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De Repente 30 | 4 coisas que mudaram na minha vida com a chegada dos trinta anos

Olá, pessoal! AI MEU DEUS, HOJE EU COMPLETO 30 ANOS DE IDADE! Pois é, não dava para começar este post de outro jeito. Hoje é meu aniversário e, neste ano, é ainda mais especial porque eu entrei na casa dos trinta. É muito doido porque ter 30 anos parecia algo muito distante e páh, tá aqui!

Mas, na verdade, o que muda? Para ser bem sincera, nada. Todo mundo fala da famosa crise dos trinta, mas, para mim, os 30 anos chegaram com muitas coisas positivas. A gente costuma achar que está velha com 30 anos, mas a verdade é que a gente descobre justamente que ainda tem uma vida inteira pela frente. E, claro, com isso vem algumas outras coisinhas que eu separei para contar agora.

Maturidade

Eu sempre amei ler revistas e lembro de ler revistas de fofoca quando eu era mais nova e a famosa sempre dizia: não trocaria nunca os 30 anos pelos 20. Eu achava que era papo furado, de gente que queria se conformar com a idade, mas é isso mesmo. Eu sinto saudade todos os dias da época da escola e, principalmente, da época da faculdade. Brinco que eu adoraria voltar, mas só se fosse com a cabeça que eu tenho hoje.

É a tal da maturidade, a gente aprende a pensar muito antes de fazer qualquer coisa, não leva tudo pro pessoal, se relaciona melhor e aprende a ficar de bem com a gente mesma. E olha, ando me amando como nunca!

Confira a série de posts Diário dos 30, em que conto os bastidores da minha festa de 30 anos!

Mudança de foco

Alguém aí já viu o filme De Repente 30? Eu era igualzinha. Imaginava que com 30 anos eu estaria casada, com dois filhos, e seria ultra mega bem-sucedida. Vejam só a realidade: estou solteira (na verdade, minha vida amorosa daria um livro de terror rsrs), não sei nem se vou casar ou virar mãe e, bom, o sucesso profissional ainda não veio. E o que a gente faz? Senta e chora?

Mini Cami achando que estaria com a vida ganha aos 30… tadinha rs!

Tem gente que se desespera, sim. Mas o que mais percebo (entre minhas amigas que também trintaram) é que a gente aprende a aceitar. Ok, eu sempre quis me vestir de noiva e me casar, mas não aconteceu e não tem problema nenhum. A vida é muito maior que isso. Aliás, começamos a pensar no outro lado da coisa (Tipo: “será que eu quero mesmo ser mãe?”). Eu, por enquanto, tenho me dedicado muito a alcançar o sucesso profissional aqui com o blog e fazendo planos para viajar bastante – está aí uma coisa que eu amo!

Preocupação com a pele

Tenho muita vergonha de dizer isso para vocês, mas… sim, comecei a prestar mais atenção na minha pele agora, com 30 anos. Modéstia à parte, minha pele é boa (fiquei passada que outro dia fiz uma enquete no meu Stories e várias pessoas acharam que eu tinha 24 anos!) e eu passava só um creminho ou outro.

Conheça os erros de beleza que você precisa abandonar!

Só que agora a gente já começa a ver algumas linhas de expressão, manchinhas e aquele famoso pé de galinha quando sorri. Nunca tinha pensado em fazer limpeza de pele (é feio, eu sei), mas agora passo bastante tempo vendo meu rosto no espelho, realmente querendo usar cremes. Bem coisa de mãe, né? Mas que bom que a gente se cuida!

Viver como adulto

Não, não viramos adultos quando fazemos 30 anos. Não sei bem se existe um momento certo em que nos tornamos adultos, até porque muita gente precisa “crescer” cedo por conta de diversos fatores. O fato é que, nesta fase da vida, a gente começa a ter pensamentos de gente grande (claro, se a gente não teve que pensar nisso tudo antes).

Como falei antes, sou solteira e ainda moro com a minha mãe (sou jornalista né, mores? Não é uma área conhecida por pagar bem rsrs), mas fico sonhando com a minha futura casa, em como eu organizaria os ambientes e como seria o meu tão sonhado closet. Outro dia eu mesma me surpreendi quando disse justamente para a minha mãe que queria renovar meu guarda-roupa e comprar algumas peças “mais arrumadinhas” (falei assim mesmo, com essas palavras). O mais legal é que isso não é forçado, é algo que acontece naturalmente. E posso falar, é tão gostoso!

 

E vocês, já passaram pela chegada dos 30? O que acham que mais mudou na vida de vocês até agora?

Um beijo e até o próximo post!

[Especial Retrô] Livros lidos em 2015

 

 

Quando comecei a pensar nos posts especiais para este fim de ano, quis criar algo para falar sobre os livros que eu li em 2015. Essa ideia surgiu porque acredito ter lido uma quantidade boa de obras. No total, foram 14. Sei que esse número é baixo para muita gente e que algumas aqui são capazes de devorar um livro por dia, mas eu me apego tanto à história que vou lendo de pouquinho em pouquinho para não acabar rápido. E outra que eu estou sempre correndo, então, infelizmente, às vezes não sobra muito tempo para ler. Vamos à lista?

 

Simplesmente Acontece – Cecelia Ahern

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Ganhei no Natal do ano passado e terminei de ler no segundo fim de semana de janeiro. A história é clichê, mas eu me surpreendi com a forma extremamente criativa com que a autora levou a obra, afinal, ele é todo escrito em forma de cartas, e-mails e mensagens. Ri, me emocionei, fiquei triste e torci pelos personagens. Meu problema com ele é o final. Para mim, ficou meio jogado, sabem? Mas é uma ótima pedida!

 

O Resgate – Nicholas Sparks

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Sei que o Nicholas tem diversas fãs espalhadas por aí e eu mesma já tive minha quedinha por ele, mas agora estou em um bode eterno. Já li tanta coisa dele que cansei da velha fórmula: cidadezinha pacata na Carolina do Norte, uma mocinha linda, um segredo terrível, uma criança, um idoso ou um cachorro como elemento de afeto e algo de trágico no meio do caminho. Cansa depois de um tempo, né? O Resgate tem todos esses elementos e prometia muito no começo, mas o mistério se resolve em poucas páginas e o resto é um marasmo sem fim.

 

Um Mais Um – Jojo Moyes

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A Jojo, por outro lado, ocupa um lugar muito especial no meu coração. Sou tão fã dela que compro qualquer livro escrito por ela mesmo tendo uma pilha de exemplares em casa para ler. Este foi o grande lançamento da autora no ano e atraiu muita gente por trazer uma trama moderna: uma mulher simples, abandonada pelo marido e que cuida do filho dele de outro casamento, que odeia (mas depois ama) um cara que é o seu oposto. Li o livro já imaginando o filme, que seria um road movie perfeito. E como não podia deixar de ser, a obra também reserva alguns momentos de tensão.

 

Apenas Um Dia – Gayle Forman

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Contei aqui que o filme Se Eu Ficar me deixou tão intrigada que eu parti para a livraria assim que saí do cinema. E, desde então, a Gayle também tem um lugar reservado na minha coleção. Já tinha lido uns trechinhos de Apenas Um Dia no ano passado, mas conferi a obra inteira neste ano e odiei a protagonista. Achei a trama arrastada, mas a parte final é muito boa. Nós ficamos naquela expectativa para saber se o objetivo da mocinha será alcançado.

 

Quero ser Vintage – Lindsey Leavitt

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Foi a melhor surpresa em termos de leitura do ano. Não conhecia a autora e comprei em um impulso por gostar da sinopse, mas achei a história tão gostosinha. É uma trama adolescente cheia de clichês, mas com personagens cativantes. Amei a mocinha Mallory e sua tentativa de viver nos anos 60 em pleno século 21, adorei sua irmã mais nova e curti muito o estilo de vida de sua avó. Daria um filme superfofo que a gente assistira mil vezes sem enjoar. Uma delícia mesmo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Apenas Um Ano – Gayle Forman

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Contar a mesma história sob pontos de vistas diferentes é uma marca registrada de Gayle, mas ela se dá MUITO melhor quando coloca a narrativa sob o olhar de personagens homens. Para terem uma ideia, odiei o Willem em Apenas Um Dia, mas descobri que ele é um cara muito bacana e sensível em Apenas Um Ano. E torci muito, mas muito, para que ele tivesse o final que tanto desejava. (Confira aqui a resenha completa)

 

Em Busca de Abrigo – Jojo Moyes

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Olha a Jojo aqui de novo, gente! A autora faz tanto sucesso no Brasil que, neste ano, teve suas primeiras obras publicadas. Foi muito interessante ver como ela mudou seu estilo ao longo do tempo, já que Em Busca de Abrigo é um romance mais clássico e até um pouco parado e arrastado, já que eu demorei a engrenar no ritmo de leitura. Está longe de ser o melhor livro dela, mas é bem interessante para conferir o relacionamento de três mulheres de gerações diferentes de uma mesma família. Vale a leitura! (Confira aqui a resenha completa)

 

À Procura de Audrey – Sophie Kinsella

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Adoro a Sophie porque ela criou a Becky Bloom, minha personagem favorita do mundo literário. Ela é tão boa no que faz que resolveu deixar um pouco de lado o universo das mulheres e investiu no gênero YA, ou seja, os jovens adultos. E ela mandou muito bem em À Procura de Audrey. A trama é adolescente e os conflitos são bobinhos, mas eu amei e li várias vezes o mesmo trecho de tão engraçado que era, principalmente os que envolviam a mãe da família. Faltaram alguns detalhes? Sim. Mas é divertidíssimo! (Confira aqui a resenha completa)

 

Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Outro que eu comprei por acaso, depois de ouvir comentários positivos e outros negativos. Adoro quando coisas assim acontecem porque fico louca para saber em qual time vou ficar. Estou do lado de quem falou bem. Achei a mocinha um pouco sonsa, mas os coadjuvantes dão peso à história e você acaba se identificando com os acontecimentos. Sabem aqueles episódios do colégio que marcam a vida de todo mundo? O livro termina meio no ar mesmo, mas espera-se que uma continuação seja lançada em breve. (Confira aqui a resenha completa)

 

Convergente – Veronica Roth

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Vou contar um segredinho para vocês: tenho preguiça de séries épicas e de guerra. Incluam aqui O Senhor dos Anéis, Jogos Vorazes, Maze Runner e por aí vai. Tanto que eu me surpreendi comigo mesma quando assisti a Divergente no ano passado e adorei. Aí li o primeiro livro, achei legalzinho, fui ler o segundo (Insurgente) e a leitura é beeeem arrastada. Demorei muito para ler Convergente (o último) e só peguei nele mesmo porque o filme sai em março. Percebi que o ritmo seria o mesmo nas primeiras páginas, então aproveitei um feriado para ler o resto de uma só vez. Achei bem melhor que o segundo, mas sei que muita gente se decepcionou por conta do final. Eu já sabia como era, então não tive surpresas.

 

Becky Bloom em Hollywood – Sophie Kinsella

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Um dos pontos positivos de 2015 foi o retorno de algumas das personagens mais lendárias do mundo dos livros. Nossa amada Becky Bloom é uma delas. Depois de sua última aventura, lançada há uns bons anos, Sophie nos presentou com mais uma continuação. Desta vez, Becky se muda para Los Angeles com a família e cisma em se tornar uma produtora de moda. Vale a leitura para as fãs da série, mas tem alguns buracos. (Confira aqui a resenha completa)

 

O Casamento da Princesa – Meg Cabot

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Outra volta de personagem que marcou o ano. Já disse inúmeras vezes aqui no blog que eu sou completamente apaixonada pela série de livros O Diário da Princesa e que ela me traz uma sensação muito boa de nostalgia. Imaginem minha felicidade quando soube que mais um volume estava à venda depois de uma pausa de seis longos anos. Nossa amada Mia continua firme e forte com Michael e, como o título indica, vai se casar com ele. Amei ter voltado no tempo com esse livro e foi um dos que eu mais gostei em 2015, mesmo não sendo meu favorito. (Confira aqui a resenha completa)

 

A Melhor Coisa Que Nunca Aconteceu na Minha Vida – Laura Tait e Jimmy Rice

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Comprei por acaso e foi uma boa surpresa. O enredo é um pouquinho clichê: dois amigos que sempre se amaram na adolescência, mas nunca confessaram seus sentimentos e que se reencontram depois de muitos anos. É bem previsível, mas uma boa distração, sabem? Fora que eu adorei o fato de que é o livro é narrado pelos dois personagens ao mesmo tempo. Adoro ter pontos de vistas diferentes sobre um mesmo assunto.

 

Uma Curva no Tempo – Dani Atkins

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Este foi, sem dúvida, o livro mais triste que eu li neste ano. Julgando pela capa, JAMAIS diria que ele seria tão triste assim. Comprei por acaso, muito por conta da trama, que prometia uma série de mistérios. Rachel, a protagonista, se envolve em um acidente e vê sua vida mudar depois disso. Cinco anos mais tarde, ela sofre um novo acidente, mas acorda em uma vida que não parece sua, afinal, tem tudo o que sempre desejou. Mas, ainda assim, fica a pergunta: como isso é possível? Eu gostei muito, achei que a trama é mais suspense do que romance, mas é pesadérrimo. Praticamente um Efeito Borboleta do mal, sabem?

Top 5 – Livros para comemorar o Dia dos Pais

Chega o finzinho de julho e a gente já começa a ver algumas propagandas temáticas na televisão. As vitrines das lojas também já começam a se preparar para uma data muito especial: o Dia dos Pais. Aqui no Brasil, é comemorado no segundo domingo de agosto, mas, nos Estados Unidos e na Europa, a celebração acontece no terceiro domingo de junho.

Sempre estranhei essa diferença, afinal, o Dia das Mães acontece no mesmo dia em muitos países. Fiz algumas pesquisas e descobri que a comemoração em junho tem a ver com o dia de São José, pai de Jesus Cristo. No Brasil, o mês de agosto está relacionado ao dia de São Joaquim, pai de Maria e, consequente, avô de Jesus.

Seja como for, o Dia dos Pais é o momento perfeito para ficar ao lado daquela pessoa tão importante para nós, que ajuda a formar nossos valores todos os dias. Aqui no blog, datas especiais também são comemoradas em formas de listas. No ano passado, trouxe cinco personagens que foram pais em filmes famosos. Desta vez, selecionei pais de livros conhecidos e que ocupam um lugar muito especial no nosso coração. Vamos conferir o Top 5?

Charlie Swan (Saga Crepúsculo)

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Assim que pensei nesta lista, lembrei do pai da Bella, a mocinha dos livros da Saga Crepúsculo. Não sou muito fã da história, mas li todas as partes e sempre tive um carinho pelo personagem. Apesar de ter um jeito durão, ele faz de tudo para ver a filha feliz. Vamos aos fatos? Oferece um carro, arruma um quarto aconchegante, aceita o namoro dela com um cara meio esquisito e ainda aceita o casamento dela com esse mesmo rapaz. Quem conhece todos os detalhes da saga percebeu que, no fim, ele suspeitou da verdade e não falou nada, mas ficou lá firme, forte e fofo ao lado da família. Não por acaso, é o meu personagem favorito de todos da história. É como se ele fosse o nosso pai, sabem?

Steve Miller (A Última Música)

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Sempre recorro aos livros do Nicholas Sparks porque, apesar de seguirem sempre a mesma fórmula, apresentam ótimos personagens coadjuvantes. É graças ao Steve que o enredo de A Última Música se desenrola. Afinal, é ele que recebe os filhos – entre eles, a protagonista Ronnie (vivida por Miley Cyrus no filme, quando ainda era uma mocinha jovem e angelical) – para passar uma temporada de férias. Ele é fofo do começo ao fim, mas Ronnie não o aceita muito bem no início, enquanto seu irmão adora brincar com o pai. Steve faz a gente rir e se encantar, mas principalmente chorar. E quando digo chorar, é chorar muito. Talvez seja por isso que ele tenha me marcado tanto.

Phillipe Rinaldi (O Diário da Princesa)

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Jamais poderia deixar de fora a série de livros mais incrível que eu já li na vida e que marcou minha adolescência/começo de vida adulta. Sim, amigas, estamos falando de O Diário da Princesa. Nos filmes, o pai da minha querida Mia está morto, mas nos livros (que, aliás, são mil vezes melhores do que os filmes) ele está mais vivo do que nunca. Ok, ele não é lá muito presente, mas rende momentos engraçadíssimos. Quem leu sabe que ele sempre se mete em confusão porque resolve arrumar uma namorada nova, que quase sempre é uma jornalista ou modelo bonitona. O príncipe Phillipe também deixa sua mãe, a Rainha Clarisse, de cabelo em pé. Só de escrever já sinto saudade dos livros. Recentemente, a autora Meg Cabot disse que está trabalhando na continuação da série. Será? Nossos corações agradecem!

Papai Walsh (Melancia, Férias, Los Angeles, Tem Alguém Aí e Chá de Sumiço)

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Já disse aqui algumas vezes que sou completamente apaixonada pela família Walsh, retratada em alguns livros da escritora Marian Keyes. Cada uma das cinco filhas tem o seu próprio livro (citados aqui em cima) e até a hilária Mamãe Walsh ganhou seu livro no finalzinho do ano passado. Apesar disso, sinto falta de um livro sobre o único homem desse clã, que também é responsável por muitos momentos engraçados. Na minha opinião, o livro em que está mais inspirado é Los Angeles. Lembro de uma passagem em que ele e toda a turma vão visitar a filha Maggie nos Estados Unidos e todos decidem conhecer a Disneyland. Papai é orientado a tomar cuidado porque quebrou o braço da última vez em um brinquedo. Adivinhem como ele volta desse segundo passeio? Sim, com o braço quebrado na mesma atração. Uma figura!

Bill Tyree (Querido John)

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Aqui está mais um exemplo de personagens pais dos livros do Nicholas Sparks. Só que, ao contrário de Steve, Bill não tem uma relação boa com o filho John, protagonista da história. Na parte inicial do livro, ele é retratado como um senhor introspectivo, cheio de rotinas e horários e apegado a uma coleção de moedas. Mais tarde, descobrimos que esses comportamentos são uma forma de autismo e John se dedica a cuidar dele, o que faz com que se reaproximem. Esse foi o primeiro livro do Nicholas que eu li e na época gostei muito. Hoje percebo que talvez seja um dos mais fracos em termos de história. O que se salva mesmo é justamente essa relação do protagonista com o pai.

Seja qual for a escolha, o mais importante é aproveitar o domingo ao lado do seu pai. Feliz Dia dos Pais! 🙂

Top 5 – Livros para comemorar o Dia dos Avós

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No próximo domingo (26) comemoramos o Dia dos Avós. A data é comemorada aqui e em Portugal e a origem tem a ver com o dia de Santa Ana e São Joaquim, pais de Maria e, consequentemente, avós de Jesus Cristo. Seja como for, a gente sabe que não existe nada melhor do que o amor de uma avó e de um avô. São eles que dão aquele colinho gostoso quando a gente mais precisa, não é mesmo? E a comida então? Tem coisas que a gente experimenta e logo pensa: “Nossa, tem gosto de comida de vó”.

Por isso, a dica é aproveitar que a data cai no final de semana e passar o dia todo ao lado dessas pessoas tão importantes. Como de costume aqui no blog, preparei um top 5 para homenagear todos os avós que existem por aí. No ano passado, fiz uma lista com personagens de filmes. Então, neste ano, selecionei cinco figuras de destaque em livros. Curiosas para saber quem são? Vamos lá:

Nana – Um Homem de Sorte

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Contei aqui algumas vezes que não gosto muito dos livros do Nicholas Sparks porque todos seguem a mesma fórmula. Entre os elementos repetitivos está a presença quase constante de personagens idosos. Eis aqui um exemplo: Nana, avó da mocinha Beth e dona do canil onde o protagonista Logan vai trabalhar. Apesar de ser uma senhora, ela é totalmente ativa e dá os melhores conselhos do livro. Para ser sincera, é a minha personagem favorita da história. Autêntica, sábia e fofa, ela é essencial para fazer com que o enredo deslanche e não fica presa ao lenga-lenga do casal principal.

Noah – O Casamento

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Ele talvez seja o personagem mais clássico do universo do Nicholas Sparks e fez com que todas nós morrêssemos de amor em Diário de uma Paixão. A comoção foi tanta que Noah voltou em O Casamento, só que dessa vez como coadjuvante, já que a história é centrada agora em sua filha Jane. Apesar de ser um dos livros que eu menos gosto do autor, vale a pena pelas passagens do Noah, que se transformou no vovô fofo e cheio de boas lembranças. Aliás, é muito bacana poder saber o que ele fez depois do primeiro livro. Mas já aviso: a trama toda é beeem água com açúcar, daquelas com zero emoção, sabe?

Vivian – Quero ser Vintage

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Postei a resenha deste livro há pouco tempo e geralmente não costumo repetir livros ou filmes nos Top 5 aqui do blog, mas a avó da Mallory foi a primeira personagem que apareceu na minha cabeça quando pensei nesta lista. Aliás, a história toda gira em torno de uma lista feita justamente pela avó da protagonista, que era uma adolescente típica dos anos 60. Mallory decide viver como ela naquela época, mas embarca em uma aventura daquelas. Adorei ver que sua avó hoje em dia é totalmente o oposto daquilo que ela imagina e os diálogos entre as duas são divertidíssimos. Aqui vai uma confissão: queria a avó dela para mim. Alguém mais?

Joy – Em Busca de Abrigo

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Em seu primeiro livro, lançado recentemente no Brasil, Jojo Moyes (minha escritora favorita do momento) prova que é muito boa para criar personagens femininas. Tanto que foca na relação de três mulheres de uma mesma família: avó, filha e neta. A história começa quando Sabine é obrigada a conviver por um tempo com sua avó, Joy, e descobre que ela não é nada fácil. Dona de um temperamento complicado, parece amar mais seus animais de estimação do que sua própria neta e a relação entre as duas não é nada fácil. A situação garante momentos cômicos e passa a ficar mais tranquila com o passar do tempo. O mais legal de tudo é que o prólogo mostra a vida de Joy quando ainda era uma jovem, então a gente fica com a pulguinha atrás da orelha para saber como ela se transformou nessa senhora carrasca…

Sadie – Menina de Vinte

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Ok, ela não é avó, mas uma tia-avó pela qual eu tenho um carinho imenso. Neste livro escrito por Sophie Kinsella (a mesma que eternizou nossa musa Becky Bloom), Sadie é um espírito que resolve infernizar a vida da sobrinha-neta no dia de seu velório. Acontece que ela quer porque quer que a jovem encontre um colar que foi seu por 75 anos para então poder descansar em paz. Só que a fantasminha volta como uma típica garota dos anos 20 e tem dificuldades para aceitar que os costumes atuais são bem diferentes. A partir de então, começa uma história leve, extremamente divertida e comparativa entre duas mulheres da mesma família que não se parecem nem um pouco, mas, com o tempo, descobrem que são mais parecidas do que imaginam.

Eu li: Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre? | Sophie Kinsella

Olá, pessoal! Vocês sabem que eu adoro os livros da Sophie Kinsella, né? A escritora deu origem a ninguém mais, ninguém menos, que Becky Bloom, a minha personagem favorita do mundo dos livros. Por isso, é só ela lançar alguma obra nova que eu já corro para comprar.

Seu livro mais recente, Mas Tem Que Ser Mesmo Para Sempre?, foi lançado aqui no Brasil no primeiro semestre. Aproveitei que ganhei um vale de uma livraria de presente do meu aniversário de 30 anos e troquei por esse livro. Acabou que demorou um pouquinho para chegar e, no meio disso tudo, eu fui viajar. Comecei a ler assim que voltei e agora chegou a hora de contar tudo para vocês.

História

O livro fala sobre Sylvie e Dan, que são casados há 10 anos e pais de duas gêmeas, Anna e Tessa. Eles formam o casal perfeito, daqueles em que um completa a frase do outro. Tudo vai muito bem, até que eles vão a uma consulta médica e escutam que estão tão saudáveis que vão viver mais 68 anos. E aí eles pensam: “quase 70 anos juntos?”.

Os dois começam a pirar e Sylvie decide criar um projeto, no qual os dois devem criar pequenas surpresas um para o outro. A ideia é legal, mas logo as coisas começam a dar errado e um segredo do passado, envolvendo Dan e a família de Sylvie, entra em cena.

O que eu achei?

Os livros da Sophie Kinsella são conhecidos por serem bem engraçados. Eu sempre choro de rir quando leio. E sim, o começo deste livro é hilário. Quando os dois começam com a história das surpresas, algumas cenas são tão divertidas que eu tive que me segurar para não rir alto. Só que aí entra nessa coisa do segredo do Dan e o livro muda completamente. De todos os livros da Sophie Kinsella que eu li, este é o mais sério.

Eu acho que a história se perde um pouco, sabe? No começo, entendi que era para ser um dilema de um casal que se ama e que não sabe se realmente se ama quando descobre ter mais 7 décadas de casamento. A relação entre os dois começa a esfriar do nada e eu achei que ficou uma coisa um pouquinho forçada, sabem?

Depois, quando enfim o segredo de Dan é revelado, a história fica ainda mais séria. Fez sentido e eu meio que já imaginava o que era (acho até que é bem óbvio, na minha visão), mas acho que ficou muito para o final do livro e a Sylvie aceitou tudo muito fácil. Quem já leu pode não concordar comigo, mas senti falta daquelas histórias divertidíssimas que só a Sophie Kinsella sabe fazer.

Vale a pena ler, principalmente se você já é casada há alguns anos e vive o dia a dia do casamento. Não é uma super história, mas pelo menos vai te deixar querendo saber o que vai acontecer nas próximas páginas.

 

Alguém já leu? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!