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Diário dos 30 | 5 dicas para organizar uma festa temática de 30 anos

Olá, pessoal! Agora falta pouco. Lá em janeiro, comecei a fazer uma série de posts (clique aqui para conferir os posts anteriores) falando sobre a festa que eu e minha amiga vamos fazer para comemorar os nossos 30 anos. Faz quase 1 ano que a gente teve a primeira ideia e agora é isso: falta um mês para ver tudo se tornando realidade. Ai meu Deus, será que eu estou preparada?

Bom, o que eu posso tirar de lição dessa história toda é que os 30 são, sim, os novos 20. Não estamos velhas, muito pelo contrário, temos a sabedoria de ver que muita coisa ainda vai acontecer. Por isso, eu acho super válido fazer uma festa para comemorar seus 30 anos. Pode ser um bolinho, um bar com os amigos, um festão, o que for. Só não deixe de comemorar!

Pensando nisso, preparei uma lista com várias dicas para você que também está prestes a completar 30 anos e não sabe por onde começar. Vamos lá!

Estilo da festa

O primeiro passo é definir como você vai querer sua festa. Desde pequena, eu sempre soube que festejaria meus 30 anos com uma festa a fantasia, então esse processo foi mais fácil para mim. Mas pense no que você e seus amigos gostam. De repente uma festa em estilo buteco ou um buffet de crepe. Enfim… use e abuse da sua criatividade. Como falei lá em cima, 30 anos é um marco e tanto e merece uma comemoração à altura!

Lugar

Em um dos posts anteriores da série Diário dos 30, contei que nós queríamos fazer nossa festa em um lugar enorme para poder reproduzir algumas das brincadeiras clássicas dos programas dos anos 90. Não deu muito certo por um simples fator de grana e nós adaptamos nossa ideia. Agora é com você: vai fazer a festa no salão do prédio? Prefere alugar um espaço? Vai reservar uma mesa em um bar? Importante: pesquise MUITO antes de fechar, ok? Com certeza, em algum momento, você vai encontrar aquele lugar que vai fazer seu coração bater mais forte (aconteceu isso com a gente!).

Tema e decoração

Sabe outro jeito de começar a planejar sua festa de 30 anos? Pensando no tema, claro. Já vi gente que comemorou os 30 anos com festa temática de flamingo ou unicórnio, portanto, não precisa ser necessariamente algo que remeta à sua infância. Seja qual for sua escolha, é legal que os seus convidados se sintam transportados para o tema da festa. Capriche na decoração e não deixe de fazer uma mesa bonita para o bolo. Afinal, ela vai ter um destaque nas suas fotos depois, né?

Música

Nesta parte de música eu sou bem suspeita, mas acho, sim, que vale a pena fazer uma retrospectiva das músicas que marcaram a sua infância e adolescência. Se for para ouvir músicas atuais, a gente liga o rádio e não precisa de festa, né? Está cheio de playlists bacanas por aí para relembrar antigos sucessos. Até eu montei uma playlist no Spotify cheia de hits dos anos 90/2000, mas só vou liberar depois da festa para não estragar a surpresa rsrs… (vocês entendem, né?)

Peça ajuda

Aposto que muitos de vocês chegaram aqui e pensaram: “Camilla, mas eu não tenho dinheiro para fazer uma festa assim”. Bom, não é por causa disso que você vai deixar de comemorar seus 30 anos. Você pode pedir uma ajuda para os amigos. Alguns ajudam na decoração, outros na escolha da música ou no preparo das comidas e por aí vai. Vale até pedir uma ajudinha com dinheiro no lugar do presente (não pega nada mal, quem é seu amigo de verdade vai entender).

 

E aí, gostaram das dicas? Agora vou cuidar dos últimos preparativos da minha festa e lembrar de tudo para contar depois para vocês!

Um beijo e até o próximo post!

Diário dos 30: Escolhendo a fantasia

Olá, pessoal! Vocês estão acompanhando os posts da série Diário dos 30? Se você não sabe do que eu estou falando, clique aqui para saber dos primeiros preparativos da festa que eu vou fazer com a minha amiga para comemorar os nossos 30 anos (dá para acreditar que é daqui dois meses? Passou voando).

Contei para vocês que nós decidimos, logo de cara, fazer uma festa à fantasia temática anos 90/2000. A Cláu e eu nos conhecemos durante a faculdade, que é conhecida por fazer uma festa à fantasia bombada no meio universitário. Fomos em muitas edições e sempre rolava um concurso das melhores fantasias de cada ano.

Vejam bem, vivemos isso por mais de cinco anos, então quando o assunto é festa à fantasia, a gente tem uma referência enorme, porque o pessoal levava a coisa a sério na faculdade. Então, decidimos fazer a mesma coisa: premiar as melhores fantasias, divididas nas seguintes categorias:

  1. a) Casal
  2. b) Grupo
  3. c) Mulher
  4. d) Homem

Esse foi o primeiro passo, mas a gente precisava definir as nossas fantasias. Óbvio que eu não vou contar para vocês qual vai ser (não vamos estragar a surpresa, né?), mas posso falar que quando me sugeriram, eu logo pensei: “é isso! ”. E ansiosa do jeito que eu sou, já estava com a fantasia na mão em novembro do ano passado – comprei ela prontinha, então fica a dica para vocês pensarem em qual será meu traje rs…

Bom, contei antes que esse período dos anos 90/2000 foi um momento muito louco em que várias coisas diferentes aconteceram ao mesmo tempo. Foi uma época em que podia tudo, principalmente na TV, então nosso acervo de sugestões de fantasias para os nossos convidados é beeeeeeem vasto (até acho estranho quando alguém diz: “NOSSA, ANOS 90? E AGORA, DO QUE EU VOU? ”. Como assim né, tem tanta coisa legal que dá para pensar).

Quem aí assistiu ao seriado Barrados no Baile?

Hoje eu vejo alguns vídeos antigos e percebo que a gente cresceu vendo muita coisa apelativa (pesquise por “prova da banheira” no Google para entender o que eu estou falando). Mas, ao mesmo tempo, foi interessante perceber como a gente – pelo menos eu – não via maldade naquilo.

Então, temos diversas sugestões de cantores e bandas muito doidas, casais de namorados bem bizarros (vocês sabiam, por exemplo, que o Luciano Huck já namorou a Ivete Sangalo?), participantes dos primeiros reality shows da televisão brasileira, personagens icônicos de novelas quando todo mundo ainda assistia, personagens de comerciais, boybands, personagens de filmes e muuuuuuito mais!

 

Esse processo de pensar nas fantasias também foi muito gostoso e nós estamos na expectativa de ver todo mundo com roupas bem criativas. Será?

Um beijo e até o próximo post!

Diário dos 30: Definindo a playlist

 

Olá, pessoal! Contei no primeiro post da série Diário dos 30 que a ideia da festa surgiu quando estávamos escutando músicas antigas. Não sei vocês, mas eu sou muito movida à música, desde pequena. Escuto de tudo um pouco, amo ir a shows, amo ver clipes e por aí vai. Então, essa etapa da trilha sonora era MUITO importante.

Você pode tentar procurar no Google ou no Spotify por músicas dos anos 90/2000 para perceber que a gente teve uma mistura bem louca de fases nessa época. Tem a fase grunge do Nirvana, a fase do pagodão, a fase do axé malicioso, a fase do sertanejo mullet, A FASE DAS BOY BANDS (minha favorita né, vocês sabem), a fase das bandas de rock adolescente (pais dos emos) e por aí vai. Foi tanta coisa junta que é praticamente impossível achar uma playlist que reúna tudo isso.

Decidimos, então, montar a nossa própria playlist da festa. Começamos ouvindo algumas músicas clássicas desse período e gente, incrível como dá aquela sensação gostosa de nostalgia, né? Estamos com quase 30 anos, mas sabemos de cor a letra dessas músicas. Fora que a gente não sente que passou tanto tempo assim, muito doido isso!

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Reis dos anos 90/2000, também conhecidos como Backstreet Boys

Fico boba quando penso que muita gente que está lendo este post não viveu a magia dos anos 90, então preparei uma linha do tempo para contextualizar vocês sobre como foi crescer nessa época.

No início da década, a gente teve o movimento grunge que eu falei lá em cima, com muitas bandas de rock explodindo lá fora, enquanto aqui era o momento das bandas de rock nacional que faziam a linha dos protestos. Alguns anos depois, começou o momento do axé, do pagode e foi no meio desse caos todo que a música pop (nacional e internacional) ganhava espaço.

Pois é, amiga, foi no finzinho dos anos 90 que as boy bands explodiram (Backstreet Boys, ‘NSync, Westlife, Five, etc.) e algumas cantoras surgiram, como Britney Spears e Christina Aguilera. Aqui, muita gente pegou carona – que o digam Wanessa Camargo, Kelly Key, KLB e o grupo Rouge, que voltou com tudo (nem preciso dizer que estou AMANDO esse revival do início dos anos 2000).

A gente foi jogando todas essas músicas em um documento do Google, até que eu não aguentei e montei uma playlist com elas no Spotify. Óbvio que eu não vou postar o link aqui por enquanto porque quero fazer surpresa, mas posso falar? Está INCRÍVEL!

 

E vocês, o que mais gostavam de ouvir na infância e na adolescência?

Um beijo e até o próximo post!

Diário dos 30: Como foi a escolha do lugar da festa

 

Olá, pessoal! Chegou a hora de fazer mais um post da série Diário dos 30. No post anterior (clique aqui para conferir), contei que vou fazer uma festa junto com uma amiga para comemorarmos nossos 30 anos e que a festa será à fantasia temática dos anos 90/2000.

Por sermos geminianas, a Cláu e eu temos uma imaginação bem fértil. Juro, a gente pensou em mil coisas para essa festa. Nossa ideia era fazer em um lugar enorme, que desse até para reproduzir algumas das brincadeiras clássicas dos programas de auditório da nossa infância/adolescência (vou falar mais sobre isso em outro post).

Quem lembra da Torta na Cara, do programa Passa ou Repassa?

Quem lembra da Torta na Cara, do programa Passa ou Repassa?

Eu sou muito ansiosa e não me dou muito bem com essa história de “ainda falta tempo, dá para ver com calma”. Sou apressada mesmo e, quando estávamos em setembro do ano passado, eu decidi que era hora de começar a ver os preparativos da festa. Sou uma negação em organização de eventos, mas fizemos algumas pesquisas e descobrimos que o ponto de partida era a escolha do local da festa.

Nós duas somos jornalistas e, consequentemente, não tínhamos muita verba para o aluguel da festa. Começamos pedindo alguns orçamentos para espaços e era cada mini infarto que a gente tinha. Sério, os valores eram surreais. Depois, chegamos até a cogitar fazer a festa em um buffet infantil, mas nossos amigos não se animariam tanto em brincar nas atrações e não seria tão legal assim.

Foi assim, nessa busca desenfreada com o coração na mão (e com a ajuda de uma das nossas assessoras, que por acaso é a minha mãe rs), que conhecemos a Casa Caribe. Recebemos o orçamento logo depois e finalmente tínhamos algo que cabia no bolso. Mas, claro, a gente precisava fazer uma visita antes de fechar.

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A visita rolou no começo de outubro e fomos muito bem atendidas pela Clara. Aconteceu algo mágico porque a gente entrou e sentiu que era O lugar. Aí, quando ela disse que tinha telão e que a gente poderia levar o que quisesse para passar, o amor pegou de vez. Na hora, a Cláu e eu nos olhamos porque a gente teve a mesma ideia – não vou contar agora porque não quero estragar a surpresa, mas vai ser MARA.

Lembram que eu falei que nós queríamos mil coisas? Bom, não sei se vão rolar as brincadeiras do programa (provavelmente não), mas achamos um lugar com um valor super em conta que inclui praticamente tudo (comida, bebida, DJ, o próprio espaço) e que nos possibilitou parcelar em várias prestações, assim não pesou no bolso de ninguém – viram só como vale muito a pena fazer as coisas com antecedência?

Estamos animadas, pagando nossas humildes prestações, e com a certeza de que escolhemos o lugar que a gente queria. Ai gente, só de lembrar que falta cada vez menos, já dá aquele frio na barriga!

No próximo post, falo sobre uma etapa da festa que tem sido muito gostosa de fazer: a playlist.

Um beijo e até lá!