Posts em destaque

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 12

Olá, pessoal! Durante três meses, eu compartilhei com vocês o diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi maravilhoso contar tudo por aqui, mas chegou a hora de mostrar como foi o nosso último dia. 🙁

Eu sempre acordo tristinha nos últimos dias das viagens que eu faço. Sabem aquela coisa de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda?”. Eu não sei o que é isso, se pudesse viajaria para sempre. Mas, como foi a primeira vez que eu viajei sem alguém da família, eu até confesso que estava com uma vontade de voltar para contar como foi tudo para a minha família.

Bom, acordamos e nem tivemos dúvida de que o nosso café seria na Starbucks que ficava no piso térreo do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Todo dia eu pensava: “queria comer uma coisa diferente no café da manhã”. E nesse dia eu pensei: “Ai que saudade que eu vou sentir do bagel com cream cheese”. E olha, eu sinto falta mesmo! (Eu sei que também vendem esse bagel aqui, mas não tem graça comer e não ter aquela loucura toda de Las Vegas junto. Vocês me entendem, né?).

Saudade do bagel e do meu café de todos os dias

Nós tínhamos acabado as visitas nos hotéis no dia anterior (Wynn e Encore são os hotéis mais famosos do extremo norte da Strip), então ficamos de escolher alguma atividade que acabou ficando de fora. Nessa lista, tinham o aquário Shark Reef, o show Fall of Atlantis no Ceasar’s Palace e a visitação dos flamingos de verdade no hotel Flamingo – nada mais óbvio, né?

O aquário Shark Reef é pago e as outras duas atrações que queríamos ver eram gratuitas. Como estávamos com um dinheirinho sobrando, fomos primeiro para o aquário e combinamos de ver se daria tempo de fazer as outras duas atividades. Isso porque a gente precisava voltar para o hotel à tarde para arrumar nossas malas e ir para o aeroporto à noite.

Como é o Shark Reef?

Fizemos a nossa saga de sempre: pegamos o monorail, descemos no MGM Grand e fomos para o Excalibur, onde pegamos um trem que nos levou até o Mandalay Bay. É lá que fica o Shark Reef. Vi em vários lugares que esse aquário era imperdível e todo mundo precisava ir, então, pagamos U$ 25 por pessoa e entramos.

O que eu posso dizer é que toda a construção do Shark Reef é MUITO bonita. É incrível como eles levam a sério a arquitetura em Las Vegas. Parecia que a gente estava em outro lugar, sabem? Todos os funcionários foram muito simpáticos e atenciosos com a gente também. Lá, você encontra várias espécies marinhas – inclusive águas-vivas e tartarugas gigantes – e passa embaixo de um túnel transparente com tubarões (bem parecido com os do Sea World).

Túnel do Shark Reef (a foto não ficou boa, mas dá para entender)

No nosso ingresso, estava incluso também uma visita ao Polar Journey, um anexo que montaram bem próximo ao aquário com alguns dados e um filme 5D sobre ursos polares. Não tem muita coisa para fazer lá, então, a gente ficou na fila do filme com a expectativa lá em cima, afinal, era 5D. No fim, a gente achou bem bobo. Você sobe em um tablado que se mexe e tal, mas não tem nada de 5D ali. Na verdade, a gente achou bem bobinho.

Não sei se é algo imperdível. Acho que vale a visita se você estiver como nós estávamos naquele dia, com tempo e dinheiro sobrando. No mais, acredito que você pular e priorizar outras atividades mais legais.

A entrada do Shark Reef é maravilhosa

Essa parte do Shark Reef fica em um espaço de convenções do Mandalay Bay, com uma praça de alimentação. A gente aproveitou para comer ali mesmo, no Nathan’s, conhecido por fazer “o melhor cachorro quente do mundo”. Os atendentes não estavam com muita vontade nesse dia, mas estava bem gostoso (não é o melhor cachorro quente do mundo, mas vale a pena).

E depois?

A Tâni, minha amiga que viajou comigo, precisava comprar um tênis na Skechers, então, nós fomos andando até uma loja da marca que fica na rua. Minha mãe tinha pedido para eu comprar um corretivo da MAC e eu fiquei com medo de não achar no Duty Free, por isso, fomos andando (e morrendo de calor) até o Miracle Mile, um shopping que fica dentro do hotel Planet Hollywood e que tem uma loja da MAC.

Depois, a gente andou até o hotel Paris Las Vegas, que fica do lado do Planet Hollywood, e pegou o monorail no hotel Bally’s, integrado ao Paris Las Vegas. A gente andou uma estação só e desceu no Ceasar’s Palace. Aí você pode pensar: “credo, andaram uma estação só? Por que não foram a pé?”. Vejam bem, estava uns 46 C. Você iria a pé se pudesse ir no ar-condicionado do monorail? 🙂

A gente não sabia onde era o show Fall of Atlantis, aí perguntamos e um funcionário nos falou. Fica no shopping The Forum Shops, bem perto da Cheesecake Factory, onde jantamos dias antes. Quando percebemos, o show já tinha começado, então saímos correndo no meio do shopping para assistir e não ter que esperar o próximo.

A foto está horrível, mas é só para vocês saberem que o Fall of Atlantis acontece nessa parte do shopping

O Fall of Atlantis é feito com três estátuas que se mexem e que representam os mitos de Atlântida. É legal, tem vários efeitos e, como falei antes, não custa nada. Só chegar e assistir. Não considero algo obrigatório, mas vale reservar um tempinho se você conseguir. Dura cerca de meia hora.

A gente ainda tinha mais uma coisa para riscar da nossa lista antes de ir embora: ver os flamingos. Saímos do Ceasar’s Palace, atravessamos a rua, e fomos para o hotel Flamingo. Encontramos os flamingos um tempinho depois e eu fiquei com um pouco de dó porque realmente parecia que eles estavam morrendo de calor. Só tiramos algumas fotos e voltamos para pegar o monorail pela última vez (dramática né, eu sei).

Fiquei com dó dos flamingos

No caminho para o monorail, estava rolando uma pool party lá no Flamingo e parecia legal, se não fosse o calor. Eu olhava e pensava: “essas pessoas são doidas de tomar esse sol na cabeça”. Ah, a gente não foi em nenhuma pool party por alguns motivos:

  • Elas começavam às 11h. Sim, quando o calor está de matar (Beijo, Bola de Fogo)
  • Não pode levar mochilas e bolsas (onde a gente deixaria nossas coisas?)
  • Tínhamos uma lista com várias coisas para fazer e que eram prioridades
  • Elas eram caras e o dólar está valendo mais de R$ 4. Preferimos gastar com outras coisas

E foi assim que pegamos o monorail e descemos na estação do nosso hotel para arrumar as malas e dar o horário de chamar um Uber e ir para o aeroporto. Normalmente, eu sofro muito para arrumar minhas malas, mas até que foi bem tranquilo. Nenhuma estava muito pesada e com risco de passar do limite de 23 kg. Tomamos um banho, trocamos de roupa e ficamos lá, vendo TV. Tivemos que chamar um Uber Bag, ele nos deixou no aeroporto e nós jantamos lá mesmo.

Como foi a viagem de volta?

A viagem de volta foi tranquila. Fiquei bem irritada porque o avião que nos levou de Las Vegas para a Cidade do Panamá não tinha TV individual, mas eu estava tão cansada e com tanto sono que dormi a viagem inteira (milagre). Vi alguns filmes no voo do Panamá para São Paulo e, quando vi, já estávamos de volta.

Rolou um pânico porque uma das minhas malas não saía. Eu morro de medo de perderem minha mala, então, já voei em cima do funcionário e falei que ele ia encontrar minha mala de qualquer jeito. Eu já estava desesperada, pensando em todas as maquiagens que eu comprei e que estavam lá e em todo o dinheiro que eu gastei para comprar as coisas que estavam na mala.

Nisso, a Tâni vem lá do fundo correndo com a minha mala. Não me perguntem o que aconteceu. Como tinham falado para o cara que todas as malas já tinham saído, meu palpite é que eles deixaram a minha mala cair em algum momento do trajeto entre o avião e o saguão de desembarque. Pelo menos ela chegou, né? A Tâni ainda precisou abrir uma reclamação porque quebraram a mala dela (outras pessoas também tiveram esse problema) e nós compramos mais chocolates no Duty Free. Aí desembarcamos e fomos para casa.   

Exageradas na quantidade de malas?

Essa viagem foi uma das melhores da minha vida! O fato de ter ido sem alguém da família fez com que eu me sentisse independente e voltasse com outra noção em relação a dinheiro. A gente tinha imaginado vários perrengues e, no fim, foi tudo maravilhoso. Conseguimos aproveitar os parques da Disney na Califórnia muito bem, não pegamos nenhuma fila enorme e Las Vegas me surpreendeu demais. Achava que seria uma cidade de jogos e festas e descobri que tem muito mais, fora que é tudo barato. Até o calor não foi tão ruim quanto pensávamos.

Eu não sei quando vai ser a minha próxima viagem, mas eu prometo fazer a mesma coisa e compartilhar tudo aqui no blog também, além de fazer muitos vlogs lá no canal.

Espero que vocês tenham gostado desse diário da viagem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!