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Top 5 Especial Halloween – Filmes com bruxas

Não tão presente no Brasil, o Halloween é uma das comemorações mais populares dos Estados Unidos. No famoso Dia das Bruxas, é comum sair pelas ruas fantasiado (das mais formas possíveis e não apenas de elementos dos filmes de terror) e os pequenos batem de porta em porta com a famosa frase “trick or treat?” – algo como “doces ou travessuras?”.

É uma festa leve e muito divertida que teve sua origem relacionada ao dia 1º de novembro, dia de todos os santos. Como é uma data sagrada e muita positiva, acreditava-se que o dia anterior poderia ser marcado pela presença de demônios, fantasmas, bruxas e tudo mais que esse combo do mal permite. Daí veio a expressão “all hallow’s eve” (véspera do dia de todos os santos) que originou a palavra e a comemoração do Halloween.

Pensando nisso, resolvi criar um Top 5 só com filmes estrelados por bruxas. Algumas são boazinhas, outras bem cruéis, mas todas marcaram o mundo do cinema. Vamos conferir?

O Mágico de Oz

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Na falta de uma, este filme conta com três bruxas, sendo uma boa e duas más. E elas são bem caracterizadas, já que a boa é bonita, usa uma coroa e uma varinha de condão (pois é, mais parecida com uma fada), enquanto a má tem o rosto verde, usa chapéu, tem verruga no nariz, voa em uma vassoura e tem a típica gargalhada das bruxas.

A história deste clássico a gente já conhece: um tornado faz com que a casa onde está a garota Dorothy e seu cãozinho Totó voa e acaba parando na Terra de Oz. O problema é que a casa cai em cima da Bruxa Má do Leste. Sua irmã, a Bruxa Má do Oeste, acha que Dorothy é a culpada e a persegue. Para voltar para casa, ela contará com a ajuda de três amigos muito especiais: o espantalho, o leão e o homem de lata. Amo demais, gente!

Caminhos da Floresta

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Nesta história, baseada em um musical da Broadway, alguns dos personagens mais famosos dos contos de fada se unem por um elemento comum: uma bruxa muito poderosa. Depois de ter feijões mágicos de sua horta roubados, ela lança um feitiço contra o filho do padeiro, que não consegue ter filhos. Para revertê-lo, ele e sua esposa precisam reunir uma série de itens, carregados pelos tais personagens dos contos de fada.

Quando soube do que o filme tratava, fiquei morrendo de curiosidade. Vi meses depois da estreia, em uma viagem de avião, e precisei de duas tentativas para chegar ao fim (na primeira eu dormi). O começo é bem divertido, mas depois a coisa se arrasta e perde o sentido, ou seja, fica completamente chato. E olha que não é nem pela cantoria porque eu AMO musicais. Mesmo assim, vale pela bruxa, interpretada pela maravilhosa Meryl Streep.

Abracadabra

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Esse era um dos meus filmes favoritos na infância e passava direto na Sessão da Tarde (quem lembra?). A história gira em torno de três bruxas, que morreram enforcadas no século XVII, e que voltam à vida no início dos anos 1990 após três crianças invadirem a casa em que moravam e acenderem uma vela, colocando em prática um velho feitiço. O problema é que elas precisam absorver a força vital de todas as crianças da cidade até o pôr-do-sol para que possam viver novamente. Só que as crianças, com a ajuda de um gato falante, vão fazer de tudo para impedir.

É um filme bobinho e bem voltado para o público infantil, mas que fez muito sucesso inclusive entre adultos. As bruxas são bem características, com roupas pomposas e muitas caretas, mas, aos poucos, a gente percebe que elas até são malvadas, mas também muito engraçadas. Uma ótima oportunidade para rever!

A Princesa e o Sapo

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São muitas as bruxas do universo dos desenhos da Disney (a madrasta da Branca de Neve, a Malévola e a Úrsula que o digam), mas resolvi trazer para este Top 5 um dos vilões que mais dão medo na safra recente dos filmes da companhia: o feiticeiro Dr. Facilier, de A Princesa e o Sapo. É ele o responsável por transformar o Príncipe Naveen em sapo e a parte em que canta é uma das mais macabras da Disney (se eu fosse criança, morreria de medo).

Assim como acontece no conto clássico, Naveen precisa receber o beijo de uma princesa para voltar a viver como humano, mas a animação traz algumas mudanças. Muita gente detesta o filme – confesso que precisei de várias tentativas para chegar ao fim –, mas acho muito bonitinho. Aliás, arrisco dizer que a Tiana é uma das minhas princesas favoritas da Disney. Fora o que ela é linda, né gente?

A Bruxa de Blair

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Halloween pede mesmo um filme de terror, certo? E quando a gente pensa em filme que tem bruxa e que dá medo, logo nos lembramos deste aqui. O mais bacana é que a Bruxa de Blair nem precisa aparecer para a gente ficar tensa e roer todas as unhas. Na verdade, são as lendas que cercam essa figura mítica que fizeram com que três jovens resolvessem invadir a floresta atrás da tal bruxa. O resultado, como dá para perceber, não sai como esperado.

Já falei sobre esse filme algumas vezes e contei que a minha primeira experiência com ele não foi muito agradável. Foi um dos primeiros a usar o recurso do tipo “câmera na mão” e a imagem balança pra valer (fiquei enjoada milhares de vezes). Também é meio morno porque não acontece muita coisa, mas o final eu amo. Fora a estratégia de lançamento, que espalhou cartazes em que os atores apareciam como estudantes desaparecidos e o tal filme era meio que uma prova do que eles passaram. Vale a pena para ver com as amigas, com o boy ou até mesmo sozinha!

 

Agora é só escolher o filme que vocês mais gostaram e apertar o play!

Um beijo e até o próximo post!

Top 5 – Filmes para quem gosta de comer

Olá, pessoal! Tem algo mais delicioso do que comer? Ir àquele restaurante que você adora, degustar seu prato favorito, pedir para alguém preparar sua receita favorita, encomendar aquela pizza saborosa que faz séculos que você não come, experimentar algo novo, lembrar do gosto daquele prato que você amava quando era criança, aquele tempero que só a sua avó sabe fazer… Vamos falar a verdade: comer é tudo de bom!

Ok, a gente sabe (ou pelo menos deveria saber) que a alimentação balanceada faz bem à saúde, mas incluir ao menos um desses hábitos aqui em cima faz bem ao organismo. Isso porque comer algo que você goste muito – mesmo que seja a saladinha daquele lugar que você ama – contribui para a sensação de bem-estar, que, consequentemente, afasta os problemas e nos deixa em equilíbrio.

Pensando nisso, aproveitei o tema para fazer um Top 5, cheio de filmes que exploram a arte da gastronomia e nos deixam com água na boca só de ver o trailer. Prepare seu estômago e bom apetite:

 

Ratatouille

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Um dos meus filmes favoritos da Disney depois de fechar a parceria com a Pixar, Ratatouille é mais um da série de animações que agradam mais aos adultos. A história se passa na França e fala sobre o simpático ratinho Rémy que sonha em ser chef de cozinha e faz amizade com o ajudante atrapalhado de um bistrô que não sabe cozinhar, mas que precisa manter seu emprego. Pronto, Rémy começa a trabalhar escondido e faz com que o ajudante leve a fama pelos bons pratos que prepara. Por falar nisso, é tanta coisa boa que sai daquela cozinha que a gente fica morrendo de vontade de comer os pratos típicos da culinária francesa. Uma delícia!

 

Sem Reservas

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Este aqui explora muito bem os bastidores das cozinhas de restaurantes e da vida de um chef profissional. A protagonista é vivida pela maravilhosa Catherine Zeta-Jones, que é tão compenetrada no comando de um restaurante que as pessoas ficam com medo dela. Tudo vai bem até que contratam um subchef, que tem um estilo de trabalho completamente diferente do dela. Enquanto isso acontece, ela ainda precisa lidar com a chegada de sua sobrinha, que passa a morar com ela depois da morte da mãe. É tanto close em ingrediente e tanta receita saborosa que o estômago até ronca. Sabem aqueles filmes bobinhos que a gente ama? Olha aqui um ótimo exemplo!

 

Estômago

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Não sou muito fã de filmes nacionais, especialmente comédias, mas, de vez em quando, temos bons motivos para apertar o play e prestigiar nossos atores. Estômago é um dos exemplos mais recentes que temos por aqui. Recém-chegado a São Paulo, Raimundo começa a trabalhar como faxineiro de um restaurante, mas logo descobre o talento para cozinhar. Não demora muito até que o dono de uma cantina italiana o chama para trabalhar com ele e, a partir de então, ele se torna especialista em gastronomia. Enquanto tudo isso acontece, a gente também vê momentos de Raimundo na prisão e aí passamos o filme todo tentando adivinhar o que fez com que ele chegasse ali. É MUITO engraçado, na medida certa, sem apelações e ainda dá água na boca! Recomendo para todo mundo!

 

Chef

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Sabe aquele filme que você começa assistindo sem dar muita bola, mas descobre que é muito bom? Foi o que aconteceu com este aqui. Chef de um badalado restaurante, Carl tenta inovar no cardápio, mas o dono do estabelecimento não gosta de novidade. Depois de receber uma crítica negativa por oferecer justamente os mesmos pratos, ele tira satisfação com o chefe e a briga vai parar na internet, fazendo com que ele seja demitido. Sem ter para onde ir, ele decide rodar o país com um food truck, onde tem toda a liberdade para servir o que quiser. Nesse tempo, ele ainda tem a companhia do filho e se reaproxima da ex-mulher. Os temas são batidos, mas a história é supercriativa e a gente termina com vontade de abrir um food truck também!

 

Lunchbox

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Sabe aqueles momentos de puro tédio em que você começa a ver o que tem no Netflix e clica em qualquer filme só para passar o tempo? Foi assim que conheci Lunchbox, uma produção indiana estrelada pelo mesmo ator do maravilhoso As Aventuras de Pi. Acostumado a receber marmitas de um restaurante todos os dias no almoço, um homem recebe por engano uma marmita preparada por uma dona de casa. A comida é tão maravilhosa que ele escreve uma carta agradecendo e os dois passam a se falar apenas por correspondências. É um pouquinho parado, confesso, mas vale a pena continuar assistindo porque tem todo aquele encantamento, mistério e idealização dos amores platônicos.

 

Gostaram das opções? Quais outros filmes te deixam com água na boca?

Um beijo e até o próximo post!

Rio 2016: eu fui!

Cresci acostumada a assistir (e a amar) as Olimpíadas. Nasci em ano olímpico e, quatro anos mais tarde, já estava sentadinha vendo os Jogos de Barcelona. Lembro também de alguns flashes da edição de Atlanta em 1996. A partir de Sydney, em 2000, eu já curtia cada segundo. E foi assim com Atenas, Pequim e Londres, quando eu já sabia que o Rio de Janeiro seria sede das Olimpíadas de 2016.

Como falei aqui antes, eu me lembro perfeitamente do dia em que o Rio foi escolhido como cidade olímpica. Era 2009, eu tinha 21 anos e, na mesma hora, pensei “eu vou assistir, nem que seja uma partidinha”. Contou não apenas o fato de que eu sou 50% carioca e tenho onde ficar lá (obrigada por facilitar minha vida, pai), mas a experiência maravilhosa que eu tinha tido no Pan de 2007, quando assisti às finais da Ginástica Olímpica.

Pois bem, participei da primeira rodada do sorteio dos ingressos logo no primeiro dia que abriu, ainda no ano passado. Selecionei os esportes que mais queria ver e, adivinhem só, não fui sorteada para nenhum. Na rodada seguinte, marquei tudo que iria acontecer nos fins de semana (já que a pessoa aqui não teria férias) e fui sorteada para assistir aos saltos de Hipismo. Tava bom, mas eu ainda queria mais. Então, quando abriram as vendas diretas, comprei para ver o Handball, mesmo sem nem saber quais equipes iriam jogar naquele horário.

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O tempo passou, foi chegando a hora e começou a me bater um medo horrível. Tive medo de tantas coisas, gente! Acordei no meio de algumas noites pensando que eu (e os milhares de turistas) poderia sofrer algum ataque terrorista, que seria um fiasco e que meu país ficaria ainda mais manchado. Cheguei até a pensar em desistir, mas aí pensei “E se der tudo certo? vou me arrepender para sempre!”.

Depois de finalmente embarcar e fazer parte dessa festa, posso dizer com toda certeza que eu iria, sim, me arrepender para o resto da vida. Foi tudo tão maravilhoso que eu nem lembrei do medo, só queria curtir. Fiquei só dois dias e meio, mas fiz tanta coisa… Se estiver com preguiça de ler tudo, pode ver meu vlog:

Além das várias arenas construídas para os Jogos, o Rio está com uma programação muito rica em termos de cultura. O Boulevard Olímpico, que fica na área do Porto Maravilha, tem várias atividades, incluindo um telão que transmite as partidas e a Pira Olímpica. É lá que fica também o Museu do Amanhã. Ah, e eu fiz o trajeto do Aeroporto até o Boulevard no VLT (veículo leve sob trilho) e achei tão incrível. Parecia outro país, gente!

No dia seguinte, conheci o Parque Olímpico, o mesmo que eu via todos os dias da televisão. O passeio me surpreendeu ao ver que foi tudo tranquilo: o BRT, transporte público que funcionou perfeitamente, o atendimento dos voluntários, as comidas que não tinham fila. Juro, foi tudo LINDO! Tanto que cheguei lá às 8h e só fui embora às 17h30. E, se pudesse, teria ficado ainda mais.

Acabei assistindo a duas partidas de times estrangeiros: Alemanha x Eslovênia e França x Croácia. Tinha muita gente de todos esses países e foi divertidíssimo torcer no meio deles. Aliás, vi gente de todos os lugares do mundo, escutei um mix de idiomas incríveis e vi o jogo de basquete do Brasil do lado de fora, no meio da galera. O mais legal de tudo? Não tinha ninguém triste ou emburrado, TODO MUNDO estava sorrindo e feliz por estar ali.

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Meu último dia foi o do Hipismo. A prova fica em Deodoro, mais longe do que o Parque Olímpico, e eu estava preocupada se daria tudo certo. O BRT também funcionou muito bem, a prova foi muito legal e disputada (a galera torcia mesmo) e ainda tive a oportunidade de tirar foto e parabenizar dois atletas que representaram o Brasil, entre eles, o Doda.

Juro, foi tudo maravilhoso. Nesse pouco tempo, tive três experiências diferentes e todas igualmente incríveis. Não dá nem para dizer qual é melhor. Sempre volto triste do Rio querendo ficar mais, mas dessa vez foi muito cruel porque eu queria viver as Olimpíadas todos os dias.

No fim, valeu tudo. O medo, as noites em claro, acordar muito cedo nos dias de competição, ficar cansada, torrar no sol, ficar com a marca da camiseta e pagar caro para ter copos das modalidades (uma verdadeira mania lá). Fica a sensação de orgulho de ser brasileira e ter esse sangue carioca correndo em mim!

Sério mesmo: foi a melhor experiência de toda a minha vida! A coisa é tão louca que eu estou morrendo de vontade de viajar para Lima em 2019 para ver os Jogos Pan-Americanos ou ir para Tóquio e ver as Olimpíadas de 2020. Quem sabe?

 

E vocês, também assistiram aos Jogos?

 

Um beijo e até o próximo post!

Top 5 – Filmes para comemorar o Dia do Amigo

Ter um amigo (ou muitos) é uma das melhores coisas da vida! Não importa se você conheceu na escola, na faculdade ou recentemente, essa pessoa será um grande companheiro, que dará os conselhos que você precisa a qualquer hora do dia! Isso sem falar nos programas que ficam mais divertidos quando vocês estão juntos.

E tem mais: a amizade é tão especial que faz um bem danado para a saúde – especialistas já concluíram que ela é capaz de prolongar a expectativa de vida. Bom, né?

Não por acaso, foi criado o Dia do Amigo, comemorado em 20 de julho aqui no Brasil e em outros países da América do Sul (em outras localidades, a data é 30 de julho) em homenagem à chegada do homem na lua, que simbolizou a união das pessoas em torno de um objetivo que parecia impossível.

Nada melhor, então, do que aproveitar este dia tão especial para fazer um Top 5 com amigos inseparáveis. Vamos conferir?

 

Woody e Buzz (Toy Story)

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Quando o primeiro filme da franquia Toy Story foi lançado, eu era bem criança e achei chato. Aí cresci, vi de novo e amei. Estou para dizer, aliás, que é uma das minhas animações favoritas, muito em razão dos personagens. E por falar nisso, quer dupla que mais simboliza a amizade do que o caubói Woody e o astronauta Buzz Lightyear? Eles começaram se odiando, muito em razão de ciúme, e, aos poucos, tornaram-se inseparáveis. Apesar de amar o Slinky, o cachorro de mola, eu tenho um carinho enorme por essa duplinha aqui – e não sei dizer qual deles gosto mais!

 

Harry, Rony e Herminone (Harry Potter – a série toda)

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Estou longe de ser maníaca por Harry Potter, mas sei que esses três aqui se conheceram no primeiro livro e, desde então, viraram melhores amigos. Grande parte das aventuras de todos os filmes, baseados nos livros homônimos, é realizada quando eles estão juntos e a amizade é tão grande que um faz de tudo para proteger os demais. Enquanto Harry descobre-se bruxo pouco antes de entrar para Hogwarts, a escola de bruxaria, Rony é de uma família tradicional de bruxos e Hermione é uma trouxa (palavra usada para caracterizar quem não é bruxo) que é nerd e sabe tudo.

 

Marty e Doc (De Volta Para O Futuro)

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Ô delícia de filme, né gente? O filme já tem mais de 30 anos e o tal do futuro da segunda parte da história já chegou – bem diferente do que foi retratado, por sinal –, mas eu posso ver e rever várias vezes sem enjoar. Nessa primeira sequência, o garoto Marty se encontra com um cientista que ele carinhosamente chama de Doc, só que, ao fugir de um grupo de terroristas, ela acaba voltando no tempo e indo parar em 1955. Ele agora conta com a ajuda do amigo, em versão mais jovem, para fazer com que seus pais se apaixonem e ele possa voltar para a sua realidade. Juro, amo todos os filmes da trilogia e recomendo ver em sequência!

 

Mike, Sully e Boo (Monstros S.A.)

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Moradores de Monstrópolis, uma cidade habitada apenas por monstros, Mike e Sully são melhores amigos e trabalham assustando crianças pequenas todas as noites por meio da porta do armário delas, que faz a conexão entre os dois mundos. Tudo caminha bem até que Boo, uma garotinha muito fofa decide abrir a tal da porta e acaba invadindo a terra dos monstros. Depois de acolhê-la, Sully passa a nutrir um carinho enorme pela menina, mas tem que lidar com o ciúme de Mike, que não gosta nada da presença dela. Ah, vale a pena também assistir Universidade Monstros, que não é tão legal quanto o primeiro, mas mostra o início da amizade entre Mike e Sully. Fofo, fofo, fofo!

 

Carter e Edward (Antes de Partir)

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Sabe quando duas pessoas que não têm nada a ver se encontram por acaso e viram amigos? É o que acontece neste filme. Internado em um hospital para combater o câncer, Carter acaba tendo que dividir o quarto com o dono do hospital, Edward, que também está com câncer. Com poucos meses de vida, eles decidem escrever uma “lista da bota”, com tudo o que desejam fazer antes de morrer. Depois disso, partem juntos, então, para realizar todos os itens e acabam virando amigos. É lindo demais e superinspirador. Eu tenho a minha listinha também e comecei a escrever depois de ver o filme!

 

Gostaram das sugestões? Aproveite para assistir ao lado dos seus amigos!

 

Um beijo e até o próximo post!

Eu vi: Como Eu Era Antes de Você – o filme

Contei algumas vezes aqui no blog que Como Eu Era Antes de Você é o livro mais lindo que eu já li na vida. Quando soube que ele viraria filme (lá em 2014), quase tive um treco de tanta emoção. E aí, o tempo ia passando, eu via fotos dos atores nas filmagens – aliás, AMEI a escolha da Emilia Clarke e do Sam Clafin para os papeis principais – e cadê que esse filme nunca ficava pronto, gente? Daí começou a tortura dos trailers, do “vazamento” de algumas cenas e finalmente a previsão de estreia: junho de 2016. Confesso que fiz uma contagem regressiva mental de tanta ansiedade e aí, quando vi, lá estava eu sentadinha na sala do cinema!!

A adaptação do livro da Jojo Moyes entrou em cartaz no dia 17 e eu combinei de assistir com duas amigas que também piram na história na sexta-feira (18). O auê era tanto com qualquer coisa que postavam sobre o filme que eu fui até o shopping na hora do meu almoço para comprar um dia antes. Vai que os lugares esgotassem quando fôssemos comprar… E olha, minha tática deu supercerto porque a sala estava lotadérrima. Não vi um lugar vazio!

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Para quem não faz ideia, a história fala sobre Lou, uma mulher de 26 anos que leva uma vida simples em uma cidadezinha e trabalha como garçonete de um café. Quando ela perde o emprego, se vê sem saída e não tem nem mais cara de procurar algo na agência de empregos, até que surge uma vaga para trabalhar como cuidadora de Will, um tetraplégico milionário por seis meses. Ela não tem experiência nenhuma com isso, mas consegue a vaga. É quase como a história do filme Intocáveis (outro que eu amoooo), só que é claro que ela acaba se apaixonando por Will. Problema: ele super curtia a vida que ele tinha antes do acidente e se odeia por estar naquela situação. Cabe a ela mostrar que a vida de hoje também pode ser boa mesmo em outras condições.

Realmente concordo com algumas críticas que vi por aí que o filme é muito fiel ao livro. A descrição de algumas cenas bate perfeito com a que eu tinha na minha cabeça, principalmente as roupas exageradas da Lou. Os diálogos mais lindos estão ali também e é quase como se eu tivesse voltado para 2013, quando levava o livro para cima e para baixo (quase perdi o ônibus do meu antigo trabalho algumas vezes porque ficava lendo no ponto…).

A meia listrada de abelinha é um clássico do armário da Lou

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Senti falta, é claro, de algumas cenas importantes, como a tatuagem que a Lou faz na companhia do Will. A mãe dele, que é insuportável no livro, até que é boazinha no livro. E tem uma cena do final que não aparece no filme, mas não vou entrar em detalhes para não dar spoilers. Uma coisa é certa: assim como acontece no livro, é impossível não se acabar de tanto chorar. Aliás, chorei bem mais no filme do que no livro. Por mais clichê que possa ser, é uma história linda que faz a gente pensar em tanta coisa…

O que não gostei? Em primeiro lugar, da trilha sonora. Tem tanta coisa engraçada no livro que merecia uma musiquinha mais animada e ficou num lenga lenga com músicas tristes e devagar. O filme também é um pouco arrastado, às vezes até parado. Arrisco dizer que você pode até achar chato se não tiver lido antes. Mas, tirando tudo isso, eu gostei. Só que recomendo a leitura antes, se possível. Porque, como na maioria dos casos, o livro é um milhão de vezes melhor. De qualquer forma, Lou e Will moram no meu coração pra sempre!

Ah, nem todo mundo sabe, mas a história tem continuação. Falei dela neste post!

E você, já assistiu ao filme? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥♥