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5 shows do Rock in Rio que você não pode perder

Olá, pessoal! Quem aí curte festivais de música? Tem gente que gosta tanto que planeja os looks com antecedência, já que esses locais também viraram uma espécie de ponto da moda. Eu vou ser sincera: gosto porque adoro shows e a possibilidade de ver vários dos artistas que eu gosto de uma só vez. Tenho sorte de morar em São Paulo, parada obrigatória de qualquer músico que vem ao Brasil, mas mesmo assim eu sou doida pelo Rock in Rio.

Na minha humilde opinião, o Rock in Rio tem o melhor line-up de festivais de música do Brasil e consegue a façanha de trazer algumas atrações exclusivamente para o festival, ou seja, não tem nem chance delas tocarem em outra cidade que não seja o Rio de Janeiro. E pra quem gosta de música pop, é um prato cheio. Fui pela primeira vez em 2001 (tinha 12 anos rs) e fui de novo em 2013. Todo ano eu reclamo que é muito cheio e muito caro, mas fico morrendo de vontade de estar lá.

Se você pensa como eu, preparei um guia de shows que você não pode perder, mesmo que seja pela TV. A edição de 2017 começa nesta sexta-feira (15) e vai até o dia 24. Olha só o que eu separei de legal:

Lady Gaga

SATURDAY NIGHT LIVE -- "Tom Hanks" Episode 1708 -- Pictured: Musical guest Lady Gaga performs on October 22, 2016 -- (Photo by: Will Heath/NBC/NBCU Photo Bank via Getty Images)

Já faz um tempo que uma das maiores vozes do pop não passava por aqui né? A mother monster, como é conhecida pelos fãs, é a atração principal da primeira noite do Rock in Rio e chega com a turnê do álbum Joanne, lançado em 2016. Este trabalho é mais introspectivo e, segundo a própria cantora, bem diferente do que ela fazia quando surgiu, há oito anos. Mesmo assim, teremos espaço na apresentação para alguns hits que se tornaram clássicos, como Poker Face, Born This Way, The Edge Of Glory e Bad Romance.

Quando: 15 de setembro

Maroon 5

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Ao contrário da Lady Gaga, faz pouquíssimo tempo que o Maroon 5 passou por aqui. O último show da banda foi em março de 2016, ou seja, há pouco mais de 1 ano. Eles também já passaram pelo Rock in Rio em 2011 e eu lembro que foi um dos melhores shows daquela noite. É aquela coisa: quem já viu, não se cansa de ver novo. A gente pula e canta junto todos os refrões que já estão na ponta da língua e suspira sem parar pelo Adam Levine, que além de lindo, tem muita presença de palco.

Quando: 16 de setembro

Shawn Mendes

 

Este é o show que eu mais quero ver (sim, me julguem). Tenho um carinho especial pelo menino Shawn desde que ele lançou a música Stitches, que encaixou perfeitamente com a minha vida na época. Desde então, sou viciada em praticamente todas as músicas dele que tocam na rádio, mais recentemente There’s Nothing Holding Me Back, que eu já consigo ver como um dos pontos altos do show. Fora que ele é uma gracinha, né?

Quando: 16 de setembro

Justin Timberlake

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Lembram quando eu disse que fui no Rock in Rio duas vezes? Bom, nas duas vezes eu vi o Justin Timberlake: em 2001, com o ‘NSync (boyband sucesso total dos anos 90/2000), e em 2013, no auge do CD The 20/20 Experience. Confesso que eu acabei indo desta segunda vez porque era um dos poucos dias que ainda tinha ingresso, mas acabei surpreendida com o show. É tão maravilhoso, gente! As músicas são animadas, a banda de apoio é SENSACIONAL e ele interage o tempo todo. Espero que o deste ano seja tão legal como o que eu fui!

The Who

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É a atração mais aguardada deste ano no Rock in Rio e com razão porque The Who é uma das maiores bandas de todos os tempos. Eu não gosto e não tenho muito costume de ouvir, mas não dá para negar a influência que eles deixaram para a música desde então. Sabe aqueles shows que fazem história? Este aqui vai ser assim. Mesmo que você também não curta, senta no sofá e deixa a TV ligada porque promete.

 

E você, qual show do Rock in Rio quer assistir?

Um beijo e até o próximo post!

12 músicas que completam 10 anos em 2017

Olá, pessoal! Vocês se lembram como eram há dez anos? Eu, particularmente, amei demais o ano de 2007. Completei 19 anos, estava no segundo ano da faculdade, era magra (saudade dessa época) e andava para cima e para baixo com o meu iPod. De lá para cá, muita coisa mudou. Continuo ouvindo música, mas agora uso o Spotify, o que sem dúvida facilitou e muito a vida.

Mas sabem o que era legal? Naquela época, o YouTube ainda era um bebê e quem era ligado em música como eu gostava muito de assistir canais de videoclipes. Não tinha nada mais divertido para mim do que chegar em casa e passar a tarde toda assistindo ao MTV Hits, um canal só de clipes da MTV dos Estados Unidos.

Para matar a saudade, resolvi procurar os clipes que mais bombaram há dez anos e, gente, tinha muita coisa legal! Na época, eu não percebi, mas foi um ano incrível para a música pop e muitos daqueles hits tocam até hoje. Aqui estão alguns exemplos:

Girlfriend – Avril Lavigne

A Avril que eu conheci tinha cabelo castanho, estilo roqueirinha e amava usar gravata. Pois bem, ela mudou completamente e surgiu em 2007 toda Barbie com cabelo rosa e jeitinho de fofa. Foi uma proposta para lançar The Best Damn Thing, seu terceiro álbum. Girlfriend foi o primeiro single e virou um dos maiores sucessos dela, tanto que rendeu até uma versão com a rapper Lil Mamma. Eu adoro e sempre canto junto.

Umbrella – Rihanna ft. Jay-Z

Não tem para ninguém. Este aqui foi o maior sucesso de 2007 e fez com que nossa amiga RiRi subisse de vez para o topo do sucesso. Quando comecei a escutar as músicas dela, em 2006, ela tinha o cabelo castanho comprido e jeito de menina. Foi só lançar o CD Good Girl Gone Bad para surgir de cabelo preto e curto e toda linda dançando com guarda-chuva. AMO demais esta música e este clipe.

No One – Alicia Keyes

Este clipe aqui passava milhões de vezes na MTV Hits e eu já amava antes de estourar por aqui. Estava acostumada a ver a Alicia Keyes de trancinhas no cabelo cantando Fallin’ e aí de repente ela surge toda linda e mulher cantando uma música superfofa, com refrão chiclete e clipe bonitinho. É um dos maiores sucessos dela e ainda toca muito na rádio, mas eu acabei enjoando e achando que ela grita demais.

Gimme More – Britney Spears

Quem nunca dançou ao som de Baby One More Time e quis ser a Britney no começo dos anos 2000? Foi um choque quando a gente viu ela raspar o cabelo e se internar em uma clínica de reabilitação. Quando ela saiu, lançou o CD Blackout e Gimme More foi o primeiro single. Eu até gosto desta música, mas ela passa uma sensação estranha porque a gente sabia que a Britney não estava bem. A apresentação que ela fez no VMA de 2007 foi um verdadeiro fiasco, lembram?

Makes Me Wonder – Maroon 5

O primeiro CD do Maroon 5 foi lançado em 2004, a gente ouviu até cansar e a banda virou um sucesso total. O segundo CD, It Won’t Be Soon Before Enough, chegou em 2007 e o clipe de Makes Me Wonder passava a cada cinco minutos na MTV Hits. Eu gostava muito na época e super me identificava com a letra, mas depois fui cansando. O mais curioso é que a música não fez o mesmo sucesso por aqui, né?

Say It Right – Nelly Furtado

Outra séria candidata a hit absoluta de 2007. Muita gente não sabe, mas a Nelly Furtado surgiu em 2001 cantando I’m Like a Bird (quem lembra?). Mas a redenção mesmo veio em 2007 com o CD Loose, lançado no ano anterior. Era sucesso atrás de sucesso, como Promiscuous e Maneater, mas Say It Right foi a campeã e bombou em todos os lugares do mundo, até mesmo aqui no Brasil. Foi por causa da Nelly, inclusive, que a gente conheceu o produtor Timbaland.

What Goes Around…Comes Around – Justin Timberlake

 

Esta aqui é maravilhosa, né? Meninas como eu, que cresceram nos anos 90/2000, sabem que o Justin era do NSync e nós nunca imaginamos que ele chegaria onde chegou. Eu gosto muito dos primeiros CDs dele, mas What Goes Around foi meio que um divisor na carreira dele. Lembro da superprodução do clipe, que tinha a atriz Scarlett Johansson, e que eu gostei da música logo de cara. Virou um hino pós pé na bunda, toca muito até hoje e eu sempre canto junto.

Big Girls Don’t Cry – Fergie

 

Quem aí lembra do Big Brother Brasil 7, com o Alemão e a Siri? Hoje em dia, eu nem assisto mais ao programa, mas eu era muito viciada nessa época e não perdia um dia. Foi lá que o Brasil começou a escutar esta música, já que era tema dos dois participantes. Fergie fez sucesso no Black Eyed Peas, lançou um álbum solo em 2006 e assim seguiu até 2008. Foram várias músicas maravilhosas, mas Big Girls Don’t Cry virou um hit e sempre toca na rádio.

Don’t Matter – Akon

Cantamos muito o refrão de Lonely e vimos o rapper Akon chegar ao sucesso, tanto que logo depois ele lançou o segundo CD, Konvicted, e lançou single atrás de single. De todos, o que eu mais gosto é Don’t Matter. Amo a batida, a letra e a sensação que a música me passa. Tocou demais no mundo inteiro, bombou aqui no Brasil e é um dos maiores hits dele. Enjoou um pouco, mas tenho escutado algumas vezes na rádio. Fico sempre muito feliz e aumento o volume para cantar junto.

Beautiful Girls – Sean Kingston

 

Mais um sucesso da MTV Hits de 2007. Lembro que estava em uma das minhas tardes intermináveis vendo o canal quando apareceu um menino fofinho e simpático que cantava “beeeeautiful girls”. Prestei atenção e descobri que o clipe era bem bonitinho, comparando o fim dos anos 2000 com os anos 60. Depois disso, menino Sean não parou mais e lançou mais uma boa leva de músicas, até sofrer um acidente de jet ski e ficar um pouco sumido.

The Sweet Escape – Gwen Stefani

 

Gwen já fazia sucesso no No Doubt, mas aí se lançou como cantora solo em 2004 e explodiu (quem nunca dançou ao som de Rich Girl e Hollaback Girl?). Em 2007, ela lançou seu segundo álbum, que tem o mesmo nome desta música. É superfofinha e ela aproveitou para fazer uma parceria com o Akon. Tocou em todos os cantos do planeta e fez muito sucesso. Eu me lembro tão bem do clipe que parece que foi ontem.

Beautiful Liar – Shakira e Beyoncé

 

O que acontece quando duas divas se juntam? A certeza de um grande hit. Foi o que aconteceu com Shakira e Beyoncé, que se reuniram para gravar uma música sobre duas mulheres que amam o mesmo homem e um clipe com muitas caras e bocas e reboladas. Pessoalmente, nunca gostei muito desta música, mas foi um grande sucesso, tocava em tudo que era lugar e entrou para a trilha sonora da novela da época. Um clássico da música pop.

 

Que saudade! E você, lembra de outra música lançada em 2007?

Um beijo e até o próximo post!

Os looks do American Music Awards 2016

Olá, pessoal! Sabem como eu sei que o fim do ano se aproxima? Esqueçam decorações de natal e convites para amigos secretos. Para mim, o sinal claro de que o ano está acabando é o American Music Awards, premiação que reúne os principais astros da música para reconhecer quem fez bonito nos últimos meses em várias categorias. O evento acontece sempre no final de novembro e é a minha premiação musical favorita porque sempre tem algum babado e muitos looks no tapete vermelho.

Mas olha gente, não sei se a minha expectativa estava alta demais, mas achei este ano bem fraco em todos os sentidos. Muitos dos vencedores foram surpresas (pelo menos para mim) e o red carpet foi bem meia boca. Até que teve bastante celebridade, mas fiquei esperando por outras famosas que aparentemente iriam, mas nem deram as caras.

Em relação às tendências, sinceramente não vi nada de novo. Muitos tecidos metalizados, transparências, cabelos em estilo messy e boca nude. O que mais me chamou atenção foi a cor branca, escolhida por muita gente. Vamos conferir?

Gigi Hadid (Roberto Cavalli)

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A Gigi anda tão influente que foi chamada para ser apresentadora da noite ao lado do ator Jay Pharoah. Das partes que eu vi (dormi do meio para o fim, gente, me desculpem!), ela estava mandando muito bem e usando looks maravilhosos. Mas eu curti bastante este aqui, achei que resumiu bem as apostas gerais da noite. O decote ombro a ombro é tendência, assim como a choker e a cor branca. Só que a renda pesou e esse cabelo todo para trás fez ela parecer bem mais velha do que é. De qualquer forma, uma salva de palmas para o poder da Gigi que não é pouco!

Lady Gaga

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Olha aí um exemplo de famosa que abraçou o look total white! Tenho gostado muito das escolhas da Lady Gaga de uns tempos para cá, mas sempre fico esperando algo inusitado, algum pedacinho de carne e todas as loucuras que ela costumava fazer. Mas, no geral, ela se manteve fiel à proposta do disco novo que tem uma pegada mais country, então eu até que curti. Achei clean e elegante, mas fico pensando na pessoa que sentou atrás dela. Não deve ter sido fácil ver alguma coisa com esse chapéu na frente, né?

Ariana Grande

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Tenho amado as últimas músicas da Ari, estão na minha playlist diária e eu sempre aumento o volume quando toca, mas sério, amiga, passou da hora de jogar fora esses apliques horrorosos. Você já está rica, linda e bem-sucedida, larga esses penteados de debutante e aposta em algo mais atual. E era um tal de jogar esse cabelo pra lá e pra cá na entrevista durante o red carpet que imaginei o peso desse aplique e a dor de cabeça que devia dar. Achei uó. O look estava bem ok, a calça era bonita e o cropped também (mais que a calça, aliás). Mas não dá, olho para ela e só vejo o aplique, que agonia!

Hailee Steinfeld (Elie Saab)

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Sempre fico chocada quando vejo fotos dessa menina e lembro que ela era a garotinha do filme Bravura Indômita. Esse pessoal cresce e a gente percebe que está mesmo ficando velha. Gosto bastante da Hailee, tenho escutado as músicas dela e acho que esse foi um dos looks que eu mais gostei. Amei o tom de verde e a pegada metalizada, achei que ela segurou bem o decotão profundo e curti essas mangas em estilo capa. Só não gostei que o macaquinho tinha umas estrelas na manga (não sei se dá para ver por essa foto), ficou um pouco over. Fora isso, ela chegou com um cabelo bem no estilo messy que até combinou, mas eu deixaria ele preso ou jogado para trás. No geral, foi bem!

Fifth Harmony

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Peguei um carinho pelas meninas porque a minha irmã de 9 anos é fanática por elas e aí sabem como é, a gente começa a ouvir mais. Gosto que as Fifth Harmony são as novas Spice Girls, mas vão para o red carpet como as Destiny’s Child, que combinavam os looks (quem lembra?). Por mais fã que a gente seja, é um show de horror né? Só salvo o look da Camila – a morena da ponta – que apostou num vestidinho preto básico com fenda gigante e o da Dinah – a loira da outra ponta – que é feio, mas passa perto dos outros. Só acho que elas podiam ficar mais animadinhas, gente! Era dia de festa e parece que foram obrigadas a estarem lá!

Nina Dobrev (Zuhair Murad)

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Não adianta, sempre vou olhar para a Nina e lembrar da Elena da série The Vampire Diaries. Também vou pensar – e às vezes dizer em voz alta – que ela tem o cabelo mais lindo do mundo. Fora tudo isso, ela estava correta com um conjuntinho metalizado, cabelo jogado de lado com cara de que foi ela que fez (uma coisa meio DYI, sabem?) e make com olhar marcado. Gostei!

Zoe Saldana (Monse)

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Incrível como essa moça é arroz de festa, gente! Ela aparece especialmente em red carpets ruins e nós até agradecemos porque temos quem colocar no post rs. O problema é que, ao mesmo tempo que é linda, Zoe erra feio. Estou tentando entender este look, mas não consegui até agora. É um misto de bandeira dos Estados Unidos versão túnica, com calça de executiva por baixo. Sei lá, achei estranho. Gostei só da tendência do decote ombro a ombro, do penteado jogado para trás e da maquiagem bem iluminada.

Ciara (Stephane Holland)

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Chegamos à cota das grávidas deste evento (sempre tem uma gravidinha dando show nos tapetes vermelhos) com a Ciara, que já fez você dançar muito ao som de 1, 2 Step. Eu sempre achei ela bonita, mas grávida parece que ficou com um brilho diferente, né? Amei a parte de cima do look, disfarçou a barriga dando o volume certo, mas aí veio o saião balonê e eu desanimei. Ficou estranho e beirando para o feio! Sorte é que ela estava muito bonita, mesmo com a maquiagem discreta e o rabo de cavalo bagunçadinho.

Behati Prinsloo

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Se você não sabe quem é, vou logo contar: ela é esposa do Adam Levine, vocalista do Maroon 5 e muso dos nossos corações. Além disso, ela consegue ficar deslumbrante em um vestido preto que não tem nada de especial. Coloquei só para gente chorar mesmo e dar uma descontraída!

Halsey

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Quem é essa aí na fila do pão? Você pode até não saber, mas com certeza já ouviu a parte em que ela canta na música Closer, hit do The Chainsmokers. Ela está superinfluente no campo da beleza por ser uma forte representante do cabelo raspado, então é bom prestar atenção nela. Bom, mais uma que apostou no look total branco. Achei que ficou uma coisa meio astronauta, mas até que eu gostei. Combinou com ela e deu um efeito legal em meio a tantas celebridades com peças parecidas.

Heidi Klum (Wolk Morais)

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Heidi é linda, mas tem um péssimo gosto para se vestir. Peguei tanto no pé dela por anos e anos que ela tem se esforçado para melhorar. Eu sei que parece que ela foi de embrulho de presente de Natal e que o macacão é feio, mas experimenta jogar o nome dela no Google para ver o tanto de look horrendo que vai aparecer. Tenho fé que é só ter paciência, mais um tempinho e ela vai melhorar. Mesmo assim, gostaria de dizer que a Heidi tem 43 anos (QUARENTA E TRÊS) e está mil vezes melhor do que eu aos 28. É a vida, né?

Karlie Kloss (Atelier Versace)

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Gosto tanto da Karlie, gente! Queria ser amiga dela. Mas não sei, parece que ela pegou um monte de pano, jogou um por cima do outro e foi. Tem coisa demais aí: sobreposição, assimetria, decote um ombro só, fenda. Não está muito poluído? E eu ainda estranho a Karlie sem o cabelo curtinho que inspirou a febre dos long bobs. Corta de novo, linda!

A pior da noite: Janelle Monáe

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Cruella passando para dar oi! Amo a Janelle e amo combinações P&B, mas tudo tem limite nesta vida. Acho que o pessoal vê a tendência de misturar estampas, acha que vale tudo e o resultado é esse aí. Listras para todos os lados, casacão de pele, choker, sandália bem estranha e todo o resto que pesou no olhar. Dá dó porque o cabelo prometia e ela tem um rosto lindo que salva qualquer make. Deu ruim!

A melhor da noite: Selena Gomez (Prada)

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Olha, o red carpet foi tão fraco que foi difícil escolher a mais bem vestida por falta de opção. Sobrou para a Selena, que apelou para uma linha mais princesa e mandou bem por estar simples e linda na medida certa. Amei a cor do vestido e achei que o modelo favoreceu bastante (aliás, achei que ela emagreceu alguns bons quilinhos, vocês não acham?). Também adorei o penteado que ela escolheu, que valorizou o decote. Só achei que ela parecia meio tristinha, talvez pela maquiagem mais neutra, mas fiquei com aquela preocupação pensando se ela já se recuperou do tratamento de lúpus que fez neste ano. De qualquer maneira, medalha de ouro!

 

E foi isso, pessoal! Cadê Beyoncé, Rihanna, Taylor Swift e Katy Perry? Parece que tudo fica sem graça quando elas não estão por perto.

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: E! Enternaiment 

 

[Especial Retrô] – As músicas de 2015

 

 

Todo fim de ano pede uma retrospectiva dos principais acontecimentos dos últimos anos, então a partir de hoje o blog será tomado por uma série de posts para que a gente possa recordar esses episódios antes de dar adeus a 2015. O Especial Retrô começa com um dos meus assuntos favoritos: música. Você se lembra das canções que mais escutou neste ano? Pois elas estão bem aqui:

 

Blank Space – Taylor Swift

O segundo single do álbum 1989 (considerado um dos melhores de 2014) foi lançado no finzinho do ano passado, mas continua bombando até hoje. Nós não apenas decoramos a letra, como amamos o clipe, cheio de cenas de ciúme em meio a um cenário composto por casarão, cavalos, figurinos lindos e um boy pra lá de magia. Taylor conquistou gente que não gostava dela (tipo eu), virou nossa best e lançou mais um monte de sucesso neste ano: Style (minha favorita), Bad Blood e Wildest Dreams. 2015 é dela! Eu até comprei o CD e amei!

 

Love Me Like You Do – Ellie Goulding

Amo a Ellie desde a época de Lights, mas ela não era tão conhecida por aqui até lançar Burn em 2013, que só explodiu nas rádios brasileiras no ano passado. Em janeiro deste ano, ela lançou a música tema do filme Cinquenta Tons de Cinza. Gostei no início, aí vi o filme e odiei e agora remeto a canção a toda história furada da trilogia. Fora que toca tanto, mas tanto, que eu peguei um bode. Agora viciei em On My Mind, outra música dela.

 

Sugar – Maroon 5

Candidatos a clipe do ano? Temos aqui um ótimo representante. Bastou nosso muso Adam Levine e sua turma invadirem casamentos ao som de Sugar que nós passamos a nos imaginar no lugar daquelas noivas sortudas. Depois rolou uma história de que os casamentos eram fakes, mas a gente não ligou muito. A música, aliás, estourou, ganhou verão remix com a Nicki Minaj e continua tocando muito até hoje. Já virou clássico, sabe?

 

Jealous – Nick Jonas

Conheci esse menino há muitos e muitos anos, quando ele ainda era da boyband formada pelos Jonas Brothers. Achava-os bem uó naquela época, mas ele cresceu e lançou uma das melhores músicas deste ano. Tanto que eu precisei acionar o aplicativo mara Shazam para descobrir quem cantava e me surpreendi com a resposta. Confesso que eu já enjoeei um pouquinho, mas ouvi muito. O refrão, aliás, não sai da cabeça: I still get jealooous…

 

Uptown Funk – Mark Ronson  e Bruno Mars

Cota de músicas dançantes, daquela que a gente ouve e tem vontade de sair cantando pela rua? Temos uma ótima em 2015. Bruno Mars, que nos irritou no ano passado com a chata e sofrida When I Was Your Man, voltou com uma música bem mais agitada e letra fácil de ser decorada. Não teve quem não tenha escutado e gostado. O problema é o mesmo que acontece com todas as músicas dele: elas tocam várias vezes ao dia, às vezes simultaneamente em rádios diferentes, e aí não tem como não enjoar.

 

When I See You Again – Wiz Khalifa e Charlie Puth

Músicas de rap feitas em parceria com cantores pop são um clássico, principalmente as baladinhas. Eis aqui um ótimo exemplo, lançado como tema do filme Velozes e Furiosos 3 mil (mentira, foi o 7, mas tenho um bode terrível desses filmes) e uma espécie de despedida ao ator Paul Walker, que morreu em 2013. Achei bonitinha nas primeiras vezes que escutei, mas também enjoei. Agora até mudo de estação quando começa a tocar.

 

Thinking Out Loud – Ed Sheraan

E quanto à balada chata e melosa do ano, temos alguma representante em 2015? Temos uma super representante. Tenho uma birrinha do Ed (me julguem), mas até achei a música fofa no começo. O problema é que TODO MUNDO começou a compartilhar o vídeo, postar trechos como legenda de foto do Facebook, virou tema da novela das sete, o clipe passa umas 700 vezes por dia, a música toca toda santa hora… Virou A música de 2015, mas eu não aguento ouvir por mais de cinco segundos.

 

Worth It – Fifth Harmony

Essa música foi eleita como a melhor do verão norte-americano (que vai de junho a setembro, o mesmo período em que nós estamos no inverno) e o fato é que o ritmo é mesmo muito gostoso. É só ouvir para começarmos a dançar involuntariamente. Até custei para acreditar que a música era do Fifth Harmony de tão diferente do que elas vinham fazendo. As meninas bombaram, conquistaram novos fãs e Worth It virou o maior sucesso do grupo.

 

Budapest – George Erza

Também temos a cota de músicas calminhas que tocam até mesmo naquela estação que a sua mãe adora ouvir (sim, a mesma que toca aquelas canções de mil novecentos e bolinha). Não conhecia o cantor, mas achei a letra e a música tão fofinhas que acionei o Shazaam na primeira vez em que ouvi e ela foi no mesmo dia para o meu iPod. Sei que ele até é conhecidinho em outros países, mas arrisco dizer que ele cairá naquele limbo terrível de cantores de apenas um hit. Será?

 

No Way No – Magic!

Por falar em cantores de apenas um sucesso, tinha certeza absoluta de que o Magic! nunca mais conseguiria outro feito depois de Rude (que explodiu em 2014). E olhem só como eu estava enganada: o grupo canadense estourou com No Way No, que segue a linha da música antecessora no maior estilo fofinho de ser. E eles também vieram uma porção de vezes ao Brasil desde então, inclusive no Rock in Rio, e a galera cantou junto!

 

Lean On – Major Lazer e MØ

Entre as melhores músicas de um ano, sempre tem aquela feita por um DJ em parceria com uma cantora da Europa. Em 2015, esse lugar foi muito bem ocupado por Lean On, cantada pela dinamarquesa MØ. O que ela tem de legal? A batida diferentona, que faz a gente sair dançando, o refrão chiclete e o clipe, todo inspirado em uma coreografia indiana. Existe até um vídeo no Youtube que te ensina a copiar os passos… Sucesso na certa!

 

Cool For The Summer – Demi Lovato

Não gosto da Demi, gente! Que me perdoem as fãs, mas eu acho que ela canta com voz de dor de pedra no rim (eu já tive isso, então sei bem do que estou falando rs). Mas o fato é que ela lançou um CD neste ano, depois de ficar um tempo parada, e voltou com força total. Cool For The Summer foi o primeiro single e bombou em todas as rádios do mundo. Até escuto outras músicas dela, mas essa aí não me desceu. Ainda acho que a voz dela está MUITO diferente no começo da canção.

 

Want To Want Me – Jason Derulo

Está entre as minhas músicas favoritas de 2015. Ouvi um dia bem baixinho, em um carro cheio de gente, e mesmo assim gostei a ponto de ligar mais uma vez o Shazaam para descobrir o nome e o cantor. Foi em uma viagem de um fim de semana e ela tocou tanto, mas tanto, que a primeira coisa que fiz quando voltei foi baixar e colocar no iPod. Sem falar que eu tenho mania de ouvir uma música e imaginar como seria o clipe e este aqui é a típica história em que as pessoas param a rua para dançar. É totalmente viciante!

 

Black Magic – Little Mix

2015 também foi o ano das girlbands. Enquanto Worth It é mais sexy, Black Magic é a típica canção fofinha cantada por um grupo de meninas. Tem toda aquela melodia pop e teen bem do início dos anos 2000, letra bobinha mas superfácil de decorar e ritmo alegre. Sabe aquelas que a gente canta no banheiro na frente do espelho fazendo a escova de microfone?

 

What Do You Mean – Justin Bieber

Nunca gostei do Justin Bieber. Sempre achei as músicas horrorosas e tenho certeza de que ele vai morrer cedo por causa dos problemas com drogas e tal (desculpem, fãs), mas ele lançou algumas músicas neste ano que, sim, eu confesso: são MUITO boas. Where Are U Now é fofa, Sorry tem toda uma batida caribenha e What Do You Mean É A MELHOR MÚSICA DE TODOS OS TEMPOS!!!! Ok, exagerei, mas é a minha favorita do ano. Se pudesse resumir minha vida em 2015 em uma música, aqui estaria a resposta. Ah, mas eu ainda acho que o Justin é idiota e tenho vontade de bater na cara dele quando ele dá aqueles ataques birrentos…

 

Cheerleader – OMI

Falando em ritmo caribenho, sempre que escuto Cheerleader me lembro do Sebastian, de A Pequena Sereia, com sua voz jamaicana. É uma música tão alegre, tão pra cima, tão feliz… A gente pode ouvir mil vezes que não cansa. Fora que a letra é tão fofa que a gente decora em um segundo. O OMI escreveu essa música há anos, mas ela só bombou agora e se tornou seu primeiro grande sucesso. Tomara que esteja errada, mas existe uma grande chance de ser seu único. Vamos esperar para ver!

 

Can’t Feel My Face – The Weeknd

Parece nome de banda, mas The Weeknd é, na verdade, o nome artístico de um cantor canadense. Ele tem discos lançados desde 2011, mas eu só conheci mesmo neste ano com Earned It, também do Cinquenta Tons de Cinza (a trilha sonora, aliás, é a única coisa boa do filme). Daí ele lançou algumas colaborações com outros artistas, como a Ariana Grande, e fechou o ano com chave de ouro com Can’t Feel My Face. Acho a letra um pouco pobrinha, mas o ritmo é muito bom. Também está na lista das melhores de 2015.

 

Hello – Adele

Mais uma que voltou e deu muito o que falar em 2015. Adele é querida por muita gente, menos por mim. Vou explicar: ela é linda, maravilhosa e tem uma voz incrível, mas por que fazer um CD inteiro dedicado ao ex-namorado? Quem é que perde tempo com ex, gente? Juro que esse cara deve se achar o máximo pensando que ela ficou famosa por causa dele. Mas vamos ao que interessa: ela lançou um CD depois de muitos anos parada, disse que está mais madura, mas ainda acho que Hello tem o dramalhão característico da cantora. Apesar disso, vou confessar: sempre escuto quando toca na rádio.

 

Top 5 – Filmes para curtir a primavera

E ela vem chegando, toda linda e florida! Sim, amigas, a primavera começa na próxima terça-feira (22) com a promessa de deixar nossos dias mais alegres. Além da temperatura mais quente, a estação significa renascimento (daí o surgimento das flores) e despertar. Eu gosto muito desta época do ano porque quer dizer que o fim do ano está chegando. Por mais que ultimamente a gente fique preocupada com o fim do ano porque tudo parece passar rápido demais, é um tempo gostoso em que todos parecem estar mais felizes. Por isso, preparei um Top 5 bem fofo para curtirmos a chegada da primavera.

O Jardim Secreto

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Lembro de ter visto este filme pela primeira vez no cinema logo quando estreou e de depois ter visto inúmeras vezes. Sem dúvida, foi um dos que mais marcou minha infância. O mais legal é que, apesar de agradar em cheio as crianças, emocionou muitos adultos. É que ele fala justamente sobre esse renascimento das mais diversas formas. Mary, a protagonista, é uma menina mimada que perde os pais e vai morar com o tio em uma mansão na Inglaterra. Cansada de viver sozinha, ela começa a explorar a propriedade com a ajuda do primo e do filho de um dos serviçais e descobre um jardim trancado. Os três fazem de tudo para abrir esse jardim sem saber do poder que ele tem. É TÃO lindo, gente! Preparem o lencinho porque é impossível não chorar!

 

Sob o Sol da Toscana

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Este filme foi lançado em 2003, quando eu tinha apenas 15 anos, mas me marcou tanto. É que mostra situações que todas as mulheres já passaram ou vão passar em algum momento da vida. Isso porque a protagonista é uma escritora que se divorcia e decide recomeçar a própria vida em uma casa de campo na Toscana. Essa mudança faz com ela se conheça melhor, tenha altos e baixos em relação à autoestima e se abra para novos romances. O mais legal é que essa história é verídica e baseada em um livro homônimo. É a pedida ideal para ver com as amigas, com a irmã, com a mãe, enfim… Com mulheres ao lado!

 

Bambi

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Chegamos à cota Disney dos Top 5 aqui do blog com um dos filmes mais tristes já feitos pela companhia. Bambi deixou muita criança traumatizada (inclusive euzinha aqui) porque o pobre protagonista perde a mãe quando ainda é criança – em uma das cenas mais tristes do cinema – e tem que viver sozinho na floresta com seus amigos. Tudo parece perdido, mas ele cresce e se torna adulto na primavera, quando se apaixona e tem forças para impedir que novas mortes aconteçam. Muita gente da minha idade assistiu ao filme achando que não era tão velho assim, mas ele é de 1942 e o quinto a ser produzido pela Disney. Fiquei tão impressionada que nunca mais vi, mas está na hora de ver de novo. Quem concorda?

 

Mesmo se nada der certo

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Ok, este filme não tem nada a ver com primavera, mas fala justamente sobre renascimento e novas chances. Tudo acontece quando uma compositora se muda para Nova York com o namorado, que é um músico de sucesso. Acontece que o moço (interpretado por ninguém mais ninguém menos que Adam Levine, nosso vocalista muso do Maroon 5) resolve terminar tudo e ela passa a viver sem rumo, quando se apresenta em um bar e desperta a atenção de um produtor que acabou de ser demitido e que precisa urgentemente encontrar uma nova sensação da música. Os dois decidem gravar um álbum independente em locais públicos da cidade, o que rende momentos engraçados e uma nova forma para os dois de encarar a vida. É bem bonitinho, cheio de músicas fofas e do mesmo diretor do filme Once (que eu AMO!).

 

Vida de Inseto

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Normalmente posto apenas um filme da cota Disney por Top 5, mas Vida de Inseto é tão bonitinho que vale a pena fazer uma exceção. A trama gira em torno de uma colônia de formigas que precisa estocar comida durante a primavera. Flik faz parte do grupo e cria um projeto engenhoso para ajudar na coleta, mas acaba destruindo toda a comida que tinha sido guardada e as formigas são ameaçadas por gafanhotos. Flik decide encontrar outros animais para ajudar a resolver o problema e a confusão começa. A história pode até não parecer a mais animada, mas o filme é cheio de significados para nós, adultos. Sabem aqueles em que a gente tira um monte de significado? Então 🙂

 

Agora você já sabe: é só escolher o filme que mais gostou, chamar os amigos e apertar o play! Bom início de primavera!