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Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 3

Olá, pessoal! Se você chegou neste post por acaso, convido a conferir aqui os outros posts em que eu conto mais sobre a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e para Las Vegas. Para quem está acompanhando todos os posts, chegou a hora de falar sobre o dia 3, em que nós finalmente fomos para a Disneyland de fato. Gosto sempre de lembrar que a Disneyland da Califórnia é a primeira Disney de todas e foi construída e inaugurada quando Walt Disney ainda era vivo. Por isso, eu acho que o parque carrega muita magia.

Fomos em julho (época de férias no mundo inteiro e muito calor), então nos organizamos para chegar antes do parque abrir. Durante a semana, os parques do complexo Disneyland da Califórnia abrem às 8h e nós chegamos uns 15 minutos antes disso. Ficamos um tempinho na fila e logo depois entramos. Corri para comprar o MaxPass (lembram que eu falei que tem que comprar todo dia, né?) e já reservar uma atração. Se não me engano, a primeira que eu peguei nesse dia foi a Space Mountain.

Eu já tinha ido antes para a Disneyland e queria MUITO ter ido no Matterhorn Bobsleds, uma montanha-russa que simula uma descida de bobsled (aquele carrinho que desce em uma espécie de escorregador de gelo). Na época, a atração estava em reforma e eu quase chorei para abrirem para mim. Mas não, ela voltou a funcionar no dia seguinte, quando eu já estava em outra cidade. Então, claro que o primeiro brinquedo que a gente foi desta vez foi esse. Teve um pequeno momento de nervoso, em que a atração ficou parada, mas logo fomos e eu achei uma delícia, apesar dos trancos.

Na Disneyland, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Disneyland da Califórnia conta com as seguintes lands (áreas temáticas):

  • Main Street: rua principal do parque, com algumas lojinhas e onde também acontece o show noturno Together Forever;
  • Adventureland: mesmo esquema de Orlando, uma área mais ligada à selva, que abriga atrações como Jungle Cruise Indiana Jones Adventure (a melhor do parque, na minha opinião);
  • New Orleans Square: é como se fosse a Liberty Square do parque de Orlando, mas inspirada na arquitetura de New Orleans. É lá que ficam as atrações Haunted Mansion e Piratas do Caribe;
  • Frontierland: uma land com uma pegada mais country, que também tem em Orlando. Aqui, fica a montanha-russa Big Thunder Mountain (estava em reforma quando fomos);
  • Critter Country: área originalmente inspirada em uma vila indígena que passou a abrigar a atração Splash Mountain (AMO, apesar de ter saído ensopada desta última vez);
  • Fantasyland: área dos pequenos, com muitos brinquedos que contam a história dos desenhos mais famosos, como Alice in Wonderland Peter Pan’s Flight;
  • Tomorrowland: a área do futuro é praticamente idêntica à de Orlando, com exceção para a atração de Procurando Nemo, que acontece dentro de um submarino;
  • Mickey’s Toon Town: uma área bem infantil, com as casas do Mickey e da Minnie, o barco do Pato Donald, uma montanha-russa do Pateta e uns brinquedões do Tico e Teco (existia antigamente em Orlando).

Como vocês podem ver, são mais lands do que o Magic Kingdom de Orlando, por isso, minha dica é sempre dividir o parque em áreas para aproveitar o máximo possível.

Como dividimos nosso dia?

Depois de irmos no Matterhorn Bobsleds, seguimos para a Tomorrowland e lá fizemos Space Mountain (muuuuito melhor que a de Orlando), a atração do Buzz Lightyear e o simulador de Star Wars. De lá, fomos para a Adventureland e fizemos tudo na sequência: Indiana Jones Adventure (com MaxPass), Haunted MansionPiratas do Caribe (com MaxPass) e Splash Mountain. Não sei bem o que aconteceu, mas nessa manhã o parque estava muito vazio e nós pegamos filas de 5 ou 10 minutos. Juro!

Eu reservei aqui do Brasil mesmo um almoço nesse dia no Café Orleans. Como o próprio nome diz, as comidas são típicas de New Orleans e pode não agradar todo mundo, mas eu dei uma olhada antes no cardápio e já sabia que eu ia pedir o sanduíche de queijos estilo Monte Cristo, que vem em um pão que lembra um beignet, um doce bem típico da cidade (e maravilhoso, por sinal).

Outra grande vantagem de comprar o MaxPass é poder ter as fotos tiradas pelos fotógrafos oficiais da Disney. Nessa aqui, tentamos (sem sorte) tirar a famosa espada do Rei Arthur

Depois do almoço, fizemos o brinquedo do Ursinho Pooh, voltamos para o Indiana Jones (mais uma vez, com MaxPass) e estávamos dando um tempo em frente ao castelo quando começou a parada Pixar Play. Assistimos, é claro, e amamos porque é só com os personagens da Pixar. Tem até a Ross de Monstros S.A. e todos os personagens de Up, Altas Aventuras.

Quando a parada acabou, fomos para o It’s a Small World. Preciso fazer um parênteses aqui porque não tem nem comparação desse brinquedo com o de Orlando. Sério, a atração na Disneyland ocupa um espaço enorme e tem uma construção linda de verdade (em Orlando é praticamente uma portinha. Fora que lá na Califórnia eles colocam bonequinhos dos personagens de acordo com o país, é muito lindo (não me lembro de ter isso em Orlando, pelo menos não tinha na última vez em que fui para lá).

Depois disso, seguimos para Mickey’s Toon Town e demos uma voltinha, mas encontramos um lugar estratégico para sentar, tirar o tênis e fazer uma massagem nos pés (eles sofrem, né). Estava quente, o parque tinha lotado de repente e nós resolvemos pegar o trem estilo Maria Fumaça que dá volta no parque. Era puramente para descansar, então, demos uma volta completa e mais meia volta para descermos perto de onde jantaríamos.

Eu também fiz uma reserva para o jantar desse dia, daqui do Brasil. Escolhi o combo mais barato que dava direito a um lugar separado do show Fantasmic. Fomos em um restaurante chamado Hungry Bear, que fica ao lado do Splash Mountain, e tinham algumas opções próprias para esse combo, mas podíamos escolher outra coisa do cardápio normal, então pegamos um cheeseburger mesmo, com batata e um refri bem gostosinho de uma marca chamada Blue Sky (pedi o cream soda e amei, parecia um sorvete de creme geladinho, uma delícia mesmo). Terminamos, seguimos para a área reservada e tivemos uma visão bem legal do show, que é um pouco mais sombrio do que o de Orlando.

Dicas sobre os shows Fantasmic e Together Forever 

Como falei antes, nós pegamos um combo para jantar e poder ver o show Fantasmic em um lugar reservado. Se você gosta desse tipo de show e pretende assistir, eu acho fundamental fazer essa opção de jantar combinado. No site da Disneyland, você encontra todas as opções disponíveis. Eu peguei a mais barata, que dá direito a uma refeição para viagem e um tíquete para ficar nessa área bem na frente. Sei que existem também algumas mais refinadas, em que você assiste sentadinho em uma mesa, mas o valor é bem mais caro.

Não tenho maturidade quando vejo um personagem da Disney e corro mesmo pra tirar foto

Ao contrário do que acontece em Orlando, o Fantasmic é apresentado no meio do parque, em uma área chamada Rivers of America. Como não é uma arena ou algo semelhante, a galera assiste sentada no chão mesmo e quem fica lá para atrás pode não ter uma visão muito boa, por isso eu super recomendo essa opção do jantar combinado. Ah, dica importante: no dia em que nós fomos, tiveram duas apresentações do show. Eu optei pela segunda apresentação do dia, mas no tíquete que me entregaram estava marcado que seria para a primeira apresentação, então, fique de olho nisso, ok?

Além do Fantasmic, a Disneyland também apresenta o show Together Forever, com projeção dos personagens dos filmes da Pixar e fogos. Essa projeção acontece em vários lugares, inclusive no castelo da Aurora. Acompanho muito o blog Disneyland Daily e lá falava que era impossível sair do Fantasmic e assistir ao Together Forever na sequência. Como eu já sabia disso, falei para a Tâni para ficarmos por ali mesmo e a própria equipe do parque avisa para ninguém sair do lugar (para evitar tumulto mesmo).

Eu achava que a gente apenas veria os fogos do castelo de longe, mas eles projetam as mesmas imagens do castelo no Rivers of America, então acabou que foi ótimo ver a projeção de perto, sem praticamente ninguém na frente (mais uma vantagem do jantar combinado). Vou falar mais sobre o Together Forever no post do dia 5, mas realmente foi uma grande surpresa e ajudou muito poder ver tudo nesse local do parque.

 

Depois disso, ainda tentamos comer uma porção de beignet, mas realmente fica uma confusão de gente indo e vindo e já estava tarde, então chamamos um Uber e voltamos para o hotel (pagávamos cerca de 5 dólares pelo trajeto entre o parque e o hotel e vice-versa, valeu muito a pena).

No próximo post, conto o que acontece quando dá pau no aplicativo da Disneyland.

Um beijo e até lá! 

Diário de Viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 2

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog já sabe que eu decidi fazer um diário contando como foi a minha viagem para a Disneyland da Califórnia e Las Vegas. Se você chegou aqui direto por este post, clica aqui para conferir os outros posts. Bom, como nós chegamos na Califórnia em uma segunda-feira à tarde, deixamos para ir no parque na terça-feira, assim poderíamos aproveitar melhor.

Caso você não saiba, a Califórnia tem dois parques da Disney: a Disneyland, o primeiro parque da Disney (sim, aquele original que foi idealizado pelo Walt Disney quando ele ainda era vivo) e o Disney California Adventure, conhecido por ter a roda-gigante do Mickey. Os dois parques ficam em Anaheim (a cerca de 40 minutos de carro de Los Angeles) e estão frente a frente, no mesmo espaço. Ou seja, você não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando.

Olha a coincidência: estávamos na Disney no dia do aniversário de 63 anos da inauguração do parque

Nós fomos em julho, então, já sabíamos que enfrentaríamos dois grandes obstáculos: calor e filas gigantes. Em relação ao calor, não tinha muito o que fazer. Mas, para driblar as filas gigantes, eu entrei no site da Disneyland e olhei quando tem Magic Hour em cada parque. O que é isso, Camilla? Magic Hour é um benefício exclusivo para hóspedes dos hotéis da Disney, que podem entrar no parque uma hora mais cedo. Nesses dias, os parques costumam ficar ainda mais cheios.

No nosso primeiro dia de parque, a Disneyland teria Magic Hour, por isso, optamos por começar de fato a nossa viagem no Disney California Adventure.

Antes de continuar, aproveita e vem conferir aqui todos os vlogs da viagem que estão rolando lá no canal! 

Como é o Disney California Adventure?

O parque Disney California Adventure foi inaugurado em fevereiro de 2001 e, no início, não foi bem aceito por não ter tantos brinquedos para crianças. Aos poucos, foi mudando, mas ainda assim eu acho que é um parque bem diferentão da Disney e mais indicado para adolescentes e adultos. A área infantil, inspirada no filme Vida de Inseto, vai deixar de existir para dar lugar a um espaço temático da Marvel, então, acho mesmo que as crianças podem torcer a cara para este parque. Mas eu AMO e é o meu parque favorito de todos! 🙂

A Disneyland da Califórnia conta com um recurso muito legal que se chama MaxPass. Trata-se de um sistema dentro do aplicativo da Disneyland que permite agendar FastPass para os brinquedos. Ou seja, você pode pegar um “passe” para entrar nas atrações mais concorridas sem fila, em um determinado horário. Você pode fazer isso indo diretamente em cada atração, mas a vantagem do MaxPass é fazer no próprio aplicativo, sem perder tempo. Tem um custo de 10 dólares por pessoa e por dia, mas dá direito a TODAS as fotos feitas por fotógrafos oficiais da Disney e eu juro que VALE CADA CENTAVO, especialmente para quem vai em alta temporada.

A primeira coisa que eu fiz foi comprar o MaxPass e de cara peguei um FastPass para o Soarin’, uma atração que simula um voo de asa delta que também tem em Orlando. Fomos no brinquedo do Monstros S.A. (bobinho, mas bonitinho), seguimos para o Guardiões da Galáxia, que ocupa o prédio que antes era a Torre do Terror e eu achei que ficou BEM MELHOR. Ainda é o lance do elevador que despenca, mas eu AMEI!

Que Castelo da Cinderela, que nada! Minha vista favorita da Disney é esta aqui!

Recentemente, o Disney California Adventure reformou a área em que fica a roda-gigante do Mickey, que antigamente se chamava Paradise Pier e que agora recebeu o nome de Pixar Pier. O espaço agora é totalmente dedicado aos filmes da Pixar e eu achei que ficou tudo muito fofo, com direito a barraquinhas de comidas temáticas de acordo com os personagens, como as bebidas geladas do Homem das Neves e os churros do Buzz Lightyear.

A clássica montanha-russa de looping agora virou a Incredicoaster, inspirada em Os Incríveis e eu gostei muito. Ainda estão em construção o carrossel da Jessie de Toy Story e uma atração de Divertida Mente, mas lá também fica o Toy Story Mania, que é bem parecido com o que também tem em Orlando.

Ah, importante destacar que o Disneyland California Adventure tem uma área inspirada no filme Carros e uma atração chamada Radiator Springs Racers, que simula uma corrida de carros e é simplesmente IMPERDÍVEL!

Novidades para mim

Eu já tinha ido antes para a Disneyland da Califórnia, mas da outra vez estava frio e chovendo, então, não consegui ir em um brinquedo de água chamado Grizzly River Run. Óbvio que eu fui desta vez (calor de mais de 30 graus, né mores) e eu simplesmente AMEI. Demos risada porque ele tem uma mega descida em que o bote gira (e eu tomei um susto porque não sabia), mas é muito refrescante no verão. Vai por mim, é tão quente que você seca em cinco minutos.

À noite, o parque recebe uma parada noturna chamada Paint the Night. Fizemos um combo em que você almoça no restaurante Wine Country Trattoria e recebe um voucher que dá direito a assistir à parada em um lugar reservado. Como nós pegamos o combo mais barato de todos, sentamos no chão mesmo, mas existem alguns combos bem vip mesmo, só que é muito mais caro. O bom é que nós comemos muito bem e não tínhamos ninguém na nossa frente.

O brinquedo do Carros só tem na Disney da Califórnia e é um dos melhores de todos

Eu AMEI AMEI AMEI essa parada, primeiro porque a música que toca é uma versão diferente da música do filme Detona Ralph, do Owl City, que eu amo. É muito legal porque ela é toda com luzes, então as crianças piram e quem tem coração mole, como eu, se emociona (sério, chorei muito rsrs).

Lado ruim: quando a parada acaba, o parque meio que fecha também. Rodamos para procurar um lugar para jantar, mas já estava tudo fechado e nós acabamos a noite com um pacote de mini hot dogs. Voltamos a pé para o hotel, mas estávamos tão cansadas que decidimos ir e voltar de Uber nos dias seguintes.

 

E foi isso. No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia na Disneyland.

Um beijo e até lá!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – dia 1

Olá, pessoal! Quem me acompanha no Instagram e no canal já sabe que recentemente eu fiz uma viagem muito legal para a Disney da Califórnia e também para Las Vegas. Muita gente sempre me pede para compartilhar os roteiros que eu faço quando viajo. No ano passado, fui para a África do Sul e fiz um post com o roteiro completo (clique aqui para conferir). Pensei em fazer o mesmo desta vez, mas andei lendo muitos blogs de viagem antes de embarcar e achei mais legal fazer um diário mesmo, contando todos os detalhes de cada dia da viagem. O que acham?

Bom, neste primeiro post, preciso contar os motivos que fizeram a gente escolher esses destinos. Normalmente eu viajo com a minha mãe, mas ela não ia poder tirar férias neste ano e eu já sabia que teria que viajar sem ela. Tenho uma meta pessoal de conhecer todos os estados dos Estados Unidos e eu queria ir para lá. Nunca tinha ido para Las Vegas e aí comentei com uma amiga, assim como quem não quer nada, que eu gostaria de conhecer Las Vegas. Ela disse que também queria. Era um dia normal, mas a ideia vingou e eu achei o máximo poder viajar sozinha (sem um familiar) pela primeira vez em 30 anos de vida. Estava na hora, né gente?

Essa é a Tânia, minha amiga da faculdade, que embarcou nessa aventura comigo

Eu sou completamente apaixonada pela Disney e realmente gosto mais da Disney da Califórnia do que da de Orlando (mais pra frente explico os motivos). Como a gente não ficaria muito tempo em Las Vegas, pensei de juntarmos com a Disney também que é pertinho, assim minha amiga conheceria a Disney pela primeira vez na vida dela. Ela topou e lá fomos nós!

Confira neste post algumas vantagens da Disney da Califórnia!

Quando a gente foi?

Cresci ouvindo que jamais deveria ir à Disney em julho porque é verão nos Estados Unidos, muito calor e férias no mundo tudo. Resultado: parques lotados. Tem mais: Las Vegas foi construída no deserto e as temperaturas são altíssimas em julho. Acontece que a Tânia, minha amiga, só pode tirar férias em janeiro e julho e eu não podia tirar em janeiro, ou seja, só sobrou julho mesmo. Nós duas não curtimos muito calor em excesso e até pesquisamos outros destinos, mas a gente queria conhecer Las Vegas, então resolvemos encarar. E olha, não foi tão ruim assim, mas conto mais pra frente.

Julho é alta temporada e os preços são mais altos, mas a gente contou com a ajuda da Bruna, da Viagens Abreu, que já tinha feito uma viagem com a Tani antes. E aí entra a velha história de expectativa x realidade. Eu queria um voo direto de São Paulo para Los Angeles (detesto voo com conexão porque morro de medo de perderem minha mala), queria um hotel bem próximo dos parques da Disney e queria um hotel na Strip, a rua mais famosa de Las Vegas. Não deu né, o primeiro orçamento nessas condições era surreal de caro.

Na Disneyland da Califórnia, o castelo é da Aurora (Bela Adormecida) e não da Cinderela

Bom, o que conseguimos pagar foi um voo da Copa Airlines para Los Angeles com escala no Panamá, um hotel localizado a uns 20 minutos da Disney e outro hotel atrás da Strip em Las Vegas. Nos próximos posts, vou contar mais sobre cada hotel, mas acabou que nós pagamos metade do valor do primeiro orçamento e valeu muito a pena.

Ah, detalhe importante: começamos pela Disney pelo simples fato de que chegamos durante a semana e imaginamos que os parques estariam mais cheios no fim de semana. Foi uma decisão acertada porque em Las Vegas a gente anda MUITO e eu nem imagino como seria fazer os parques cansada do jeito que estávamos.

E, afinal, como foi nosso primeiro dia?

Saímos daqui de São Paulo em voo que saiu à 1:22 da manhã com destino à Cidade do Panamá. O voo durou seis horas e meia e eu assisti ao filme Com Amor, Simon (muito fofo, por sinal). Descemos do avião e logo descobrimos que viajaríamos para Los Angeles no mesmo avião (sem risco de perderem as malas, ufa!). O voo seguinte saiu uma hora depois, durou mais seis horas e chegamos em Los Angeles no começo da tarde do horário local (quatro horas a menos do que o Brasil).

Sonho realizado: tirar foto segurando os balões da Disney (consegui no Downtown Disney)

Contratamos um serviço de transfer com a Limosque inclusive foi ótimo e eu super recomendo, e chegamos em Anaheim, cidade da Califórnia onde ficam os parques da Disney, em 40 minutos. Deu tempo de deixar as malas no quarto, colocar uma roupa mais fresquinha para encarar o calor e passear em Downtown Disney. Sim, lá o centrinho de compras ainda se chama Downtown Disney e o mais bacana é que ele fica no meio dos dois parques, então você faz tudo junto e não precisa pegar carro ou ônibus, como acontece em Orlando. Compramos as orelhas rose gold do Mickey e jantamos no Bubba Gump, que fica bem pertinho.

Depois disso, encaramos uma caminhada beeeeeeem complicada porque eu tentei fazer um caminho diferente. Descobrimos que o nosso hotel não era tão perto assim da Disney e isso foi meio que uma cilada porque a gente acabou indo de Uber nos outros dias. Em tempo: ficamos no Best Western Courtesy Inn. Ele é simples, mas é limpo e tem café da manhã incluso. Só essa questão da distância que atrapalhou mesmo.

 

E é isso, gente! No próximo post, conto como foi nosso primeiro dia de parque

Um beijo e até lá!

Livros incríveis para você se apaixonar e rir muito

Olá, pessoal! Vocês já me seguem lá no YouTube? Estou toda feliz por aqui porque meu canal completou recentemente 1 ano. Pode parecer pouco, mas pra quem morria de vergonha de câmera e da própria voz, foi um grande avanço. Gravar vídeos, aliás, se tornou uma grande paixão, tanto que estou aprendendo a fazer isso sem deixar o blog muito de lado, o que é bem difícil.

Tudo isso para dizer que meus vídeos de resenhas de livros estão fazendo sucesso. Muita gente tem me procurado para pedir dicas de livros e eu fico contente em ver que, de certo modo, sirvo de inspiração para fazer com que outras pessoas voltem a ler.

Pensando nisso, preparei uma listinha com algumas sugestões de livros para deixar seu ano mais leve e divertido. Como sempre digo para todo mundo que me pede indicações, eu tenho o costume de ler apenas romances com uma pontinha de comédia, então não sou referência para livros mais “sérios” ou autoajuda e por aí vai. Se você também faz parte desse time, vem comigo:

Os Delírios de Consumo de Becky Bloom (Sophie Kinsella)

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Essa é uma das séries mais famosas do universo da leitura feminina e eu sou suspeita porque considero a Becky praticamente a minha melhor amiga. Ela é tão gente como a gente: não resiste quando vê uma liquidação ou um preço bom, compra algo mesmo sabendo que não tem necessidade e foge do gerente do banco. Mas, ao mesmo tempo, ela é amiga, luta para defender sua família, faz várias trapalhadas, e, no fundo, só quer todo mundo feliz.

Este é o primeiro livro da saga, que chegou ao seu oitavo volume em 2016. Se você não leu nenhum dos livros, eu recomendo começar por este aqui e seguir a ordem de lançamento para não se perder. Em alguns momentos, a gente ri tanto com as confusões da Becky que precisa voltar na leitura para retomar a concentração. É maravilhoso!

Melancia (Marian Keyes)

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A Marian Keyes é outra autora que representa muito bem o gênero Chick Lit, ou seja, os livros de mulherzinha que a gente tanto ama. Neste livro, ela conta a história de uma mulher que é abandonada pelo marido logo depois do nascimento de sua primeira filha e que volta a morar na casa dos pais. Enquanto luta com a rejeição, ela também precisa superar os desafios da maternidade. O mais engraçado é que o livro foi escrito em 1995, há mais de 20 anos, mas ainda é muito atual.

Melancia não só é o primeiro livro da Marian, mas o primeiro que retrata a família Walsh, composta por cinco irmãs. Se você gostar (duvido muito que isso não aconteça), minha dica é seguir a leitura com Férias, Los Angeles, Tem Alguém Aí? e Chá de Sumiço, que retratam cada uma dessas mulheres e seus problemas, presentes em todas nós. Todos são do jeitinho que a gente gosta, com a mistura certa de romance, drama, comédia e muito palavrão rs…

Um Mais Um (Jojo Moyes)

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Outra autora querida que mora no meu coração, a Jojo ficou famosa com Como Eu Era Antes de Você, que virou filme no ano passado. Esse é um dos meus livros favoritos da vida, mas acredito que Um Mais Um merece a sua atenção por ser extremamente próximo da nossa realidade. Tudo acontece quando uma moça pobre, mãe solteira de dois filhos, embarca com toda a família em uma viagem de carro com um cara rico e aparentemente arrogante para levar sua filha caçula até uma prova importante de matemática.

Eu sempre descrevo este livro para as pessoas como “vida real”. Fala sobre tantas coisas do nosso cotidiano: jovens que largam tudo para cuidarem dos filhos, bullying, o amor dos animais, a diferença social e por aí vai. Tem tudo para ser triste, mas é um dos mais engraçados que eu já li. Às vezes ria tanto que algumas pessoas me olhavam. Sério, vale demais!

Corra, Abby, Corra (Jane Costello)

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Foi uma grande surpresa que eu tive em 2016. Não conhecia a autora, achei o livro interessante e pedi de presente de amigo secreto. Comecei a ler e, quando vi, já estava totalmente apegada. Abby é dona de uma empresa de webdesign e não tem tempo para fazer nada, até que resolve participar de um grupo de corrida para conquistar um cara bonitão que conhece (como não se identificar?).

É engraçadíssimo! Tinham partes que eu até voltava para ler de novo e ver se era isso mesmo que estava acontecendo de tão surreal. Mas, como todo livro do gênero, tem algumas lições muito importantes, principalmente sobre as responsabilidades da vida adulta, os desafios de viver do próprio negócio e as frustrações amorosas. Vai por mim que você vai gostar!

Bolsas, Beijos e Brigadeiros (Fernanda França)

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Muitas vezes eu me sinto mal por ler muitos livros de autores estrangeiros, mas a verdade é que eu não tenho a mesma ligação com os escritores daqui exceto com a Fernanda França, que eu também descobri por acaso. Este foi o primeiro livro dela que eu li e é uma delícia, daqueles que a gente lembra com carinho, sabem?

Ideal para quem gosta de viajar (tem alguém que não gosta?), fala sobre uma jornalista que está escrevendo um guia e parte em um mochilão pela Europa enquanto lida com um relacionamento bastante complicado. Cada capítulo é em um lugar diferente do mundo e ela aproveita para descrever as características de cada cidade. Parece que a gente vai viajando junto, é muito gostoso! (Aproveite para conferir a resenha que eu fiz sobre O Pulo da Gata, outro livro da Fernanda, clicando aqui)

O Diário da Princesa (Meg Cabot)

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Tem alguma adolescente por aqui ou alguém no início da vida adulta? Comecei a ler a série O Diário da Princesa em 2002, quando tinha 14 anos, pouco depois de ver o filme de mesmo nome, e foi amor à primeira página. São 11 volumes ao todo, sendo que o último livro foi lançado em 2015 com um “gap” de alguns anos para mostrar a Princesa Mia adulta e bem-sucedida.

A série acompanha Mia desde a descoberta de que ela é, na verdade, a princesa de um pequeno principado na Europa, quando ainda é adolescente. De um jeito muito bem-humorado, é narrado pela própria Mia, que usa o livro como se fosse seu próprio diário e traz várias listas engraçadas sobre qualquer assunto (entenderam porque eu amo listas, né?). Tenho um carinho ENORME por esta série e indico para todo mundo que gosta de algo leve, independentemente da idade.

Aliás, quero muito ler O Diário de Uma Princesa Improvável, narrado pela irmãzinha da Mia (Tô nem aí que o livro é para adolescente, quero ler e pronto rs).

 

Gostaram das ideias? Agora é só escolher o seu favorito e me contar depois o que achou!

Um beijo, boa leitura e até o próximo post!

Top 10: Os casais mais fofos do cinema

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Quando era mais nova, tinha pânico só de pensar no Dia dos Namorados, comemorado nesta sexta-feira (12). Era terrível ser solteira e ver todas as amigas recebendo flores, pensando em presentes ou então no jantar. Superei meu trauma ao perceber que a data não tem nada de mais. Ok, é um dia fofinho e normalmente cheio de surpresas, mas o certo seria você ser surpreendida pelo namorado nos outros dias, concordam?

Pois bem, para celebrar a data, preparei uma lista com os casais mais fofos do cinema. Faço sempre listas com cinco opções, mas encontrei tantas duplas bonitinhas que o Top 5 acabou virando Top 10. E como o assunto é romance, a maioria dos filmes é bem água com açúcar. Vamos saber quais são?

Kat e Patrick (10 Coisas que Eu Odeio em Você)

10-things-i-hate-about-youVerdadeiro clássico do final dos anos 90, o filme é uma versão atualizada de “A Megera Domada”, de Shakespeare. A história gira em torno de um garoto que se apaixona por uma menina, mas só pode namorá-la depois que a irmã mais velha dela, Kat, também estiver encaminhada. Parece fácil, mas a irmã é insuportavelmente chata e, por isso, não arruma ninguém. Escalado para a missão, o bad boy Patrick tenta conquistar Kat.

Por conquistar, entenda canções no meio da escola, declarações e muita fofura. É tudo tão bonitinho que eles descobrem que estão apaixonados de verdade e a gente, claro, torce para que fiquem juntos. A história fez tanto sucesso que serviu de inspiração para a novela “O Cravo e a Rosa”. Para resumir: podemos ver inúmeras vezes sem enjoar.

Fiona e Shrek (Série Shrek)

shrek-and-fiona-weddingShrek foi um dos maiores acertos do mundo dos filmes de animação dos anos 2000. Ninguém botava muita fé quando a primeira parte saiu, mas todos que viram saíram surpreendidos e incentivaram outras pessoas a assistir. Tudo porque faz uma crítica muito divertida aos contos de fada. Para quem nunca viu, mostra a história de um ogro que precisa resgatar a princesa Fiona.

Eles não têm nada a ver, mas Shrek descobre que Fiona se transforma em ogra à noite. A partir daí, percebem que têm muitas coisas em comum e decidem se casar. São tão fofos juntos que fizeram uma série de quatro filmes para mostrar a vida deles, incluindo a chegada dos três bebês ogros. Meu favorito é o segundo, que começa quando eles voltam de lua de mel.

Summer e Tom (500 Dias com Ela)

summer1Lançado em 2009, o filme foi uma verdadeira revolução e conquistou inúmeras fãs. Vi alguns meses depois e não achei tudo isso, mas gostei por mostrar um relacionamento do ponto de vista do homem. Como o próprio nome diz, a história aborda os 500 dias em que Tom e Summer se relacionaram.

É bacana ver que os homens podem sofrer por amor da mesma forma que a gente e que também sonham. A cena mais legal, para mim, é a que a tela é dividida entre a expectativa de Tom e a realidade em que vive. Também vale a pena por causa do figurino de Summer, que é cheio de estilo.

Vivian e Edward (Uma Linda Mulher)

pretty-woman_0_0Esse filme é tão atual que a gente custa a acreditar que ele já tem 25 anos. Chocante, né? Em 1990, Julia Roberts ainda era a rainha das comédias românticas e interpretou, ao lado de Richard Gere, um dos casais mais clássicos do cinema contemporâneo. Na história, ela é Vivian, uma garota de programa contratada por um milionário que a transforma em uma mulher elegante para acompanhá-lo em eventos da sociedade.

Rapidamente, passam a nutrir um sentimento de respeito e amizade que, mais tarde, se transforma em um relacionamento. Mas, para ficarem juntos, eles precisam lidar com o preconceito e o julgamento das outras pessoas. Muito fofinho, o filme também ficou conhecido pela música Pretty Woman. Aliás, é só pensar nele que começo a cantar mentalmente a canção.

Bridget e Mark (O Diário de Bridget Jones)

Film Title: Bridget Jones: The Edge of ReasonBecky Bloom é, sem dúvida, a minha melhor amiga no mundo dos livros. Mas, assim como a Becky, Bridget Jones pode ser considerada uma inspiração para muitas mulheres. Acontece que ela é tão gente como a gente que a identificação é imediata. O filme é tão bonitinho e, ao mesmo tempo, engraçado que mais parece nossa vida no cinema.

Bridget é uma mulher de trinta e poucos anos que decide escrever um diário com diversas resoluções de ano novo, entre elas arrumar um namorado. Ela até conhece um cara bonitão e sedutor, mas é pelo eterno Mark Darcy que a gente suspira. Ele é comum, mas muito atencioso e carinhoso com a heroína. Gosto tanto dessa história que a incluí no meu Top 5 de filmes para comemorar o ano novo.

Hazel e Augustus – A Culpa é das Estrelas

Stars1A adaptação cinematográfica do livro homônimo do escritor John Green foi, sem dúvida, um dos maiores sucessos de 2014. Junte uma história fofa e muito triste e um casal cheio de química e, pronto, aí está a fórmula do sucesso. O mais incrível, para mim, é ver como a Ansel Elgort é um ator promissor. Estava acostumada a ver ele como o Caleb, da série Divergente, mas adorei vê-lo na pele de Augustus.

Não faz ideia do que acontece no livro e no filme? Vamos lá: a história começa mostrando Hazel, uma garota que vive há anos com um câncer no pulmão e se afasta do mundo. Incentivada pelos pais, ela começa a frequentar um grupo de apoio e conhece um jovem que superou a doença. Ele é responsável por fazer com que ela realize todos os sonhos enquanto pode e, claro, por mostrar como o amor verdadeiro é poderoso. Tudo é tão lindo que é bom preparar o lencinho.

Sandy e Danny (Grease)

Sandy-Danny-GreaseNormalmente, não repito filmes nos Top 5 aqui do blog, mas gosto tanto de Grease que é impossível deixa-lo de fora desta lista. Sou completamente apaixonada por musicais e posso dizer com toda certeza que Grease é um dos meus favoritos. Principalmente por conta do casal, que vivem uma história retratada nos anos 60, mas bastante atual. O que faz com que a relação de Sandy e Danny continue moderna é que ele é um bad boy que morre de vergonha do estilo dela, que é uma moça certinha. Vemos muito isso aí hoje em dia, não é mesmo?

Eles se conhecem no verão e vivem um lindo romance, mas nem imaginam que vão se reencontrar na escola onde ela vai começar a estudar. Danny precisa superar os próprios preconceitos para aceitar a moça e ela, por outro lado, deve aceitar o jeitão de malandro do namorado. Some a isso um figurino inspirador (falo mais sobre as roupas aqui) e músicas que ficam na cabeça por dias.

Latika e Jamal (Quem Quer Ser um Milionário?)

slumdog_millionaire11No Oscar de 2009, um filme surpreendeu por ser indicado em dez categorias e vencer em oito. Como ele ainda não tinha sido lançado no Brasil, surgiu todo um mistério em volta. Será que esse tal de Quem Quer Ser um Milionário era tão bom assim? Depois de ter visto um milhão de vezes, eu digo: sim, é MUITO bom e um dos meus filmes favoritos. O que mais gosto é a história superoriginal, que fala sobre um garoto indiano que participa de um programa televisivo para ganhar dinheiro.

Jamal sempre viveu de forma humilde e viveu nas ruas ao lado do irmão. Em uma dessas aventuras, conhece a garota Latika e se apaixona por ela ainda jovem. Só que a vida separa o trio e agora ele vive tentando encontrar seu grande amor e mostrar a ela que podem ficar juntos. O filme é tão envolvente que é impossível parar de assistir. Todo mundo quer saber se ele vai acertar a pergunta final, conquistar a riqueza e, claro, ficar ao lado de quem ama.

Carol e Melvin (Melhor É Impossível)

Quando pensamos em casais fofos, é mais comum nos lembrarmos de relacionamento entre jovens. Mas é muito legal quando um filme surge para mostrar que o amor não tem data e idade certa para acontecer. Isso acontece em Melhor É Impossível, que gira em torno de Melvin, um escritor racista e homofóbico que tem TOC e vive isolado. Ele só se mostra mais simpático quando está diante de Carol, a garçonete de um restaurante que ele frequenta.

A confusão começa quando Simon, seu vizinho homessexual é internado e Melvin precisa cuidar do cachorro dele. A partir daí, passa a ter mais contato com Simon e não consegue mais parar de pensar em Carol. Ele, inclusive, a convida para fazer uma viagem e descobre que precisa mudar seu jeito para ficar ao lado dela. E olha como o amor funciona: ele tenta de tudo e está superdisposto a ser uma pessoa mais amigável. O resultado é tão lindo que rendeu o Oscar de melhor ator para Jack Nicholson e de melhor atriz para Helen Hunt.

Bela e Fera (A Bela e a Fera)

Belle-and-Beast-beauty-and-the-beast-9326800-852-480Como é de costume aqui no blog, todo Top 5 tem que ter um filme da Disney. E aqui está a opção da vez, um verdadeiro clássico das histórias das princesas. Fiquei pensando em qual casal era o mais fofo e a resposta apareceu de imediato: A Bela e a Fera. É uma das poucas histórias antigas da Disney em que o príncipe participa bastante, tem personalidade e consegue ser amado mesmo com sua aparência e seu jeito rude.

Ok, é um pouco surreal pensar em uma garota que se apaixona por uma fera. Mas, vendo a trama com olhos de criança, a lição que fica é a de que muitas vezes é preciso quebrar estereótipos para encontrar um amor. Bela poderia ficar com o cara bonitão, mas se apaixonou por uma criatura muito estranha. E esse ser bizarro, aos poucos, muda seu aspecto grosseiro e se torna mais amigável. Bonitinho, vai?

Seja qual for a escolha, o importante é celebrar o amor em suas mais diversas formas. Feliz Dia dos Namorados!