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Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 8

Olá, pessoal! Mais um diário da viagem novinho, com o meu dia favorito do nosso roteiro. Já contei aqui algumas vezes que eu sou completamente apaixonada pelos Estados Unidos e tenho uma meta pessoal: conhecer todos os estados (por enquanto, conheci 7). Desde pequena, sonhava em conhecer o Grand Canyon. Um dos motivos que me levou a fechar a viagem para Las Vegas era a possibilidade de realizar esse sonho – e ainda conhecer um novo estado, já que o Grand Canyon fica no Arizona.

A Tâni, minha amiga que viajou comigo, também queria conhecer o Grand Canyon. Nós anotamos todos os passeios e shows que queríamos ver e cada uma foi comprando uma coisa por mês. Ela viu um tour muito legal da empresa Comedy on Deck que saía de Las Vegas e que dava direito a café da manhã e almoço. O preço era bacana também e a gente fechou. Eu recomendo comprar o passeio pelo menos uns 3 ou 4 meses antes.

Se você quer ir para o Grand Canyon, é importante saber que as excursões saem bem cedinho, até porque são 3 horas de estrada até chegar lá. Verifique também de qual lugar o ônibus sairá, normalmente eles passam por alguns hotéis da Strip, a avenida mais famosa de Las Vegas. Mais uma coisa: muitas empresas pedem para você ligar dois dias antes para confirmar sua presença. Marca na agenda e não se esqueça disso, tá?

Como falei no post anterior, nós chegamos no nosso hotel pouco antes da 1h da manhã. Até tomar banho e tal, eu fui dormir depois das 2h. Já sabíamos que dormiríamos pouco porque o despertador estava marcado para as 5h, quando tivemos um remember daquele dia em que as meninas berraram no nosso hotel na Califórnia. De novo, tinham meninas gritando no quarto do lado e eu já estava pensando em ir bater na porta e reclamar, quando uma delas falou algo como: “é que ele matou o meu bebê”. JURO! Depois dessa, achamos melhor não fazer nada, mas logo o barulho passou.

Como foi o passeio

Acordamos às 5h morrendo de sono, mas animadas porque sabíamos que valeria a pena. Entre as opções de hotéis que o nosso ônibus passaria, o mais próximo de nós era o Circus Circus, que é bem fofo, mas vou falar dele mais para frente. Estava marcado para nos pegarem às 6:15, o tempo foi passando e nada. Chegamos a perguntar para outro guia se era o nosso, mas não era. Adivinhem? Quando o relógio marcou exatamente 6:15, o ônibus da Comedy on Deck chegou.

O ônibus era pequeno e não tinha muita gente. Eu preciso falar para vocês do Jason, o nosso guia, que era divertidíssimo. Sabe aquela pessoa ligada no 220V? No caminho, ele contou da vida toda dele, que já era pai de quatro crianças com 16 anos e que hoje tem seis, sendo que a mais nova ama assistir ao show medieval do hotel Excalibur (sim, ele contou tudo isso). Do nada, ele também soltava uns gritos tipo: “UHUU” e “STEVE STEVE STEVE” (Steve era o nome do nosso motorista). Pode parecer que ele encheu o saco, mas ele era MUITO divertido de verdade.

Logo que entramos, o Jason nos deu um papel com algumas opções de café da manhã. Todas as opções eram beeem americanas, então se você quiser um pão na chapa ou um misto quente, esquece. Acabei pedindo uma opção que vinha com duas torradas estilo french toast e algumas fatias de bacon e suco de laranja. O ônibus parou no restaurante uns 30 minutos depois e nós nos sentamos com um casal de Los Angeles bem simpático que queria saber de onde nós éramos, quanto tempo durava o voo do Brasil para lá e outras coisas.

Continuamos na estrada por mais uma hora e paramos na famosa represa Hoover Dam, que marca a divisa entre os estados de Nevada (onde fica Las Vegas) e Arizona. Essa parada é bem rápida, coisa de 20 minutos, mas deu para tirar fotos e gravar para o vlog, além de ficarmos impressionadas com a cor azul do rio. Não é algo imperdível, mas, se tiver tempo, eu recomendo dar uma passada.  

O que mais me impressionou na represa Hoover Dam foi a cor da água

Depois disso, continuamos nosso trajeto, com uma parada express em um posto de gasolina para o Steve abastecer o ônibus. Não sei muito bem quanto tempo durou esse caminho, mas eu cochilava, abria os olhos e via o deserto (que, diferentemente do que imaginamos, tem um aspecto mais esverdeado com vários daqueles cactos enormes). Cochilava de novo, abria o olho e via mais deserto.

Como é o Grand Canyon

O ônibus parou bem na entrada do Grand Canyon e nós pegamos uma fila para pegar o ônibus oficial de lá. Ao todo, são três paradas. A primeira é em um tipo de cidade do Velho Oeste que não tem nada para fazer e não tem vista do cânion (segundo o Jason, eles fazem essa parada só para desafogar o fluxo de pessoas nas outras paradas).

Seguimos direto para o próximo ponto, que é o Eagle Point. É lá que fica a passarela de vidro. Nós não subimos na passarela porque não achamos tão legal assim e custava mais U$ 25, fora a fila, que estava enorme. Depois de um tempo gravando e tirando foto, seguimos para a parada seguinte, chamada Guano Point.  

Nada como a sensação de sonho realizado, né?

Bom, o Grand Canyon é simplesmente MARAVILHOSO! É incrível ver que  tudo aquilo é obra da natureza e você se sente tão pequeno, é indescritível. Mas é importante destacar que não existem grades de segurança. Se você tropeçar ali, já era! Por isso, dá um medinho, mas nada grave. Ah, e nós fomos para o lado oeste do Canyon, o mais comum. Se quiser algo ainda mais legal, recomendo ir para o lado sul, que é o mais famoso, só que fica mais distante.

Foi nessa segunda parada que nós paramos para almoçar. O cardápio é fechado e eu achei que é tipo aqueles restaurantes de colégios americanos que a gente vê nos filmes. Eles entregam uma bandeja com purê de batata e saladinha e você escolhe se quer carne ou frango (escolhi frango). Deram também um cookie de sobremesa e uma garrafa de água. Se você quisesse outra bebida, precisava pagar.

Foi o dia em que mais sentimos calor na viagem toda. Conversamos depois com o Jason e ele disse que chegou a 116°F, que dá quase 47°C (!!!). Depois do almoço, seguimos para uma fila enorme para pegar o ônibus da volta. Sim, faz muito calor, mas a diferença é que os americanos são muito preparados para isso. Tanto que estávamos na fila e uma funcionária falou para irmos para a sombra por “questões de segurança”.

Sério, você precisa ir ao Grand Canyon pelo menos uma vez na vida

Nessa fila, acabamos fazendo amizade com a Maria, que estava no nosso ônibus. A Maria é mexicana, mas se mudou para os Estados Unidos com 4 anos de idade e mora em Chicago. Ela comentou que ADORA as novelas bíblicas da Record e que acha a Claudia Leitte muito linda. Também falou para avisarmos se um dia formos para Chicago e ainda virou nossa amiga no Facebook (beijo, Maria!).

Depois do Grand Canyon

Eu sei que o post está enorme, mas o nosso dia não acabou aí (eu avisei que foi o meu dia favorito da viagem). Nós dormimos boa parte do caminho de volta e quando estávamos perto de Las Vegas, o Jason perguntou o que nós iríamos fazer no restante do dia (eram umas 17h). Eu falei que queria muito ir no hotel Stratosphere para andar nos brinquedos que ficam no alto da torre, a mais de 350 m de altura. Nisso, ele responde: “ela é um pouco louca, né?”. Sim, eu sou! 🙂

A moça que estava sentada na nossa frente, chamada Kim, virou para trás e perguntou se a gente queria avisar para ela quando fôssemos no Stratosphere porque ela estava hospedada lá e, com isso, não precisaríamos pagar para subir. Trocamos contato e as duas moças que estavam do outro lado do ônibus falaram que também gostariam de ir lá, pois iam voltar para Nova York só à noite e ainda tinham algumas horas livres. Bom, acabou que juntou todo mundo e nós fomos direto para o Stratosphere.

Antes de continuar vocês precisam saber que eu sou apaixonada por brinquedos radicais e sempre mato meu tempo livre assistindo a vídeos de montanhas-russas espalhadas pelo mundo. Por isso, eu vivia dizendo que, se um dia fosse para Las Vegas, não iria voltar sem andar nos brinquedos do Stratosphere. Por brinquedos, entendam: uma espécie de gira-gira que fica suspenso no ar; uma gangorra muito louca que te deixa pendurada para fora do prédio; um elevador que despenca e um tipo de bungee jump. Tudo isso a mais de 350 m de altura! Como falei: eu sei que sou louca, mas sou feliz desse meu jeitinho rsrs.. 

Essa é a vista do Stratosphere. Tranquilo, né?

Acabou que mesmo com toda a gentileza da Kim, de nos levar para o alto da torre, eu precisei pagar U$40 para subir e andar nos brinquedos (não dá para pagar só para andar nos brinquedos). Mas, olhem, realizei o sonho de andar neles, então tá valendo!

O primeiro foi o gira-gira, chamado Insanity. Eu estava com MUITO medo (eu também sinto medo, gente) até porque a Tâni não foi e eu fiquei ali, sentada sozinha. Até que um menino sentou em outro carrinho, perguntou se eu tinha medo de altura (não tenho) e respondeu que era muito divertido e que eu ia gostar. Ele me tranquilizou. Vocês podem me achar ainda mais louca, mas eu AMEI! Ele gira muito rápido e quando você se dá conta, já acabou!

Depois dele, fui para a gangorra, chamada X-Scream. Fui completamente sozinha, não tinha mais ninguém no carrinho e eu fiquei um pouco apavorada no começo, especialmente porque fica uma galera do lado de fora olhando como se você fosse um animal no zoológico. Dá mais medo do que o Insanity, mas se você curte coisas assim e não liga para altura, vai AMAR! Eu super iria de novo.

Nos despedimos da Kim e fomos a pé até uma loja chamada Bonanza, que é a maior loja de suvenires do mundo. Na real, é tudo bem chinfrim, então pedimos um Uber e fomos até a Freemont, uma rua no centro velho de Las Vegas que tem uma parte coberta e uma tirolesa que passa por todo esse pedaço. Não fui na tirolesa porque eu tinha acabado de ficar pendurada a mais de 300 m de altura, então, achei meio bobo.

A cada hora, luzes se ascendem nessa parte coberta ao som de algumas músicas de bandas. Quando estávamos lá, eles tocaram músicas do Green Day. Aproveitamos para jogar nos cassinos de lá (uma vez em Vegas…) porque dizem que é mais barato do que os cassinos da Strip. Para vocês terem uma ideia, apostei 5 dólares e…perdi os 5 dólares, óbvio! 

Não dá para negar: o teto colorido da Freemont é lindo demais

Não diria que a Freemont foi uma decepção, mas eu esperava mais, sabem? Não achamos nenhum lugar legal para comer lá, a galera estava um pouco over (lá, sim, eu vi gente quase pelada e bêbada) e a parte fechada é relativamente pequena.

Chamamos outro Uber e fomos até o Circus Circus, o hotel em que esperamos o ônibus para nos levar até o Grand Canyon, lembram? Ele é bem bonitinho porque tem essa temática de circo e conta com um andar só com aqueles joguinhos do tipo “acerte a boca do palhaço” ou “derrube as latas”. Já era tarde, estávamos mortas de cansaço mais uma vez e vimos um Mc Donald’s bem no meio desses joguinhos. Entramos, enfrentamos fila e gritaria para fazer nossos pedidos e depois voltamos para o nosso hotel.

 

Foi o dia que eu mais gostei da viagem inteira porque eu realizei o sonho de conhecer o Grand Canyon, fiz amizade com outras pessoas, fiquei pendurada a 350 m de altura, desafiei meu próprio medo e me senti independente.

Faltava uma coisinha só para eu ficar completamente feliz: fazer compras. E foi exatamente o que fizemos no dia seguinte, mas isso é assunto para outro post.

Um beijo e até lá!

Alô, primavera | 5 dicas para aproveitar a chegada da estação para cuidar do seu bem-estar

Olá, pessoal! A primavera está logo aí e, pessoalmente, adoro esse clima de renovação. Os dias começam a esquentar, os vestidos passam a sair lá do fundo do armário e parece que todo mundo fica mais feliz. Por falar nisso, não tem nada melhor do que aproveitar a chegada dessa nova estação para cuidar de você.

A gente vive reclamando que não tem tempo para nada (sou dessas), mas a verdade é que pequenos hábitos já ajudam e muito a trazer esse equilíbrio interior. Reuni algumas dicas para você colocar em prática agora mesmo:

Fazer mais atividades ao ar livre

Se você ainda não colocou o Projeto Verão em dia, a hora é agora! Mas que tal deixar esse momento mais gostoso? Os dias estão esquentando, então, nada melhor do que fazer uma atividade ao ar livre. Pode ser uma caminhada no parque, pedalar toda manhã, fazer aula de dança e por aí. O importante é cuidar sempre da sua saúde e encontrar algo que você goste muiyo de fazer (se tiver companhia, melhor ainda).

Dar adeus para os pensamentos ruins

É normal ficar na bad em alguns momentos da vida. Todo mundo já passou por situações ruins e nessa lista a gente pode incluir uma desilusão amorosa, um comentário ruim de uma pessoa que você gosta ou mesmo uma cobrança interior. O problema é quando a gente se deixa levar por isso. Aproveite a chegada da primavera e mande embora essas coisas chatas. Muitas vezes, são problemas mínimos e você tem muitos motivos para sorrir.

Incluir alimentos da época na sua dieta

Todo mundo sabe que comer frutas, verduras e legumes faz muito bem, mas você pode priorizar alimentos que estão em alta durante a primavera e que trazem diversos benefícios para a sua saúde. Nessa lista, entram abacaxi, laranja, pera, mamão, manga, maracujá, batata-doce, beterraba, brócolis, couve, espinafre e muito mais. O legal é criar receitas novas e aproveitar o melhor de cada ingrediente.

Ser mais otimista

Lembram que eu falei antes sobre se livrar dos pensamentos ruins? Às vezes, eles aparecem porque a gente se cobra ou acha que não é capaz. Na verdade, a gente acha que nada vai dar certo e não tem ânimo para fazer qualquer plano. A primavera é tempo de renascimento e renovação e isso vale para nós também. Que tal passar a enxergar a vida de outro jeito? Quando a gente coloca uma energia positiva, tudo fica mais fácil. Experimente só para ver como funciona.

Finalmente tirar aquele desejo do papel

Pense rapidinho: quais foram as metas que você fez para 2018? Ir à academia frequentemente? Ler mais livros? Comer melhor? Juntar dinheiro? Seja qual for seu desejo, a dica agora é fazer com que ele vire realidade. Pense bem, você ainda tem alguns meses pela frente antes do ano acabar. E não tem nada mais prazeroso do que a sensação de dever cumprido. Vai por mim!

 

Gostaram das dicas? Agora é com vocês! 🙂

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 7

Olá, pessoal! Chegou a hora de contar para vocês sobre mais um dia de viagem. Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir todos os outros posts do diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Quem tem acompanhado todos os meus relatos aqui, já sabe que eu vou falar sobre mais um dia inteirinho que tivemos para curtir o melhor de Las Vegas.

Nós chegamos no dia anterior e tínhamos uma lista enorme de coisas que gostaríamos de fazer, então, a gente foi dormir com várias ideias para o dia seguinte: “vamos logo conhecer os hotéis da Strip?”, “vamos para o outro lado da cidade ver a rua Freemont?”, “vamos para a piscina do hotel?”. Eram muitas possibilidades mesmo e a gente decidiu meio que na hora.

Acordamos às 8h (sim, a gente curtia acordar cedo para aproveitar bem o dia) e decidimos ficar um tempinho na piscina do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. E aí vocês podem pensar: “nossa, mas que desperdício de tempo ficar na piscina do hotel com tanta coisa para fazer”.

Bom, tenho dois motivos que explicam a nossa decisão: 1) a cidade estava com recorde de calor e todo dia chegava a 45/46°C (de manhã já era um bafo e à noite o bafo continuava); e 2) praticamente todos os hotéis de Las Vegas cobram uma taxa chamada Resort Fee, que basicamente garante que você possa usar piscinas, academias e outros locais dos hotéis. Não foi uma taxa barata, então a gente fez questão de honrar esse valor indo na piscina.

Sobre a Resort Fee, é uma prática comum em Las Vegas e você não tem como fugir dela, é obrigado a pagar. Ah, ela é cobrada no momento do check-in, então, você vai pagar o valor normal das diárias e esse extra, ok? É bom saber disso porque eu fui pega de surpresa quando a fatura do cartão chegou. Na verdade, a Tâni (minha amiga que viajou comigo) já tinha se ligado que o cara do check-in falou que pagaríamos esse valor à parte, mas eu não tinha entendido bem – como falei no post anterior, estava um auê no nosso hotel, pegamos uma fila enorme para fazer o check-in e eu ainda estava irritada com o cara imbecil que falou da minha bunda. Só queria ir para o quarto, sabem?

Então, voltando ao assunto, descemos para tomar café em uma Starbucks que tinha dentro do nosso hotel e fomos para a piscina. Ficamos ali por duas horas no máximo, depois subimos para tomar banho e nos arrumar para passear na Strip. Nosso show desse dia era só às 22h30, então já fomos prontas (doce ilusão: a gente achava que dava para ir com o nosso combo regatinha e shorts. Já já conto como foi).

Conhecendo os hotéis

Fomos para a Strip de monorail e dedicimos começar a visita dos hotéis pelo extremo sul da avenida. O único problema do monorail de Las Vegas é que ele não chega até o fim da Strip, então descemos na última estação do lado sul, que fica dentro do hotel MGM Grand, o maior hotel do mundo, com mais de 5 mil quartos (!!!). Passeamos um pouco por lá, tiramos muitas fotos e eu gravei para o vlog que fiz no canal.

Depois, fomos para o hotel New York New York, que fica do outro lado da rua. O MGM Grand é tão imenso que a gente sempre se perdia e precisava pedir ajuda para algum funcionário.

A piscina do MGM Grand estava bem cheia

Encontramos a saída e aqui eu preciso fazer uma observação: o hotel New York New York é conhecido por ter uma montanha-russa chamada Big Apple que passa por fora do hotel, em plena rua. Lógico que eu queria muito ir, né? Desembolsei U$ 17 (sim, essas coisas são bem caras lá) e fui sozinha porque a Tâni não quis ir, já que a montanha-russa tem um looping e um parafuso. Eu AMO brinquedos assim, mas não tem lugar para você se segurar e a sua cabeça bate o tempo todo. Resumindo: é divertido e tem que ir (se você também curte “brinquedos radicais”), mas eu não sei se iria de novo.

Achei o hotel New York New York muito fofo

No geral, eu gostei muito do New York New York. Por fora, ele tem vários elementos característicos de Nova York (Estátua da Liberdade, prédios altos, ponte do Brooklyn). Lá, ficam também a loja dos chocolates Hershey’s e o restaurante Shake Shack – também conhecido por mim como o melhor hambúrguer do mundo. Óbvio que almoçamos lá! 🙂

Depois do almoço, atravessamos mais uma passarela e fomos para o hotel Excalibur, que tem a forma de um castelo medieval. Conheço muitas pessoas que se hospedaram nele porque tem a fama de ser um dos mais baratos da região. A proposta é muito legal, com o saguão todo feito como se estivéssemos na era medieval, mas achei que falta algo, sabe? (Lá acontece um show em estilo medieval chamado Tournament of the Kings, em que os cavaleiros se enfrentam. Nós não fomos, mas dizem que é legal).

Shake Shack = o melhor hambúrguer do mundo!

Em seguida, fomos para o Luxor, mas não ficamos muito tempo lá porque voltaríamos em outro dia (e eu vou falar desse hotel em outro post), então seguimos para o hotel Mandalay Bay. A Tâni e eu ficamos impressionadas com a beleza desse hotel, gente, é muita ostentação. Fora que ele é gigante porque tem um centro de convenções integrado e uma piscina que eles chamam de praia (!!!). Nós não conseguimos entrar na piscina porque não éramos hóspedes, mas amamos de verdade tudo por lá.

O Mandalay Bay é o último hotel “mais famosinho” do extremo sul da Strip. Existe um trem que conecta esse hotel com o Luxor e o Excalibur, já que são todos do mesmo grupo, então pegamos e voltamos para o Excalibur. Aproveitamos para conhecer algumas lojas de rua que ficam por ali: a da M&M tem três andares e até cinema 3D (não vimos); a da Coca-Cola fica ao lado e também é fofa.

No Mandalay Bay acontece o One, show do Cirque du Soleil com músicas do Michael Jackson. Não vimos, mas preciso voltar para assistir

Continuamos andando debaixo do sol e do calor de 45°C, até chegarmos no hotel Planet Hollywood, que tem um shopping muito legal chamado Miracle Mile, com lojas como MAC, Sephora, Victoria’s Secret, H&M e Bath and Body Works. O teto é pintado com um céu azul, então parece que você está andando na rua (com a bênção de ter um ar-condicionado bem gostoso e fresquinho).

Estávamos mortas de cansaço e com os pés doendo, por isso, decidimos jantar mais uma vez no Bubba Gump, que fica ali do lado. Dividimos uma porção de camarão, pedimos drinks e já estava perto da hora do nosso show. Pedimos um Uber e fomos até o Hard Rock Hotel and Casino, que fica mais afastado da Strip.

Magic Mike

Nosso show do dia era o Magic Mike Live, famoso por ter muitas despedidas de solteiras. Vejam bem, eu sou muito careta e não gosto nem de balada, mas uma vez em Vegas, né… eu acho que faz parte ver um show assim, com essa proposta de strip-tease, especialmente se você está sozinha com uma amiga.

Trocamos nossos ingressos e estávamos plenas com nossas roupas de dia a dia, quando nos deparamos com uma galera MUITO arrumada, como se estivessem indo para a balada mesmo. Todo mundo de salto alto, vestido justo, roupa de festa e a gente de camiseta e tênis. Ninguém falou nada, mas a gente se sentiu mal, sabem? Ah: não pode entrar de mochila (tivemos que deixar as nossas na recepção do hotel), tem que mostrar um documento oficial que comprove que você é maior de 21 anos (mostramos o RG mesmo) e pode entrar homem (tinham três no dia em que fomos rsrs…).

Antes do show começar, passeamos um pouco pelo Hard Rock, que tem muitas peças de artistas expostas. É bem legal para quem gosta de música e tem coisa de tudo quanto é artista, tinham até as famosas botas de plataforma das Spice Girls (rainhas da minha infância, um beijo suas lindas).

Roupa do Elton John no Hard Rock

Sobre o show Magic Mike Live, preciso dizer que foi bem diferente do que a gente imaginava. Achávamos que seria aquela clássica coisa de homem que tira a roupa, mas tem toda uma história de uma moça que é tirada da própria plateia e acaba se transformando em apresentadora. Aí ela “chama” os atores e eles interagem com a plateia, além de fazerem números bem elaborados de malabarismos.

Quando eu digo que eles interagem com a plateia, quero dizer que eles se esfregam nas mulheres que estão assistindo. E, bom, como falei antes, eu sou muito careta para essas coisas, então ficava em pânico só de pensar que um deles poderia vir para cima de mim (não gosto dessas coisas, sou fresca). É bem verdade que é um show que tem um quê de empoderamento feminino, mas foi o que eu menos gostei da viagem toda. Mas minha amiga AMOU e conheço outras pessoas que também gostaram MUITO, então pode ser que você goste também.

 

Voltamos de táxi para o nosso hotel e fomos logo dormir porque precisaríamos acordar muito cedo no dia seguinte para fazer um passeio para lá de especial. Mas isso eu conto no próximo post!

Um beijo e até lá!

No clima da primavera | 6 dicas para usar tons pastel na decoração do seu quarto

Olá, pessoal! A primavera está chegando e muita gente aproveita a nova estação para se renovar, tanto com roupas mais alegres quanto com uma reforma em alguns ambientes da casa. Por falar nisso, os tons pastel (também conhecida como candy colors) estão entre as principais tendências de decoração para esta temporada. Nada melhor do que levar essas cores tão fofas para o seu quarto, não é mesmo?

Separei algumas dicas de decoração que vão te ajudar a transformar o seu quarto em um cantinho lindo e aconchegante. Olha só:

Pesquise antes de colocar em prática

Reserve um tempinho para pesquisar fotos e se inspirar em quartos com tons pastel e avalie o que você gostaria que tivesse no seu cantinho. Aproveite para fazer uma lista dos itens que são indispensáveis para você e verifique se é possível customizá-los, assim, você terá um quarto exatamente do seu jeitinho e o melhor, sem precisar colocar a mão no bolso.

Foque nos detalhes

A grana está curta e você não vai poder reformar o quarto todo? A dica é levar os tons pastel apenas para alguns detalhes do ambiente. Pode ser um quadro, a colcha da cama, um conjunto de almofadas, uma poltrona e por que não pintar algumas gavetas ou portas do seu armário? É simples, rápido, prático e também cria a sensação de um espaço novinho em folha.

Brinque com texturas e tecidos

Sabe aquele quarto todo tumblr que você acha que jamais vai ter? Pode reparar que todos eles usam e abusam de um recurso de decoração muito legal: brincar com texturas e tecidos diferentes. O mix de almofadas em tons pastel é a melhor maneira de fazer isso. Use uma cor padrão (rosinha, verde-água, azul serenity, lavanda e por aí vai) e aposte em modelos diferentes de almofadas – umas com estampas, outras com pelos, glitter, metalizadas, neutras e por aí vai.

Crie uma harmonia com as cores

Por falar em cores, é importante entender que um quarto extremamente colorido pode ficar pesado e cair no exagero. Por isso, a dica é criar uma harmonia entre os tons pastel. Nesse sentido, você pode escolher uma única cor e fazer uma decoração monocromática. Outra ideia é apostar em duas ou, no máximo, três tonalidades e usá-las de forma equilibrada. Lembre-se: você tem que sentir vontade de ficar no quarto, ok?

Faça com que o espaço tenha a ver com você

Pesquisar ideias em sites de decoração é ótimo e ajuda muito, mas recriar exatamente aquele quarto que você viu não é a melhor ideia. Como falei antes, o quarto é o seu espaço de descanso e aconchego, por isso, é fundamental que você se sinta bem quando está nele. Ter uma referência é importante, mas você deve colocar elementos que gosta e se identifica, como quadrinhos com frases que tenham a ver com o seu estilo, tecidos que você adora e assim vai.

Escolha os complementos certos

Tons pastel são aquelas cores bem clarinhas e delicadas. Por isso, você precisa apostar em materiais que sigam essa proposta. Não adianta nada ter tons fofos no seu quarto e um piso escuro ou móveis pesados. Siga na mesma proposta e combine com elementos leves, tanto para o revestimento do chão quanto para portas, cama e prateleiras.

 

Gostaram das dicas? Agora ficou mais fácil ter o quarto dos seus sonhos!

Um beijo e até o próximo post!

Plus Size | 3 ocasiões para usar halter tops (tendência do verão 2019)

Olá, pessoal! Quem aí está contando os dias para a chegada do verão? A boa notícia é que a primavera começa oficialmente em poucos dias, então, já vamos começar a nos jogar nas próximas tendências de moda.

E por falar nisso, quando o assunto é moda, não tem outro destaque: os halter tops (tops parecidos com os que a gente usa na academia) continuarão fazendo MUITO sucesso!

Quem é plus size pode ter algum receio na hora de usar essa peça, mas a boa notícia é que você pode tudo! Duvida? Separei três opções lindas no site Rosegal para te convencer de usar o halter top agora mesmo. Olha só:

Na praia

Quer forma melhor de se jogar na tendência da vez do que na praia ou na piscina? O halter top é ótimo para segurar os seios na hora do mergulho e valorizam o corpo. Aposte sem medo nos modelos com babados e estampas tropicais. Para arrasar, hein!

Como lingerie

Você já sabe que a transparência está em alta e que não tem nada mais estiloso do que deixar o sutiã à mostra, certo? Então, por que não usar o halter top como lingerie? Com ele, você tem mais conforto e praticidade durante o dia e fica em dia com a moda. Destaque para os modelos com recortes e rendas.

Passeio no shopping

Halter tops mais compridinhos são ótimos para usar nos dias livres, nos passeios com a família ou mesmo para arrancar suspiros do boy. Prefira modelos estampados, que combinam com a alegria do verão. Como o destaque do look deve ficar justamente na blusa, é só combinar com calça ou jeans clarinho e pronto, você já tem uma produção cheia de estilo.

 

Gostou das opções? Agora é só escolher o halter top que mais combina com você!

Um beijo e até o próximo post!