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6 coisas para fazer antes que o verão termine

A gente costuma dizer que o ano só começa mesmo em março, quando as folias do Carnaval definitivamente acabam. Mas existe outro porquê para essa afirmação: a chegada do outono. Neste ano, o verão se despede no dia 20. Embora muitas pessoas (como eu) adorem as roupas e as comidas de frio, perde-se um pouco da alegria da estação mais quente de todas. Brinco que o ano fica sem graça.

Tudo isso para dizer que nós ainda temos alguns dias para aproveitar o verão. Tem tanta coisa legal para fazer nesta época que eu separei algumas ideias. Olha só:

 

Viajar

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Eu sou movida a viagem. Sério, o que a gente ganha quando sai do nosso mundinho é uma maravilha. É uma oportunidade de ganhar cultura, conhecer novos lugares e pessoas e se autoconhecer. Se você é como eu e adora praia, dá para ser muito feliz viajando pelo menos no fim de semana. Vale ainda um refúgio no campo ou uma temporada na casa da família no interior. Sabe aquela coisa de recarregar as energias?

 

Renovar o bronzeado

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A gente tomou muito sol durante a temporada de festas de fim de ano e no Carnaval, mas aí voltamos ao ritmo e o bronzeado já desbotou um pouquinho. Não tem problema, amiga! Que tal aproveitar esses últimos dias de verão para ficar mais morena? Para driblar a falta de tempo, uma ótima dica é acordar mais cedo e tomar ao menos meia hora de sol. E tem mais: essas horinhas iniciais da manhã são as mais indicadas pelos especialistas porque têm menor incidência solar. Só não se esqueça do filtro solar e tome cuidado com a pele descascando (falo mais sobre isso nesse post).

 

Continuar o projeto verão (ao ar livre)

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Se você acompanha este blog com frequência, já sabe da importância de continuar firme e forte com o #projetoverão em qualquer época do ano. Mas, enquanto o outono não chega, dá para se exercitar ao ar livre. Qualquer modalidade, mesmo as corridinhas, fica mais gostosa fora do ambiente da academia. Ah, aproveite para chamar uma amiga ou sua irmã para te acompanharem nessa missão. É tão bom ter alguém por perto nessas horas para te incentivar, não é mesmo?

 

Ir ao cinema

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Ok, aqui entra uma questão de gosto (muito pessoal), porque eu meio que moro no cinema nesta época. O motivo? Início de ano, para mim, é sinônimo de Oscar e isso significa que as salas estão lotadas de ótimos filmes. Eu sempre tenho vontade de ver todos os indicados, se possível antes da premiação, mas alguns só estreiam no Brasil depois do evento. Olha aí um ótimo programa para curtir no fim de tarde ou no fim de semana.

 

Cortar o cabelo

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Sim, a gente pode (e deve!) cortar o cabelo a cada tanto e ao longo de todo o ano, mas o verão detona nossos fios. Como? O cloro da piscina, o sol, o sal do mar e o vento deixam o cabelo mais ressecado, quebradiço e propício para o surgimento de pontas duplas. Não tem nada melhor nesse finzinho de estação do que marcar um horário no salão, cortar um pouco (ou muito, depende de você), fazer aquela hidratação mara e renovar o visual para o resto do ano. Eu sempre faço esse ritual e dá certo!

 

Aproveitar as liquidações

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Normalmente, as promoções de verão começavam em março. Mas, em tempos de crise, a gente já via as famosas liquidas logo na primeira semana do ano. Muitas lojas já estão com coleções de outono/inverno, mas ainda dá para garantir peças boas por um precinho justo. Procure por itens básicos, como regatas, shorts e vestidos, e deixe de lado as tendências da estação, que correm o risco de desaparecer ao longo do ano.

 

Gostaram das dicas? O que mais vocês costumam fazer durante o verão?

 

Um beijo e até o próximo post!

Como se vestir nas festas de fim de ano

Outro dia comentei aqui no blog que o mês de dezembro é mais corrido – e gostoso – por conta da quantidade de eventos. O clima de confraternização vai além do Natal e do Ano Novo e envolve uma série de jantares, almoços, reuniões e por aí vai. Com a agenda tão cheia de compromissos, a pergunta que fica é: como se vestir nessas ocasiões?

Pois é, o primeiro passo é entender que cada um desses eventos exige um look diferente. Enquanto o Natal é mais família, o jantar de amigo secreto com as amigas é mais informal. É mais do que normal ficar em dúvida, mas não há motivos para desespero. Preparei um guia para te ajudar nessa missão (quase) impossível. Vamos lá?

 

Amigo secreto

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Normalmente, é o primeiro evento da sua lista interminável de comemorações em dezembro. Chega novembro e você já recebe uma infinidade de convites para entrar em grupos com os amigos da escola, o pessoal da faculdade, os colegas do trabalho… São tantos que a gente até pensa em desistir (ainda mais em tempos de crise), mas eu ADORO essa brincadeira!

Justamente por ter um clima descontraído, o look pode ser mais leve. O calor é comum nesta época do ano, então aproveite para criar uma combinação que deixe as pernocas de fora. Pode ser com um vestido soltinho – de preferência estampado para combinar com a estação alegre – ou regatinha + saia. Arremate com rasteirinha e bolsa a tiracolo.

 

Festa da firma

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Aqui a coisa fica mais séria porque o clima é de festa, mas os convidados são seus colegas, ou seja, aquelas pessoas que você vê todo dia. Isso significa que você será observada o tempo todo. E qualquer coisa errada pode render assunto por todo o ano seguinte e inclusive prejudicar sua carreira (assuntos para outro post que entrará em breve).

Por isso, é preciso ter MUITO cuidado na hora de escolher a roupa. Qualquer tipo de exagero deve ser evitado. Isso inclui comprimentos curtos demais, brilhos além da conta e decotes profundos. Quer se sentir sexy? Dá para ter o mesmo efeito com um vestido preto discreto, mas poderoso. Para não errar, invista em algo na altura dos joelhos e deixe o destaque por conta da maquiagem.

 

Natal

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Como falei lá em cima, o Natal é aquele momento que você curte com a família. Os mesmos exageros que você deve evitar na festa da firma também devem ficar de fora desta ocasião. Imagine se sentar ao lado da sua avó com um vestido tipo periguete? Não rola, né? Fora que a data tem um significado muito especial e pede justamente esse momento de união, então não tem nada a ver com balada.

Aqui o segredo é achar um ponto de equilíbrio entre a combinação do amigo secreto e a da festa da firma. Coloque uma roupa bacana (vestido, blusinha e saia ou até mesmo um macaquinho), arrume bem o cabelo, mas não exagere muito no make porque você vai acabar passando mais tempo em casa do que na rua.

 

Réveillon

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Normalmente é assim: passamos as primeiras noites de Ano Novo com a nossa família quando somos crianças, mas depois planejamos viagens e outros eventos e é comum que a gente só ligue para os pais para desejar sorte no próximo ano. Em festas com amigos ou com o namorado, dá para deixar os cuidados um pouco de lado e encontrar algo que combine com o seu estilo.

Você pode até não ser supersticiosa, mas escolher um modelito branco, dourado ou prata é garantia de fazer bonito. E olha que bacana: brilhos são superaceitos, inclusive para quem vai passar na praia. É que o pessoal está em clima de festa mesmo, sabe? E quanto mais pompa, melhor!

 

Agora ficou mais fácil saber como se vestir durante os eventos do mês de dezembro, né?

Férias em casa: o que fazer?

Estamos em julho e, para algumas pessoas, é tempo de relaxar e curtir as férias. Quando estava na escola, aguardava ansiosamente por esse período justamente pela felicidade de não fazer nada. Não sei se acontece – ou acontecia – com vocês, mas eu amava essa época no começo e depois ficava brava por não ter o que fazer.

Esse é justamente o principal motivo deste post. Vai tirar férias, mas está sem grana para viajar e não planejou nada? Sem problemas. Ficar em casa tem lá suas vantagens e não são poucas. Quer ver só?

Arrumar o armário

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É algo que eu SEMPRE faço quando tenho um tempinho livre, nem que seja em um feriado prolongado. A gente vive reclamando que está sem roupa ou que uma determinada blusa sumiu, mas nunca encontramos a disposição necessária para colocar a bagunça em ordem. E outra: é quase impossível manter tudo no lugar certo com a correria em que a gente vive. Por isso, nada melhor do que arregaçar as mangas e arrumar gaveta por gaveta. Aproveite ainda para fazer uma seleção das peças e doar aquelas que não servem mais. Ah, aqui também vale arrumar o quarto todo ou então organizar a casa.

Acordar sem pressa

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Sem dúvidas, essa é melhor parte de tirar férias. É a desculpa perfeita para dormir até as 10h sem medo de chegar atrasada em algum compromisso. Para quem prefere acordar cedo, tem outra vantagem: dá para curtir aquela preguicinha na cama e ficar rolando de um lado para outro sem preocupações. Não tem coisa mais gostosa – ainda mais neste friozinho de inverno.

Começar (e terminar) uma série

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Este item está diretamente relacionado ao anterior. Como não existe um horário certo para acordar, dá para passar a noite toda acordada vendo aquela série que você morre de vontade de assistir. O melhor é que, se o seriado já tiver terminado, dá para ver tudo de uma vez só. Outra coisa que eu SEMPRE faço quando tenho um tempo livre. Às vezes, passo um dia inteirinho vendo episódios.

Praticar uma atividade física

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É do tipo que a culpa a falta de tempo para não malhar? Pois bem, esse problema não existe nas férias. É hora de fazer valer o plano da academia que você tem preguiça de frequentar ou então de descobrir uma atividade que te dê prazer. Que tal caminhar pelo bairro ou em um parque? Outra ideia (que faz parte da minha realidade) é finalmente começar a correr. Também dá para dar uma volta de bike ou encontrar um curso intensivo de alguma modalidade, como dança. É a alternativa ideal para aqueles dias em que a gente se enche de ficar em casa e ainda deixa a saúde em dia.

Ler todos os livros que você comprou

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Sou dessas que sempre compra um livro novo mesmo com uma pilha enorme de exemplares para ler. Demoro cerca de 1 mês para terminar uma história (esse tempo pode demorar mais ou menos dependendo do título) e até tento dar um jeito de terminar a pilha, mas tenho a sensação de que ela só aumenta. Assim como as séries, dá para passar o dia todo lendo nas férias e, com isso, ler um número maior de livros. Se você não é do tipo que lê, é a oportunidade perfeita para encontrar novos autores e descobrir o prazer da leitura.

Ver quantos filmes quiser

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Da mesma forma que tenho uma pilha de livros não lidos, tenho uma lista de filmes que desejo assistir. Só que a falta de tempo, mais uma vez, não me permite ver todos eles. Dá para resolver esse problema durante as férias. Vale chamar as amigas e organizar uma sessão cinema (veja algumas sugestões de filmes aqui) ou então assistir sozinha mesmo com tudo que tem direito: calça velha de moletom, debaixo do cobertor e com um balde de pipoca ao lado. Afinal, é hora de aproveitar as férias e deixar a dieta de lado. É ou não é?

Fazer compras

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As consumistas de plantão vão concordar comigo. É maravilhoso ir ao shopping no meio da tarde, sem aquela muvuca do fim de semana, nem que seja apenas para tomar um café e passear. Mas, se quiser fazer compras, dá para entrar em uma loja e olhar tudo com calma ou então escolher o presente de aniversário de uma amiga sem pressa. Para quem não liga de ir ao cinema sozinha, é a melhor época para assistir grandes lançamentos em um horário tranquilo. Sem fila, sem barulho, sem celular tocando. Tudo numa boa! Eu só fiz isso uma vez, mas adoraria fazer de novo. Quem sabe nas próximas férias?

Backstreet Boys em São Paulo: Eu fui

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Contei aqui algumas vezes que toda a minha adolescência se passou entre o final dos anos 90 e começo dos anos 2000. Naquela época, a música pop bombava como nunca. Muito disso era em função das boy bands, que viviam seu ápice por causa de cinco rapazes que caíram no gosto – e no coração – de todas as garotas. Sim, amigas, estou falando dos Backstreet Boys, que passaram pelo Brasil neste mês com a turnê In a World Like This, que comemora os mais de 20 anos de carreira da banda.

Eles sempre foram soberanos na minha vida. Era uma época em que a gente não tinha iPod, smartphone e muito menos Youtube. Eu escutava os CDs deles todo santo dia antes ou depois da escola. O curioso é que isso fazia a gente decorar o número das faixas (Sempre dizia: “Nossa, a música 7 é muito boa, mas a 5 é chatinha”). E para ver os clipes a gente tinha que dar a sorte de ver passando na TV ou ligar enlouquecidamente para o Disk MTV. Quando um clipe novo estreava, eu cancelava tudo para acompanhar ao vivo. Era uma emoção tremenda!

Comecei a gostar dos Backstreet Boys em 1998 (faz 17 anos, gente! Como que esse tempo passou tão rápido?) e até hoje eu não sei bem como tudo começou. Só sei que em questão de meses eu tinha todos os CDs que tinham sido lançados e só pensava no loirinho da banda, o Nick Carter. Em dois anos, ele virou minha paixão. Era daquelas que tinham pastas e pastas com fotos dele. Acho que eu sabia mais da vida dele do que ele mesmo rs…

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Nossos musos muito mais novos em 2001, quando fizeram os primeiros shows no Brasil

Eles vieram para cá pela primeira vez no finalzinho de 2000 para uma turnê promocional para lançar o CD Black and Blue, mas o show mesmo aconteceu um ano depois. Eu tinha 12 anos e minha mãe foi obrigada a me acompanhar. Foi um mega evento e eu não consegui ver quase nada por causa da multidão. Logo depois eles deram um tempo, o Nick lançou um CD solo – que eu amo muito até hoje – e eu escolhi uma música dele para a minha festa de 15 anos (essa aqui ó).

A coisa não deu muito certo e eles voltaram, lançando mais um CD. Só que o Kevin resolveu sair e, por muito tempo, os Backstreet Boys eram apenas quatro. Eles voltaram para cá em 2009 e eu fui mais uma vez. Fizeram outro show em 2011 e eu resolvi ir recebê-los no aeroporto. Até falei com o Nick e recebi um tchauzinho de volta, mas foi só. Pensei que ali minha vida com eles tinha se resolvido.

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Backstreet Boys é a única boy band a ter uma estrela na calçada da fama. Eu fiz questão de tirar uma foto quando estive em Los Angeles

Então, quando eles anunciaram que viriam ao Brasil neste ano com o Kevin de volta, não me empolguei muito. Pensei: “vale a pena ver um show deles pela quarta vez?”. Fui ver os preços e quase caí para trás. Era MUITO caro, praticamente impossível. Desisti. Daí a data foi se aproximando e comecei a me arrepender. Assisti aos clipes velhos – sim, aqueles que a gente esperava para ver na MTV – e ao documentário que eles fizeram recentemente e aí fiquei morta de vontade de ir. Mas faltava algo muito importante: o ingresso.

Um dia antes de os shows começarem aqui em São Paulo (foram três, nos dias 12, 13 e 14 deste mês) a empresa onde eu trabalho divulgou que faria um sorteio de cinco pares de ingressos. Era tudo que eu mais queria. Meu pensamento foi tão positivo que deu certo e… EU GANHEI!!!! Eu bem que tentei não ir, mas é aquela história de primeiro amor que a gente nunca esquece, sabe?

Nos últimos dois shows, eu fiquei bem longe. Desta vez fiquei na pista, no meio do calor humano da galera. Tenho 27 anos e sinto que não estou mais no pique para essas coisas, mas até que a aglomeração não me incomodou. Muito menos a dor no pé – causada pelas inúmeras vezes em que eu fiquei na ponta para enxergar melhor -, os gritos histéricos no meu ouvido e a garganta dando sinais de que não aguentava mais. Tudo porque, pela primeira vez em 14 anos, eu consegui assistir a um show deles bem de pertinho!

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

Olha só como o Kevin ficou pertinho de mim

O mais legal desse show foi a possibilidade de estar ao lado de meninas que viveram a mesma coisa que eu vivi. Foi maravilhoso cantar, gritar e pular (pelo menos tentar né, porque era quase impossível com tanta gente) sem ninguém me julgar. E foi incrível ver como eles ainda arrasam mesmo beirando ou já nos 40. E aí você se dá conta de que está velha quando percebe que eles até eram bonitinhos no começo, mas hoje estão muito mais charmosos com pancinhas e ruguinhas.

O setlist foi incrível e não deixou nenhum hit de fora. Desde as primeiras músicas, como We’ve Got It Going On, até Drowning, que entrou como a única inédita na coletânea que eles lançaram. Não conhecia todas as músicas do CD novo, mas amei tanto que escutei assim que cheguei em casa. É muito curioso saber que eu ainda sei de cor as letras das músicas que eu ouvia há muitos e muitos anos.

Este show só serviu para reacender o meu amor de infância que ficou congelando desde o dia em que os vi no aeroporto. Serviu para me fazer recordar tantos momentos maravilhosos que eu vivi enquanto ouvia as músicas dele. E me fez ter a certeza de que eu vou nos próximos. Que seja mais um, mais dois, mais dez… Eu estarei lá com toda a certeza deste mundo!

Quero agradecer a minha empresa mais uma vez por me proporcionar esta experiência maravilhosa. Como alguns amigos falaram, não poderia ter melhor pessoa para vencer este sorteio. Entrou na minha lista de shows favoritos da vida!

Avaliação: ♥♥♥♥♥  (Pode colocar mil coraçõezinhos?)

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Não postei muitas fotos porque eles não paravam quietos, então acabei filmando mais do que tirando fotos. Já postei alguns vídeos no Instagram do meu blog (@fikdikblog) e no meu perfil pessoal (@camillafc). Corre lá para conferir!

E se você não faz ideia de quem são os Backstreet Boys, clica aqui para ouvir uma playlist bem linda com todos os clipes que a gente se matava para ver. Nada como a tecnologia dos dias de hoje!

10 coisas que você aprende aos vinte e muitos

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No último domingo (31) completei 27 anos. Sempre amei fazer aniversários e nunca passei um ano da minha vida sem comemorar a chegada de uma nova idade. Nunca me importei muito com essa coisa de ficar mais velha, mas, ultimamente, tenho sentido mais isso.

Tudo começou depois dos 25, quando eu percebi que agora já não pertencia ao grupo dos “vinte e poucos anos”. Os poucos agora são muitos. Não que eu me sinta velha. Aliás, longe disso. Mas parece que é só agora que a gente começa a perceber que a vida realmente passa muito rápido. E aí entram algumas responsabilidades, os pensamentos mudam, a cabeça evolui. Olha só como tudo muda:

Sair da casa dos pais está cada vez mais próximo

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Quando eu era mais nova, tinha pânico só de pensar em morar sozinha. Tinha vontade de chorar ao me imaginar chegando em casa cheia de novidades e não ter ninguém para contar. Hoje a situação é outra: vivo sonhando com um espaço para chamar de meu, com vários ambientes para decorar do meu jeito e finalmente poder viver de forma organizada. Chega um momento em que seu quarto é pequeno demais para acomodar livros, roupas e outras coisas que poderiam ser distribuídas em vários cômodos de uma casa. Claro, ainda tem a parte de não ter ninguém para conversar, mas nada que uma visita dos amigos não resolva. Amo muito morar com a minha mãe e já decidi que vou ficar com ela até os trinta. Depois? Bom, depois  vai ser hora de bater as asas.

Dinheiro é algo que (de fato) não cai da árvore

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Aqui entra o motivo que talvez me impeça de sair da casa da minha mãe: grana. Quando a gente chega aos vinte e muitos, entende que dinheiro é algo que faz diferença na vida de uma pessoa. Ou seja, começa a ter noção de que, quanto mais gastar, mais ficará sem. A gente passa a dar mais valor para o trabalho, se dedica ao máximo para contar com o salário no final do mês e fica feliz com cada centavo que recebe. Ah, e tem a questão das prioridades: de repente economizar para dar entrada no apê é mais importante do que comprar aquela bolsa que está na moda.

Fios brancos passam a ser reais

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Sempre achei que ficaria muito triste quando visse meu primeiro fio de cabelo branco. Era algo que eu nem imaginava, parecia até que eu poderia escapar desse fato. Bom, eles chegaram. E chegaram antes do que eu previa. Aos 25, comecei a notar alguns fiozinhos no alto da cabeça. Eles não eram apenas brancos, mas tinham uma textura bem diferente. O mais curioso? Aquela cena de pânico, desespero e choradeira não aconteceu. Vi os fiozinhos e pensei: “Fiquei velha. Fazer o quê?”.  Taí a parte boa de ser loira: eles se camuflam e quase ninguém percebe.

Qualidade é melhor do que quantidade

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Essa frase nunca fez tanto sentido. Quando era mais nova, o meu ideal de felicidade estava relacionado à quantidade de amigos que eu tinha. Achava o máximo ter um círculo grande de amizade. Hoje você entende que decepções acontecem e que você está sujeito a perder alguns amigos no meio do caminho. Percebe que as pessoas mudam e que podem não seguir os mesmos ideais que você. Por fim, entende que é melhor três amigos bons e verdadeiros do que um milhão de conhecidos.

Certos planos não dependem somente de você

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Já sofri muito porque sempre fiz parte do time que planeja a própria vida. Quando era adolescente, queria estar casada e com filhos até os 25. Cheguei aos 22 e passei a desejar ser mãe aos 27. Com 26, pensei em me casar até os 30. Hoje a gente entende que não dá para viver desses planos. Sou solteira e não tenho a menor previsão de me casar e de ser mãe tão cedo. É triste? Nem um pouco. Digo por experiência própria: é MUITO melhor quando a gente para de se impor regras e passa a enxergar o outro lado. Quero muito construir uma família antes dos 40, mas, se não acontecer, vou viver da mesma forma e colecionar outras alegrias.

É a última oportunidade para viver tudo o que você sempre quis

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Calma, não é tão dramático como parece. Acontece que aos vinte e muitos, você ainda pode jogar tudo para o alto. Ou seja, dá tempo de pedir demissão e embarcar naquele intercâmbio, de entrar em uma nova faculdade ou então de mudar completamente de área. Mais do que isso, dá tempo de desistir de tudo isso e recomeçar. Depois chegam os filhos, as contas aumentam, a idade realmente começa a pesar. Resumindo: tudo fica mais difícil!

Falta de paciência e preguiça são suas melhores amigas

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Lembra quando você era adolescente e odiava passar o sábado em casa vendo filme? Pois é exatamente esse programa que hoje você adora. Aquela ideia de passar a madrugada toda de pé em algum bar ou balada e voltar para casa de manhã já não agrada tanto. A gente até sai e se arruma, mas é impressionante como o sono chega em questão de horas. Adoro jantar com as minhas amigas ou fazer qualquer outro programa em companhia, mas também adoro ficar em casa de pijama largada no sofá. É aquela história: hoje vale mais a pena algo com pouco agito, mas com muita fofoca.

A opinião dos outros não é mais tão importante

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Vida de adolescente é assim: a gente tem vergonha da mãe que nos deixa na porta da escola, vive de cremes para esconder aquela espinha que parece terrível, passa horas cuidando do cabelo e escolhendo cuidadosamente a roupa para evitar comentários maldosos. Saber que tem alguém rindo de você é motivo de depressão, não é? Não quando você cresce e chega aos vinte e muitos. Você percebe que a máxima “o que importa é se sentir bem” realmente funciona. E daí que você está com alguns quilos a mais ou com uma roupa que parece estranha? Os outros até dão conselhos, mas você aprende a não ligar mais. Parece até mágica.

Você passa a curtir mais a própria companhia

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Aqui entra um complemento dos itens 1 e 4. Você aprende a gostar de si mesmo e a respeitar as próprias vontades. Quando era mais nova, deixava de ver um filme que queria muito só porque não tinha companhia. Hoje a ideia de ir ao cinema sozinha não é todo ruim. É quase como se você fosse a sua melhor amiga. Sempre que estou sozinha, faço tudo com mais calma. Até ir ao shopping é gostoso porque você anda de forma tranquila e passa em todas as lojas que quer. Claro que sempre sinto falta do comentário de uma amiga quando provo uma roupa, mas depois fico tão bem e independente que tudo se resolve.

Você pensa mais antes de agir

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Quando somos mais novas, temos a tendência de agir por impulso. Parece que não existe aquela ideia de pensar nas consequências e o mais importante é conseguir aquilo que desejamos. Depois, pensamos tanto, mas tanto, que a cabeça dói e as noites de sono são interrompidas. Tudo é uma questão de maturidade: agora nós entendemos o que as nossas atitudes podem representar e passamos a analisar prós e contras. Sinto falta de como eu era no início da minha vida adulta, em que não deixava nada passar, mas hoje gosto dessa reflexão antes de tomar uma decisão. É mais chato, porém mais consciente.

Quem concorda com esta lista? De qualquer forma, a gente ganha experiência aos vinte e muitos. E isso não tem preço!