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Meus desenhos favoritos da Disney

Olá, pessoal! Desde o começo deste blog, descobri que amo escrever listas sobre qualquer assunto. No ano passado, li o livro O Guia Para Ser Você Mesma, das blogueiras Lia Camargo e Melina Souza, e amei que elas também reservaram um espaço para fazer listas aleatórias, entre elas, os filmes da Disney que elas mais gostam. Amei tanto a ideia que decidi fazer o mesmo por aqui!

Antes de começar, queria contar algumas coisinhas para vocês. Nasci no finalzinho dos anos 80 e vivi toda a minha infância nos anos 90, considerada a década de ouro da Disney, então muitas das minhas escolhas são dessa época. Tenho quase 30 anos e continuo apaixonada pelos desenhos, mas é engraçado ver como algumas coisas mudam. Eu sempre gostei de A Bela Adormecida, hoje acho chato (com exceção da Malévola, que continua diva).

Achei que seria superfácil escolher meus 10 filmes favoritos, mas foi muito difícil porque eu amo tantos rs… Mas aí inclui os que realmente não poderiam faltar e a lista ficou um pouquinho maior. Vamos conhecer meus escolhidos?

A Pequena Sereia

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Eu tinha 1 ano quando este filme foi lançado, então não lembro quando assisti pela primeira vez. Mas sei que sempre fui fascinada pela Ariel e pelo filme. Fui duas vezes para a Disney quando era bem pequena e só voltei com 19, que foi quando eu realmente curti (quero voltar pra lá, gente, não consigo cansar!) os parques e toda a magia Disney que realmente é incrível!

Aproveitei para comprar o DVD de A Pequena Sereia porque fazia anos que não via e descobri que realmente é maravilhoso. A história é bobinha e surreal, mas as músicas são as melhores de todas, a Úrsula é a minha vilã preferida e o Sabidão, aquela gaivota estridente, está na lista dos melhores personagens coadjuvantes da Disney. Amo demais!

Aladdin

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Acho que esse foi o meu preferido da infância. Eu tinha 5 anos quando estreou, mas lembro perfeitamente de quando fui no cinema assistir. Adorei demais a história, as músicas e nutri um amor platônico pelo Aladdin que continua firme e forte até hoje (ele é gatinho vai, gente). O filme é supercolorido, alegre, tem uma pegada diferente por ser passar em terras árabes, além de uma princesa estilosa, ainda que chatinha. Posso assistir agora?

O Rei Leão

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Quem viveu na década de 90 sabe da importância deste filme. Foi uma das maiores bilheterias da história da Disney e virou um fenômeno, tanto que serviu de inspiração para o musical da Broadway que já passou aqui no Brasil. Não é o meu favorito, mas eu sei quase todas as falas de cor e adoro as músicas. O vilão Scar também é um dos mais importantes dos desenhos da Disney e é o tipo de história que não cansa – eu já perdi a conta de quantas vezes assisti.

Mulan

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Não disse que as coisas mudam? Achava Mulan chato (mas amava a boneca que cortava o cabelo), até que fui assistir quando já era adulta e tive outra sensação. A Mulan chegou numa época de contos de fada, príncipes e princesas, mas foi uma das primeiras mulheres a romper com essa idealização. Ela se passou por homem, aprendeu a lutar e o que veio depois disso foi consequência dos seus próprios atos. Ela virou minha princesa favorita (nunca entendi porque ela é considerada princesa) e o filme tem a minha música preferida de todas da Disney: I’ll Make a Man Out Of You (escuto essa versão original em inglês quase sempre e canto junto rs)

Divertida Mente

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Este é bem recente e já faz parte da era pós parceria entre a Disney e a Pixar, mas me tocou de tantas formas. Eu amo filmes com fundo psicológico e Divertida Mente é psicologia pura, do início ao fim. Tem diversas mensagens, uma baita criatividade e a incrível capacidade de me fazer chorar todas as vezes em que vi até agora. Adoro a forma como os personagens foram feitos, a escolha das emoções e todo o sistema de controle dos sentimentos. Mas a cena que envolve o Bing Bong (não vou falar mais para não dar spoiler) é uma das mais lindas que já vi na vida!

Bernardo e Bianca

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Filme antigo que caiu no esquecimento, mas que deveria ser visto por todo mundo. Sempre amei, especialmente porque os personagens são muito bem descritos. Adoro a postura metidinha da Bianca e o jeito atrapalhado do albatroz Abílio, mas nada se compara à Medusa, uma das melhores vilãs da Disney, junto com a Úrsula e a Malévola. Já imitei tantas vezes a voz e as cenas que ela faz que mesmo sendo horrível, ela ocupa um lugarzinho especial no meu coração.

A Dama e o Vagabundo

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Filmes com animais já são especiais, ainda mais quando são estrelados por cachorros. Amo cães desde criança e comecei a conviver com eles bem cedo, então o amor por este filme foi imediato. Fiquei um tempo sem assistir e, quando finalmente revi, descobri que ele era ainda melhor. É maravilhoso mostrarem como os cachorros gostam de crianças e fazem de tudo para defendê-las, além de explorarem algumas particularidades de cada raça. Também amo o Joca e o Caco, os amiguinhos da Lady. Muita fofura!

Up! Altas Aventuras

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Este filme rompeu a ideia de que desenhos são feitos apenas para crianças. Parece começar fofinho, mas logo vem um baque e a gente fica com um nó na garganta. O fofo sr. Fredricksen, que se recusa a deixar sua casa, onde viveu por anos ao lado da esposa, decide realizar um antigo sonho do casal de visitar um paraíso na América do Sul. Só que ele acaba levando junto Russel, um garotinho que precisa ajudar um idoso para ganhar uma medalha no clube de escoteiros. Juro, é tanta lição de vida que a gente aprende que é impossível não chorar. A partir dele, muitas animações começaram a ser desenvolvidas muito mais para os adultos do que para o público infantil. Eu amo demais!

Alice no País das Maravilhas

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Gosto deste filme desde pequena e o curioso é que as crianças normalmente não gostam porque é muita loucura para entender. Sempre gostei de todos os personagens, aí li o livro durante a faculdade e tive outra visão da história, o que me fez amar ainda mais toda a insanidade do desenho. Gostava demais do Gato Risonho, agora prefiro os gêmeos Tweedledee e Tweedledum. Mas é só ver qualquer coisa do desenho da Alice que eu piro. Todo mundo tem que ver pelo menos uma vez na vida.

Detona Ralph

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Polêmico, hein! Muita gente não gosta, acha chato, nunca viu nem tem vontade, mas eu gosto demais de Detona Ralph. A razão número 1 é porque a música do filme é do Owl City, projeto musical que eu amo profundamente, e que rendeu um dos clipes mais lindos e fofos que o Adam Young já fez na vida. Fui ao cinema por causa da música mesmo, confesso, mas saí apaixonada pela criatividade da história e pela Vanellope, uma das minhas personagens favoritas da Disney. É tão fofo, mas tão fofo, que eu fiz questão de ficar um tempão na fila para tirar fotos com os personagens na última vez em que fui para Orlando, em 2013. Ah, e vem uma continuação nos próximos anos. Oba! ♥

Frozen

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Frozen é O Rei Leão desta década. Bateu recordes de bilheterias e deu um novo gás para os filmes da Disney, que andavam meio em baixa depois da chegada das animações feitas pela Pixar. Por isso, se tornou um clássico e não tem como deixar de fora desta lista. Não sou a maior fã do filme, mas tenho um carinho muito grande porque fui ver logo no dia de estreia com a minha irmã, que na época tinha 6 anos. Foi a primeira vez que nós fomos ao cinema sozinhas e o filme fala justamente sobre o amor de irmãs. Ela passou o filme todo de braço dado comigo e foi lindo de verdade, então ficou marcado!

A Princesa e o Sapo

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Lembro que fui para a Disney em dezembro de 2009 e só tinham coisas deste filme, então fiquei morrendo de vontade de assistir. Aí só ouvia comentários negativos sobre o filme e fui perdendo o interesse. Anos mais tarde, durante uma viagem de avião, bateu aquele tédio e eu decidi assistir. Tentei duas vezes, mas não fui para frente. Só consegui mesmo ver tudo quando sentei na frente da TV e percebi que ele era realmente muito bom. Assim como a Mulan, a Merida e a Moana, a Tiana é uma princesa diferente que está mais preocupada em trabalhar do que achar um príncipe. E foi aí que eu gostei dela, fora as roupas, os figurinos, o vilão bem macabro. Meu único ponto é que o filme realmente é mais para adultos do que crianças.

 

E vocês, quais filmes da Disney mais gostam?

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Top 5 – Filmes que marcaram a minha infância

Esse tempo realmente passa rápido demais, né? Mal tive tempo pra piscar e já estamos em outubro falando sobre uma das comemorações mais gostosas do ano: o Dia das Crianças. Claro que essa data é muito mais gostosa quando você é pequena, ganha presentes e pode ser paparicada. Ou quando você é mãe e prepara um dia maravilhoso ao lado do filho, mas enfim…

Resolvi aproveitar o clima de festa para falar sobre os filmes que eu mais gostava de assistir quando era criança. Sabe o que é mais engraçado nisso tudo? A gente percebe que está velha quando comenta sobre um determinado filme com uma pessoa mais nova e ela responde “nossa, nunca vi, aliás, nem sabia que existia”. Acreditem: isso aconteceu comigo e, não, não foi nada legal!

Vamos conhecer os escolhidos da vez?

A História Sem Fim

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O meu preferido de loooonge! É só ler ou ver algo falando sobre o filme que já me vem a música-tema na cabeça (never ending stoooory ah ah ah ah). Não me lembro muito bem quantos anos tinha quando vi pela primeira vez, mas sei que, em determinado momento, fiquei completamente viciada e obriguei todos os meus amigos e familiares a assistirem comigo. Várias vezes. E olha, sonho até hoje em dar uma volta com o Falcor, o cachorro voador.

Se você não faz ideia do que eu estou falando, aí vai um resuminho express do filme: tudo começa quando um garoto chamado Bastian entra em uma livraria e acaba achando um livro chamado (adivinhem só) A História Sem Fim. Ele acaba pegando o livro escondido e, enquanto lê, imagina-se transportado para um mundo de fantasia cheio de monstros e princesas. É o máximo, gente!

Meu Amigo Dragão

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Outro que eu amava. Na verdade, sempre que ia à locadora (sim, sou do tempo em que a gente alugava filmes) ficava na dúvida entre esse aqui e A História Sem Fim. É um filme bem velho da Disney, da década de 70, e um dos primeiros a misturar pessoas com desenhos animados. Passei boa parte da minha infância assistindo, mas aí cresci e ele ficou só na memória. Até que eu fui viajar para a Disney quando tinha 19 anos, comprei um CD com músicas de todos os filmes e lá estava uma do filme. Foi muita emoção porque eu nunca mais esqueci!

A história gira em torno de Pete, um órfão que foge da família adotiva e acaba indo morar em uma cidade pequena e humilde. O problema é que ele tem um amigo bem inusitado: o dragão Elliot, que é muito bonzinho, mas acaba envolvendo o menino em vários situações. Enquanto escrevia este post, descobri que O FILME GANHOU UM REMAKE NESTE ANO! Quero ver já!

Os Batutinhas

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Lembro que tinha uns 8 anos quando começou o auê por causa desse filme. Era muito nossa realidade, afinal, estávamos naquela fase em que odiávamos os meninos e eles odiavam a gente. Era tão legal que eu alugava toda hora, assistia com as amigas que dormiam em casa e não perdia quando passava na Sessão da Tarde (até quando eu já era adolescente).

Bem voltado para o público infantil, o filme conta a história de um grupo de amigos que funda um grupo de meninos que odeiam mulheres. Tudo vai muito bem até que um dos líderes se apaixona por uma menina, deixando o melhor amigo cheio de ciúme. Acontece que ele leva um monte de fora dela e pede uma forcinha justo para quem? Para o amigo, óbvio! O mais legal é que ele é bem atemporal, dá super pra ver com a sua priminha, por exemplo!

Anastasia

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Ela não é da Disney, mas fez tanto sucesso que eu coloco no mesmo patamar de piração da Ariel ou da Cinderela. O filme foi produzido pela Fox e estreou por aqui no finzinho de 1997. Lembro que assisti nas minhas férias, no Rio de Janeiro, e que estava completamente louca para ver sei lá eu por quê. Vai ver porque gostava das novelas da Thalía, que canta a música tema do filme. Fato é que eu nem tinha visto e já tinha a Barbie dela!

A animação é baseada na história da família Romanov, que morreu assassinada durante a Revolução Russa. Por muito tempo, acreditou-se que uma das filhas do Czar, Anastasia, teria sobrevivido. No filme, ela bate a cabeça durante a fuga e perde a memória. Anos depois, ela encontra dois pilantras (pausa para suspirarmos pelo Dimitri, que é o cara mais lindo já feito nas animações), que querem encontrar alguém que se pareça com a princesa apenas para ganhar a recompensa. Sou bem crescidinha, mas continuo amando o figurino da Anastasia. Quem mais?

A Princesinha

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Mais um clássico das minhas idas à locadora. Acho que vi pela primeira vez no cinema, mas não tenho muita certeza. Fato é que, depois de assistir uma vez, virou um vício. Fiz todas as minhas amigas assistirem, especialmente quando passava na Sessão da Tarde, e rolou até uma exibição completa com direito a todos os meus primos lá no Rio de Janeiro no último dia de algum ano (a velhice tá tensa, não me lembro de mais nada).

A princesinha, no caso, é uma menina bem fofa órfã de mãe e deixada em um internato por seu pai, que foi lutar na 1ª Guerra Mundial. Ela é muito querida por todas as outras meninas, mas acaba despertando a raiva da diretora do local. Só que aí o pai dela é dada como morto e a mulher é tão do mal que começa a tratar a garota como empregada. É triste, viu, gente? Eu sofria junto com a menina!

Menção honrosa: O Rei Leão

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Qualquer pessoa que foi criança nos anos 90 foi infectada pela febre de O Rei Leão. Foi um marco na história da Disney (meio como aconteceu com Frozen nesta década). Esse aqui eu lembro muito bem de assistir no cinema – aliás, o melhor programa EVER desta época era ir ao cinema para ver um lançamento da Disney – e de sair de lá querendo qualquer coisa relacionada ao filme e aos personagens.

Sei todas as músicas de cor até hoje, decorei as falas (“eu rio na cara do perigo”), mas o engraçado é que ele nunca foi meu filme favorito da Disney (se fosse apostar em algum, acho que seria A Bela Adormecida ou A Pequena Sereia). Seja como for, a história de Simba e sua jornada para comandar os animais é um clássico e originou até o desenho do Timão e Pumba que passava no SBT, no TV Cruj – quem lembra?

 

E vocês, também assistiam a algum desses filmes na infância?

Um beijo e feliz Dia das Crianças!

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!

Top 5: Os pais mais incríveis do cinema

O Dia dos Pais vai ser comemorado amanhã (10) e nada melhor do que aproveitar o domingo na companhia do cara mais importante da sua vida. Além do presente e do almoço em família, que tal acrescentar um filme bem gostosinho para assistir com ele durante a tarde? Pegando carona no post do Dia das Avós, preparei uma lista com os cinco pais mais fofos e incríveis do cinema. Tem opções para todos os gostos. É só escolher a que mais combina com o seu “velho” e não se esquecer da pipoca, combinado? Vamos lá:

Gru (Meu Malvado Favorito)

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Parafraseando a nossa querida Agnes, o Gru é tão fofiiiiiinho que super merece ocupar o primeiro lugar deste Top 5. Ele é a prova de que os filhos podem mudar os pais (para muito melhor, claro). Antes de adotar Margot, Edith e Agnes, nosso malvado favorito não era tão malvado assim, mas ficava longe de ter um espírito paternal. Com a chegada das meninas, ele descobriu que é muito gostoso ser paparicado pelas crianças. E na segunda parte da história, percebemos que agora ele faz de tudo – até se vestir de fada encantada – para ver as pequenas felizes. Medalha de ouro na certa!

Daniel/Mrs. Doubtfire (Uma Babá Quase Perfeita)

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Clássico da “Sessão da Tarde” que mora nos nossos corações até hoje, o filme mostra do que os pais são capazes para ficarem perto dos filhos. No caso de Daniel (aliás, uma das melhores interpretações do ator Robin Williams), ele virou mulher e se apresentou como uma babá nos moldes da Mary Poppins para ficar com os filhos mesmo depois de se separar. Esse lado mágico, irreverente e pra lá de divertido encantou até mesmo a ex-esposa. É bonitinho e tem cenas engraçadíssimas que fazem a gente rir mesmo depois de já ter visto inúmeras vezes.

Marlin (Procurando Nemo)

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Quando pensei nessa lista, a primeira opção que me veio à cabeça foi o peixe-palhaço que parte em uma incrível jornada pelo oceano atrás do filho desaparecido. Pois é, Procurando Nemo é um filme fofo que encantou todas as idades, mas tem como pano de fundo a relação entre pai e filho. E o mais incrível de tudo é que, mesmo após 11 anos do lançamento (oi, estamos velhas), o filme conseguiu retratar a realidade das famílias brasileiras. Marlin é viúvo e precisa se desdobrar para cuidar do filho – e isso inclui algumas bronquinhas para educá-lo. Ah, não podemos nos esquecer de que o filme tem a Dori, a peixinha mais querida de nossas vida. Não é mesmo?

Guido (A Vida É Bela)

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Esse é um verdadeiro paizão. Daqueles que conseguem transformar um fato tão triste (como os campos de concentração da Segunda Guerra Mundial) em algo irônico. Cheio de bom humor, ele inventa as histórias mais absurdas para que o filho não perceba o horror da situação que está vivendo. Tanto que o pequeno não consegue processar direito o que acontece no final do filme. Nós, porém, entendemos perfeitamente e dificilmente conseguimos evitar as lágrimas. Sou suspeita porque amo de verdade esse filme e posso ver várias vezes sem enjoar.

Ed Bloom (Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas)

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Peixe Grande está entre os três melhores filmes que eu já vi na vida, então essa escolha era um pouco óbvia para mim. Esse é o caso clássico do filho que não aceita o comportamento do pai e resolve cortar relações. O que nós percebemos é que o Ed (vivido pelo fofíssimo Ewan McGregor) gosta de florear os acontecimentos da vida para torná-los mais emocionantes e divertidos – e vamos combinar, quem nunca fez isso? É tão mágico, mas tão mágico, que o filme termina sem que a gente de fato saiba se o gigante, a bruxa e as chinesas siamesas (entre outros personagens) de fato existiram. Lindo lindo!

Menção honrosa: Mufasa (O Rei Leão)

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Não poderia, de forma alguma, terminar esta lista sem incluir o Mufasa. Afinal, foi graças a ele que eu (e todos os que cresceram nos anos 90) descobri o que é amor entre pai e filho e, claro, a morte. Pois é, a cena em que ele parte dessa para melhor é considerada uma das mais tensas dos desenhos da Disney. Mesmo assim, o dono da savana é um dos personagens mais queridos dos desenhos. Arrasou, Mufasão!

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Fik Dik Blog de cara nova!

O Fik Dik está comemorando quatro meses no ar. Por isso, ganhou novo layout e nova imagem de cabeçalho. O sistema de navegação no blog continua o mesmo, mas agora está mais personalizado e com o meu jeitinho. Aproveitem!