle Forman

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Contar a mesma história sob pontos de vistas diferentes é uma marca registrada de Gayle, mas ela se dá MUITO melhor quando coloca a narrativa sob o olhar de personagens homens. Para terem uma ideia, odiei o Willem em Apenas Um Dia, mas descobri que ele é um cara muito bacana e sensível em Apenas Um Ano. E torci muito, mas muito, para que ele tivesse o final que tanto desejava. (Confira aqui a resenha completa)

 

Em Busca de Abrigo – Jojo Moyes

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Olha a Jojo aqui de novo, gente! A autora faz tanto sucesso no Brasil que, neste ano, teve suas primeiras obras publicadas. Foi muito interessante ver como ela mudou seu estilo ao longo do tempo, já que Em Busca de Abrigo é um romance mais clássico e até um pouco parado e arrastado, já que eu demorei a engrenar no ritmo de leitura. Está longe de ser o melhor livro dela, mas é bem interessante para conferir o relacionamento de três mulheres de gerações diferentes de uma mesma família. Vale a leitura! (Confira aqui a resenha completa)

 

À Procura de Audrey – Sophie Kinsella

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Adoro a Sophie porque ela criou a Becky Bloom, minha personagem favorita do mundo literário. Ela é tão boa no que faz que resolveu deixar um pouco de lado o universo das mulheres e investiu no gênero YA, ou seja, os jovens adultos. E ela mandou muito bem em À Procura de Audrey. A trama é adolescente e os conflitos são bobinhos, mas eu amei e li várias vezes o mesmo trecho de tão engraçado que era, principalmente os que envolviam a mãe da família. Faltaram alguns detalhes? Sim. Mas é divertidíssimo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Outro que eu comprei por acaso, depois de ouvir comentários positivos e outros negativos. Adoro quando coisas assim acontecem porque fico louca para saber em qual time vou ficar. Estou do lado de quem falou bem. Achei a mocinha um pouco sonsa, mas os coadjuvantes dão peso à história e você acaba se identificando com os acontecimentos. Sabem aqueles episódios do colégio que marcam a vida de todo mundo? O livro termina meio no ar mesmo, mas espera-se que uma continuação seja lançada em breve. (Confira aqui a resenha completa)

 

Convergente – Veronica Roth

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Vou contar um segredinho para vocês: tenho preguiça de séries épicas e de guerra. Incluam aqui O Senhor dos Anéis, Jogos Vorazes, Maze Runner e por aí vai. Tanto que eu me surpreendi comigo mesma quando assisti a Divergente no ano passado e adorei. Aí li o primeiro livro, achei legalzinho, fui ler o segundo (Insurgente) e a leitura é beeeem arrastada. Demorei muito para ler Convergente (o último) e só peguei nele mesmo porque o filme sai em março. Percebi que o ritmo seria o mesmo nas primeiras páginas, então aproveitei um feriado para ler o resto de uma só vez. Achei bem melhor que o segundo, mas sei que muita gente se decepcionou por conta do final. Eu já sabia como era, então não tive surpresas.

 

Becky Bloom em Hollywood – Sophie Kinsella

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Um dos pontos positivos de 2015 foi o retorno de algumas das personagens mais lendárias do mundo dos livros. Nossa amada Becky Bloom é uma delas. Depois de sua última aventura, lançada há uns bons anos, Sophie nos presentou com mais uma continuação. Desta vez, Becky se muda para Los Angeles com a família e cisma em se tornar uma produtora de moda. Vale a leitura para as fãs da série, mas tem alguns buracos. (Confira aqui a resenha completa)

 

O Casamento da Princesa – Meg Cabot

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Outra volta de personagem que marcou o ano. Já disse inúmeras vezes aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela série de livros O Diário da Princesa e que ela me traz uma sensação muito boa de nostalgia. Imaginem minha felicidade quando soube que mais um volume estava à venda depois de uma pausa de seis longos anos. Nossa amada Mia continua firme e forte com Michael e, como o título indica, vai se casar com ele. Amei ter voltado no tempo com esse livro e foi um dos que eu mais gostei em 2015, mesmo não sendo meu favorito. (Confira aqui a resenha completa)

 

A Melhor Coisa Que Nunca Aconteceu na Minha Vida – Laura Tait e Jimmy Rice

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Comprei por acaso e foi uma boa surpresa. O enredo é um pouquinho clichê: dois amigos que sempre se amaram na adolescência, mas nunca confessaram seus sentimentos e que se reencontram depois de muitos anos. É bem previsível, mas uma boa distração, sabem? Fora que eu adorei o fato de que é o livro é narrado pelos dois personagens ao mesmo tempo. Adoro ter pontos de vistas diferentes sobre um mesmo assunto.

 

Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

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Este foi, sem dúvida, o livro mais triste que eu li neste ano. Julgando pela capa, JAMAIS diria que ele seria tão triste assim. Comprei por acaso, muito por conta da trama, que prometia uma série de mistérios. Rachel, a protagonista, se envolve em um acidente e vê sua vida mudar depois disso. Cinco anos mais tarde, ela sofre um novo acidente, mas acorda em uma vida que não parece sua, afinal, tem tudo o que sempre desejou. Mas, ainda assim, fica a pergunta: como isso é possível? Eu gostei muito, achei que a trama é mais suspense do que romance, mas é pesadérrimo. Praticamente um Efeito Borboleta do mal, sabem?