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Feriado em casa? | 6 filmes em cartaz na Netflix para maratonar

Olá, pessoal! Quem aí está animado para o feriadão? Eu brinco que novembro é só felicidade, já que nós temos três feriados em muitas cidades brasileiras (inclusive aqui em São Paulo). Neste ano, temos um motivo a mais para ficar feliz: o feriado da Proclamação da República (15 de novembro) cai em uma quinta-feira e o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) cai em uma terça-feira. Quem puder emendar, vai ter 6 dias de folga, quase miniférias! 🙂

Se você não vai viajar, não precisa se preocupar. Dá para fazer muita coisa legal nesse tempo livre, e o melhor: sem sair de casa. Precisa de um exemplo? Vamos lá: nada melhor do que aproveitar a folguinha para colocar aquela série em dia ou assistir aos filmes que você vive adiando.

Preparei uma lista com filmes que estão em cartaz na Netflix, ou seja, é só escolher o que você mais gosta, preparar a pipoca e apertar o play. Bora conferir?

Para Todos Os Garotos Que Já Amei

O filme produzido pela Netflix foi baseado no livro de mesmo nome, que conta a história de Lara Jean, uma adolescente que gosta de escrever cartas para os meninos que gosta, mas nunca teve a intenção de mandá-las. Até que um dia, as cartas somem e vão parar nas mãos dos garotos. Ela decide encarar um namoro de mentira com Peter, o garoto mais popular da escola, para fugir de Josh, ex de sua irmã mais velha e alvo de uma de suas cartas.

Para Todos Os Garotos Que Já Amei estreou em agosto e tem feito bastante sucesso desde então. É aquela história bobinha e adolescente, mas vale a pena assistir para tirar suas próprias conclusões. Pessoalmente, prefiro os livros (são três no total), mas achei o filme muito fofinho.

WALL-E

Já falei sobre WALL-E antes aqui no blog porque acho que é um filme muito legal da Pixar que ninguém dá muita bola. Talvez por ter sido um dos primeiros do estúdio que são mais voltados para adultos e as crianças acham um saco. Confesso que o começo é parado e chatinho, mas tem que ver até o fim porque depois a história muda completamente e a gente tira várias mensagens.

O personagem-título do filme é um simpático robô que vive completamente sozinho na Terra, depois que o planeta foi abandonado. Ele se apaixona por EVA, uma robô enviada para buscar sinais de vida no nosso planeta. Os dois acabam parando em uma grande nave, que agora é a morada dos humanos. O que esse filme tem de tão legal? Bom, os humanos agora não fazem nada, além de tomar sol e comer fast food. Fica a ideia para a gente buscar mais qualidade de vida, sabem? Tem que ver!

Amnésia

Este filme é para quem gosta de histórias em que não dá para piscar, senão você acaba perdendo alguma coisa. Depois de ter sua esposa assassinada, Leonard não consegue guardar memórias recentes. Para descobrir quem foi o culpado, ele começa a tatuar tudo o que descobre no dia.

O “problema” é que o filme não é contado de forma regular, ou seja, ele vai de trás para frente. No começo, é normal achar que você não está entendendo nada, mas vale a pena insistir porque é MUITO bom. Só tem que prestar muita atenção para não perder nenhum detalhe, ok?

O Show de Truman

Sou suspeitíssima para falar sobre porque O Show de Truman é um dos meus filmes favoritos da vida! Sabe quando a gente pensa que está dentro de um reality show? Bom, é exatamente o que acontece nesta história. Truman está preso dentro de um reality show que acompanha a sua vida desde que nasceu. O problema é que ele não sabe disso, então, pensa viver uma vida normal. Até a sua esposa é, na verdade, uma atriz.

O filme traz várias mensagens sobre essa cultura da exposição que a gente vive. E vejam só: ele foi lançado em 1998 (isso mesmo, há 20 anos), quando ainda não tínhamos tantos realities shows. Hoje, com o boom das redes sociais e dos influenciadores, tiramos ainda mais pensamentos deste filme. AMO!

Cidade de Deus

Contei aqui algumas vezes que eu não sou muito fã de filmes brasileiros, especialmente de comédias sem pé nem cabeça. Mas sempre digo que quando a gente quer fazer filme bom de verdade, a gente manda muito bem. Um exemplo é Cidade de Deus, meu filme brasileiro favorito. Sério, já vi tantas vezes que eu até decorei as falas principais.

Para quem não sabe, a história gira em torno do surgimento das guerras entre facções em favelas do Rio de Janeiro. É um filme extremamente forte e violento, mas, ao mesmo tempo, muito real. Alguns personagens são tão carismáticos que ficam na nossa memória, como Buscapé, Bené e o próprio Zé Pequeno.

Os Vingadores

Conheço muita gente que não assiste aos filmes dos Vingadores porque não viu os primeiros e acha que não vai entender nada da história. Eu não assisti todos (são muitos, gente, é praticamente impossível), mas eu gosto dessa coisa toda de heróis, então eu consigo assistir fora de ordem e entender. Só que eu sei que não é todo mundo que gosta de fazer isso.

Bom, agora não tem mais desculpa. Os Vingadores, o primeiro filme dessa saga que reuniu vários super-heróis, está em cartaz na Netflix e apenas aguardando o seu play. Lá, você vai acompanhar a turma original, formada por Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro em uma aventura para devolver a paz à sociedade. É sempre uma boa diversão, vai?

 

Já escolheu qual filme desta lista vai ver no feriadão? Vai ser sucesso!

Um beijo e até o próximo post!

Dicas de viagem | 4 coisas que você só aprende quando viaja sozinha

Olá, pessoal! Nos últimos três meses, compartilhei tudo com vocês sobre a viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Viajar é uma das coisas que eu mais amo fazer e tenho lembranças muito legais de todas as viagens que eu fiz. Mas esta que eu fiz agora com certeza está na lista das melhores por um simples motivo: foi a primeira vez que eu viajei para outro país sem alguém da família, só com uma amiga.

Eu sempre li e escutei de amigos que viajar sozinho é tudo de bom. Não sei se eu conseguiria viajar sem ninguém conhecido porque, como boa geminiana, preciso ter alguém para conversar e para vivenciar as mesmas experiências, sabem? Mas, de certa forma, eu realmente adorei a experiência de ir para um novo país sem mais ninguém da família. Não dá para dizer que eu fui totalmente sozinha, mas consegui comprar algumas das coisas que sempre me falaram. Destaco as principais agora:

Ter uma noção mais clara de como lidar com dinheiro

FATO! Não dava para começar de outra forma. Eu sempre juntei dinheiro quando viajei, mas é diferente quando a gente vai com a família. No meu caso, não pagava a maioria das refeições e dá sempre para pedir ajuda se a grana apertar. Essa era a parte que mais me preocupava quando eu decidi viajar só com uma amiga. Quanto levar se agora eu ia pagar por refeições, transporte e outras coisas? E as comprinhas que eu queria muito fazer?

No meio disso tudo, o dólar começou a subir e a minha preocupação só aumentava. Decidi pedir dinheiro (qualquer quantia mesmo) de presente no meu aniversário de 30 anos e muitos amigos e familiares me ajudaram. No fim, acabei levando um pouco a mais, mas coloquei na cabeça que eu não podia gastar tudo aquilo.

Eu amei essa batata frita de pelúcia… mas valia a pena gastar dinheiro com isso? Não!

Nos primeiros dias da viagem, eu separei apenas uma quantia para gastar naquele dia e guardei o resto (para não gastar tudo). Em Las Vegas, é tudo muito barato e isso ajudou bastante, mas eu vi que o dinheiro ia sobrar e fiquei tão feliz e orgulhosa. Voltei para o Brasil bem mais consciente sobre dinheiro, hoje penso muito, mas muito mesmo, antes de comprar alguma coisa. Aliás, acho tudo caro rsrs…

Ser independente

Ok, tenho 30 anos e sou bem crescidinha, mas eu ainda moro com a minha mãe e peço a opinião dela para muitas coisas (não tenho problema nenhum em falar sobre isso, eu inclusive amo muito a relação que eu tenho com ela). Quando você viaja sem alguém da família, precisa tomar decisões e confiar na sua própria intuição. Claro que eu pedi a opinião da Tâni, minha amiga que viajou comigo, em muitos momentos, mas no fim a decisão era minha.

Gastei 5 dólares apostando no cassino e perdi os 5 dólares, óbvio!

Muita gente aqui sabe que eu amo montanha-russa e brinquedos radicais. Tinha vontade de ir nos brinquedos que ficam no alto do hotel Stratosphere, em Las Vegas, a mais de 350 metros de altura. Minha mãe fala que nem amarrada vai nisso. Bom, eu acho que se tivesse ido com ela, ficaria receosa de ir sozinha. Mas aí eu cheguei lá, vi que tinha dinheiro e pensei: “quando eu vou voltar?”. Decidi ir sozinha mesmo (a Tâni não quis ir). E foi maravilhoso.

Perder a vergonha de falar outra língua

Eu já fui várias vezes para os Estados Unidos e falo inglês fluentemente, mas quando você está com a família, sempre rola aquela coisa de “ah, estou com vergonha, pede tal coisa para mim?”. Desta vez, em muitos momentos eu tive que falar mesmo. Nós precisávamos ligar para confirmar a nossa reserva para o passeio do Grand Canyon. A reserva estava no nome da Tâni, mas eu percebi que ela ficou sem jeito de ligar. Então lá fui eu, peguei o telefone, liguei e conversei com a moça. Dá vergonha? Dá. Mas passa!

Grand Canyon tá na lista dos lugares mais lindos do mundo

Não acho que tenha melhorado meu nível de inglês porque a gente ficou só 12 dias fora e conversávamos mais em português, entre nós duas. E como falei antes, eu já sei falar bem inglês e tenho muita familiaridade com o idioma (vejo muito filme, ouço músicas e assisto a séries em inglês). Mas agora eu sei que eu consigo, sim, me virar.

Entender o que é saudade

Muita gente deve ler isso e pensar: “ah tá, você ficou só 12 dias viajando e morreu de saudade de casa?”. Olhem, eu amo tanto viajar que eu sempre sofro quando tenho que voltar, sério. Aquele lance de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda” nunca funcionou comigo. E nesse tempo todo, eu falei com a minha família e os meus outros amigos normalmente, porque levei um chip internacional. Então não, eu não MORRI de saudade de casa.

Agora eu estou com saudade é de Vegas. Quero voltar!

Mas foi a primeira vez que eu fazia as coisas e pensava: “nossa, vai ser tão legal poder contar sobre isso” ou: “se tal pessoa estivesse aqui, ela ia amar”. Foi uma das melhores viagens da minha vida e eu só tenho coisas boas para contar. Fiquei muito triste no nosso último dia lá e sofri para arrumar as malas e entrar de volta no avião, mas, ao mesmo tempo, queria muito poder contar tudo.

 

Quem aí já encarou a experiência de viajar sozinho? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

No clima da primavera | 6 dicas para usar tons pastel na decoração do seu quarto

Olá, pessoal! A primavera está chegando e muita gente aproveita a nova estação para se renovar, tanto com roupas mais alegres quanto com uma reforma em alguns ambientes da casa. Por falar nisso, os tons pastel (também conhecida como candy colors) estão entre as principais tendências de decoração para esta temporada. Nada melhor do que levar essas cores tão fofas para o seu quarto, não é mesmo?

Separei algumas dicas de decoração que vão te ajudar a transformar o seu quarto em um cantinho lindo e aconchegante. Olha só:

Pesquise antes de colocar em prática

Reserve um tempinho para pesquisar fotos e se inspirar em quartos com tons pastel e avalie o que você gostaria que tivesse no seu cantinho. Aproveite para fazer uma lista dos itens que são indispensáveis para você e verifique se é possível customizá-los, assim, você terá um quarto exatamente do seu jeitinho e o melhor, sem precisar colocar a mão no bolso.

Foque nos detalhes

A grana está curta e você não vai poder reformar o quarto todo? A dica é levar os tons pastel apenas para alguns detalhes do ambiente. Pode ser um quadro, a colcha da cama, um conjunto de almofadas, uma poltrona e por que não pintar algumas gavetas ou portas do seu armário? É simples, rápido, prático e também cria a sensação de um espaço novinho em folha.

Brinque com texturas e tecidos

Sabe aquele quarto todo tumblr que você acha que jamais vai ter? Pode reparar que todos eles usam e abusam de um recurso de decoração muito legal: brincar com texturas e tecidos diferentes. O mix de almofadas em tons pastel é a melhor maneira de fazer isso. Use uma cor padrão (rosinha, verde-água, azul serenity, lavanda e por aí vai) e aposte em modelos diferentes de almofadas – umas com estampas, outras com pelos, glitter, metalizadas, neutras e por aí vai.

Crie uma harmonia com as cores

Por falar em cores, é importante entender que um quarto extremamente colorido pode ficar pesado e cair no exagero. Por isso, a dica é criar uma harmonia entre os tons pastel. Nesse sentido, você pode escolher uma única cor e fazer uma decoração monocromática. Outra ideia é apostar em duas ou, no máximo, três tonalidades e usá-las de forma equilibrada. Lembre-se: você tem que sentir vontade de ficar no quarto, ok?

Faça com que o espaço tenha a ver com você

Pesquisar ideias em sites de decoração é ótimo e ajuda muito, mas recriar exatamente aquele quarto que você viu não é a melhor ideia. Como falei antes, o quarto é o seu espaço de descanso e aconchego, por isso, é fundamental que você se sinta bem quando está nele. Ter uma referência é importante, mas você deve colocar elementos que gosta e se identifica, como quadrinhos com frases que tenham a ver com o seu estilo, tecidos que você adora e assim vai.

Escolha os complementos certos

Tons pastel são aquelas cores bem clarinhas e delicadas. Por isso, você precisa apostar em materiais que sigam essa proposta. Não adianta nada ter tons fofos no seu quarto e um piso escuro ou móveis pesados. Siga na mesma proposta e combine com elementos leves, tanto para o revestimento do chão quanto para portas, cama e prateleiras.

 

Gostaram das dicas? Agora ficou mais fácil ter o quarto dos seus sonhos!

Um beijo e até o próximo post!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 5

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, estou fazendo um diário de viagem aqui no blog contando tudo sobre a minha viagem para a Disneyland Califórnia Las Vegas. Então, se você chegou por aqui direto neste post, clique aqui e leia tudo desde a sequência. Pra quem está acompanhando tudo desde o início, chegou a hora de falar sobre o quinto dia, o nosso último dia de Disney 🙁 (mas não da viagem).

Contei antes que a nossa viagem aconteceu em julho, época de férias e calor nos Estados Unidos, então eu separei dois dias para cada parque da Califórnia, para curtir bem e não deixar de fazer algo por causa de fila. No caso da Disneyland, essa foi uma sábia decisão porque o parque é grande e tem MUITA atração, algumas delas a gente não conseguiu fazer no dia anterior. Era uma sexta-feira e o parque abria uma hora mais tarde (ainda não descobri o motivo), então a gente aproveitou para dormir um pouquinho mais e nos arrumar com calma. Mesmo assim, chegamos uns 15 minutos antes do parque abrir.

Enquanto a Tâni, minha amiga, tirava algumas fotos logo na entrada do parque, eu corri para comprar o aplicativo MaxPass para nós naquele dia. Resolvemos começar a nossa programação tirando fotos com os personagens. Eu NUNCA fiquei em fila para tirar foto com o Mickey ou com as princesas porque sou a doida dos brinquedos e acho que vou perder um tempo precioso por causa disso. Mas a gente já tinha ido nas atrações principais e iríamos ficar até tarde, então tiramos foto com a Minnie e o Pato Donald. Devo dizer que as filas não são tão grandes assim e é bem mais fácil esperar os personagens na Disney da Califórnia do que na de Orlando (eles saem por uma portinha bem no canto da Main Street, pertinho da Mad Hatter, loja de chapéus).

Tenho um fraco pela Minnie, confesso!

A gente queria mesmo era uma foto bem clássica com o Mickey e ficamos esperando ele sair. Nisso, quem sai? A Cruella!! Já fui cinco vezes para a Disney de Orlando e já tinha ido uma vez para a Disney da Califórnia antes disso e não me lembro de ter visto a Cruella. Sou completamente apaixonada pelos vilões da Disney e quando vi que ela estava vindo, soltei um: “AI MEU DEUS”. Claro que a gente correu para tirar foto com ela e foi muito legal porque ela interagiu de verdade e a gente deu muita risada.

Logo depois a gente foi tirar foto com as princesas. Não sei como é na Disney de Orlando, mas nesse dia estavam Branca de Neve, Ariel e Cinderela. Como nós já somos adultas e bem crescidas, eu achei que elas só iam tirar a foto com a gente, mas elas conversaram de verdade. A Ariel falou que não tinha orelhas da Minnie, mas que se fosse comprar uma, seria a rose gold, a que estávamos usando. A Cinderela disse que eu era muito gentil (ela usou essa palavra mesmo) em apresentar o parque para minha amiga, que estava na Disney pela primeira vez, e perguntou qual era meu brinquedo favorito do parque. Quando eu disse que era o Indiana Jones Adventure, ela falou que eu era muito corajosa. Achei fofo! Só senti falta de um fotógrafo oficial da Disney lá porque as fotos que a gente tirou com o celular ficaram estouradas.

Tudo com calma

Repetimos alguns dos brinquedos que nós mais gostamos. Além do Indiana Jones, fomos no Star Tours, na Space Mountain, no Matterhorn Bobsleds e no Piratas do Caribe. A Tâni nunca tinha andado no barco que dá a volta no lago que tem no parque (igual ao de Orlando), então nós fomos. Descobri que o passeio é bem legal porque eles colocaram alguns índios e animais de brinquedo para contar um pouco sobre a história dos Estados Unidos. A gente tinha acabado de dar a volta e fizemos o mesmo passeio na sequência, só que a bordo de um navio pirata (esse eu nunca vi em Orlando).

Não tínhamos reserva em nenhum restaurante, então saímos a caça de um lugar para comer. Estava tudo cheio, muito quente e acabamos parando no Jolly Holiday, um espaço muito fofo na Main Street que é tipo uma padaria, com lanches e doces. Pedimos um sanduíche de peru que estava maravilhoso e depois seguimos para o Jungle Cruise, um passeio na selva que eu acho sem graça, mas a Tâni não conhecia.

No outro dia que fomos para a Disneyland, não deu tempo de fazermos os brinquedos da Fantasyland. Por isso, fomos no brinquedo inspirado em Procurando Nemo (que eu também acho meio sem graça) e depois fomos para essa área do parque. Como estava escurecendo, resolvemos procurar um lugar para esperar o show Together Forever.

Dicas sobre o show Together Forever 

Eu estava muito ansiosa para esse show porque todo mundo dizia que era maravilhoso. Como comentei em posts anteriores, nós tínhamos assistido a esse show no Rivers of America, a área onde acontece o Fantasmic, outro show noturno que acontece por lá. Eu queria MUITO assistir ao Together Forever do castelo da Bela Adormecida porque é só lá que aparece a casa do filme Up – Altas Aventuras (parte mais fofa do show, preciso dizer).

Assistimos o show daqui. O castelo não é alto como o de Orlando e a estátua do Walt Disney atrapalhou um pouco, mas deu tudo certo

Bom, lembram que estávamos em altíssima temporada? Nos sentamos perto do castelo duas horas antes, até passar um funcionário do parque e falar que todo mundo iria se levantar e iria para frente para outras pessoas ficarem em um lugar bom. Virou um caos, gente! Muito aperto, gente segurando criança nos ombros, outra galera com bexiga amarrada em carrinho de bebê. Para ser bem sincera, eu não consegui ver nada. O que vi foi da tela da minha câmera, que estava ligada o tempo todo para a gravação do vlog (e eu ainda fiquei na ponta do pé).

Eu realmente não gostei disso e, se puder dar uma dica, é: NÃO fique muito perto do castelo porque é uma bagunça total. Assista onde vimos da outra vez ou na região da main street (que é onde eu quero ver agora – espero que ainda esteja passando quando eu voltar).

Vale lembrar que o Together Forever é uma projeção de filmes da Pixar, como Toy Story, Up, Wall-E, Divertida Mente, Monstros S. A., Carros e Viva – A Vida é Uma Festa. É muito lindo e tem que assistir mesmo, não dá para ir embora sem ver.

 

E por falar em ir embora, foi o que fizemos logo que acabou o show. Até porque a gente precisa deixar nossas malas arrumadinhas porque sairíamos cedo no dia seguinte para ir para LAS VEGAS. Os próximos posts serão sobre essa cidade cheia de brilho que me surpreendeu positivamente e que eu já morro de saudade!

Um beijo e até lá!

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 4

Olá, pessoal! Como muitos de vocês já sabem, recentemente viajei para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas e estou fazendo um diário aqui no blog. Caso não tenha acompanhado os dias anteriores, é só clicar aqui e ler os outros posts. Agora, chegou a hora de falar sobre o nosso segundo dia no parque Disney California Adventure.

Sim, é verdade que os parques da Disney na Califórnia são bem menores do que os de Orlando. Também é verdade que dois dias (um em cada parque) são suficientes para curtir bem tudo por lá. Mas eu sou completamente apaixonada por Disney e parque de diversão e como fomos em julho, eu queria aproveitar BEM sem deixar de ir em uma atração por causa das filas. E foi realmente ótimo, então, fica a dica. Se puder (e quiser), reserve dois dias para cada parque. Vale muito a pena!

Outra coisa que eu já contei aqui que serve como vantagem na Disneyland Califórnia é o MaxPass, um serviço que permite pegar fast pass no próprio aplicativo da Disneyland e fazer algumas atrações sem fila. Custa 10 dólares por dia e por pessoa, mas todo mundo lá usa porque é muito prático e vale cada centavo. Bom, mas o que acontece quando ele não funciona? Foi exatamente o que a gente viveu nesse dia. Chegamos cedo e eu corri para comprar logo que entramos, mas a tela não rodava e quando fui pedir ajuda, descobri que todo mundo estava com esse problema. Juro, a fila da galera que queria reclamar sobre isso era maior que a fila dos brinquedos. Povo ficou bravo de verdade!

Dia problemático: foi o dia em que a gente mais sentiu o calor e as filas estavam imensas por causa do app que parou de funcionar. Ainda bem que comprei o Güido, o meu ventilador portátil

Não teve jeito e eu precisava pegar o fast pass de alguma atração do jeito antigo, ou seja, teria que ir até a atração e pegar na mão mesmo o tíquete para poder voltar depois. Eu queria MUITO voltar no brinquedo do Guardians of the Galaxy, mas como a Tâni, minha amiga, não curtiu muito, escolhi o Radiator Springs Racers (do Carros), que costuma ser o mais procurado. Como o app parou de funcionar, as filas começaram a ficar imensas e a gente foi na que estava menor, do Soarin’ (foram 30 minutos). O parque estava aberto não tinha nem meia hora e já tinha fila de duas horas. Confesso que foi um pouco tenso e estressante, mas eu ficava lá, atualizando o app para ver se ele voltava logo.

O que teve de bom nisso tudo

Sim, sempre tem um lado bom em tudo. Nesse caso, a gente conseguiu ir nos brinquedos que não tínhamos ido no dia anterior, já que eram os menos procurados. Nessa lista, entram Golden Zephyr (que nós batizamos de Foguetinho e até cantamos a música do Bola do Fogo quando estávamos lá – um dos momentos mais engraçados da viagem) e Jumpin’ Jellyfish, um elevador bobinho mais voltado para crianças.

Minha amiga não quis ir na Incredicoaster, a montanha-russa inspirada em Os Incríveis, então eu aproveitei para ir na fila de single rider (opção para quem vai sozinho nas atrações ou quem não liga de sentar em lugares separados). Demorou um pouquinho, mas acabou que durante a fila o app voltou!! Corri para pegar um MaxPass para o Toy Story Mania e virei a sensação da fila porque muitas pessoas souberam por mim que o aplicativo tinha voltado! 🙂

Encontramos o Gelado bem na frente da Incredicoaster e perguntamos se ele não podia dar um tempo no calorão rs

Depois disso, fomos almoçar. Como não tínhamos reserva e queríamos algo mais baratinho, escolhemos o Boardwalk Pizza & Pasta. Eu não conhecia, mas achei uma boa opção porque você pode escolher o que quer comer (tinha pizza, macarrão, saladinha e por aí vai). Sério, era tanto calor que eu peguei um MaxPass para o brinquedo de água Grizzly River Run só para refrescar um pouco. Demos um tempo por ali, assistimos ao show de uma banda que toca músicas dos filmes da Pixar e voltamos para o Luigi’s Rollickin’ Roadsters, nosso brinquedo favorito da viagem. É bem fofo, com carrinhos que dançam ao som de músicas italianas (fomos três vezes, vocês imaginam nossa empolgação né).

Para ficar um pouco mais fresco, assistimos ao show do Frozen, que é uma mega produção, e depois passeamos pelas lojinhas. Nós já sabíamos que não ficaríamos até o parque fechar, então, fomos embora e aproveitamos para fazer algumas comprinhas em Downtown Disney e comer um corn dog (tínhamos muita curiosidade sobre o tal do corn dog e, no fim, achamos mais ou menos. Pelo menos foi barato).

E foi isso. Fomos embora  e aproveitamos para dar uma geral nas malas já que o dia seguinte seria mais corrido e depois iríamos cedo para Las Vegas.

 

No próximo post, conto como foi nosso último dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!