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Top 5 – Filmes que marcaram a minha infância

Esse tempo realmente passa rápido demais, né? Mal tive tempo pra piscar e já estamos em outubro falando sobre uma das comemorações mais gostosas do ano: o Dia das Crianças. Claro que essa data é muito mais gostosa quando você é pequena, ganha presentes e pode ser paparicada. Ou quando você é mãe e prepara um dia maravilhoso ao lado do filho, mas enfim…

Resolvi aproveitar o clima de festa para falar sobre os filmes que eu mais gostava de assistir quando era criança. Sabe o que é mais engraçado nisso tudo? A gente percebe que está velha quando comenta sobre um determinado filme com uma pessoa mais nova e ela responde “nossa, nunca vi, aliás, nem sabia que existia”. Acreditem: isso aconteceu comigo e, não, não foi nada legal!

Vamos conhecer os escolhidos da vez?

A História Sem Fim

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O meu preferido de loooonge! É só ler ou ver algo falando sobre o filme que já me vem a música-tema na cabeça (never ending stoooory ah ah ah ah). Não me lembro muito bem quantos anos tinha quando vi pela primeira vez, mas sei que, em determinado momento, fiquei completamente viciada e obriguei todos os meus amigos e familiares a assistirem comigo. Várias vezes. E olha, sonho até hoje em dar uma volta com o Falcor, o cachorro voador.

Se você não faz ideia do que eu estou falando, aí vai um resuminho express do filme: tudo começa quando um garoto chamado Bastian entra em uma livraria e acaba achando um livro chamado (adivinhem só) A História Sem Fim. Ele acaba pegando o livro escondido e, enquanto lê, imagina-se transportado para um mundo de fantasia cheio de monstros e princesas. É o máximo, gente!

Meu Amigo Dragão

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Outro que eu amava. Na verdade, sempre que ia à locadora (sim, sou do tempo em que a gente alugava filmes) ficava na dúvida entre esse aqui e A História Sem Fim. É um filme bem velho da Disney, da década de 70, e um dos primeiros a misturar pessoas com desenhos animados. Passei boa parte da minha infância assistindo, mas aí cresci e ele ficou só na memória. Até que eu fui viajar para a Disney quando tinha 19 anos, comprei um CD com músicas de todos os filmes e lá estava uma do filme. Foi muita emoção porque eu nunca mais esqueci!

A história gira em torno de Pete, um órfão que foge da família adotiva e acaba indo morar em uma cidade pequena e humilde. O problema é que ele tem um amigo bem inusitado: o dragão Elliot, que é muito bonzinho, mas acaba envolvendo o menino em vários situações. Enquanto escrevia este post, descobri que O FILME GANHOU UM REMAKE NESTE ANO! Quero ver já!

Os Batutinhas

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Lembro que tinha uns 8 anos quando começou o auê por causa desse filme. Era muito nossa realidade, afinal, estávamos naquela fase em que odiávamos os meninos e eles odiavam a gente. Era tão legal que eu alugava toda hora, assistia com as amigas que dormiam em casa e não perdia quando passava na Sessão da Tarde (até quando eu já era adolescente).

Bem voltado para o público infantil, o filme conta a história de um grupo de amigos que funda um grupo de meninos que odeiam mulheres. Tudo vai muito bem até que um dos líderes se apaixona por uma menina, deixando o melhor amigo cheio de ciúme. Acontece que ele leva um monte de fora dela e pede uma forcinha justo para quem? Para o amigo, óbvio! O mais legal é que ele é bem atemporal, dá super pra ver com a sua priminha, por exemplo!

Anastasia

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Ela não é da Disney, mas fez tanto sucesso que eu coloco no mesmo patamar de piração da Ariel ou da Cinderela. O filme foi produzido pela Fox e estreou por aqui no finzinho de 1997. Lembro que assisti nas minhas férias, no Rio de Janeiro, e que estava completamente louca para ver sei lá eu por quê. Vai ver porque gostava das novelas da Thalía, que canta a música tema do filme. Fato é que eu nem tinha visto e já tinha a Barbie dela!

A animação é baseada na história da família Romanov, que morreu assassinada durante a Revolução Russa. Por muito tempo, acreditou-se que uma das filhas do Czar, Anastasia, teria sobrevivido. No filme, ela bate a cabeça durante a fuga e perde a memória. Anos depois, ela encontra dois pilantras (pausa para suspirarmos pelo Dimitri, que é o cara mais lindo já feito nas animações), que querem encontrar alguém que se pareça com a princesa apenas para ganhar a recompensa. Sou bem crescidinha, mas continuo amando o figurino da Anastasia. Quem mais?

A Princesinha

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Mais um clássico das minhas idas à locadora. Acho que vi pela primeira vez no cinema, mas não tenho muita certeza. Fato é que, depois de assistir uma vez, virou um vício. Fiz todas as minhas amigas assistirem, especialmente quando passava na Sessão da Tarde, e rolou até uma exibição completa com direito a todos os meus primos lá no Rio de Janeiro no último dia de algum ano (a velhice tá tensa, não me lembro de mais nada).

A princesinha, no caso, é uma menina bem fofa órfã de mãe e deixada em um internato por seu pai, que foi lutar na 1ª Guerra Mundial. Ela é muito querida por todas as outras meninas, mas acaba despertando a raiva da diretora do local. Só que aí o pai dela é dada como morto e a mulher é tão do mal que começa a tratar a garota como empregada. É triste, viu, gente? Eu sofria junto com a menina!

Menção honrosa: O Rei Leão

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Qualquer pessoa que foi criança nos anos 90 foi infectada pela febre de O Rei Leão. Foi um marco na história da Disney (meio como aconteceu com Frozen nesta década). Esse aqui eu lembro muito bem de assistir no cinema – aliás, o melhor programa EVER desta época era ir ao cinema para ver um lançamento da Disney – e de sair de lá querendo qualquer coisa relacionada ao filme e aos personagens.

Sei todas as músicas de cor até hoje, decorei as falas (“eu rio na cara do perigo”), mas o engraçado é que ele nunca foi meu filme favorito da Disney (se fosse apostar em algum, acho que seria A Bela Adormecida ou A Pequena Sereia). Seja como for, a história de Simba e sua jornada para comandar os animais é um clássico e originou até o desenho do Timão e Pumba que passava no SBT, no TV Cruj – quem lembra?

 

E vocês, também assistiam a algum desses filmes na infância?

Um beijo e feliz Dia das Crianças!

Por que você precisa ver Stanger Things?

Olá, pessoal! A menos que você viva em outro planeta, certamente já ouviu falar sobre Stranger Things, a nova série da Netflix. Não é novidade para ninguém que a série já é um sucesso absoluto: ela estreou no dia 15 de julho e, no dia seguinte, muita gente já tinha caído de amores. Outra prova é a nota 9,2 no IMDB, uma das maiores que eu já vi na plataforma. Mas a pergunta que não quer calar é: vale a pena mesmo assistir?

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Eu respondo: sim, vale MUITO a pena! Eu já tinha lido uma notinha sobre a estreia da série na revista Glamour, mas confesso que não tinha me interessado muito. O que me chamou atenção mesmo foi a nota altíssima no IMDB. Diante disso, não tive muita opção a não ser assistir. E, olha, bastam os primeiros minutos pra você perceber que já foi conquistado – e que não vai sossegar enquanto não terminar tudo (sim, amiga, pode desmarcar todos os compromissos que tiver pela frente porque você dificilmente sairá da frente da televisão).

Se ainda não está convencida, dá uma olhada nessa listinha que eu preparei abaixo com os principais motivos que me fizeram AMAR Stranger Things.

 

É suspense – mas não dá tanto medo assim

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Muita gente gosta, mas eu tenho verdadeiro pavor de séries de comédia. O ator faz uma piada, a plateia ri e eu penso “nossa, cadê a graça nisso?”. Por isso, o fato de Stranger Things ser um suspense já me deixou com a pulguinha atrás da orelha. A trama gira em torno do misterioso desaparecimento de um garoto, mas, na real mesmo, a coisa vai além e fala sobre ciência, fantasia e as teorias do mundo inverso, que seria uma outra dimensão da realidade. Muita gente não quer ver porque acha que vai ficar com medo, mas nem dá tanto assim. Rolam uns sustinhos e tem um monstro bizarro, mas a vontade de saber o que vai acontecer é bem maior. É como se fosse mesmo um livro do Stephen King.

 

É uma homenagem das mais lindas aos anos 80

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Eu nasci no finalzinho dos anos 80 e, portanto, não me lembro muito de como a vida era naquela época. Stranger Things se passa em 1983 e, na verdade, é uma homenagem aos filmes clássicos da época, como Os Goonies e ET. Algumas semelhanças são super perceptíveis. Fora a delícia do figurino, dos objetos (inclua aqui as bicicletas famosas da época e os walkie-talkies), dos penteados e até mesmo da vinheta de abertura e do logo da série, inspirado nos livros do autor Stephen King.

 

Tem um clima de nostalgia muito gostoso

Stranger Things

Como a série se passa nos anos 80, a gente já sente saudade logo de cara. E não importa se você nasceu depois porque a sensação é a mesma. Os protagonistas são membros de um grupo de amigos de 12 anos de idade, que embarcam uma aventura tensa, mas muito gostosa. Tudo isso remete aos filmes que a gente assistiu na Sessão da Tarde quando era criança e, consequentemente, rola todo um clima de nostalgia. Na hora que comecei, já lembrei de quando era adolescente e gastava minha mesada alugando filmes VHS (o pai do DVD) na locadora. Ô saudade!

 

Você vai se apaixonar perdidamente pelos protagonistas

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O nome mais conhecido do elenco é a atriz Winona Ryder, que, por sinal, ficou famosa na década de 80, e agora interpreta a mãe de Will, o garoto desparecido. Mas, como falei aqui em cima, o foco fica mesmo no grupo de amigos de Will, que fazem de tudo para encontrá-lo. No meio desse caminho, é impossível não se apaixonar pela Eleven, uma garota com poderes sobrenaturais que é MARAVILHOSA e a personagem mais incrível de toda a série. Eu também morri de amores pelo Dustin, um dos meninos do grupo, que é o mais fofo e dá os melhores conselhos!

 

A trilha sonora é maravilhosa

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Os anos 80 tinham toda aquela pegada eletrônica e isso é visível na série. A música de abertura, que foi inspirada na música do filme Halloween, é intrigante e totalmente retrô. Algumas músicas foram compostas para a própria série e são igualmente incríveis, combinando super com o clima das cenas. E também tocam, é claro, algumas músicas que fizeram muito sucesso na época, como a clássica “Should I Stay or Should I Go?”, do The Clash. Tem até playlist no Spotify – clique aqui para ouvir!

 

São poucos episódios

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Não sei vocês, mas um dos motivos que me dão preguiça de ver séries é que elas parecem nunca ter fim. Quando assisto a alguma que tem mais de 15 episódios, já me dá aquela sensação de que a coisa vai ser eterna. Outro ponto que me fez amar Stranger Things: são apenas 8 episódios (na verdade, eles são chamados de capítulos). É muito bom porque você consegue tranquilamente assistir tudo numa tacada só. Ou, se preferir ver picado (tenho dó de assistir tudo em sequência), terá apenas uma semana de vício. Juro, todas as séries podiam ser assim!

 

O final é perfeito – e você não vai se aguentar até a próxima temporada

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A série é tão curtinha que a gente acha que não vai ter como resolver o conflito central. Não vou contar o que acontece, óbvio, mas posso garantir que o final é muito bom. O último episódio, aliás, é tão tenso que você nem pisca com medo de perder alguma informação. Ficaram algumas dúvidas no ar, mas a boa notícia é que os diretores já confirmaram uma segunda temporada. Falaram que seria uma nova história, mas eles desmentiram e afirmaram que vai ser continuação. Ponto ruim: só vai estrear no ano que vem. Como faz para segurar a ansiedade, Brasil?

 

E você, já assistiu? O que mais gostou?

 

Um beijo e até o próximo post!

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época