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Eu li: O Som do Amor – Jojo Moyes

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu amo os livros da Jojo Moyes, né? Ela ficou bem conhecida no ano passado, depois que o livro Como Eu Era Antes de Você virou filme e levou todo mundo às lágrimas. O sucesso foi tanto que os outros títulos dela começaram a ser publicados em massa e o mais recente foi O Som do Amor, que chegou às livrarias no finzinho de 2016. Vem ver a resenha que gravei no canal do blog no YouTube:

De cara, gostei muito da capa (não é linda?) e da sinopse, que fala sobre Isabel, uma mulher de 30 e poucos anos que fica viúva e precisa se mudar com os dois filhos para uma mansão em uma cidade no campo. O problema é que essa casa é motivo de cobiça de Matt e Laura, um casal que mora nessa mesma cidade, e eles juram fazer o que for preciso para expulsar a família de lá.

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Barraco? Casos de Família? Sim, tem tudo isso e mais um pouco. Matt aproveita que é pedreiro e se apresenta como uma pessoa muito gentil disposta a fazer toda a reforma da casa, que é antiga e está quase caindo aos pedaços. Só que, em vez de ajudar, ele faz com que a casa fique cada vez mais cheia de problemas, deixando a pobre da Isabel à beira da falência.

Como se não bastasse, ele ainda começa a dar em cima dela (mesmo sendo casado!) até que os dois dormem juntos. Só que, enquanto a Isabel odeia e resolve se virar para não depender mais de Matt, ele se apaixona por ele e se torna obsessivo e até violento. A parte boa é que a Isabel põe a mão na massa mesmo e se torna uma mãe de verdade, já que ela sempre trabalhou muito como violinista e deixava os cuidados do filho para uma babá.

No geral, gostei bastante do livro e confesso que às vezes era difícil dormir porque eu só queria ler e saber o que ia acontecer no próximo capítulo. Só achei que a história prometia mais, o Matt tinha potencial para ser um vilão barra pesada e acabou se tornando chato e bobo. Vale pela lição de que a gente sempre pode se reinventar e pela importância do amor de uma família. Não é o melhor livro da Jojo, mas vai te prender muito!

 

E vocês, já leram O Som do Amor? Me contem o que acharam nos comentários que vou adorar saber!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥

Os melhores filmes de 2016

Olá, pessoal! Fim de ano é sempre aquela época de fazer uma retrospectiva sobre tudo que aconteceu ao longo do ano. Já é tradição aqui no blog falar sobre os melhores filmes lançados nos últimos 12 meses e, desta vez, não poderia ser diferente.

Para montar esta listinha, eu sigo alguns critérios, como já ter visto o filme, assim consigo falar com mais propriedade. Outros eu coloco mesmo sem ter assistido porque a maioria das pessoas e da crítica fala bem, então dá para levar a sério rs… E claro, faço tudo baseado na minha opinião, então é normal que vocês possam concordar ou não, ok?

Dito tudo isso, vamos conhecer os escolhidos do ano?

Snoopy e Charlie Brown: Peanuts, O Filme

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Que gracinha de filme, gente! A estreia foi bem no comecinho do ano e eu fui assistir logo no primeiro dia porque a minha mãe é fã incondicional da turma do Snoopy. Confesso que não esperava muita coisa, mas é MUITO fofo. Bastam alguns segundos de filme para você escutar vários “ooowns” e “aaaaah” de tanta fofura.

A história é a mesma das tirinhas que fazem sucesso mundo afora: Charlie Brown está cansado de ser o azarado da turma e de tudo dar errado, até que surge a famosa garotinha ruiva na escola e as coisas parecem mudar. Enquanto isso, Snoopy se diverte com suas aventuras imaginárias como piloto de avião. Em meio a tudo isso, uma trilha sonora muito fofa, com música da Meghan Trainor e tudo!

Spotlight: Segredos Revelados

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Sempre tenho aquela meta de assistir a todos filmes que concorrem ao Oscar do ano, mas quase nunca consigo terminar. Spotlight foi um dos que consegui ver e que, por sinal, foi o vencedor de 2016, ou seja, é obrigatório assistir. Eu gostei bastante, mais até do que esperava, por uma série de fatores: é baseado em uma história real, mostra o dia a dia da vida de um jornalista (minha vida, beijos) e tem um elenco mara, com nomes como Mark Ruffalo e Rachel McAdams – a nossa eterna Regina George.

Eles fazem parte de uma equipe de um jornal que passa a investigar casos de abusos de crianças por padres católicos e passam a se surpreender ao ver que isso acontece em vários lugares do mundo. É um filme bem jornalístico, com pegada de investigação e zero romance, mas prende que é uma beleza. Vale muito a pena!

Zootopia

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Eu amo os filmes da Disney e sempre fico animada para assistir, mas Zootopia não me disse muito no começo. Até que comecei a ver gente falando muito bem e aproveitei um feriado em que fiquei em casa para ir ao cinema. Acabei completamente surpreendida porque a animação é muito fofa e, como todas do gênero atualmente, tem uma baita mensagem que atinge mais aos adultos do que as crianças – mas, no fundo, elas também gostam porque os personagens são bem lindinhos!

A história fala sobre uma coelhinha chamada Judy Hops que se forma como policial, mas sofre bullying por parte do chefe e dos colegas, que não a acham alta e forte o suficiente para o cargo. Até que ela decide fazer uma investigação por conta própria em parceria com Nick, uma raposa, e mostra a todos que pode, sim, fazer o que quiser. Não está convencida? Clica aqui para ouvir a música-tema da Shakira que é tão boa que dá vontade de ver na hora.

O Quarto de Jack

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Este filme talvez tenha sido meu favorito dos indicados para o Oscar que eu assisti. Sempre digo aqui para vocês que eu gosto de filmes que fazem a gente pensar e que mexem com o lado psicológico das pessoas. O Quarto de Jack é assim, eu me coloquei o tempo todo no lugar dos personagens, principalmente da protagonista, que, por sinal, ganhou o Oscar merecidíssimo de melhor atriz.

Se você não sabe do que o filme fala, anota aí: a história gira em torno de Joy, uma jovem que foi sequestrada quando ainda era adolescente e mantida em um cubículo por anos e anos sem qualquer contato com o mundo externo. Sem ter o que fazer, ela acaba se envolvendo com o sequestrador e tem um filho com ele, o fofíssimo Jack. Conforme ele cresce, ela pede que ele os ajude a buscar a liberdade. Juro, gente, é MUITO bom!

Mogli: O Menino Lobo

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Vocês já devem saber que eu sou doida pelas versões live action que a Disney faz todos os anos. Em 2016, foi a vez de Mogli ganhar sua versão com atores reais. Só que aqui, claro, o único ator mesmo é o menino fofo que faz o Mogli, já que os outros animais são totalmente computadorizados e com dublagem de atores famosos, como Scarlett Johansson e Bill Murray. Mas o tempo todo a gente acha que eles são reais, tamanha a perfeição!

A história é bem parecida com a do filme: um bebê humano é deixado na selva e passa a ser criado por lobos, até que cresce e desperta a ira dos outros animais. Por isso, ele decide procurar sua família. Não dei muita bola porque nunca gostei muito de Mogli, mas decidi assistir no cinema com duas amigas e nós saímos de lá encantadas com os efeitos. Deu até vontade de ver o desenho de novo…

Capitão América: Guerra Civil

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Foi um dos filmes mais elogiados do ano e vou confessar um segredinho para vocês: eu ainda não assisti. Sim, eu sei que preciso fazer isso urgentemente, mas cismei que não vou entender nada porque não assisti aos dois filmes anteriores do Capitão América. Mas aí também já me falaram que eu vou entender, sim, porque vi os filmes dos Vingadores, então preciso arrumar um tempinho para parar e apertar o play. Não gosto de recomendar filmes que eu não tenha visto, mas coloquei este aqui nesta lista porque todo mundo falou muito bem.

Aparentemente, o filme é mesmo uma continuação do segundo filme dos Vingadores, lançado no ano passado, e mostra que a cidade ficou desconfiada dos super-heróis depois do ataque de Ultron, o vilão da história anterior. Com isso, o Capitão América e o Homem de Ferro travam uma verdadeira batalha entre eles para fazer com que os heróis voltem a buscar a paz de todos. Está certo, gente? É isso mesmo? Prometo que vou deixar minha opinião aqui assim que assistir.

Deadpool

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Por falar em filmes de super-heróis, Deadpool foi lançado no comecinho do ano e arrancou elogios logo no dia da estreia. Não sou a maior fã de filmes de heróis, mas foram tantas críticas boas que eu precisava assistir. Demorei um pouquinho para ver, lembro até que fui em um dia de semana, e é bom mesmo. Não sei se eu achei tudo isso, mas, no geral, é divertido!

Acho que o mais legal de Deadpool é a crítica que ele faz justamente aos filmes de heróis. Se a gente ignorar as bobeiras e o clima de besteirol, é uma crítica aos clichês da maioria dos filmes de ação, que sempre tem um cara fortão, uma menina bonitona e por aí vai. Fora que a gente conheceu um outro lado do Ryan Reynolds, ele é mega engraçado e tira sarro dele mesmo, o que é sensacional. Como falei, me cansou um pouco as piadinhas, mas vale a pena assistir!

Como Eu Era Antes de Você

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Já falei várias vezes aqui sobre o livro de mesmo nome, escrito pela maravilhosa Jojo Moyes, que talvez tenha sido o livro mais lindo que eu já li na vida. Li em 2013 e quase tive um ataque quando soube que a história ia virar filme. Demorou tanto que eu até pensei que não fosse rolar, mas, quando vi, já estavam rolando trailers que faziam todo mundo chorar. Fui logo no segundo dia de estreia e comprei os ingressos com antecedência porque as salas lotaram.

O filme é bem fiel ao livro e conta a história de uma menina contratada para cuidar de um tetraplégico. No começo, ele não gosta dela, mas claro que depois ela acaba se apaixonando por ele. Gostei muito da escolha dos atores (Emilia Clarke está maravilhosa no papel da Lou), mas acho que algumas cenas não poderiam ter ficado de fora do filme. Quem não leu, gostou muito. Eu continuo achando o livro muito melhor!

Dois Caras Legais

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Soube deste filme enquanto estava em Nova York na minha viagem de férias. Apesar de assistir qualquer coisa que tenha o Ryan Gosling, confesso que não dei muita bola. Achei que seria mais uma daquelas histórias de ação que é só tiro, carros e perseguição. Aí descobri que era mais voltado para a comédia e que a crítica era muito boa. Fui ver e adorei de verdade, foi uma das melhores surpresas que eu tive no cinema neste ano.

O filme se passa nos anos 70 e envolve dois detetives que não se bicam de cara, mas que são obrigados a trabalhar juntos para investigar um assassinato misterioso. Tem um clima meio bobo, mas juro que eu morri de rir (olha que eu sou bem chata para comédias) e esse lance de mistério faz a gente se envolver. Fora que o Ryan está divertidíssimo e mais fofo do que nunca!

Procurando Dory

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Tinha 15 anos quando Procurando Nemo estreou e estava naquela fase em que achava que os desenhos da Disney eram coisas de criança. Vi no cinema porque era a única opção, mas gostei tanto que virou um dos meus filmes favoritos. Desde então, fiquei louca para ver a continuação do filme, prometida há séculos, mas que só chegou nas telonas em julho deste ano.

Agora o foco é em Dory, a peixinha com perda de memória recente, que quer saber mais sobre a sua família. Eu amo a Dory e foi muito fofo saber mais sobre a origem dela. O filme é muito criativo e engraçadinho, mas eu achei triste em muitos momentos. Vi com a minha irmã logo que estreou e ela chorou em várias partes. Mas, no geral, é uma gracinha e vale a pena!

Pets – A Vida Secreta dos Bichos

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Levante a mão quem não morreu de amores quando viu o primeiro trailer da animação mais fofa do ano. O vídeo começou a circular no ano passado e eu fiquei apaixonada porque mostrava o que os animais faziam quando ficavam sozinhos em casa e tinha um cachorro salsicha que coçava as costas em uma batedeira – eu tenho um salsicha igualzinho, então a paixão pelo filme foi imediata.

Fui ver logo no fim de semana da estreia e juro, é muito fofo! A história fala sobre o cachorrinho Max, que vive muito bem até a chegada de Duke, um vira-lata que não parece muito simpático com ele. Os dois começam a brigar e acabam se envolvendo em uma confusão com outros animais. Até que os amigos do Max (entre eles o Buddy, o salsicha) resolvem ir atrás deles. É lindo e eu saí do cinema completamente apaixonada pelo coelho Bola de Neve, alguém mais?

Café Society

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Sou fã dos filmes do Woody Allen, já vi quase todos e sempre fico animada quando sai um filme novo dele. Mas os últimos que assisti não me agradaram muito, aconteceu o mesmo com vocês também? Então, não fiquei extremamente empolgada quando fui ver Café Society mesmo depois de ouvir que era um dos melhores filmes dele nos últimos tempos. E não é que é mesmo?

A história é ambientada no final dos anos 30 e gira em torno de um rapaz que se muda para Los Angeles para trabalhar com o tio bem no auge das estrelas de Hollywood. Aí ele se apaixona por uma menina que é totalmente o oposto das garotas da época, só que ela já está comprometida com outro cara. É aquele bom e velho filme sobre relacionamentos, mas é tão bonitinho! Fora o elenco, que é maravilhoso, o figurino lindo e as mensagens que fazem a gente pensar! Juro, é realmente um dos melhores filmes do Woody Allen!

 

E vocês, quais filmes mais gostaram de ver neste ano?

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Livros lidos em 2016

Olá, pessoal! Nossa retrospectiva continua firme e forte e chegou a hora de falar sobre uma das coisas que eu mais gosto no mundo: livros. Uma das minhas metas de 2016 era ler mais livros do que ano passado. Li 14 livros em 2015 (confira aqui a lista completa) e, neste ano, foram 15 títulos lidos, oba! Missão dada é missão cumprida rs!

 

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Confesso que alguns demoram mais e, em alguns momentos, eu precisei correr contra o tempo, mas no fim deu tudo certo. Aproveitei para gravar um vídeo falando sobre cada livro e, no final, conto qual foi meu favorito do ano. É só dar play e assistir:

Livros lidos neste ano por ordem de leitura

– A Mulher Que Roubou Minha Vida (Marian Keyes)

– Joyland (Stephen King)

– P.S. Ainda Amo Você (Jenny Han)

– Depois de Você (Jojo Moyes) *Continuação de Como Eu Era Antes de Você

– Corra, Abby, Corra (Jane Costello)

– Uma Carta de Amor (Nicholas Sparks)

– Um Presente da Tiffany (Melissa Hill)

– A História de Nós Dois (Dani Atkins)

– Wicked (Gregory Maguire)

– Uma Pitada de Amor (Katie Fforde)

– Uma Noite com Audrey Hepburn (Lucy Holliday)

– É Do Babado (Evelyn Regly)

– Becky Bloom ao Resgate (Sophie Kinsella)

– O Pulo da Gata (Fernanda França)

– Dez Coisas que aprendi sobre o amor (Sarah Butler)

 

E você, quais livros leu neste ano? Conta para mim aqui nos comentários, vou amar ler também!

Um beijo e até o próximo post!

Eu vi: Como Eu Era Antes de Você – o filme

Contei algumas vezes aqui no blog que Como Eu Era Antes de Você é o livro mais lindo que eu já li na vida. Quando soube que ele viraria filme (lá em 2014), quase tive um treco de tanta emoção. E aí, o tempo ia passando, eu via fotos dos atores nas filmagens – aliás, AMEI a escolha da Emilia Clarke e do Sam Clafin para os papeis principais – e cadê que esse filme nunca ficava pronto, gente? Daí começou a tortura dos trailers, do “vazamento” de algumas cenas e finalmente a previsão de estreia: junho de 2016. Confesso que fiz uma contagem regressiva mental de tanta ansiedade e aí, quando vi, lá estava eu sentadinha na sala do cinema!!

A adaptação do livro da Jojo Moyes entrou em cartaz no dia 17 e eu combinei de assistir com duas amigas que também piram na história na sexta-feira (18). O auê era tanto com qualquer coisa que postavam sobre o filme que eu fui até o shopping na hora do meu almoço para comprar um dia antes. Vai que os lugares esgotassem quando fôssemos comprar… E olha, minha tática deu supercerto porque a sala estava lotadérrima. Não vi um lugar vazio!

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Para quem não faz ideia, a história fala sobre Lou, uma mulher de 26 anos que leva uma vida simples em uma cidadezinha e trabalha como garçonete de um café. Quando ela perde o emprego, se vê sem saída e não tem nem mais cara de procurar algo na agência de empregos, até que surge uma vaga para trabalhar como cuidadora de Will, um tetraplégico milionário por seis meses. Ela não tem experiência nenhuma com isso, mas consegue a vaga. É quase como a história do filme Intocáveis (outro que eu amoooo), só que é claro que ela acaba se apaixonando por Will. Problema: ele super curtia a vida que ele tinha antes do acidente e se odeia por estar naquela situação. Cabe a ela mostrar que a vida de hoje também pode ser boa mesmo em outras condições.

Realmente concordo com algumas críticas que vi por aí que o filme é muito fiel ao livro. A descrição de algumas cenas bate perfeito com a que eu tinha na minha cabeça, principalmente as roupas exageradas da Lou. Os diálogos mais lindos estão ali também e é quase como se eu tivesse voltado para 2013, quando levava o livro para cima e para baixo (quase perdi o ônibus do meu antigo trabalho algumas vezes porque ficava lendo no ponto…).

A meia listrada de abelinha é um clássico do armário da Lou

A meia listrada de abelinha é um clássico do armário da Lou

Senti falta, é claro, de algumas cenas importantes, como a tatuagem que a Lou faz na companhia do Will. A mãe dele, que é insuportável no livro, até que é boazinha no livro. E tem uma cena do final que não aparece no filme, mas não vou entrar em detalhes para não dar spoilers. Uma coisa é certa: assim como acontece no livro, é impossível não se acabar de tanto chorar. Aliás, chorei bem mais no filme do que no livro. Por mais clichê que possa ser, é uma história linda que faz a gente pensar em tanta coisa…

O que não gostei? Em primeiro lugar, da trilha sonora. Tem tanta coisa engraçada no livro que merecia uma musiquinha mais animada e ficou num lenga lenga com músicas tristes e devagar. O filme também é um pouco arrastado, às vezes até parado. Arrisco dizer que você pode até achar chato se não tiver lido antes. Mas, tirando tudo isso, eu gostei. Só que recomendo a leitura antes, se possível. Porque, como na maioria dos casos, o livro é um milhão de vezes melhor. De qualquer forma, Lou e Will moram no meu coração pra sempre!

Ah, nem todo mundo sabe, mas a história tem continuação. Falei dela neste post!

E você, já assistiu ao filme? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥

[Resenha] Depois de Você – Jojo Moyes

 

Atenção: este post contém spoilers

Já contei aqui no blog várias vezes que Como Eu Era Antes de Você é um dos meus livros preferidos da vida. Muita gente pensa como eu, tanto que a obra virou best seller no mundo todo e originou um filme que estreia nos próximos meses e cujo trailer já faz a gente se segurar para não chorar (clique aqui se você ainda não viu).

A febre do livro foi tão grande que muitas pessoas começaram a enviar mensagens, cartas, e-mails e sinais de fumaça para que a autora, a maravilhosa Jojo Moyes, fizesse uma continuação para mostrar o que acontece com a protagonista Lou depois do final da história. Foram tantos pedidos que a Jojo não teve outra saída a não ser escrever Depois de Você, que chegou às livrarias brasileiras no início de fevereiro.

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Eu comprei logo no primeiro dia, óbvio, e bastou o primeiro capítulo para eu voltar lá para 2013, quando devorei as páginas do primeiro livro. A nova história já começa pegando fogo e, quando nos damos conta, já estamos envolvidos com o enredo.

A trama aqui é menos açucarada e mais pautada no drama de Lou, que ainda não superou o que aconteceu cerca de dois anos antes. Ela tem um emprego que não gosta, não tem a mínima vontade de decorar o apartamento em que mora e parece apenas viver sem se importar consigo mesma.

“Você vai se sentir um pouco desconfortável em seu novo mundo. Mas eu espero que você se sinta um pouco eufórica também. Viva com ousadia. Se esforce. Não se acomode. Apenas viva bem. Apenas viva.”

Depois de sofrer um acidente, seu pai a obriga a fazer parte de um grupo de terapia e, enquanto isso, Lou recebe uma visita inesperada. É uma menina que diz ser filha de Will, o cara do primeiro livro. A presença dessa garota faz com que ela volte a enxergar a vida que parecia ter esquecido, além de se aproximar da família do ex.

No geral, o primeiro livro é BEM melhor. Este aqui é mais pesado e, às vezes, até um pouquinho parado. Mas é interessante para que a gente perceba a importância de se desprender do passado para viver o presente e pensar no futuro. Mesmo assim, é fofinho e viciante: a leitura flui que é uma beleza.

O que eu mais gostei é que a Jojo conseguiu manter as características dos personagens mesmo depois de anos da primeira história. Fiz até um vídeo no canal contando mais sobre a obra:

Espero que gostem porque o livro é uma delícia!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥