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Eu li: Um Pequeno Favor – Darcey Bell

Olá, pessoal! Ultimamente, temos vivido um boom de filmes inspirados em livros , né? Na maioria das vezes, eu já li o livro quando o filme estreia e fico naquela expectativa para saber como vai ser a versão do cinema. Mas também acontece de ver o filme antes de ler o livro e não ter o mesmo impacto quando leio, sabe?

Bom, falei tudo isso porque há alguns meses, fui ver um filme no cinema e antes de começar passou o trailer de Um Pequeno Favor. Achei interessante porque era uma trama cheia de mistério e porque era estrelado por duas atrizes que eu adoro: Anna Kendrick e Blake Lively. Na hora, eu até pensei: “poxa, se tivesse um livro desse filme seria muito bom”. Mas passou.

Algumas semanas depois, entrei em uma livraria só para matar tempo (tinha horário para assistir a outro filme no cinema) e, de repente, encontrei o livro inspirado no filme. Comprei na mesma hora e fiquei MUITO feliz com a possibilidade de ler antes de ver a versão do cinema. Sério, eu nem sabia da existência do livro!

Li rapidinho, em uma semana, e agora chegou a hora de contar tudo para vocês! 🙂

A história

A trama do livro se concentra em Stephanie, que tem um blog dedicado à maternidade e é apaixonada por seu filho, Miles. Tudo começa quando sua melhor amiga, Emily, desaparece de forma misteriosa. É tudo muito estranho porque horas antes, ela pediu que Stephanie pegasse seu filho, Nicky, na escola. Além disso, Emily sempre foi uma mãe exemplar e nada daquilo fazia sentido.

Stephanie começa a se aproximar de Sean, marido de Emily, e precisa lidar com o pequeno Nicky, que sofre com a ausência da mãe. Enquanto isso, eles se perguntam onde Emily está e por quais motivos ela resolveu desaparecer.

O livro caminha assim até mais ou menos a metade, até que começa a ter várias reviravoltas. Chega em um ponto que você não sabe mais quem está certo e quem está errado. Sabe aquela coisa de que ninguém é tão inocente assim?

Enquanto a primeira parte do livro é narrada sob o ponto de vista de Stephanie (mesclando capítulos em primeira pessoa e os posts que escreve em seu blog), a segunda e a terceira contam com capítulos narrados por outros personagens. Então, dá para ter várias visões da mesma história, o que eu achei ótimo!

O que eu achei

Eu amei o trailer do filme e adoro essas histórias de suspense e mistério. Apesar de amar livros de romance estilo mulherzinha, eu realmente gosto quando pego uma história diferente para ler.

E foi assim no começo. Não conseguia parar de ler e não via a hora de saber o que tinha acontecido com a Emily. Aliás, preciso dizer que a primeira parte do livro é muito boa, por mais que a Stephanie seja bem bobinha, fui lendo sem parar e, quando vi, já estava na metade.

Eu adorei esse lance que a Darcey Bell, autora do livro, fez de mostrar que ninguém é tão inocente assim. Todo mundo esconde alguma coisa. Chega uma hora em que você não sabe mais o que pensar sobre os personagens, deu um nó tão grande na minha cabeça que eu só queria entender como aquilo tudo ia terminar.

Tudo caminhava muito bem, mas acho que a Darcey Bell se perdeu um pouco nessa loucura toda. A ideia inicial era solucionar o mistério do desaparecimento da Emily, mas de repente isso vira só um detalhe, sabe? E sei lá, o livro tem um final condizente com a história, mas deixou algumas pontas soltas que não fizeram muito sentido. Ficaria melhor se eu pudesse falar o que de fato acontece, mas não quero dar nenhum spoiler. Vocês me entendem, né?

No geral, eu gostei do livro e achei que a história prende muito. Não é o meu livro preferido e eu até perdi a vontade de ver o filme no cinema, mas estou esperando sair em algum streaming para comparar. Quem sabe gosto mais do que o livro, né?

 

E vocês, já leram? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? | Sophie Kinsella

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu adoro os livros da Sophie Kinsella, né? A escritora deu origem a ninguém mais, ninguém menos, que Becky Bloom, a minha personagem favorita do mundo dos livros. Por isso, é só ela lançar alguma obra nova que eu já corro para comprar.

Seu livro mais recente, Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?, foi lançado aqui no Brasil no primeiro semestre. Aproveitei que ganhei um vale de uma livraria de presente do meu aniversário de 30 anos e troquei por esse livro. Acabou que demorou um pouquinho para chegar e, no meio disso tudo, eu fui viajar. Comecei a ler assim que voltei e agora chegou a hora de contar tudo para vocês.

História

O livro fala sobre Sylvie e Dan, que são casados há 10 anos e pais de duas gêmeas, Anna e Tessa. Eles formam o casal perfeito, daqueles em que um completa a frase do outro. Tudo vai muito bem, até que eles vão a uma consulta médica e escutam que estão tão saudáveis que vão viver mais 68 anos. E aí eles pensam: “quase 70 anos juntos?”.

Os dois começam a pirar e Sylvie decide criar um projeto, no qual os dois devem criar pequenas surpresas um para o outro. A ideia é legal, mas logo as coisas começam a dar errado e um segredo do passado, envolvendo Dan e a família de Sylvie, entra em cena.

O que eu achei?

Os livros da Sophie Kinsella são conhecidos por serem bem engraçados. Eu sempre choro de rir quando leio. E sim, o começo deste livro é hilário. Quando os dois começam com a história das surpresas, algumas cenas são tão divertidas que eu tive que me segurar para não rir alto. Só que aí entra nessa coisa do segredo do Dan e o livro muda completamente. De todos os livros da Sophie Kinsella que eu li, este é o mais sério.

Eu acho que a história se perde um pouco, sabe? No começo, entendi que era para ser um dilema de um casal que se ama e que não sabe se realmente se ama quando descobre ter mais 7 décadas de casamento. A relação entre os dois começa a esfriar do nada e eu achei que ficou uma coisa um pouquinho forçada, sabem?

Depois, quando enfim o segredo de Dan é revelado, a história fica ainda mais séria. Fez sentido e eu meio que já imaginava o que era (acho até que é bem óbvio, na minha visão), mas acho que ficou muito para o final do livro e a Sylvie aceitou tudo muito fácil. Quem já leu pode não concordar comigo, mas senti falta daquelas histórias divertidíssimas que só a Sophie Kinsella sabe fazer.

Vale a pena ler, principalmente se você já é casada há alguns anos e vive o dia a dia do casamento. Não é uma super história, mas pelo menos vai te deixar querendo saber o que vai acontecer nas próximas páginas.

 

Alguém já leu? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Um Lugar Para Mim – Melissa de la Cruz

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu sou apaixonada por livros e que sou dessas que compra um livro porque acha a capa bonita. Muitas vezes, eu acabo surpreendida e foi o que aconteceu quando li Um Lugar Para Mim, da Melissa de la Cruz.

Vi o livro algumas vezes, mas só fui comprar mesmo quando a Saraiva lançou uma promoção especial para comemorar o Dia Internacional da Mulher, em que todos oslivros estavam com 50% de desconto se fossem comprados por mulheres. Aproveitei logo para comprar meu exemplar e li alguns meses depois. Preciso dizer que foi pura coincidência, mas acabei lendo em um ótimo momento.

História

Um Lugar Para Mim conta a história de Jasmine, uma adolescente nascida nas Filipinas e que se muda com os pais e os dois irmãos mais novos para os Estados Unidos. A família dela sempre a pressionou para que estudasse e tirasse boas notas e assim ela fez. Prestes a terminar o Ensino Médio, ela recebe algo incrível: uma bolsa de estudos do governo norte-americano para fazer sua tão sonhada faculdade.

Quando Jasmine dá a notícia aos pais, ela descobre que todos eles estão em situação irregular no país e que não possuem o Green Card. Sem esse documento, ela não pode usufruir do benefício da bolsa de estudos. Ela fica arrasada, afinal, batalhou tantos anos para ficar entre os melhores alunos da escola e agora não pode colher os frutos disso.

Ela decide buscar todo tipo de ajuda para conseguir a documentação necessária para ficar nos Estados Unidos. No meio disso tudo, ela e os irmãos precisam lidar com o bullying, já que muita gente se acha superior do que eles. Ah, e ela ainda está vivendo seu primeiro amor, com Royce, filho de um congressista que luta justamente para acabar com a presença de imigrantes ilegais no país. Não está nada fácil para Jasmine, né?

Baseado em fatos reais

Bom, por que eu disse que li o livro em um timing perfeito? Porque a gente tem acompanhado a nova política dos Estados Unidos em relação aos imigrantes. Muitas vezes, a gente tem só um lado da história e não pensa no que levou essas pessoas a entrarem no país dessa forma. E eu, como boa jornalista, gosto sempre de ter todos os pontos de vista sobre um mesmo assunto.

Outro fato importante é que Um Lugar Para Mim foi baseado na história da autora Melissa de la Cruz. Ela também nasceu nas Filipinas e se mudou quando era pequena para os Estados Unidos. Apesar de sua família ter autorização para viver lá, ela passou pelo mesmo problema de Jasmine quando foi fazer faculdade e só conseguiu o Green Card depois que se apaixonou e se casou com um americano.

Sobre o livro, achei realmente muito legal por poder ter essa visão sobre o lado dos imigrantes e todos os perrengues que eles passam quando tentam se regularizar no país. De certa forma, me ajudou a ver que essa história de muita gente querer largar o Brasil e morar fora não é tão fácil assim.

De resto, achei bem teen todo esse lance da Jasmine com o Royce. Eu gosto de ler às vezes essas histórias mais adolescentes, mas não me simpatizei muito com a Jasmine, sabem? Em muitos momentos, achei que ele brigou à toa com o Royce e achei que ela é uma menina muito bobinha. Mas considero um ótimo livro para quem está na adolescência e gosta de histórias assim. Vocês vão amar!

 

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Se Nada Der Certo Até os 30, Você Se Casa Comigo? – Karina Halle

Olá, pessoal! É só comigo ou vocês também compram alguns livros porque gostam do título? Foi exatamente o que aconteceu quando eu vi pela primeira vez o livro Se Nada Der Certo Até os 30, Você Se Casa Comigo?, da escritora Karina Halle. Vejam bem, isso rolou no ano passado, quando eu estava com 29 anos e não sabia muito bem o que esperar dali uns meses, quando eu completaria 30 anos.

Comprei o livro meses depois, durante uma promoção de uma livraria, e resolvi que só leria quando estivesse bem perto do meu aniversário de 30 anos. E foi o que eu fiz: comecei a ler no finzinho de abril e terminei no dia 19 de maio, 12 dias antes do meu aniversário. Não sei muito bem porque fiz esse ritual (foi frescurinha mesmo), mas me ajudou a entender que a vida só está começando aos 30.

O livro

A história fala sobre Stephanie e Linden, dois melhores amigos que se conhecem aos 21 anos e se tornam inseparáveis. Começamos a saber sobre eles quando eles estão com quase 25 anos e fazem o pacto do título do livro. Isso mesmo, eles prometem que se estiverem solteiros aos 30 anos, se casarão. Acontece que nem mesmo eles botam muita fé, mas fica sempre aquela pulguinha atrás da orelha né?

Confira uma lista de livros fofinhos que fazem bem ao coração!

Então, nos primeiros capítulos do livro, a gente acompanha um pouco da vida deles conforme os anos se passam. Chegam os 26, 27, 28, 29 e a história começa mesmo no aniversário de 30 anos do Linden, que é alguns meses mais velho do que a Stephanie. Importante dizer que cada capítulo é narrado por um deles e eu AMO livros assim porque faz com que a gente veja os dois lados da história e conheça bem os dois personagens.

Quando chega o aniversário de 30 anos da Stephanie, ela e Linden estão namorando outras pessoas. O problema é que é justamente aí que eles não conseguem mais esconder o que sentem um pelo outro. Bom, não vou contar exatamente como acontece, mas é meio óbvio né? A Karina Halle não fez a gente ficar com a expectativa lá em cima para não acontecer nada, não é mesmo?

Daí vira outra coisa

Pois é, gente, eu esperei páginas e páginas para finalmente ver o romance da Stephanie e do Linden. Só que aí, quando finalmente aconteceu, foi para uma linha meio Cinquenta Tons de Cinza. Foi só dar certo que eles não faziam outra coisa a não ser…sim, isso mesmo que vocês estão imaginando. São vários capítulos em que nada acontece, só a narração deles se pegando de todos os jeitos que vocês podem pensar.

Eu detesto Cinquenta Tons de Cinza mais pela história mesmo, acho que algumas coisas ali são surreais e não condizem com a realidade. No caso da Stephanie e do Linden, são coisas “normais”, mas me senti um pouco desconfortável de ler tanta pegação em sequência, sabem? Eu queria saber como seria, mas não curti muito esse lado que o livro tomou. Mas, se você gosta desse tipo de leitura, vai AMAR essa história.

De modo geral, eu gostei bastante de Se Nada Der Certo Até os 30, Você Se Casa Comigo? e achei bem real, apesar da pegação frequente (quem nunca sentiu vontade de se declarar para um amigo e teve medo de ferrar com tudo?). Gostei muito da forma como a Karina Halle descreveu cada personagem e conseguiu construir duas personalidades muito diferentes. O mais legal de tudo é que a leitura flui e você acaba se envolvendo rapidinho com a história.

 

E você, já leu esse livro? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Uma Noite com Grace Kelly – Lucy Holliday

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu adoro livros e tenho um fraco quando a história tem continuação. Cresci lendo os livros da série Diário da Princesa e sou completamente apaixonada pela Becky Bloom, então vocês conseguem imaginar como é esse meu vício. Recentemente, descobri outra série para amar: a das aventuras da Libby Lomax e seu sofá mágico, capaz de ressuscitar divas do cinema, como Audrey Hepburn, Marilyn Monroe e Grace Kelly.

Em 2016, ganhei um vale presente de uma livraria e troquei pelo livro Uma Noite com Audrey Hepburn, sem saber muito o que esperar. Amei e me diverti horrores com a história, tanto que gravei uma resenha lá no canal (clique aqui para conferir). Logo depois, descobri que tinha um segundo volume, chamado Uma Noite com Marilyn Monroe, que eu li no comecinho do ano passado e também gravei resenha (confira aqui).

E quando eu descobri que a história ainda reservava uma terceira parte? Comprei Uma Noite com Grace Kelly no ano passado, mas eu me apeguei tanto que só deixei para ler neste ano, já que esta é a parte final da aventura de Libby.

A história

Antes de mais nada, preciso dizer que vai ser inevitável soltar alguns SPOILERS do primeiro e do segundo livro, então, se você ainda não leu, vai lá conhecer esses livros maravilhosos e depois volta aqui para saber o que acontece, ok? Não quero estragar nada porque essa série é realmente deliciosa e vale ser lida com muito carinho.

Ok, se você chegou até aqui, já sabe que a Libby largou de vez a carreira de atriz e está investindo mais do que nunca na carreira de designer de joias. Além disso, ela descobriu que está apaixonada por Olly, seu melhor amigo, que cansou de esperar por ela e agora está feliz da vida com a namorada, Tash.

Neste terceiro livro, Libby se mudou para um apartamento mais chique e montou seu ateliê no andar inferior. Enquanto precisa lidar com a desilusão amorosa, a pressão de seus investidores e as loucuras de sua mãe e sua irmã mais nova, ela esbarra por acaso em Joel, um cara lindo, totalmente apaixonada por ela e que, ainda por cima, é bilionário.

Sem falar na presença misteriosa de ninguém mais, ninguém menos, que a diva Grace Kelly, que se materializa de vez em quando a partir do sofá mágico da Libby. E aí, como será que tudo isso vai terminar?

O que eu achei?

Eu AMEI o primeiro livro e me diverti demais lendo o segundo livro (meu favorito). Estava com a expectativa lá em cima para ler o terceiro livro e acabou que eu senti falta daqueles momentos hilários e bizarros que só acontecem com a Libby, sabem? Esta parte da história é um pouco mais séria, mas, mesmo assim, a gente ri bastante em alguns momentos.

Nas duas primeiras partes, as participações da Audrey Hepburn e da Marilyn Monroe são fundamentais e a gente torce para encontrá-las nos capítulos. Já a Grace Kelly aparece pouco e, em minha opinião, não tem o mesmo toque de charme e bizarrice das outras duas, sabe? Às vezes a gente até se esquece dela.

Achei legal que a Lucy Holliday conseguiu, de alguma forma, reunir todos os personagens marcantes da história (até Dillon, ex da Libby, aparece). Mas ela se alongou tanto nesse lance da Libby com o Joel que o final passou muito rápido e algumas cenas que nós estávamos aguardando ansiosamente foram puladas. A Libby falou tanto disso e quando ia acontecer, páh, meses se passaram rs… Sério, fiquei frustrada!

Mesmo assim, foi maravilhoso acompanhar a conclusão dessa série que me acompanhou nos últimos dois anos. Sinceramente, não sei se teria como criar um quarto livro porque a história terminou bem redondinha, sem pontas. Mas, quem sabe, não teremos um novo livro mostrando a vida da Libby daqui a alguns anos? Fica a dica, hein!

 

E você, já leu este livro? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!