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Top 5 – Filmes sobre família

Olá, pessoal! Vocês já pararam para pensar na importância da família? Por mais que a gente brigue com nossos familiares, é com eles que aprendemos o que é certo e errado, a formar nossos valores e a desenvolver sentimentos importantes, como o amor e o respeito. E o mais legal de tudo é que cada família tem o seu jeitinho particular de lidar com todas essas situações.

O universo familiar é tão grande que já foi explorado das mais variadas formas no cinema e eu, claro, aproveitei para selecionar as que eu mais gosto e criar um Top 5 aqui no blog. Realmente tem muita história legal para assistir, então fiquei com os que trazem as lições mais interessantes sobre o lar. Vamos conferir?

A Família Addams

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Aposto que você leu esse título e logo cantou mentalmente a música-tema do filme, né? Essa família é composta por personagens bem estranhos e ficou conhecida por um seriado na década de 60. Eu nasci no finzinho dos anos 80, então amava o desenho animado e o filme, lançado em 1991. A história fala sobre um cara que resolve se passar pelo irmão perdido de Gomez para encontrar o tesouro de moedas de ouro da família. Como nós sabemos, os Addams (Gomez, Mortícia, Vandinha e companhia) têm hábitos peculiares, então, é risada na certa. Ai, gente, gosto tanto que deu vontade de ver agora!

Os Incríveis

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Por mais que cada família seja única, todas passam pelos mesmos problemas. Mas isso pode ser ainda mais complicado quando os familiares, na verdade, são super-heróis. Depois de ser condenado pelo Governo, o sr. Incrível precisa aprender a levar uma vida normal com a esposa e seus três filhos. O problema é que todos eles têm poderes especiais e precisam se controlar para não usarem esses dons no dia a dia. Até que ele vê um comunicado misterioso convocando super-heróis para uma missão em uma ilha deserta e leva toda a família. Eu amei e estou na expectativa para a continuação, que deve estrear em breve.

Sing – Quem Canta Seus Males Espanta

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Este filme estreou no finzinho do ano passado e eu acabei surpreendida porque não esperava muita coisa, mas ele é ótimo. A ideia é bastante original: em uma cidade habitada apenas por animais de todas as espécies, um coala decide promover um concurso de música e premiar o vencedor para pagar as contas do teatro que possui. Além das músicas apresentadas serem bem atuais, o legal mesmo são os temas discutidos, que se concentram na família. Tem a mãe que se anula para cuidar dos filhos, o adolescente que não quer seguir os caminhos do pai e tem medo de decepcioná-lo, a garota que sofre por ter tomado um pé na bunda do namorado e por aí vai. É muito fofo!

Mary Poppins

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Já falei sobre Mary Poppins em vários Top 5 aqui do blog, mas eu tenho um amor tão grande por esse filme que sempre sinto vontade de colocar a história nas minhas listas. Para quem não sabe, o filme gira em torno de uma babá com poderes mágicos que chega para cuidar de duas crianças que vivem com uma família bastante tradicional. O pai faz questão de deixar o trabalho em primeiro lugar, enquanto a mãe está preocupada em lutar pelos direitos das mulheres. A história é antiga, mas a gente ainda vê muitos lares assim, né? Aos poucos, a babá começa a mudar a rotina da casa e se torna querida por todos. Juro, AMO tudo: as músicas, o figurino, as cenas… E não canso de assistir!

Os Croods

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A família do título vive na pré-história e tem costumes bem diferentes, já que o pai morre de medo do mundo exterior e só deixa o grupo sair da caverna quando vão caçar juntos. Até que surge um rapaz e mostra a eles que é possível explorar a terra onde vivem. Apesar de viverem lááá atrás, a família é tão atual, gente! Tem o pai protetor, a esposa mãezona, a adolescente chatinha e apaixonada e por aí vai. Eu adoro e gosto ainda mais da música Shine Your Way, que o meu muso Adam Young canta. Muito bonitinha e viciante!

 

E vocês, lembram de outros filmes que falam sobre família? Deixem nos comentários que eu prometo assistir!

Um beijo e até o próximo post!

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!