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Feliz ano novo | Minhas 6 metas para 2019

Olá, pessoal! Estamos em dezembro e agora não tem jeito: 2018 está mesmo acabando e a gente começa a pensar no próximo ano. Eu sou muito supersticiosa e sempre fui de fazer pedidos na noite de ano-novo. Mas, na maioria das vezes, eram aqueles pedidos que não dependem só da gente, sabem? Se você está pensando em “arrumar um namorado”, você acertou. Cansei de pedir isso quando era mais nova e nunca dava certo – por que será né?

Já faz um tempo que eu aprendi que funciono com metas. Eu preciso anotar tudo no papel, fazer listas e encarar essas metas como desafios que precisam ser cumpridos. Sei que não é todo mundo que gosta disso, mas eu me sinto MUITO bem quando cumpro uma meta. Então, resolvi adotar a prática de listar algumas metas de ano-novo.

Agora, chegou a hora de contar quais são minhas metas para 2019. Vocês vão perceber que são coisas possíveis de serem alcançadas, muitas que só dependem de mim, sabem? Então chega de falar e vamos lá!

Continuar ganhando dinheiro como influenciadora

Eu AMO ser influenciadora e realmente encaro tudo isso como uma profissão, um trabalho sério. Minhas amigas que também são influenciadoras sempre me pedem dicas de organização porque eu faço tudo com antecedência: tenho um planejamento mensal de todas as minhas redes (incluindo o blog aqui), trabalho muito nos fins de semana gravando e editando vídeos e subo conteúdo novo no canal três vezes por semana, faça chuva ou faça sol.

2018 foi muito bom neste sentido porque foi o ano em que eu realmente foquei em ser influenciadora. Tinha a meta de ganhar mais com isso do que o que eu ganhei no ano passado e eu bati antes do fim do ano. Não, eu ainda não vivo só disso, mas vou dar duro para alcançar esse objetivo. Mas, como o importante é ter os pés no chão, não vou fazer nenhuma meta específica. Eu só quero continuar ganhando dinheiro com o meu trabalho e crescer cada vez mais. Vocês entenderam, né?

Ser mais econômica

  1. Nada como a sensação de sonho realizado, né?

Neste ano, eu tive uma das melhores experiências da minha vida: viajar para o exterior sem ninguém da família, só com uma amiga. Foi incrível de diversas maneiras, mas principalmente porque pela primeira vez eu precisava saber como gastar direito o dinheiro que eu tinha levado, contando com alimentação, transporte, compras, enfim…voltei não só com dinheiro sobrando na carteira, mas com uma outra visão em relação a tudo isso.

Eu sempre fui muito consumista e parar de gastar é um baita de um desafio para mim. A parte boa é que agora eu penso umas mil vezes antes de comprar alguma coisa e tenho achado tudo muito caro. Eu até tinha colocado como meta deste ano economizar uma quantia X por mês, mas na real eu não vou ser tão específica também. Quero aprender a ter uma vida econômica melhor. É isso.

Bater a meta da nutricionista

Em 2018, aos trancos e barrancos, eu consegui emagrecer (uma meta que foi cumprida)! Claro que contou muito o fato de eu ter me apaixonado por tratamentos estéticos e pegar mais pesado na academia, mas eu também tentei comer melhor. O resultado foi 6 kg a menos na balança e muitas medidas reduzidas.

Agora, eu quero bater a meta da minha nutricionista. Ainda tenho mais alguns quilos para perder e, quando chegar lá, preciso fazer o mais difícil: manter. Mas essa é a segunda parte, eu quero ver o ponteiro da balança diminuindo e voltar a gostar do meu corpo. Estamos quase lá!

Ler mais

 

Bom, vocês sabem que amo ler e vira e mexe trago resenhas de livros aqui no blog. Acontece que neste ano eu acabei lendo menos. Não sei bem o motivo, mas acho que eu foquei tanto em aproveitar meu tempo livre para produzir conteúdo para o canal que os livros ficaram de lado. Mesmo assim, até que consegui ler um número bom de livros em 2018.

Esta meta na verdade é mais um puxão de orelha em mim mesma por ter lido menos neste ano (vocês perceberam que eu me cobro muito né? Pois é!). Também não vou colocar nenhum número específico em relação ao número de livros, mas quero me envolver em várias histórias e trazer boas resenhas para vocês no ano que vem.

Ver mais séries

Está aí algo que eu realmente gostaria de fazer: assistir mais séries. Eu vivo correndo né, então, eu não tenho muito tempo para isso. Acaba que eu escolho uma série que está em alta no momento e demoro muuuuito para terminar. Ou deixo para fazer uma maratona em feriados ou fica só na promessa (a última opção é a que mais acontece).

Olhem, parece muito fácil, mas acho que vai ser a meta mais difícil porque realmente é um costume que eu vou ter que criar, tornar um hábito e acostumar o cérebro a ter vontade de ver séries. A parte boa é que eu vou poder dar váárias dicas para vocês sobre séries. Aliás, aproveitem para deixar algumas sugestões de séries nos comentários – quem sabe não começo por elas, hein!

Cozinhar 

  

Vejam bem: eu tenho 30 anos e não sei nem fazer o básico quando o assunto é cozinha. Mas, como sou a típica geminiana contraditória, eu adoro ver livros de receita e programas culinários e sempre digo coisas como “nossa, como essa receita é fácil”, sendo que eu nunca tentei fazer nada. Bom, ainda bem que sempre dá tempo de mudar, né?

Há alguns meses, resolvi fazer uma receita de um doce que eu vi no programa Fazendo a Festa (meu programa de TV favorito do momento) e fiquei chocada que 1) deu muito certo e 2) é realmente muito fácil de fazer. Claro que eu me empolguei, né? Resolvi começar fazendo doces mesmo e depois vou partir para os salgados. Ah, vou compartilhar essas minhas novas experiências culinárias com vocês. Acho que vai ser bem legal!

 

E vocês, quais são suas metas para 2019?

Um beijo e até o próximo post!

Retrospectiva | 5 fatos que marcaram 2018 para mim

Olá, pessoal! Os posts de retrospectiva continuam com tudo por aqui. Chegou a hora de fazer um balanço sobre o que eu fiz de legal em 2018. No geral, foi um ano muito bom! Eu tinha muitos planos e muitas expectativas para este ano. Acabou que deu praticamente tudo certo e eu realizei vários sonhos, além de entender que muitas coisas só dependem de mim. É aquele lance: quando você coloca foco, dedicação e força de vontade, a chance de dar certo é muito maior!

Poderia fazer um post enorme contando em detalhes como foi meu ano. Mas, para vocês não pararem na metade dele, resolvi resumir em 5 tópicos. Bem melhor, né? Então bora conferir!

Emagreci

Bom, quem me acompanha sabe que eu falo de emagrecer há muitos anos. Além de ter uma certa dificuldade para comer de forma saudável (amo uma besteira), eu fiquei muito estressada por conta de estresse. Neste ano, investi em alguns tratamentos estéticos (que são MARAVILHOSOS) e comecei a fazer uma dieta com uma nutricionista. Ah, também peguei mais pesado nos treinos na academia.

Cheguei a perder 6kg, mas acabei ganhando 1,5 agora mais pro final do ano. Em compensação, perdi muita medida e minha relação com o meu corpo mudou muito. Se antes eu me olhava no espelho e não gostava do que via, hoje está bem melhor. Consigo entrar melhor nas minhas roupas e tenho muito mais vontade de escolher meus looks. Ainda quero perder uns 5kg, mas já está ótimo!

Fiz 30 anos

Quando eu era mais nova, morria de medo de fazer 30 anos. Achava que estaria velha demais e queria chegar nessa idade casada, mãe e bem-sucedida na carreira. Fiz 30 anos em maio e adivinhem? Não casei e não virei mãe (bem longe disso) e também não sou bem-sucedida. AINDA. Pois é, eu não tive a crise dos 30, entrei numa nova faixa etária muito bem e com muita sabedoria. Sei lá, aos 30 você entende que ainda é nova e que tem muitos anos para fazer tudo isso. Tô amando, sério!

No primeiro semestre, compartilhei com vocês os detalhes da minha festa de 30 anos. Decidi fazer pela primeira vez uma festa junto com uma amiga minha e nós fizemos uma festa à fantasia temática dos anos 90/2000. Eu fui de Cher Horowitz, protagonista do filme As Patricinhas de Beverly Hills, que eu amaaaava quando era criança. Posso falar? Foi bom demais. nós AMAMOS!

Viajei para o exterior pela primeira vez sem a família

Eu AMO viajar e sou apaixonada pelos Estados Unidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de ir para lá sem alguém da família. Em julho, viajei só com um amiga para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi a melhor viagem da minha vida e me fez crescer de diversas formas, mas foi incrível ver como eu posso me virar e ser dona do meu próprio nariz. Tanto foi maravilhoso que eu e a Tâni, minha amiga que viajou comigo, queremos repetir a dose. Não sabemos quando nem pra onde, mas queremos!

Conhecer o Grand Canyon: sonho realizado

Coloquei mega hair

Eu sempre quis deixar meu cabelo crescer e nunca consegui, já que ele é muito fininho e tem pouco volume. Não sei bem o porquê, mas meus fios quebraram muito neste ano e ficaram ainda mais frágeis. O resultado é que ele ficou bem curtinho. Foi aí que meu cabeleireiro me deu a dica de colocar o mega hair de fita adesiva. Coloquei em agosto e, desde então, minha vida mudou. Eu super me identifiquei de cabelo comprido e esta sou eu, sabem? Juro, pretendo usar por toda a vida rsrs…

Ganhei dinheiro como influenciadora

Estava morrendo de medo de não conseguir ganhar mais dinheiro do que aquilo que eu ganhei no ano passado como influenciadora. Mas eu mergulhei nisso, investi MUITO e coloquei todo o meu foco em fazer a minha carreira como influenciadora dar certo. E bom, foi o ano em que eu mais ganhei com isso. Ainda não dá para viver só disso, mas foi maravilhoso ver como esse resultado todo é fruto da minha dedicação e do meu esforço (ah, e de vocês né, estamos juntos nessa :)). Quero continuar ganhando mais, mas até agora está tudo LINDO!

 

E foi isso, gente! 2018 vai deixar saudade! E para você? Me conta aqui nos comentários!

Um beijo e até o próximo post!

Retrospectiva | Os livros que eu li em 2018

Olá, pessoal! Mais um post de retrospectiva aqui no blog e, desta vez, vou falar sobre um assunto que eu gosto muito: livros. Eu realmente amo ler, especialmente aqueles romances bem de mulherzinha, e sempre tenho metas anuais em relação à quantidade de livros lidos.

Neste ano, eu deveria ler mais de 17 livros, só que não deu muito certo. Estava em outra pegada, me dediquei muito ao canal e aproveitei meu tempo livre escrevendo posts para o blog, gravando e editando vídeos. Acabou que eu não li da forma acelerada dos últimos anos, mas acho que é tudo fase. Senti que aproveitei melhor cada livro lido, sabem?

Bora conferir os livros que eu li em 2018?

Quase Casados – Jane Costello

Em 2016, li o livro Corra, Abby, Corra da Jane Costello e simplesmente AMEI, foi um dos meus favoritos daquele ano. Ganhei um vale presente de uma livraria no fim do ano passado e comecei a pesquisar alguns títulos, quando encontrei Quase Casados. Acabei comprando por ser da mesma autora e li com a expectativa lá em cima.

A história gira em torno de Zoey, uma mulher que é abandonada pelo noivo na porta da igreja e que decide mudar de ares trabalhando como babá nos Estados Unidos. As crianças são uns amores, mas o pai delas é um workaholic grosso e sem tempo para os filhos. No geral, eu gostei e alguns momentos são bem engraçados, mas ainda sim prefiro o livro da Abby.

Guia Astrológico Para Corações Partidos – Silvia Zucca

Este livro estava na minha wishlist há muito tempo, mas só consegui comprar com esse vale presente que eu ganhei. Vocês sabem que eu sou doida por signos, então, fiquei com vontade de ler só pelo título. Ah, e é ficção, viu? Muita gente acha que é autoajuda, mas é um romance bem divertido.

A protagonista dessa história é Alice, que trabalha em uma emissora de TV e decide criar um reality show com 12 participantes, um de cada signo. No meio disso tudo, ela recebe a notícia de que seu ex vai se casar e que a empresa agora conta com um consultor para demitir funcionários antigos. Adorei ler um livro de uma autora italiana e ri muito em alguns momentos, mas achei tudo bem bobinho, sabem? Parece que faltou algo…

Ainda Sou Eu – Jojo Moyes

A Jojo Moyes é uma das minhas escritoras favoritas e eu sempre corro para ler os livros dela. Para quem não sabe, Ainda Sou Eu é a terceira parte da história de Lou, que nós conhecemos em Como Eu Era Antes de Você (tem o filme também, caso você não tenha lido). Eu já achava que a segunda parte – chamada Depois de Você – tinha sido desnecessária, mas mesmo assim quis ler este livro.

Nesta sequência, Lou desembarca em Nova York para trabalhar como assistente de uma mulher casada com um milionário. Em boa parte da história, acompanhamos o mundo de luxo na cidade, até que ela precisa se virar para começar de novo e lidar com o namorado, Sam. Bom, continuo achando desnecessário e é um livro BEM cheio de drama, com poucos momentos engraçados, mas foi legal saber como a Lou se redescobriu nesse novo momento.

Uma Noite com Grace Kelly – Lucy Holliday

Eu realmente adorei a saga da Libby Lomax, que começou no livro Uma Noite com Audrey Hepburn. Estava doida para ler este livro, que é a conclusão da série, e esperei por mais de um ano, só para não acabar logo. Vocês também são assim?

Bom, nesta parte da história, Libby enfrenta dificuldades para manter seu negócio e precisa lidar com os sentimentos que nutre por Olly, seu melhor amigo. No meio disso tudo, ela encontra um milionário e se depara com uma nova figura ilustre em seu sofá: Grace Kelly. Eu gostei, mas achei que faltaram algumas cenas que a gente sempre teve curiosidade por ser o último livro da série, sabem?

Se Nada Der Certo Até os 30, Você Se Casa Comigo? – Karina Halle

Prêmio de história mais surpreendente do ano! Também estava com vontade de ler este livro há muito tempo e comprei em uma promoção, mas deixei para ler quando estava bem pertinho de completar 30 anos. Eu achava que seria uma história bobinha, mas, quando percebi, o livro toma outro rumo e fica parecido com Cinquenta Tons de Cinza, só pegação atrás de pegação.

A trama gira em torno de Stephanie e Linden, dois amigos que fazem um pacto de se casarem se estiverem solteiros aos 30 anos. Os anos se passam e ambos seguem em outros relacionamentos, até que eles não aguentam mais reprimir os sentimentos que nutrem um pelo outro e a paixão explode. Eu gostei, mas confesso que fiquei com vergonha em vários momentos rsrs…

Um Lugar Para Mim – Melissa de la Cruz

Também comprei este livro em uma promoção e minha escolha foi mais pela capa (é bem fofa, vai?). Acabou que li em um timing perfeito, prestes a embarcar de férias para os Estados Unidos. Isso porque a trama fala sobre Jasmine, uma adolescente nascida nas Filipinas que se muda para os Estados Unidos ainda pequena e descobre que está ilegal no país depois que ganha uma bolsa de estudos para cursar a faculdade.

No geral, achei que é um livro bem teen, até porque a Jasmine é adolescente e tem todos os dilemas de escola e primeiro amor que nós já enfrentamos um dia. Mesmo assim, é bacana para entender o outro lado da história, sabem? A gente acaba julgando os imigrantes ilegais, mas não pensa nos motivos que os levaram até lá. Vale a pena ler!

Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? – Sophie Kinsella

Este livro é escrito pela Sophie Kinsella, uma das minhas autoras favoritas (a mesma que escreveu a saga da Becky Bloom). Ao longo da trama, conhecemos Sylvie e Dan, casados há dez anos e pais de gêmeas de 5 anos. Um belo dia, eles descobrem que ainda terão mais 68 anos juntos e começam a surtar, criando um projeto para fazer surpresas um para o outro.

O começo é bem divertido e você precisa segurar a risada, mas depois a gente descobre que o Dan tem um segredo e a trama acaba indo mais para o drama. Eu gostei e realmente nos prende, mas achei que fica pesado demais e perde o humor característico da Sophie Kinsella.

A Lista de Brett

Este livro é simplesmente LINDO! Várias pessoas já tinham me falado sobre ele, há muitos anos, mas eu acabava adiando e nem eu sei o motivo. Mas eu li no momento certo e é impressionante como a história fala justamente sobre isso. Em vários momentos, eu me pegava com o olho cheio de lágrimas (sou chorona, eu sei). O fato é que o livro me fez querer ser uma pessoa melhor!

A história fala sobre Brett, que acabou de perder a mãe e descobre que tem 12 meses para cumprir as metas de uma lista que ela escreveu para si mesma quando tinha 14 anos. Algumas são mais fáceis, mas outras envolvem outras pessoas (como casar e ser mãe). Se ela conseguir, receberá uma herança milionária. Parece bobinho, mas o livro fala sobre aproveitar todas as oportunidades da vida e viver de coração e olhos abertos porque a resposta para as nossas dúvidas pode estar mais perto do que imaginamos.

Você Acredita Mesmo em Amor à Primeira Vista?

Sou fã assumida da família Santina, vocês sabem. Já faz muitos anos que acompanho o processo do famoso livro da Fabi Santina e ele foi lançado neste ano. Comprei logo na pré-venda e me segurei para não ler tudo em 1 dia, porque é tão bom que você devora. Quando vê, metade do livro já foi embora. Sério, me surpreendeu muito, é extremamente real e eu me identifiquei demais com a Fabi.

No livro, ela conta a história dela com o Leandro, que hoje é seu noivo (e figura constante nos vídeos dela). Eu sabia que o lance deles sempre foi meio enrolado, mas não fazia ideia do tanto que ela sofreu insistindo nesse amor. E ó, ela foi muito esperta porque o livro termina meio no ar e ela já disse que vai lançar a parte 2. Vê se não demora hein, Fabi! Estamos curiosas!

Um Pequeno Favor

Já aconteceu de vocês só comprarem um livro por causa da versão cinematográfica baseada nele? Fui ver um filme, vi o trailer de Um Pequeno Favor e fiquei enlouquecida. No dia, até brinquei com uma amiga que poderia ter um livro dessa história, porque seria ótimo. Uma semana depois, estava passeando numa livraria e adivinhem, não é que tinha mesmo o livro? Comprei e comecei a ler no mesmo dia, tamanha a minha curiosidade.

A história começa sob o ponto de vista de Stephanie, uma mãe blogueira que está em busca de sua melhor amiga, Emily. que desaparece de forma misteriosa. A primeira parte é realmente muito boa e eu devorei, tentando descobrir o que tinha acontecido com a Emily. Só que depois o livro vira uma cópia de Garota Exemplar e embarca em uma verdadeira loucura que deixa a gente confusa. Para ser sincera, achei tão doido que eu não sei se gostei ou não rsrs…

Dando um Tempo

Marian Keyes é uma das minhas autoras favoritas e eu sempre me divirto com os livros dela. Fazia um tempo que ela não lançava um título, até que encontrei este aqui numa livraria e comprei no mesmo dia. Sério, foi um reencontro maravilhoso e eu estou amando cada página (sim, ainda estou lendo, até porque…são quase 600 páginas de história, imaginem!). Às vezes, eu até me seguro para ler pouquinho e não acabar rápido.

livro fala sobre Amy, uma mulher de 44 anos que sofre com a ausência do marido, que simplesmente pede um tempo para tirar um período sabático e viajar pela Ásia. Ela é mãe de três meninas e precisa se virar para dar conta de tudo. De repente, ela descobre que não só dá conta, como se descobre como uma nova mulher. Sério, é maravilhoso!

 

E você, quais livros leu neste ano?

Um beijo e até o próximo vídeo!

Eu li: Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? | Sophie Kinsella

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu adoro os livros da Sophie Kinsella, né? A escritora deu origem a ninguém mais, ninguém menos, que Becky Bloom, a minha personagem favorita do mundo dos livros. Por isso, é só ela lançar alguma obra nova que eu já corro para comprar.

Seu livro mais recente, Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?, foi lançado aqui no Brasil no primeiro semestre. Aproveitei que ganhei um vale de uma livraria de presente do meu aniversário de 30 anos e troquei por esse livro. Acabou que demorou um pouquinho para chegar e, no meio disso tudo, eu fui viajar. Comecei a ler assim que voltei e agora chegou a hora de contar tudo para vocês.

História

O livro fala sobre Sylvie e Dan, que são casados há 10 anos e pais de duas gêmeas, Anna e Tessa. Eles formam o casal perfeito, daqueles em que um completa a frase do outro. Tudo vai muito bem, até que eles vão a uma consulta médica e escutam que estão tão saudáveis que vão viver mais 68 anos. E aí eles pensam: “quase 70 anos juntos?”.

Os dois começam a pirar e Sylvie decide criar um projeto, no qual os dois devem criar pequenas surpresas um para o outro. A ideia é legal, mas logo as coisas começam a dar errado e um segredo do passado, envolvendo Dan e a família de Sylvie, entra em cena.

O que eu achei?

Os livros da Sophie Kinsella são conhecidos por serem bem engraçados. Eu sempre choro de rir quando leio. E sim, o começo deste livro é hilário. Quando os dois começam com a história das surpresas, algumas cenas são tão divertidas que eu tive que me segurar para não rir alto. Só que aí entra nessa coisa do segredo do Dan e o livro muda completamente. De todos os livros da Sophie Kinsella que eu li, este é o mais sério.

Eu acho que a história se perde um pouco, sabe? No começo, entendi que era para ser um dilema de um casal que se ama e que não sabe se realmente se ama quando descobre ter mais 7 décadas de casamento. A relação entre os dois começa a esfriar do nada e eu achei que ficou uma coisa um pouquinho forçada, sabem?

Depois, quando enfim o segredo de Dan é revelado, a história fica ainda mais séria. Fez sentido e eu meio que já imaginava o que era (acho até que é bem óbvio, na minha visão), mas acho que ficou muito para o final do livro e a Sylvie aceitou tudo muito fácil. Quem já leu pode não concordar comigo, mas senti falta daquelas histórias divertidíssimas que só a Sophie Kinsella sabe fazer.

Vale a pena ler, principalmente se você já é casada há alguns anos e vive o dia a dia do casamento. Não é uma super história, mas pelo menos vai te deixar querendo saber o que vai acontecer nas próximas páginas.

 

Alguém já leu? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Dicas de viagem | 4 coisas que você só aprende quando viaja sozinha

Olá, pessoal! Nos últimos três meses, compartilhei tudo com vocês sobre a viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Viajar é uma das coisas que eu mais amo fazer e tenho lembranças muito legais de todas as viagens que eu fiz. Mas esta que eu fiz agora com certeza está na lista das melhores por um simples motivo: foi a primeira vez que eu viajei para outro país sem alguém da família, só com uma amiga.

Eu sempre li e escutei de amigos que viajar sozinho é tudo de bom. Não sei se eu conseguiria viajar sem ninguém conhecido porque, como boa geminiana, preciso ter alguém para conversar e para vivenciar as mesmas experiências, sabem? Mas, de certa forma, eu realmente adorei a experiência de ir para um novo país sem mais ninguém da família. Não dá para dizer que eu fui totalmente sozinha, mas consegui comprar algumas das coisas que sempre me falaram. Destaco as principais agora:

Ter uma noção mais clara de como lidar com dinheiro

FATO! Não dava para começar de outra forma. Eu sempre juntei dinheiro quando viajei, mas é diferente quando a gente vai com a família. No meu caso, não pagava a maioria das refeições e dá sempre para pedir ajuda se a grana apertar. Essa era a parte que mais me preocupava quando eu decidi viajar só com uma amiga. Quanto levar se agora eu ia pagar por refeições, transporte e outras coisas? E as comprinhas que eu queria muito fazer?

No meio disso tudo, o dólar começou a subir e a minha preocupação só aumentava. Decidi pedir dinheiro (qualquer quantia mesmo) de presente no meu aniversário de 30 anos e muitos amigos e familiares me ajudaram. No fim, acabei levando um pouco a mais, mas coloquei na cabeça que eu não podia gastar tudo aquilo.

Eu amei essa batata frita de pelúcia… mas valia a pena gastar dinheiro com isso? Não!

Nos primeiros dias da viagem, eu separei apenas uma quantia para gastar naquele dia e guardei o resto (para não gastar tudo). Em Las Vegas, é tudo muito barato e isso ajudou bastante, mas eu vi que o dinheiro ia sobrar e fiquei tão feliz e orgulhosa. Voltei para o Brasil bem mais consciente sobre dinheiro, hoje penso muito, mas muito mesmo, antes de comprar alguma coisa. Aliás, acho tudo caro rsrs…

Ser independente

Ok, tenho 30 anos e sou bem crescidinha, mas eu ainda moro com a minha mãe e peço a opinião dela para muitas coisas (não tenho problema nenhum em falar sobre isso, eu inclusive amo muito a relação que eu tenho com ela). Quando você viaja sem alguém da família, precisa tomar decisões e confiar na sua própria intuição. Claro que eu pedi a opinião da Tâni, minha amiga que viajou comigo, em muitos momentos, mas no fim a decisão era minha.

Gastei 5 dólares apostando no cassino e perdi os 5 dólares, óbvio!

Muita gente aqui sabe que eu amo montanha-russa e brinquedos radicais. Tinha vontade de ir nos brinquedos que ficam no alto do hotel Stratosphere, em Las Vegas, a mais de 350 metros de altura. Minha mãe fala que nem amarrada vai nisso. Bom, eu acho que se tivesse ido com ela, ficaria receosa de ir sozinha. Mas aí eu cheguei lá, vi que tinha dinheiro e pensei: “quando eu vou voltar?”. Decidi ir sozinha mesmo (a Tâni não quis ir). E foi maravilhoso.

Perder a vergonha de falar outra língua

Eu já fui várias vezes para os Estados Unidos e falo inglês fluentemente, mas quando você está com a família, sempre rola aquela coisa de “ah, estou com vergonha, pede tal coisa para mim?”. Desta vez, em muitos momentos eu tive que falar mesmo. Nós precisávamos ligar para confirmar a nossa reserva para o passeio do Grand Canyon. A reserva estava no nome da Tâni, mas eu percebi que ela ficou sem jeito de ligar. Então lá fui eu, peguei o telefone, liguei e conversei com a moça. Dá vergonha? Dá. Mas passa!

Grand Canyon tá na lista dos lugares mais lindos do mundo

Não acho que tenha melhorado meu nível de inglês porque a gente ficou só 12 dias fora e conversávamos mais em português, entre nós duas. E como falei antes, eu já sei falar bem inglês e tenho muita familiaridade com o idioma (vejo muito filme, ouço músicas e assisto a séries em inglês). Mas agora eu sei que eu consigo, sim, me virar.

Entender o que é saudade

Muita gente deve ler isso e pensar: “ah tá, você ficou só 12 dias viajando e morreu de saudade de casa?”. Olhem, eu amo tanto viajar que eu sempre sofro quando tenho que voltar, sério. Aquele lance de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda” nunca funcionou comigo. E nesse tempo todo, eu falei com a minha família e os meus outros amigos normalmente, porque levei um chip internacional. Então não, eu não MORRI de saudade de casa.

Agora eu estou com saudade é de Vegas. Quero voltar!

Mas foi a primeira vez que eu fazia as coisas e pensava: “nossa, vai ser tão legal poder contar sobre isso” ou: “se tal pessoa estivesse aqui, ela ia amar”. Foi uma das melhores viagens da minha vida e eu só tenho coisas boas para contar. Fiquei muito triste no nosso último dia lá e sofri para arrumar as malas e entrar de volta no avião, mas, ao mesmo tempo, queria muito poder contar tudo.

 

Quem aí já encarou a experiência de viajar sozinho? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!