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Dica de viagem: 10 dias na África do Sul

Olá, pessoal! Quem aí me acompanha no canal e nas redes sociais? Vocês devem ter visto que eu aproveitei minhas férias para conhecer um lugar que estava há tempos na minha wishlist: África do Sul. Sim, amores, passei dez dias lindos nesse país que já mora no meu coração. Postei várias fotos no Instagram e estou postando alguns vlogs semanais lá no canal, mas muita gente me pediu para contar mais detalhes da viagem. Como sei que este destino está em alta e que muitos brasileiros querem ir para lá, resolvi compartilhar meu roteiro com vocês. Espero que gostem!

Dia 1 – Ida ao aeroporto

Esse é um dia muito gostoso e cheio de expectativa. Eu acordo feliz quando sei que estou prestes a ir para o aeroporto. Aqui não tem muito segredo, mas vale lembrar que existem duas companhias aéreas que ligam o Brasil à África do Sul: LATAM (brasileira) e South African Airlines (sul-africana). As duas fazem o voo direto São Paulo – Joanesburgo, então, se você mora em outra cidade que não seja São Paulo, será preciso fazer uma conexão.

Programe-se para chegar com pelo menos três horas de antecedência para fazer o check-in, despachar as malas, parar para umas comprinhas no Duty Free (quem nunca né, gente?) e esperar para entrar no avião com calma. Ah, em tempo: escolhemos o voo da South African porque já estava no pacote que fechamos, achei que é uma companhia média, mas dá para encarar sem medo.

Dia 2 – Joanesburgo

Tem gente que chega em Joanesburgo e já embarca direto para a conexão até Cape Town (Cidade do Cabo). Nós preferimos passar uma noite por lá mesmo, já que é mais perto das reservas onde ficam os safáris. Joanesburgo é como São Paulo, não tem muuuita coisa para fazer, mas recomendo alguns passeios que mostram bastante sobre a história da cidade. 

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Descansamos a parte da manhã no hotel, já que a diferença de fuso horário para o Brasil é 5 horas a mais, ou seja, enquanto estamos acordando aqui, lá já é hora do almoço. Mesmo com o cansaço, minha dica é aproveitar a tarde para conhecer o Museu do Apertheid, um regime horrível que segregou racialmente a população da África do Sul por muitos e muitos anos. Depois, vale passar na casa do Nelson Mandela, um dos líderes do movimento de libertação desse regime, que fica em Soweto, um bairro mais afastado e humilde do centro. 

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Para terminar o dia, passe no Nelson Mandela Square, um complexo gigante com shopping e restaurantes. Fiz comprinhas incríveis na Forever 21 (uma das poucas que existem no país) e jantei no Hard Rock Cafe. Vale a pena!

Dia 3 – Joanesburgo – Hoedspruit

Ir para a África do Sul e não fazer um safári não tem a menor graça, não é mesmo? Essa era a nossa maior expectativa com a viagem, então optamos por fazer o safári logo nos primeiros dias de viagem. Acordamos em Joanesburgo, tomamos café e partimos ainda de manhã para o aeroporto da cidade para viajar até Hoedspruit (fala-se Rudsprut), onde fica a reserva dos animais. O avião é bem pequeno e de hélice, dá pânico em quem tem medo, mas a viagem é curtinha, dura 1 hora!

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Aqui, é importante levantar alguns pontos: a maioria das pessoas fica no Kruger National Park, mas nós ficamos no Kapama, uma reserva privada. Sinceramente? Não aconselho o Kruger porque é aberto, ou seja, qualquer pessoa pode entrar e, com isso, os animais ficam mais nervosos. Alguns hotéis, aliás, não são cercados e você precisa fechar as janelas para não entrar macacos e tal. Fiquem em reservas privadas que é beeeem melhor e vocês terão mais liberdade!

O aeroporto de Hoedspruit é minúsculo, mas fica do lado da reserva do Kapama (mais um ponto positivo), então, já fica um Ranger (motorista) com um jipe te esperando para levar ao hotel. Ficamos no Kapama River Lodge, que é o mais popular da reserva, mas não deve em nada, viu? Sobre o safári, é tão incrível que já vou logo pular para as fotos:

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Alguns itens importantes: são dois safáris por dia, das 6:30 às 9:30 da manhã e das 16h às 19h, ou seja, sim, você vai acordar muuuito cedo, mas o próprio hotel liga lá pelas 5:30 para te acordar (vale a pena, amiga). O jipe tem lugar para dez pessoas, então, provavelmente você vai com outras famílias. O grupo todo se forma no primeiro safári e vocês farão todos os safáris juntos, com o mesmo ranger e tracker (aquele cara que vai sentado fora do jipe caçando pegadas dos animais). JURO, É A COISA MAIS LINDA QUE EU JÁ FIZ NA VIDA! Façam que vocês vão amar (e quem puder, faça com o John, melhor ranger!).

Dia 4 – Interação com elefantes

Neste dia, acordamos mais cedo ainda para fazer uma interação com elefantes no hotel Camp Jabulani, que também fica dentro da reserva do Kapama. É frio, tem vento, mas você vê o amanhecer no meio da savana e ainda encontra uns bichinhos no meio do caminho. Chegando lá, alimentamos três elefantes, colocamos a mão dentro da língua deles e tiramos muuuuitas fotos. Conhecemos o Jabulani, elefante que dá nome ao hotel e que também serviu de inspiração para o nome da bola da Copa do Mundo de 2010, que rolou lá na África do Sul (quem não lembra do famoso bordão “Jabulaaaaaaaani”?).

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Como fizemos este passeio de manhã, não conseguimos fazer o safári. Voltamos para o café da manhã e tivemos algumas horinhas livres antes do almoço (eu aproveitei para entrar na piscina e tomar sol). Depois do almoço, descansamos um pouquinho, mas logo era hora do safári da tarde. Neste dia, vimos búfalos, girafas, zebras, um camaleão muito fofico e ficamos no meio de uma manada de elefantes gigantescos à noite. Lindo demais!

Dia 5 – Hoedspruit – Franschhoek

Tem gente que fica mais dias no safári, mas nós ficamos dois dias. Se você puder, recomendo ficar os quatro dias porque é algo viciante, a gente sempre quer ver mais animais livres, leves, soltos e na própria natureza. Como nosso voo era na hora do almoço, deu tempo de fazer o safári da manhã e foi maravilhoso porque conseguimos ver uma rinoceronte (que eu batizei de Chiquinha de tão linda), fechando assim, os Big Five: vimos os cinco animais mais difíceis de serem encontrados nos safáris da África do Sul – rinoceronte, leão, búfalo, elefante e leopardo. Fala se não é demais?

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Depois, fizemos as malas e partimos mais uma vez em um voo no avião minúsculo de hélice, mas desta vez ficamos quase três horas no ar e fomos até Cape Town. De lá, fomos de carro por quarenta minutos até Franschhoek (fala-se Franschuk), uma cidadezinha muito acolhedora que fica aos pés das montanhas e é conhecida por abrigar algumas das melhores vinícolas da região. Porque ir para a África do Sul e não beber vinho é o mesmo que ir até lá e não fazer um safári, não é mesmo?

Dia 6 – Vinhos, vinhos e… vinhos!

Nos hospedamos em um hotel lindo chamado Leeu House e fomos muito paparicados lá, mas saímos logo cedo em um tour para conhecer duas vinícolas. Paramos na Boschendal, um lugar maravilhoso com um jardim imenso e um local estratégico para fazer uma degustação. Eu não entendo praticamente nada de vinhos, mas juro que foi difícil escolher qual deles era melhor. 

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Depois, fomos de carro mesmo rapidinho até Stellenbosch, outra cidade conhecida pelos vinhos e por abrigar a melhor faculdade do país. De Franschhoek, a viagem dura meia hora, então deu tempo de parar no meio do caminho em outra vinícola bem luxuosa. Em seguida, almoçamos no La Motte e super recomendo porque a comida é maravilhosa. O menu é fechado e eles trazem todos os pratos em porções generosas para você dividir com a sua família. Sobrou ainda um tempinho para passear na principal rua da cidade, onde dá para comprar artesanatos e coisinhas fofas.

Dia 7 – Franschhoek – Cape Town

Nosso transfer para Cape Town era na hora do almoço, então deu tempo de conhecer mais uma vinícola (sim, viciamos) antes da viagem. Nem precisei de dois minutos para me apaixonar por Cape Town, gente! Chegamos em uma segunda-feira, céu azul, e a Table Mountain, a montanha que funciona como principal ponto turístico da cidade e que tem esse nome por ter uma forma de mesa, nos recebeu de braços abertos. Dá para subir até o topo dela e, como ela fecha em dias de chuva e vento, aproveitamos para deixar as malas no hotel e já fomos até a montanha.

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Subir na Table Mountain foi o passeio mais lindo que eu já fiz na vida, juro! As paisagens são de tirar o fôlego e dá tranquilamente para passar o dia todo lá em cima. Uma coisa que eu gostei demais é o chão do bondinho que leva a gente até lá é giratório, então todo mundo tem a chance de ver a vista de todos os ângulos. Sensacional! Foi um dos melhores dias da viagem e nós jantamos no Nobu, um restaurante japonês famoso que fica na região do Waterfront, recomendo muito para quem gosta desse tipo de comida.

Dia 8 – Cabo da Boa Esperança + Praia dos Pinguins

Visitar o Cabo da Boa Esperança é mais um passeio obrigatório de quem vai para a África do Sul. Para quem não sabe, é o ponto que marca a junção dos oceanos Atlântico e Índico e muito conhecido por ser uma região brava na época das viagens dos navegadores europeus. Fica a algumas horas de Cape Town, então, recomendo fechar um transfer. Começamos parando em Cape Point, depois fomos para o Cabo da Boa Esperança. Prepare a câmera porque as paisagens também são maravilhosas.

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Depois, peça para ir até Boulders Beach, a praia habitada por… pinguins! Isso mesmo, os pinguins africanos são os únicos que podem pisar na areia e entrar no mar lá, nós passamos por uma ponte bem grande para ver esses bichinhos de perto. Eles amam tomar sol, nadam e pulam onda exatamente como a gente. Fora que é cheio de filhotinho, é fofo demais!

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Na volta, nossa guia fez um caminho inesquecível pelas praias e, mesmo assim, deu tempo de fazer uma paradinha no Victoria Wharf, shopping localizado dentro do Waterfront, onde ficava nosso hotel, e fazer umas comprinhas. Fomos muito lá, então já já conto mais!

Dia 9 – Robben Island

Mais um passeio que eu gostei muito de fazer: visitar Robben Island, a ilha onde fica a prisão que abrigou Nelson Mandela durante os anos terríveis do regime do Apertheid. Você precisa comprar logo que fecha a viagem porque as balsas ficam lotadas. Pegamos a balsa das 11h no Waterfront e partimos em uma viagem de 40 minutos em alto-mar até a ilha. Balança bastante, mas a vista é maravilhosa. Você ri e se diverte ao mesmo tempo!

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Ao contrário do que eu pensava, a ilha abriga muito mais do que a prisão. O passeio envolve entrar em um ônibus e dar uma volta completa na região, com paradas para tirar fotos, e, só depois, entrar na prisão. Lá, o tour é bem rápido, mas dá para ter uma noção de como tudo foi horrível, além de ver a cela do Mandela. Na volta, sobrou mais um tempinho para fazer compras.

Dia 10 – Último dia

Ai gente, já acordei triste nesse dia. Mas deixamos o último dia livre e ficamos praticamente o tempo todo no Victoria Wharf, o shopping que contei para vocês. Ele fica na região do Waterfront, um complexo com muitos restaurantes e lojinhas. Lá, tem H&M, Michael Kors, Pandora, Zara, Topshop e outras redes maravilhosas. O preço é mara, mas eu gosto de coisa estampada, então achei tudo muito liso por lá haha… Mas enfim, recomendo demais passar nesse shopping e torrar Rands, além de dar uma voltinha na roda gigante que tem na mesma região.

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Espero que vocês tenham gostado do meu roteiro. A África do Sul é um país lindo demais e eu acabei deixando algumas coisas de fora nesta viagem por causa do tempo que eu tinha, mas já estou me programando para voltar daqui uns anos… Quem sabe?

E aí, o que acharam? Quem tiver dúvidas, é só deixar aqui nos comentários que eu respondo com o maior prazer!

Um beijo e até o próximo post!

9 dicas para curtir a viagem de férias no verão

Olá, pessoal! O verão está aí e muita gente não vê a hora de aproveitar as temperaturas lá em cima para descansar e se divertir. Nesta época, as escolas entram em férias e muitas empresas também aproveitam as festas de fim de ano para dar um break nas atividades. Esse clima todo pede uma viagem, não é mesmo?

Viajar é maravilhoso, ainda mais quando a gente pode ficar no lugar por bastante tempo. Mas, por mais que o destino das férias seja cheio de coisas para fazer, às vezes pode bater um tédio. Pensando nisso, preparei uma listinha com tudo que vocês podem fazer para curtir o calorão. Vamos conferir?

Planejar tudo com antecedência

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Qualquer viagem, mesmo que seja para o sítio da família que você sempre vai, exige planejamento. Faça a mala com calma (saiba o que levar neste post) e lembre-se de que todo mundo viaja nesta época do ano, ou seja, saia de casa em horários alternativos ou então vá preparada para passar horas e horas no trânsito. Vai de avião? Chegue com antecedência para evitar sufoco e filas gigantes.

Curtir a companhia dos amigos

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Que tal comemorar as férias e as festas de fim de ano com os amigos? A gente sabe que o Natal é uma festa mais família, mas não é divertido quando a gente recebe o ano novo do lado dos melhores amigos? Comece a falar com eles desde já, faça um grupo no WhatsApp, organize o melhor roteiro e quem vai levar o quê. Dá para curtir até uma viagem mais curtinha, já que muitos podem voltar logo ao trabalho. O que vale é a companhia!

Refrescar-se na praia e na piscina

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Moro em São Paulo e até tem piscina no prédio em que eu moro, mas dificilmente uso porque vivo correndo. Então, quando estou de férias, tudo que eu mais quero é me jogar na água, principalmente no mar, que eu AMO! Quando o calor é intenso, então, faço questão de ostentar mesmo e postar foto na praia. A gente merece, vai?

Finalmente terminar de ler aquele livro

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Eu sou do tipo que procura ler um livro o mais rápido possível, mas alguns realmente empacam. Na maioria das vezes, a história é mais intensa e requer bastante atenção, coisa que a gente só tem quando fica com bastante tempo de sobra. E não tem nada mais maravilhoso do que deitar na sombra depois do almoço e ficar lendo por horas e horas. Ou então aproveitar para começar e terminar o livro durante as férias, ainda mais quando o tema é bem leve e divertido como o clima das férias.

Colocar as séries em dia

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Outra opção para aquelas horinhas pós-almoço, para as noites ou ainda para os dias nublados e de chuva que podem aparecer pelo caminho. A gente começa a assistir a mil séries ao longo do ano e para em algum momento porque não consegue acompanhar. Olha só que ótima oportunidade para colocar tudo em dia. É só instalar o Netflix no celular ou no tablet e escolher a série da vez. É tão bom quando a gente termina de ver tudo, né? Dá uma sensação de alívio rs…

Esquecer a dieta

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Férias, pelo menos para mim, é sinônimo de relaxar até da dieta. Poxa, a gente rala tanto para ter esses dias de descanso e ainda precisa se privar de comer o que tem vontade? Então, eu finjo que estou de bem com a balança e deixo de pensar em calorias. Claro que evito exageros e procuro me manter saudável o máximo que posso, mas não passo vontade. Para isso, o segredo é pegar pesado antes da viagem e compensar depois que voltar.

Praticar esportes ao ar livre

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Uma das formas de equilibrar a alimentação nas férias é se exercitar. São tantas opções divertidas nesta época que fica até difícil falar de todas. Vale aproveitar o calçadão da praia para correr, caminhar e andar de bike ou patins. Outra ideia é montar uma equipe com os amigos para jogar vôlei de praia. Curtir a piscina dando boas braçadas ou fazendo uma aula de dança dentro da água, enfim, o importante é manter o corpo em movimento. Esse clima de verão é um incentivo e tanto, né?

Renovar o bronzeado

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Está entediada e sem companhia? Leve uma toalha, escolha uma espreguiçadeira e perca a noção de tempo enquanto toma sol. Vale até levar um livro, uma revista ou fones de ouvido para escutar suas músicas preferidas. Ficar com o corpo bronzeado faz bem para a autoestima, não faz? Para chegar a esse resultado, é bom seguir algumas recomendações: 1) tomar sol antes das 10h ou depois das 16h, quando a incidência dos raios solares é menor, 2) SEMPRE passar filtro solar e retocar a cada três horas e 3) proteger o rosto com chapéu e óculos de sol.

Usar os presentes de Natal

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É como um ritual para mim: ganho presentes no Natal e já coloco o que der na mala para usar nas férias. Como eu costumo viajar logo depois das festas natalinas, é sempre a primeira ocasião para estrear biquínis, sapatos, bolsas, brincos e tantas outras coisas lindas que eu ganho. Uma dica preciosa é encomendar presentinhos que você sabe que vai usar na viagem, assim pode curtir o tempo livre ainda mais feliz.

Pensar nas metas do ano novo

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Impossível terminar o ano e não pensar no que gostaria que fosse diferente nos próximos 12 meses. Aproveite os últimos dias do ano e as horas vagas para listar suas metas para o ano novo e pense no que pode fazer para alcançá-las. Afinal, o segredo é planejar metas reais e não sonhar com algo que não depende de você (tipo ganhar na loteria, amiga). Esse exercício é bom porque ajuda a praticar o autoconhecimento. A gente pode olhar para dentro de nós mesmas e enxergar o que podemos mudar para alcançar nossos principais objetivos. Bom, né?

 

E vocês, o que mais gostam de fazer quando estão de férias?

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Vlog: Fim de semana no Rio de Janeiro

Passei o último fim de semana no Rio de Janeiro e aproveitei para matar a saudade do meu pai, da minha irmã de 9 anos e de toda a minha família que mora lá. Na verdade, a intenção da viagem era entregar os presentinhos que eu comprei pra eles lá em Nova York, destino que visitei nas minhas férias. Mas aí aproveitamos para passear, assistir ao filme Procurando Dory, gravar vídeos e… FAZER VLOG!!!

Espero que gostem (e se derretam pela minha irmã, que roubou a cena):

 

Um beijo e até o próximo post!

O que eu fiz em Nova York

Não sei vocês, mas eu amo viajar! Adoro pesquisar o destino da vez, a melhor época para visitar, o que fazer por lá, visitar sites, entrar em grupos do Facebook especializados no local e por aí vai. Tenho férias uma vez por ano, assim como muitas de vocês, e, desta vez, escolhi ir para Nova York. Foi a minha terceira vez por lá e, acreditem em mim, ainda sobrou coisa para fazer. Pois é, dá pra passar 15 dias tranquilamente do tanto de coisa legal que tem para fazer.

Por isso, se você nunca foi para lá e sonha em realizar esta vontade, vai precisar passar pelo combo de programações voltadas para turistas de primeira viagem. Isso inclui os museus (especialmente o Metropolitan e o de História Natural), o Empire State Building, o Rockefeller Center, a Estátua da Liberdade e tantos outros. Como já tinha feito muitas dessas coisas da última vez que fui, aproveitei para incluir outros passeios. A intenção deste post é justamente essa: mostrar o que fazer em Nova York, só que fora do óbvio. Vamos conhecer?

 

Andei pela 5ª avenida

 

Sim, amigas, passear pela avenida mais luxuosa do mundo é um dos meus programas favoritos em Nova York. Fui para lá logo que cheguei e nossa intenção era ir no Eataly. Problema: nenhum de nós tinha ido lá e não fazíamos ideia de que o lugar era no final da avenida. Ou seja, foi um verdadeiro passeio porque acabamos caminhando por todos os quarteirões. E como é gostoso, viu gente? A cada passo, víamos uma loja bacana. E depois de comer um pratão de massa (eu escolhi um nhoque mara de batata), voltamos e paramos nas tais lojas.

Estava muuuito frio nos primeiros dias da viagem

Estava muuuito frio nos primeiros dias da viagem

 

 

Andei de metrô

Parece besta, mas eu sempre tive vontade de andar de metrô em Nova York. É meio coisa de filme, em que a gente vê os personagens se esbarrando na plataforma ou subindo as escadinhas das estações. É fácil andar a pé em Manhattan, mas nós estávamos no Brooklyn e precisávamos atravessar o rio todos os dias. Baixamos um aplicativo sucesso que nos ajudou muito a pegar os trens (são várias linhas e facinho de ficar perdido). Tomamos alguns olés, claro, mas eu me diverti muito. Aviso: nem pense em andar de carro ou de táxi. O trânsito de NY é pior do que o de São Paulo. Falando sério!

 

Comi na Magnolia Bakery

Não foi bem uma novidade. Conheci a Magnolia Bakery da outra vez que fui para Nova York, em 2011. Naquela época, ficamos na fila (era época de Natal, então NY fica uma loucura!), eu não fazia ideia do que pedir e a atendente me sugeriu o Red Velvet Cheesecake. Foi amor à primeira vista e eu nunca mais comi nada igual nessa vida. Pois bem, matei minha vontade logo no primeiro dia. Esse docinho aqui da foto abaixo era tipo um macaron (de red velvet, óbvio), mas eu levei o cheesecake para viagem para comer no hotel e, dois dias depois, fui na loja de novo. Isso é o que chamamos de vício, minha gente!

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Magnolia Bakery + Red Velvet = amor!

Visitei a Estátua da Liberdade e a Ellis Island

Sei bem o que vocês estão pensando: “Ué, você não disse que a Estátua da Liberdade era passeio de quem conhece NY pela primeira vez?”. Acontece que eu nunca tinha ido lá (da primeira vez estava fechado por causa de nevasca e, da segunda, não deu tempo) e eu cismei que não ia embora sem riscar esse programa da lista. Fomos no segundo dia e era um friiiio de doer os ossos (com chuva fininha, para piorar). De quebra, fui na Ellis Island, ilha conhecida por receber os imigrantes que chegavam nos Estados Unidos. Valeu a pena porque foi lindo!

 

Assisti a dois musicais da Broadway

Amo musicais e poderia passar dias vendo os espetáculos da Broadway, Era algo que eu fazia questão (e vou continuar fazendo das próximas vezes que for) e, desta vez, escolhi Wicked e Aladdin. Para quem não sabe, Wicked conta a história da bruxa má do Mágico de Oz e está em cartaz aqui em São Paulo, mas eu queria muito ver o original por causa da música Defying Gravity, que eu amo. Amei demais o musical e arrisco dizer que foi um dos mais lindos que eu já vi. Aladdin é bem a cara da Disney mesmo com todas as músicas do desenho e mais algumas. Ótimo para dar risada com o Gênio. 

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“It’s time to try defying gravity…”

Comi no Shake Shack

Amo hambúrguer, batata frita e refrigerante, então não passo vontade alguma quando estou nos Estados Unidos. Muita gente me falava sobre o cheeseburger do Shake Shack e eu estava doida para saber se era bom mesmo. Enfrentamos chuva e frio e quebramos a cabeça para tentar entender como chegar, mas conseguimos pedir e… É MARAVILHOSO! Com certeza é um dos melhores que já comi. A paixão foi tanta que a gente repetiu o cardápio alguns dias depois, no outlet de Woodbury (um dos maiores dos Estados Unidos). O que não foi legal: minha bolsa bateu sem querer no copo de água de um cara e molhou tudo, inclusive ele. Acontece né?

 

Andei de bondinho até a Roosevelt Island Tramway

Essa dica eu peguei no site Loving New YorkLá, eles falavam sobre um bondinho que subia a vários e vários metros de altura e fazia a ligação de Manhattan até a ilha Roosevelt, que, até então, eu nem sabia que existia. Falou em subir bem alto é comigo mesmo, então queria muito fazer esse passeio. Precisei convencer minha mãe e meu padrasto a irem comigo e aguentei os dois dizendo o tempo todo que nunca souberam de teleférico ou bodinho em Nova York, mas nós chegamos lá e foi um dos pontos altos da viagem. O dia estava lindo, então a vista lá do alto foi algo indescritível. Quando chegamos em Roosevelt, aproveitamos para deitar na grama de um parque que tinha por lá. Imperdível!

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Olha eu aqui gravando vlog para vocês lá do alto

Dei um rolê pelo Brooklyn

A ponte do Brooklyn é um dos cartões-postais mais famosos de Nova York, mas eu só tinha visto de longe. Cruzá-la a pé era outro passeio que eu fazia questão e nós fomos no nosso último dia, em um clima meio que de despedida. Acabamos andando bastante para chegar na ponte, mas tem uma estação do metrô bem pertinho. A ponte é bem longa, mas a gente nem percebe porque se diverte tirando fotos a cada dois segundos. Fora a vista dos prédios altos de Manhattan, que é linda demais! E aí aproveitamos para passear pelo Brooklyn, que é bem bonito! Eu amei ficar sentadinha nos bancos do bairro Brooklyn Heights e ver a cidade do outro lado do rio.

 

Fui para outros estados

Quem me conhece sabe que eu tenho o sonho de conhecer todos os estados norte-americanos. Tenho até um mapa dos Estados Unidos aqui em casa e sempre volto das viagens feliz porque posso colocar tachinhas nos locais visitados. Pois bem, como já tínhamos ido para Nova York outras vezes, decidimos passar alguns dias em New Jersey. E nossa, gente, que surpresa boa! Enquanto NY é pura agitação (a gente andava umas 12 horas por dia), NJ é calminha e tem todas as lojas que a gente ama a preços bem mais baixos. Tem menos gente, os shoppings são maravilhosos e a natureza abundante é algo espetacular. Acabou que sobrou tempo para conhecermos Filadélfia, o que também acabou se revelando uma surpresa. Mais duas tachinhas para o meu mapa!

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Essas escadas são as que aparecem no filme Rocky

 

Me joguei no Six Flags

Sou doida por parques de diversão e sempre morri de vontade de ir nos parques do Six Flags, conhecidos pela quantidade absurda de montanhas russas. Parte do meu desejo de ficar alguns dias em New Jersey era por causa do Six Flags Great Adventure, que fica na cidade de Jackson. Queria me divertir, claro, mas sonhava em andar na montanha russa mais alta do mundo, a Kingda Ka, que fica nesse parque. Só tínhamos um dia para ir e a previsão era de chuva. Fui rezando para que nada me impedisse de andar na primeira fila da Kingda Ka e realizar um dos meus grandes sonhos. Foi o minuto mais incrível da minha vida e, logo depois, começou a chover. Era pra ser!

 

Tem mais um monte de coisa que eu fiz por lá, mas esses aqui foram os destaques. Ah, se você quiser saber mais sobre dicas de passeios, é só assistir a minha séries de vlogs no Yotube clicando aqui!

Um beijo e até o próximo post!

6 coisas boas do mês de maio

O ano mal começou e nós já entramos no mês de maio. Antes de ficar desesperada achando que a vida está passando rápido demais (e de fato temos essa impressão), é bom lembrar que maio é um mês muito especial. Sou suspeita para falar porque é quando faço aniversário, mas também é época de outras coisas boas. Precisa de alguns exemplos? Vamos lá:

Mês das mães

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O Dia das Mães é comemorado no segundo domingo de maio. Para as filhas, é tempo de procurar um presente muito especial para agradar essa pessoa tão importante nas nossas vidas.  Para as mães, é a oportunidade perfeita para ser mimada sem culpa pela família. Sem falar no almoço, que geralmente é farto e cheio de delícias. Sei que as mães deveriam ser paparicadas em todos os dias, mas é tão gostoso poder ficar ao lado delas nesse dia que eu nem ligo.

Mês das noivas

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Toda mulher ligada em tradições decide se casar em maio. Mas alguém sabe de onde veio esse costume? Tudo indica que tem a ver com os costumes do Hemisfério Norte, em que maio se passa na primavera. Aí já sabe: juntam-se as flores e o Dia das Mães e pronto, é o mês mais feminino do calendário. Aqui no Brasil, costuma ser o mês mais caro para quem quer casar. Por isso que muitas noivas preferem subir ao altar em outra época.

Pode ter dois feriados

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Não sei vocês, mas eu vivo em função de feriados. É tão gostoso ter aquele dia extra de descanso no mês, não acha? E olha só que bacana: maio já começa com o feriado em homenagem ao dia do trabalho. Mas não para por aí. Em alguns anos, a comemoração de Corpus Christi pode cair no final do mês. É um caso que não acontece com tanta frequência, então a dica é aproveitar muito.

Frio, mas nem tanto

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Maio é o mês que antecede a chegada do inverno. Isso significa que os dias normalmente são frios. A diferença é que ainda existe o solzinho tímido do outono, então o céu fica do jeito que eu gosto: azulzinho e com poucas nuvens. Saímos agasalhadas, mas podemos nos esquentar debaixo do sol.  Tão agradável, gente! E ainda tem a vantagem de que todas as lojas estão preparadas para a moda do inverno. Hora de se adequar às principais tendências da estação.

Uma das melhores épocas para viajar

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Considerado um mês de baixa temporada, maio normalmente apresenta preços mais baratos para quem pretende viajar. Esse é apenas um dos atrativos que fazem com que seja considerada a melhor época para conhecer um destino. Locais no Brasil ainda estão livres das temidas chuvas de inverno, enquanto alguns países da América do Sul já apresentam montanhas com neve. A Europa e a América do Norte vivem o ápice da primavera nesse período, então a chance de ver paisagens coloridas e floridas é certa.

Meu aniversário

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Ok, sei que esse lado de maio só interessa para as taurinas e as geminianas, que fazem aniversário nesse mês. Mas, para mim, é ainda mais especial porque fico mais velha no último dia de maio. Então meu inferno astral se passa todinho em maio e é uma delícia curtir esses 30 dias de expectativa dentro do mesmo mês. Parece que é mais fácil fazer a contagem regressiva. E começar esse processo com um feriado bem no primeiro dia de inferno astral é para poucas, queridas. Desculpem! Brincadeiras à parte, amo muito meu mês e adoro ser geminiana. Quem concorda?