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Eu li: Três Semanas Com Meu Irmão – Nicholas Sparks

Olá, pessoal! Quem aí é fã do escritor Nicholas Sparks? Para quem não sabe, ele escreveu alguns dos livros de maior sucesso ao redor do mundo. Nesta lista, entram Diário de uma Paixão, Um Amor Para Recordar e Querido John. Houve uma época em que eu era fissurada nele e lia um livro atrás do outro. Mas acabei enjoando depois de um tempo (acaba que todas as histórias são parecidas) e eu acabei deixando o pobre do Nicholas um pouco de lado.

Neste ano, resolvi tirar alguns livros que estavam no fundo da minha prateleira para finalmente ler. Três Semanas Com Meu Irmão estava nesta pilha de livros que eu comprei há tempos, mas que ficaram no esquecimento. Comprei meu exemplar em 2015, mas enjoei das histórias do Nicholas Sparks pouco tempo depois. Resultado: me dava ranço só de pensar em pegar o livro.

Resolvi dar uma chance e enfim peguei o livro em fevereiro. Li mais rápido do que imaginava e, em poucas páginas, já estava envolvida de novo com o autor. Hora de contar tudo sobre ele para vocês!

Sinopse

Nicholas Sparks começa o livro dizendo que ele traz duas histórias ao mesmo tempo. A primeira é de uma viagem que ele fez ao lado do irmão mais velho, Micah. Ao longo de três semanas, os dois deram uma volta ao mundo. Já a segunda história é a do próprio Nicholas, que conta sobre a sua vida desde que nasceu até o momento da viagem.

Enquanto relembra momentos da infância e os lugares que visitou ao lado do irmão, Nicholas compartilha fotos da família. Nos primeiros capítulos, vemos que ele viveu em uma família de classe baixa e se divertiu com pouco. Micah foi seu melhor amigo e os dois amavam brincar na rua, algo que é quase impossível nos dias de hoje. Ele também relembra as aventuras nas férias, os perrengues na escola e as primeiras namoradas. Sem falar nos dramas comuns de quem é o filho do meio.

Quando fala sobre a viagem, ele descreve muito bem cada lugar. Em apenas três semanas, Nicholas conhece alguns dos destinos mais incríveis do mundo. Machu Picchu, Ilha de Páscoa, deserto de Ulurú e Taj Mahal são alguns dos paraísos citados. Claro que eles aproveitam esse momento para dar conselhos um ao outro. Enquanto o escritor precisa desacelerar e ficar mais com a família, Micah precisa se reconectar com seu lado espiritual.

Minha opinião

Bom, contei lá no começo do post que eu estava com muito ranço dos livros do Nicholas Sparks. O que posso dizer é que Três Semanas Com Meu Irmão é a obra mais diferente dele. Tem a parte turística e também tem a parte da autobiografia mesmo, coisas que você não encontra nos outros livros que ele escreveu.

Sobre a viagem, é incrível como ele nos transporta para aqueles lugares. Parece que estamos visitando os mesmos museus e os mesmos monumentos. E é louco pensar como tanta coisa mudou. Ele fez a viagem em 2002 e precisava de um sinal especial para conseguir falar com a família. Hoje, a gente usa sinal de Wi-Fi e fala pelas redes sociais instantaneamente.

Mas, sem dúvida, o que eu mais gostei foi de saber da vida dele. Os primeiros anos são até engraçados, mas quando ele se torna adulto, o livro fica PESADO real. Ele fala sobre várias tragédias pessoais (os fãs de verdade dele talvez até já saibam dela), mas é muito forte. Não é à toa que ele curte tanto fazer livros com finais tristes. E, por falar nisso, é muito bacana acompanhar como ele começou na carreira de escritor. Ele até cita alguns de seus primeiros livros.

Eu AMEI este livro. Foi um reencontro muito especial com o Nicholas Sparks e até me deu vontade de ler os dois livros dele que eu ainda não li. Essa mistura de dicas de viagem e lembranças do passado me agradou muito, gente! Recomendo para todo mundo, especialmente para quem gosta dos livros dele, mas é importante ficar com um lencinho por perto porque é muito triste e pesado.

 

E você, já leu este livro? Conta aqui nos comentários! 🙂

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: O Navio das Noivas – Jojo Moyes

Olá, pessoal! Bora para mais uma resenha de livro por aqui? Bom, já contei que sou muito fã da Jojo Moyes, né? Ela é uma das minhas autoras favoritas da vida, já li vários livros dela e sempre compro quando lançam algo novo dela. Meu favorito, como já é de se imaginar, é Como Eu Era Antes de Você (sim, aquele que virou filme há alguns anos e que fez muita gente chorar).

Para aproveitar o sucesso que a Jojo Moyes estava fazendo aqui, resolveram lançar os primeiros livros que ela escreveu assim, todos de uma vez. Fui comprando, comprando, até que tinha uma pilha de obras dela e tive que fazer uma fila. Para resumir: minha mãe me deu o livro O Navio das Noivas no Natal de 2016, há pouco mais de dois anos, e eu só fui ler agora. Sério, fiz questão de olhar a data do selo de troca e lá estava: dezembro de 2016.

Eu resolvi ler os livros que estavam empilhados aqui em casa antes de comprar novos e não sei muito bem por que escolhi este agora, mas ainda bem que fiz isso. Chegou a hora de contar tudo para vocês!

História do livro

Quem já leu os livros da Jojo Moyes sabe que ela curte um drama, né? Mas, desta vez, ela se inspirou em um fato que aconteceu com a sua própria avó. O Navio das Noivas é baseado na história de mulheres australianas (esposas de militares britânicos). Elas embarcam em uma viagem de seis semanas para viverem ao lado de seus maridos. Isso tudo aconteceu em 1946, após o término da Segunda Guerra Mundial.

Ao todo, mais de 600 esposas embarcaram na vida real no porta-aviões Victorius. Mas a Jojo Moyes criou quatro mulheres bem diferentes para protagonizar essa história. Margaret vivia em uma fazenda com os pais e os irmãos e está grávida do primeiro filho. Avice é uma dama da alta sociedade e não vê a hora de encontrar o marido. Jean é uma adolescente cheia de sonhos, enquanto Frances é enfermeira e mais fechada.

Ao longo de seis semanas, essas mulheres convivem em uma minúscula cabine e aprendem a se respeitar e compartilhar sonhos, medos e a busca por amor e uma vida nova. Elas também precisam lidar com o machismo e a luta por igualdade de gênero.

Minha opinião

Já li outros dos primeiros livros que a Jojo Moyes escreveu e não achei que eram assim tão bons. Eu também acho um pouco cansativo filmes e livros de guerra, então, achava que não ia gostar deste aqui. De fato, a história tem um ritmo mais parado, já que funciona como um diário de bordo ao longo da viagem. Acabei demorando mais do que queria para terminar, às vezes porque sentia que nada acontecia.

Ao mesmo tempo, em poucas páginas já estamos próximas das personagens. Já temos as nossas favoritas e as que são chatas. Toda hora pensava que as histórias delas eram reais e me imaginava ali dentro, daquele navio, pronta para viver uma vida nova. E como a autora é muito sábia, ela faz uma introdução das mais interessantes. A história começa décadas depois, em 2002, com uma das protagonistas já avó. Não fala qual delas é, então eu ficava o tempo todo pensando quem seria.

Os capítulos finais são de tirar o fôlego. Juro, se demorei para entrar no ritmo da narrativa, simplesmente não consegui parar de ler o desfecho. E falando nisso, o final é digno de um livro da Jojo Moyes. Me lembrou muito de outro livro dela chamado A Última Carta de Amor.

O único ponto negativo é que a trama é muito curta para uma dessas quatro mulheres (sem spoilers). Senti falta de saber o que aconteceu com ela. Por outro lado, em certo ponto o livro é centrado em uma protagonista. Não é ruim, aliás, a história dela foi a que eu mais gostei, mas acaba que as outras duas ficam mais avulsas. Mas cada uma teve a sua personalidade muito bem construída, o que é ótimo.

 

Gostei muito deste livro, especialmente do final! E você, já leu?

Um beijo e até o próximo post!

 

Eu li: A Assombração da Casa da Colina – Shirley Jackson

Olá, pessoal! No último post aqui do blog, contei que amei a série A Maldição da Residência Hill (em cartaz na Netflix). Eu também contei que a série foi baseada em um livro e que fiquei doida quando soube. O livro em questão é A Assombração da Casa da Colina, escrito por Shirley Jackson. Ganhei a obra de Natal e li rapidinho para poder contar tudo para vocês! 🙂

Para quem não sabe, a Shirley Jackson é uma das maiores autoras de livros de terror e mistério do mundo. E A Assombração da Casa da Colina é considerado por muita gente como a melhor história de casa mal-assombrada da história. Lógico que eu estava com a expectativa lá em cima quando comecei a ler, né?

Antes de começar a falar sobre o livro, preciso contar sobre a série. Lá, a trama gira em torno de uma família composta por um casal e cinco filhos. Eles se mudam para uma casa durante um verão e logo começam a ver coisas muito estranhas acontecendo. As experiências da casa mexeram para sempre com eles, que agora são adultos e precisam lidar com todos esses traumas.

A história do livro

Bom, a história do livro é COMPLETAMENTE diferente. Tudo acontece quando Dr. Montague, especialista em fenômenos sobrenaturais, convida duas pessoas para passarem uma temporada em uma casa misteriosa. O objetivo é que ele possa registrar tudo que acontece de estranho para apresentar uma tese a outros especialistas. Além deles, está também o herdeiro da casa (a presença dele é exigida pela atual proprietária da mansão).

Algumas coincidências do livro com a série:

  • Os nomes: no livro, também temos uma Eleanor (a protagonista), uma Theodora e um Luke. Mas eles não são irmãos e têm personalidades bem diferentes nas duas histórias.
  • Os Dudley: os funcionários da casa existem. Na série, eles têm uma filha e são legais. No livro, não se sabe nada sobre isso e a Sra. Dudley é bem perturbada.
  • Hugh Crain: o pai da família da série existe no livro. Mas lá ele é quem projetou e construiu a Casa da Colina, tendo falecido décadas antes.

Na primeira metade do livro, acompanhamos a chegada de Eleanor à casa e sua convivência estranha e obsessiva com Theodora (que também foi convidada para o experimento). No início, ela não liga muito para a fama da casa, mas logo começa a presenciar coisas muito estranhas. E assim segue: os acontecimentos vão piorando e a gente fica naquela ansiedade para saber quem vai sair vivo da casa.

O que eu achei

O livro não tem nada a ver com a série, então é preciso separar as duas histórias. Para ser bem sincera, me lembrou muito mais o filme A Casa da Colinade 1999. Lá, um milionário resolve dar uma festa em uma casa mal-assombrada e convida várias pessoas que não se conhecem. Quem passar a noite toda na casa será premiado com 10 mil dólares. Eu AMAVA esse filme quando era adolescente (MORRIA de medo), então, li o livro com uma clima de nostalgia bem legal.

Se você gosta de filmes de terror (daqueles com vários clichês), recomendo MUITO assistir a este aqui!

A Assombração da Casa da Colina foi escrito em 1959, portanto, há 60 anos. Achei bacana que muitas palavras da época foram mantidas, mas ao mesmo tempo, a narrativa é um pouco cansativa e às vezes é difícil prestar atenção. Mesmo assim, é incrível pensar como a história ainda prende e funciona. Eu costumo ler à noite, antes de dormir, e sempre rolava um medo quando precisava apagar a luz do quarto. Vejam bem: eu tenho 30 anos, não tenho medo de histórias de terror, mas tive medo com este livro. Sinal de que é realmente bom!

A única coisa que eu não gostei é que o livro termina muito de repente. Achei que os acontecimentos de terror não são tão pesados assim (acaba que é uma coisa mais psicológica) e quando parece que vai ficar tenso de verdade, pah, o livro termina. Também achei que a conclusão dos outros personagens é rápida demais. Sei lá, fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa. Mas, se a gente lembrar que o livro é dos anos 1950, é incrível pensar como ainda dá medo.

 

Eu gostei muito e indico para todo mundo que também curte histórias de terror. Só vale lembrar mais uma vez que o livro não tem nada a ver com a série, por isso, esqueça comparações, ok?

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Dando um Tempo | Marian Keyes

Olá, pessoal! Bora fazer a primeira resenha literária do ano aqui no blog? Bom, todo mundo que ama livros tem seus autores favoritos e comigo não é diferente. Tenho uma listinha de escritores favoritos e a Marian Keyes com certeza está entre eles. Já li quase todos os livros que ela lançou aqui no Brasil (só falta um). Aliás, foi graças a ela que eu me apaixonei pelo gênero chick lit – que eu costumo chamar de livros de mulherzinha.

Bom, fazia um tempinho que ela não lançava livros novos (o último foi A Mulher Que Roubou Minha Vida). No finzinho do ano passado, estava passeando em uma livraria quando vi Dando um Tempo. Fiquei empolgadíssima e resolvi levar na mesma hora. Só que tinha outros livros na frente e acabou que só consegui ler mesmo em novembro. Aliás, o livro tem quase 600 páginas, então demora mesmo (vamos combinar que a dona Marian curte uns livros enormes né?).

A história

Dando um Tempo conta a história de Amy, uma mulher de 44 anos que já foi casada e prometeu que nunca mais se envolveria com nenhum homem depois de encontrar seu ex na cama com outra mulher. Tudo vai bem, até que ela se apaixona por Hugh, engravida logo depois que eles começam a namorar e eles resolvem se casar. 20 anos depois, eles parecem levar uma vida ótima com suas três filhas.

Bom, eu disse que eles pareciam levar uma vida ótima, né? Um belo dia, Hugh diz para Amy que quer dar um tempo no casamento para entrar em período sabático de 6 meses e viajar pelo sudeste asiático. No entanto, ele JURA que continua amando Amy da mesma forma e que vai voltar conforme o prometido. Claro que ela se desespera e se pergunta o que faltou e o que ela deixou de fazer para ele tomar essa decisão.

Depois que ele enfim parte em sua viagem, Amy precisa se desdobrar para dar conta das filhas, do trabalho, dos cuidados com a casa… e nesse tempo ela começa a avaliar sua própria vida. Enquanto ela lembra de alguns dos acontecimentos mais marcantes de antes e durante o casamento com Hugh, ela percebe que essa história de dar um tempo não foi tão ruim assim.

Minha opinião 

Eu de verdade gosto de todos os livros da Marian Keyes. Mas Dando um Tempo me fez lembrar dos primeiros livros que eu li dela, há mais de 10 anos. A gente simplesmente não consegue parar de ler. Como os capítulos são curtinhos, você vai lendo e quando percebe metade da história já foi. Então, apesar de ter quase 600 páginas, eu li rapidinho, em menos de 1 mês.

Sou quase 15 anos mais nova que a Amy, não sou mãe e não sou casada. Mesmo assim, me identifiquei MUITO com ela. Faria exatamente as mesmas coisas que ela fez. É aquela história: a gente sofre, dá risada, fica com raiva. Eu simplesmente AMO livros assim e mergulhei de cabeça neste aqui!

Eu também amei os personagens secundários deste livro. Destaco Neeve, a filha mais velha de Amy, que é youtuber de maquiagem (tipo eu né gente rsrs). A mãe de Amy também é divertidíssima, assim como os colegas de trabalho de Amy. Eu sempre amei a forma com que a Marian Keyes constrói a personalidade de seus personagens e não foi diferente desta vez.

Eu AMEI este livro e indico de olhos fechados para todo mundo. É tão vida real que é impossível não gostar!

 

E vocês, já leram este ou outro livro da Marian Keyes? Me contem aqui nos comentários!

Um beijo e até o próximo post!

Eu li: Um Pequeno Favor – Darcey Bell

Olá, pessoal! Ultimamente, temos vivido um boom de filmes inspirados em livros , né? Na maioria das vezes, eu já li o livro quando o filme estreia e fico naquela expectativa para saber como vai ser a versão do cinema. Mas também acontece de ver o filme antes de ler o livro e não ter o mesmo impacto quando leio, sabe?

Bom, falei tudo isso porque há alguns meses, fui ver um filme no cinema e antes de começar passou o trailer de Um Pequeno Favor. Achei interessante porque era uma trama cheia de mistério e porque era estrelado por duas atrizes que eu adoro: Anna Kendrick e Blake Lively. Na hora, eu até pensei: “poxa, se tivesse um livro desse filme seria muito bom”. Mas passou.

Algumas semanas depois, entrei em uma livraria só para matar tempo (tinha horário para assistir a outro filme no cinema) e, de repente, encontrei o livro inspirado no filme. Comprei na mesma hora e fiquei MUITO feliz com a possibilidade de ler antes de ver a versão do cinema. Sério, eu nem sabia da existência do livro!

Li rapidinho, em uma semana, e agora chegou a hora de contar tudo para vocês! 🙂

A história

A trama do livro se concentra em Stephanie, que tem um blog dedicado à maternidade e é apaixonada por seu filho, Miles. Tudo começa quando sua melhor amiga, Emily, desaparece de forma misteriosa. É tudo muito estranho porque horas antes, ela pediu que Stephanie pegasse seu filho, Nicky, na escola. Além disso, Emily sempre foi uma mãe exemplar e nada daquilo fazia sentido.

Stephanie começa a se aproximar de Sean, marido de Emily, e precisa lidar com o pequeno Nicky, que sofre com a ausência da mãe. Enquanto isso, eles se perguntam onde Emily está e por quais motivos ela resolveu desaparecer.

O livro caminha assim até mais ou menos a metade, até que começa a ter várias reviravoltas. Chega em um ponto que você não sabe mais quem está certo e quem está errado. Sabe aquela coisa de que ninguém é tão inocente assim?

Enquanto a primeira parte do livro é narrada sob o ponto de vista de Stephanie (mesclando capítulos em primeira pessoa e os posts que escreve em seu blog), a segunda e a terceira contam com capítulos narrados por outros personagens. Então, dá para ter várias visões da mesma história, o que eu achei ótimo!

O que eu achei

Eu amei o trailer do filme e adoro essas histórias de suspense e mistério. Apesar de amar livros de romance estilo mulherzinha, eu realmente gosto quando pego uma história diferente para ler.

E foi assim no começo. Não conseguia parar de ler e não via a hora de saber o que tinha acontecido com a Emily. Aliás, preciso dizer que a primeira parte do livro é muito boa, por mais que a Stephanie seja bem bobinha, fui lendo sem parar e, quando vi, já estava na metade.

Eu adorei esse lance que a Darcey Bell, autora do livro, fez de mostrar que ninguém é tão inocente assim. Todo mundo esconde alguma coisa. Chega uma hora em que você não sabe mais o que pensar sobre os personagens, deu um nó tão grande na minha cabeça que eu só queria entender como aquilo tudo ia terminar.

Tudo caminhava muito bem, mas acho que a Darcey Bell se perdeu um pouco nessa loucura toda. A ideia inicial era solucionar o mistério do desaparecimento da Emily, mas de repente isso vira só um detalhe, sabe? E sei lá, o livro tem um final condizente com a história, mas deixou algumas pontas soltas que não fizeram muito sentido. Ficaria melhor se eu pudesse falar o que de fato acontece, mas não quero dar nenhum spoiler. Vocês me entendem, né?

No geral, eu gostei do livro e achei que a história prende muito. Não é o meu livro preferido e eu até perdi a vontade de ver o filme no cinema, mas estou esperando sair em algum streaming para comparar. Quem sabe gosto mais do que o livro, né?

 

E vocês, já leram? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!