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Eu li: Eu Estive Aqui – Gayle Forman

Olá, pessoal! Quem me acompanha lá no Instagram e no canal sabe que eu fiz uma promessa um pouco doida. Sou apaixonada por livros, vocês sabem, mas tinha uma pilha de obras não lidas. Estavam lá, em uma prateleira, e só acumulavam pó. Um desses livros era Eu Estive Aqui, da Gayle Forman. Comprei em 2015, há 4 anos, mas só fui para ler agora.

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Para quem não sabe, a Gayle Forman ficou conhecida com o livro Se Eu Ficar, que ganhou uma linda adaptação para o cinema. Logo que terminei de ver, fui correndo em uma livraria e comprei não só esse, mas a continuação, Para Onde Ela FoiTive uma fase de vício com os livros dela, mas acabou passando. Por isso que demorei tanto para enfim ler Eu Estive Aqui.

Sinopse 

Eu Estive Aqui conta a história de Cody, uma jovem recém-saída do Ensino Médio. Tudo começa quando ela recebe a notícia de que sua melhor amiga, Meg, se matou tomando um veneno. Elas sempre foram unha e carne e Cody não entende os motivos que a levariam a tirar a própria vida. Por isso, decide iniciar uma verdadeira investigação.

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Para isso, ela viaja até a cidade em que Meg morava e cursava a faculdade. Lá, encontra Ben, um guitarrista que se envolveu com Meg e parece bastante misterioso. Ao longo das páginas, a tensão só aumenta e novas provas começam a surgir.

O que eu achei?

Bom, eu já sabia que seria um livro pesado. Realmente, senti uma atmosfera bem tensa durante toda a leitura. Mas, ao ler os agradecimentos, descobri que a Gayle Forman se inspirou no caso de uma menina bem parecida com Meg que também tinha se matado. Ela resolveu escrever a história para alertar adolescentes, jovens e pais. Então, achei que valeu a pena mesmo com esse clima negativo em toda a narrativa.

Graças a Deus, nunca enfrentei essa situação (nem espero enfrentar), mas achei a Cody muito imatura em alguns momentos. Ela implicava com coisas desnecessárias e fez outras coisas totalmente sem noção. Entendo os motivos dela, mas achei que o real motivo da investigação dela não tinha pé nem cabeça. Não vou dar spoilers, então talvez fique sem sentido para vocês, mas sei lá… me pareceu implicância de adolescente, sabem?

De qualquer forma, achei a leitura válida. Prende muito a partir da segunda metade e a gente quer saber de fato o que aconteceu com Meg. Mas, se a intenção da autora era alertar, acho que ficou faltando um pouco disso. Nós sabemos que o suicídio nunca vai ser a solução dos problemas e que as pessoas precisam de ajuda, mas isso não foi mostrado no livro. Podia ter mostrado alguém que se salvou, sabe? Confesso que isso me incomodou um pouco… Mesmo assim, vale a pena ler. Não é o melhor dos livros, mas deixa aquela curiosidade de saber o que vai acontecer nas próximas páginas.

E você, já leu? O que achou?

Um beijo e até o próximo post!

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