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Testei: Paleta de sombras Love, Trust & Fairy Dust | Tarte

Olá, pessoal! Vocês sabem que se tem uma coisa com a qual eu gasto meu dinheirinho é maquiagem, né? Depois que fiz o curso e me formei como maquiadora profissional, aprendi a escolher melhor os produtos de make que eu compro e a entender que eu não preciso de tudo. Mesmo assim, confesso que eu ainda sou muito consumista quando o assunto é maquiagem.

Eu acompanho diariamente o blog Pausa para Feminices, da Bruna Tavares, e eu sempre gosto de ver o que tem de novidade no mundo de make. Foi lá que eu soube que a Tarte tinha lançado uma linha de produtos inspirados em…FADAS! Eu pirei quando vi as fotos dos produtos porque era tudo muito lindo, rosa e brilhante rsrs. Aproveitei para colocar na minha wishlist da viagem que eu fiz em julho para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Não tinha certeza se encontraria alguma coisa dessa linha porque viajei alguns meses depois que ela foi lançada e tinha outra promessa comigo mesma: NÃO comprar mais paleta de sombra porque eu tenho muitas aqui em casa. Aí fui na Sephora do hotel The Venetian e pah, vi a paleta Love, Trust & Fairy Dust. Foi amor à primeira vista, desde a caixinha da embalagem até as cores das sombras. E aí não teve jeito: comprei, usei MUITO e agora posso contar tudo para vocês!

Como funciona?

A paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust segue a mesma proposta dos outros produtos da linha, ou seja, tem cores inspiradas em sonhos e flores. Tudo bem delicado e romântico. Ao todo, são 10 cores em tons de rosa, roxo e nude. Como toda boa paleta, temos cores com brilho e outras mattes.

As cores dessa paleta de sombras são:

  • Magic: bronze metálico e brilhante
  • Mystical: fúcsia metálico e brilhante
  • Wish: marsala matte
  • Gossamer: nude matte (ótimo para fazer a base dos olhos)
  • Frolic: marrom matte
  • Twinkle: nude metálico e brilhante
  • Flitter: rosinha metálico e brilhante
  • Wonder: marrom escurão matte (bom para aquele smokey eye que a gente ama)
  • Whimsical: rosa queimado matte
  • Giggle: nude rosado matte

É importante destacar que todas as cores foram feitas com argila amazônica e pigmentos minerais para fazer com que durem por mais tempo e se misturem com facilidade na hora de esfumar. Livre de parabenos e ftalatos, a paleta de sombras é dermatologicamente testada. Ah, a Tarte é cruelty free, então, ganha ainda mais o nosso amor!

Minha opinião

Bom, eu amo cores e amo paleta de sombras, então, sou suspeita para falar algo sobre essa belezinha. O que eu mais gostei foi da variedade de tons. Já usei de todas as formas: para uma make mais clean (só com os tons de nude), para uma proposta mais romântica (misturando rosa e roxo) e até para noite, usando as cores mais escuras. Amei todas vezes e é uma paleta muito versátil!

Eu gosto de aplicar com pincéis porque acho que fica mais fácil para esfumar. Mas nada impede que você use seus dedos, se prefere fazer a maquiagem assim. Todas as cores são MUITO pigmentadas e rendem bem!

Agora vamos ao preço. Como falei no começo do post, comprei a paleta de sombras Love, Trust & Fairy Trust na Sephora de Las Vegas e paguei U$ 39 (o que equivale a R$ 159). A marca Tarte (ainda) não é vendida oficialmente aqui no Brasil e eu só encontrei um lugar que vende a mesma paleta por R$ 275.

Para evitar qualquer problema, a minha sugestão é juntar dinheiro e comprar durante uma viagem ou encomendar para alguém que vai viajar. Sim, é caro, mas é uma ótima paleta de sombras (além de linda) e eu acho que vale a pena por conta da versatilidade, já que dá para usar de diversas formas.

 

Alguém mais já testou? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Corretivo Radiant Creamy Concelear – NARS

Olá, pessoal! Se vocês pudessem escolher apenas um item de maquiagem para ter pelo resto da vida, qual seria? O meu, com certeza, seria o corretivo. Eu tenho muitas olheiras (por herança familiar e outros motivos), então, passo corretivo até para ficar dentro de casa.

Eu tenho muitos corretivos e sempre sofri para conseguir esconder as minhas olheiras. Até que eu fiz um curso de make e aprendi a usar corretivos coloridos. Deu certo, mas às vezes eu confesso que rola uma preguiça, já que esse truque envolve vários produtos (corretivo colorido, corretivo do tom da minha pele, pó para selar e pincéis ou esponjas para aplicar tudo isso).

Por isso, sempre que vejo alguém falar que testou um corretivo maravilhoso, fico com vontade de testar também. Já tinha escutado muita gente falar sobre o corretivo Radiant Creamy Concelear, da NARS, então aproveitei para colocar na minha listinha de produtos que eu queria comprar na viagem que fiz recentemente para a Disney da Califórnia e para Las Vegas.

Fui na Sephora do hotel The Venetian e não sei muito bem o porquê, mas esse corretivo estava na minha lista de dúvida. Acabei levando, afinal, poderia testar e contar tudo para vocês.

Como funciona?

Considerado um dos corretivos mais vendidos nos Estados Unidos, o Radiant Creamy Concelear tem fórmula enriquecida com hidratantes botânicos que reduz a vermelhidão e controla a oleosidade. Além disso, conta com uma tecnologia chamada light-diffusing, que deixa a pele natural com acabamento brilhante.

O mais legal é que esse corretivo tem cobertura que varia entre média e alta e ação instantânea, camuflando olheiras e linhas de expressão sem ficar marcado. É indicado para todos os tipos de pele, com fórmula livre de parabenos e álcool.

Outro ponto bacana é que são mais de 20 opções de cores de corretivo. Tanto que eu olhei e fiquei alguns segundos sem saber qual pegar. Como normalmente eu fico melhor com a segunda ou terceira opção mais clara, testei rapidinho a cor marron glacé e gostei. Quando voltei para o Brasil e comecei a testar de verdade para fazer a resenha, percebi que tinha acertado. Esse tom é indicado para quem tem pele clara e neutra, meu caso!

Minha opinião

Eu gosto de testar bastante um produto antes de trazer a resenha aqui no blog, mas sabe quando é amor logo de cara? Na primeira aplicação, eu pensei: “MEU DEUS, QUE CORRETIVO MARAVILHOSO”. Tenho aplicado o corretivo depois da base, mas, como era a primeira aplicação, passei antes da base e foi impressionante o quanto ele cobriu minhas olheiras. Às vezes, eu saio só com esse corretivo e ele segura MUITO bem a camuflagem das olheiras.

O Radiant Creamy Concelear tem uma textura cremosa bem intensa, mas é muito fácil de aplicar e de espalhar. Usei com pincel e esponja e aprovei dos dois jeitos, mas estou na fase de preferir a esponja. Como não vi diferença, vai mais de gosto mesmo.

No meu caso, considero a cobertura média, quase alta, mas não é aquele rebocão total, sabe? Eu gostei muito do efeito que deu e achei que toda a região abaixo dos olhos fica com uma textura bem gostosa e hidratada. Ah, não craquela e não fica marcado.

Acho que o Radiant Creamy Concelear é ideal para usar em uma festa ou evento, mas nada impede que você também use no dia. Como eu falei, às vezes eu uso só ele e nem passo base, de tão incrível que é. Juro que foi o melhor corretivo que eu já testei até hoje. Só tenho coisa boa para falar dele!

Vamos agora à questão do preço. Lá fora, custa U$ 30 (o que equivale a cerca de R$ 120). Nas lojas brasileiras da Sephora, o mesmo corretivo é vendido por R$ 179 e você pode parcelar, o que não existe nos Estados Unidos. Se você tem viagem marcada, acho que vale esperar e comprar lá fora. Senão, compra aqui mesmo. É caro, mas vale cada centavo!

 

E vocês, já conhecem essa maravilha?

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Base Born This Way – Too Faced

Olá, pessoal! Não é novidade para ninguém que eu gosto de maquiagem, mas vira e mexe eu descubro novas paixões dentro desse universo. Como assim, Camilla? Calma, eu explico: ultimamente, ando numa fase de me apaixonar por bases. Até ano passado, antes de fazer o curso de maquiagem, eu tinha apenas duas bases. Depois, fui comprando outras e agora ando querendo testar várias. Vocês sabem como é, né?

Eu sempre gostei de marcas fofinhas de make e conheci a Too Faced há alguns anos, em uma viagem que fiz para os Estados Unidos. Ficou mais fácil de testar os produtos da marca depois que ela veio para o Brasil. Eu tenho uma lista dos que eu mais quero e até contei aqui que eu comprei recentemente o Primer Hangover.

Na época, fiquei em dúvida entre o primer a base Born This Way, queridinha de muita gente. Resolvi aproveitar para comprar na viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Tinha uma wishlist com outros produtos para comprar na Sephora e deixei para fazer isso no penúltimo dia da viagem, em uma loja que fica no hotel The Venetian. Comecei a testar logo que voltei ao Brasil e agora já posso contar tudo para vocês! 🙂

Como funciona?

Bom, antes de mais nada, preciso falar sobre a variedade de cores dessa base. Pesquisei enquanto escrevia este post e vi aqui que são 35 tonalidades ao todo. Como boa geminiana, eu fico doida com essa variedade toda e não sei nem por onde começar.

Normalmente, sempre me dou bem com a segunda ou terceira opção mais clara de base, então fiquei com isso na cabeça, peguei alguns tons mais clarinhos e fiz o teste (aplicando um pouco acima da mandíbula). O ideal é sair da loja e esperar algumas horas para ver a melhor cor, mas, como estava com pouco tempo, esperei só um pouco e acabei escolhendo a cor Swan.

A base Born This Way foi criada com o objetivo de trazer uma cobertura alta sem deixar aquele aspecto pesado na pele. Como o próprio nome diz, ela promete deixar o rosto com um viço tão natural que vai parecer que você nasceu assim, mas sem imperfeições. Importante destacar que ela é livre de óleo – quem tem pele oleosa também pode usar!

Para isso, a base aposta em uma combinação poderosa com os seguintes ingredientes:

  • Água de coco (responsável por hidratar a pele);
  • Rosa alpina (que fortalece toda a região do rosto);
  • Ácido hialurônico (nutriente conhecido por promover uma aparência rejuvenescida).

Vale lembrar que a embalagem segue a proposta fofinha da marca e é toda linda, com tampa preta e logo dourado, além de uma parte transparente que permite visualizar melhor a cor da base. Ah, a Too Faced é uma empresa totalmente cruelty free. Bom demais, né?

Minha opinião

A base Born This Way vem com o formato de pump. Testei com pincel e com esponja, mas sempre aplicando antes o conteúdo na palma da mão (vale também aplicar em placas de metal específicas para maquiagem). Já tive minha fase de amar aplicar base com pincel, mas agora tenho AMADO usar a esponjinha. De qualquer forma, não vi diferença no resultado, dá para aplicar dos dois jeitos, ok?

Contei lá em cima que foi uma tortura encontrar o tom certo para mim e eu estava com pouco tempo. Na hora, a Swan pareceu a melhor opção. Ainda acho que é, sim, a cor da base que mais se aproxima do meu tom de pele, mas acho que ficou um pouquinho esbranquiçada, sabem? Nada muito gritante, até porque dá para amenizar com outros produtos e não interfere no resultado.

Quanto à cobertura, sou bem suspeita. Como eu não uso muita maquiagem no dia a dia, gosto de rebocão quando vou me produzir. Então, eu realmente amei a cobertura dessa base. Não diria que é uma cobertura altíssima, mas de média para alta e o suficiente para cobrir algumas manchinhas que eu tenho. Ah, e ela cumpre o que promete: em nenhum momento, eu sinto a pele ressecada ou pesada. Pelo contrário, ela fica macia, hidratada e com um brilho bem natural.

Agora vamos ao assunto mais polêmico dessa resenha: o preço. Eu paguei U$ 39 dólares, o que equivale a mais ou menos R$ 156. Na Sephora do Brasil, a mesma base sai por R$ 185 (lembrando que dá para parcelar, coisa que não existe nos Estados Unidos). Por essa diferença, eu acho que vale mais a pena comprar aqui, a não ser que você não encontre o seu tom.

Eu sei que é uma base cara e que não é todo mundo que pode gastar tudo isso em um produto de maquiagem, mas considero um investimento. É uma base maravilhosa, que cumpre tudo o que promete e ideal para usar quando você tem uma festa, evento mais chique ou mesmo quando quer uma make estilo rebocão. Estou apaixonada por ela e valeu cada centavo!

 

E você, já conhece essa base?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 11

Olá, pessoal! Os posts do diário da viagem continuam e chegou a hora de contar como foi nosso penúltimo dia em Las Vegas. Quem leu o post anterior, já sabe que eu não encontrava por nada a chave do cadeado de uma das minhas malas. Tentei de tudo e até comprei grampo para seguir alguns tutoriais do YouTube, mas nada deu certo. Por isso, assim que acordamos eu decidi ligar para a recepção do hotel e pedir ajuda.

Uns 10 minutinhos depois, bateram na porta e era o Bryan, um senhor muito simpático que também tentou abrir o cadeado sem ter que quebrar, mas não teve jeito. Eu falei que ele podia quebrar se precisasse e assim ele fez. Por sorte, eu já tinha comprado dois cadeados reservas no dia anterior. Nem preciso dizer que depois de todo esse auê, eu encontrei a chave do cadeado escondidinha atrás da outra mala, né?

Descemos para tomar café na Starbucks do nosso hotel e de lá já seguimos para pegar o monorail rumo ao The Venetian, um dos hotéis mais famosos de Las Vegas e inspirado em Veneza. É um dos mais luxuosos e tem um shopping imenso lá dentro, onde você pode andar de gôndola. Nós ganhamos esse passeio de presente de duas amigas (obrigada, Cláu e Bo) e reservamos esse dia para fazer isso.

Fala se não é a coisa mais linda do mundo

A estação mais próxima do The Venetian é a do Harrah’s. Fomos andando e antes de entrarmos no shopping, vimos a escada que levava ao Madame Toussauds, o famoso museu com estátuas de celebridades feitas de cera, que fica nesse mesmo hotel. Eu não fazia tanta questão de ir porque já fui em outras unidades desse mesmo museu, mas a Tâni (minha amiga que viajou comigo) queria ir, então foi a primeira coisa que fizemos.

O Leo pediu uma foto comigo… fazer o que né?

Custa U$ 25 por pessoa e é bem pequeno, mas tem uma área só com celebridades marcantes de Las Vegas (como Elvis Presley) e outra totalmente inspirada no filme Se Beber, Não Case. O ingresso também inclui um filme 4D dos Vingadores (não me perguntem o que Os Vingadores têm a ver com esse museu, até hoje não entendi). No geral, recomendo o Madame Toussauds só se você nunca tiver ido nesse museu ou se fizer muita questão. Não é algo que vá fazer diferença na sua viagem.

Passeio de gôndola

Depois que a gente saiu do museu, seguimos para o Grand Canal Shoppes, o shopping de luxo do The Venetian. Eu já sabia que dava para andar de gôndola na área externa e na interna do shopping, mas comecei a estranhar que a parte de fora parecia fechada. Quando chegamos na parte interna e fomos comprar o ingresso, descobrimos que as gôndolas externas realmente não estavam funcionando por conta do calor (46 graus, né gente?).

Andrea foi um fofo

Não lembro exatamente do valor dos ingressos (até por ter sido um presente das nossas amigas), mas acho que foi algo em torno de U$ 40 por pessoa. Quase não tinha fila, então, logo depois entramos na gôndola e quem nos levou foi o Andrea, um italiano muito fofo que cantou várias músicas – aliás, todos os gondoleiros de lá cantam demais.

O passeio dura 15 minutos e é uma graça. Não é algo que vá tirar seu fôlego, mas é um item que eu considero obrigatório fazer em Las Vegas. O mais legal de tudo é que você vai se impressionar com a beleza do shopping, que tem parte do teto pintada como se fosse um céu azul. Em muitos momentos, realmente parece que você está em Veneza.

A arquitetura do The Venetian realmente deixou a gente impressionada

As lojas do Grand Canal Shoppes são caríssimas e a única coisa que eu comprei lá foi o Duraline da Inglot, por U$ 14. Demos uma voltinha, tiramos algumas fotos e paramos para almoçar no Johnny Rocket’s.

A Sephora do The Venetian fica fora do shopping, então, a gente fez todo o caminho de volta e eu finalmente pude comprar os meus produtos de maquiagem. Fui com uma listinha e pedi ajuda da Tâni e de uma vendedora para acertar no tom de algumas bases e corretivos. Quando fui pagar, só rezava para ter dinheiro. E olhem só: foi a vez em que eu gastei menos em uma Sephora (mas calma que essa história continua…).

Mais hotéis e compras

Tivemos que fazer todo o caminho de volta, mais uma vez, desta vez para podermos ir aos hotéis Wynn e Encore, que ficam do outro lado da rua. Os dois são maravilhosos, extremamente luxuosos, mas eu fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa. Eu sabia que eles tinham jardins maravilhosos, mas, na verdade, é um jardim só. É bonito e vale a pena conhecer mais pelo luxo.

Esse carrossel do Wynn é maravilhoso

A melhor parte é que na frente do Wynn e do Encore fica o Fashion Show, um shopping enorme com todas as lojas que vocês imaginam. Eu queria ir lá para fazer comprinhas na Forever 21 (que só tem lá) e resolver um problema com um cabo que eu comprei para o meu celular na Apple.

A Forever 21 é gigantesca e deu para comprar algumas coisinhas, mas a gente descobriu que o shopping era incrível e não quis sair de lá rsrs… Na verdade, a Tâni precisava ir na Victoria Secret’s para comprar umas encomendas para uma amiga dela e a gente aproveitou para comprar algumas coisas para nós também. Além disso, eu vi uma Sephora e resolvi comprar alguns produtos que não tinham na outra loja (e, com isso, acabei gastando o que eu gasto mesmo na Sephora).

A ideia era jantar no shopping mesmo, mas a gente tinha ingresso para assistir ao show do Criss Angel e ficava do outro lado da Strip, ou seja, teríamos que fazer uma verdadeira maratona. Como o lugar era por ordem de chegada, a gente resolveu ir logo para trocar os ingressos e comer por lá antes do show.

Como é o show do Criss Angel?

Bom, quando eu falei que a gente ia ter que fazer uma maratona, foi uma maratona de verdade. Saímos do Fashion Show, atravessamos a rua e tivemos que ir andando até o Harrah’s para pegar o monorail. Pegamos e descemos na estação do MGM Grand, a última do lado sul da Strip.

De lá, atravessamos a rua, fomos para o Excalibur e pegamos um trem até o Luxor, onde era o show. No geral, acho que foi quase 1 hora nesse trajeto, debaixo de calor e carregando um monte de sacola pesada. Pensem na nossa situação…(o lado bom é que eu voltei de viagem 2 kg mais magra, de tanto que eu andei).

O Luxor é inspirado no Egito, então, o hotel é todo em forma de pirâmide e ele tem uma esfinge bem na porta. É legal e eu fiquei curiosa para ver o elevador, que anda de lado por conta desse formato de pirâmide, mas achei que faltam mais atrações inspiradas nessa temática. Sei lá, uma exposição de múmias, um show de dança do ventre, vai saber né, em Las Vegas vale tudo! 🙂

Super acho que poderia ter um show de múmias no Luxor rs

Trocamos nossos ingressos e fomos jantar no Mandalay Place, o shopping do hotel Mandalay Bay, que fica integrado com o Luxor. A gente não sabia muito bem onde comer, até que vimos um lugar de pizza e sentamos no bar mesmo para dividir uma pizza de peperoni. Aí foi o tempo de voltar, deixar nossas mochilas na recepção (não pode entrar no show de mochila) e ir para o teatro.

Desta vez, sentamos em um lugar muito bom. Para quem não sabe, o Criss Angel é um ilusionista conhecido por fazer vários truques de levitação. Ele tinha um programa de TV que ficou bem famoso aqui no Brasil, mas eu não sabia muito bem o que esperar desse show. No fim, gostamos bastante. Alguns números são realmente impressionantes e ele é muito carismático, sempre interagindo com a plateia. O show dura uma hora e meia e a gente achou que passou muito rápido, sinal de que foi bom.

Não sei se eu veria de novo, mas esse show que nós vimos acabou. Pois é, em breve o Criss Angel vai apresentar um novo show em outro hotel e ele prometeu que vai ser bem melhor, inclusive vai fazer com que o público levite também. Como eu gostei bastante do que eu vi, eu iria nesse novo por curiosidade. Acho que vale a pena se você entende bem inglês e gosta de truques de mágica.

Depois disso, fizemos o caminho de volta: pegamos o trem até o Excalibur, de lá seguimos para o MGM Grand e entramos no monorail rumo à estação do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Quando chegamos, estava o maior auê para pegar o elevador. Isso porque estava rolando uma festa à fantasia com uma galera que estava em uma convenção lá no hotel. Demorou para subirmos, mas foi engraçado ver o povo fantasiado. Coisas que só acontecem em Las Vegas.

 

E aí foi aquele ritual: banho, colocar pijama, ligar o despertador, colocar a bateria da câmera para carregar. Eu já estava tristinha porque iríamos embora no dia seguinte. A sorte é que o nosso voo era só de madrugada, então, teríamos um dia inteirinho pela frente. Mas isso eu conto no próximo post.

Um beijo e até lá!

Testei: Base Fenty Beauty – A famosa base da Rihanna

Olá, pessoal! Vocês já sabem que eu sou apaixonada por maquiagem e adoro testar coisas novas, mas 2018 foi definitivamente o ano em que eu fiquei viciada em bases. Antes, eu não ligava tanto e só tinha duas. Agora, eu gosto de ir variando e escolher conforme a ocasião. E nesse meio tempo, eu também passei a acompanhar mais as novidades de beleza e fazer uma wishlist com todos os produtos que eu gostaria de testar.

Quem é ligada em beleza como eu sabe que um dos lançamentos mais bombados dos últimos tempos foi a base da Fenty Beauty, a marca de make da cantora Rihanna. O produto chegou no mercado no ano passado e rapidinho virou uma febre. Eu sempre tive vontade de testar, mas vi um monte de resenha e tinha gente amando e outras pessoas odiando. Fiquei na dúvida: será que vale a pena comprar?

Coloquei a base na minha lista de comprinhas da viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas, mas não tinha certeza se ia ou comprar ou não. Deixei para ir na Sephora no penúltimo dia da viagem e resolvi levar a base, afinal, ela não é vendida oficialmente aqui no Brasil e seria a oportunidade de testar e contar tudo para vocês. Bora começar essa resenha!  

Como funciona?

Não sei se vocês sabem, mas a Fenty Beauty foi criada porque a Rihanna queria uma marca de maquiagem que atendesse mulheres do mundo inteiro (fofa essa RiRi, né?). Por isso, a base conta com 40 tonalidades e é uma coisa de doido encontrar o seu tom. Juro, eu fiquei uns 10 segundos só olhando e pensando: “E agora?”.

Normalmente, eu fico sempre com a segunda ou terceira opção mais clara. Com isso em mente, fui no olho mesmo e peguei a cor 190. Como já estava de maquiagem no rosto, acabei fazendo o teste na linha abaixo na mandíbula e escolhi um tom acima e outro abaixo da 190 para ter certeza. No fim, achei que era a 190 mesmo, mas acabou que foi de olho mesmo. (E olha só que legal: pesquisei aqui e vi que a 190 é para peles claras com fundo neutro, exatamente o meu caso. Mandei bem, né?)

A base da Fenty Beauty promete uma cobertura média, com acabamento matte e é líquida. Como a proposta é de justamente fazer com que várias mulheres possam usar, ela é indicada para todos os tipos de pele. É importante destacar que a fórmula é livre de parabenos e ftalatos. E tem mais: a marca é cruelty free! 🙂

Minha opinião

A base vem em pump e eu sempre gosto de agitar um pouco o frasco para ativar todos os componentes. A embalagem vem com 32 ml e rende MUITO: normalmente, eu aplico três pumps no dorso da minha mão antes de passar no rosto (você também pode usar aquelas plaquinhas de metal próprias para maquiagem).

Sobre a forma de aplicar, já passei com pincel flat e esponja. Sinceramente, não vejo diferença no resultado quando uso pincel e quando uso esponja, mas eu estou na fase de usar a esponjinha para tudo e acho que é mais fácil de espalhar com ela.

Como falei antes, eles garantem uma cobertura média, mas, no meu caso, é uma cobertura alta estilo rebocão. Eu AMO cobertura alta assim, então foi um ponto muito positivo porque ela ficou exatamente do jeito que eu gosto. Acho que algumas pessoas não se deram tão bem com essa base justamente por preferirem uma make mais natural e ela cobre tudo, minhas manchinhas e minhas olheiras sumiram!

Muitas bases que oferecem esse estilo de cobertura acabam pesando no rosto e a da Fenty Beauty seca bem rapidinho e você nem sente que está com ela. Por ter acabamento matte, ela fica bem sequinha, mas não deixa aquele aspecto ressecado. Também gostei que ela deixa um aspecto uniforme e não fica marcada. Fora que ela dura muito. Se eu passo de manhã, por exemplo, fico com a mesma cobertura na pele até o fim da tarde. Estou completamente apaixonada!

Bom, agora vamos à parte ruim: o preço. Eu comprei a minha na Sephora do hotel The Venetian, em Las Vegas, por U$ 34 (o que equivale a cerca de R$140). Como falei no começo do post, a base da Fenty Beauty não é vendida oficialmente no Brasil, mas encontrei alguns lugares revendendo por valores que vão de R$ 80 a R$ 320. Não sei dizer se eles lugares são seguros e se a base é original, por isso, minha dica é comprar lá fora (nem que você encomende para alguém que vai viajar) ou ter certeza absoluta de que está comprando em um site seguro ou com um revendedor qualificado.

Não sei mesmo porque coloquei a base da Fenty Beauty como dúvida na minha lista. Ainda bem que decidi comprar porque estou apaixonada e virou a minha base preferida da vida. Quero fazer estoque aqui em casa!

 

E vocês, já testaram? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!