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Retrospectiva | 5 fatos que marcaram 2018 para mim

Olá, pessoal! Os posts de retrospectiva continuam com tudo por aqui. Chegou a hora de fazer um balanço sobre o que eu fiz de legal em 2018. No geral, foi um ano muito bom! Eu tinha muitos planos e muitas expectativas para este ano. Acabou que deu praticamente tudo certo e eu realizei vários sonhos, além de entender que muitas coisas só dependem de mim. É aquele lance: quando você coloca foco, dedicação e força de vontade, a chance de dar certo é muito maior!

Poderia fazer um post enorme contando em detalhes como foi meu ano. Mas, para vocês não pararem na metade dele, resolvi resumir em 5 tópicos. Bem melhor, né? Então bora conferir!

Emagreci

Bom, quem me acompanha sabe que eu falo de emagrecer há muitos anos. Além de ter uma certa dificuldade para comer de forma saudável (amo uma besteira), eu fiquei muito estressada por conta de estresse. Neste ano, investi em alguns tratamentos estéticos (que são MARAVILHOSOS) e comecei a fazer uma dieta com uma nutricionista. Ah, também peguei mais pesado nos treinos na academia.

Cheguei a perder 6kg, mas acabei ganhando 1,5 agora mais pro final do ano. Em compensação, perdi muita medida e minha relação com o meu corpo mudou muito. Se antes eu me olhava no espelho e não gostava do que via, hoje está bem melhor. Consigo entrar melhor nas minhas roupas e tenho muito mais vontade de escolher meus looks. Ainda quero perder uns 5kg, mas já está ótimo!

Fiz 30 anos

Quando eu era mais nova, morria de medo de fazer 30 anos. Achava que estaria velha demais e queria chegar nessa idade casada, mãe e bem-sucedida na carreira. Fiz 30 anos em maio e adivinhem? Não casei e não virei mãe (bem longe disso) e também não sou bem-sucedida. AINDA. Pois é, eu não tive a crise dos 30, entrei numa nova faixa etária muito bem e com muita sabedoria. Sei lá, aos 30 você entende que ainda é nova e que tem muitos anos para fazer tudo isso. Tô amando, sério!

No primeiro semestre, compartilhei com vocês os detalhes da minha festa de 30 anos. Decidi fazer pela primeira vez uma festa junto com uma amiga minha e nós fizemos uma festa à fantasia temática dos anos 90/2000. Eu fui de Cher Horowitz, protagonista do filme As Patricinhas de Beverly Hills, que eu amaaaava quando era criança. Posso falar? Foi bom demais. nós AMAMOS!

Viajei para o exterior pela primeira vez sem a família

Eu AMO viajar e sou apaixonada pelos Estados Unidos, mas nunca tinha tido a oportunidade de ir para lá sem alguém da família. Em julho, viajei só com um amiga para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi a melhor viagem da minha vida e me fez crescer de diversas formas, mas foi incrível ver como eu posso me virar e ser dona do meu próprio nariz. Tanto foi maravilhoso que eu e a Tâni, minha amiga que viajou comigo, queremos repetir a dose. Não sabemos quando nem pra onde, mas queremos!

Conhecer o Grand Canyon: sonho realizado

Coloquei mega hair

Eu sempre quis deixar meu cabelo crescer e nunca consegui, já que ele é muito fininho e tem pouco volume. Não sei bem o porquê, mas meus fios quebraram muito neste ano e ficaram ainda mais frágeis. O resultado é que ele ficou bem curtinho. Foi aí que meu cabeleireiro me deu a dica de colocar o mega hair de fita adesiva. Coloquei em agosto e, desde então, minha vida mudou. Eu super me identifiquei de cabelo comprido e esta sou eu, sabem? Juro, pretendo usar por toda a vida rsrs…

Ganhei dinheiro como influenciadora

Estava morrendo de medo de não conseguir ganhar mais dinheiro do que aquilo que eu ganhei no ano passado como influenciadora. Mas eu mergulhei nisso, investi MUITO e coloquei todo o meu foco em fazer a minha carreira como influenciadora dar certo. E bom, foi o ano em que eu mais ganhei com isso. Ainda não dá para viver só disso, mas foi maravilhoso ver como esse resultado todo é fruto da minha dedicação e do meu esforço (ah, e de vocês né, estamos juntos nessa :)). Quero continuar ganhando mais, mas até agora está tudo LINDO!

 

E foi isso, gente! 2018 vai deixar saudade! E para você? Me conta aqui nos comentários!

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Paleta de sombras Love, Trust & Fairy Dust | Tarte

Olá, pessoal! Vocês sabem que se tem uma coisa com a qual eu gasto meu dinheirinho é maquiagem, né? Depois que fiz o curso e me formei como maquiadora profissional, aprendi a escolher melhor os produtos de make que eu compro e a entender que eu não preciso de tudo. Mesmo assim, confesso que eu ainda sou muito consumista quando o assunto é maquiagem.

Eu acompanho diariamente o blog Pausa para Feminices, da Bruna Tavares, e eu sempre gosto de ver o que tem de novidade no mundo de make. Foi lá que eu soube que a Tarte tinha lançado uma linha de produtos inspirados em…FADAS! Eu pirei quando vi as fotos dos produtos porque era tudo muito lindo, rosa e brilhante rsrs. Aproveitei para colocar na minha wishlist da viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Não tinha certeza se encontraria alguma coisa dessa linha porque viajei alguns meses depois que ela foi lançada e tinha outra promessa comigo mesma: NÃO comprar mais paleta de sombra porque eu tenho muitas aqui em casa. Aí fui na Sephora do hotel The Venetian e pah, vi a paleta Love, Trust & Fairy Dust. Foi amor à primeira vista, desde a caixinha da embalagem até as cores das sombras. E aí não teve jeito: comprei, usei MUITO e agora posso contar tudo para vocês!

Como funciona?

A paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust segue a mesma proposta dos outros produtos da linha, ou seja, tem cores inspiradas em sonhos e flores. Tudo bem delicado e romântico. Ao todo, são 10 cores em tons de rosa, roxo e nude. Como toda boa paleta, temos cores com brilho e outras mattes.

As cores dessa paleta de sombras são:

  • Magic: bronze metálico e brilhante
  • Mystical: fúcsia metálico e brilhante
  • Wish: marsala matte
  • Gossamer: nude matte (ótimo para fazer a base dos olhos)
  • Frolic: marrom matte
  • Twinkle: nude metálico e brilhante
  • Flitter: rosinha metálico e brilhante
  • Wonder: marrom escurão matte (bom para aquele smokey eye que a gente ama)
  • Whimsical: rosa queimado matte
  • Giggle: nude rosado matte

É importante destacar que todas as cores foram feitas com argila amazônica e pigmentos minerais para fazer com que durem por mais tempo e se misturem com facilidade na hora de esfumar. Livre de parabenos e ftalatos, a paleta de sombras é dermatologicamente testada. Ah, a Tarte é cruelty free, então, ganha ainda mais o nosso amor!

Minha opinião

Bom, eu amo cores e amo paleta de sombras, então, sou suspeita para falar algo sobre essa belezinha. O que eu mais gostei foi da variedade de tons. Já usei de todas as formas: para uma make mais clean (só com os tons de nude), para uma proposta mais romântica (misturando rosa e roxo) e até para noite, usando as cores mais escuras. Amei todas vezes e é uma paleta muito versátil!

Eu gosto de aplicar com pincéis porque acho que fica mais fácil para esfumar. Mas nada impede que você use seus dedos, se prefere fazer a maquiagem assim. Todas as cores são MUITO pigmentadas e rendem bem!

Agora vamos ao preço. Como falei no começo do post, comprei a paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust na Sephora de Las Vegas e paguei U$ 39 (o que equivale a R$ 159). A marca Tarte (ainda) não é vendida oficialmente aqui no Brasil e eu só encontrei um lugar que vende a mesma paleta por R$ 275.

Para evitar qualquer problema, a minha sugestão é juntar dinheiro e comprar durante uma viagem ou encomendar para alguém que vai viajar. Sim, é caro, mas é uma ótima paleta de sombras (além de linda) e eu acho que vale a pena por conta da versatilidade, já que dá para usar de diversas formas.

 

Alguém mais já testou? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Corretivo Radiant Creamy Concelear – NARS

Olá, pessoal! Se vocês pudessem escolher apenas um item de maquiagem para ter pelo resto da vida, qual seria? O meu, com certeza, seria o corretivo. Eu tenho muitas olheiras (por herança familiar e outros motivos), então, passo corretivo até para ficar dentro de casa.

Eu tenho muitos corretivos e sempre sofri para conseguir esconder as minhas olheiras. Até que eu fiz um curso de make e aprendi a usar corretivos coloridos. Deu certo, mas às vezes eu confesso que rola uma preguiça, já que esse truque envolve vários produtos (corretivo colorido, corretivo do tom da minha pele, pó para selar e pincéis ou esponjas para aplicar tudo isso).

Por isso, sempre que vejo alguém falar que testou um corretivo maravilhoso, fico com vontade de testar também. Já tinha escutado muita gente falar sobre o corretivo Radiant Creamy Concelear, da NARS, então aproveitei para colocar na minha listinha de produtos que eu queria comprar na viagem que fiz recentemente para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Fui na Sephora do hotel The Venetian e não sei muito bem o porquê, mas esse corretivo estava na minha lista de dúvida. Acabei levando, afinal, poderia testar e contar tudo para vocês.

Como funciona?

Considerado um dos corretivos mais vendidos nos Estados Unidos, o Radiant Creamy Concelear tem fórmula enriquecida com hidratantes botânicos que reduz a vermelhidão e controla a oleosidade. Além disso, conta com uma tecnologia chamada light-diffusing, que deixa a pele natural com acabamento brilhante.

O mais legal é que esse corretivo tem cobertura que varia entre média e alta e ação instantânea, camuflando olheiras e linhas de expressão sem ficar marcado. É indicado para todos os tipos de pele, com fórmula livre de parabenos e álcool.

Outro ponto bacana é que são mais de 20 opções de cores de corretivo. Tanto que eu olhei e fiquei alguns segundos sem saber qual pegar. Como normalmente eu fico melhor com a segunda ou terceira opção mais clara, testei rapidinho a cor marron glacé e gostei. Quando voltei para o Brasil e comecei a testar de verdade para fazer a resenha, percebi que tinha acertado. Esse tom é indicado para quem tem pele clara e neutra, meu caso!

Minha opinião

Eu gosto de testar bastante um produto antes de trazer a resenha aqui no blog, mas sabe quando é amor logo de cara? Na primeira aplicação, eu pensei: “MEU DEUS, QUE CORRETIVO MARAVILHOSO”. Tenho aplicado o corretivo depois da base, mas, como era a primeira aplicação, passei antes da base e foi impressionante o quanto ele cobriu minhas olheiras. Às vezes, eu saio só com esse corretivo e ele segura MUITO bem a camuflagem das olheiras.

O Radiant Creamy Concelear tem uma textura cremosa bem intensa, mas é muito fácil de aplicar e de espalhar. Usei com pincel e esponja e aprovei dos dois jeitos, mas estou na fase de preferir a esponja. Como não vi diferença, vai mais de gosto mesmo.

No meu caso, considero a cobertura média, quase alta, mas não é aquele rebocão total, sabe? Eu gostei muito do efeito que deu e achei que toda a região abaixo dos olhos fica com uma textura bem gostosa e hidratada. Ah, não craquela e não fica marcado.

Acho que o Radiant Creamy Concelear é ideal para usar em uma festa ou evento, mas nada impede que você também use no dia. Como eu falei, às vezes eu uso só ele e nem passo base, de tão incrível que é. Juro que foi o melhor corretivo que eu já testei até hoje. Só tenho coisa boa para falar dele!

Vamos agora à questão do preço. Lá fora, custa U$ 30 (o que equivale a cerca de R$ 120). Nas lojas brasileiras da Sephora, o mesmo corretivo é vendido por R$ 179 e você pode parcelar, o que não existe nos Estados Unidos. Se você tem viagem marcada, acho que vale esperar e comprar lá fora. Senão, compra aqui mesmo. É caro, mas vale cada centavo!

 

E vocês, já conhecem essa maravilha?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 12

Olá, pessoal! Durante três meses, eu compartilhei com vocês o diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi maravilhoso contar tudo por aqui, mas chegou a hora de mostrar como foi o nosso último dia. 🙁

Eu sempre acordo tristinha nos últimos dias das viagens que eu faço. Sabem aquela coisa de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda?”. Eu não sei o que é isso, se pudesse viajaria para sempre. Mas, como foi a primeira vez que eu viajei sem alguém da família, eu até confesso que estava com uma vontade de voltar para contar como foi tudo para a minha família.

Bom, acordamos e nem tivemos dúvida de que o nosso café seria na Starbucks que ficava no piso térreo do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Todo dia eu pensava: “queria comer uma coisa diferente no café da manhã”. E nesse dia eu pensei: “Ai que saudade que eu vou sentir do bagel com cream cheese”. E olha, eu sinto falta mesmo! (Eu sei que também vendem esse bagel aqui, mas não tem graça comer e não ter aquela loucura toda de Las Vegas junto. Vocês me entendem, né?).

Saudade do bagel e do meu café de todos os dias

Nós tínhamos acabado as visitas nos hotéis no dia anterior (Wynn e Encore são os hotéis mais famosos do extremo norte da Strip), então ficamos de escolher alguma atividade que acabou ficando de fora. Nessa lista, tinham o aquário Shark Reef, o show Fall of Atlantis no Ceasar’s Palace e a visitação dos flamingos de verdade no hotel Flamingo – nada mais óbvio, né?

O aquário Shark Reef é pago e as outras duas atrações que queríamos ver eram gratuitas. Como estávamos com um dinheirinho sobrando, fomos primeiro para o aquário e combinamos de ver se daria tempo de fazer as outras duas atividades. Isso porque a gente precisava voltar para o hotel à tarde para arrumar nossas malas e ir para o aeroporto à noite.

Como é o Shark Reef?

Fizemos a nossa saga de sempre: pegamos o monorail, descemos no MGM Grand e fomos para o Excalibur, onde pegamos um trem que nos levou até o Mandalay Bay. É lá que fica o Shark Reef. Vi em vários lugares que esse aquário era imperdível e todo mundo precisava ir, então, pagamos U$ 25 por pessoa e entramos.

O que eu posso dizer é que toda a construção do Shark Reef é MUITO bonita. É incrível como eles levam a sério a arquitetura em Las Vegas. Parecia que a gente estava em outro lugar, sabem? Todos os funcionários foram muito simpáticos e atenciosos com a gente também. Lá, você encontra várias espécies marinhas – inclusive águas-vivas e tartarugas gigantes – e passa embaixo de um túnel transparente com tubarões (bem parecido com os do Sea World).

Túnel do Shark Reef (a foto não ficou boa, mas dá para entender)

No nosso ingresso, estava incluso também uma visita ao Polar Journey, um anexo que montaram bem próximo ao aquário com alguns dados e um filme 5D sobre ursos polares. Não tem muita coisa para fazer lá, então, a gente ficou na fila do filme com a expectativa lá em cima, afinal, era 5D. No fim, a gente achou bem bobo. Você sobe em um tablado que se mexe e tal, mas não tem nada de 5D ali. Na verdade, a gente achou bem bobinho.

Não sei se é algo imperdível. Acho que vale a visita se você estiver como nós estávamos naquele dia, com tempo e dinheiro sobrando. No mais, acredito que você pular e priorizar outras atividades mais legais.

A entrada do Shark Reef é maravilhosa

Essa parte do Shark Reef fica em um espaço de convenções do Mandalay Bay, com uma praça de alimentação. A gente aproveitou para comer ali mesmo, no Nathan’s, conhecido por fazer “o melhor cachorro quente do mundo”. Os atendentes não estavam com muita vontade nesse dia, mas estava bem gostoso (não é o melhor cachorro quente do mundo, mas vale a pena).

E depois?

A Tâni, minha amiga que viajou comigo, precisava comprar um tênis na Skechers, então, nós fomos andando até uma loja da marca que fica na rua. Minha mãe tinha pedido para eu comprar um corretivo da MAC e eu fiquei com medo de não achar no Duty Free, por isso, fomos andando (e morrendo de calor) até o Miracle Mile, um shopping que fica dentro do hotel Planet Hollywood e que tem uma loja da MAC.

Depois, a gente andou até o hotel Paris Las Vegas, que fica do lado do Planet Hollywood, e pegou o monorail no hotel Bally’s, integrado ao Paris Las Vegas. A gente andou uma estação só e desceu no Ceasar’s Palace. Aí você pode pensar: “credo, andaram uma estação só? Por que não foram a pé?”. Vejam bem, estava uns 46 C. Você iria a pé se pudesse ir no ar-condicionado do monorail? 🙂

A gente não sabia onde era o show Fall of Atlantis, aí perguntamos e um funcionário nos falou. Fica no shopping The Forum Shops, bem perto da Cheesecake Factory, onde jantamos dias antes. Quando percebemos, o show já tinha começado, então saímos correndo no meio do shopping para assistir e não ter que esperar o próximo.

A foto está horrível, mas é só para vocês saberem que o Fall of Atlantis acontece nessa parte do shopping

O Fall of Atlantis é feito com três estátuas que se mexem e que representam os mitos de Atlântida. É legal, tem vários efeitos e, como falei antes, não custa nada. Só chegar e assistir. Não considero algo obrigatório, mas vale reservar um tempinho se você conseguir. Dura cerca de meia hora.

A gente ainda tinha mais uma coisa para riscar da nossa lista antes de ir embora: ver os flamingos. Saímos do Ceasar’s Palace, atravessamos a rua, e fomos para o hotel Flamingo. Encontramos os flamingos um tempinho depois e eu fiquei com um pouco de dó porque realmente parecia que eles estavam morrendo de calor. Só tiramos algumas fotos e voltamos para pegar o monorail pela última vez (dramática né, eu sei).

Fiquei com dó dos flamingos

No caminho para o monorail, estava rolando uma pool party lá no Flamingo e parecia legal, se não fosse o calor. Eu olhava e pensava: “essas pessoas são doidas de tomar esse sol na cabeça”. Ah, a gente não foi em nenhuma pool party por alguns motivos:

  • Elas começavam às 11h. Sim, quando o calor está de matar (Beijo, Bola de Fogo)
  • Não pode levar mochilas e bolsas (onde a gente deixaria nossas coisas?)
  • Tínhamos uma lista com várias coisas para fazer e que eram prioridades
  • Elas eram caras e o dólar está valendo mais de R$ 4. Preferimos gastar com outras coisas

E foi assim que pegamos o monorail e descemos na estação do nosso hotel para arrumar as malas e dar o horário de chamar um Uber e ir para o aeroporto. Normalmente, eu sofro muito para arrumar minhas malas, mas até que foi bem tranquilo. Nenhuma estava muito pesada e com risco de passar do limite de 23 kg. Tomamos um banho, trocamos de roupa e ficamos lá, vendo TV. Tivemos que chamar um Uber Bag, ele nos deixou no aeroporto e nós jantamos lá mesmo.

Como foi a viagem de volta?

A viagem de volta foi tranquila. Fiquei bem irritada porque o avião que nos levou de Las Vegas para a Cidade do Panamá não tinha TV individual, mas eu estava tão cansada e com tanto sono que dormi a viagem inteira (milagre). Vi alguns filmes no voo do Panamá para São Paulo e, quando vi, já estávamos de volta.

Rolou um pânico porque uma das minhas malas não saía. Eu morro de medo de perderem minha mala, então, já voei em cima do funcionário e falei que ele ia encontrar minha mala de qualquer jeito. Eu já estava desesperada, pensando em todas as maquiagens que eu comprei e que estavam lá e em todo o dinheiro que eu gastei para comprar as coisas que estavam na mala.

Nisso, a Tâni vem lá do fundo correndo com a minha mala. Não me perguntem o que aconteceu. Como tinham falado para o cara que todas as malas já tinham saído, meu palpite é que eles deixaram a minha mala cair em algum momento do trajeto entre o avião e o saguão de desembarque. Pelo menos ela chegou, né? A Tâni ainda precisou abrir uma reclamação porque quebraram a mala dela (outras pessoas também tiveram esse problema) e nós compramos mais chocolates no Duty Free. Aí desembarcamos e fomos para casa.   

Exageradas na quantidade de malas?

Essa viagem foi uma das melhores da minha vida! O fato de ter ido sem alguém da família fez com que eu me sentisse independente e voltasse com outra noção em relação a dinheiro. A gente tinha imaginado vários perrengues e, no fim, foi tudo maravilhoso. Conseguimos aproveitar os parques da Disney na Califórnia muito bem, não pegamos nenhuma fila enorme e Las Vegas me surpreendeu demais. Achava que seria uma cidade de jogos e festas e descobri que tem muito mais, fora que é tudo barato. Até o calor não foi tão ruim quanto pensávamos.

Eu não sei quando vai ser a minha próxima viagem, mas eu prometo fazer a mesma coisa e compartilhar tudo aqui no blog também, além de fazer muitos vlogs lá no canal.

Espero que vocês tenham gostado desse diário da viagem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Base Born This Way – Too Faced

Olá, pessoal! Não é novidade para ninguém que eu gosto de maquiagem, mas vira e mexe eu descubro novas paixões dentro desse universo. Como assim, Camilla? Calma, eu explico: ultimamente, ando numa fase de me apaixonar por bases. Até ano passado, antes de fazer o curso de maquiagem, eu tinha apenas duas bases. Depois, fui comprando outras e agora ando querendo testar várias. Vocês sabem como é, né?

Eu sempre gostei de marcas fofinhas de make e conheci a Too Faced há alguns anos, em uma viagem que fiz para os Estados Unidos. Ficou mais fácil de testar os produtos da marca depois que ela veio para o Brasil. Eu tenho uma lista dos que eu mais quero e até contei aqui que eu comprei recentemente o Primer Hangover.

Na época, fiquei em dúvida entre o primer a base Born This Way, queridinha de muita gente. Resolvi aproveitar para comprar na viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Tinha uma wishlist com outros produtos para comprar na Sephora e deixei para fazer isso no penúltimo dia da viagem, em uma loja que fica no hotel The Venetian. Comecei a testar logo que voltei ao Brasil e agora já posso contar tudo para vocês! 🙂

Como funciona?

Bom, antes de mais nada, preciso falar sobre a variedade de cores dessa base. Pesquisei enquanto escrevia este post e vi aqui que são 35 tonalidades ao todo. Como boa geminiana, eu fico doida com essa variedade toda e não sei nem por onde começar.

Normalmente, sempre me dou bem com a segunda ou terceira opção mais clara de base, então fiquei com isso na cabeça, peguei alguns tons mais clarinhos e fiz o teste (aplicando um pouco acima da mandíbula). O ideal é sair da loja e esperar algumas horas para ver a melhor cor, mas, como estava com pouco tempo, esperei só um pouco e acabei escolhendo a cor Swan.

A base Born This Way foi criada com o objetivo de trazer uma cobertura alta sem deixar aquele aspecto pesado na pele. Como o próprio nome diz, ela promete deixar o rosto com um viço tão natural que vai parecer que você nasceu assim, mas sem imperfeições. Importante destacar que ela é livre de óleo – quem tem pele oleosa também pode usar!

Para isso, a base aposta em uma combinação poderosa com os seguintes ingredientes:

  • Água de coco (responsável por hidratar a pele);
  • Rosa alpina (que fortalece toda a região do rosto);
  • Ácido hialurônico (nutriente conhecido por promover uma aparência rejuvenescida).

Vale lembrar que a embalagem segue a proposta fofinha da marca e é toda linda, com tampa preta e logo dourado, além de uma parte transparente que permite visualizar melhor a cor da base. Ah, a Too Faced é uma empresa totalmente cruelty free. Bom demais, né?

Minha opinião

A base Born This Way vem com o formato de pump. Testei com pincel e com esponja, mas sempre aplicando antes o conteúdo na palma da mão (vale também aplicar em placas de metal específicas para maquiagem). Já tive minha fase de amar aplicar base com pincel, mas agora tenho AMADO usar a esponjinha. De qualquer forma, não vi diferença no resultado, dá para aplicar dos dois jeitos, ok?

Contei lá em cima que foi uma tortura encontrar o tom certo para mim e eu estava com pouco tempo. Na hora, a Swan pareceu a melhor opção. Ainda acho que é, sim, a cor da base que mais se aproxima do meu tom de pele, mas acho que ficou um pouquinho esbranquiçada, sabem? Nada muito gritante, até porque dá para amenizar com outros produtos e não interfere no resultado.

Quanto à cobertura, sou bem suspeita. Como eu não uso muita maquiagem no dia a dia, gosto de rebocão quando vou me produzir. Então, eu realmente amei a cobertura dessa base. Não diria que é uma cobertura altíssima, mas de média para alta e o suficiente para cobrir algumas manchinhas que eu tenho. Ah, e ela cumpre o que promete: em nenhum momento, eu sinto a pele ressecada ou pesada. Pelo contrário, ela fica macia, hidratada e com um brilho bem natural.

Agora vamos ao assunto mais polêmico dessa resenha: o preço. Eu paguei U$ 39 dólares, o que equivale a mais ou menos R$ 156. Na Sephora do Brasil, a mesma base sai por R$ 185 (lembrando que dá para parcelar, coisa que não existe nos Estados Unidos). Por essa diferença, eu acho que vale mais a pena comprar aqui, a não ser que você não encontre o seu tom.

Eu sei que é uma base cara e que não é todo mundo que pode gastar tudo isso em um produto de maquiagem, mas considero um investimento. É uma base maravilhosa, que cumpre tudo o que promete e ideal para usar quando você tem uma festa, evento mais chique ou mesmo quando quer uma make estilo rebocão. Estou apaixonada por ela e valeu cada centavo!

 

E você, já conhece essa base?

Um beijo e até o próximo post!