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Volta às aulas: 8 dicas para se organizar e entrar na rotina

Pois é, minha gente, num piscar de olhos as férias foram embora e agosto chegou. Para muita gente, é tempo de pegar a mochila, o caderno e voltar para a escola ou a faculdade. Tem algo de legal nisso. Eu sempre gostava de voltar de férias, encontrar meus amigos e colocar a fofoca em dia. No vídeo que gravei para o canal do blog falando sobre a minha infância, eu contei que era bem nerd e que sempre gostei de estudar, lembram?

Mas, ao mesmo tempo, rolava um certo pânico. Depois de um mês inteirinho – às vezes, até mais – de pausa, era muito difícil fazer com que meu corpo entendesse que eu tinha que me adaptar à rotina de estudos.

Está nesse desespero também? Pois trate de se acalmar. Encarar horas sentadas em uma sala de aula logo depois das férias é difícil mesmo, mas, aos poucos, o corpo vai entrando no ritmo. O segredo é se organizar, se dedicar aos estudos e deixar os planos de descanso e viagem para as próximas férias. Vamos conferir algumas dicas?

 

1. Organize seu quarto (ou a sua casa)

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Não tem jeito, gente! Bagunça atrapalha e foi comprovado cientificamente que ela atinge o funcionamento do cérebro. Por isso, o primeiro passo para voltar às aulas com pique total é fazer aquela faxina no quarto ou na casa. Aproveite para dar uma olhada nos materiais de semestres antigos e ver o que fica e o que deve ser jogado fora, além de deixar cada coisa no seu devido lugar. Isso vale até mesmo para quem não está estudando. Alguém aí já percebeu como a gente fica feliz quando vê um cantinho totalmente arrumado?

 

2. Converse sobre o que fez nas férias com os seus amigos

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Durante a vida escolar/universitária, a gente vê nossos amigos todos os dias e sentimos uma necessidade enorme de compartilhar experiências com eles. Quem trabalha está acostumado a passar um bom tempo longe dos amigos, mas quem estuda às vezes fica até triste por passar um mês inteiro sem vê-los. Que tal combinar um programa com eles antes do início das aulas para colocar o papo em dia? Vale um cinema, um jantar, um encontrinho na casa de um deles. O importante é restabelecer essa proximidade para que vocês já estejam juntos quando voltarem para a escola.

 

3. Estabeleça um horário-limite para dormir

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Normalmente, passamos ao menos alguns anos da nossa vida estudando de manhã. É uma fase muito importante de aprendizado (sério, você ainda vai agradecer seus professores por terem contribuído para a sua educação), então são várias aulas ao longo do dia, o que implica em algo que eu odeio até hoje: acordar cedo. Ou seja, você vai ter que estabelecer um horário limite para dormir caso queira estar disposto no dia seguinte. Não sei vocês, mas quando eu durmo pouco fico com dor de cabeça o dia todinho. Dizem que o ideal ter entre 8 e 9 horas de sono. Ficou triste porque vai perder seus programas preferidos? Agradeça por hoje existir internet e ter a possibilidade de assistir depois! 🙂

 

4. Tenha uma agenda

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Na minha escola, onde eu estudei dos 2 aos 17 anos (sim, gente, foram 15 longos anos de uma história muito feliz), a gente ganhava uma agenda todos os anos e muitas vezes os professores olhavam para ver se anotávamos as lições para o dia seguinte. Ou seja, cresci acostumada a listar qualquer pendência, tanto que uso – e não vivo sem – agenda até hoje. Procure seguir esse hábito, anotando ao menos palavras-chave que te ajudem a não se esquecer de nada. Tem gente que prefere usar aplicativos de celular, calendários e afins. Fica a seu critério escolher o que mais se encaixa na sua rotina, ok?

 

5. Divida o tempo pós-aula

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Um erro praticado por muita gente durante a vida escolar? Deixar para estudar e fazer lições na véspera. Um conselho valioso que aprendi é que quanto mais tempo a gente tem para fazer algo, melhor é feito. Não temos pressa, o conteúdo ainda está fresco na cabeça e a gente pode desenvolver a tarefa com muito mais calma. Minha dica é dividir seu tempo pós-aula e reservar algumas horas diárias para estudar e fazer as lições, sempre com pequenas pausas para aliviar a tensão. O período restante deve ser aproveitado com momentos de diversão, afinal, relaxar também é importante!

 

6. Trace metas

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Desde pequena, aprendi a pensar nas consequências de um ato. Por exemplo, se você estudar e se dedicar a uma prova, irá tirar uma nota boa e ficará livre de recuperação e exames. Se você tirar uma nota ruim, verá seus amigos se divertirem enquanto você continua estudando. Taí uma dica para deixar o momento de estudo mais leve: pense em algo que gosta muito e que só conseguirá se passar por estudo (vale até um “se eu estudar direitinho, vou conseguir ir para o shopping mais cedo e, quem sabe, aproveitar para ir ao cinema”). E, olhem, sigo esse conselho até hoje. Quando estou muito estressada, penso na viagem das minhas próximas férias e tudo se resolve!

 

7. Deixe o material (e o uniforme) pronto na véspera

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Outro erro comum na vida de qualquer estudante: arrumar o material no dia seguinte, momentos antes de sair de casa e partir rumo à escola ou à faculdade. A gente sempre acaba se esquecendo de algo ou então se atrasando. Como sair dessa? Anote aí: guarde caderno, estojo, livros e o que mais usar dentro da mochila e deixe-a fechadinha e pronta. Assim, é só pegá-la e pronto. E se você usa uniforme, que tal deixar a roupa separada? É tudo tão lindo que a gente ainda consegue ganhar uns minutinhos a mais de sono. Delícia, né?

 

8. Revise o conteúdo do semestre anterior

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Não sei vocês, mas eu tinha o hábito de jogar no limbo todo o conteúdo que aprendia no primeiro semestre e só me lembrar dele durante as provas finais, que falavam sobre todos os assuntos abordados ao longo do ano. Muitas vezes, eles apareciam na hora da prova mesmo e não tinha como pedir ajuda para relembrar. Para evitar esse desespero e o chute, que muitas vezes pode te custar o resultado final da prova, vale a pena voltar nas suas anotações e buscar o que foi passado no primeiro semestre. Ficou com dúvida? Fale com seu professor. Ele certamente irá te ajudar!

 

Gostaram das dicas?

 

Um beijo e boa volta às aulas!

O dia em que eu conheci o Nick Carter

Olá! Se você, assim como eu, viveu a sua infância e a sua adolescência entre o final dos anos 90 e o começo dos anos 2000, com certeza já ouviu muito Backstreet Boys. Eu não sei muito bem quando começou, mas me lembro de dançar loucamente As Long As You Love Me na minha festa de 10 anos, em 1998. A gente não tinha iPhone, muito menos Spotify, então a diversão era ouvir os CDs dos nossos artistas favoritos. E eu ouvia, gente! Todo santo dia tinha CD dos Backstreet Boys tocando aqui em casa – ou melhor, no meu quarto!

Naquela época, criança de tudo, os cinco integrantes da banda eram meus heróis e foi assim, meio sem perceber, que eu me apaixonei pelo Nick Carter, que você talvez conheça como o loirinho com cabelo tigelinha. Eu já era pré-adolescente quando aguardava ansiosamente a estreia de um clipe deles na MTV (não tinha Yotube, gente) só pra poder suspirar pelo Nick. Ele foi meu primeiro amor e, por causa dele, eu fiz as loucuras típicas dessa fase da vida: tinha milhões de pôsteres em casa, pegava qualquer coisa dele e colocava nas minhas pastas e assinava Carter como sobrenome (minhas primas juravam que meu sobrenome era mesmo Carter de tanto que eu falava. Até no colégio fiquei conhecida como Cacá Carter – quem nunca?).

Daí veio 2002, os Backstreet Boys se separaram e o Nick lançou carreira solo. O CD Now or Never me marcou de diversas formas. Ouvia umas 10 vezes por dia, levava pra escola (já tinha Discman, viva!) e me apaixonei perdidamente. Entrei na minha festa de 15 anos com a música I Got You e descobri que ela sempre foi minha. Jurei aos céus que meu filho ia se chamar Nickolas. Briguei com a minha melhor amiga porque ela riu quando eu disse, aos prantos, que ele tinha sido preso. Algumas pessoas tentavam me lembrar que ele nem fazia ideia de quem eu era, mas eu nunca deixei de acreditar que um dia a gente iria se encontrar.

Olha o Nick no auge da beleza, com 22 anos, também conhecido como meu marido

Olha o Nick no auge da beleza, com 22 anos, também conhecido como meu marido

No meio dessa história toda, eu fui em todos os shows dos Backstreet Boys aqui no Brasil. No primeiro eu tinha só 12 anos e o último foi no ano passado, sendo que o meu ingresso foi resultado de um sorteio da firma. Por isso, quando soube que o Nick faria um show solo aqui, não me animei muito. Já tinha visto quatro shows dos meninos e achei que não teria companhia. Daí lembrei de toda a nossa ligação, da importância dele na minha vida e comprei. Mas não parou por aí. Comprei o Meet and Greet, um ingresso vip que dava o direito de tirar uma foto com ele. Qual outra possibilidade eu teria de chegar tão perto do meu grande ídolo, do meu eterno marido?

A saga no dia foi longa, viu gente? Graças à minha amiga Paula, conheci a fofa da Carla e lá fomos nós para a fila do vip. E que fila, Senhor! Ficamos lá por umas três horas debaixo de sol até que colocaram a gente pra dentro. Esperamos mais um pouco até que finalmente o Nick chegou. E olha que máximo, você podia escolher como queria a foto. Talvez esse fato de ficar pensando “quero abraço ou beijo na bochecha?” tenha me deixado mais calma do que eu pensava. Claro, tremi feito vara verde quando chegou minha vez, mas consegui falar algumas coisas e ele foi muito simpático. Milhões de vezes mais simpático do que eu pensava.

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Queria dizer que ele marcou a minha vida de diversas formas, que ele foi a razão por eu gostar tanto de música e de videoclipes, que eu nunca mais gostei de loiros porque ele talvez sempre tenha tido um lugar cativo no meu coração. Mas aí só agradeci por estar ali, por trabalhar duro todo dia e ter dinheiro na conta pra poder pagar pelo ingresso, disse que era uma honra finalmente conhecê-lo e parabenizei pelo filhinho dele (é gente, estamos velhas, o boy já tem até filho!). E olho para essa foto e penso que tudo valeu a pena. Queria dizer para a Camilla de 15 anos atrás que ela tinha razão em gostar tanto e em acreditar que um dia ia ser recompensada. 

É por isso que o que veio depois só somou. Nosso ingresso dava o direito de entrarmos antes e, por isso, ficamos bem na frente. Nunca vi um cantor tão de perto no palco (Obrigada ao Via Marquês por ser tão pequeno). O Nick chegava perto e parecia que cantava olhando pra mim, juro que rolou uma conexão em vários momentos. Agradeci por ter passado a última semana inteirinha antes do show ouvindo as músicas do CD novo dele porque soube cantar absolutamente todas.

Só que tava um sufoco. Imagina 2.500 meninas loucas e histéricas vendo o amor da vida bem de pertinho. Agora imaginem que eu fiquei SEIS HORAS EM PÉ, TRÊS DEBAIXO DO SOL e a única coisa que eu tinha comido eram alguns amendoins de uma menina que fiz amizade. Era quase impossível que, em um determinado momento, a minha pressão não caísse. Meio que senti na pele o que o povo sente quando passa mal e desmaia. Ainda bem que eu penso de vez em quando e tive a ideia de sair do auê e tomar uma coca-cola (açúcar em excesso nessas horas faz bem). Melhorei em segundos, vi o resto do show do cantinho e tive espaço pra dançar e cantar.

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Essa era a minha distância do Nick

Ponto alto: me surpreendi com a simpatia das meninas. Achava que as fãs do Nick eram chatinhas, mas na real são todas muito acessíveis. Já fui a milhões de shows nessa vida e só neste aqui eu consegui fazer amizade em questão de segundos. Adriana, Andrea, Gabi e Carla, obrigada de novo pela companhia! Segundo highlight: o Nick não cantou I Got You, mas cantou I Need You Tonight, minha primeira música favorita da vida. Foi mais ou menos o mesmo!

Ponto baixo: a pessoa aqui está com 28 anos e não tem mais estrutura física pra essas coisas. O show foi em um domingo e, na terça, minha garganta já começou a doer. Desde então, tive febre e uma faringite que me deixou zoada até hoje, no dia em que eu escrevo este post. Não tá fácil, mas digo sem medo: FOI O MELHOR SHOW DA MINHA VIDA!

Agora vamos à pergunta: o ingresso foi caro? Sinceramente, achei o preço ok. O maior problema é que foi em dólar e nossa moedinha não está valendo muito né? O que encareceu foi a conversão, mais as taxas de compras feitas com cartão de crédito. Mas se pensássemos no valor como se o dólar e o real valessem a mesma coisa, não é caro. E, de verdade, não vale tudo quando se trata de um sonho?

Desculpem pelo textão, mas não é todo dia que a gente conhece o Nick Carter!

Um beijo e até o próximo post!

9 dicas para aproveitar as férias sem sair de casa

Eba, julho chegou! E, para muita gente, este mês é ainda mais especial por conta de uma palavrinha mágica: FÉRIAS! Quem estuda, sempre aguarda esta época do ano com muita ansiedade, afinal, é tempo de dar uma pausa e relaxar. Algumas mães também se programam para tirar férias e ficar mais tempo ao lado dos filhos. Muitas vezes, o período é aproveitado com viagens (saudade das minhas férias de julho, gente!).

Tudo parece lindo, só que nem sempre dá para viajar. Falta de companhia – ou até mesmo de dinheiro – podem fazer com que a gente fique em casa durante todas as férias. O período é ainda mais tenso para quem mora com os pais e precisa ficar sozinha o dia todo (era o meu drama, achava ótimo no começo e morria de tédio no terceiro dia).

A boa notícia é que dá, sim, para se divertir e muito dentro de casa. Basta tornar o seu dia produtivo e encontrar atividades úteis. Sem ideias do que fazer? Aqui estão algumas ideias:

 

Ler um livro (ou dois, três…)

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Será que ainda tem gente que torce a cara quando o assunto é livro? Ler é tudo de bom, minha gente! Se você nunca se deu bem com a leitura, aqui está uma ótima oportunidade para dar mais uma chance. Mas, se você é como eu e tem uma pilha enorme de livros não lidos, esse tempinho livre é mara para acelerar o ritmo e finalmente colocar as obras em dia. Não tem coisa melhor!

 

Colocar as séries em ordem – ou descobrir uma nova

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Outro problema comum na minha vida é a falta de tempo para colocar minhas séries em dia. É tanta correria no dia a dia que eu termino com vários episódios acumulados até que tiro um dia inteiro para assistir em sequência. Tudo que eu mais queria era ter um tempo de sobra para assistir com calma, então aproveitem as férias para isso. Vale ainda perguntar para as amigas qual série vale a pena assistir e apertar o play. Quem sabe não rola um vício?

 

Arrumar o quarto ou o armário

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Tenho um sério problema com as minhas roupas. Consigo deixá-las arrumadas no armário por, no máximo, um mês. Depois, rola uma preguiça monstra na hora de guardar as peças lavadas e separá-las por cor (haja paciência) até que acabo jogando uma coisa por cima da outra e vira aquele caos. Férias, para mim, são sinônimos de arrumação. Ok, é cansativo, mas é tão gostoso encontrar aquela blusinha que você nem se lembrava mais….

 

Começar, enfim, a academia

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Você sempre joga para amanhã a data de início do treino na academia? Bom, agora não existe mais desculpa. Temos horas e horas para não fazer nada, então, sempre sobra tempo para liberar seu lado fitness. Outro bom argumento é que nas férias a gente come mais e ninguém quer aproveitar esse período-delícia de mal com a balança, não é mesmo? Se você não curte o ambiente da academia, dá para trocar por qualquer outra atividade ou esporte. O que não pode é ficar parada. Ah, que tal chamar sua amiga para te acompanhar nessa busca por uma vida saudável?

 

Fazer uma sessão cinema

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Quando eu era criança e sempre tinha férias em julho, uma das coisas que mais gostava de fazer era chamar minhas amigas e passar a tarde toda vendo filmes com direito ao combo refri + pipoca (né, gente, bons tempos em que a gente podia cair matando nessas delícias sem se preocupar com a dieta). Taí um ótimo programa para sair do tédio. Chame suas amigas, escolha as histórias que querem ver – e aperte o play. Vale fazer o mesmo com filhos, irmãos, primos… O importante é se divertir!

 

Conhecer mais a sua cidade

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Quem mora em cidade grande pode até achar que já explorou cada cantinho do lugar, mas a verdade é que sempre tem alguma novidade ou algum espaço recém-inaugurado que merece uma visita. Que tal visitar uma exposição? Ou fazer um piquenique no parque? As opções são inúmeras, basta apenas sair de casa. Mora em cidades pequenas? A dica é se aventurar e conhecer os municípios vizinhos, passeios que sempre rendem boas histórias e lembranças que duram para sempre.

 

Testar produtos

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Esse, sem dúvida, seria o meu maior divertimento se tivesse férias agora. Quem me acompanha aqui no blog sabe que eu sou doida por testar produtos de beleza, o problema é a falta de tempo. Aproveite para testar máscaras de hidratação caseiras, por exemplo, e ver se realmente são boas para os seus fios. Ou então experimente criar um penteado ou uma make diferente para o evento do fim de semana. Ah, e por que não passar horas vendo tutoriais no Youtube e, de quebra, conhecer novos blogs? Vale super a pena!

 

Inventar receitas

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Se você gosta de cozinhar, esse tempinho livre é maravilhoso para procurar receitas novas em sites e perfis nas redes sociais e testá-las na prática. Esse trabalho muitas vezes é chato porque a gente não tem tempo e precisa fazer tudo correndo, mas experimente criar pratos com calma para ver a delícia (literalmente) que é. Para quem nunca chegou perto de uma panela, é uma ótima forma de conhecer uma atividade nova e, quem sabe, descobrir um novo hobby. Sem falar que cozinhar é uma verdadeira terapia, acalma que só!

 

Conhecer novas bandas e cantores

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Outra coisa que eu amaaaava quando tinha férias em julho. Lá nos meus tempos de adolescência, a diversão era ficar até tarde na internet conversando no MSN (pois é, os smartphones só chegaram beeeem depois disso) e, enquanto o papo rolava, eu entrava em qualquer site de músicas aleatórias e deixava tocar. Outra sugestão era deixar a MTV – naquela época a emissora era maravilhosa – passando e anotar todas as músicas que me chamavam atenção. Aí, quando já estava na faculdade, vieram MTV Hits e Last.fm, dois canais lindos que me fizeram conhecer bandas e cantores que se tornaram meus favoritos. Experimente fazer isso com o Youtube, o Spotify e por aí vai. É MUITO gostoso ter uma banda nova para ouvir!

 

Gostaram das sugestões? O que pretendem fazer nestas férias?

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Vlog: Fim de semana no Rio de Janeiro

Passei o último fim de semana no Rio de Janeiro e aproveitei para matar a saudade do meu pai, da minha irmã de 9 anos e de toda a minha família que mora lá. Na verdade, a intenção da viagem era entregar os presentinhos que eu comprei pra eles lá em Nova York, destino que visitei nas minhas férias. Mas aí aproveitamos para passear, assistir ao filme Procurando Dory, gravar vídeos e… FAZER VLOG!!!

Espero que gostem (e se derretam pela minha irmã, que roubou a cena):

 

Um beijo e até o próximo post!

Achadinho: La Papeterie

Gosto de papelaria desde que me entendo por gente. Quando era criança, tinha verdadeira adoração em olhar minha lista de materiais para a escola e escolhia cada item com muito carinho e atenção. Depois, veio o hábito de usar canetas coloridas, que eu cultivo firme e forte até hoje. E para terem ideia da minha paixão por papelaria, uso agenda no trabalho todos os dias e organizo meus posts e vídeos em um planner.

Por isso tudo, dá para imaginar minha piração quando soube que a La Papeterie seria uma das patrocinadoras do CNB 2016, a Conferência Nacional de Blogs realizada pelo CBBlogers. Dias antes do evento, eles começaram a mandar alguns e-mails fazendo um suspense sobre uma surpresa que os participantes ganhariam. A revelação veio um dia antes: ganharíamos um kit exclusivo no momento do credenciamento com alguns dos produtos best-sellers da marca. Juro: só isso já aumentou minha ansiedade em 100%!

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Kit lindo que ganhamos no credenciamento da CNB 2016

A espera valeu a pena porque o kit era mesmo maravilhoso e vinha com um bloquinho de papel branquinho com rosa e a frase “make time for what matter” (algo como reserve um tempo para o que importa), além de outro bloquinho em formato de listas, um lápis e um planner semanal que eu AMEI. O tamanho é ótimo para levar na bolsa e para organizar os posts e os vídeos da semana – gostei tanto que comprei outro no estande da La Papeterie no evento, junto com um kit de clipes magnéticos com estampa e formato fofo de sorvete.

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Minhas comprinhas no estande da La Papeterie (a vontade era de comprar tudo!!!)

Por falar em fofura, a empresa surgiu justamente com a proposta de ser uma papelaria que resgata a delicadeza da vida. E vamos combinar que cuidar da organização com objetos preparados com carinho faz toda a diferença, né? Na listinha de produtos à venda, estão cadernos em tamanhos variados e capas coloridinhas, bloquinhos estilo post-it, fitas decorativas lindas, adesivos mil para decorar planners e agendas, lapiseiras, canetas e por aí vai.

Mas uma das coisas que eu mais gostei foi o grifa texto em formato de embalagem de pasta de dente e bala. Eu adoro um toque divertido com pegada retrô, então foi amor à primeira vista. Fora que, além de útil, é superfofo para decorar o cantinho de trabalho!

Fotos: La Papeterie

Fotos: La Papeterie

A La Papeterie é tão incrível que também tem itens de decoração pessoal, como ímãs, almofadas, caixas-livro e porta-retratos, todos com esse estilo romântico e delicado. Sem falar nos brincos, colares e pulseiras com elementos de floresta que ficam ótimos em looks boho.

Os produtinhos estão à venda no site da marca (lapapeterie.com.br) e o pagamento pode ser feito por depósito bancário, Paypal ou Pag Seguro (boleto, cartão de crédito e transferência). Foi um achadinho maravilhoso e podem ter certeza absoluta de que eu já estou aqui montando a minha wishlist de produtos. A vontade é de comprar tudo – entre agora e descubra se não é verdade!

Um beijo e até o próximo post!