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4 Tendências dos anos 90 que voltaram com tudo

Todas nós já sabemos que a moda é assim: um ciclo que vive se reinventando. O que você acha brega e sem noção hoje, provavelmente já foi tendência e vai voltar a ser em alguns anos ou meses. Nos últimos tempos as tendências dos anos 90 é que voltaram a brilhar, aparecendo em desfiles de moda e nos looks de fashionistas no Brasil e no mundo.

Mas o retorno de uma peça dos anos 90 não significa que você precisa se fantasiar de Spice Girls e ‘N Sync, vou explicar aqui como aproveitar quatro das tendências antiguinhas mantendo o estilo.

Chokers- As queridinhas das famosas

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A febre das gargantilhas justas no pescoço começou nos anos 90 com os modelos de tattoo choker, depois de desaparecer por mais de uma década, o modelo ressurgiu com inúmeras variações e conquistou o pescoço de fashionistas ao redor do mundo. Os modelos moderninhos aparecem em couro, tecido, corrente, metal e até com diamantes. Para dar mais estilo ao look, combine a choker com colares mais longos e até com outras chokers, como costuma fazer a it girl Kyle Jenner.

Must-have: mom jeans!

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Os chamados jeans da mamãe ganharam esse nome justamente por terem sido muito usados pelas jovens dos anos 90 que hoje são mães. Esse modelo de jeans era normalmente de lavagem azul simples, com cintura alta e corte bem reto. Os anos passaram e o modelo voltou com tudo por ser extremamente versátil e manter o charme vintage. Blogueiras como a Camila Coelho tem apostado em mom jeans com detalhes como os patches e a barra assimétrica que dão um ar cool ao look.

Sobreposição de vestido? Yes, please!

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Foi nos anos 90 que as sobreposições de vestido slip dress com camisetinha básica começaram a aparecer. Divas da época como Jennifer Aniston e Drew Barrymore mantinham o estilo desleixado de proposito combinando a sobreposição com tênis casuais como allstar. A tendência voltou com tudo, mas com uma mudança: dose extra de ousadia (adoro!). Blogueiras como Thassia Naves passaram a sobrepor vestidos longos mais estruturados com camisas sociais lisas e estampadas, criando um look elegante e cheio de estilo.

Plataforma nas alturas!

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Muita gente nunca pensou que as plataformas dos anos 90 que já foram chamadas de ridículas fossem voltar aos holofotes fashion. Surpresa! Os sapatos de solado imenso saíram do guarda-roupas das Spice Girls, foram repaginados com uma cara mais discreta e aterrissaram nas coleções de quase todas as marcas ao redor do mundo. E existem versões para todos os gostos, com solados de madeira e borracha, como sandália, Oxford ou tênis. É só escolher o seu preferido e combinar com um jeans com a barra dobradinha e arrasar!

 

E vocês, quais outras tendências dos anos 90 estão usando?

Um beijo e até o próximo post!

Post feito em parceria com a AMARO

 

Top 5 – Filmes que marcaram a minha infância

Esse tempo realmente passa rápido demais, né? Mal tive tempo pra piscar e já estamos em outubro falando sobre uma das comemorações mais gostosas do ano: o Dia das Crianças. Claro que essa data é muito mais gostosa quando você é pequena, ganha presentes e pode ser paparicada. Ou quando você é mãe e prepara um dia maravilhoso ao lado do filho, mas enfim…

Resolvi aproveitar o clima de festa para falar sobre os filmes que eu mais gostava de assistir quando era criança. Sabe o que é mais engraçado nisso tudo? A gente percebe que está velha quando comenta sobre um determinado filme com uma pessoa mais nova e ela responde “nossa, nunca vi, aliás, nem sabia que existia”. Acreditem: isso aconteceu comigo e, não, não foi nada legal!

Vamos conhecer os escolhidos da vez?

A História Sem Fim

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O meu preferido de loooonge! É só ler ou ver algo falando sobre o filme que já me vem a música-tema na cabeça (never ending stoooory ah ah ah ah). Não me lembro muito bem quantos anos tinha quando vi pela primeira vez, mas sei que, em determinado momento, fiquei completamente viciada e obriguei todos os meus amigos e familiares a assistirem comigo. Várias vezes. E olha, sonho até hoje em dar uma volta com o Falcor, o cachorro voador.

Se você não faz ideia do que eu estou falando, aí vai um resuminho express do filme: tudo começa quando um garoto chamado Bastian entra em uma livraria e acaba achando um livro chamado (adivinhem só) A História Sem Fim. Ele acaba pegando o livro escondido e, enquanto lê, imagina-se transportado para um mundo de fantasia cheio de monstros e princesas. É o máximo, gente!

Meu Amigo Dragão

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Outro que eu amava. Na verdade, sempre que ia à locadora (sim, sou do tempo em que a gente alugava filmes) ficava na dúvida entre esse aqui e A História Sem Fim. É um filme bem velho da Disney, da década de 70, e um dos primeiros a misturar pessoas com desenhos animados. Passei boa parte da minha infância assistindo, mas aí cresci e ele ficou só na memória. Até que eu fui viajar para a Disney quando tinha 19 anos, comprei um CD com músicas de todos os filmes e lá estava uma do filme. Foi muita emoção porque eu nunca mais esqueci!

A história gira em torno de Pete, um órfão que foge da família adotiva e acaba indo morar em uma cidade pequena e humilde. O problema é que ele tem um amigo bem inusitado: o dragão Elliot, que é muito bonzinho, mas acaba envolvendo o menino em vários situações. Enquanto escrevia este post, descobri que O FILME GANHOU UM REMAKE NESTE ANO! Quero ver já!

Os Batutinhas

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Lembro que tinha uns 8 anos quando começou o auê por causa desse filme. Era muito nossa realidade, afinal, estávamos naquela fase em que odiávamos os meninos e eles odiavam a gente. Era tão legal que eu alugava toda hora, assistia com as amigas que dormiam em casa e não perdia quando passava na Sessão da Tarde (até quando eu já era adolescente).

Bem voltado para o público infantil, o filme conta a história de um grupo de amigos que funda um grupo de meninos que odeiam mulheres. Tudo vai muito bem até que um dos líderes se apaixona por uma menina, deixando o melhor amigo cheio de ciúme. Acontece que ele leva um monte de fora dela e pede uma forcinha justo para quem? Para o amigo, óbvio! O mais legal é que ele é bem atemporal, dá super pra ver com a sua priminha, por exemplo!

Anastasia

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Ela não é da Disney, mas fez tanto sucesso que eu coloco no mesmo patamar de piração da Ariel ou da Cinderela. O filme foi produzido pela Fox e estreou por aqui no finzinho de 1997. Lembro que assisti nas minhas férias, no Rio de Janeiro, e que estava completamente louca para ver sei lá eu por quê. Vai ver porque gostava das novelas da Thalía, que canta a música tema do filme. Fato é que eu nem tinha visto e já tinha a Barbie dela!

A animação é baseada na história da família Romanov, que morreu assassinada durante a Revolução Russa. Por muito tempo, acreditou-se que uma das filhas do Czar, Anastasia, teria sobrevivido. No filme, ela bate a cabeça durante a fuga e perde a memória. Anos depois, ela encontra dois pilantras (pausa para suspirarmos pelo Dimitri, que é o cara mais lindo já feito nas animações), que querem encontrar alguém que se pareça com a princesa apenas para ganhar a recompensa. Sou bem crescidinha, mas continuo amando o figurino da Anastasia. Quem mais?

A Princesinha

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Mais um clássico das minhas idas à locadora. Acho que vi pela primeira vez no cinema, mas não tenho muita certeza. Fato é que, depois de assistir uma vez, virou um vício. Fiz todas as minhas amigas assistirem, especialmente quando passava na Sessão da Tarde, e rolou até uma exibição completa com direito a todos os meus primos lá no Rio de Janeiro no último dia de algum ano (a velhice tá tensa, não me lembro de mais nada).

A princesinha, no caso, é uma menina bem fofa órfã de mãe e deixada em um internato por seu pai, que foi lutar na 1ª Guerra Mundial. Ela é muito querida por todas as outras meninas, mas acaba despertando a raiva da diretora do local. Só que aí o pai dela é dada como morto e a mulher é tão do mal que começa a tratar a garota como empregada. É triste, viu, gente? Eu sofria junto com a menina!

Menção honrosa: O Rei Leão

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Qualquer pessoa que foi criança nos anos 90 foi infectada pela febre de O Rei Leão. Foi um marco na história da Disney (meio como aconteceu com Frozen nesta década). Esse aqui eu lembro muito bem de assistir no cinema – aliás, o melhor programa EVER desta época era ir ao cinema para ver um lançamento da Disney – e de sair de lá querendo qualquer coisa relacionada ao filme e aos personagens.

Sei todas as músicas de cor até hoje, decorei as falas (“eu rio na cara do perigo”), mas o engraçado é que ele nunca foi meu filme favorito da Disney (se fosse apostar em algum, acho que seria A Bela Adormecida ou A Pequena Sereia). Seja como for, a história de Simba e sua jornada para comandar os animais é um clássico e originou até o desenho do Timão e Pumba que passava no SBT, no TV Cruj – quem lembra?

 

E vocês, também assistiam a algum desses filmes na infância?

Um beijo e feliz Dia das Crianças!

8 tendências que você usou muito neste inverno

Olá, pessoal! Estamos na contagem regressiva para a chegada da primavera. A estação mais florida do ano começa no próximo dia 22 e o frio promete ir embora de vez. Mas, enquanto isso, é tempo de fazer aquela retrospectiva gostosa sobre o nosso closet durante a temporada de outono/inverno. Não sei vocês, mas eu curti bastante a moda desta estação e já dá até um climinha de saudade. Vamos conferir o que bombou?

Suede

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Não tem como começar esta lista de forma diferente. O tecido da vez já tinha surgido de forma tímida no último verão, mas chegou com força total e invadiu todas as peças do armário feminino. Com pegada boho e clima dos anos 70, o suede (nome chique para a boa e velha camurça) foi visto em calças, bermudas, blusas, casacos, bolsas e até mesmo botas. O mais legal é que ele veio em várias lavagens, como caramelo, vermelho, azul e preto. Saiba mais sobre como usar o suede neste post.

Tênis branco

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Se você é ligada em tendência, tenho certeza absoluta de que passou esta temporada desejando um tênis branco. Mas não era qualquer tênis branco, não. O modelo da vez pegou força no Superstar, da Adidas, lançado há alguns anos, e que voltou com tudo. Ele tem pegada esportiva e listra de várias cores, sendo que o tradicional P&B foi o mais disputado. A parte boa é que várias marcas de calçados entraram na onda e lançara versões mais baratas (O meu é da marca própria da Dafiti e custou R$ 80). A gente usou com tudo: calça, saia, vestido e por aí vai!

Metalizado

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Reparou que as últimas temporadas de outono/inverno não tinham muito brilho? Esse talvez tenha sido um dos motivos que elevou o toque metalizado ao topo do sucesso. As roupas ganharam versões prateadas, douradas e bronze com clima futurista, mas que deixou o look chique e sem pesar. E não para por aí: o metal também foi visto nos calçados (inclusive no tênis branco) e até mesmo no universo da beleza, com linhas de batons e esmaltes com esse acabamento. A decoração não ficou de fora e investiu em peças com acabamento rosê gold. Isso sim que é bombar!

Veludo molhado

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Muitas de vocês já sabem que eu vivi toda a minha infância nos anos 90 e eu me lembro muito bem de uma calça preta de veludo que eu amava. O tecido foi esquecido, mas a década voltou com força total neste ano e o veludo pegou carona. Só que agora ele tem uma lavagem com efeito molhado, mais “molinho” e que se assemelha muito ao toque metalizado aqui de cima. Entre as cores que fizeram sucesso, estão vermelho, azul e verde. O que a gente mais desejou eram os conjuntos de terninhos e os macacões com esse acabamento.

Maxicolete

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O colete já se tornou indispensável no inverno. É só esfriar para vermos todo tipo de versões por aí, especialmente o de pele fake e o de matelassê. Mas, nesta temporada, o comprimento da peça cresceu e quem roubou a cena foi o maxicolete, com estilo de alfaiataria e barra na altura do joelho. Estranhamos no começo, mas aprendemos a usar por cima de vestido ou até mesmo para servir como destaque de looks do dia a dia. Ah, e ficou ótimo com tênis, não ficou?

Gola alta

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Sempre achei chique gola alta, mas nunca soube como usar e ficar estilosa. Ainda bem que ela voltou a ter nossa atenção nos últimos meses, assim pude pesquisar melhor sobre as combinações ideais. Antes eu tinha até um pouco de vergonha de sair de gola alta (ela tinha caído em desuso e eu me achava meio vó quando usava), mas usei até cansar nesta temporada. Principalmente nos dias de frio rigoroso que fizeram aqui em São Paulo. Tomara que ela continue em alta porque eu amo!

Jaqueta jeans oversized

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Lá nos anos 90, a gente usava tudo mais largo. Lembro das calças baggy, que faziam o maior sucesso e que entraram na minha vida na minha pré-adolescência. Daí o tempo foi passando e a gente usou tudo mais justinho, até que a moda fez a proposta de voltar com as peças oversized. E as lojas investiram em blusas soltinhas, calças largas e na jaqueta jeans comprida, uma das peças de maior sucesso da temporada. O look mais cobiçado dos últimos meses era combinar o jaquetão com vestido sequinho e tênis (reparou que ele está em todas, né?). Confesso que meu coração não suspirou pela jaqueta, mas quem sabe no próximo inverno?

Patches

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Mais uma tendência inspirada nos anos 90. Os patches são como broches de tecido que a gente costura ou cola por cima das peças. A diferença é que eles são coloridos e engraçados, com frases e expressões que deixam o look mais divertido. Foi uma verdadeira febre, especialmente nas lojas de fast fashion, que investiram em calças, blusas, jaquetas, bolsas e sapatos com o acessório. Outras lojas vendiam cartelas separadas com patches para você mesma customizar. Eu comprei uma regatinha e fez tanto sucesso quando usava que me arrependi de não ter comprado mais. Gosto MUITO de dar esse toque engraçadinho nos meus looks!

 

E vocês, o que mais usaram neste inverno?

 

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Backstreet Boys em São Paulo: Eu fui

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Contei aqui algumas vezes que toda a minha adolescência se passou entre o final dos anos 90 e começo dos anos 2000. Naquela época, a música pop bombava como nunca. Muito disso era em função das boy bands, que viviam seu ápice por causa de cinco rapazes que caíram no gosto – e no coração – de todas as garotas. Sim, amigas, estou falando dos Backstreet Boys, que passaram pelo Brasil neste mês com a turnê In a World Like This, que comemora os mais de 20 anos de carreira da banda.

Eles sempre foram soberanos na minha vida. Era uma época em que a gente não tinha iPod, smartphone e muito menos Youtube. Eu escutava os CDs deles todo santo dia antes ou depois da escola. O curioso é que isso fazia a gente decorar o número das faixas (Sempre dizia: “Nossa, a música 7 é muito boa, mas a 5 é chatinha”). E para ver os clipes a gente tinha que dar a sorte de ver passando na TV ou ligar enlouquecidamente para o Disk MTV. Quando um clipe novo estreava, eu cancelava tudo para acompanhar ao vivo. Era uma emoção tremenda!

Comecei a gostar dos Backstreet Boys em 1998 (faz 17 anos, gente! Como que esse tempo passou tão rápido?) e até hoje eu não sei bem como tudo começou. Só sei que em questão de meses eu tinha todos os CDs que tinham sido lançados e só pensava no loirinho da banda, o Nick Carter. Em dois anos, ele virou minha paixão. Era daquelas que tinham pastas e pastas com fotos dele. Acho que eu sabia mais da vida dele do que ele mesmo rs…

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Eles vieram para cá pela primeira vez no finalzinho de 2000 para uma turnê promocional para lançar o CD Black and Blue, mas o show mesmo aconteceu um ano depois. Eu tinha 12 anos e minha mãe foi obrigada a me acompanhar. Foi um mega evento e eu não consegui ver quase nada por causa da multidão. Logo depois eles deram um tempo, o Nick lançou um CD solo – que eu amo muito até hoje – e eu escolhi uma música dele para a minha festa de 15 anos (essa aqui ó).

A coisa não deu muito certo e eles voltaram, lançando mais um CD. Só que o Kevin resolveu sair e, por muito tempo, os Backstreet Boys eram apenas quatro. Eles voltaram para cá em 2009 e eu fui mais uma vez. Fizeram outro show em 2011 e eu resolvi ir recebê-los no aeroporto. Até falei com o Nick e recebi um tchauzinho de volta, mas foi só. Pensei que ali minha vida com eles tinha se resolvido.

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Então, quando eles anunciaram que viriam ao Brasil neste ano com o Kevin de volta, não me empolguei muito. Pensei: “vale a pena ver um show deles pela quarta vez?”. Fui ver os preços e quase caí para trás. Era MUITO caro, praticamente impossível. Desisti. Daí a data foi se aproximando e comecei a me arrepender. Assisti aos clipes velhos – sim, aqueles que a gente esperava para ver na MTV – e ao documentário que eles fizeram recentemente e aí fiquei morta de vontade de ir. Mas faltava algo muito importante: o ingresso.

Um dia antes de os shows começarem aqui em São Paulo (foram três, nos dias 12, 13 e 14 deste mês) a empresa onde eu trabalho divulgou que faria um sorteio de cinco pares de ingressos. Era tudo que eu mais queria. Meu pensamento foi tão positivo que deu certo e… EU GANHEI!!!! Eu bem que tentei não ir, mas é aquela história de primeiro amor que a gente nunca esquece, sabe?

Nos últimos dois shows, eu fiquei bem longe. Desta vez fiquei na pista, no meio do calor humano da galera. Tenho 27 anos e sinto que não estou mais no pique para essas coisas, mas até que a aglomeração não me incomodou. Muito menos a dor no pé – causada pelas inúmeras vezes em que eu fiquei na ponta para enxergar melhor -, os gritos histéricos no meu ouvido e a garganta dando sinais de que não aguentava mais. Tudo porque, pela primeira vez em 14 anos, eu consegui assistir a um show deles bem de pertinho!

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

O mais legal desse show foi a possibilidade de estar ao lado de meninas que viveram a mesma coisa que eu vivi. Foi maravilhoso cantar, gritar e pular (pelo menos tentar né, porque era quase impossível com tanta gente) sem ninguém me julgar. E foi incrível ver como eles ainda arrasam mesmo beirando ou já nos 40. E aí você se dá conta de que está velha quando percebe que eles até eram bonitinhos no começo, mas hoje estão muito mais charmosos com pancinhas e ruguinhas.

O setlist foi incrível e não deixou nenhum hit de fora. Desde as primeiras músicas, como We’ve Got It Going On, até Drowning, que entrou como a única inédita na coletânea que eles lançaram. Não conhecia todas as músicas do CD novo, mas amei tanto que escutei assim que cheguei em casa. É muito curioso saber que eu ainda sei de cor as letras das músicas que eu ouvia há muitos e muitos anos.

Este show só serviu para reacender o meu amor de infância que ficou congelando desde o dia em que os vi no aeroporto. Serviu para me fazer recordar tantos momentos maravilhosos que eu vivi enquanto ouvia as músicas dele. E me fez ter a certeza de que eu vou nos próximos. Que seja mais um, mais dois, mais dez… Eu estarei lá com toda a certeza deste mundo!

Quero agradecer a minha empresa mais uma vez por me proporcionar esta experiência maravilhosa. Como alguns amigos falaram, não poderia ter melhor pessoa para vencer este sorteio. Entrou na minha lista de shows favoritos da vida!

Avaliação: ♥♥♥♥♥  (Pode colocar mil coraçõezinhos?)

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Não postei muitas fotos porque eles não paravam quietos, então acabei filmando mais do que tirando fotos. Já postei alguns vídeos no Instagram do meu blog (@fikdikblog) e no meu perfil pessoal (@camillafc). Corre lá para conferir!

E se você não faz ideia de quem são os Backstreet Boys, clica aqui para ouvir uma playlist bem linda com todos os clipes que a gente se matava para ver. Nada como a tecnologia dos dias de hoje!

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época