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O que ter no armário de inverno?

Estamos no auge do inverno e um dos pontos altos da estação é a moda. Sempre digo que basta o combo jaqueta de couro + bota para ficar elegante e fina. Por mais que o Brasil não tenha um frio rigoroso, algumas cidades sofrem com as baixas temperaturas e aí não tem jeito: você vai ter que tirar, sim, suas roupas esquecidas lá no fundo do armário.

Por falar nisso, o inverno exige algumas peças básicas. Mas não se preocupe: a dica é deixar as tendências de lado (embora a gente ame) e investir só naqueles itens que poderão ser usados por anos e anos. Quer saber como preparar o armário para o frio? Aí vai tudo o que você precisa ter:

 

Bota (1 de cano alto e 1 de cano baixo)

Arezzo

Arezzo

Não sei vocês, mas eu fico enjoada quando uso a mesma bota todo santo dia. E algumas roupas combinam mais com uma altura de cano, então o ideal mesmo é ter pelo menos dois pares no armário: uma curtinha e outra bem alta. Ah, vale também escolher uma preta e outra caramelo, que são as cores que a gente mais usa nesta época. Se sobrar um espacinho, pense em aumentar o closet com a Over the Knee, que para acima do joelho, e que já vem fazendo sucesso há um tempo.

 

Tênis (1 par)

Keds

Keds

Os tênis estão suuuuper em alta e são uma opção bacana e estilosa para variar o uso da bota. Gosto muito dos baixinhos estilo Keds, mas, se quiser apostar em um único modelo, vá de esportivo. O importante aqui é lembrar que o esportivo não é aquele que a gente usa na academia, mas sim versões com cano alto, zíperes e outros recursos que o deixam descolado. O branco é o que mais tem bombado, mas também vale preto, marrom ou ainda de oncinha. Eu comprei o meu no ano passado, jurei que nunca usaria, mas acabei viciada! Conforto total!

 

Calças (uma skinny, uma flare, uma estampada e uma legging)

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Topshop

Claro que os números aqui em cima são apenas uma suposição, então não se prenda a eles. O legal é que você tenha pelo menos uma jeans – skinny ou flare – e outra estampada para variar no dia a dia (prefira sempre tons neutros que chamam menos atenção). Uma dica para quem gosta de tendência é a calça de veludo, tecido que voltou com tudo, assim como a camurça. Quanto à legging, é a melhor opção para usar com bota. Só não se esqueça de usar com blusa mais compridinha para não passar vergonha, ok?

 

Casacos (um curto, um médio e um comprido)

American Eagle Outfitters

American Eagle Outfitters

Você até pode odiar vestir um monte de roupa no inverno, mas não tem como passar por ele sem usar um casaco. E nem sempre o que você usa para ir trabalhar também pode ir ao evento do fim de semana, então é sempre bom ter um mais básico e outro mais chique e pesado. Vale um cardigã, uma parka e um sobretudo, com estilos diferentes, mas que combinam com qualquer estilo. Quanto aos tecidos, vale lã, tricô, linho, malha, algodão…

 

Jaqueta de couro (1 preta)

Genuine People

Genuine People

Antes parte essencial do vestuário dos motoqueiros e dos punks, a jaqueta é básica em qualquer guarda-roupa de inverno. Ela é tão versátil que combina com looks do dia a dia e por cima de vestidos mais arrumadinhos. Ah, vale até com leggings e tênis. Viu só, dá para usar com todas as peças do armário. Para acertar em cheio, vá da clássica, preta e com direto a fivelas e zíperes. Essencial, combinado?

 

Vestido (2, sendo 1 preto)

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Muito provavelmente você terá pelo menos um evento mais formal (pode ser um aniversário de família ou uma reunião de negócios, por exemplo) em que precisará estar bem arrumada mesmo no frio. O vestido preto, amiga, é o seu melhor amigo em qualquer ocasião, já que ele é discreto e ainda emagrece. Escolha um bem discreto com mangas ¾ que ajudam a esquentar e dão aquela chiqueza que a gente gosta. O outro vestido pode ser mais alegrinho ou estampado para usar durante o dia.

 

Camisetas e tops

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Itens básicos em qualquer armário, independentemente da estação. O que tem de legal nisso tudo? É que elas podem ser reaproveitadas em qualquer período do ano. Vale usar aquela mais podrinha por baixo da jaqueta de couro e combinar com jeans e tênis e deixar outra mais sequinha e neutra para usar com um colar poderoso. O número varia muito, mas eu diria que dá para ter opções bacanas de looks com pelo menos 5 opções.

 

Meia calça (1 preta, 1 bege e 1 mais grossa)

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Outro item obrigatório para sobreviver ao inverno com charme. Enche o saco colocar? Muito. Coça e irrita? Demais! Mas imagine passar frio, às vezes MUITO frio. Bem pior, não é mesmo? Isso sem falar no risco de ficar doente. Anote aí: a preta e a bege (ou cor da pele) são básicas e vão bem com a maioria das cores de vestidos e saias. O fio mais grosso é indicado para viagens em que o frio é rigoroso ou mesmo para quem é mais friorenta. Vale complementar com as estampadas – a de coração promete bombar!

 

Acessórios (2 cachecóis, 1 par de luvas e 1 gorro)

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Já está provado que o cachecol não protege apenas nosso pescoço, mas serve como um elemento de personalidade, já que dá para amarrar de diversas formas (veja mais neste post). Eu enjoo se usar muito o mesmo, então, vale a pena ter dois, um básico e outro colorido. As luvas podem muito bem ser usadas em dias de muito frio (principalmente para quem sai cedinho de casa ou volta tarde) e o gorro é ótimo para proteger a cabeça. Tem tanta opção estilosa por aí que a gente até perde a conta!

 

Gostaram das ideias? O que vocês mais usam no inverno?

 

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Rio 2016: eu fui!

Cresci acostumada a assistir (e a amar) as Olimpíadas. Nasci em ano olímpico e, quatro anos mais tarde, já estava sentadinha vendo os Jogos de Barcelona. Lembro também de alguns flashes da edição de Atlanta em 1996. A partir de Sydney, em 2000, eu já curtia cada segundo. E foi assim com Atenas, Pequim e Londres, quando eu já sabia que o Rio de Janeiro seria sede das Olimpíadas de 2016.

Como falei aqui antes, eu me lembro perfeitamente do dia em que o Rio foi escolhido como cidade olímpica. Era 2009, eu tinha 21 anos e, na mesma hora, pensei “eu vou assistir, nem que seja uma partidinha”. Contou não apenas o fato de que eu sou 50% carioca e tenho onde ficar lá (obrigada por facilitar minha vida, pai), mas a experiência maravilhosa que eu tinha tido no Pan de 2007, quando assisti às finais da Ginástica Olímpica.

Pois bem, participei da primeira rodada do sorteio dos ingressos logo no primeiro dia que abriu, ainda no ano passado. Selecionei os esportes que mais queria ver e, adivinhem só, não fui sorteada para nenhum. Na rodada seguinte, marquei tudo que iria acontecer nos fins de semana (já que a pessoa aqui não teria férias) e fui sorteada para assistir aos saltos de Hipismo. Tava bom, mas eu ainda queria mais. Então, quando abriram as vendas diretas, comprei para ver o Handball, mesmo sem nem saber quais equipes iriam jogar naquele horário.

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O tempo passou, foi chegando a hora e começou a me bater um medo horrível. Tive medo de tantas coisas, gente! Acordei no meio de algumas noites pensando que eu (e os milhares de turistas) poderia sofrer algum ataque terrorista, que seria um fiasco e que meu país ficaria ainda mais manchado. Cheguei até a pensar em desistir, mas aí pensei “E se der tudo certo? vou me arrepender para sempre!”.

Depois de finalmente embarcar e fazer parte dessa festa, posso dizer com toda certeza que eu iria, sim, me arrepender para o resto da vida. Foi tudo tão maravilhoso que eu nem lembrei do medo, só queria curtir. Fiquei só dois dias e meio, mas fiz tanta coisa… Se estiver com preguiça de ler tudo, pode ver meu vlog:

Além das várias arenas construídas para os Jogos, o Rio está com uma programação muito rica em termos de cultura. O Boulevard Olímpico, que fica na área do Porto Maravilha, tem várias atividades, incluindo um telão que transmite as partidas e a Pira Olímpica. É lá que fica também o Museu do Amanhã. Ah, e eu fiz o trajeto do Aeroporto até o Boulevard no VLT (veículo leve sob trilho) e achei tão incrível. Parecia outro país, gente!

No dia seguinte, conheci o Parque Olímpico, o mesmo que eu via todos os dias da televisão. O passeio me surpreendeu ao ver que foi tudo tranquilo: o BRT, transporte público que funcionou perfeitamente, o atendimento dos voluntários, as comidas que não tinham fila. Juro, foi tudo LINDO! Tanto que cheguei lá às 8h e só fui embora às 17h30. E, se pudesse, teria ficado ainda mais.

Acabei assistindo a duas partidas de times estrangeiros: Alemanha x Eslovênia e França x Croácia. Tinha muita gente de todos esses países e foi divertidíssimo torcer no meio deles. Aliás, vi gente de todos os lugares do mundo, escutei um mix de idiomas incríveis e vi o jogo de basquete do Brasil do lado de fora, no meio da galera. O mais legal de tudo? Não tinha ninguém triste ou emburrado, TODO MUNDO estava sorrindo e feliz por estar ali.

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Meu último dia foi o do Hipismo. A prova fica em Deodoro, mais longe do que o Parque Olímpico, e eu estava preocupada se daria tudo certo. O BRT também funcionou muito bem, a prova foi muito legal e disputada (a galera torcia mesmo) e ainda tive a oportunidade de tirar foto e parabenizar dois atletas que representaram o Brasil, entre eles, o Doda.

Juro, foi tudo maravilhoso. Nesse pouco tempo, tive três experiências diferentes e todas igualmente incríveis. Não dá nem para dizer qual é melhor. Sempre volto triste do Rio querendo ficar mais, mas dessa vez foi muito cruel porque eu queria viver as Olimpíadas todos os dias.

No fim, valeu tudo. O medo, as noites em claro, acordar muito cedo nos dias de competição, ficar cansada, torrar no sol, ficar com a marca da camiseta e pagar caro para ter copos das modalidades (uma verdadeira mania lá). Fica a sensação de orgulho de ser brasileira e ter esse sangue carioca correndo em mim!

Sério mesmo: foi a melhor experiência de toda a minha vida! A coisa é tão louca que eu estou morrendo de vontade de viajar para Lima em 2019 para ver os Jogos Pan-Americanos ou ir para Tóquio e ver as Olimpíadas de 2020. Quem sabe?

 

E vocês, também assistiram aos Jogos?

 

Um beijo e até o próximo post!

40 fatos sobre mim

Olá, pessoal! Minha amiga Raíssa, que mora lá no Rio de Janeiro, me desafiou tempos atrás a postar 40 fatos sobre mim no Facebook. Na ocasião, prometi que responderia em forma de vídeo no canal. Queria muito responder a Tag 50 fatos sobre mim, então uni as duas coisas em uma só. O resultado está aqui:

 

Gostaram do vídeo?

 

Um beijo e até o próximo post!

Top 5 Especial Olimpíadas – Filmes que falam sobre esportes

Olá, pessoal! Eu me lembro direitinho do dia em que escolheram o Rio de Janeiro para ser sede das Olimpíadas de 2016. Eu tinha 21 anos, estava almoçando e comemorei, mas pensei em como o evento estava longe. Pois bem, ele chegou! Os Jogos Olímpicos mais aguardados de todos os tempos começam amanhã (5) e vão até o dia 21, sendo que logo depois começam as Paralimpíadas, ou seja, teremos diversão e esporte por um bom tempo!

Pensando nisso, resolvi criar um Top 5 com filmes que falam sobre esportes. Achei que seria difícil encontrar uma leva boa de opções para indicar aqui, mas acabei surpresa com a variedade de histórias. Como muitas de vocês já sabem, eu só indico filmes que eu já assisti, assim posso falar com mais propriedade, então muitos clássicos do cinema esportivo ficaram de fora. Ah, também quis pegar sugestões que falassem de modalidades diferentes. Vamos conferir os escolhidos da vez?

 

O Homem Que Mudou O Jogo

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Não entendo nada sobre baseball e achei que ia odiar este filme, mas as críticas eram tão boas que eu resolvi tentar. E não é que vale a pena mesmo, gente? Baseado em uma história real, foca na trajetória de Billy Beane, gerente do time Oakland Athletics. Desapontado após sucessivas derrotas do clube, ele decide contratar um assistente que tem um método particular e baseado em estatísticas. Apesar de muita gente odiar essa nova teoria, a coisa dá certo e o time volta a vencer. Não por acaso, esse método foi usado por muitos outros clubes de baseball nos Estados Unidos. Parece chato, confesso, mas é muito bom e a gente consegue entrar no ritmo da história em questão de minutos. Fora que tem o Brad Pitt no elenco, o que já faz a gente querer apertar o play.

 

Duelo de Titãs

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Este aqui é um clássico dos filmes de esporte. Feito pela Disney em 2000, conta a história de um técnico de futebol americano contratado para comandar o time Titans nos anos 70. O problema é que ele é negro e não só alguns atletas, como muita gente envolvida com o clube, é racista e preconceituosa. Aos poucos, ele consegue mostrar seu talento e conquista o respeito de todos. A história é muito legal e prende que é uma beleza, fora as músicas, que são conhecidas e fazem com que a gente cante junto. Dá pra ver sozinha, com o boy, com a família e até com os filhos adolescentes.

 

Valente

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A ruivinha mais revolucionária do mundo da Disney já apareceu antes no blog, mas também merece um destaque por aqui, já que é fera em arco e flecha. Merida é tão boa na modalidade que consegue acertar o alvo até mesmo quando está caminhando ou de olhos fechados. O filme, no entanto, vai além do esporte e foca na relação dela com a mãe, que insiste para que ela se case e tenha bons modos. É fofinho, mas não está entre os meus favoritos. Mesmo assim, vale a pena porque ela foi uma das primeiras princesas da Disney a romper com a lenda do Príncipe Encantado.

 

O Vencedor

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Outro que acabou me surpreendendo positivamente e que também é baseado em uma história real. O foco aqui é em Micky Ward, que tenta carreira no mundo do boxe influenciado pelo irmão, que se tornou famoso após nocautear um campeão mundial, mas que parou de lutar depois de tornar usuário de drogas. O problema é que Micky não consegue ir bem e vive às sombras da família, já que é agenciado por sua mãe. Até que ele começa a namorar uma garçonete que o incentiva a lutar de forma mais profissional e os bons resultados começam a aparecer. Sabe aquela boa e velha história de superação? Pois é.

 

As Bicicletas de Belleville

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Esta aqui foi uma das melhores animações da década passada e concorreu ao Oscar de 2004 na categoria. De origem francesa, conta a história de uma senhora muito simpática e seu neto, que é um menino muito solitário e que só se sente feliz quando está em cima de uma bicicleta. Ele cresce incentivado pela avó e pelo cachorro Bruno e decide participar do Tour de France, uma das principais competições de ciclismo do mundo. No meio da prova, no entanto, ele é sequestrado e acaba parando em uma metrópole. Sua avó e o cachorro partem, então, em uma jornada para encontrá-lo. Sério, gente, é uma graça de filme! Deu até vontade de assistir de novo agora!

 

Gostaram das opções? Lembram-se de outros filmes que falam sobre esportes?

 

Um beijo e uma ótima Olimpíada para nós!

Testei: Máscara Força com Pimenta – Bio Extratus

Olá! Se tem uma coisa que me deixa muito feliz é conhecer novas marcas de beleza e poder testá-las. Isso aconteceu recentemente com a Bio Extratus. Já conhecia a marca, mas não tinha experimentado nenhum produto. Até que veio a CNB 2016 e eu aproveitei para visitar o estande da Bio Extratus, que era uma das patrocinadoras do evento, e finalmente consegui realizar minha vontade de testar um produto deles!

Na ocasião, o lançamento da marca era a linha Força com Pimenta, indicada para dar força e estimular o crescimento. Vocês sabem que estou deixando meu cabelo crescer, então tenho um fraco para produtos com esse propósito. Mas o bacana da linha é que a eficácia dela foi comprovada pelo Instituto de Química da Universidade de São Paulo (USP), então a gente pode confiar sem medo.

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Achei legal que o estande da Bio Extratus era todo interativo e permitiu que a gente conhecesse os detalhes do lançamento de uma forma diferente e que, com certeza, prendeu muito mais a nossa atenção. E depois de uma verdadeira aula de beleza, nós fomos presenteadas com a máscara Força com Pimenta. Tem como ser melhor?

 

Como funciona?

A fórmula da máscara é a mesma de todos os outros os produtos que fazem da linha (shampoo, condicionador, loção e finalizador) e se destaca por ter três ativos: pimenta, microqueratina e bioxyl. Esse trio é responsável por nutrir, restaurar, fortalecer, dar brilho e maciez, reduzir a queda e aumentar o comprimento médio dos fios. E o melhor de tudo: é indicado para todos os tipos de cabelos!

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Cada produto da linha tem uma função e a da máscara é promover uma hidratação fortalecedora. A recomendação é aplicar depois de lavar o cabelo com shampoo e condicionador. Para dar aquele efeito bacana, a dica é massagear mecha por mecha e deixar agir por dez minutos. Dá para intensificar os resultados usando touca térmica enquanto aguarda, ok? Depois, é só enxaguar e finalizar como achar melhor.

 

Minha opinião

Fiquei muito curiosa porque nunca tinha usado nenhum produto com pimenta. Mas, ao contrário do que muita gente pode pensar, o cheiro é bem agradável. O produto rende muito (duas doses do tamanho da moeda de 50 centavos cada foram suficientes para todo o meu cabelo) e foi só separar mecha por mecha que eu já senti meus fios maios macios.

Deixei agir por dez minutos cronometrados no relógio porque não estava com muito tempo e não usei touca térmica, mas, mesmo assim, o resultado foi incrível. Mesmo com os fios molhados, senti que estavam mais fortes e as pontas, que estão ressecadas e espigadas, fecharam imediatamente. Aproveitei para secar com secador e o resultado foi impressionante: meu cabelo ficou mais cheio, brilhante, macio e hidratado. Falando sério mesmo, foi praticamente um milagre!

Meus fios depois da máscara: todos no lugar e com muito brilho!

Meus fios depois da máscara: todos no lugar e com muito brilho!

A linha começou a ser vendida agora em julho e outro detalhe importantíssimo é o pH de todos os produtos, que estão dentro dos limites permitidos (o da máscara é 4). A minha embalagem é de 90g, mas também é possível encontrar de 250g e de 1 Kg. Os preços, claro, variam de acordo com o tamanho e vão de R$ 13,90 a R$ 71,90. Como o produto pode ser usado diariamente, a vontade é de comprar logo o maior. É um investimento que, com certeza, vale muito a pena!

E vocês, já conhecem a linha?

 

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥♥