Posts em destaque

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 7

Olá, pessoal! Chegou a hora de contar para vocês sobre mais um dia de viagem. Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir todos os outros posts do diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Quem tem acompanhado todos os meus relatos aqui, já sabe que eu vou falar sobre mais um dia inteirinho que tivemos para curtir o melhor de Las Vegas.

Nós chegamos no dia anterior e tínhamos uma lista enorme de coisas que gostaríamos de fazer, então, a gente foi dormir com várias ideias para o dia seguinte: “vamos logo conhecer os hotéis da Strip?”, “vamos para o outro lado da cidade ver a rua Freemont?”, “vamos para a piscina do hotel?”. Eram muitas possibilidades mesmo e a gente decidiu meio que na hora.

Acordamos às 8h (sim, a gente curtia acordar cedo para aproveitar bem o dia) e decidimos ficar um tempinho na piscina do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. E aí vocês podem pensar: “nossa, mas que desperdício de tempo ficar na piscina do hotel com tanta coisa para fazer”.

Bom, tenho dois motivos que explicam a nossa decisão: 1) a cidade estava com recorde de calor e todo dia chegava a 45/46°C (de manhã já era um bafo e à noite o bafo continuava); e 2) praticamente todos os hotéis de Las Vegas cobram uma taxa chamada Resort Fee, que basicamente garante que você possa usar piscinas, academias e outros locais dos hotéis. Não foi uma taxa barata, então a gente fez questão de honrar esse valor indo na piscina.

Sobre a Resort Fee, é uma prática comum em Las Vegas e você não tem como fugir dela, é obrigado a pagar. Ah, ela é cobrada no momento do check-in, então, você vai pagar o valor normal das diárias e esse extra, ok? É bom saber disso porque eu fui pega de surpresa quando a fatura do cartão chegou. Na verdade, a Tâni (minha amiga que viajou comigo) já tinha se ligado que o cara do check-in falou que pagaríamos esse valor à parte, mas eu não tinha entendido bem – como falei no post anterior, estava um auê no nosso hotel, pegamos uma fila enorme para fazer o check-in e eu ainda estava irritada com o cara imbecil que falou da minha bunda. Só queria ir para o quarto, sabem?

Então, voltando ao assunto, descemos para tomar café em uma Starbucks que tinha dentro do nosso hotel e fomos para a piscina. Ficamos ali por duas horas no máximo, depois subimos para tomar banho e nos arrumar para passear na Strip. Nosso show desse dia era só às 22h30, então já fomos prontas (doce ilusão: a gente achava que dava para ir com o nosso combo regatinha e shorts. Já já conto como foi).

Conhecendo os hotéis

Fomos para a Strip de monorail e dedicimos começar a visita dos hotéis pelo extremo sul da avenida. O único problema do monorail de Las Vegas é que ele não chega até o fim da Strip, então descemos na última estação do lado sul, que fica dentro do hotel MGM Grand, o maior hotel do mundo, com mais de 5 mil quartos (!!!). Passeamos um pouco por lá, tiramos muitas fotos e eu gravei para o vlog que fiz no canal.

Depois, fomos para o hotel New York New York, que fica do outro lado da rua. O MGM Grand é tão imenso que a gente sempre se perdia e precisava pedir ajuda para algum funcionário.

A piscina do MGM Grand estava bem cheia

Encontramos a saída e aqui eu preciso fazer uma observação: o hotel New York New York é conhecido por ter uma montanha-russa chamada Big Apple que passa por fora do hotel, em plena rua. Lógico que eu queria muito ir, né? Desembolsei U$ 17 (sim, essas coisas são bem caras lá) e fui sozinha porque a Tâni não quis ir, já que a montanha-russa tem um looping e um parafuso. Eu AMO brinquedos assim, mas não tem lugar para você se segurar e a sua cabeça bate o tempo todo. Resumindo: é divertido e tem que ir (se você também curte “brinquedos radicais”), mas eu não sei se iria de novo.

Achei o hotel New York New York muito fofo

No geral, eu gostei muito do New York New York. Por fora, ele tem vários elementos característicos de Nova York (Estátua da Liberdade, prédios altos, ponte do Brooklyn). Lá, ficam também a loja dos chocolates Hershey’s e o restaurante Shake Shack – também conhecido por mim como o melhor hambúrguer do mundo. Óbvio que almoçamos lá! 🙂

Depois do almoço, atravessamos mais uma passarela e fomos para o hotel Excalibur, que tem a forma de um castelo medieval. Conheço muitas pessoas que se hospedaram nele porque tem a fama de ser um dos mais baratos da região. A proposta é muito legal, com o saguão todo feito como se estivéssemos na era medieval, mas achei que falta algo, sabe? (Lá acontece um show em estilo medieval chamado Tournament of the Kings, em que os cavaleiros se enfrentam. Nós não fomos, mas dizem que é legal).

Shake Shack = o melhor hambúrguer do mundo!

Em seguida, fomos para o Luxor, mas não ficamos muito tempo lá porque voltaríamos em outro dia (e eu vou falar desse hotel em outro post), então seguimos para o hotel Mandalay Bay. A Tâni e eu ficamos impressionadas com a beleza desse hotel, gente, é muita ostentação. Fora que ele é gigante porque tem um centro de convenções integrado e uma piscina que eles chamam de praia (!!!). Nós não conseguimos entrar na piscina porque não éramos hóspedes, mas amamos de verdade tudo por lá.

O Mandalay Bay é o último hotel “mais famosinho” do extremo sul da Strip. Existe um trem que conecta esse hotel com o Luxor e o Excalibur, já que são todos do mesmo grupo, então pegamos e voltamos para o Excalibur. Aproveitamos para conhecer algumas lojas de rua que ficam por ali: a da M&M tem três andares e até cinema 3D (não vimos); a da Coca-Cola fica ao lado e também é fofa.

No Mandalay Bay acontece o One, show do Cirque du Soleil com músicas do Michael Jackson. Não vimos, mas preciso voltar para assistir

Continuamos andando debaixo do sol e do calor de 45°C, até chegarmos no hotel Planet Hollywood, que tem um shopping muito legal chamado Miracle Mile, com lojas como MAC, Sephora, Victoria’s Secret, H&M e Bath and Body Works. O teto é pintado com um céu azul, então parece que você está andando na rua (com a bênção de ter um ar-condicionado bem gostoso e fresquinho).

Estávamos mortas de cansaço e com os pés doendo, por isso, decidimos jantar mais uma vez no Bubba Gump, que fica ali do lado. Dividimos uma porção de camarão, pedimos drinks e já estava perto da hora do nosso show. Pedimos um Uber e fomos até o Hard Rock Hotel and Casino, que fica mais afastado da Strip.

Magic Mike

Nosso show do dia era o Magic Mike Live, famoso por ter muitas despedidas de solteiras. Vejam bem, eu sou muito careta e não gosto nem de balada, mas uma vez em Vegas, né… eu acho que faz parte ver um show assim, com essa proposta de strip-tease, especialmente se você está sozinha com uma amiga.

Trocamos nossos ingressos e estávamos plenas com nossas roupas de dia a dia, quando nos deparamos com uma galera MUITO arrumada, como se estivessem indo para a balada mesmo. Todo mundo de salto alto, vestido justo, roupa de festa e a gente de camiseta e tênis. Ninguém falou nada, mas a gente se sentiu mal, sabem? Ah: não pode entrar de mochila (tivemos que deixar as nossas na recepção do hotel), tem que mostrar um documento oficial que comprove que você é maior de 21 anos (mostramos o RG mesmo) e pode entrar homem (tinham três no dia em que fomos rsrs…).

Antes do show começar, passeamos um pouco pelo Hard Rock, que tem muitas peças de artistas expostas. É bem legal para quem gosta de música e tem coisa de tudo quanto é artista, tinham até as famosas botas de plataforma das Spice Girls (rainhas da minha infância, um beijo suas lindas).

Roupa do Elton John no Hard Rock

Sobre o show Magic Mike Live, preciso dizer que foi bem diferente do que a gente imaginava. Achávamos que seria aquela clássica coisa de homem que tira a roupa, mas tem toda uma história de uma moça que é tirada da própria plateia e acaba se transformando em apresentadora. Aí ela “chama” os atores e eles interagem com a plateia, além de fazerem números bem elaborados de malabarismos.

Quando eu digo que eles interagem com a plateia, quero dizer que eles se esfregam nas mulheres que estão assistindo. E, bom, como falei antes, eu sou muito careta para essas coisas, então ficava em pânico só de pensar que um deles poderia vir para cima de mim (não gosto dessas coisas, sou fresca). É bem verdade que é um show que tem um quê de empoderamento feminino, mas foi o que eu menos gostei da viagem toda. Mas minha amiga AMOU e conheço outras pessoas que também gostaram MUITO, então pode ser que você goste também.

 

Voltamos de táxi para o nosso hotel e fomos logo dormir porque precisaríamos acordar muito cedo no dia seguinte para fazer um passeio para lá de especial. Mas isso eu conto no próximo post!

Um beijo e até lá!