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Dia Mundial do Meio Ambiente | 5 filmes que comprovam a força da natureza

Olá, pessoal! Vocês sabiam que hoje se comemora o Dia Mundial do Meio Ambiente? A data foi criada em 1972, após a Conferência das Nações Unidas sobre o Meio Ambiente Humano e tem o objetivo de chamar a atenção sobre os problemas ambientais, além de ressaltar a importância de preservar os recursos naturais.

A gente tem a tendência de achar que esses recursos são inesgotáveis, mas a verdade é que existem diversos estudos que mostram que não é bem assim. Se a gente não usar tudo isso de forma correta, corremos o risco de viver sem eles no futuro. Pesado, né?

Por isso, a gente precisa se conscientizar, respeitar a natureza e aprender a usar esses recursos com sabedoria. Quer forma melhor de fazer isso do que assistindo a alguns filmes que mostram justamente a força da natureza? Preparei uma lista com algumas sugestões, então já anota seus preferidos para maratonar no fim de semana. Bora ver os escolhidos?

Confira alguns filmes que mostram a força do empoderamento feminino!

Pocahontas

Esta animação da Disney faz parte dos clássicos da companhia dos anos 90 e não fala exatamente sobre fenômenos naturais, mas traz uma mensagem de como é importante preservarmos a natureza. Para quem não sabe, o filme retrata a chegada dos ingleses no continente americano e todo o processo de colonização. No meio disso tudo, a índia Pocahontas (filha do chefe da tribo) se apaixona perdidamente pelo capitão John Smith. Em uma das músicas mais lindas do filme (Colors of the Wind), ela fala sobre respeitar a natureza. A Pocahontas nunca foi minha princesa favorita, mas o filme é um clássico né, tem que assistir.

Twister

 

Mais um dos anos 90 que eu amo até hoje! Como o próprio nome diz, o filme conta a história de um grupo de cientistas que quer colocar sensores nos furacões para prever suas chegadas com mais antecedência. Só que, para isso, eles precisam chegar o mais perto possível desses fenômenos naturais. Sabe aqueles filmes que deixam a gente grudada na TV com o coração saindo pela boca de tanto nervoso? Eu assisti tanto quando era mais nova que morro de medo de furacão até hoje, mas vale muito a pena!

O Impossível

 

Para muita gente, a ficha de que a natureza pode dar uma resposta para tudo de ruim que fazemos com ela caiu em dezembro de 2014, quando aconteceu o maior tsunami da história, na Indonésia. Ao todo, 13 países foram afetados e mais de 220 mil pessoas morreram. Este filme é baseado em fatos reais e conta a história de Maria, que acaba se perdendo de sua família durante o tsunami e precisa superar vários obstáculos para encontrá-los. Vale lembrar que a atriz Naomi Watts foi indicada ao Oscar de melhor atriz por seu trabalho neste filme.

Gosta de música? Então conheça alguns filmes que retratam o ambiente musical!

Saneamento Básico

 

 

Vocês sabem que eu não sou muito fã dos filmes nacionais, né? Ultimamente parece que só fazem comédias sem pé nem cabeça e eu, sinceramente, nem perco meu tempo assistindo porque sei que não vou gostar. Mas, de vez em quando, a gente acerta. Este filme é um retrato muito bem-humorado de comunidades brasileiras que vivem sem esgoto. A história gira em torno de um grupo que resolve fazer um filme com apoio da prefeitura local para mostrar a importância da criação de uma fossa e, assim, chamar a atenção das autoridades. Sério, sempre dou muita risada quando assisto.

Wall-E

Mais uma animação da Disney que não está entre as melhores da companhia, mas que precisa ser vista com atenção. No início, a gente acha que a história é apenas sobre um simpático robô responsável por limpar a poluição da Terra depois que ela se tornou inabitável por conta do acúmulo de lixo. Depois, ele vai parar em uma comunidade espacial onde vivem os ex-habitantes da Terra. É lá que as críticas começam: os humanos se tornaram obesos, amam comer fast food, são sedentários e não esforçam para mudar seus hábitos.

No meio disso tudo, Wall-E descobre que a Terra é, sim, habitável e luta para levar os humanos de volta para o nosso planeta. Como falei, precisa assistir prestando muita atenção porque o começo é bem parado.

 

E você, lembra de outro filme que comprove a força da natureza?

Um beijo e até o próximo post!

Disney in Concert: Muito amor envolvido

Sem título

Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!