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Diário dos 30: Como foi a escolha do lugar da festa

 

Olá, pessoal! Chegou a hora de fazer mais um post da série Diário dos 30. No post anterior (clique aqui para conferir), contei que vou fazer uma festa junto com uma amiga para comemorarmos nossos 30 anos e que a festa será à fantasia temática dos anos 90/2000.

Por sermos geminianas, a Cláu e eu temos uma imaginação bem fértil. Juro, a gente pensou em mil coisas para essa festa. Nossa ideia era fazer em um lugar enorme, que desse até para reproduzir algumas das brincadeiras clássicas dos programas de auditório da nossa infância/adolescência (vou falar mais sobre isso em outro post).

Quem lembra da Torta na Cara, do programa Passa ou Repassa?

Quem lembra da Torta na Cara, do programa Passa ou Repassa?

Eu sou muito ansiosa e não me dou muito bem com essa história de “ainda falta tempo, dá para ver com calma”. Sou apressada mesmo e, quando estávamos em setembro do ano passado, eu decidi que era hora de começar a ver os preparativos da festa. Sou uma negação em organização de eventos, mas fizemos algumas pesquisas e descobrimos que o ponto de partida era a escolha do local da festa.

Nós duas somos jornalistas e, consequentemente, não tínhamos muita verba para o aluguel da festa. Começamos pedindo alguns orçamentos para espaços e era cada mini infarto que a gente tinha. Sério, os valores eram surreais. Depois, chegamos até a cogitar fazer a festa em um buffet infantil, mas nossos amigos não se animariam tanto em brincar nas atrações e não seria tão legal assim.

Foi assim, nessa busca desenfreada com o coração na mão (e com a ajuda de uma das nossas assessoras, que por acaso é a minha mãe rs), que conhecemos a Casa Caribe. Recebemos o orçamento logo depois e finalmente tínhamos algo que cabia no bolso. Mas, claro, a gente precisava fazer uma visita antes de fechar.

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A visita rolou no começo de outubro e fomos muito bem atendidas pela Clara. Aconteceu algo mágico porque a gente entrou e sentiu que era O lugar. Aí, quando ela disse que tinha telão e que a gente poderia levar o que quisesse para passar, o amor pegou de vez. Na hora, a Cláu e eu nos olhamos porque a gente teve a mesma ideia – não vou contar agora porque não quero estragar a surpresa, mas vai ser MARA.

Lembram que eu falei que nós queríamos mil coisas? Bom, não sei se vão rolar as brincadeiras do programa (provavelmente não), mas achamos um lugar com um valor super em conta que inclui praticamente tudo (comida, bebida, DJ, o próprio espaço) e que nos possibilitou parcelar em várias prestações, assim não pesou no bolso de ninguém – viram só como vale muito a pena fazer as coisas com antecedência?

Estamos animadas, pagando nossas humildes prestações, e com a certeza de que escolhemos o lugar que a gente queria. Ai gente, só de lembrar que falta cada vez menos, já dá aquele frio na barriga!

No próximo post, falo sobre uma etapa da festa que tem sido muito gostosa de fazer: a playlist.

Um beijo e até lá!