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De Repente 30 | 4 coisas que mudaram na minha vida com a chegada dos trinta anos

Olá, pessoal! AI MEU DEUS, HOJE EU COMPLETO 30 ANOS DE IDADE! Pois é, não dava para começar este post de outro jeito. Hoje é meu aniversário e, neste ano, é ainda mais especial porque eu entrei na casa dos trinta. É muito doido porque ter 30 anos parecia algo muito distante e páh, tá aqui!

Mas, na verdade, o que muda? Para ser bem sincera, nada. Todo mundo fala da famosa crise dos trinta, mas, para mim, os 30 anos chegaram com muitas coisas positivas. A gente costuma achar que está velha com 30 anos, mas a verdade é que a gente descobre justamente que ainda tem uma vida inteira pela frente. E, claro, com isso vem algumas outras coisinhas que eu separei para contar agora.

Maturidade

Eu sempre amei ler revistas e lembro de ler revistas de fofoca quando eu era mais nova e a famosa sempre dizia: não trocaria nunca os 30 anos pelos 20. Eu achava que era papo furado, de gente que queria se conformar com a idade, mas é isso mesmo. Eu sinto saudade todos os dias da época da escola e, principalmente, da época da faculdade. Brinco que eu adoraria voltar, mas só se fosse com a cabeça que eu tenho hoje.

É a tal da maturidade, a gente aprende a pensar muito antes de fazer qualquer coisa, não leva tudo pro pessoal, se relaciona melhor e aprende a ficar de bem com a gente mesma. E olha, ando me amando como nunca!

Confira a série de posts Diário dos 30, em que conto os bastidores da minha festa de 30 anos!

Mudança de foco

Alguém aí já viu o filme De Repente 30? Eu era igualzinha. Imaginava que com 30 anos eu estaria casada, com dois filhos, e seria ultra mega bem-sucedida. Vejam só a realidade: estou solteira (na verdade, minha vida amorosa daria um livro de terror rsrs), não sei nem se vou casar ou virar mãe e, bom, o sucesso profissional ainda não veio. E o que a gente faz? Senta e chora?

Mini Cami achando que estaria com a vida ganha aos 30… tadinha rs!

Tem gente que se desespera, sim. Mas o que mais percebo (entre minhas amigas que também trintaram) é que a gente aprende a aceitar. Ok, eu sempre quis me vestir de noiva e me casar, mas não aconteceu e não tem problema nenhum. A vida é muito maior que isso. Aliás, começamos a pensar no outro lado da coisa (Tipo: “será que eu quero mesmo ser mãe?”). Eu, por enquanto, tenho me dedicado muito a alcançar o sucesso profissional aqui com o blog e fazendo planos para viajar bastante – está aí uma coisa que eu amo!

Preocupação com a pele

Tenho muita vergonha de dizer isso para vocês, mas… sim, comecei a prestar mais atenção na minha pele agora, com 30 anos. Modéstia à parte, minha pele é boa (fiquei passada que outro dia fiz uma enquete no meu Stories e várias pessoas acharam que eu tinha 24 anos!) e eu passava só um creminho ou outro.

Conheça os erros de beleza que você precisa abandonar!

Só que agora a gente já começa a ver algumas linhas de expressão, manchinhas e aquele famoso pé de galinha quando sorri. Nunca tinha pensado em fazer limpeza de pele (é feio, eu sei), mas agora passo bastante tempo vendo meu rosto no espelho, realmente querendo usar cremes. Bem coisa de mãe, né? Mas que bom que a gente se cuida!

Viver como adulto

Não, não viramos adultos quando fazemos 30 anos. Não sei bem se existe um momento certo em que nos tornamos adultos, até porque muita gente precisa “crescer” cedo por conta de diversos fatores. O fato é que, nesta fase da vida, a gente começa a ter pensamentos de gente grande (claro, se a gente não teve que pensar nisso tudo antes).

Como falei antes, sou solteira e ainda moro com a minha mãe (sou jornalista né, mores? Não é uma área conhecida por pagar bem rsrs), mas fico sonhando com a minha futura casa, em como eu organizaria os ambientes e como seria o meu tão sonhado closet. Outro dia eu mesma me surpreendi quando disse justamente para a minha mãe que queria renovar meu guarda-roupa e comprar algumas peças “mais arrumadinhas” (falei assim mesmo, com essas palavras). O mais legal é que isso não é forçado, é algo que acontece naturalmente. E posso falar, é tão gostoso!

 

E vocês, já passaram pela chegada dos 30? O que acham que mais mudou na vida de vocês até agora?

Um beijo e até o próximo post!

10 coisas que você aprende aos vinte e muitos

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No último domingo (31) completei 27 anos. Sempre amei fazer aniversários e nunca passei um ano da minha vida sem comemorar a chegada de uma nova idade. Nunca me importei muito com essa coisa de ficar mais velha, mas, ultimamente, tenho sentido mais isso.

Tudo começou depois dos 25, quando eu percebi que agora já não pertencia ao grupo dos “vinte e poucos anos”. Os poucos agora são muitos. Não que eu me sinta velha. Aliás, longe disso. Mas parece que é só agora que a gente começa a perceber que a vida realmente passa muito rápido. E aí entram algumas responsabilidades, os pensamentos mudam, a cabeça evolui. Olha só como tudo muda:

Sair da casa dos pais está cada vez mais próximo

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Quando eu era mais nova, tinha pânico só de pensar em morar sozinha. Tinha vontade de chorar ao me imaginar chegando em casa cheia de novidades e não ter ninguém para contar. Hoje a situação é outra: vivo sonhando com um espaço para chamar de meu, com vários ambientes para decorar do meu jeito e finalmente poder viver de forma organizada. Chega um momento em que seu quarto é pequeno demais para acomodar livros, roupas e outras coisas que poderiam ser distribuídas em vários cômodos de uma casa. Claro, ainda tem a parte de não ter ninguém para conversar, mas nada que uma visita dos amigos não resolva. Amo muito morar com a minha mãe e já decidi que vou ficar com ela até os trinta. Depois? Bom, depois  vai ser hora de bater as asas.

Dinheiro é algo que (de fato) não cai da árvore

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Aqui entra o motivo que talvez me impeça de sair da casa da minha mãe: grana. Quando a gente chega aos vinte e muitos, entende que dinheiro é algo que faz diferença na vida de uma pessoa. Ou seja, começa a ter noção de que, quanto mais gastar, mais ficará sem. A gente passa a dar mais valor para o trabalho, se dedica ao máximo para contar com o salário no final do mês e fica feliz com cada centavo que recebe. Ah, e tem a questão das prioridades: de repente economizar para dar entrada no apê é mais importante do que comprar aquela bolsa que está na moda.

Fios brancos passam a ser reais

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Sempre achei que ficaria muito triste quando visse meu primeiro fio de cabelo branco. Era algo que eu nem imaginava, parecia até que eu poderia escapar desse fato. Bom, eles chegaram. E chegaram antes do que eu previa. Aos 25, comecei a notar alguns fiozinhos no alto da cabeça. Eles não eram apenas brancos, mas tinham uma textura bem diferente. O mais curioso? Aquela cena de pânico, desespero e choradeira não aconteceu. Vi os fiozinhos e pensei: “Fiquei velha. Fazer o quê?”.  Taí a parte boa de ser loira: eles se camuflam e quase ninguém percebe.

Qualidade é melhor do que quantidade

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Essa frase nunca fez tanto sentido. Quando era mais nova, o meu ideal de felicidade estava relacionado à quantidade de amigos que eu tinha. Achava o máximo ter um círculo grande de amizade. Hoje você entende que decepções acontecem e que você está sujeito a perder alguns amigos no meio do caminho. Percebe que as pessoas mudam e que podem não seguir os mesmos ideais que você. Por fim, entende que é melhor três amigos bons e verdadeiros do que um milhão de conhecidos.

Certos planos não dependem somente de você

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Já sofri muito porque sempre fiz parte do time que planeja a própria vida. Quando era adolescente, queria estar casada e com filhos até os 25. Cheguei aos 22 e passei a desejar ser mãe aos 27. Com 26, pensei em me casar até os 30. Hoje a gente entende que não dá para viver desses planos. Sou solteira e não tenho a menor previsão de me casar e de ser mãe tão cedo. É triste? Nem um pouco. Digo por experiência própria: é MUITO melhor quando a gente para de se impor regras e passa a enxergar o outro lado. Quero muito construir uma família antes dos 40, mas, se não acontecer, vou viver da mesma forma e colecionar outras alegrias.

É a última oportunidade para viver tudo o que você sempre quis

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Calma, não é tão dramático como parece. Acontece que aos vinte e muitos, você ainda pode jogar tudo para o alto. Ou seja, dá tempo de pedir demissão e embarcar naquele intercâmbio, de entrar em uma nova faculdade ou então de mudar completamente de área. Mais do que isso, dá tempo de desistir de tudo isso e recomeçar. Depois chegam os filhos, as contas aumentam, a idade realmente começa a pesar. Resumindo: tudo fica mais difícil!

Falta de paciência e preguiça são suas melhores amigas

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Lembra quando você era adolescente e odiava passar o sábado em casa vendo filme? Pois é exatamente esse programa que hoje você adora. Aquela ideia de passar a madrugada toda de pé em algum bar ou balada e voltar para casa de manhã já não agrada tanto. A gente até sai e se arruma, mas é impressionante como o sono chega em questão de horas. Adoro jantar com as minhas amigas ou fazer qualquer outro programa em companhia, mas também adoro ficar em casa de pijama largada no sofá. É aquela história: hoje vale mais a pena algo com pouco agito, mas com muita fofoca.

A opinião dos outros não é mais tão importante

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Vida de adolescente é assim: a gente tem vergonha da mãe que nos deixa na porta da escola, vive de cremes para esconder aquela espinha que parece terrível, passa horas cuidando do cabelo e escolhendo cuidadosamente a roupa para evitar comentários maldosos. Saber que tem alguém rindo de você é motivo de depressão, não é? Não quando você cresce e chega aos vinte e muitos. Você percebe que a máxima “o que importa é se sentir bem” realmente funciona. E daí que você está com alguns quilos a mais ou com uma roupa que parece estranha? Os outros até dão conselhos, mas você aprende a não ligar mais. Parece até mágica.

Você passa a curtir mais a própria companhia

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Aqui entra um complemento dos itens 1 e 4. Você aprende a gostar de si mesmo e a respeitar as próprias vontades. Quando era mais nova, deixava de ver um filme que queria muito só porque não tinha companhia. Hoje a ideia de ir ao cinema sozinha não é todo ruim. É quase como se você fosse a sua melhor amiga. Sempre que estou sozinha, faço tudo com mais calma. Até ir ao shopping é gostoso porque você anda de forma tranquila e passa em todas as lojas que quer. Claro que sempre sinto falta do comentário de uma amiga quando provo uma roupa, mas depois fico tão bem e independente que tudo se resolve.

Você pensa mais antes de agir

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Quando somos mais novas, temos a tendência de agir por impulso. Parece que não existe aquela ideia de pensar nas consequências e o mais importante é conseguir aquilo que desejamos. Depois, pensamos tanto, mas tanto, que a cabeça dói e as noites de sono são interrompidas. Tudo é uma questão de maturidade: agora nós entendemos o que as nossas atitudes podem representar e passamos a analisar prós e contras. Sinto falta de como eu era no início da minha vida adulta, em que não deixava nada passar, mas hoje gosto dessa reflexão antes de tomar uma decisão. É mais chato, porém mais consciente.

Quem concorda com esta lista? De qualquer forma, a gente ganha experiência aos vinte e muitos. E isso não tem preço!

6 coisas boas do mês de maio

O ano mal começou e nós já entramos no mês de maio. Antes de ficar desesperada achando que a vida está passando rápido demais (e de fato temos essa impressão), é bom lembrar que maio é um mês muito especial. Sou suspeita para falar porque é quando faço aniversário, mas também é época de outras coisas boas. Precisa de alguns exemplos? Vamos lá:

Mês das mães

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O Dia das Mães é comemorado no segundo domingo de maio. Para as filhas, é tempo de procurar um presente muito especial para agradar essa pessoa tão importante nas nossas vidas.  Para as mães, é a oportunidade perfeita para ser mimada sem culpa pela família. Sem falar no almoço, que geralmente é farto e cheio de delícias. Sei que as mães deveriam ser paparicadas em todos os dias, mas é tão gostoso poder ficar ao lado delas nesse dia que eu nem ligo.

Mês das noivas

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Toda mulher ligada em tradições decide se casar em maio. Mas alguém sabe de onde veio esse costume? Tudo indica que tem a ver com os costumes do Hemisfério Norte, em que maio se passa na primavera. Aí já sabe: juntam-se as flores e o Dia das Mães e pronto, é o mês mais feminino do calendário. Aqui no Brasil, costuma ser o mês mais caro para quem quer casar. Por isso que muitas noivas preferem subir ao altar em outra época.

Pode ter dois feriados

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Não sei vocês, mas eu vivo em função de feriados. É tão gostoso ter aquele dia extra de descanso no mês, não acha? E olha só que bacana: maio já começa com o feriado em homenagem ao dia do trabalho. Mas não para por aí. Em alguns anos, a comemoração de Corpus Christi pode cair no final do mês. É um caso que não acontece com tanta frequência, então a dica é aproveitar muito.

Frio, mas nem tanto

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Maio é o mês que antecede a chegada do inverno. Isso significa que os dias normalmente são frios. A diferença é que ainda existe o solzinho tímido do outono, então o céu fica do jeito que eu gosto: azulzinho e com poucas nuvens. Saímos agasalhadas, mas podemos nos esquentar debaixo do sol.  Tão agradável, gente! E ainda tem a vantagem de que todas as lojas estão preparadas para a moda do inverno. Hora de se adequar às principais tendências da estação.

Uma das melhores épocas para viajar

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Considerado um mês de baixa temporada, maio normalmente apresenta preços mais baratos para quem pretende viajar. Esse é apenas um dos atrativos que fazem com que seja considerada a melhor época para conhecer um destino. Locais no Brasil ainda estão livres das temidas chuvas de inverno, enquanto alguns países da América do Sul já apresentam montanhas com neve. A Europa e a América do Norte vivem o ápice da primavera nesse período, então a chance de ver paisagens coloridas e floridas é certa.

Meu aniversário

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Ok, sei que esse lado de maio só interessa para as taurinas e as geminianas, que fazem aniversário nesse mês. Mas, para mim, é ainda mais especial porque fico mais velha no último dia de maio. Então meu inferno astral se passa todinho em maio e é uma delícia curtir esses 30 dias de expectativa dentro do mesmo mês. Parece que é mais fácil fazer a contagem regressiva. E começar esse processo com um feriado bem no primeiro dia de inferno astral é para poucas, queridas. Desculpem! Brincadeiras à parte, amo muito meu mês e adoro ser geminiana. Quem concorda?

Aniversário sem grana: sim, é possível!

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Algumas pessoas detestam fazer aniversário e chegam até a brigar quando alguém dá parabéns. Mas vamos combinar que não tem coisa melhor do que reunir as pessoas queridas e ser paparicada um dia inteiro, não é? As vezes os planos para comemorar são maiores do que o orçamento disponível e isso faz com que o aniversariante desista da festa. Mas anote aí: dá para fazer algo muito bacana sem gastar muito. Quer ver só?

1. Local

A primeira ideia sempre envolve festejar em um espaço badalado com muitas opções de diversão para os convidados. O problema é que esses locais são caros. A solução é fazer em parques ao ar livre. Além de reunir pessoas queridas, você tem a chance de se exercitar, tomar um sol e até convidar os cachorros. Fofo fofo!

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2. Ajuda das melhores amigas

Peça para elas ajudarem em itens como decoração, quitutes, bebidas e som. Fica sem graça? Então peça novamente, mas deixe claro que será o seu presente de aniversário. Além de tudo, elas vão se sentir especiais por fazerem parte da festa. Vai por mim!

3. Interação

Escolha um tema para festa. Pode ser à fantasia, preto e branco, luau e por aí vai. Acredite, os convidados se animam muito mais quando precisam de um traje específico. Aproveite para criar atividades relacionadas à proposta da comemoração. Que tal fazer uma votação da fantasia mais original?

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4. Presente

Esqueça opções caras. Pense em algo criativo, como um vale-passeio na companhia do amigo ou itens personalizados, exemplo das capinhas de celular com fotos suas. Já pensou? É único e muito (mas muito mesmo) charmoso!

Importante: lembra quando sua mãe dizia que o importante não é ganhar presente, mas ganhar a presença de pessoas queridas? Pois é, continua valendo. Nada de ficar triste ou fazer cara feia quando abrir o mimo, ok?