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Sete motivos para ver “The Voice Brasil”

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Desde que os reality shows chegaram ao Brasil, eles ganharam uma fã: eu. Pois é, lembro como se fosse hoje da estreia de “Casa dos Artistas”, o primeiro programa do gênero por aqui Nem parece, mas já faz 13 anos desde que o Silvio Santos deu a largada no formato televisivo. De lá para cá, já teve muita coisa boa e muita coisa ruim. Eu mesma perdi um pouco do interesse, mas faço questão de desmarcar qualquer compromisso quando sei que vai ter “The Voice Brasil” na TV.

Acontece que os realities musicais ocupam um lugar muito especial no meu coração. Sou daquelas que torce de verdade para os candidatos e que fica muito nervosa na hora da eliminação. E, se eu fosse você, não perderia por nada a terceira temporada do programa, que começou no dia 18. Sabe por quê? Explico em sete etapas:

1. Os candidatos são realmente bons

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Normalmente, os realities são formados por gente desconhecida. Para dar audiência, sempre entram alguns tipos bem característicos (o fortão, o playboy, a bonitona, a burrinha). No começo podia até funcionar. Só que hoje a gente já sabe que é tudo combinado, então perdeu a graça.

Aí entra a vantagem do “The Voice”.  Os candidatos são cantores profissionais e passam por uma seleção antes de aparecem na televisão. Por isso, só vai gente boa – ou seja, nada de cenas bizarras formadas por gente que não canta nada e que só quer ter cinco minutos de fama no youtube. A coisa é séria mesmo, sabe? Por isso que a gente torce para valer!

2. Deena Love provou que não existe gênero para o talento

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Tem algo que eu gosto muito no “The Voice Brasil”: a capacidade de surpreender o público. E duvido que alguém não tenha se emocionado com a Deena Love, a primeira drag queen a participar da versão brasileira do reality. No começo, quando contou sua história, o cantor Paulo Navas não me convenceu muito, até dizer que gostava de se apresentar como uma cantora da época do rádio. Pronto, já tinha atiçado minha curiosidade.

O que mais chamou minha atenção não foi a drag queen em si, mas a voz linda da Deena Love e a escolha perfeita da música. Sempre acho que os jurados falam muito e não explicam nada, mas o Lulu Santos fez um discurso que deixou todo mundo emocionado. Basicamente, ele disse que o artista é muito corajoso e que é completo. Sabemos que, infelizmente, o preconceito ainda existe. Mas coisas assim deixam a gente muito feliz. Já estou na torcida pela Deena!

3. Os jurados acham que sabem de tudo – e a gente sente muita vergonha alheia

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Não gosto e não tenho o hábito de escutar músicas de nenhum dos jurados, mas até tento respeitar. O problema é que, na hora de disputar a atenção do candidato, eles fazem e falam tanta asneira que dá até preguiça.

O Daniel demora séculos para apertar o botão, deixa passar um monte de candidato bom e não tem argumento de peso. O Brown é tão nonsense que chega a assustar o pobre do cantor que acabou de se apresentar e a Claudia Leitte… Bom, não tenho absolutamente nada contra, mas ela se acha a verdadeira referência musical e pensa que conhece todos os cantores do planeta. Mas ok, é tudo parte do programa. Motivos de sobra para você sentir vergonha alheia deles e dar boas risadas.

5. Novidades na terceira temporada

Imagino que, assim como eu, muita gente tenha um carinho especial pela primeira fase do programa, que consiste nas audições à cega. O bacana é que, nesta edição, eles criaram duas novidades: as audições às escuras e a segunda chance. Na primeira, o candidato canta atrás de uma cortina e nem mesmo a plateia consegue vê-lo. Assim, podemos ter a mesma sensação dos jurados. Na segunda, um candidato que foi reprovado nas outras temporadas volta para uma nova tentativa. No primeiro episódio, esses momentos foram os mais marcantes. Queremos mais!

6. A edição brasileira é tão boa quanto a americana

Gosto muito do “The Voice” original. Sério mesmo. Mas confesso que não é a mesma empolgação. Aqui a gente conhece os jurados, os assistentes, entende perfeitamente as referências de cada candidato, percebe o que levou a escolha de determinada música, dá mais risada. Os dois são muito bons, mas a brasileira tem um gostinho de casa, sabe?

7. Não tem apelação, apenas diversão

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É triste, mas a gente gosta dos realities por causa dos inúmeros barracos, discussões e brigas. Só que cansa, né? Aí entra o diferencial do “The Voice Brasil”. Não tem mulher quase pelada, silicone, palavrões, cuspes e pancadaria. É algo bem leve, gostoso e inspirador que promete diversão para toda a família. A televisão precisa de programas assim, por isso que dá gosto de ver!

E aí, quem vai assistir? Não se esqueçam: “The Voice Brasil” vai ao ar todas as quintas-feiras, após a novela “Império”.

Cabelos curtos, sim senhora!

Preciso confessar: adoro mulheres que trocam o cabelão por fios curtos. Ao contrário do que muita gente pensa, os novos cortes são superfemininos e deixam as mulheres com certo ar de poder. Apesar disso, morro de medo de encarar a tesoura. Já falei aqui que meus cabelos são bem fininhos e demoram para crescer, então seria uma verdadeira luta se eu me arrependesse da decisão. E outra, usei cabelo curto durante toda a minha infância e não fica legal porque meu rosto é redondo. Mas anote aí um ótimo incentivo: os curtinhos são megapráticos para o verão e prometem fazer muito sucesso na próxima temporada. Vamos conhecer algumas opções de cortes?

Pixie

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O nome pode até ser chique, mas o corte nada mais é do que o estilo “Joãozinho” repaginado. Antes ele não era muito bem visto por carregar um visual meio masculino, mas agora está em alta. Isso porque é uma aposta versátil e prática que pode ser usada por quase todos os tipos de rostos – exceto os redondos. E olha que bacana: ele combina com qualquer estilo, até as mais delicadas podem usar e arrematar o visu com uma make bem feminina. Engana-se quem pensa que o corte limita as opções de penteado. Dá para deixar mais arrumadinho e comportado em ocasiões formais e usar ao natural durante o dia. Bom né?

Bob

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Assim como o pixie, o bob é a versão chiquetosa do chanel, aquele corte que é mais curto atrás e um pouco mais longo na parte da frente. É uma opção bem bonita que não tem limite de idade. Qualquer mulher pode usar, desde as mais jovens até as mais velhas. E não é algo exclusivo de cabelos lisos, viu? Donas de fios ondulados e cacheados também podem usar, até porque a proposta é manter o aspecto natural. E tem mais: dá para acrescentar uma franja lateral e desfiada para deixar o visu mais moderno e despojado.

Long bob

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É parecido com o bob, só que o comprimento pode ficar entre o queixo e os ombros. É uma boa opção para quem quer passar a tesoura, mas está com medo de arriscar. Atual e bem moderninho, fica ótimo em mulheres mais práticas e que, assim como eu, sofrem para deixar os cabelos crescerem. Ah, como ele é um pouquinho mais comprido, vale enrolar as mechas para variar a produção de acordo com a ocasião. E também dá para usar lenços, tiaras e outros acessórios para atrair todos os olhares.

E aí, prontas para radicalizar?

Achadinho: Restaurante Madero

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Não sei vocês, mas eu adoro conhecer um restaurante novo. Fui mais feliz no domingo passado (21) por conta do Restaurante Madero, rede  da Região Sul do Brasil que inaugurou recentemente uma unidade no Shopping Eldorado, em São Paulo (SP). Mamãe já tinha ido há duas semanas e disse que eu iria adorar, mas sabe como é dica de mãe né, a gente deveria, mas nunca leva a sério. Fui sem esperar muito e acabei completamente surpreendida. Tudo porque o local reúne ambiente espaçoso, ótimo atendimento e uma comida que dá água na boca só de falar (posso voltar lá agora?).

A fachada parece tímida, mas logo se revela original, porque as mesas ficam no segundo andar. Ou seja, para chegar até elas é preciso subir uma escada escultural que fica ainda mais bonita por conta do teto que recebe iluminação natural. Confesso que eu já estava encantada, mas fiquei ainda mais satisfeita quando vi a disposição do salão espaçoso, dividido em dois ambientes. Algumas mesas são feitas com troncos de madeira e outras ficam encostadas em simpáticos sofás – nem preciso dizer que eu ♥ qualquer sofazinho, então o local já ganhou mil pontos com a decoração.

Olha só que linda a entrada com a escada e como o ambiente é acolhedor (Fotos: Gerson Lima)

Olha só que linda a entrada com a escada e como o ambiente é acolhedor (Fotos: Gerson Lima)

Outra boa notícia: o cardápio tem opções para todos os gostos. São vários tipos de saladas, carnes, massas e sanduíches. De entrada, eles oferecem um palmito grelhado que super me apeteceu, mas acabei indo na coxinha porque minha mãe já tinha provado e adorado e disse que eu ia gostar também. Mãe sempre acerta e o que mais chamou minha atenção foi o recheio bem cremoso. Pedimos também a porção de pasteis de carne e a massa era bem parecida com a dos famosos (e deliciosos) pasteis de feira. Sem falar que a coca é de garrafa – até vale a pena sair um pouquinho da dieta porque refri de garrafa é sempre bom, né?

Como prato principal, fui de cheeseburguer Madero. Todos os sanduíches da casa são montados com alface, tomate e maionese e eu sou mega fresca, então pedi meu lanche só com carne e queijo. Minha família também fez alguns ajustes. Quando isso acontece, eu sempre acho que vai vir tudo errado, mas nossa atendente era ótima e não errou absolutamente nada. Aliás, cada sanduba veio com uma plaquinha para dizer o que havia de diferente. Como se não bastasse essa preocupação, tudo é muito gostoso. O pão é bem crocante, o queijo cheddar é zero enjoativo e a carne vem no ponto. Saboroso e bem levinho, super delícia! Ah, todos os lanches acompanham batatas fritas. Tem como melhorar?

Já estou com vontade de comer novamente esse pão crocantinho! (Foto: Gazeta do Povo)

Já estou com vontade de comer novamente esse pão crocantinho! (Foto: Gazeta do Povo)

Para fechar, fiz questão de provar o brigadeiro de panelinha, cuja foto estava em um display na nossa mesa. Achei que seria outra versão mais do mesmo do meu doce preferido, mas o quitute vem bem quentinho, como se tivessem acabado de fazer. E a panelinha é uma graça, parece um mimo de vó, sabe? Já entrou super para a minha lista de sobremesas favoritas da vida.

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Coisa mais linda – e deliciosa – esse brigadeiro na panelinha (Foto: Trip Advisor)

O preço também é bem acessível.  Os sanduíches giram em torno de R$ 30 e as sobremesas ficam em R$ 20. Nos finais de semana, o público costuma ser formado por famílias, mas também vi alguns casais. Não vejo a hora de voltar e já fico na torcida pela abertura de mais unidades. Recomendadíssimo!

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Serviço

Restaurante Madero

São Paulo: Shopping Vila Olímpia – Rua Olimpíadas, 360 – Itaim Bibi | Rua Bandeira Paulista, 823 – Itaim | Shopping Eldorado – Avenida Rebouças, 3.970 – Pinheiros

(Para ver outros endereços, acesse o site)

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!

Monopod: a evolução do hábito de tirar fotos

Na minha infância, as máquinas fotográficas não eram digitais. Para tirar fotos, a gente comprava um rolo de filme – que podiam tirar 12, 24 ou 36 fotos – e confiava na própria visão para apertar o botão. Pois é, não tinha zoom, visor e muito menos filtro para deixar a imagem mais bonita. Era tudo na sorte porque a gente só conseguia ver as fotos quando mandava revelar. Lembro-me de deixar filmes e ficar esperando ansiosamente o resultado. Na maioria das vezes, ficavam ótimas.  Mas também enfrentávamos problemas como dedão na lente ou no flash que estragavam o filme todo.

Ganhei a minha primeira máquina digital em 2004, no meu aniversário de 16 anos. Naquela época, ter uma câmera com essa tecnologia era quase como ter o modelo mais novo do iPhone. Não por acaso, foi nesse momento que o Fotolog (o pai do Instagram) começou a bombar. A gente tinha que postar todo santo dia alguma foto, por mais bizarra que fosse, só para manter o site atualizado. A minha máquina ficava na minha mochila e eu levava para a escola, o curso de inglês, as viagens em família, enfim. E foi ali que começaram os selfies: a gente passava horas fazendo autorretratos.

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida <3

Ai que saudade da minha máquina digital. Tão velhinha, mas tão querida!

Celular com câmera? Nossa, que máximo! Pena que a resolução era bem ruim e as fotos ficavam horrorosas. Mas aí vieram os smartphones e facilitaram a nossa vida. As imagens são excelentes e podemos compartilhá-las para o mundo todo em questão de segundo. Confesso que gosto muito dessa praticidade e não sei viver sem, mas também era muito divertido confiar nos rolos de filme.

Tudo isso para dizer que, outro dia, comprei o tal do Monopod, aquele bastão que permite tirar fotos do alto. Funciona como um braço, que pode ser estendido até capturar todas as pessoas que querem sair na foto e, claro, a paisagem de fundo. Não tem mais aquele negócio de caçar uma pessoa aleatória na rua para bater a foto.

Para quem não conhece, o bastão vem com um suporte que segura (bem firme) o celular. Além de deixar na altura que você quer, ele também é retrátil, ou seja, pode ser inclinado para deixar o retrato ainda mais bonito. Por meio de um controle, você aciona o aparelho via bluetooth e aperta o botão para tirar a foto. Mais uma das maravilhas do mundo moderno.

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A marca mais conhecida que fabrica o acessório é a GoPro, mas o preço é bem salgado e costuma beirar os R$ 300. A boa notícia é que eu encontrei uma versão parecidíssima por R$ 95. Tinham várias cores disponíveis de bastão: rosa, laranja, branco, azul e por aí vai. Fiquei com o preto mesmo e me espantei porque achava que o troço era pesado, mas é superlevinho. Testei, amei e, assim como a minha saudosa máquina digital, o monopod vai ficar para sempre na minha bolsa.

E agora, qual será a próxima inovação da fotografia?