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Os filmes que marcaram 2017

Olá, pessoal! Como vocês sabem, o blog está especial neste mês com vários posts de retrospectiva de 2017. Na lista das coisas que eu mais gosto de relembrar nesta época, estão os filmes que foram sucesso de bilheteria e de crítica. Antes de começar, é importante lembrar que esta seleção é feita com base em dois critérios: filmes que eu vi e gostei (que não necessariamente são os melhores do ano, mas que marcaram) e outros que, mesmo eu não gostando, agradaram a maioria do público. Dito isso, pegue sua pipoca e venha comigo conhecer os eleitos da vez.

Moana: Um Mar de Aventuras

 

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Logo no começo do ano, a Disney surpreendeu a todos a criar um filme protagonizado por uma mulher que foge dos estereótipos. Ela não é princesa (deixa claro que é filha do chefe), está longe de pensar em príncipe encantado e só quer seguir seus instintos para salvar seu povo. Ela é corajosa, destemida e não liga para qualquer comentário negativo que recebe. Para ser bem sincera, eu achei o filme um pouco chatinho e sem história, mas não dá para negar que foi um grande sucesso, ainda mais atualmente. Fora que a música How Far I’ll Go gruda de um jeito na cabeça que nunca mais sai – ah, ela foi indicada ao Oscar de melhor canção original.

La La Land: Cantando Estações

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Vamos resumir logo? O MELHOR FILME DO ANO E UM DOS MELHORES DA MINHA VIDA! Exageros à parte, foi um dos filmes mais lindos que eu já assisti e um dos que eu mais identifiquei. Sabe quando você encontra várias coisas que gosta? Nessa lista, incluo musical, história sobre sonhos, Los Angeles, Ryan Gosling, final perfeito. Pois é, gente, chorei feito criança da primeira vez que assisti, chorei mais um pouquinho da segunda e ganhei o DVD de presente de aniversário. É perfeito e eu nunca vou superar o fato de ter perdido o Oscar de melhor filme para Moonlight, que entra na lista dos piores filmes do ano (sério, gente, fui com toda a expectativa do ano, mas o filme é bem fraquinho).

Manchester À Beira Mar

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E quando tem aquele filme que você assiste achando que vai ser ruim e acaba totalmente surpreendida? Juro que entrei na sala do cinema com uma impressão bem diferente e, quando vi, já estava apegada na história. A gente se coloca no lugar do protagonista tantas vezes, pensa em tudo que ele passou e, mesmo assim, não consegue sentir a dor dele. É triste, mas mesmo assim, dá para rir em alguns momentos. E neste caso eu super entendi os Oscars de melhor roteiro original (merecidíssimo) e de melhor ator para o Casey Affleck. Claro que eu estava na torcida pelo Ryan Gosling, mas não tem nem como comparar. Também foi muito merecido!

Até O Último Homem

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O gênero de filmes de guerra talvez seja o que eu menos gosto. Costumo achar tudo igual e sempre fico com sono. Foi por isso que eu relutei para assistir Até O Último Homem, mesmo sabendo que tinha o Andrew Garfield no elenco e que todo mundo dizia que era muito bom. Só vi depois que entrou na Netflix e para saber se era melhor do que outro filme de guerra que eu vou contar logo mais. E olha, ainda bem que fiz isso porque realmente é LINDO e emociona demais quando lembramos que é uma história real. Para quem não sabe, fala sobre um homem que, mesmo na guerra contra o Japão, reafirmou sua missão de não pegar em armas e salvar o máximo possível de soldados. Maravilhoso!

A Bela e a Fera

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A versão live action da Disney mais aguardada de todos os tempos. A Bela e a Fera é uma das animações mais famosas da companhia norte-americana e a primeira produção do gênero ao concorrer ao Oscar de melhor filme. Foi justo então que esta versão em carne e osso da história fosse bem fiel ao desenho. A gente volta na infância, canta as músicas (algumas foram criadas exclusivamente para este filme) e torce pelos personagens mesmo já sabendo o final. Muita gente amou, mas eu estava com a expectativa tão lá em cima que acabei achando o filme ok, nada de muito “wow”.

Corra!

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Não sei vocês, mas eu cansei de ver no meu feed do Facebook o trailer do filme “Get Out”, que prometia revolucionar o gênero de terror ao mostrar o preconceito. Fiquei curiosa porque amo terror e queria saber se era mesmo tudo isso. A produção chegou por aqui com o nome “Corra” e eu fui no cinema logo na primeira semana em cartaz para conferir. É realmente incrível como eles mostram a forma como o preconceito é cruel, a partir do ponto de vista de um homem negro que viaja para conhecer a família da namorada branca. Sim, é bem assustador em muitos momentos. Mas sei lá, gente, achei o final tão besta. Começou maravilhosamente bem, mas aí segue por uma linha trash que eu não curti. De qualquer forma, é um daqueles casos que agradou à crítica e merece estar aqui.

Mulher Maravilha

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Outro forte candidato ao título de melhor filme de 2017. Você pode até não gostar de filme de super-heróis, mas não dá para negar a força que este aqui trouxe para a história recente do cinema. Vamos começar pelo fato que ele se tornou o filme de origem (que mostra o surgimento de um herói) com a maior bilheteria do mundo. Depois, é importante lembrar do impacto que ele traz para a questão atual (e superimportante) do feminismo. É dirigido por uma mulher e protagonizado por outra mulher que é mais forte que qualquer homem em cena. Ah, não por acaso, terá uma sequência garantida para os próximos anos.

Okja

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Este filme ficou mais conhecido pela polêmica que gerou ao ser um dos primeiros da Netflix a concorrer à Palma de Ouro em Cannes. A história fala sobre a criação de uma nova espécie de super-porcos que deve ser criada em países diferentes por dez anos para então concorrer a um concurso que elegerá o melhor animal entre eles. Quando esse prazo chega, a jovem Mija decide proteger a super-porca Okja custe o que custar. Também gerou muito burburinho, especialmente nas redes sociais, e é um filme que faz a gente pensar. Vale a pena!

Dunkirk

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Lembram que falei lá em cima que filmes de guerra não me agradam? Pois bem, vi TODO MUNDO (todo mundo mesmo) falando que Dunkirk era o melhor filme de todos os tempos e, mesmo sendo de um gênero que eu não gosto, resolvi dar o braço a torcer e assistir. Também baseado em fatos reais, fala sobre o resgate de solados aliados da Bélgica, do Império Britânico e da França, que estão cercados pelo exército alemão. Os efeitos especiais realmente são muito bons e é bem diferente ver a mesma história contada de três formas diferentes, mas, de verdade, não vi nada de surpreendente neste filme. Para mim, está bem longe de ser o melhor de todos os tempos, mas arrisco o palpite de que pode ser um dos grandes concorrentes ao Oscar do ano que vem.

It – A Coisa

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Ah como eu estava esperando por este filme, gente! Adoro a primeira versão, de 1990, e foi graças a ela que eu fiquei com medo de palhaço, acreditam? Bom, mal sabia eu que em 2017 veria um remake mais “terror”, com classificação para maiores de 18 anos e cenas pesadíssimas. Mas posso falar? É sensacional, um dos melhores filmes do gênero que eu vi. Não por acaso, se tornou a maior bilheteria de filmes de terror de todos os tempos. E a sequência já está confirmada para 2019. Quem vai ver com certeza?

Bingo: O Rei das Manhãs

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Quem já me acompanha aqui no blog há um tempo sabe que eu tenho verdadeiro pavor daquelas comédias que marcam o cinema nacional. Então, quando soube que iam fazer um filme do Bozo, achei que seria horrível e mais da série de filmes sem conteúdo. Até que todo mundo começou a me falar muito bem, a nota no IMDB só subia e eu resolvi dar uma chance. E realmente achei SENSACIONAL, prende a gente que é uma beleza. Fora que tem um enredo bem gostoso, principalmente para quem gosta dos bastidores da televisão e para quem viveu nos anos 80. Ah, não por acaso, foi a escolha deste ano para representar o Brasil como indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro.

Mãe!

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Este aqui foi o filme mais polêmico do ano, que dividiu opiniões e rendeu até aqueles debates eternos no Facebook que ninguém aguenta mais. Teve gente que ODIOU e gente que AMOU, assim, em letras maiúsculas mesmo. Como vocês sabem, eu amo coisas assim e corri logo para saber de qual lado eu ficaria. Segui o conselho de uma amiga e estudei antes algumas mensagens do filme. Mas, no geral, eu AMEI. O filme é cheio de metáforas muito bem feitas sobre a criação do mundo do ponto de vista cristão. É forte, é pesado e deixa muitas dúvidas, exatamente do jeito que eu gosto.

Star Wars 8: Os Últimos Jedi

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Aqui eu faço a mesma observação que fiz quando falei de Mulher Maravilha. Você pode não gostar de Star Wars, mas a série ganhou um novo fôlego depois do lançamento do episódio 7, há dois anos. Os novos filmes reconquistaram os fãs antigos, conquistaram novas pessoas e ajudaram a resgatar o mesmo clima da primeira trilogia. Eu não sou fanática, mas gosto de assistir aos filmes e adorei este episódio, que falou sobre o encontro de Rey com Luke Skywalker.

 

Gostaram das minhas escolhas?

Um beijo e até o próximo post!