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Feriado em casa? | 6 filmes em cartaz na Netflix para maratonar

Olá, pessoal! Quem aí está animado para o feriadão? Eu brinco que novembro é só felicidade, já que nós temos três feriados em muitas cidades brasileiras (inclusive aqui em São Paulo). Neste ano, temos um motivo a mais para ficar feliz: o feriado da Proclamação da República (15 de novembro) cai em uma quinta-feira e o Dia da Consciência Negra (20 de novembro) cai em uma terça-feira. Quem puder emendar, vai ter 6 dias de folga, quase miniférias! 🙂

Se você não vai viajar, não precisa se preocupar. Dá para fazer muita coisa legal nesse tempo livre, e o melhor: sem sair de casa. Precisa de um exemplo? Vamos lá: nada melhor do que aproveitar a folguinha para colocar aquela série em dia ou assistir aos filmes que você vive adiando.

Preparei uma lista com filmes que estão em cartaz na Netflix, ou seja, é só escolher o que você mais gosta, preparar a pipoca e apertar o play. Bora conferir?

Para Todos Os Garotos Que Já Amei

O filme produzido pela Netflix foi baseado no livro de mesmo nome, que conta a história de Lara Jean, uma adolescente que gosta de escrever cartas para os meninos que gosta, mas nunca teve a intenção de mandá-las. Até que um dia, as cartas somem e vão parar nas mãos dos garotos. Ela decide encarar um namoro de mentira com Peter, o garoto mais popular da escola, para fugir de Josh, ex de sua irmã mais velha e alvo de uma de suas cartas.

Para Todos Os Garotos Que Já Amei estreou em agosto e tem feito bastante sucesso desde então. É aquela história bobinha e adolescente, mas vale a pena assistir para tirar suas próprias conclusões. Pessoalmente, prefiro os livros (são três no total), mas achei o filme muito fofinho.

WALL-E

Já falei sobre WALL-E antes aqui no blog porque acho que é um filme muito legal da Pixar que ninguém dá muita bola. Talvez por ter sido um dos primeiros do estúdio que são mais voltados para adultos e as crianças acham um saco. Confesso que o começo é parado e chatinho, mas tem que ver até o fim porque depois a história muda completamente e a gente tira várias mensagens.

O personagem-título do filme é um simpático robô que vive completamente sozinho na Terra, depois que o planeta foi abandonado. Ele se apaixona por EVA, uma robô enviada para buscar sinais de vida no nosso planeta. Os dois acabam parando em uma grande nave, que agora é a morada dos humanos. O que esse filme tem de tão legal? Bom, os humanos agora não fazem nada, além de tomar sol e comer fast food. Fica a ideia para a gente buscar mais qualidade de vida, sabem? Tem que ver!

Amnésia

Este filme é para quem gosta de histórias em que não dá para piscar, senão você acaba perdendo alguma coisa. Depois de ter sua esposa assassinada, Leonard não consegue guardar memórias recentes. Para descobrir quem foi o culpado, ele começa a tatuar tudo o que descobre no dia.

O “problema” é que o filme não é contado de forma regular, ou seja, ele vai de trás para frente. No começo, é normal achar que você não está entendendo nada, mas vale a pena insistir porque é MUITO bom. Só tem que prestar muita atenção para não perder nenhum detalhe, ok?

O Show de Truman

Sou suspeitíssima para falar sobre porque O Show de Truman é um dos meus filmes favoritos da vida! Sabe quando a gente pensa que está dentro de um reality show? Bom, é exatamente o que acontece nesta história. Truman está preso dentro de um reality show que acompanha a sua vida desde que nasceu. O problema é que ele não sabe disso, então, pensa viver uma vida normal. Até a sua esposa é, na verdade, uma atriz.

O filme traz várias mensagens sobre essa cultura da exposição que a gente vive. E vejam só: ele foi lançado em 1998 (isso mesmo, há 20 anos), quando ainda não tínhamos tantos realities shows. Hoje, com o boom das redes sociais e dos influenciadores, tiramos ainda mais pensamentos deste filme. AMO!

Cidade de Deus

Contei aqui algumas vezes que eu não sou muito fã de filmes brasileiros, especialmente de comédias sem pé nem cabeça. Mas sempre digo que quando a gente quer fazer filme bom de verdade, a gente manda muito bem. Um exemplo é Cidade de Deus, meu filme brasileiro favorito. Sério, já vi tantas vezes que eu até decorei as falas principais.

Para quem não sabe, a história gira em torno do surgimento das guerras entre facções em favelas do Rio de Janeiro. É um filme extremamente forte e violento, mas, ao mesmo tempo, muito real. Alguns personagens são tão carismáticos que ficam na nossa memória, como Buscapé, Bené e o próprio Zé Pequeno.

Os Vingadores

Conheço muita gente que não assiste aos filmes dos Vingadores porque não viu os primeiros e acha que não vai entender nada da história. Eu não assisti todos (são muitos, gente, é praticamente impossível), mas eu gosto dessa coisa toda de heróis, então eu consigo assistir fora de ordem e entender. Só que eu sei que não é todo mundo que gosta de fazer isso.

Bom, agora não tem mais desculpa. Os Vingadores, o primeiro filme dessa saga que reuniu vários super-heróis, está em cartaz na Netflix e apenas aguardando o seu play. Lá, você vai acompanhar a turma original, formada por Capitão América, Homem de Ferro, Thor, Hulk, Viúva Negra e Gavião Arqueiro em uma aventura para devolver a paz à sociedade. É sempre uma boa diversão, vai?

 

Já escolheu qual filme desta lista vai ver no feriadão? Vai ser sucesso!

Um beijo e até o próximo post!

[Resenha] P.S. Ainda Amo Você – Jenny Han

Atenção: este post contém spoilers!

Eu normalmente amo livros que têm continuação. Acabo me envolvendo tanto com a história que fico doida para ler os demais volumes. Esse fato foi, aliás, um dos motivos que me fez ler Para Todos Os Garotos Que Já Amei, da Jenny Han. Fiquei um pouco desapontada porque o primeiro livro não tem final, então, não via a hora de saber como a trama iria se desenrolar.

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Pois bem, P.S. Ainda Amo Você chegou às livrarias no começo do ano e eu comprei o meu alguns dias depois. Ele começa exatamente onde o outro parou e, se você já leu o primeiro volume, sabe que a história gira em torno de Lara Jean, uma garota de 16 anos que topou um namoro de mentira com Peter, o cara mais popular da escola para fugir de Josh, o cara por quem era apaixonada – e que é ex de sua irmã mais velha, Margot.

No meio desse caminho, Lara Jean começa a gostar de verdade de Peter (e ele também começa a gostar dela), mas as coisas dão errado e eles terminam. Quando peguei o segundo livro, minha dúvida era se eles se acertariam e a resposta vem logo nas primeiras páginas. A reconciliação é tão rápida que a gente pensa: “Bom, mas e agora? O que vai acontecer?”.

“Quando começamos isso, eu ficava feliz só de estar em casa com minhas irmãs e meu pai. Era confortável. E aí, começamos a sair, e foi como… foi como se você me levasse para o mundo. – Com isso, o olhar dele se suaviza. – Primeiro, foi assustador, mas depois eu gostei. Parte de mim quer ficar ao seu lado para sempre. Eu poderia fazer isso sem o menor esforço. Poderia amar você para sempre”

O livro é vendido para o público teen e a verdade é que os conflitos são os mesmos que nós passamos na época do colégio. Romântica assumida, Lara Jean não tinha experiência no quesito amor e agora começa a namorar sério. Só que nem todo mundo na escola aprova o romance (especialmente a ex doida do Peter, que não está muito disposta a abrir mão do menino tão fácil assim).

Além desses conflitos, a protagonista também está prestes a se formar e precisa se preocupar com suas notas e o voluntariado, que conta pontos para a faculdade. E, mais lá para o meio do livro, um cara que ela gostava anos antes surge para balançar seu coração. Assim como aconteceu no primeiro livro, eu amei os personagens secundários, como a Kitty, irmãzinha da Lara Jean, que está mais atacada do que nunca, e a Stormy, uma senhora ousada que mora no asilo em que ela trabalha.

No geral, o livro agrada mais o público adolescente. Para nós, adultas, ele é legal por nos fazer relembrar daquela época gostosa em que não tínhamos tantas preocupações. Independente da faixa etária, gravei uma resenha lá no canal também:

Espero que gostem deste livro!

Um beijo e até o próximo post!

Avaliação: ♥♥♥

[Resenha] Para Todos Os Garotos Que Já Amei – Jenny Han

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Vire e mexe eu conto aqui no blog que tenho a minha listinha preferida de autores e que dificilmente compro um exemplar no escuro. Mas foi exatamente o que aconteceu com Para Todos Os Garotos Que Já Amei. Vi a capa certo dia, li a sinopse, achei interessante, mas coloquei na prateleira e resolvi comprar depois.

Nesse meio tempo, uma amiga postou que tinha gostado muito do livro, mas que o final era péssimo. Tinha desistido de ler, mas ele sempre atraía minha atenção quando eu entrava em alguma livraria e resolvi que era hora de ter a minha visão da história.

O que eu posso dizer, logo de cara, é que ele é mais voltado para adolescentes. Isso porque a protagonista, Lara Jean, tem 16 anos e vive todo aquele ambiente escolar, com direito ao clubinho dos populares e dos nerds. Mas eu, que já passei há muuuuito tempo dessa fase, me apeguei tanto ao livro que afirmo que mulheres de todas as idades podem gostar.

“Acho que agora consigo ver a diferença entre amar alguém de longe e amar de perto. Quando você consegue convive com a pessoa, vê quem ela é de verdade, e ela também vê você. E Peter me vê. Ele me vê, e eu o vejo.”

Lara Jean é como todas nós. Sofre por causa de seus amores platônicos e escreve cartas para esquecê- -los sem nunca mandá-las aos remetentes. O problema é que um belo dia as tais cartas são enviadas e a confusão se instaura. Um desses caras é Josh, ex-namorado de sua irmã Margot, por quem Lara ainda nutre uma paixonite.

Para fugir dele, ela aceita um namoro de mentira com Peter, um cara bonitão que também recebeu uma carta da protagonista e quer mostrar para a ex que está bem e com uma nova namorada. No começo, eles brigam o tempo todo, mas aos poucos, Lara Jean descobre que ele é, sim, um cara muito legal.

O enredo até é bobinho e cheio de clichês, mas são os detalhes do livro que fazem a diferença. Lara Jean é descendente de coreanos e tem muitos costumes fofinhos do país, como a aptidão por fazer receitas e o gosto exótico (e muito legal) de se vestir. Parte disso vem da autora, Jenny Han, que também é asiática.

Eu me identifiquei com a protagonista, mas gostei mesmo dos personagens coadjuvantes, especialmente a Kitty, irmã caçula de Lara. Também adorei a inversão de opiniões proposta pela escritora: no começo, morri de amores por Josh, mas depois percebi que ele é, sim, muito bobo. E aí adorei o Peter de verdade!

Quanto ao final que a minha amiga odiou, bom… eu também odiei! Não é que seja ruim, mas a história toma um rumo e acaba de repente, sabe? Acho que dava para explorar mais um pouco, mas teremos uma continuação em breve que ainda não tem data de lançamento por aqui.

Apesar disso, é um livro muito gostoso, viciante e que a gente lê bem rapidinho!

Avaliação: ♥♥♥♥