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Top 5: Os filmes mais perturbadores da Disney

Como acontece com a maioria das crianças, eu cresci assistindo aos desenhos da Disney. E o mais bacana é que eles são atemporais: hoje vejo tudo de novo com a minha irmã, de sete anos. Com a cabeça de adulta, consigo ter outra percepção dos filmes e avaliar exatamente a mensagem de cada história. No mundo atual, por exemplo, não faz o menor sentido acreditar em príncipe encantado e a própria Disney está tentando provar isso. Mas, além do sapatinho de cristal, dos tapetes voadores, das maçãs envenenadas e dos sete anões, existe uma lista de filmes pra  lá de assustadores que já deixaram muitos pequenos (e até mesmo os pais) apreensivos. Dá uma olhada nesses exemplos:

Fantasia

Ok, vamos considerar que a proposta desse filme, lançado em 1940, foi realmente inovadora. Para quem não sabe, o longa é formado por oito animações acompanhadas de músicas clássicas. O problema é que os desenhos são muito perturbadores. O próprio Mickey Feiticeiro me deixava com medo por conta daquelas vassouras do mal. E, na sequência, vem uma história que mostra a evolução da vida na Terra com direito a vulcões, fogo e dinossauros bizarros. Sim, eu sei que isso é baseado em estudos científicos, mas aos olhos de uma criança tudo parece muito assustador. Daí vem aquela cena clássica da hipopótama bailarina (uma fofura só ♥) que acaba sendo perseguida por jacarés. Quando você pensa que o pior já passou, surge o demônio Chernabog para te fazer ter pesadelos eternos. Tinha pavor dele e sempre pedia para pular as cenas. Por isso, se você é mãe, aí vai um conselho: Fantasia não é um filme para crianças. E não, não insista!

Dumbo

http://www.youtube.com/watch?v=RoysQe-2HS4

Logo no início do filme, o bebê elefante chega ao mundo e descobre que tem orelhas muito grandes. Por ser fora do padrão, ele vira motivo de piada e ganha o apelido de Dumbo, em uma clara alusão à palavra dumb, que, em inglês, significa burro (alguém aí pensou em bullying? Pois é!). Como se tudo isso não bastasse, a mãe dele resolve defender o filho e acaba confinada, deixando-o sozinho. Mas isso não é  tudo! Em certa parte do filme, o protagonista bebe uma água sem saber que, na verdade, estava ingerindo whisky e tem uma alucinação, com elefantes coloridos que mudam de tamanho e dançam ao som de uma música pra lá de estranha. Eu não tinha medo, mas não gostava de ver. A intenção da Disney foi realmente causar estranheza, já que o objetivo era manter as crianças longes de bebidas alcóolicas. Prefiro a Cinderela, muito obrigada!

Alice no País das Maravilhas

Eu sempre gostei da Alice. De verdade. Acontece que aquela loucura toda me causa um certo pânico. No final, eu entro em desespero porque não aguento mais ver a menina tentar sair daquela situação e não ter sucesso. Até aí, tudo bem. Mas tem uma parte que sempre me deixou muito triste e que talvez passe despercebida para muita gente. Trata-se do poema “A Foca e o Carpinteiro”, que fala sobre ostras que, de tanta curiosidade em ouvir as histórias prometidas pela foca, acabaram virando o jantar da própria foca. Esse conto, bem bonitinho no começo, é dito pelos gêmeos Tweedledee e Tweedledum justamente para servir de lição para Alice, que sempre se mete em confusão por querer saber demais. Se você considerar que o filme é baseado no livro homônimo (que por sinal é maravilhoso), até faz sentido ter um episódio bem estranho e sem sentido. Mas uma criança não precisa de um exemplo tão claro, não é mesmo?

Hércules

http://www.youtube.com/watch?v=FmFeODvZAIY

Por incrível que pareça, esse filme nunca fez parte da minha saudosa coleção de VHS da Disney. Lembro-me de ter assistido no cinema logo na semana de estreia – como fazia (e faço) com todos os filmes da Disney – e de ter saído sem muita empolgação. Só fui entender a razão de tudo isso quando assisti de novo, no ano passado, com a minha irmã. Tudo começa quando Hades, o deus do mundo inferior, sequestra Hércules (filho de Zeus) e o traz para Terra para que possa matá-lo (oi?). Só que o plano dá errado e a criança cresce. Até aí, ótimo. Só que, quando vira homem, o então mortal se apaixona por uma moça que fez um pacto com quem? Sim, Hades! Acontece que essa moça deu sua vida no lugar de um homem que amava e que a trocou por outra mulher. Pesado, né? E, no meio de tudo isso, Hércules luta com as criaturas mais bizarras e se arisca no mundo dos espíritos – com direito a aparições de mortos – para salvar a donzela. Se eu achei tenebroso, imaginem a coitada da minha irmã. Não por acaso, ela pedia toda hora para pular as cenas. Já vi coisas melhores…

O Caldeirão Mágico

Não me lembro de ter visto esse filme e o descobri enquanto fazia a pesquisa para este post. A animação faz parte da década de 80, conhecida como o período mais sombrio da Disney (que também inclui As Peripécias do Ratinho Detetive, O Cão e a Raposa e outros com temática forte e personagens assustadores). Assisti cinco minutos de um trecho disponível no Youtube (esse aí de cima) e já achei tenso. Acontece que essa foi a primeira animação da Disney a não ter músicas e, por isso, acabou deixando muitas crianças frustradas. Mas não para por aí! O vilão, que atende pelo nome de Rei de Chifres (sim, isso mesmo!), é retratado como o próprio demônio. Agora entendi por que eu nunca vi – e talvez nunca verei. Próximo, por favor!

 

A lista de filmes perturbadores da Disney inclui ainda Pinóquio, A Canção do Sul, Branca de Neve (medo  daquela cena em que ela é perseguida na floresta), As Aventuras de Ichabod e Sr. Sapo (que cita a lenda do cavaleiro sem cabeça), Bambi, O Conto de Natal do Mickey e por aí vai. Lembra-se de mais algum? Deixe nos comentários que prometo fazer um novo post sobre o tema em breve 🙂

Cinco motivos para assistir ao filme "3 Idiotas"

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Quem me conhece e é leitora assídua deste blog sabe que eu adoro cinema. Só que, ao contrário de outros fãs da sétima arte, eu prefiro os filmes norte-americanos e dificilmente consigo assistir longas de outros países. Ainda bem que existem algumas exceções, como aconteceu com o maravilhoso “3 Idiotas”. Até semana passada, se alguém me falasse sobre um filme indiano, eu imaginaria algo com roteiro duvidoso – até fraco – e muitas danças e cantorias bregas inspiradas no hit do Youtube “Rivaldo, sai desse lago” (Não sabe do que eu estou falando? Então clica aqui).

Mas, depois de assistir ao filme, entendi o motivo de ter sido ganhador de tantos prêmios ao redor do mundo. O sucesso do longa se deve a uma feliz combinação entre cinco fatores:

1. O enredo é simples e fácil de entender 

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O filme fala sobre a relação de Rancho, Fahran e Raju (os idiotas do título), que se conheceram durante a faculdade de engenharia. Depois da formatura, cada um segue seu caminho. Até que Fahran e Raju decidem partir em uma jornada para encontrar Rancho, desaparecido depois de repensar a vida. Sem terem a menor ideia do paradeiro do amigo, os dois começam a se lembrar dos tempos de universidade.

O enredo pode até parecer bobo e clichê, mas consegue prender a plateia em questão de minutos. Tudo porque o filme faz questão de retratar Rancho como uma pessoa iluminada e muito especial. Sem perceber, você já está participando da busca e torcendo para que consigam localizá-lo.

2. Os personagens são extremamente reais

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Não é só Rancho que é retratado como um cara do bem. Fahran e Raju também são interpretados de forma brilhante e mostram os medos e os receios individuais. Enquanto Fahran ama fotografia e está na faculdade de engenharia para não decepcionar o pai, Raju sofre por antecipação antes de fazer as provas e prefere fazer promessas para os deuses. São pessoas que não existem apenas nos filmes. Todas nós temos um amigo que coloca a família em primeiro plano e tem problemas para confiar no próprio talento. É justamente essa identificação com a realidade que torna a história mais leve e gostosa.

Claro que alguns personagens são caricatos, como o diretor da faculdade, que é reclamão e faz de tudo para se ver livre dos meninos. Mas é uma delícia (no bom sentido, claro) torcer para que ele se dê mal depois das tentativas em acabar com a vida acadêmica dos alunos.

3. É cheio de lições de vida

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O filme tem 170 minutos de duração, ou seja, são quase três horas. Durante esse período, você consegue sorrir, dar risada e se emocionar com os mais diversos tipos de ensinamentos. As lições de vida falam sobre amizade, amor, carreira profissional, trabalho e por aí vai. É praticamente uma aula de autoajuda. Apesar de ser longo, o filme acaba com aquela sensação de quero mais. Assim que apertei o “stop” fiquei com vontade de ver de novo e repensei várias atitudes.

4. As músicas grudam na cabeça

Como todo filme de Bollywood, “3 Idiotas” é cheio de músicas e danças bem características da Índia. Para quem gosta de musicais (meu caso), é um prato cheio. Os que não gostam podem se concentrar na legenda das canções e prestar atenção na mensagem positiva por trás das letras. Aviso desde já que elas vão grudar na sua cabeça por dias. E o mais legal de tudo é que os atores realmente cantam, ao contrário do que acontece em outros filmes. Dá uma olhada na cena em que toca “All is Well”, que, para mim, é a melhor música do filme:

5. Conhecer outras culturas realmente faz bem

A gente sabe que a Índia tem costumes muito diferentes dos nossos. Mas, com o filme, nós vemos outro lado do país. O que mais me chamou atenção foi a paisagem. As estradas mostradas são tão lindas, cheias de cores e verde, que dá muita vontade de ir para lá. Só que o longa também se preocupa em mostrar o outro lado da cultura, especialmente o trânsito caótico (é pior que o nosso, sabia?). Em pelo menos três cenas, eles citam que os motoristas não respeitam nem mesmo uma ambulância com a sirene ligada. Claro que tudo é feito de forma descontraída para atrair ainda mais nossa atenção. Outro fato curioso é que eles misturam os idiomas hindi com o inglês na mesma frase. Por isso, não abra mão da legenda em português, certo?

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De resto, é só apertar o “play” e se entregar à história! Vale muito a pena!

Top 5: Os pais mais incríveis do cinema

O Dia dos Pais vai ser comemorado amanhã (10) e nada melhor do que aproveitar o domingo na companhia do cara mais importante da sua vida. Além do presente e do almoço em família, que tal acrescentar um filme bem gostosinho para assistir com ele durante a tarde? Pegando carona no post do Dia das Avós, preparei uma lista com os cinco pais mais fofos e incríveis do cinema. Tem opções para todos os gostos. É só escolher a que mais combina com o seu “velho” e não se esquecer da pipoca, combinado? Vamos lá:

Gru (Meu Malvado Favorito)

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Parafraseando a nossa querida Agnes, o Gru é tão fofiiiiiinho que super merece ocupar o primeiro lugar deste Top 5. Ele é a prova de que os filhos podem mudar os pais (para muito melhor, claro). Antes de adotar Margot, Edith e Agnes, nosso malvado favorito não era tão malvado assim, mas ficava longe de ter um espírito paternal. Com a chegada das meninas, ele descobriu que é muito gostoso ser paparicado pelas crianças. E na segunda parte da história, percebemos que agora ele faz de tudo – até se vestir de fada encantada – para ver as pequenas felizes. Medalha de ouro na certa!

Daniel/Mrs. Doubtfire (Uma Babá Quase Perfeita)

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Clássico da “Sessão da Tarde” que mora nos nossos corações até hoje, o filme mostra do que os pais são capazes para ficarem perto dos filhos. No caso de Daniel (aliás, uma das melhores interpretações do ator Robin Williams), ele virou mulher e se apresentou como uma babá nos moldes da Mary Poppins para ficar com os filhos mesmo depois de se separar. Esse lado mágico, irreverente e pra lá de divertido encantou até mesmo a ex-esposa. É bonitinho e tem cenas engraçadíssimas que fazem a gente rir mesmo depois de já ter visto inúmeras vezes.

Marlin (Procurando Nemo)

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Quando pensei nessa lista, a primeira opção que me veio à cabeça foi o peixe-palhaço que parte em uma incrível jornada pelo oceano atrás do filho desaparecido. Pois é, Procurando Nemo é um filme fofo que encantou todas as idades, mas tem como pano de fundo a relação entre pai e filho. E o mais incrível de tudo é que, mesmo após 11 anos do lançamento (oi, estamos velhas), o filme conseguiu retratar a realidade das famílias brasileiras. Marlin é viúvo e precisa se desdobrar para cuidar do filho – e isso inclui algumas bronquinhas para educá-lo. Ah, não podemos nos esquecer de que o filme tem a Dori, a peixinha mais querida de nossas vida. Não é mesmo?

Guido (A Vida É Bela)

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Esse é um verdadeiro paizão. Daqueles que conseguem transformar um fato tão triste (como os campos de concentração da Segunda Guerra Mundial) em algo irônico. Cheio de bom humor, ele inventa as histórias mais absurdas para que o filho não perceba o horror da situação que está vivendo. Tanto que o pequeno não consegue processar direito o que acontece no final do filme. Nós, porém, entendemos perfeitamente e dificilmente conseguimos evitar as lágrimas. Sou suspeita porque amo de verdade esse filme e posso ver várias vezes sem enjoar.

Ed Bloom (Peixe Grande e Suas Histórias Maravilhosas)

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Peixe Grande está entre os três melhores filmes que eu já vi na vida, então essa escolha era um pouco óbvia para mim. Esse é o caso clássico do filho que não aceita o comportamento do pai e resolve cortar relações. O que nós percebemos é que o Ed (vivido pelo fofíssimo Ewan McGregor) gosta de florear os acontecimentos da vida para torná-los mais emocionantes e divertidos – e vamos combinar, quem nunca fez isso? É tão mágico, mas tão mágico, que o filme termina sem que a gente de fato saiba se o gigante, a bruxa e as chinesas siamesas (entre outros personagens) de fato existiram. Lindo lindo!

Menção honrosa: Mufasa (O Rei Leão)

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Não poderia, de forma alguma, terminar esta lista sem incluir o Mufasa. Afinal, foi graças a ele que eu (e todos os que cresceram nos anos 90) descobri o que é amor entre pai e filho e, claro, a morte. Pois é, a cena em que ele parte dessa para melhor é considerada uma das mais tensas dos desenhos da Disney. Mesmo assim, o dono da savana é um dos personagens mais queridos dos desenhos. Arrasou, Mufasão!

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Fik Dik Blog de cara nova!

O Fik Dik está comemorando quatro meses no ar. Por isso, ganhou novo layout e nova imagem de cabeçalho. O sistema de navegação no blog continua o mesmo, mas agora está mais personalizado e com o meu jeitinho. Aproveitem!

Top 5: os avós mais fofos do cinema e da TV

Hoje comemora-se o dia da avó. Para celebrar essa data tão especial, a dica é ficar ao lado da pessoa mais querida da família. Uma boa sugestão é brincar de cinema em casa e assistir algo bem gostosinho. Pensando nisso, fiz uma seleção de filmes com os velhinhos (com todo respeito) mais fofos. Olha só:

Rainha Clarisse Renaldi: já falei aqui o quanto eu AMO “O Diário da Princesa”. Apesar de gostar mais dos livros, tenho que concordar que a avó do filme é muito mais legal. Um dos fatores que fazem com que ela fique no meu primeiro lugar é que quem deu vida à personagem é a Julie Andrews, também conhecida como a Mary Poppins. Além de elegante e poderosa, a Rainha Clarisse realiza o sonho de todas as meninas quando transforma a neta-aberração em princesa (sonho ♥). E sempre que eu a vejo, eu lembro da minha avó, então não tinha como dar a medalha de ouro para outra personagem!

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Carl Friedricksen: o vovô de “Up – Altas Aventuras” é o típico teimoso e  rabugento que passa a maior parte do tempo preso nas próprias memórias. Mas é justamente isso que faz com que ele seja o velhinho mais próximo da realidade – quem nunca conheceu alguém assim? É bonitinho ver a falta de tato para lidar com o garotinho Russell, mas o mais fofo é perceber o quanto ele se dedicou ao grande amor de sua vida (uma coisa meio “O Diário de uma Paixão”). E é justamente com esse senhorzinho narigudo e baixinho que a gente consegue tirar ensinamentos lindos e sinceros. Impossível não se emocionar!

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Dona Benta: a dona do Sítio do Pica-Pau Amarelo é retratada como aquela avó que faz de tudo para agradar aos netos, conta histórias, é inteligente, gosta de ler e ajuda a preparar comidas gostosas. Fez tanto sucesso que levou sua turma para a televisão e já ganhou adaptações em séries e até desenhos animados. Mais do que isso, tornou-se a vovó mais querida do Brasil e emprestou seu nome para livros de receitas e virou marca de receita. Merecidíssimo!

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Alfredo: ok, ele não é avó, mas demonstra um carinho enorme pelo protagonista Totó. Incrível mesmo é pensar que esse filme tem quase 30 anos e ainda assim mostra uma das amizades mais sinceras e verdadeiras já retratadas no cinema. Um pouco reclamão, ele também é dono de um coração enorme e gosta de levar a vida com alegria. Além de transformar um menino simples em um cineasta de sucesso, ele também mudou a nossa vida – e nos levou às lágrimas em vários momentos, principalmente no final. Sabe o que é mais legal? Que existem vários Alfredos por aí. É só procurar!

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Avó da Mulan: enquanto pensava em personagens para montar essa lista, eu comecei a lembrar dos filmes que vi na minha infância e me dei conta que a Disney já criou uma senhorinha ousada e bem maluquinha. A avó da Mulan aparece apenas no começo e no final da animação, mas é dona dos comentários mais engraçados. No final, quando a heroína pergunta se o jovem capitão gostaria de jantar na casa dela, ouve-se uma voz ao fundo questionando se o bonitão não gostaria de ficar lá para sempre. Ela é bem fofinha e faz de tudo, tudo mesmo, para ver a neta feliz. Tem atitude mais de vó do que essa?

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Próximos livros que serão adaptados para o cinema

Alguém aí já reparou na quantidade de livros que viram filmes? Só em 2014, vários foram adaptados, como “A Menina que Roubava Livros”, “Divergente” e “A Culpa é das  Estrelas”. No entanto, engana-se quem pensa que levar as obras para o cinema é uma inciativa nova. Os primeiros filmes originados de livro surgiram (acredite!) nos primeiros anos do século XX. E olha só que coisa boa: a proposta é investir ainda mais nesse tipo de produção. Veja a seguir o que vem por aí:

“Como Eu Era Antes de Você”

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Sem dúvida, esse é o livro mais lindo que eu já li na vida. E não foi só comigo, viu? A história escrita por Jojo Moyes encantou tanta gente que a MGM logo se encarregou de comprar os direitos da obra. O enredo gira em torno de Louisa, uma jovem sem muitas ambições que perde o emprego e passa a trabalhar como cuidadora de Will, um tetraplégico milionário. Sem ter nada em comum, os dois não se dão bem no começo, mas, aos poucos, percebem que estão profundamente ligados. Precisa de mais um motivo para morrer de ansiedade? Então aí vai: os roteiristas serão Scott Neustadter e Michael H. Weber (sim, os mesmos “500 Dias com Ela” e “A Culpa é das Estrelas”). Ainda não tem previsão de lançamento, mas já consigo imaginar muitas lágrimas por aí.

 “O Melhor de Mim” e “Uma Longa Jornada”

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Já virou tradição ver um livro do Nicholas Spark adaptado para o cinema. Os próximos da lista são “O Melhor de Mim”, que estreia em outubro nos Estados Unidos, e “Uma Longa Jornada”, ainda em fase de produção. Apesar de achar todos os livros dele iguais, eu gostei muito do primeiro, principalmente do final. Um dos fatores positivos foi a escolha do James Marsden, que combinou muito com o protagonista. O trailer já está disponível e você pode ver clicando aqui. Já “Uma Longa Jornada” tem ritmo um pouco mais lento e fala sobre duas histórias de amor paralelamente. O que se sabe é que Scott Eastwood, filho de Clint Eastwood, viverá o caubói-suspiro Luke e que a previsão de estreia é em abril de 2015. Só nos resta aguardar!

“A Maldição do Tigre”

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Confesso que eu ainda não li a série escrita por Colleen Houck, mas conheço muita gente que adorou! No início deste ano, a própria autora confirmou que a Paramount Pictures comprou os direitos da obra e, em breve, vai começar a produção dos filmes. Depois de perder os pais, a jovem Kelsey Hayes é contratada por um circo e fica encantada com a principal atração do espaço, um lindo tigre branco com olhos azuis. O que ela não sabe é que o animal é na verdade um príncipe indiano amaldiçoado a viver naquele corpo. A primeira parte da saga deve sair ainda no primeiro semestre de 2015 e promete ser um sucesso.

“Garota Exemplar”

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Mais um que está na minha lista de não lidos, mas que me deu vontade, especialmente depois de ver o trailer na semana passada. Ao contrário dos outros, que são romances, esse tem uma proposta que mistura thriller com policial. A história desenvolvida por Gillian Flynn começa com o desaparecimento de Amy na manhã em que faria aniversário de casamento. A partir daí, o marido se torna o suspeito número um e ele precisa descobrir o que de fato aconteceu para provar sua inocência. Pelo que vi, parece ser bom! A direção é de David Fincher (que esteve por trás de sucessos como “A Rede Social”) e o protagonista vai ser vivido por ninguém mais, ninguém menos que Ben Affleck. Parte boa: deve estrear em outubro. Oba!

“50 Tons de Cinza”

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Como jornalista, sou obrigada a dizer que esse livro é um dos mais mal escritos da história. Com todo o alvoroço da época em cima dessa trilogia, resolvi ler e bom… apesar dos personagens serem fracos, o enredo bobo e a proposta nada inovadora, o primeiro volume até passa, mas os outros são péssimos, de verdade. Só que nessa altura do campeonato, a E. L. James já está podre de rica e, sim, verá sua obra ir para as telonas. Já vi algumas fotos e sinceramente não sei se gostei muito dos protagonistas. Mas é bem provável que eu assista só por curiosidade. Para quem ficou na curiosidade, o filme estreia no início de 2015.