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Os looks do Video Music Awards 2014

Ontem foi dia de acompanhar a edição de 2014 do Video Music Awards (VMAs), premiação realizada pela MTV norte-americana. Já faz um certo tempo que eu percebo que essa festa perdeu um pouco do brilho. O último grande prêmio que eu vi foi em 2007. Desde então, não tem mais polêmica e performances ultramegaproduzidas. Virou mais do mesmo. Outro ponto que me chamou atenção é que teve muito artista que eu nem sequer conhecia. Tirando isso, o tapete vermelho continua sendo minha parte favorita. Então vamos ao que interessa:

Taylor Swift – Mary Katrantzou

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Eu não gosto da Taylor, mas ela sempre acertou no red carpet. Até ontem, minhas amigas! Sério, o que aconteceu? Cadê a saia rodada, os babados, a pose de lady? De onde veio essa ideia de virar um mulherão? O body é até bonito, mas não combina nem um pouco com ela. Até porque ela não tem corpo para segurar o look (as fãs que me perdoem, mas é verdade) e ninguém aguenta mais essa cara de “levei um pé na bunda”. Outra coisa que me irrita: ela é amiga de todo mundo, conhece TODAS as músicas, faz questão de dançar como se estivesse na balada, super curtindo… Sério mesmo, querida? Preguiça, hein!

Demi Lovato – Lanvin

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Ainda acho que ela canta com voz de dor de pedra no rim, mas considero válida a tentativa de sair do estereótipo de estrela da Disney e se firmar como uma cantora pop. Só que tem limite, né? Qual a necessidade desse decote? Fiquei com a sensação de que o vestido acabou marcando demais – talvez por estar um pouco apertado. Também não gosto dessa modinha do sidecut (também conhecida como o ato de raspar uma das laterais do cabelo). Resultado: muita informação. Quem sabe no ano que vem…

Kesha – Johanna Johnson

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Desde que decidiu escovar os dentes e pentear os cabelos, ela se transformou em uma nova mulher. Tanto que ela ganhou a medalha de ouro no post que fiz com os looks do Billboard Music Awards. Dessa vez ela foi correta e o vestido é lindo, mas achei que faltou algo. Talvez um penteado diferente para destacar os detalhes da roupa. Por falar em cabelos, eu não gostei muito dessas mechas coloridas, mas é algo pessoal. Passou com nota acima da média, mas pode se esforçar mais.

Rita Ora – Donna Karan

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Eu me pergunto o que essa moça ainda faz no showbiz. Conheço só duas músicas dela (que, aliás, são beeem mais ou menos), mas ela insiste em se achar a nova Beyoncé. Só que, ao contrário da diva, ela nunca acerta no tapete vermelho. Taí a prova de que misturar fenda gigante, decote na frente e nas costas deixa qualquer mulher sexy e vulgar. O cabelo também não ornou. Ou seja, não tenho nada de falar de bom desse look. Ritinha, chama um stylist porque você precisa resolver essa situação urgentemente!

Ariana Grande – Moschino

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Ok, eu confesso: estou viciada em “Problem”, hit que rendeu a ela o prêmio de melhor vídeo pop. Mas não dá né, gente? Isso mais parece uma fantasia de policial sexy. E esse cabelo? Ninguém aguenta mais esse penteado de debutante. Agora que ela está famosa e cheia de din din, não tem mais desculpa para mudar o visual e dar adeus ao aplique. Porque, enquanto continuar assim, vai ser tratada como um adolescente ao invés de uma mulher de 21 anos (Sabiam que ela é maior de idade? Pois é, fiquei chocada!).

Jennifer Lopez – Charbel Zoe

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J.Lo tem mais de 40 anos, corpão, pele impecável, mas sempre aparece com vestidos colados que abusam da transparência. A gente já sabe que ela arrasa. Está na hora de mudar e vir com algo novo. Mas, no geral, eu gostei bastante e diria que ela foi uma das mais bem vestidas da noite.

Miley Cyrus – Alexandre Vauthier

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Não gosto, mas é melhor que o body de coelhinho de pelúcia. Poderia dizer que ela resolveu tomar vergonha na cara, mas vai saber o que ela ainda pretende aprontar.  Para não ser chata, vou dar uma chance para a senhorita Hannah Montana, mas a nota fica na média.

Jessie J – Halston Vintage

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A Jessie subiu muito no meu conceito depois que eu assisti ao show dela no Rock in Rio do ano passado, mas essa saída de praia não colou. Tenta de novo que você consegue!

Iggy Azalea – Versace

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Até este exato momento, eu achava que a Iggy Azalea era aquela cantora que brigava com todo mundo no Twitter, mas descobri que a valentona é a Azealia Banks. E aí cheguei a conclusão de que eu não sei bem quem é a Iggy. Só sei que ela tem um quadril enorme e jamais deveria usar um vestido com esse. Pior que isso só a fantasia de mulher aranha que ela usou para cantar no evento. Ainda bem que não deixaram ela chegar no prêmio assim.

Medalha de ouro: Beyoncé – Nicolas Jebran

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Até ela aparecer, o red carpet mais parecia um festival de bizarrice. Mas aí entra a voz da experiência. Beyzinha já participou de tantos eventos que sabe muito bem o que combina com o seu tipo de corpo. Ao contrário das outras bonitas, aqui não tem decote e apelação. A transparência com renda deixou o vestido mais feminino e delicado e o brilho serviu para quebrar o romantismo e dar um ar de gala. Uma verdadeira diva. Arrasou!

Miss simpatia: Katy Perry

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Eu gosto muito da Katy, principalmente porque ela consegue tirar sarro de tudo. E quem cresceu ouvindo Britney Spears sabe que esse look foi uma homenagem ao vestido que a princesinha do pop usou na mesma premiação quando ainda namorava o Justin Timberlake. Sim, é feio e brega, mas pelo visto a dona do hit “Fireworks” não liga muito para isso – tanto que subiu ao palco com esse modelito para receber o prêmio de melhor vídeo feminino.

Crédito das imagens: Lilian Pacce, SF Gate e Harper’s Bazaar

O lado bom de ser solteira

Sim, eu sou solteira. Por muitos anos da minha vida, confessar o meu estado civil era algo que me causava revolta e até vergonha (poxa, como assim eu não tenho namorado?), mas estou em uma fase tão legal comigo mesma – e andei lendo textos tão bacanas como esse publicado no blog Precisava Escrever – que eu descobri que ser sozinha tem lá suas vantagens. Alias, são várias. Quer ver só?

Amigos em primeiro lugar

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Todas nós conhecemos alguém que acabou se afastando dos amigos depois que começou a namorar. E, quando acontece com a gente, fazemos questão de afirmar que continuaremos a ter vida social. Acontece que isso não é tão fácil, principalmente nos primeiros meses de relacionamento, quando tudo o que queremos é ficar perto da pessoa amada. Aí entra um grande ponto positivo para as solteiras: você pode sair com quem quiser, quando quiser e ir a qualquer lugar. E também tem todo o direito de recusar um convite e remarcar para a próxima semana. Dedicar sua atenção total aos amigos vale muito a pena, sabia? Afinal, quem vai te consolar se o namoro acabar?

Dar satisfação? Jamais!

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Sou do tipo que planeja os compromissos do mês com bastante antecedência, mas não consigo nem imaginar como seria minha vida se eu tivesse que dizer o que estou fazendo a cada cinco minutos. Liberdade, para mim, é algo que não tem preço. É viajar com os amigos em um final de semana qualquer, é pensar no destino das suas próximas férias, é simplesmente pegar o carro e ir ao cinema para assistir aquele filme que você tanto quer. Claro que você pode fazer isso com outra pessoa, mas é tão gostoso curtir a sua própria companhia. Tudo bem que, quando você mora com os seus pais, vai receber uma ligação da mamãe perguntando quando você vai voltar para casa (mas mãe a gente perdoa, né?).

Conhecer gente nova

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Estar solteiro significa ter a possibilidade de conhecer lugares diferentes e fazer novos amigos. Tenho histórias tão legais e engraçadas que até hoje penso no quanto reclamei à toa por não ter um companheiro. Se fosse comprometida, eu provavelmente não teria saído tanto e não me sentiria tão à vontade para me divertir. Mas o importante é que isso seja feito no momento certo. Não adianta colocar o seu vestido mais bonito e acertar no penteado se você não está no clima de balada. Do mesmo modo, não saia de casa se você decidiu que está cansada desse tipo de programa. Digo por experiência própria: eu costumava sair muito, mas, de uns tempos para cá, prefiro fazer algo mais light. Sim, eu sei que não vou conhecer ninguém ficando em casa, mas não vejo sentido em forçar algo.

Aprender a gostar de si mesmo

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Sabe aquele velho ditado que diz que o primeiro passo para encontrar alguém é o amor-próprio? Funciona, viu! Quando você aceita a imagem que vê do outro lado do espelho, tudo fica mais leve e fácil. Você consegue separar seus defeitos e suas qualidades. Valoriza aquilo que tem de bom e se esforça para ser uma pessoa melhor. Mas, principalmente, você aprende a conviver com a frustração. Esse é o grande desafio da solteirice. Claro que todas nós gostaríamos de ter alguém por perto, mas entendemos que não vale a pena namorar o primeiro cara que aparece só para mudar o status do Facebook. Se amar é compreender que os outros podem, sim, ser felizes e que a sua hora vai chegar. Mas, se não chegar, você também vai ser feliz, só que de outro modo. Namorar, casar e ter uma família é o sonho de muita gente (inclusive o meu), mas isso não é tudo.

Economizar

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Na verdade, os gastos que você vai ter serão somente com você. O que isso significa? Comprar aquela bolsa linda que você já está de olho há tempos sem ficar com peso na consciência. Ou então dar entrada em um apê que será do seu jeitinho. É bom planejar a vida com mais alguém por perto? Muito. Mas também é bom saber que você pode exagerar um pouquinho sem a necessidade de dar explicações quando chegar a fatura do cartão. É tudo por sua conta e risco. A responsabilidade aumenta, mas é muito bacana se sentir no controle e não ficar triste quando recebe mais uma parcela daquele presente que você comprou para o ex pouco antes do namoro terminar.

Por fim, ser solteiro é aprender a driblar o medo da solidão e entender que não tem problema nenhum em viver assim. E rir dos comentários que as outras pessoas fazem sobre você. Afinal, quem nunca ouviu um: “ah, é que você é muito exigente”? Bom, melhor ser exigente e esperar para encontrar alguém que realmente valha a pena, não é?

Na onda das food trucks: Butantan Food Park

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Além de visitar a exposição do Castelo Rá-Tim-Bum, aproveitei o último domingo para conhecer outro lugar que já estava há tempos na minha wishlist: o Butantan Food Park. Apesar do nome pomposo, o espaço nada mais é do que uma praça de alimentação que reúne várias opções de pratos preparados em trailers e barracas. Esse conceito de alimentação, batizado de “Food Trucks”, está fazendo o maior sucesso, principalmente aqui em São Paulo – é comum encontrar uma fila quilométrica de pessoas que trocam o jantarzinho da sexta-feira por um macarrão, cachorro-quente e outros quitutes elaborados dentro de um carro.

Localizado em um antigo estacionamento, o Butantan Food Park oferece um esquema de cardápio rotativo. Ou seja, não tem como enjoar. A proposta é realmente agradar todos os gostos. Quando eu fui, por exemplo, tinha hambúrguer, sanduíche de rosbife e pernil, massas, empanadas, coxinhas com sabores exóticos (pato e ragu), polenta cremosa e até mesmo paella.

Como boa geminiana que tem dificuldade para tomar qualquer tipo de decisão, eu rodei o espaço inteiro três vezes antes de fazer minha escolha. Por fim, optei por começar com umas batatinhas rústicas do Restaurante Brado, temperadas com maionese de alho e salsa picante. A porção saiu por R$ 10 e ainda ganhei um convite para conhecer a sede do restaurante, que fica em Pinheiros, e degustar uma taça de vinho por conta da casa. Bacana, né?

Batatinhas deliciosas do Brado

Depois de mais algumas voltinhas, fui parar na Waff, que oferece sandubas preparados no waffle. Escolhi o Porto de Galinhas, recheado com peito de frango, catupiry e tomate. Demorou um pouquinho para ficar pronto porque a procura era grande, mas estava tão quentinho e saboroso que eu aproveitei cada mordida. Para os vegetarianos, uma boa notícia: eles também fazem uma versão com ricota e espinafre. E como não podia deixar de ser, também existem opções doces, com Nutella e doce de leite.

Além de diferente, o sanduíche é bem recheado e muito gostoso

Por falar em sobremesa, é praticamente impossível decidir como encerrar a refeição. Tem bolos, cookies recheados e macarons (entre outras delícias). Minha decisão veio pela vontade de experimentar as famosas paletas mexicanas. Parei no quiosque da Me Gusta e pedi um picolé de morango com leite condensado. Gostei, é bem refrescante, mas, na minha humilde opinião, é bem ok.

Antes de ir embora, comprei a caixinha da Pudim Mania, que vem com três mini-pudins. Bem fofinho, cada doce vem em uma forminha de alumínio que pode (e deve!) ser reaproveitada. Provei o de Ovomaltine e o de pistache e amei os dois. Tem ainda recheio com doce de leite, café, avelã… Bom, só de falar já deu água na boca!

Caixinha fofa da Pudim Mania

A maior parte dos frequentadores é jovem, mas também vi famílias, casais e até gringos. O local não tem estacionamento, então muita gente vai de táxi e aproveita para beber – tem desde cervejas até drinks mais elaborados.

O único ponto negativo é que o espaço não é lá muito grande (imaginava beeeeem maior) e as mesas comunitárias de madeira ficam lotadas em questão de minutos. Se você, assim como eu, tem dificuldade para comer em pé, vale atravessar a rua e se acomodar no banco do prédio comercial que fica em frente. Essa, inclusive, é a parada de quem decide levar os cachorrinhos de estimação para o passeio.

Adorei, superindico e pretendo voltar mais vezes! Só não faço ideia do que escolher (para variar um pouco).

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Serviço

Butantan Food Park

Rua Agostinho Cantu, 47, Butantã – São Paulo (SP)

De segunda a quarta: 11h – 16h |  De quinta a sábado: 11h – 22h | Domingo: 12h – 19h

Exposição Castelo Rá-Tim-Bum: eu fui

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Apesar de ter apenas seis anos em 1994, eu me lembro muito bem do que dia da estreia de “Castelo Rá-Tim-Bum”. Lembro de estar na rua com a minha mãe e querer voltar correndo para casa porque o programa ia começar. E, de fato, foi um verdadeiro sucesso. Qualquer pessoa que tenha crescido no anos 90 sabe quem é Nino, Biba, Pedro, Zequinha, Morgana, Penélope, Celeste e outros moradores do Castelo. Esse é apenas um dos motivos que explicam as filas quilométricas que a exposição – em cartaz no Museu da Imagem e do Som (MIS) – que comemora os 20 anos de programa (sim, estamos velhas!) recebe todos os dias.

Eu já imaginava que a procura seria grande, então comprei o ingresso pela internet logo quando começaram as vendas. Em questão de minutos, as datas foram se esgotando e eu só consegui achar ingresso para o dia 17 de agosto. Foi terrível ver todos os meus amigos tirando fotos e dizendo o quanto era incrível enquanto só me restava aguardar, mas a espera valeu muito a pena. Chegamos hoje cedo para retirar os convites sem fila alguma e a atendente disse que poderíamos entrar em qualquer horário. Por isso, se você ainda pretende ir, fique de olho porque o MIS libera, a cada tanto, um novo lote de ingressos pela internet. Ok, tem um valor um pouco mais caro, mas vale pela certeza de que você conseguirá conferir cada detalhe.

O mais bacana é que você tem a possibilidade de fazer parte do castelo, já que os cenários do programa foram recriados no espaço. Cada sala é dedicada a um ambiente da mansão mais mágica do Brasil. Como não poderia deixar de ser, a exposição começa com o porteiro. Assim que as portas se abrem, você já consegue ouvir a característica música de abertura. E logo o protagonista Nino aparece, em uma transmissão holográfica, e diz que está feliz por te receber. (Muito fofo ♥)

E aí começa a caminhada pelos ambientes do castelo. Dá só uma olhada:

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O primeiro ambiente é a biblioteca e logo de cara encontramos o Gato Pintado. O espaço é interativo: ao puxar alguns livros, você ouve uma voz como se o próprio livro se apresentasse.

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A segunda sala é o laboratório dos cientistas Tíbio e Perônio. Até o esqueleto de dinossauro foi incluído no espaço.

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O próximo espaço é o escritório do Dr. Victor. A cada tanto, a sala começa a piscar e ouve-se o famoso bordão do personagem: “Raios e trovões”. Lá também encontramos as botinhas roqueiras Tap e Flap.

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O esconderijo do Mau e do Godofredo é tão bem feito que o chão é cheio de baratas (de mentira, claro!).

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A sala de música é um dos ambientes mais legais. Tudo está lá, o circo, a caixinha de música, o piano, as poltronas originais do castelo. É muito lindo!

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O próximo ambiente é dedicado ao Etevaldo e, antes de encontrar a roupa original do personagem, passamos por um caminho que simula o espaço. O chão treme de verdade e causa a sensação de que você vai cair. Logo depois chegamos à cozinha. Eu amei, principalmente pela perfeição de detalhes.

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Depois de visitar a Caipora, que fica no jardim atrás da cozinha, vamos para o salão principal. É tão mágico que eu vou deixar as fotos explicarem:

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Esse espaço é dedicado para as cartinhas que os fãs do programa enviaram. Morri de amores!

Esse espaço é dedicado para as cartinhas que os fãs do programa enviaram. Morri de amores!

É quase obrigatório fazer uma selfie com a cobrinha Celeste (minha personagem favorita)

É quase obrigatório fazer uma selfie com a cobrinha Celeste (minha personagem favorita)

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Próxima parada: quarto da Morgana (e pausa para mais uma selfie com a Adelaide, que eu também amava!). Apesar de não ser muito grande, tem espaço para o caldeirão e o figurino original.

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As duas últimas salas são bem concorridas e quase ninguém sai sem tirar pelo menos uma foto: o ninho dos passarinhos (“que som é esse?”) e o lustre das fadinhas Lana e Lara.

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E aí, deu vontade de conhecer também? Então aproveite porque a exposição fica em cartaz até o dia 12 de outubro. Mas lembre-se de que as filas estão imensas e os ingressos de cada dia costumam acabar ainda de manhã. Programe-se, acorde bem cedo e tenha muita paciência. Eu garanto: vale muito a pena 😉

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Serviço:

Castelo Rá-Tim-Bum – A Exposição

Museu da Imagem e do Som (Mis) – Avenida Europa, 158, Jardim Europa – São Paulo/SP

Horários: Terça a sexta, das 12h às 21h; Sábado, das 10h às 22h; Domingos e feriados, das 10h às 20h

Preço: R$ 10

Tel: (11) 2117-4777

www.mis-sp.org.br

Produtos básicos para quem é escrava de secador e chapinha

Outro dia contei sobre a minha batalha diária para deixar meus cabelos bonitos. Como meus fios são muito fininhos, eles armam com facilidade. Então não consigo sair de casa sem antes passar pela dupla secador + chapinha. Aí entra outro problema: o ressecamento. Nós sabemos que esse ritual de beleza não é nada saudável, ainda mais quando os cabelos têm química. No meu caso, o cuidado deve ser redobrado, já que, além da tintura, tenho a progressiva. Como sei que não sou a única que gosta de ver os cabelos saudáveis, preparei uma listinha com os produtos que eu uso. Vamos lá:

Bepantol Derma: hidratação caseira com efeito de salão

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Esse produto mudou minha vida, sério! Já conhecia o creme em bastão do Bepantol porque ele é o mais indicado para cicatrização de tatuagens. Como lá em casa todo mundo tem rabiscos na pele, nós já estamos acostumados a ver a pomada por perto. O que eu não sabia é que ela também pode ser usada nos cabelos. Existe uma versão líquida chamada Bepantol Derma que deixa os fios brilhantes e hidratados. E o melhor: é  superfácil de aplicar. Basta misturar algumas gotinhas  com a máscara de sua preferência. Eu uso uma linha da Seda Profissional exclusiva para cauterização, que evita a formação de pontas duplas (terror dos cabelos fininhos). Importante lembrar que o ritual deve ser feito a cada quinze dias. Em doses excessivas, o produto pode deixar os fios com uma aparência pesada, ok?

Modo de usar: depois de aplicar e retirar o xampu e o condicionador, passe a máscara com o Bepantol e deixe agir por três minutos. Após esse prazo, volte para o chuveiro e enxague até tirar todo o produto. Os cabelos realmente ficam mais fortes e crescem com uma aparência melhor. Essa técnica, inclusive, fez com que meus fios começassem a crescer mais rápido. Antes eles quase nunca passavam dos ombros.

Living Proof: primer antifrizz com função de protetor térmico

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Quem usa secador sabe que um dos maiores vilões do alisamento é o frizz. Eu já tinha tentado de tudo, até que me recomendaram o Living Proof. Comprei em uma loja da Sephora dos Estados Unidos e lembro que todas as vendedoras me falaram que ele era realmente mágico. Comprovei logo no primeiro uso. Além de reduzir os fiozinhos arrepiados, ele deixa os cabelos com volume e brilho. Eu também gostei da duração. Apenas para terem uma ideia, ainda estou usando o tubo que trouxe da viagem que fiz em 2013. Mas como ele realmente faz milagres, já tenho mais um fechadinho no meu armário para usar quando esse acabar.

Modo de usar: a aplicação deve ser feita com os fios úmidos. Passe uma toalha para retirar o excesso de água e coloque uma pequena quantidade do produto nos cabelos desembaraçados antes de ligar o secador. A boa notícia  é que ele vale para qualquer tipo de cabelo e não é exclusivo para os quimicamente tratados (Viva!!).

Óleo de Argan: brilho e força por mais tempo

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Lembro que há quatro anos ninguém falava desse tal óleo. Mas foi só anunciarem os efeitos que ele trazia para todo mundo correr atrás de um frasco. Hoje existe uma quantidade enorme de marcas que vendem a fórmula, mas meus fios só se deram bem com a versão da Organix. Além do brilho e da proteção que ele oferece, eu também gosto muito do perfume, então uso para tirar aquele cheirinho de comida que as vezes fica nos cabelos. A regra de ouro é usar um pouco (bem pouquinho mesmo) do óleo para não terminar com os fios pesados. E nada de passar na raiz, pois pode dar a impressão de estar ensebado. Aplique sempre do comprimento para as pontas, combinado?

Modo de usar: depois de secar os fios para tirar a umidade, aplique o óleo e ligue novamente o secador para turbinar os efeitos. Essa versão é um pouco cara, mas vale muito a pena. Existem uns formatos pockets que cabem na bolsa e também funcionam!

Xampu Tickening (Bumble and Bumble): volume extra imediatamente

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Uma das maiores frustrações de quem tem cabelo fino e alisado quimicamente é a falta de volume. Cheguei até a dormir de trança para ver se dava um jeito no visual, mas não adiantou. Eu me acostumei a ter os fios mais murchinhos. Até que conheci a linha Thickening, da Bumble and Bumble. A proposta dos produtos é justamente essa: deixar os cabelos lisos mais fartos. O problema é que eles não têm uma fórmula muito cremosa, então os fios ficam um pouco duros (é justamente por isso que muita gente não gosta da marca). Aí entra o segredo: combinar o xampu com um condicionador que deixe os cabelos mais suaves e macios. Dá supercerto!

Modo de usar: a aplicação é feita da mesma forma que acontece com os outros xampus. Passe em toda a extensão do cabelo e massageie bem antes de enxaguar. Importante lembrar que, por conta da textura pesada, o ideal é fazer esse ritual a cada quinze dias para deixar os fios “respirarem”.

Sérum Dove Reconstrução de Pontas Duplas: proteção por muito mais tempo

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Nós sabemos que é fundamental cortar os cabelos a cada dois ou três meses para ele crescer com saúde. Só que nem sempre a gente faz isso, não é? Pensando nas mulheres que morrem de medo de ir ao cabeleireiro (levanta a mão quem sofre desse mal), a Dove criou um reparador que promete eliminar as pontas duplas. Essa era a minha única salvação antes do Bepantol. Os fios realmente ficam mais saudáveis e brilhantes e o melhor de tudo é que apenas cinco gotinhas dão conta do recado, então ele dura bastante.

Modo de usar: aplique depois do secador e da chapinha. Apesar de sonharmos com o cabelo da Rapunzel, não tem milagre que faça o cabelo crescer. As pontinhas precisam, sim, ser cortadas a cada tanto.

 

Fotos: Lu Candeias, Oz Cosmetics, Hair Friday, Look Fantastic e Lojas Rede