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Experiência Alice: como é a exposição?

Olá, pessoal! Já faz um tempo que nós passamos a ter um número grande de exposições aqui em São Paulo. A mais recente e que tem atraído o interesse de muita gente é a Experiência Alice, em cartaz no Shopping JK Iguatemi. O nome diz tudo: é uma homenagem (e das mais lindas) para a história Alice no País das Maravilhas, principalmente a versão animada feita pela Disney.

Eu sou maluca pelo desenho da Disney desde criança. Normalmente, os pequenos não gostam muito porque acham a história difícil, mas eu embarcava na loucura. Depois, na faculdade, tive a oportunidade de ler o livro original, escrito pelo Lewis Carroll, e aí fiquei ainda mais fã da história. Assim que soube da exposição, corri para comprar o ingresso e consegui visitar a mostra no último domingo (09).

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São várias salas criadas para as cenas mais marcantes do filme. A primeira tem paredes revestidas com páginas do livro e várias versões cedidas por uma colecionada, com itens bem fofos. O destaque fica por conta da reprodução do barco onde Lewis Carroll teve a primeira ideia da história. A partir daí, você tem duas opções para seguir: andar normalmente ou entrar na toca do Coelho Branco, exatamente como no filme.

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A segunda opção, claro, é muito mais divertida porque você escorrega direto para a sala das portas com a sensação de estar caindo mesmo. É tudo muito fofo e muito fiel ao desenho e alguns espelhos ajudam a distorcer nossa imagem. Em alguns, parece que a gente fica alta ou pequena.

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Em seguida, vem a sala da corrida eleitoral (uma das partes mais doidas do filme) com mais uma proposta de interação. Tudo é feito com a participação dos visitantes: os gêmeos Tweedledee e Tweedledum só falam se você aperta um botão, o Gato Risonho aparece em pontos estratégicos de outra sala e você precisa procurá-lo. Dá até para ter a sensação de ficar grandona e com as mãos e os pés para fora da casa do Coelho Branco.

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Mas o ponto alto é a sala do Chapeleiro Maluco, com a reprodução super bem feita da mesa do chá. Tem até fila para tirar foto, mas anda rápido. Depois, a Rainha Vermelha (ou de Copas) e suas flores brancas, que precisam ser balançadas para ficarem vermelhas. Por fim, rola uma homenagem para a versão criada pelo Tim Burton e todos os personagens estão lá.

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O passeio não poderia terminar diferente: em uma lojinha com produtos fofos. Estava empolgada para conferir, mas achei que tem pouca variedade. Mesmo assim, fiquei enlouquecida pelo modelo especial de Havaianas. Não tinha meu número, mas a vendedora disse que chega mais nesta semana e dá para buscar na loja do shopping.

Eu gostei muito da exposição Experiência Alice e indico para todo mundo que, assim como eu, curte o desenho da Disney. Mas recomendo não ficar com a expectativa lá em cima para não se decepcionar. O passeio é rápido, dura cerca de meia hora, e é só sobre o desenho. Não tem nada mais profundo sobre a criação da história, por exemplo.

Ah, também sugiro comprar os ingressos com antecedência porque a procura é grande e ter paciência. Tem muita criança pequena (e barulhos, choros, mães enlouquecidas) e gente fazendo mil opções de selfies em cada canto das salas. Fora isso, pode ir que vale muito a pena!

 

Experiência Alice

Até 30 de novembro

Shopping JK Iguatemi: Av. Pres. Juscelino Kubitschek, 2041, Itaim Bibi, São Paulo (SP)

 

Um beijo e até o próximo post!

5 motivos para comemorar a chegada da primavera

Olá, pessoal! O inverno ficou oficialmente para trás, já que a primavera chegou de vez hoje. Muitas de nós ficam felizes com a nova estação e até postam fotos comemorando a data nas redes sociais (sim, sou dessas). Acontece que esta época do ano é mesmo especial. Pode até ser impressão minha, mas parece que todo mundo fica mais feliz. Motivos para isso não faltam. Quer ver só? Aqui estão alguns exemplos:

 

Temperaturas mais altas

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Ok, eu só gosto do calor quando tenho praia ou piscina por perto. Para trabalhar é uma desgraça e eu até passo mal às vezes. Mas é comum ficarmos mais introspectivas no inverno e preferirmos sair para lugares fechados. Então, quando a primavera chega e aumenta a temperatura, dá uma vontade louca de fazer programas ao ar livre e correr para tomar sol e ficar bronzeada (no meu caso, tirar um pouco da minha cor branca-escritório). Só que já deu para perceber, pelo menos aqui em São Paulo, que o calor vai ser igual ao do verão, com o termômetro marcando mais de 30 graus. Ou seja, tem que caprichar no protetor solar e beber muita água para se manter hidratada. Falei mais sobre esses cuidados no post sobre dicas de cuidados com a pele durante a primavera.

 

A volta do horário de verão

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Sou tão contraditória que não gosto de calor, mas AMO horário de verão (coisas de geminianas, né gente?). É só lembrar da primavera para começar a pensar na mudança de horário que teremos pelos próximos quatro meses. Sei que não é lá muito legal acordar uma hora mais cedo, mas é tão maravilhoso sair do trabalho e ainda estar claro, não acham? Tenho a impressão de que os dias duram mais, o clima é mais gostoso, enfim… Fora que para quem mora em cidade de praia não tem coisa melhor do que aproveitar os dias livres para curtir o sol até quase oito horas da noite. Neste ano, o horário de verão começa no dia 15 de outubro. Queremos logo, por favor!

 

Roupas mais alegres

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Outro dia fiquei toda feliz porque saí de casa usando um vestidinho de verão. Roupas de inverno são mais chiques e elegantes, mas eu me visto muito melhor durante o calor. Meu armário é cheio de peças coloridas e estampadas e não tem época mais indicada para criar mil combinações do que agora. Se você tem um estilo parecido com o meu, prepare-se porque vai ficar babando em um monte de vitrines por aí e cansar de perguntar para as amigas de onde é aquela saia florida linda.

 

Mais disposição para exercícios físicos

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Deixa eu adivinhar: você passou o inverno todo inventando desculpas para não ir à academia, certo? Bom, então agora é hora de pegar pesado. Tem gente que prefere treinar no frio (estou para dizer que é o meu caso), mas o frio e a chuva dão sim uma certa preguiça. O céu azul e o calor não são os únicos estímulos para colocar o corpo em forma. Agora falta pouco para o verão e é hora de colocar em prática o projeto de emagrecimento para a viagem de fim de ano. E lembre-se: quanto mais cedo começar, menor será o sofrimento. Aliás, essa é a melhor forma de eliminar calorias!

 

Pessoas mais felizes

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Dizem que a primavera é um período de renascimento. É como se a gente passasse o inverno todo mais pensativa sobre as nossas próprias vidas para, então, aproveitar a nova temporada para colocar tudo em prática. O mais legal é que isso acontece sem a gente perceber. É comum encontrarmos pessoas mais alegres e felizes. Parece que todo mundo estava esperando a chegada dessa estação e agora é hora de comemorar. É meio poético, mas é justamente por isso que eu gosto tanto da primavera. É difícil ver alguém triste, concordam?

 

E vocês, estão animadas com a chegada da primavera?

 

Um beijo e até o próximo post!

Fotos: Pinterest

Volta às aulas: 8 dicas para se organizar e entrar na rotina

Pois é, minha gente, num piscar de olhos as férias foram embora e agosto chegou. Para muita gente, é tempo de pegar a mochila, o caderno e voltar para a escola ou a faculdade. Tem algo de legal nisso. Eu sempre gostava de voltar de férias, encontrar meus amigos e colocar a fofoca em dia. No vídeo que gravei para o canal do blog falando sobre a minha infância, eu contei que era bem nerd e que sempre gostei de estudar, lembram?

Mas, ao mesmo tempo, rolava um certo pânico. Depois de um mês inteirinho – às vezes, até mais – de pausa, era muito difícil fazer com que meu corpo entendesse que eu tinha que me adaptar à rotina de estudos.

Está nesse desespero também? Pois trate de se acalmar. Encarar horas sentadas em uma sala de aula logo depois das férias é difícil mesmo, mas, aos poucos, o corpo vai entrando no ritmo. O segredo é se organizar, se dedicar aos estudos e deixar os planos de descanso e viagem para as próximas férias. Vamos conferir algumas dicas?

 

1. Organize seu quarto (ou a sua casa)

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Não tem jeito, gente! Bagunça atrapalha e foi comprovado cientificamente que ela atinge o funcionamento do cérebro. Por isso, o primeiro passo para voltar às aulas com pique total é fazer aquela faxina no quarto ou na casa. Aproveite para dar uma olhada nos materiais de semestres antigos e ver o que fica e o que deve ser jogado fora, além de deixar cada coisa no seu devido lugar. Isso vale até mesmo para quem não está estudando. Alguém aí já percebeu como a gente fica feliz quando vê um cantinho totalmente arrumado?

 

2. Converse sobre o que fez nas férias com os seus amigos

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Durante a vida escolar/universitária, a gente vê nossos amigos todos os dias e sentimos uma necessidade enorme de compartilhar experiências com eles. Quem trabalha está acostumado a passar um bom tempo longe dos amigos, mas quem estuda às vezes fica até triste por passar um mês inteiro sem vê-los. Que tal combinar um programa com eles antes do início das aulas para colocar o papo em dia? Vale um cinema, um jantar, um encontrinho na casa de um deles. O importante é restabelecer essa proximidade para que vocês já estejam juntos quando voltarem para a escola.

 

3. Estabeleça um horário-limite para dormir

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Normalmente, passamos ao menos alguns anos da nossa vida estudando de manhã. É uma fase muito importante de aprendizado (sério, você ainda vai agradecer seus professores por terem contribuído para a sua educação), então são várias aulas ao longo do dia, o que implica em algo que eu odeio até hoje: acordar cedo. Ou seja, você vai ter que estabelecer um horário limite para dormir caso queira estar disposto no dia seguinte. Não sei vocês, mas quando eu durmo pouco fico com dor de cabeça o dia todinho. Dizem que o ideal ter entre 8 e 9 horas de sono. Ficou triste porque vai perder seus programas preferidos? Agradeça por hoje existir internet e ter a possibilidade de assistir depois! 🙂

 

4. Tenha uma agenda

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Na minha escola, onde eu estudei dos 2 aos 17 anos (sim, gente, foram 15 longos anos de uma história muito feliz), a gente ganhava uma agenda todos os anos e muitas vezes os professores olhavam para ver se anotávamos as lições para o dia seguinte. Ou seja, cresci acostumada a listar qualquer pendência, tanto que uso – e não vivo sem – agenda até hoje. Procure seguir esse hábito, anotando ao menos palavras-chave que te ajudem a não se esquecer de nada. Tem gente que prefere usar aplicativos de celular, calendários e afins. Fica a seu critério escolher o que mais se encaixa na sua rotina, ok?

 

5. Divida o tempo pós-aula

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Um erro praticado por muita gente durante a vida escolar? Deixar para estudar e fazer lições na véspera. Um conselho valioso que aprendi é que quanto mais tempo a gente tem para fazer algo, melhor é feito. Não temos pressa, o conteúdo ainda está fresco na cabeça e a gente pode desenvolver a tarefa com muito mais calma. Minha dica é dividir seu tempo pós-aula e reservar algumas horas diárias para estudar e fazer as lições, sempre com pequenas pausas para aliviar a tensão. O período restante deve ser aproveitado com momentos de diversão, afinal, relaxar também é importante!

 

6. Trace metas

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Desde pequena, aprendi a pensar nas consequências de um ato. Por exemplo, se você estudar e se dedicar a uma prova, irá tirar uma nota boa e ficará livre de recuperação e exames. Se você tirar uma nota ruim, verá seus amigos se divertirem enquanto você continua estudando. Taí uma dica para deixar o momento de estudo mais leve: pense em algo que gosta muito e que só conseguirá se passar por estudo (vale até um “se eu estudar direitinho, vou conseguir ir para o shopping mais cedo e, quem sabe, aproveitar para ir ao cinema”). E, olhem, sigo esse conselho até hoje. Quando estou muito estressada, penso na viagem das minhas próximas férias e tudo se resolve!

 

7. Deixe o material (e o uniforme) pronto na véspera

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Outro erro comum na vida de qualquer estudante: arrumar o material no dia seguinte, momentos antes de sair de casa e partir rumo à escola ou à faculdade. A gente sempre acaba se esquecendo de algo ou então se atrasando. Como sair dessa? Anote aí: guarde caderno, estojo, livros e o que mais usar dentro da mochila e deixe-a fechadinha e pronta. Assim, é só pegá-la e pronto. E se você usa uniforme, que tal deixar a roupa separada? É tudo tão lindo que a gente ainda consegue ganhar uns minutinhos a mais de sono. Delícia, né?

 

8. Revise o conteúdo do semestre anterior

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Não sei vocês, mas eu tinha o hábito de jogar no limbo todo o conteúdo que aprendia no primeiro semestre e só me lembrar dele durante as provas finais, que falavam sobre todos os assuntos abordados ao longo do ano. Muitas vezes, eles apareciam na hora da prova mesmo e não tinha como pedir ajuda para relembrar. Para evitar esse desespero e o chute, que muitas vezes pode te custar o resultado final da prova, vale a pena voltar nas suas anotações e buscar o que foi passado no primeiro semestre. Ficou com dúvida? Fale com seu professor. Ele certamente irá te ajudar!

 

Gostaram das dicas?

 

Um beijo e boa volta às aulas!

O dia em que eu conheci o Nick Carter

Olá! Se você, assim como eu, viveu a sua infância e a sua adolescência entre o final dos anos 90 e o começo dos anos 2000, com certeza já ouviu muito Backstreet Boys. Eu não sei muito bem quando começou, mas me lembro de dançar loucamente As Long As You Love Me na minha festa de 10 anos, em 1998. A gente não tinha iPhone, muito menos Spotify, então a diversão era ouvir os CDs dos nossos artistas favoritos. E eu ouvia, gente! Todo santo dia tinha CD dos Backstreet Boys tocando aqui em casa – ou melhor, no meu quarto!

Naquela época, criança de tudo, os cinco integrantes da banda eram meus heróis e foi assim, meio sem perceber, que eu me apaixonei pelo Nick Carter, que você talvez conheça como o loirinho com cabelo tigelinha. Eu já era pré-adolescente quando aguardava ansiosamente a estreia de um clipe deles na MTV (não tinha Yotube, gente) só pra poder suspirar pelo Nick. Ele foi meu primeiro amor e, por causa dele, eu fiz as loucuras típicas dessa fase da vida: tinha milhões de pôsteres em casa, pegava qualquer coisa dele e colocava nas minhas pastas e assinava Carter como sobrenome (minhas primas juravam que meu sobrenome era mesmo Carter de tanto que eu falava. Até no colégio fiquei conhecida como Cacá Carter – quem nunca?).

Daí veio 2002, os Backstreet Boys se separaram e o Nick lançou carreira solo. O CD Now or Never me marcou de diversas formas. Ouvia umas 10 vezes por dia, levava pra escola (já tinha Discman, viva!) e me apaixonei perdidamente. Entrei na minha festa de 15 anos com a música I Got You e descobri que ela sempre foi minha. Jurei aos céus que meu filho ia se chamar Nickolas. Briguei com a minha melhor amiga porque ela riu quando eu disse, aos prantos, que ele tinha sido preso. Algumas pessoas tentavam me lembrar que ele nem fazia ideia de quem eu era, mas eu nunca deixei de acreditar que um dia a gente iria se encontrar.

Olha o Nick no auge da beleza, com 22 anos, também conhecido como meu marido

Olha o Nick no auge da beleza, com 22 anos, também conhecido como meu marido

No meio dessa história toda, eu fui em todos os shows dos Backstreet Boys aqui no Brasil. No primeiro eu tinha só 12 anos e o último foi no ano passado, sendo que o meu ingresso foi resultado de um sorteio da firma. Por isso, quando soube que o Nick faria um show solo aqui, não me animei muito. Já tinha visto quatro shows dos meninos e achei que não teria companhia. Daí lembrei de toda a nossa ligação, da importância dele na minha vida e comprei. Mas não parou por aí. Comprei o Meet and Greet, um ingresso vip que dava o direito de tirar uma foto com ele. Qual outra possibilidade eu teria de chegar tão perto do meu grande ídolo, do meu eterno marido?

A saga no dia foi longa, viu gente? Graças à minha amiga Paula, conheci a fofa da Carla e lá fomos nós para a fila do vip. E que fila, Senhor! Ficamos lá por umas três horas debaixo de sol até que colocaram a gente pra dentro. Esperamos mais um pouco até que finalmente o Nick chegou. E olha que máximo, você podia escolher como queria a foto. Talvez esse fato de ficar pensando “quero abraço ou beijo na bochecha?” tenha me deixado mais calma do que eu pensava. Claro, tremi feito vara verde quando chegou minha vez, mas consegui falar algumas coisas e ele foi muito simpático. Milhões de vezes mais simpático do que eu pensava.

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Queria dizer que ele marcou a minha vida de diversas formas, que ele foi a razão por eu gostar tanto de música e de videoclipes, que eu nunca mais gostei de loiros porque ele talvez sempre tenha tido um lugar cativo no meu coração. Mas aí só agradeci por estar ali, por trabalhar duro todo dia e ter dinheiro na conta pra poder pagar pelo ingresso, disse que era uma honra finalmente conhecê-lo e parabenizei pelo filhinho dele (é gente, estamos velhas, o boy já tem até filho!). E olho para essa foto e penso que tudo valeu a pena. Queria dizer para a Camilla de 15 anos atrás que ela tinha razão em gostar tanto e em acreditar que um dia ia ser recompensada. 

É por isso que o que veio depois só somou. Nosso ingresso dava o direito de entrarmos antes e, por isso, ficamos bem na frente. Nunca vi um cantor tão de perto no palco (Obrigada ao Via Marquês por ser tão pequeno). O Nick chegava perto e parecia que cantava olhando pra mim, juro que rolou uma conexão em vários momentos. Agradeci por ter passado a última semana inteirinha antes do show ouvindo as músicas do CD novo dele porque soube cantar absolutamente todas.

Só que tava um sufoco. Imagina 2.500 meninas loucas e histéricas vendo o amor da vida bem de pertinho. Agora imaginem que eu fiquei SEIS HORAS EM PÉ, TRÊS DEBAIXO DO SOL e a única coisa que eu tinha comido eram alguns amendoins de uma menina que fiz amizade. Era quase impossível que, em um determinado momento, a minha pressão não caísse. Meio que senti na pele o que o povo sente quando passa mal e desmaia. Ainda bem que eu penso de vez em quando e tive a ideia de sair do auê e tomar uma coca-cola (açúcar em excesso nessas horas faz bem). Melhorei em segundos, vi o resto do show do cantinho e tive espaço pra dançar e cantar.

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Essa era a minha distância do Nick

Ponto alto: me surpreendi com a simpatia das meninas. Achava que as fãs do Nick eram chatinhas, mas na real são todas muito acessíveis. Já fui a milhões de shows nessa vida e só neste aqui eu consegui fazer amizade em questão de segundos. Adriana, Andrea, Gabi e Carla, obrigada de novo pela companhia! Segundo highlight: o Nick não cantou I Got You, mas cantou I Need You Tonight, minha primeira música favorita da vida. Foi mais ou menos o mesmo!

Ponto baixo: a pessoa aqui está com 28 anos e não tem mais estrutura física pra essas coisas. O show foi em um domingo e, na terça, minha garganta já começou a doer. Desde então, tive febre e uma faringite que me deixou zoada até hoje, no dia em que eu escrevo este post. Não tá fácil, mas digo sem medo: FOI O MELHOR SHOW DA MINHA VIDA!

Agora vamos à pergunta: o ingresso foi caro? Sinceramente, achei o preço ok. O maior problema é que foi em dólar e nossa moedinha não está valendo muito né? O que encareceu foi a conversão, mais as taxas de compras feitas com cartão de crédito. Mas se pensássemos no valor como se o dólar e o real valessem a mesma coisa, não é caro. E, de verdade, não vale tudo quando se trata de um sonho?

Desculpem pelo textão, mas não é todo dia que a gente conhece o Nick Carter!

Um beijo e até o próximo post!