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Testei: Paleta de sombras Love, Trust & Fairy Dust | Tarte

Olá, pessoal! Vocês sabem que se tem uma coisa com a qual eu gasto meu dinheirinho é maquiagem, né? Depois que fiz o curso e me formei como maquiadora profissional, aprendi a escolher melhor os produtos de make que eu compro e a entender que eu não preciso de tudo. Mesmo assim, confesso que eu ainda sou muito consumista quando o assunto é maquiagem.

Eu acompanho diariamente o blog Pausa para Feminices, da Bruna Tavares, e eu sempre gosto de ver o que tem de novidade no mundo de make. Foi lá que eu soube que a Tarte tinha lançado uma linha de produtos inspirados em…FADAS! Eu pirei quando vi as fotos dos produtos porque era tudo muito lindo, rosa e brilhante rsrs. Aproveitei para colocar na minha wishlist da viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Não tinha certeza se encontraria alguma coisa dessa linha porque viajei alguns meses depois que ela foi lançada e tinha outra promessa comigo mesma: NÃO comprar mais paleta de sombra porque eu tenho muitas aqui em casa. Aí fui na Sephora do hotel The Venetian e pah, vi a paleta Love, Trust & Fairy Dust. Foi amor à primeira vista, desde a caixinha da embalagem até as cores das sombras. E aí não teve jeito: comprei, usei MUITO e agora posso contar tudo para vocês!

Como funciona?

A paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust segue a mesma proposta dos outros produtos da linha, ou seja, tem cores inspiradas em sonhos e flores. Tudo bem delicado e romântico. Ao todo, são 10 cores em tons de rosa, roxo e nude. Como toda boa paleta, temos cores com brilho e outras mattes.

As cores dessa paleta de sombras são:

  • Magic: bronze metálico e brilhante
  • Mystical: fúcsia metálico e brilhante
  • Wish: marsala matte
  • Gossamer: nude matte (ótimo para fazer a base dos olhos)
  • Frolic: marrom matte
  • Twinkle: nude metálico e brilhante
  • Flitter: rosinha metálico e brilhante
  • Wonder: marrom escurão matte (bom para aquele smokey eye que a gente ama)
  • Whimsical: rosa queimado matte
  • Giggle: nude rosado matte

É importante destacar que todas as cores foram feitas com argila amazônica e pigmentos minerais para fazer com que durem por mais tempo e se misturem com facilidade na hora de esfumar. Livre de parabenos e ftalatos, a paleta de sombras é dermatologicamente testada. Ah, a Tarte é cruelty free, então, ganha ainda mais o nosso amor!

Minha opinião

Bom, eu amo cores e amo paleta de sombras, então, sou suspeita para falar algo sobre essa belezinha. O que eu mais gostei foi da variedade de tons. Já usei de todas as formas: para uma make mais clean (só com os tons de nude), para uma proposta mais romântica (misturando rosa e roxo) e até para noite, usando as cores mais escuras. Amei todas vezes e é uma paleta muito versátil!

Eu gosto de aplicar com pincéis porque acho que fica mais fácil para esfumar. Mas nada impede que você use seus dedos, se prefere fazer a maquiagem assim. Todas as cores são MUITO pigmentadas e rendem bem!

Agora vamos ao preço. Como falei no começo do post, comprei a paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust na Sephora de Las Vegas e paguei U$ 39 (o que equivale a R$ 159). A marca Tarte (ainda) não é vendida oficialmente aqui no Brasil e eu só encontrei um lugar que vende a mesma paleta por R$ 275.

Para evitar qualquer problema, a minha sugestão é juntar dinheiro e comprar durante uma viagem ou encomendar para alguém que vai viajar. Sim, é caro, mas é uma ótima paleta de sombras (além de linda) e eu acho que vale a pena por conta da versatilidade, já que dá para usar de diversas formas.

 

Alguém mais já testou? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 9

Olá, pessoal! Quem aí está acompanhando os relatos da viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas? No último post, contei que estava faltando uma coisinha para a viagem ficar completa: fazer compras. Por mais que eu venha tentando diminuir meu consumismo, comprar é algo que eu amo, especialmente quando vou para os Estados Unidos, e algumas coisas eu fazia questão de trazer para o Brasil, como produtos de maquiagem.

O melhor lugar para fazer compras nos Estados Unidos, especialmente em épocas em que o dólar vale mais de R$ 4, é nos outlets. Minha dica é procurar sempre por outlets da rede Premium Outlets, que costumam ser os melhores. Mesmo que não tenha na cidade em que você está, vale alugar um carro e ir (ou verificar se existem linhas exclusivas de ônibus).

Las Vegas conta com dois Premium Outlets, um na região Norte e outro na região Sul. Normalmente, as pessoas vão para o outlet Norte porque é maior e possui mais lojas. No entanto, ele é aberto e a gente ficou com receio de não aguentar por conta do calor (lembrem-se: todo dia, as temperaturas chegavam a 45°C).

Além disso, o Jason, o guia que nos levou para o Grand Canyon no dia anterior, falou que a gente poderia passar mal com o choque térmico do ar-condicionado gelado das lojas e o calor seco da área externa. Nós também fizemos a lição de casa e olhamos as lojas dos dois outlets quando ainda estávamos no Brasil. Acabou que eu preferi as lojas do outlet Sul, que ganha pontos no calor por ser totalmente fechado – como um shopping mesmo.

Como foi nosso dia?

Acordamos às 8h, pedimos um Uber e fizemos uma rápida parada na Las Vegas Sign, a famosa placa da cidade que fica no caminho para o outlet Sul e bem próxima ao aeroporto. Estava lotado e não tem uma fila, você se joga no meio e tira a foto. Como nosso Uber disse que só podia esperar por 5 minutos antes de cancelarem a corrida, tiramos rapidinho a foto, filmei um pouco para o vlog e voltamos correndo.

Da placa Las Vegas Sign até o outlet foi bem rápido, coisa de minutos mesmo. Ele nos deixou em uma entrada onde ficava uma Starbucks e foi lá mesmo que tomamos nosso café (lembram que eu falei que a maioria dos hotéis em Las Vegas não tem café, né?). Nós entramos no site do outlet Sul na noite anterior para ver de novo as lojas e eu fiz uma lista das lojas que queríamos passar. É aquela coisa: se me deixar, faço lista de TUDO! 🙂

Logo ao lado da Starbucks, fica a Vera Bradley, uma loja muito fofa que vende bolsas de todos os tamanhos com as estampas mais lindas que você pode imaginar. Eu não ia comprar nada, mas descobri que as coisas estavam baratas e acabei comprando uma bolsa de presente. Mais tarde, nós voltamos a entrar nela porque a Tâni, minha amiga, queria ver uns presentes. Resultado: ela não comprou nada e eu acabei comprando uma pochete para mim. Estava DOIDA atrás de uma pochete e já usei muito, então super valeu a pena. Ah, a loja da Vera Bradley só tem no oultet Sul, ok?

Passamos por mais algumas lojas, como Nautica e Adidas, até chegarmos na loja da Charlotte Russe, que é bem legal e costuma ter preços bem em conta. Para minha surpresa, estava tudo MUITO em conta, até peças da nova coleção. Fui para o provador com umas 10 peças, mas acabei selecionando algumas e fiz minhas comprinhas. Depois, foi a vez de parar na Skechers (que também só tem no outlet Sul) e me “desesperar” com a promoção de 50% na compra do segundo par. Falei com a minha mãe pelo WhatsApp e acabou que eu comprei um tênis para ela e outro para mim pela metade do preço.

Fizemos mais algumas comprinhas na Disney Store e enlouquecemos na VF, que vende peças de marcas como Lee e Wrangler e estava com preços ótimos. Depois, já estava na hora do almoço, então paramos na Sbarro e pedimos uma pizza gigante de pepperoni (foi ótimo porque as fatias que sobraram foram nosso café da manhã no dia seguinte).

A Claire’s, que vende acessórios e outras coisinhas fofas, estava tão boa que a gente quase entrou em pânico. Comprando 3 produtos, você levava mais 3. Eu sei que toda hora ia no caixa e a menina me falava: “pega mais 3 coisas, agora mais 2”. Era desesperador, num sentido bom, claro. Também aproveitei para comprar uns perfumes e a Tâni acabou comprando outra mala (que obviamente serviu para colocarmos nossas sacolas de compras).

Depois das compras, a gente sai com tudo novo: blusa, pochete e tênis

Preciso fazer um destaque para a GAP, que estava MUITO barata. Juro, nós compramos camisetinhas para usar no dia a dia por U$ 4 (!!!). Fui cheia de coisas para o provador, tudo ficou bom e eu só pensava: “meu dinheiro, socorro”. No fim, deixei só algumas peças e quando fui pagar, saiu bem mais barato do que eu imaginava.

Eu já tinha lido que Las Vegas era um dos lugares mais baratos dos Estados Unidos para fazer compras, mas não fazia ideia de que era TÃO barato. É mais barato até que Orlando e Miami. Foi nesse momento, com os braços doendo de tanto carregar sacola de compras, que eu descobri que estava apaixonada pela cidade! (Aliás, já quero voltar)

Depois das compras

Nossa ideia era passar uma manhã no outlet. Quando chegamos e vimos que o negócio era bom, resolvemos ir embora logo depois do almoço. Aí fizemos outras compras e, bom, pedimos o Uber de volta para o hotel lá pelas 16h. Como não tínhamos show nesse dia, foi ótimo porque compramos tudo com calma, voltamos para o hotel, colocamos as compras na mala, tomamos banho e descansamos. Sério, foi uma paradinha estratégica muito boa!

Trocamos de roupa e pegamos o monorail no nosso hotel rumo à Strip. A ideia foi continuar de onde paramos no domingo (mais para o meio da avenida), então descemos na estação do Ceasar’s Palace, um dos hotéis mais famosos de Las Vegas e muito conhecido por ser o hotel do filme Se Beber, Não Case.

O Ceasar’s Palace tem temática romana, com várias estátuas em todo o hotel. Passeamos pelo saguão e pelo cassino e depois seguimos para o The Forum Shops, um shopping bem legal que fica dentro do hotel e mistura algumas das lojas mais caras do mundo com outras mais reais (como Sephora, Apple e Victoria’s Secret). Aliás, tem uma loja ENORME da H&M nesse shopping e eu acabei comprando um scarpin vermelho de glitter lindo por U$ 10 (DEZ DÓLARES EM UM SAPATO, GENTE! Vocês têm noção disso?).

Nosso jantar foi na The Cheesecake Factory, que fica dentro desse shopping. Esse restaurante sempre lota e a atendente falou que a espera era de até 1 hora. Eu queria MUITO comer lá e não tem outras unidades próximas, então a gente resolveu esperar. Foi o tempo de ir no banheiro, comprar um cabo de celular na Apple e dar uma fuçada bem rápida na Sephora. Voltei para revezar com a Tâni. Ela entrou numa loja de souvenir e o pager apitou. Acho que não deu nem meia hora de espera.

Vai um pedacinho aí?

Dividimos uma porção maravilhosa de baked potato e pedimos dois cheesecakes, um para cada uma. Escolhi o Red Velvet (excelente) e a Tâni pediu um de Godiva, também de salivar. Mesmo dividindo só uma porção de entrada, não aguentamos comer os cheesecakes inteiros. Dá dó, mas a gente saiu praticamente passando mal rsrs…

Eu sou aquela sua amiga louca e ansiosa que acha que não vai dar tempo de fazer tudo, então falei para aproveitarmos e conhecermos mais alguns hotéis. Saímos do Ceasar’s Palace e fomos para o Cosmopolitan, que tem o maior lustre feito com cristais Swarovski do mundo (são três andares de lustre). O hotel não tem muita coisa além disso, mas nós gostamos bastante.

Três andares de lustre… coisas que só Las Vegas faz por você

Já estava tarde, mas a gente aproveitou para riscar mais um hotel da lista, o Paris Las Vegas. Como o próprio nome diz, o hotel é inspirado na capital francesa, então conta com uma reprodução do famoso Arco do Triunfo e uma Torre Eiffel. Você precisa pagar para subir na torre e nós não fomos. Antes de embarcamos, pesquisamos e vimos que não vale tanto assim. No geral, o hotel é muito fofo e tem um céu pintado no teto do cassino, o que é bem legal.

O Paris Las Vegas é integrado com o hotel Bally’s, onde fica uma estação do monorail. Tivemos que comprar um novo passe ilimitado de três dias porque o anterior tinha vencido. Descemos na estação do nosso hotel, voltamos para o quarto e dormimos porque estávamos cansadas, mais uma vez.

 

Foi um dia muito legal porque parecia que faltava esse lance das compras e quando eu descobri que era tudo barato, percebi que o dinheiro que eu levei ia durar até o fim da viagem e relaxei. Como falei antes, eu estava muito feliz no dia anterior, mas foi aqui que eu me apaixonei completamente por Las Vegas. Eu até podia ir embora, mas ainda tínhamos alguns hotéis para visitar e outros shows para assistir. Assunto para o próximo post!

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 6

Olá, pessoal! Quem tem acompanhado os posts do diário da viagem que eu fiz recentemente? Bom, depois de cinco dias em Anaheim, cidade onde ficam os dois parques da Disney na Califórnia, chegou a hora de dar tchau. A partir deste post, vou contar como foi a segunda parte da viagem, quando fomos para Las Vegas.

Na verdade, esse dia começou bem cedo. Nós voltamos da Disneyland bem tarde, terminamos de arrumar as malas e programamos o despertador para as 6h porque agendamos para um carro da Limos nos buscar às 7h30 para nos levar ao aeroporto. Até aí, beleza. De madrugada, umas meninas que estavam no quarto do lado do nosso começaram a BERRAR. O tempo foi passando e era um tal de esmurrar a porta, gritar no meio do corredor e por aí vai.

No começo a gente ficou com medo de abrir a porta e alguém ter uma faca ou coisa assim (vai saber né), mas uma hora eu me irritei porque a gente não conseguia dormir de jeito nenhum e vi que eram mais de 3h da manhã. Abri a porta e tinham duas meninas (bem grandes tá, não eram crianças) já correndo para entrar no quarto delas. Mandei logo um: “We are trying to sleep” (a gente está tentando dormir).

Parou um pouco depois disso, nós acordamos mortas de sono e fizemos questão de perguntar para a recepcionista do hotel se ela sabia o que tinha acontecido. A resposta dela foi: “sim, realmente tinham umas meninas gritando. Eu avisei que elas estavam atrapalhando, mas ah, era muito tarde para ligar para a polícia né?”. Falei que estavam no quarto do lado do nosso, que a gente não conseguia dormir e que eu mesma estava pensando em ligar para a polícia. Antes de irmos embora, eu dei uns gritos na porta delas, bati várias vezes na porta e na janela e deixamos uma cartinha bem simpática #sqn. Aqui se faz, aqui se paga, né mores? 🙂

Por que decidimos ir de avião para Las Vegas?

Sim, é verdade que a maioria das pessoas vai da Califórnia para Las Vegas de carro (de Los Angeles demora cerca de quatro horas e dizem que o caminho é bem tranquilo). Acontece que eu nunca dirigi nos Estados Unidos e minha amiga não se sentia à vontade para dirigir lá, então, fiquei com receio de pegar no sono ou ficar cansada e colocar a vida de todo mundo em risco – sou dramática, eu sei.

Decidimos ir de avião mesmo e pagamos menos de R$ 200 por um voo da American Airlines que saía ao meio dia. Lembram que eu falei que marquei do motorista nos pegar em Anaheim às 7h30? Ele chegou pontualmente e eu marquei com MUITA antecedência porque fiquei com medo do trânsito de Los Angeles (da outra vez que eu fui para lá, fiquei um sábado inteiro presa no trânsito e me deixou traumatizada), mas acabou que a gente chegou bem cedo.

Nos Estados Unidos, você precisa pagar se vai despachar as malas e faz o check-in sozinho, em totens próprios da American Airlines. A gente sofreu um pouco para conseguir entender como funcionava e só conseguimos pagar pelas malas com cartão de crédito. Ah, a maioria das companhias aéreas (incluindo a American) cobra U$ 25 por mala, mas algumas podem ter custo maior, então, é bom ficar de olho antes de comprar a passagem.

Bom, deu tempo suficiente para passar pelo raio-x, comprar revistas americanas de fofoca (que eu AMO) e de comer. No fim, pedimos uma porção de batata-frita por U$ 8 e uma Coca-Cola de 600 ml para dividir. Tínhamos um chocolate na bolsa, então ninguém passou fome.

O voo de Los Angeles para Las Vegas dura 40 minutos e é bem tranquilo. Já tinha viajado de American Airlines partindo daqui do Brasil e nunca gostei muito da companhia, mas os voos internos dos Estados Unidos são diferentes: os comissários são mais atenciosos e o avião é bem moderno. Imaginem só, tinham vários filmes em um voo curtinho. A única coisa é que não servem nada, só deram água por conta do calor (pelo menos foi o que avisaram).

Chegada em Las Vegas

Antes de mais nada, preciso dizer que eu fui para Las Vegas com uma impressão bem ruim. Isso porque minha mãe tinha ido duas vezes a trabalho e vivia me dizendo que a cidade era só jogo e sexo. Depois eu entendi que ela deve pensar isso porque foi para coordenar um grupo de homens – e muitos nunca tinham viajado para fora do Brasil. Imagino sua situação, mamis!

Chegar de avião é muito legal porque dá para ver a Strip (avenida mais famosa) lá do alto, especialmente se você se sentar do lado direito do avião. Pousamos e os comissários pediram para fechar as janelas e abrir todas as saídas de ar-condicionado por causa do calor. Nunca tinha visto isso na vida, então já pensei: “é, o calor realmente deve estar de matar” (um beijo, Bola de Fogo).

Pegamos um táxi e fomos para o hotel. Minha primeira experiência com táxi lá foi ruim porque eu estava sem troco, o taxista também e, no fim, ele me levou quatro dólares embora (quatro dólares podem ser pouco para ele, mas equivalem a R$ 16, né?). Entramos no hotel e ficamos impressionadas: era um mix de gente, brilho, jogos no cassino, noivas e por aí vai. Uma moça nos perguntou se estávamos chegando para nos hospedar e fomos para uma fila. Sim, TEM FILA QUILOMÉTRICA PARA FAZER O CHECK-IN.

Nosso quarto no Westgate Resort & Casino

Nesse auê todo, chega um cara bem bizarro perguntando se eu era solteira ou casada. Falei que era solteira e ele perguntou se podia pegar meu telefone. ÓBVIO que eu respondi apenas um “não” e ele respondeu: “ah tá, você tem uma bunda bem bonita”. JURO! Me senti um pedaço de carne e lembrei da minha mãe falando que Las Vegas era só jogo e sexo. Fiquei brava de verdade, mas ainda bem que passou e eu logo percebi que o cara é que era um babaca.

Bom, o hotel estava LOTADO e apesar de termos feito uma reserva que incluía um quarto com duas camas king, o cara que nos atendeu disse que não tinha quartos assim disponíveis naquele momento, mas que a gente podia tentar mais tarde. A parte boa é que a galera em Las Vegas realmente quer que você tenha a melhor estadia possível e ele ofereceu duas opções de quartos: um maior ou um com vista para a Strip, mas menor. Ficamos com a segunda e gostamos MUITO! Acabou que ele deu um baita upgrade porque ficamos na torre central, que era bem melhor que as outras.

Programação no primeiro dia

Nós tínhamos agendado para assistir ao espetáculo O do Cirque du Soleil, um dos mais famosos de lá. Acabou que demorou para conseguirmos um quarto, então, foi o tempo de tomar banho e colocar uma roupa mais arrumadinha (eu recomendo colocar uma roupa mais arrumada para os shows. Ninguém vai olhar torto se você estiver de shorts e tênis, mas a galera se arruma mesmo e nos sentimos mal quando estávamos basiquinhas).

Pedimos um Uber porque ainda não sabíamos como andaríamos na cidade, mas aqui vai outra dica: usem o monorail de Las Vegas, que passa por boa parte da Strip e ruas próximas. Aliás, fiquem em um hotel que tenha estação do monorail integrada. Nós ficamos no Westgate Resort & Casino, que tem estação do monorail, e foi nossa salvação. Você paga U$ 30 para usar o trem de forma ilimitada por três dias. Vale MUITO a pena!

Descemos no hotel Bellagio, que é onde acontece o show O, trocamos nossos ingressos e demos uma voltinha por lá. Os hotéis da Strip são enormes e você pode se perder lá dentro, então, o segredo é entrar sabendo o que você quer ver. Dentro do Bellagio, nós queríamos ver o jardim (que é MARAVILHOSO) e a maior fonte de chocolate do mundo. Ah, só para constar: o Bellagio foi o hotel que eu mais gostei em Las Vegas. É lindo e passar pelo menos uma noite nele virou meu sonho de princesa. Quem sabe um dia, né?

Status: apaixonada pelo Bellagio

Saímos de lá e fomos para o Aria, que ficou marcado na minha cabeça por ser o hotel do filme Última Viagem à Vegas, que eu adoro. Andamos um pouco no shopping Crystal, que fica dentro do Aria, mas as lojas são caríssimas, e resolvemos ir embora.

Foi aí que descobrimos que muitos quarteirões da Strip não têm faixa de pedestre, ou seja, não dá para atravessar. Ficamos uns 20 minutos andando numa microcalçada, com o vestido voando por causa do vento e os carros passando bem pertinho. Não me lembro agora como conseguimos sair, mas descobrimos que a maioria dos hotéis é interligada por passarelas. Aí vai mais uma dica: estude bem o mapa da Strip e tente achar uma saída para o hotel vizinho. Se não achar, peça ajuda para um funcionário do hotel.

Acabamos parando do lado de fora do hotel Planet Hollywood e vimos um Taco Bell. Estava perto da hora do show, então, comemos lá mesmo e dividimos uma porção de quesadillas que estava bem gostosa. Caminhamos de volta para o Bellagio e deu tempo de ver as famosas fontes que acontecem na frente do hotel. É bem legal, não precisa pagar e acontece a cada 15 minutos. Só chegar e assistir (as fontes chegam a 150 metros de altura, então tem que ver).

Na frente do Bellagio, ficam os hotéisl Paris Las Vegas e Planet Hollywood

Depois, fomos assistir ao show. Para quem não sabe, o O é o espetáculo mais diferente do Cirque du Soleil porque os números acontecem em meio a um enorme tanque de água. Tem toda uma historinha de um cara que vai parar nesse mundo das águas e é uma das coisas mais lindas que eu já vi na vida. Juro, eu me arrepiei em várias partes! (Muito embora eu tenha pescado em algumas partes, não sei se pelo jeitão mais parado dos shows do Cirque du Soleil ou se pela noite mal dormida por causa das meninas que berraram)

A apresentação demorou uma hora e meia. Quando acabou, fizemos umas comprinhas na farmácia CVS que fica do outro lado da rua e decidimos voltar para o hotel porque já estava tarde e estávamos mortas de cansaço. Fomos até o hotel Flamingo, que fica ao lado, e compramos ali o tíquete ilimitado do monorail. O bom é que os trens chegam rapidinho e logo estávamos de volta no nosso quarto. Aí foi só tirar a make, colocar o pijama e cair na cama.  

 

No próximo post, conto mais sobre os hotéis de Las Vegas e um show bem safadjenho que nós assistimos.

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 5

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, estou fazendo um diário de viagem aqui no blog contando tudo sobre a minha viagem para a Disneyland Califórnia Las Vegas. Então, se você chegou por aqui direto neste post, clique aqui e leia tudo desde a sequência. Pra quem está acompanhando tudo desde o início, chegou a hora de falar sobre o quinto dia, o nosso último dia de Disney 🙁 (mas não da viagem).

Contei antes que a nossa viagem aconteceu em julho, época de férias e calor nos Estados Unidos, então eu separei dois dias para cada parque da Califórnia, para curtir bem e não deixar de fazer algo por causa de fila. No caso da Disneyland, essa foi uma sábia decisão porque o parque é grande e tem MUITA atração, algumas delas a gente não conseguiu fazer no dia anterior. Era uma sexta-feira e o parque abria uma hora mais tarde (ainda não descobri o motivo), então a gente aproveitou para dormir um pouquinho mais e nos arrumar com calma. Mesmo assim, chegamos uns 15 minutos antes do parque abrir.

Enquanto a Tâni, minha amiga, tirava algumas fotos logo na entrada do parque, eu corri para comprar o aplicativo MaxPass para nós naquele dia. Resolvemos começar a nossa programação tirando fotos com os personagens. Eu NUNCA fiquei em fila para tirar foto com o Mickey ou com as princesas porque sou a doida dos brinquedos e acho que vou perder um tempo precioso por causa disso. Mas a gente já tinha ido nas atrações principais e iríamos ficar até tarde, então tiramos foto com a Minnie e o Pato Donald. Devo dizer que as filas não são tão grandes assim e é bem mais fácil esperar os personagens na Disney da Califórnia do que na de Orlando (eles saem por uma portinha bem no canto da Main Street, pertinho da Mad Hatter, loja de chapéus).

Tenho um fraco pela Minnie, confesso!

A gente queria mesmo era uma foto bem clássica com o Mickey e ficamos esperando ele sair. Nisso, quem sai? A Cruella!! Já fui cinco vezes para a Disney de Orlando e já tinha ido uma vez para a Disney da Califórnia antes disso e não me lembro de ter visto a Cruella. Sou completamente apaixonada pelos vilões da Disney e quando vi que ela estava vindo, soltei um: “AI MEU DEUS”. Claro que a gente correu para tirar foto com ela e foi muito legal porque ela interagiu de verdade e a gente deu muita risada.

Logo depois a gente foi tirar foto com as princesas. Não sei como é na Disney de Orlando, mas nesse dia estavam Branca de Neve, Ariel e Cinderela. Como nós já somos adultas e bem crescidas, eu achei que elas só iam tirar a foto com a gente, mas elas conversaram de verdade. A Ariel falou que não tinha orelhas da Minnie, mas que se fosse comprar uma, seria a rose gold, a que estávamos usando. A Cinderela disse que eu era muito gentil (ela usou essa palavra mesmo) em apresentar o parque para minha amiga, que estava na Disney pela primeira vez, e perguntou qual era meu brinquedo favorito do parque. Quando eu disse que era o Indiana Jones Adventure, ela falou que eu era muito corajosa. Achei fofo! Só senti falta de um fotógrafo oficial da Disney lá porque as fotos que a gente tirou com o celular ficaram estouradas.

Tudo com calma

Repetimos alguns dos brinquedos que nós mais gostamos. Além do Indiana Jones, fomos no Star Tours, na Space Mountain, no Matterhorn Bobsleds e no Piratas do Caribe. A Tâni nunca tinha andado no barco que dá a volta no lago que tem no parque (igual ao de Orlando), então nós fomos. Descobri que o passeio é bem legal porque eles colocaram alguns índios e animais de brinquedo para contar um pouco sobre a história dos Estados Unidos. A gente tinha acabado de dar a volta e fizemos o mesmo passeio na sequência, só que a bordo de um navio pirata (esse eu nunca vi em Orlando).

Não tínhamos reserva em nenhum restaurante, então saímos a caça de um lugar para comer. Estava tudo cheio, muito quente e acabamos parando no Jolly Holiday, um espaço muito fofo na Main Street que é tipo uma padaria, com lanches e doces. Pedimos um sanduíche de peru que estava maravilhoso e depois seguimos para o Jungle Cruise, um passeio na selva que eu acho sem graça, mas a Tâni não conhecia.

No outro dia que fomos para a Disneyland, não deu tempo de fazermos os brinquedos da Fantasyland. Por isso, fomos no brinquedo inspirado em Procurando Nemo (que eu também acho meio sem graça) e depois fomos para essa área do parque. Como estava escurecendo, resolvemos procurar um lugar para esperar o show Together Forever.

Dicas sobre o show Together Forever 

Eu estava muito ansiosa para esse show porque todo mundo dizia que era maravilhoso. Como comentei em posts anteriores, nós tínhamos assistido a esse show no Rivers of America, a área onde acontece o Fantasmic, outro show noturno que acontece por lá. Eu queria MUITO assistir ao Together Forever do castelo da Bela Adormecida porque é só lá que aparece a casa do filme Up – Altas Aventuras (parte mais fofa do show, preciso dizer).

Assistimos o show daqui. O castelo não é alto como o de Orlando e a estátua do Walt Disney atrapalhou um pouco, mas deu tudo certo

Bom, lembram que estávamos em altíssima temporada? Nos sentamos perto do castelo duas horas antes, até passar um funcionário do parque e falar que todo mundo iria se levantar e iria para frente para outras pessoas ficarem em um lugar bom. Virou um caos, gente! Muito aperto, gente segurando criança nos ombros, outra galera com bexiga amarrada em carrinho de bebê. Para ser bem sincera, eu não consegui ver nada. O que vi foi da tela da minha câmera, que estava ligada o tempo todo para a gravação do vlog (e eu ainda fiquei na ponta do pé).

Eu realmente não gostei disso e, se puder dar uma dica, é: NÃO fique muito perto do castelo porque é uma bagunça total. Assista onde vimos da outra vez ou na região da main street (que é onde eu quero ver agora – espero que ainda esteja passando quando eu voltar).

Vale lembrar que o Together Forever é uma projeção de filmes da Pixar, como Toy Story, Up, Wall-E, Divertida Mente, Monstros S. A., Carros e Viva – A Vida é Uma Festa. É muito lindo e tem que assistir mesmo, não dá para ir embora sem ver.

 

E por falar em ir embora, foi o que fizemos logo que acabou o show. Até porque a gente precisa deixar nossas malas arrumadinhas porque sairíamos cedo no dia seguinte para ir para LAS VEGAS. Os próximos posts serão sobre essa cidade cheia de brilho que me surpreendeu positivamente e que eu já morro de saudade!

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 4

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, recentemente viajei para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas e estou fazendo um diário aqui no blog. Caso não tenha acompanhado os dias anteriores, é só clicar aqui e ler os outros posts. Agora, chegou a hora de falar sobre o nosso segundo dia no parque Disney California Adventure.

Sim, é verdade que os parques da Disney na Califórnia são bem menores do que os de Orlando. Também é verdade que dois dias (um em cada parque) são suficientes para curtir bem tudo por lá. Mas eu sou completamente apaixonada por Disney e parque de diversão e como fomos em julho, eu queria aproveitar BEM sem deixar de ir em uma atração por causa das filas. E foi realmente ótimo, então, fica a dica. Se puder (e quiser), reserve dois dias para cada parque. Vale muito a pena!

Outra coisa que eu já contei aqui que serve como vantagem na Disneyland Califórnia é o MaxPass, um serviço que permite pegar fast pass no próprio aplicativo da Disneyland e fazer algumas atrações sem fila. Custa 10 dólares por dia e por pessoa, mas todo mundo lá usa porque é muito prático e vale cada centavo. Bom, mas o que acontece quando ele não funciona? Foi exatamente o que a gente viveu nesse dia. Chegamos cedo e eu corri para comprar logo que entramos, mas a tela não rodava e quando fui pedir ajuda, descobri que todo mundo estava com esse problema. Juro, a fila da galera que queria reclamar sobre isso era maior que a fila dos brinquedos. Povo ficou bravo de verdade!

Dia problemático: foi o dia em que a gente mais sentiu o calor e as filas estavam imensas por causa do app que parou de funcionar. Ainda bem que comprei o Güido, o meu ventilador portátil

Não teve jeito e eu precisava pegar o fast pass de alguma atração do jeito antigo, ou seja, teria que ir até a atração e pegar na mão mesmo o tíquete para poder voltar depois. Eu queria MUITO voltar no brinquedo do Guardians of the Galaxy, mas como a Tâni, minha amiga, não curtiu muito, escolhi o Radiator Springs Racers (do Carros), que costuma ser o mais procurado. Como o app parou de funcionar, as filas começaram a ficar imensas e a gente foi na que estava menor, do Soarin’ (foram 30 minutos). O parque estava aberto não tinha nem meia hora e já tinha fila de duas horas. Confesso que foi um pouco tenso e estressante, mas eu ficava lá, atualizando o app para ver se ele voltava logo.

O que teve de bom nisso tudo

Sim, sempre tem um lado bom em tudo. Nesse caso, a gente conseguiu ir nos brinquedos que não tínhamos ido no dia anterior, já que eram os menos procurados. Nessa lista, entram Golden Zephyr (que nós batizamos de Foguetinho e até cantamos a música do Bola do Fogo quando estávamos lá – um dos momentos mais engraçados da viagem) e Jumpin’ Jellyfish, um elevador bobinho mais voltado para crianças.

Minha amiga não quis ir na Incredicoaster, a montanha-russa inspirada em Os Incríveis, então eu aproveitei para ir na fila de single rider (opção para quem vai sozinho nas atrações ou quem não liga de sentar em lugares separados). Demorou um pouquinho, mas acabou que durante a fila o app voltou!! Corri para pegar um MaxPass para o Toy Story Mania e virei a sensação da fila porque muitas pessoas souberam por mim que o aplicativo tinha voltado! 🙂

Encontramos o Gelado bem na frente da Incredicoaster e perguntamos se ele não podia dar um tempo no calorão rs

Depois disso, fomos almoçar. Como não tínhamos reserva e queríamos algo mais baratinho, escolhemos o Boardwalk Pizza & Pasta. Eu não conhecia, mas achei uma boa opção porque você pode escolher o que quer comer (tinha pizza, macarrão, saladinha e por aí vai). Sério, era tanto calor que eu peguei um MaxPass para o brinquedo de água Grizzly River Run só para refrescar um pouco. Demos um tempo por ali, assistimos ao show de uma banda que toca músicas dos filmes da Pixar e voltamos para o Luigi’s Rollickin’ Roadsters, nosso brinquedo favorito da viagem. É bem fofo, com carrinhos que dançam ao som de músicas italianas (fomos três vezes, vocês imaginam nossa empolgação né).

Para ficar um pouco mais fresco, assistimos ao show do Frozen, que é uma mega produção, e depois passeamos pelas lojinhas. Nós já sabíamos que não ficaríamos até o parque fechar, então, fomos embora e aproveitamos para fazer algumas comprinhas em Downtown Disney e comer um corn dog (tínhamos muita curiosidade sobre o tal do corn dog e, no fim, achamos mais ou menos. Pelo menos foi barato).

E foi isso. Fomos embora  e aproveitamos para dar uma geral nas malas já que o dia seguinte seria mais corrido e depois iríamos cedo para Las Vegas.

 

No próximo post, conto como foi nosso último dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!