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Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 3

Olá, pessoal! Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir aqui os outros posts em que eu conto mais sobre a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas. Para quem está acompanhando todos os posts, chegou a hora de falar sobre o dia 3, em que nós finalmente fomos para a Disneyland de fato. Gosto sempre de lembrar que a Disneyland da Califórnia é a primeira Disney de todas e foi construída e inaugurada quando Walt Disney ainda era vivo. Por isso, eu acho que o parque carrega muita magia.

Fomos em julho (época de férias no mundo inteiro e muito calor), então nos organizamos para chegar antes do parque abrir. Durante a semana, os parques do complexo Disneyland da Califórnia abrem às 8h e nós chegamos uns 15 minutos antes disso. Ficamos um tempinho na fila e logo depois entramos. Corri para comprar o MaxPass (lembram que eu falei que tem que comprar todo dia, né?) e já reservar uma atração. Se não me engano, a primeira que eu peguei nesse dia foi a Space Mountain.

Eu já tinha ido antes para a Disneyland e queria MUITO ter ido no Matterhorn Bobsleds, uma montanha-russa que simula uma descida de bobsled (aquele carrinho que desce em uma espécie de escorregador de gelo). Na época, a atração estava em reforma e eu quase chorei para abrirem para mim. Mas não, ela voltou a funcionar no dia seguinte, quando eu já estava em outra cidade. Então, claro que o primeiro brinquedo que a gente foi desta vez foi esse. Teve um pequeno momento de nervoso, em que a atração ficou parada, mas logo fomos e eu achei uma delícia, apesar dos trancos.

Na Disneyland, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Disneyland da Califórnia conta com as seguintes lands (áreas temáticas):

  • Main Street: rua principal do parque, com algumas lojinhas e onde também acontece o show noturno Together Forever;
  • Adventureland: mesmo esquema de Orlando, uma área mais ligada à selva, que abriga atrações como Jungle Cruise Indiana Jones Adventure (a melhor do parque, na minha opinião);
  • New Orleans Square: é como se fosse a Liberty Square do parque de Orlando, mas inspirada na arquitetura de New Orleans. É lá que ficam as atrações Haunted Mansion e Piratas do Caribe;
  • Frontierland: uma land com uma pegada mais country, que também tem em Orlando. Aqui, fica a montanha-russa Big Thunder Mountain (estava em reforma quando fomos);
  • Critter Country: área originalmente inspirada em uma vila indígena que passou a abrigar a atração Splash Mountain (AMO, apesar de ter saído ensopada desta última vez);
  • Fantasyland: área dos pequenos, com muitos brinquedos que contam a história dos desenhos mais famosos, como Alice in Wonderland Peter Pan’s Flight;
  • Tomorrowland: a área do futuro é praticamente idêntica à de Orlando, com exceção para a atração de Procurando Nemo, que acontece dentro de um submarino;
  • Mickey’s Toon Town: uma área bem infantil, com as casas do Mickey e da Minnie, o barco do Pato Donald, uma montanha-russa do Pateta e uns brinquedões do Tico e Teco (existia antigamente em Orlando).

Como vocês podem ver, são mais lands do que o Magic Kingdom de Orlando, por isso, minha dica é sempre dividir o parque em áreas para aproveitar o máximo possível.

Como dividimos nosso dia?

Depois de irmos no Matterhorn Bobsleds, seguimos para a Tomorrowland e lá fizemos Space Mountain (muuuuito melhor que a de Orlando), a atração do Buzz Lightyear e o simulador de Star Wars. De lá, fomos para a Adventureland e fizemos tudo na sequência: Indiana Jones Adventure (com MaxPass), Haunted MansionPiratas do Caribe (com MaxPass) e Splash Mountain. Não sei bem o que aconteceu, mas nessa manhã o parque estava muito vazio e nós pegamos filas de 5 ou 10 minutos. Juro!

Eu reservei aqui do Brasil mesmo um almoço nesse dia no Café Orleans. Como o próprio nome diz, as comidas são típicas de New Orleans e pode não agradar todo mundo, mas eu dei uma olhada antes no cardápio e já sabia que eu ia pedir o sanduíche de queijos estilo Monte Cristo, que vem em um pão que lembra um beignet, um doce bem típico da cidade (e maravilhoso, por sinal).

Outra grande vantagem de comprar o MaxPass é poder ter as fotos tiradas pelos fotógrafos oficiais da Disney. Nessa aqui, tentamos (sem sorte) tirar a famosa espada do Rei Arthur

Depois do almoço, fizemos o brinquedo do Ursinho Pooh, voltamos para o Indiana Jones (mais uma vez, com MaxPass) e estávamos dando um tempo em frente ao castelo quando começou a parada Pixar Play. Assistimos, é claro, e amamos porque é só com os personagens da Pixar. Tem até a Ross de Monstros S.A. e todos os personagens de Up, Altas Aventuras.

Quando a parada acabou, fomos para o It’s a Small World. Preciso fazer um parênteses aqui porque não tem nem comparação desse brinquedo com o de Orlando. Sério, a atração na Disneyland ocupa um espaço enorme e tem uma construção linda de verdade (em Orlando é praticamente uma portinha. Fora que lá na Califórnia eles colocam bonequinhos dos personagens de acordo com o país, é muito lindo (não me lembro de ter isso em Orlando, pelo menos não tinha na última vez em que fui para lá).

Depois disso, seguimos para Mickey’s Toon Town e demos uma voltinha, mas encontramos um lugar estratégico para sentar, tirar o tênis e fazer uma massagem nos pés (eles sofrem, né). Estava quente, o parque tinha lotado de repente e nós resolvemos pegar o trem estilo Maria Fumaça que dá volta no parque. Era puramente para descansar, então, demos uma volta completa e mais meia volta para descermos perto de onde jantaríamos.

Eu também fiz uma reserva para o jantar desse dia, daqui do Brasil. Escolhi o combo mais barato que dava direito a um lugar separado do show Fantasmic. Fomos em um restaurante chamado Hungry Bear, que fica ao lado do Splash Mountain, e tinham algumas opções próprias para esse combo, mas podíamos escolher outra coisa do cardápio normal, então pegamos um cheeseburger mesmo, com batata e um refri bem gostosinho de uma marca chamada Blue Sky (pedi o cream soda e amei, parecia um sorvete de creme geladinho, uma delícia mesmo). Terminamos, seguimos para a área reservada e tivemos uma visão bem legal do show, que é um pouco mais sombrio do que o de Orlando.

Dicas sobre os shows Fantasmic e Together Forever 

Como falei antes, nós pegamos um combo para jantar e poder ver o show Fantasmic em um lugar reservado. Se você gosta desse tipo de show e pretende assistir, eu acho fundamental fazer essa opção de jantar combinado. No site da Disneyland, você encontra todas as opções disponíveis. Eu peguei a mais barata, que dá direito a uma refeição para viagem e um tíquete para ficar nessa área bem na frente. Sei que existem também algumas mais refinadas, em que você assiste sentadinho em uma mesa, mas o valor é bem mais caro.

Não tenho maturidade quando vejo um personagem da Disney e corro mesmo pra tirar foto

Ao contrário do que acontece em Orlando, o Fantasmic é apresentado no meio do parque, em uma área chamada Rivers of America. Como não é uma arena ou algo semelhante, a galera assiste sentada no chão mesmo e quem fica lá para atrás pode não ter uma visão muito boa, por isso eu super recomendo essa opção do jantar combinado. Ah, dica importante: no dia em que nós fomos, tiveram duas apresentações do show. Eu optei pela segunda apresentação do dia, mas no tíquete que me entregaram estava marcado que seria para a primeira apresentação, então, fique de olho nisso, ok?

Além do Fantasmic, a Disneyland também apresenta o show Together Forever, com projeção dos personagens dos filmes da Pixar e fogos. Essa projeção acontece em vários lugares, inclusive no castelo da Aurora. Acompanho muito o blog Disneyland Daily e lá falava que era impossível sair do Fantasmic e assistir ao Together Forever na sequência. Como eu já sabia disso, falei para a Tâni para ficarmos por ali mesmo e a própria equipe do parque avisa para ninguém sair do lugar (para evitar tumulto mesmo).

Eu achava que a gente apenas veria os fogos do castelo de longe, mas eles projetam as mesmas imagens do castelo no Rivers of America, então acabou que foi ótimo ver a projeção de perto, sem praticamente ninguém na frente (mais uma vantagem do jantar combinado). Vou falar mais sobre o Together Forever no post do dia 5, mas realmente foi uma grande surpresa e ajudou muito poder ver tudo nesse local do parque.

 

Depois disso, ainda tentamos comer uma porção de beignet, mas realmente fica uma confusão de gente indo e vindo e já estava tarde, então chamamos um Uber e voltamos para o hotel (pagávamos cerca de 5 dólares pelo trajeto entre o parque e o hotel e vice-versa, valeu muito a pena).

No próximo post, conto o que acontece quando dá pau no aplicativo da Disneyland.

Um beijo e até lá! 

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 2

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog já sabe que eu decidi fazer um diário contando como foi a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e Las Vegas. Se você chegou aqui direto por este post, clica aqui para conferir os outros posts. Bom, como nós chegamos na Califórnia em uma segunda-feira à tarde, deixamos para ir no parque na terça-feira, assim poderíamos aproveitar melhor.

Caso você não saiba, a Califórnia tem dois parques da Disney: a Disneyland, o primeiro parque da Disney (sim, aquele original que foi idealizado pelo Walt Disney quando ele ainda era vivo) e o Disney California Adventure, conhecido por ter a roda-gigante do Mickey. Os dois parques ficam em Anaheim (a cerca de 40 minutos de carro de Los Angeles) e estão frente a frente, no mesmo espaço. Ou seja, você não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando.

Olha a coincidência: estávamos na Disney no dia do aniversário de 63 anos da inauguração do parque

Nós fomos em julho, então, já sabíamos que enfrentaríamos dois grandes obstáculos: calor e filas gigantes. Em relação ao calor, não tinha muito o que fazer. Mas, para driblar as filas gigantes, eu entrei no site da Disneyland e olhei quando tem Magic Hour em cada parque. O que é isso, Camilla? Magic Hour é um benefício exclusivo para hóspedes dos hotéis da Disney, que podem entrar no parque uma hora mais cedo. Nesses dias, os parques costumam ficar ainda mais cheios.

No nosso primeiro dia de parque, a Disneyland teria Magic Hour, por isso, optamos por começar de fato a nossa viagem no Disney California Adventure.

Antes de continuar, aproveita e vem conferir aqui todos os vlogs da viagem que estão rolando lá no canal! 

Como é o Disney California Adventure?

O parque Disney California Adventure foi inaugurado em fevereiro de 2001 e, no início, não foi bem aceito por não ter tantos brinquedos para crianças. Aos poucos, foi mudando, mas ainda assim eu acho que é um parque bem diferentão da Disney e mais indicado para adolescentes e adultos. A área infantil, inspirada no filme Vida de Inseto, vai deixar de existir para dar lugar a um espaço temático da Marvel, então, acho mesmo que as crianças podem torcer a cara para este parque. Mas eu AMO e é o meu parque favorito de todos! 🙂

A Disneyland da Califórnia conta com um recurso muito legal que se chama MaxPass. Trata-se de um sistema dentro do aplicativo da Disneyland que permite agendar FastPass para os brinquedos. Ou seja, você pode pegar um “passe” para entrar nas atrações mais concorridas sem fila, em um determinado horário. Você pode fazer isso indo diretamente em cada atração, mas a vantagem do MaxPass é fazer no próprio aplicativo, sem perder tempo. Tem um custo de 10 dólares por pessoa e por dia, mas dá direito a TODAS as fotos feitas por fotógrafos oficiais da Disney e eu juro que VALE CADA CENTAVO, especialmente para quem vai em alta temporada.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar o MaxPass e de cara peguei um FastPass para o Soarin’, uma atração que simula um voo de asa delta que também tem em Orlando. Fomos no brinquedo do Monstros S.A. (bobinho, mas bonitinho), seguimos para o Guardiões da Galáxia, que ocupa o prédio que antes era a Torre do Terror e eu achei que ficou BEM MELHOR. Ainda é o lance do elevador que despenca, mas eu AMEI!

Que Castelo da Cinderela, que nada! Minha vista favorita da Disney é esta aqui!

Recentemente, o Disney California Adventure reformou a área em que fica a roda-gigante do Mickey, que antigamente se chamava Paradise Pier e que agora recebeu o nome de Pixar Pier. O espaço agora é totalmente dedicado aos filmes da Pixar e eu achei que ficou tudo muito fofo, com direito a barraquinhas de comidas temáticas de acordo com os personagens, como as bebidas geladas do Homem das Neves e os churros do Buzz Lightyear.

A clássica montanha-russa de looping agora virou a Incredicoaster, inspirada em Os Incríveis e eu gostei muito. Ainda estão em construção o carrossel da Jessie de Toy Story e uma atração de Divertida Mente, mas lá também fica o Toy Story Mania, que é bem parecido com o que também tem em Orlando.

Ah, importante destacar que o Disneyland California Adventure tem uma área inspirada no filme Carros e uma atração chamada Radiator Springs Racers, que simula uma corrida de carros e é simplesmente IMPERDÍVEL!

Novidades para mim

Eu já tinha ido antes para a Disneyland da Califórnia, mas da outra vez estava frio e chovendo, então, não consegui ir em um brinquedo de água chamado Grizzly River Run. Óbvio que eu fui desta vez (calor de mais de 30 graus, né mores) e eu simplesmente AMEI. Demos risada porque ele tem uma mega descida em que o bote gira (e eu tomei um susto porque não sabia), mas é muito refrescante no verão. Vai por mim, é tão quente que você seca em cinco minutos.

À noite, o parque recebe uma parada noturna chamada Paint the Night. Fizemos um combo em que você almoça no restaurante Wine Country Trattoria e recebe um voucher que dá direito a assistir à parada em um lugar reservado. Como nós pegamos o combo mais barato de todos, sentamos no chão mesmo, mas existem alguns combos bem vip mesmo, só que é muito mais caro. O bom é que nós comemos muito bem e não tínhamos ninguém na nossa frente.

O brinquedo do Carros só tem na Disney da Califórnia e é um dos melhores de todos

Eu AMEI AMEI AMEI essa parada, primeiro porque a música que toca é uma versão diferente da música do filme Detona Ralph, do Owl City, que eu amo. É muito legal porque ela é toda com luzes, então as crianças piram e quem tem coração mole, como eu, se emociona (sério, chorei muito rsrs).

Lado ruim: quando a parada acaba, o parque meio que fecha também. Rodamos para procurar um lugar para jantar, mas já estava tudo fechado e nós acabamos a noite com um pacote de mini hot dogs. Voltamos a pé para o hotel, mas estávamos tão cansadas que decidimos ir e voltar de Uber nos dias seguintes.

 

E foi isso. No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – dia 1

Olá, pessoal! Quem me acompanha no Instagram e no canal já sabe que recentemente eu fiz uma viagem muito legal para a Disney da Califórnia e também para Las Vegas. Muita gente sempre me pede para compartilhar os roteiros que eu faço quando viajo. No ano passado, fui para a África do Sul e fiz um post com o roteiro completo (clique aqui para conferir). Pensei em fazer o mesmo desta vez, mas andei lendo muitos blogs de viagem antes de embarcar e achei mais legal fazer um diário mesmo, contando todos os detalhes de cada dia da viagem. O que acham?

Bom, neste primeiro post, preciso contar os motivos que fizeram a gente escolher esses destinos. Normalmente eu viajo com a minha mãe, mas ela não ia poder tirar férias neste ano e eu já sabia que teria que viajar sem ela. Tenho uma meta pessoal de conhecer todos os estados dos Estados Unidos e eu queria ir para lá. Nunca tinha ido para Las Vegas e aí comentei com uma amiga, assim como quem não quer nada, que eu gostaria de conhecer Las Vegas. Ela disse que também queria. Era um dia normal, mas a ideia vingou e eu achei o máximo poder viajar sozinha (sem um familiar) pela primeira vez em 30 anos de vida. Estava na hora, né gente?

Essa é a Tânia, minha amiga da faculdade, que embarcou nessa aventura comigo

Eu sou completamente apaixonada pela Disney e realmente gosto mais da Disney da Califórnia do que da de Orlando (mais pra frente explico os motivos). Como a gente não ficaria muito tempo em Las Vegas, pensei de juntarmos com a Disney também que é pertinho, assim minha amiga conheceria a Disney pela primeira vez na vida dela. Ela topou e lá fomos nós!

Confira neste post algumas vantagens da Disney da Califórnia!

Quando a gente foi?

Cresci ouvindo que jamais deveria ir à Disney em julho porque é verão nos Estados Unidos, muito calor e férias no mundo tudo. Resultado: parques lotados. Tem mais: Las Vegas foi construída no deserto e as temperaturas são altíssimas em julho. Acontece que a Tânia, minha amiga, só pode tirar férias em janeiro e julho e eu não podia tirar em janeiro, ou seja, só sobrou julho mesmo. Nós duas não curtimos muito calor em excesso e até pesquisamos outros destinos, mas a gente queria conhecer Las Vegas, então resolvemos encarar. E olha, não foi tão ruim assim, mas conto mais pra frente.

Julho é alta temporada e os preços são mais altos, mas a gente contou com a ajuda da Bruna, da Viagens Abreu, que já tinha feito uma viagem com a Tani antes. E aí entra a velha história de expectativa x realidade. Eu queria um voo direto de São Paulo para Los Angeles (detesto voo com conexão porque morro de medo de perderem minha mala), queria um hotel bem próximo dos parques da Disney e queria um hotel na Strip, a rua mais famosa de Las Vegas. Não deu né, o primeiro orçamento nessas condições era surreal de caro.

Na Disneyland da Califórnia, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Bom, o que conseguimos pagar foi um voo da Copa Airlines para Los Angeles com escala no Panamá, um hotel localizado a uns 20 minutos da Disney e outro hotel atrás da Strip em Las Vegas. Nos próximos posts, vou contar mais sobre cada hotel, mas acabou que nós pagamos metade do valor do primeiro orçamento e valeu muito a pena.

Ah, detalhe importante: começamos pela Disney pelo simples fato de que chegamos durante a semana e imaginamos que os parques estariam mais cheios no fim de semana. Foi uma decisão acertada porque em Las Vegas a gente anda MUITO e eu nem imagino como seria fazer os parques cansada do jeito que estávamos.

E, afinal, como foi nosso primeiro dia?

Saímos daqui de São Paulo em voo que saiu à 1:22 da manhã com destino à Cidade do Panamá. O voo durou seis horas e meia e eu assisti ao filme Com Amor, Simon (muito fofo, por sinal). Descemos do avião e logo descobrimos que viajaríamos para Los Angeles no mesmo avião (sem risco de perderem as malas, ufa!). O voo seguinte saiu uma hora depois, durou mais seis horas e chegamos em Los Angeles no começo da tarde do horário local (quatro horas a menos do que o Brasil).

Sonho realizado: tirar foto segurando os balões da Disney (consegui no Downtown Disney)

Contratamos um serviço de transfer com a Limosque inclusive foi ótimo e eu super recomendo, e chegamos em Anaheim, cidade da Califórnia onde ficam os parques da Disney, em 40 minutos. Deu tempo de deixar as malas no quarto, colocar uma roupa mais fresquinha para encarar o calor e passear em Downtown Disney. Sim, lá o centrinho de compras ainda se chama Downtown Disney e o mais bacana é que ele fica no meio dos dois parques, então você faz tudo junto e não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando. Compramos as orelhas rose gold do Mickey e jantamos no Bubba Gump, que fica bem pertinho.

Depois disso, encaramos uma caminhada beeeeeeem complicada porque eu tentei fazer um caminho diferente. Descobrimos que o nosso hotel não era tão perto assim da Disney e isso foi meio que uma cilada porque a gente acabou indo de Uber nos outros dias. Em tempo: ficamos no Best Western Courtesy Inn. Ele é simples, mas é limpo e tem café da manhã incluso. Só essa questão da distância que atrapalhou mesmo.

 

E é isso, gente! No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia de parque

Um beijo e até lá!

[Especial Califórnia] O que fazer em San Francisco

imageFinalmente encontrei um tempinho para escrever sobre a minha última parada na Califórnia. Descobri que o fato de demorar para postar não tem a ver apenas com a correria do dia a dia, mas porque ando com uma saudade enorme desta viagem. Até mesmo a escolha das fotos já dá aquela dorzinha no peito. E agora, praticamente um mês depois de voltar de lá, posso dizer com toda a certeza que San Francisco é mesmo especial. Rolou uma pressão porque todo mundo (juro, todo mundo sem exceção) me disse que a cidade era linda e que eu iria adorar. Estava completamente apaixonada por San Diego e costumo ser do contra, então rolou um medinho de eu não gostar. Mas, aos poucos, percebi que isso é impossível. A cidade é incrível e eu explico agora os motivos:

Charles M. Schulz Museum (Museu do Snoopy)

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Certo, o primeiro item deste post não é em San Francisco. Mas foi uma das primeiras coisas que fiz quando cheguei por lá, então resolvi compartilhar. Fãs do Snoopy e de toda a turma das tirinhas Peanuts não podem deixar de visitar o museu criado em homenagem ao desenhista Charles M. Schulz, criador dos quadrinhos. O espaço fica em Santa Rosa, pouco mais de uma hora de San Francisco, e traz alguns detalhes sobre os personagens e uma reprodução extremamente fiel da escrivaninha de Schulz. Logo ao lado do museu há um café (que o próprio cartunista gostava de frequentar) e uma pista enorme de patinação. Além disso, existe uma lojinha temática. Experimente sair de lá sem ao menos uma sacolinha. Eu não consegui…

Sonoma/ Napa Valley

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Além do céu azul e da natureza abundante, a Califórnia também é conhecida pelos ótimos vinhos. Por isso, visitar uma vinícola é um item obrigatório em qualquer roteiro. As principais produções ficam entre as regiões de Sonoma e Napa Valley. Nós fomos na vinícola do Francis Ford Coppola, que, para quem não sabe, é um dos maiores cineastas do mundo (a trilogia O Poderoso Chefão, por exemplo, é dele). O lugar é muito bonito, com clima de campo, e funciona como clube no verão. Dá para pagar uma diária e curtir a piscina. O tour, apesar de rápido, dá acesso ao processo de fabricação dos rótulos e ainda permite a degustação de quatro vinhos (já adianto: gostei de todos). Vale esticar o passeio com um almoço no restaurante da vinícola. No menu, receitas típicas da culinária italiana. Recomendo o calzone, que é maravilhoso!

Pier 39

image Não tem jeito: qualquer turista que vá a San Francisco pela primeira vez tem que passear pelo Pier 39. Além de lojinhas com todos os tipos possíveis de souviniers – tem até pet shop chiquetosa – o espaço conta com restaurantes variados, carrossel e uma das maiores concentrações de leões marinhos da Califórnia. Eles se refugiaram lá após o terremoto de 1989 e não saíram mais. São tão bonitinhos que eu poderia passar horas observando os bichinhos brincando. Não sei vocês, mas eu sempre me perguntei o porquê de terem escolhido o Pier 39 para virar ponto turístico. Acontece que a presença dos leões marinhos impedia a chegada de navios e, com isso, ele foi transformado em uma espécie de shopping a céu aberto.

Fisherman’s Wharf

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Bem próximo ao Pier 39, fica outro cartão-postal da cidade. O Fisherman’s Wharf funciona como um mercado, em que são vendidos (adivinhem só) diversos frutos do mar. Não há muita coisa a fazer por lá, mas vale a pena escolher um restaurante. Eu recomendo a Boudin, padaria-boutique que vive lotada. Conhecida por fazer pães fresquinhos, oferece aquele sopa bem quentinha dentro do pão italiano. Eu pedi o creme de tomate e AMEI!

Passeio de bondinho

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O que eu mais queria fazer em San Francisco era passear de bondinho. Sim, aquele famoso bondinho que sobe e desce ladeiras pra lá de íngremes. Fomos logo no nosso primeiro dia e bem cedinho porque as filas ficam enormes. O tíquete custou cerca de 7 dólares, mas é possível comprar um passe que dá acesso a todo tipo de transporte público. Os bancos externos são os mais disputados, então é bom ficar esperta para garantir um lugar. Como não tínhamos um destino certo, fizemos o trajeto todo da linha, saindo do Ghirardelli Square e indo até a Market Street. Achei incrível porque o bonde para no meio da rua para que outros passageiros possam subir ou descer. O visual é aquele dos filmes mesmo, bem charmoso. Passeio imperdível!

Golden Gate

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Outro local que eu eu queria muito visitar era a famosa ponte Golden Gate. Tinha visto tantas fotos e vídeos da ponte que eu queria saber se ela era mesmo especial. E é viu, gente! A construção é impactante. Para terem uma ideia, a travessia de carro demora mais de dois minutos. Normalmente, ela fica encoberta e raramente é vista assim, com céu azul. Eu tentei tirar foto antes, mas o dia estava cinza e eu não estava 100% feliz com o resultado. O tempo em San Francisco, aliás, é dessa forma: nublado de manhã e ensolarado à tarde. Por isso, experimente passar pela ponte no final da tarde. As chances de conseguir um visual como este aí em cima são muito maiores!

Salsalito e Tiburon

image Ao cruzar a Golden Gate, você terá acesso a duas cidadezinhas extremamente charmosas: Salsalito e Tiburon. A primeira é menor e tem casinhas em cima dos morros, característica que oferece uma atmosfera campestre. A segunda é mais chique e tem um custo de vida mais elevado. Vale reservar algumas horinhas da manhã e passear de carro pelas cidades. Gostei tanto das duas que não sei dizer qual é a minha preferida.

Alcatraz

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Nem todo mundo sabe, mas há uma construção bem no meio da baía de San Francisco que funcionou, até os anos 60, como o principal presídio de segurança máxima dos Estados Unidos. As operações por lá foram desativadas, mas o prédio continua aberto e recebe diversos tours diariamente. O passeio é narrado por ex-funcionários, que ajudam a mostrar todos os detalhes do espaço. E olha só que boa notícia: tem traduções em milhões de idiomas, incluindo o português. É muito legal, bem feito e chega até a dar medo em algumas partes. Vale MUITO a pena!

Lombard Street

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Uma das ruas mais tradicionais da cidade, a Lombard tem um trecho sinuoso que permite um trajeto muito interessante para carros. As curvas fechadas são decoradas com jardins lindos e muito floridos. O colorido dá um charme especial e a paisagem é maravilhosa inclusive para quem desce a pé. Difícil mesmo é subir depois…

Alamo Square

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San Francisco também é conhecida pelas casas coloridas, com janelas do tipo bay window. Um dos locais onde é possível avistar essas construções é o tradicional Alamo Square. Ao contrário do que eu pensava, as casinhas ocupam apenas uma parte do quarteirão, mas oferecem uma das vistas mais interessantes da cidade. Olha que bacana avistar essas construções e os prédios modernos lá atrás. Fora que há um parque muito gostoso por lá. Vale a pena reservar pelo menos dez minutinhos para dar uma voltinha!

Market Street

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Eis aqui um paraíso para nós, mulheres consumistas. A Market é O lugar para fazer compras. Começo dizendo que ela abriga uma das maiores unidades da Forever 21 que eu já vi na vida. São três andares de perdição e loucura, a ponto de eu ter que desistir de olhar tudo para evitar estragos financeiros. É lá que fica também o Westfield, shopping mara com lojas bacanudas – Aéropostale, Victoria’s Secret e H&M são alguns exemplos – e escadas rolantes circulares (não sabia que existiam coisas do tipo até então). Termine o passeio com uma visitinha na Macy’s e suba até o último andar, onde fica uma unidade da The Cheesecake Factory. Aí é só escolher um sabor (ou vários) e se inspirar com a vista.

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Gostou do post? Clique aqui para conferir os outros textos do Especial Califórnia.

[Especial Califórnia] O que fazer em Los Angeles

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Depois de deixar Anaheim, cidade em que ficam os dois parques do complexo Disney na Califórnia, meu próximo destino foi Los Angeles. Contei aqui antes que Los Angeles me deixou um pouco decepcionada e acho que o principal motivo foi o trânsito intenso. A distância entre as duas cidades é de aproximadamente uma hora e o fluxo na estrada começou a ficar mais pesado assim que os prédios grandes começaram a aparecer. O que a gente não imaginava é que o engarrafamento por lá existe em qualquer dia e horário, inclusive aos finais de semana. Por essa razão, Los Angeles me lembrou um pouco São Paulo. Mas, assim como a maior cidade brasileira, tem muita coisa para fazer por lá. Quer ver?

Camarillo Premium Outlets

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Brasileiro que é brasileiro adora viajar e conhecer novos lugares, mas ama mesmo quando para em um outlet. E para quem acha que não existe um local bom para fazer compras baratas na Califórnia, aqui vai uma ótima informação: o Camarillo é simplesmente o maior outlet que eu já vi na vida. Sério, tem até cinema e escola lá dentro! Localizado a cerca de 1 hora e 20 minutos de Los Angeles, tem lojas muito boas e conhecidas por nós como Adidas, Asics, Diesel, Forever 21, Kate Spade, Gap e por aí vai. Essa parada é obrigatória, pois garante preços ótimos e aqueles cupons de promoção que a gente tanto gosta. Vale MUITO a pena!

Warner Bros. Vip Tour

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Quando a gente pensa em Los Angeles, a primeira coisa que vem à cabeça é a grandiosa produção de filmes. Então, fizemos nossa inscrição no tour vip dos estúdios da Warner Bros. (um dos melhores por lá) daqui do Brasil para garantir que participaríamos do passeio. É muito bacana porque a visita começa do lado externo e nos possibilita ver todas as construções falsas usadas para fazer filmes e séries bem conhecidas, como Big Bang Theory. Depois, a gente pode ver os figurinos que ficam no acervo. Neste ano, o Batman comemora 75 anos, então a Warner preparou diversas homenagens e dedicou um andar inteiro para as produções cinematográficas do super-herói. O que eu mais gostei? De ver bem de pertinho as roupas usadas pelo Heath Ledger como o curinga, um de seus últimos papéis antes de morrer. Fãs da saga Harry Potter também vão amar o segundo andar, que conta com figurinos e objetos utilizados nos filmes. Dá até para colocar o chapéu seletor e saber a qual casa você pertenceria – eu, por exemplo, seria da Grifinória (adorei!).

O tour não para por aí e convida os visitantes a entrarem na gigantesca sala de objetos que são utilizados e alugados para os filmes e também podemos entrar em alguns estúdios onde são gravadas as séries. Não sei vocês, mas eu sempre achei que aquelas risadas de seriados eram falsas. Pois elas são verdadeiras e de gente como nós, que adquire ingressos pela internet e assiste às gravações (tipo de programa que vale muito para quem curte séries de comédia).

Amoeba Music

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Quem gosta de música e de comprar CDs deve saber que a maior loja de discos fica em Los Angeles. Trata-se da Amoeba Music, que tem mais de 2 mil m² (isso mesmo!). É tão grande que tem até um espaço reservado para música brasileira. Além de CDs, a loja vende vinis, filmes, camisetas de bandas e bonecos. Confesso que eu fiquei um pouco sem saber o que fazer em um espaço tão gigante e fiquei com preguiça de procurar algo por lá. Mas, se estiver em busca de música para trazer ao Brasil, este será o melhor lugar da viagem!

Hollywood

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Chegamos à parte mais polêmica deste post. Sempre tive curiosidade em conhecer Los Angeles e sempre me imaginei passeando em Hollywood. Cresci vendo as transmissões do tapete vermelho do Oscar e achava que o bairro era puro glamour. A verdade é que a história não é bem assim. As celebridades não moram por lá e é muito comum esbarrar em moradores de rua ou naqueles atores recém-chegados, que se vestem de Elvis, Marilyn Monroe e até nos Transformers para ganhar trocados dos turistas. Apesar de ser um local sujo e zero pomposo, vale a pena para quem está lá pela primeira vez. Tem um shopping bacana onde dá para ver o famoso letreiro e fazer uma foto (como esta aí de cima), ver as estrelas da calçada da fama, as mãos das celebridades, o teatro onde o Oscar é realizado e o teatro chinês.

Beverly Hills

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Um dos bairros mais chiques de Los Angeles, é aqui que moram algumas celebridades. Existe um tour que passa na frente de algumas casas habitadas por famosos, mas eu não fiz por um problema de tempo. Se você for ficar bastante tempo na cidade, vale a pena se aventurar na experiência. Mas, se tiver apenas alguns dias, a dica é passear nas ruas de carro e sem rumo. Dá para se impressionar com o luxo das mansões e imaginar quem mora nelas.

Universal Studios

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Ia fazer um post especial sobre o parque, que também existe em Orlando, mas ele é tão pequeno que dá para explicar por aqui. A maioria das atrações também existe na Flórida, como Meu Malvado Favorito, Shrek 4D, Transformers e Jurrasic Park. O destaque fica por conta da montanha-russa da Múmia, que é TOTALMENTE DIFERENTE. Muito mais assustadora, com direito a mãos de múmias parando a pouco centímetros da sua cabeça, tem trajeto que envolve descidas e curvas rápidas e trilho que vai e volta. É sensacional e imperdível!

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A grande atração é o tour pelos estúdios, utilizados em filmes e séries de verdade. Além de visitar cenários, dá para ver carros usados em longas e mais bacana é que o trajeto envolve atrações espetaculares, como o cinema 3D do King Kong, uma sequência de terremoto dentro de uma estação de metrô, tubarões e até Norman Bates, o astro do filme Psicose. Uma delícia e muito divertido!

The Grove

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Algumas celebridades escolhem o The Grove para fazer compras e almoçar ou jantar. Shopping extremamente luxuoso, tem lojas renomadas, como Forever 21 e uma unidade gigante da livraria Barnes and Nobles e outra do restaurante delícia The Cheesecake Factory. O mais legal é que tem um bonde que passa lá dentro (pois é). Aqui sim é puro glamour! Vale passar por aqui para conhecer o local, que é uma graça!

Santa Monica e Venice Beach

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Se Los Angeles não foi tudo aquilo que eu esperava, Santa Monica foi uma surpresa muito agradável. Estava morrendo de saudade do clima de cidade de praia de San Diego e senti a mesma paz quando pisei no famoso píer, aquele que tem um mini parque de diversões, com montanha-russa e roda gigante. O visual é incrível para tirar fotos e buscar inspiração. A clássica praia de Venice fica ao lado. Eu tinha pouco tempo, então só passei de carro. Quem tiver mais disponibilidade pode passear e até tomar um solzinho. Eu recomendo e estou até pensando em me hospedar na região da próxima vez!