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Os filmes que marcaram 2017

Olá, pessoal! Como vocês sabem, o blog está especial neste mês com vários posts de retrospectiva de 2017. Na lista das coisas que eu mais gosto de relembrar nesta época, estão os filmes que foram sucesso de bilheteria e de crítica. Antes de começar, é importante lembrar que esta seleção é feita com base em dois critérios: filmes que eu vi e gostei (que não necessariamente são os melhores do ano, mas que marcaram) e outros que, mesmo eu não gostando, agradaram a maioria do público. Dito isso, pegue sua pipoca e venha comigo conhecer os eleitos da vez.

Moana: Um Mar de Aventuras

 

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Logo no começo do ano, a Disney surpreendeu a todos a criar um filme protagonizado por uma mulher que foge dos estereótipos. Ela não é princesa (deixa claro que é filha do chefe), está longe de pensar em príncipe encantado e só quer seguir seus instintos para salvar seu povo. Ela é corajosa, destemida e não liga para qualquer comentário negativo que recebe. Para ser bem sincera, eu achei o filme um pouco chatinho e sem história, mas não dá para negar que foi um grande sucesso, ainda mais atualmente. Fora que a música How Far I’ll Go gruda de um jeito na cabeça que nunca mais sai – ah, ela foi indicada ao Oscar de melhor canção original.

La La Land: Cantando Estações

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Vamos resumir logo? O MELHOR FILME DO ANO E UM DOS MELHORES DA MINHA VIDA! Exageros à parte, foi um dos filmes mais lindos que eu já assisti e um dos que eu mais identifiquei. Sabe quando você encontra várias coisas que gosta? Nessa lista, incluo musical, história sobre sonhos, Los Angeles, Ryan Gosling, final perfeito. Pois é, gente, chorei feito criança da primeira vez que assisti, chorei mais um pouquinho da segunda e ganhei o DVD de presente de aniversário. É perfeito e eu nunca vou superar o fato de ter perdido o Oscar de melhor filme para Moonlight, que entra na lista dos piores filmes do ano (sério, gente, fui com toda a expectativa do ano, mas o filme é bem fraquinho).

Manchester À Beira Mar

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E quando tem aquele filme que você assiste achando que vai ser ruim e acaba totalmente surpreendida? Juro que entrei na sala do cinema com uma impressão bem diferente e, quando vi, já estava apegada na história. A gente se coloca no lugar do protagonista tantas vezes, pensa em tudo que ele passou e, mesmo assim, não consegue sentir a dor dele. É triste, mas mesmo assim, dá para rir em alguns momentos. E neste caso eu super entendi os Oscars de melhor roteiro original (merecidíssimo) e de melhor ator para o Casey Affleck. Claro que eu estava na torcida pelo Ryan Gosling, mas não tem nem como comparar. Também foi muito merecido!

Até O Último Homem

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O gênero de filmes de guerra talvez seja o que eu menos gosto. Costumo achar tudo igual e sempre fico com sono. Foi por isso que eu relutei para assistir Até O Último Homem, mesmo sabendo que tinha o Andrew Garfield no elenco e que todo mundo dizia que era muito bom. Só vi depois que entrou na Netflix e para saber se era melhor do que outro filme de guerra que eu vou contar logo mais. E olha, ainda bem que fiz isso porque realmente é LINDO e emociona demais quando lembramos que é uma história real. Para quem não sabe, fala sobre um homem que, mesmo na guerra contra o Japão, reafirmou sua missão de não pegar em armas e salvar o máximo possível de soldados. Maravilhoso!

A Bela e a Fera

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A versão live action da Disney mais aguardada de todos os tempos. A Bela e a Fera é uma das animações mais famosas da companhia norte-americana e a primeira produção do gênero ao concorrer ao Oscar de melhor filme. Foi justo então que esta versão em carne e osso da história fosse bem fiel ao desenho. A gente volta na infância, canta as músicas (algumas foram criadas exclusivamente para este filme) e torce pelos personagens mesmo já sabendo o final. Muita gente amou, mas eu estava com a expectativa tão lá em cima que acabei achando o filme ok, nada de muito “wow”.

Corra!

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Não sei vocês, mas eu cansei de ver no meu feed do Facebook o trailer do filme “Get Out”, que prometia revolucionar o gênero de terror ao mostrar o preconceito. Fiquei curiosa porque amo terror e queria saber se era mesmo tudo isso. A produção chegou por aqui com o nome “Corra” e eu fui no cinema logo na primeira semana em cartaz para conferir. É realmente incrível como eles mostram a forma como o preconceito é cruel, a partir do ponto de vista de um homem negro que viaja para conhecer a família da namorada branca. Sim, é bem assustador em muitos momentos. Mas sei lá, gente, achei o final tão besta. Começou maravilhosamente bem, mas aí segue por uma linha trash que eu não curti. De qualquer forma, é um daqueles casos que agradou à crítica e merece estar aqui.

Mulher Maravilha

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Outro forte candidato ao título de melhor filme de 2017. Você pode até não gostar de filme de super-heróis, mas não dá para negar a força que este aqui trouxe para a história recente do cinema. Vamos começar pelo fato que ele se tornou o filme de origem (que mostra o surgimento de um herói) com a maior bilheteria do mundo. Depois, é importante lembrar do impacto que ele traz para a questão atual (e superimportante) do feminismo. É dirigido por uma mulher e protagonizado por outra mulher que é mais forte que qualquer homem em cena. Ah, não por acaso, terá uma sequência garantida para os próximos anos.

Okja

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Este filme ficou mais conhecido pela polêmica que gerou ao ser um dos primeiros da Netflix a concorrer à Palma de Ouro em Cannes. A história fala sobre a criação de uma nova espécie de super-porcos que deve ser criada em países diferentes por dez anos para então concorrer a um concurso que elegerá o melhor animal entre eles. Quando esse prazo chega, a jovem Mija decide proteger a super-porca Okja custe o que custar. Também gerou muito burburinho, especialmente nas redes sociais, e é um filme que faz a gente pensar. Vale a pena!

Dunkirk

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Lembram que falei lá em cima que filmes de guerra não me agradam? Pois bem, vi TODO MUNDO (todo mundo mesmo) falando que Dunkirk era o melhor filme de todos os tempos e, mesmo sendo de um gênero que eu não gosto, resolvi dar o braço a torcer e assistir. Também baseado em fatos reais, fala sobre o resgate de solados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França, que estão cercados pelo exército alemão. Os efeitos especiais realmente são muito bons e é bem diferente ver a mesma história contada de três formas diferentes, mas, de verdade, não vi nada de surpreendente neste filme. Para mim, está bem longe de ser o melhor de todos os tempos, mas arrisco o palpite de que pode ser um dos grandes concorrentes ao Oscar do ano que vem.

It – A Coisa

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Ah como eu estava esperando por este filme, gente! Adoro a primeira versão, de 1990, e foi graças a ela que eu fiquei com medo de palhaço, acreditam? Bom, mal sabia eu que em 2017 veria um remake mais “terror”, com classificação para maiores de 18 anos e cenas pesadíssimas. Mas posso falar? É sensacional, um dos melhores filmes do gênero que eu vi. Não por acaso, se tornou a maior bilheteria de filmes de terror de todos os tempos. E a sequência já está confirmada para 2019. Quem vai ver com certeza?

Bingo: O Rei das Manhãs

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Quem já me acompanha aqui no blog há um tempo sabe que eu tenho verdadeiro pavor daquelas comédias que marcam o cinema nacional. Então, quando soube que iam fazer um filme do Bozo, achei que seria horrível e mais da série de filmes sem conteúdo. Até que todo mundo começou a me falar muito bem, a nota no IMDB só subia e eu resolvi dar uma chance. E realmente achei SENSACIONAL, prende a gente que é uma beleza. Fora que tem um enredo bem gostoso, principalmente para quem gosta dos bastidores da televisão e para quem viveu nos anos 80. Ah, não por acaso, foi a escolha deste ano para representar o Brasil como indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Mãe!

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Este aqui foi o filme mais polêmico do ano, que dividiu opiniões e rendeu até aqueles debates eternos no Facebook que ninguém aguenta mais. Teve gente que ODIOU e gente que AMOU, assim, em letras maiúsculas mesmo. Como vocês sabem, eu amo coisas assim e corri logo para saber de qual lado eu ficaria. Segui o conselho de uma amiga e estudei antes algumas mensagens do filme. Mas, no geral, eu AMEI. O filme é cheio de metáforas muito bem feitas sobre a criação do mundo do ponto de vista cristão. É forte, é pesado e deixa muitas dúvidas, exatamente do jeito que eu gosto.

Star Wars 8: Os Últimos Jedi

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Aqui eu faço a mesma observação que fiz quando falei de Mulher Maravilha. Você pode não gostar de Star Wars, mas a série ganhou um novo fôlego depois do lançamento do episódio 7, há dois anos. Os novos filmes reconquistaram os fãs antigos, conquistaram novas pessoas e ajudaram a resgatar o mesmo clima da primeira trilogia. Eu não sou fanática, mas gosto de assistir aos filmes e adorei este episódio, que falou sobre o encontro de Rey com Luke Skywalker.

 

Gostaram das minhas escolhas?

Um beijo e até o próximo post!

Os filmes mais aguardados de 2017

Olá, pessoal! Chegou a hora de falar sobre o post que eu mais gosto de fazer nesta época de fim de ano. Não é novidade para ninguém que eu amo ver filmes e adoro aquele clima de expectativa em relação aos filmes que vão estrear nos próximos 12 meses, então estas listas com certeza estão entre as minhas preferidas!

Antes de começar, preciso dizer que 2017 vai ser o ano das continuações no cinema. Fiz minha pesquisa habitual antes de escolher os filmes e juro que me surpreendi com a quantidade de longas com 2 ou 3 no nome. Precisei até fazer uma seleção, senão essa lista ia ser só de continuações rs…

Mas, para quem gosta, o ano promete com sequências de Smurfs, Piratas do Caribe, Wolverine, Thor, Velozes e Furiosos, Guardiões da Galáxia, Transformers e outros que eu cito a seguir. Vamos conferir?

Moana – Um Mar de Aventuras

Data prevista de estreia: 5 de janeiro

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Sempre fico ansiosa para ver os filmes que a Disney lança no início do ano porque normalmente são as apostas da companhia para o ano. Já escuto falar sobre Moana há pelo menos 1 ano e meio, então estou super ansiosa. Isso porque a protagonista é filha do chefe de uma tribo da Polinésia e zero romântica, ou seja, esqueça príncipes. O que ela quer mesmo é partir em busca de seus ancestrais para salvar seu povo. Tenho amado essa rebeldia das princesas Disney e acho que esse filme promete. A música tema, pelo menos, tem sido indicada para tudo que é prêmio. É esperar para ver…

La La Land – Cantando Estações

Data prevista de estreia: 12 de janeiro

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Já contei aqui para vocês que eu assisto qualquer filme que tenha o Ryan Gosling. Mas esse não é o único fator que me deixou empolgadíssima para ver La La Land. Além dele, tem a fofa da Emma Stone no elenco, o diretor é o mesmo de Whiplash (que é um filme maravilhoso) e a história parece bem bonitinha. Ele é um pianista de jazz e ela, uma atriz iniciante. Os dois se apaixonam bem no auge da época de ouro de Hollywood. De cara, amei o figurino, o cenário e a trilha sonora. A crítica está ótima, então não vejo a hora de assistir.

Cinquenta Tons Mais Escuros

Data prevista de estreia: 9 de fevereiro

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Ai gente, vocês sabem que eu morro de preguiça da trilogia Cinquenta Tons de Cinza, né? Odiei os livros, achei o primeiro filme pior ainda, mas tem muita gente que gostou. Foi só o trailer da continuação surgir para bater recordes de visualização. Para quem não sabe, Ana volta com o Christian e a história não tem muita novidade, a única diferença é que o passado dele vem mais à tona. Só isso. Espero que o filme seja melhor do que o livro, mas acho difícil…

A Bela e a Fera

Data prevista de estreia: 17 de março

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Já faz um tempinho que a Disney apostou em criar versões live actions de seus filmes mais clássicos. Em 2017, será a vez de A Bela e a Fera ganhar sua história com atores reais e a gente já está com palpitações de tanto nervoso porque este é um dos filmes mais queridos e lindos da companhia. Pelo que pude acompanhar, a história é bem fiel à animação e tem um elenco recheadíssimo, como Emma Watson no papel da Bela e Ewan McGregor, que ficou ótimo com os recursos para se transformar no castiçal Lumière. Nem assisti, mas já amei!

Mulher Maravilha

Data prevista de estreia: 1 de junho

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Ela é uma das heroínas mais queridas dos quadrinhos e roubou a cena em Batman x Superman, lançado em 2016 e que deixou a desejar para muita gente. Nada mais justo do que criar um filme só dela. Nesta versão, o público vai conhecer um pouco mais sobre a história da Mulher Maravilha e descobrir que ela vai deixar seu lar para enfrentar uma verdadeira missão na Terra. Não sou a maior fã de filmes de heróis, mas tenho um carinho por ela, quem sabe não vou ao cinema assistir…

Meu Malvado Favorito 3

Data prevista de estreia: 29 de junho

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Olha aí uma das continuações que vamos ter no ano que vem. Essa provavelmente será uma das continuações mais aguardadas, já que Gru, Agnes, Minions e todos os outros personagens de Meu Malvado Favorito esbanjam carisma e têm muitos fãs ao redor do mundo. A terceira aventura da turma promete mais fofura, risadas e muita diversão. Espero que a saga continue boa e que siga o caminho do filme anterior. É um dos poucos casos em que a segunda parte é melhor do que a primeira. Alguém mais concorda?

Carros 3

Data prevista de estreia: 6 de julho

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Mais uma continuação que estou ansiosa para ver. Muita gente vira a cara para Carros porque acha chato e eu demorei anos e anos para assistir. Só fui ver mesmo meses antes de viajar para os parques da Disney na Califórnia (porque lá tem um brinquedo inspirado nos filmes) e acabei adorando. Pelo que consegui pesquisar, a história vai mostrar que Relâmpago McQueen agora é considerado um carro velho e vai contar com seus amigos para mostrar que pode competir com carros mais modernos na Copa Pistão. Deve ser legal, né?

Jumaji

Data prevista de estreia: 27 de julho

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Se você tem mais de 25 anos, com certeza assistiu ao filme homônimo lançado nos anos 90 e estrelado pelo Robbie Williams. Eu era bem pequena, mas lembro que fui ver no cinema e achei o máximo porque era um jogo de tabuleiro meio do mal que ganhava vida. Vi no ano passado com a minha irmã de 9 anos e ela se divertiu horrores, ficou superatenta. O remake vai ser protagonizado pelo Dwayne Johnson e promete seguir a história do outro filme. Será? Fiquei bem curiosa para conferir!

Liga da Justiça

Data prevista de estreia: 16 de novembro

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Outro filme de super-heróis que já está gerando burburinhos há tempos. Isso porque o diretor de Liga da Justiça é o mesmo que fez Esquadrão Suicida neste ano e que não agradou nem um pouco. Era um dos filmes mais aguardados de 2016 (saiu até na lista aqui do blog) e ninguém gostou. Resta saber se ele vai conseguir virar o jogo nesta aventura comandada por Superman, Batman, Mulher Maravilha, Aquaman, Flash e outros heróis. Se vai dar certo, a gente não sabe. Mas com certeza vai ter muita gente lotando as salas de cinema!

Star Wars VIII

 

Data prevista de estreia: 14 de dezembro

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Este aqui a gente sabe que vai ser sucesso de bilheteria de qualquer forma. O oitavo episódio da saga (e o segundo da nova trilogia) pega carona no filme anterior, lançado no finzinho de 2015, e que agradou plateias do mundo todo. Ainda não se sabe muita coisa sobre a história, mas com certeza dará andamento às dúvidas deixadas no episódio VII e terá os mesmos protagonistas, com junção de outros grandes, como Benicio del Toro. Não sou alucinada e só sei o básico de Star Wars, mas sempre gosto dos filmes e vou assistir com certeza!

A Escolha Perfeita 3

 

Data prevista: 22 de dezembro

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Mais alguém aí ama Pitch Perfect (chamo o filme pelo nome original, não reparem)? Assisti ao primeiro filme depois de anos que foi lançado porque gostava da música tema, amei tanto que comprei até os bonequinhos funkos das personagens. O segundo filme não é tão legal quanto o primeiro, mas tem músicas bem fofas também e fala bastante sobre a importância da amizade. Agora, vamos saber como está a vida das Bellas depois de formadas. Amei que vai ser lançado pertinho do Natal, então vou aproveitar para ver no cinema nas minhas férias de fim de ano. Oba!

 

E vocês, quais filmes mais querem ver no ano que vem?

Um beijo e até o próximo post!

Novos filmes da Disney e da Pixar

Os próximos anos prometem muitos sucessos para os fãs da Disney e da Pixar. As duas empresas, que pertencem ao mesmo grupo desde 2006, querem conquistar um público ainda maior e reviver clássicos no cinema. Cada uma, no entanto, tem a sua maneira de fazer isso.

A Disney segue firme e forte com o seu projeto de criar versões live-action de animações consagradas. Alice no País das Maravilhas, A Bela Adormecida e mais recentemente Cinderela são alguns dos desenhos que ganharam histórias com personagens reais. A Pixar vai apostar em sequências de suas principais animações.

Vamos saber o que vem por aí?

A Bela e a Fera

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Uma das histórias mais clássicas de todas as princesas da Disney, a Bela e a Fera só terá sua nova versão lançada nos cinemas em 2017, mas a gente não vê a hora de assistir. Até onde sabemos, a trama vai girar em torno do desenho dos anos 90 e, claro, terá a mesma magia do conto original. Motivos para morrer de ansiedade desde já: Emma Watson, nossa eterna Hermione, será a protagonista. Combinou muito, né?

Mulan

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Há alguns meses, a Disney anunciou que vai investir em uma nova produção baseada em Mulan, animação de 1998 (que por acaso vem a ser uma das minhas favoritas). Ainda não se sabe quem estará no elenco e quando será a estreia, mas eu já estou roendo as unhas. Para quem não sabe, a história fala sobre uma garota chinesa que se passa por um soldado para honrar sua família.

Procurando Dory

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Como não se apaixonar pela peixinha Dory, que sofre de amnésia e tenta a todo custo ajudar a encontrar Nemo em Procurando Nemo? Pois bem. Ela agora será a protagonista da sequência que chegará aos cinemas em junho do ano que vem. Um ano depois da primeira parte da história, Dory passa a morar com os peixes-palhaços, mas resolve partir em uma busca para encontrar sua família e saber quem de fato é. Por enquanto, podemos ter certeza de que vai ter muita fofura no fundo do mar.

Carros 3

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Vou confessar um segredo: apesar de a primeira sequência de Carros ter sido lançada há quase dez anos, só vi agora. Mas gostei tanto que logo emendei na sequência e achei tão fofa quanto. E vem mais coisa por aí. Relâmpago McQueen. Mate e toda a turma dos dois primeiros filmes vão pisar novamente nos cinemas. A produção já é dada como certa, mas ainda não foram divulgados mais detalhes sobre o longa. Rola o boato, no entanto, de que Carros 3 estreará em 2017.

Toy Story 4

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Levante a mão quem não se emocionou vendo Toy Story 3. A terceira parte de um dos desenhos mais bem sucedidos da Pixar chegou em 2010 com a proposta de fechar a trama. Isso porque fala sobre o final da infância e o momento de se desapegar dos brinquedos. É tudo tão lindo que a gente chora de verdade. Pensei que a história ia ficar por aí, mas uma quarta sequência já está em produção. Aparentemente, o novo filme não será uma continuação da trilogia e não terá foco na interação entre brinquedos e humanos. Será? De qualquer forma, reserve o mês de junho de 2017 para conferir o resultado.

Os Incríveis 2

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Alguém aí se lembra da família de super-heróis mais engraçada da década passada? Os Incríveis chegou em 2004 e fez muito sucesso. Até falaram em uma sequência na época, mas a produção só vingou agora. Ainda bem, porque é o tipo de história fofinha que merece uma continuação. Em abril, o roteirista do filme disse que estava começando a escrever a nova trama, então o lançamento ainda deve demorar. Vamos aguardar!

Esses filmes são os que já foram dados como certeza pelas empresas. Mas rola um papo de que outras histórias chegarão aos cinemas em novas versões, como Mogli, A Pequena Sereia e Pinóquio. Queremos todos, pode ser?

Top 10: Os casais mais fofos do cinema

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Quando era mais nova, tinha pânico só de pensar no Dia dos Namorados, comemorado nesta sexta-feira (12). Era terrível ser solteira e ver todas as amigas recebendo flores, pensando em presentes ou então no jantar. Superei meu trauma ao perceber que a data não tem nada de mais. Ok, é um dia fofinho e normalmente cheio de surpresas, mas o certo seria você ser surpreendida pelo namorado nos outros dias, concordam?

Pois bem, para celebrar a data, preparei uma lista com os casais mais fofos do cinema. Faço sempre listas com cinco opções, mas encontrei tantas duplas bonitinhas que o Top 5 acabou virando Top 10. E como o assunto é romance, a maioria dos filmes é bem água com açúcar. Vamos saber quais são?

Kat e Patrick (10 Coisas que Eu Odeio em Você)

10-things-i-hate-about-youVerdadeiro clássico do final dos anos 90, o filme é uma versão atualizada de “A Megera Domada”, de Shakespeare. A história gira em torno de um garoto que se apaixona por uma menina, mas só pode namorá-la depois que a irmã mais velha dela, Kat, também estiver encaminhada. Parece fácil, mas a irmã é insuportavelmente chata e, por isso, não arruma ninguém. Escalado para a missão, o bad boy Patrick tenta conquistar Kat.

Por conquistar, entenda canções no meio da escola, declarações e muita fofura. É tudo tão bonitinho que eles descobrem que estão apaixonados de verdade e a gente, claro, torce para que fiquem juntos. A história fez tanto sucesso que serviu de inspiração para a novela “O Cravo e a Rosa”. Para resumir: podemos ver inúmeras vezes sem enjoar.

Fiona e Shrek (Série Shrek)

shrek-and-fiona-weddingShrek foi um dos maiores acertos do mundo dos filmes de animação dos anos 2000. Ninguém botava muita fé quando a primeira parte saiu, mas todos que viram saíram surpreendidos e incentivaram outras pessoas a assistir. Tudo porque faz uma crítica muito divertida aos contos de fada. Para quem nunca viu, mostra a história de um ogro que precisa resgatar a princesa Fiona.

Eles não têm nada a ver, mas Shrek descobre que Fiona se transforma em ogra à noite. A partir daí, percebem que têm muitas coisas em comum e decidem se casar. São tão fofos juntos que fizeram uma série de quatro filmes para mostrar a vida deles, incluindo a chegada dos três bebês ogros. Meu favorito é o segundo, que começa quando eles voltam de lua de mel.

Summer e Tom (500 Dias com Ela)

summer1Lançado em 2009, o filme foi uma verdadeira revolução e conquistou inúmeras fãs. Vi alguns meses depois e não achei tudo isso, mas gostei por mostrar um relacionamento do ponto de vista do homem. Como o próprio nome diz, a história aborda os 500 dias em que Tom e Summer se relacionaram.

É bacana ver que os homens podem sofrer por amor da mesma forma que a gente e que também sonham. A cena mais legal, para mim, é a que a tela é dividida entre a expectativa de Tom e a realidade em que vive. Também vale a pena por causa do figurino de Summer, que é cheio de estilo.

Vivian e Edward (Uma Linda Mulher)

pretty-woman_0_0Esse filme é tão atual que a gente custa a acreditar que ele já tem 25 anos. Chocante, né? Em 1990, Julia Roberts ainda era a rainha das comédias românticas e interpretou, ao lado de Richard Gere, um dos casais mais clássicos do cinema contemporâneo. Na história, ela é Vivian, uma garota de programa contratada por um milionário que a transforma em uma mulher elegante para acompanhá-lo em eventos da sociedade.

Rapidamente, passam a nutrir um sentimento de respeito e amizade que, mais tarde, se transforma em um relacionamento. Mas, para ficarem juntos, eles precisam lidar com o preconceito e o julgamento das outras pessoas. Muito fofinho, o filme também ficou conhecido pela música Pretty Woman. Aliás, é só pensar nele que começo a cantar mentalmente a canção.

Bridget e Mark (O Diário de Bridget Jones)

Film Title: Bridget Jones: The Edge of ReasonBecky Bloom é, sem dúvida, a minha melhor amiga no mundo dos livros. Mas, assim como a Becky, Bridget Jones pode ser considerada uma inspiração para muitas mulheres. Acontece que ela é tão gente como a gente que a identificação é imediata. O filme é tão bonitinho e, ao mesmo tempo, engraçado que mais parece nossa vida no cinema.

Bridget é uma mulher de trinta e poucos anos que decide escrever um diário com diversas resoluções de ano novo, entre elas arrumar um namorado. Ela até conhece um cara bonitão e sedutor, mas é pelo eterno Mark Darcy que a gente suspira. Ele é comum, mas muito atencioso e carinhoso com a heroína. Gosto tanto dessa história que a incluí no meu Top 5 de filmes para comemorar o ano novo.

Hazel e Augustus – A Culpa é das Estrelas

Stars1A adaptação cinematográfica do livro homônimo do escritor John Green foi, sem dúvida, um dos maiores sucessos de 2014. Junte uma história fofa e muito triste e um casal cheio de química e, pronto, aí está a fórmula do sucesso. O mais incrível, para mim, é ver como a Ansel Elgort é um ator promissor. Estava acostumada a ver ele como o Caleb, da série Divergente, mas adorei vê-lo na pele de Augustus.

Não faz ideia do que acontece no livro e no filme? Vamos lá: a história começa mostrando Hazel, uma garota que vive há anos com um câncer no pulmão e se afasta do mundo. Incentivada pelos pais, ela começa a frequentar um grupo de apoio e conhece um jovem que superou a doença. Ele é responsável por fazer com que ela realize todos os sonhos enquanto pode e, claro, por mostrar como o amor verdadeiro é poderoso. Tudo é tão lindo que é bom preparar o lencinho.

Sandy e Danny (Grease)

Sandy-Danny-GreaseNormalmente, não repito filmes nos Top 5 aqui do blog, mas gosto tanto de Grease que é impossível deixa-lo de fora desta lista. Sou completamente apaixonada por musicais e posso dizer com toda certeza que Grease é um dos meus favoritos. Principalmente por conta do casal, que vivem uma história retratada nos anos 60, mas bastante atual. O que faz com que a relação de Sandy e Danny continue moderna é que ele é um bad boy que morre de vergonha do estilo dela, que é uma moça certinha. Vemos muito isso aí hoje em dia, não é mesmo?

Eles se conhecem no verão e vivem um lindo romance, mas nem imaginam que vão se reencontrar na escola onde ela vai começar a estudar. Danny precisa superar os próprios preconceitos para aceitar a moça e ela, por outro lado, deve aceitar o jeitão de malandro do namorado. Some a isso um figurino inspirador (falo mais sobre as roupas aqui) e músicas que ficam na cabeça por dias.

Latika e Jamal (Quem Quer Ser um Milionário?)

slumdog_millionaire11No Oscar de 2009, um filme surpreendeu por ser indicado em dez categorias e vencer em oito. Como ele ainda não tinha sido lançado no Brasil, surgiu todo um mistério em volta. Será que esse tal de Quem Quer Ser um Milionário era tão bom assim? Depois de ter visto um milhão de vezes, eu digo: sim, é MUITO bom e um dos meus filmes favoritos. O que mais gosto é a história superoriginal, que fala sobre um garoto indiano que participa de um programa televisivo para ganhar dinheiro.

Jamal sempre viveu de forma humilde e viveu nas ruas ao lado do irmão. Em uma dessas aventuras, conhece a garota Latika e se apaixona por ela ainda jovem. Só que a vida separa o trio e agora ele vive tentando encontrar seu grande amor e mostrar a ela que podem ficar juntos. O filme é tão envolvente que é impossível parar de assistir. Todo mundo quer saber se ele vai acertar a pergunta final, conquistar a riqueza e, claro, ficar ao lado de quem ama.

Carol e Melvin (Melhor É Impossível)

Quando pensamos em casais fofos, é mais comum nos lembrarmos de relacionamento entre jovens. Mas é muito legal quando um filme surge para mostrar que o amor não tem data e idade certa para acontecer. Isso acontece em Melhor É Impossível, que gira em torno de Melvin, um escritor racista e homofóbico que tem TOC e vive isolado. Ele só se mostra mais simpático quando está diante de Carol, a garçonete de um restaurante que ele frequenta.

A confusão começa quando Simon, seu vizinho homessexual é internado e Melvin precisa cuidar do cachorro dele. A partir daí, passa a ter mais contato com Simon e não consegue mais parar de pensar em Carol. Ele, inclusive, a convida para fazer uma viagem e descobre que precisa mudar seu jeito para ficar ao lado dela. E olha como o amor funciona: ele tenta de tudo e está superdisposto a ser uma pessoa mais amigável. O resultado é tão lindo que rendeu o Oscar de melhor ator para Jack Nicholson e de melhor atriz para Helen Hunt.

Bela e Fera (A Bela e a Fera)

Belle-and-Beast-beauty-and-the-beast-9326800-852-480Como é de costume aqui no blog, todo Top 5 tem que ter um filme da Disney. E aqui está a opção da vez, um verdadeiro clássico das histórias das princesas. Fiquei pensando em qual casal era o mais fofo e a resposta apareceu de imediato: A Bela e a Fera. É uma das poucas histórias antigas da Disney em que o príncipe participa bastante, tem personalidade e consegue ser amado mesmo com sua aparência e seu jeito rude.

Ok, é um pouco surreal pensar em uma garota que se apaixona por uma fera. Mas, vendo a trama com olhos de criança, a lição que fica é a de que muitas vezes é preciso quebrar estereótipos para encontrar um amor. Bela poderia ficar com o cara bonitão, mas se apaixonou por uma criatura muito estranha. E esse ser bizarro, aos poucos, muda seu aspecto grosseiro e se torna mais amigável. Bonitinho, vai?

Seja qual for a escolha, o importante é celebrar o amor em suas mais diversas formas. Feliz Dia dos Namorados!

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!