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Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 10

Olá, pessoal! Entramos em outubro e os posts do diário da viagem não param. Entramos na reta final da viagem e reservamos os últimos dias para conhecer o restante dos hotéis de Las Vegas. Também tínhamos dois shows para assistir, então, ainda tinha muita coisa para fazer.

Acordamos nesse dia e quem leu o post anterior já sabe qual foi nosso café da manhã: as pizzas da Sbarro que sobraram do almoço do dia anterior (quem nunca?). Não dava para esquentar nem nada, então, a gente comeu em temperatura ambiente mesmo e estava MARAVILHOSO! 🙂

A gente reservou esse dia para fazer algumas coisinhas que eram longe da Strip. A Tâni, minha amiga que viajou comigo, queria muito ir na loja da Gold & Silver Pawn Shop, que a gente conhece aqui no Brasil como a loja do programa Trato Feito. Confesso que eu também tinha curiosidade de saber como era.

Pedimos um Uber do nosso hotel e fomos para lá. Foi engraçado porque o motorista do carro falou: “vocês estão indo lá por causa do programa? Aqui ninguém assiste” e eu falei que era muito famoso no Brasil. Ah, a loja fica na região norte de Las Vegas, próximo ao hotel Stratosphere.

A galera que trabalha na loja não é nada simpática. Para começar, os caras que ficam no estacionamento começaram a berrar com o nosso Uber porque ele não podia parar ali (ele não sabia). Depois, outro cara berrou comigo que eu não podia filmar lá dentro (também não sabia) e a funcionária do caixa berrou com a Tâni dizendo que ela não podia passar do balcão (ela não tinha visto o aviso). Sério, achei todo mundo muito prestativo e simpático em Las Vegas, mas nessa loja é completamente o oposto disso.

Bom, em relação à loja, é bem menor do que parece no programa e só vale a pena se você assiste. No fim, ficamos pouquinho lá, mas deu tempo de comprar umas lembrancinhas.

Quem mais assiste ao programa?

Depois disso, pedimos outro Uber e fomos para uma loja da Barnes and Noble, a livraria mais maravilhosa do mundo, que só tem nos Estados Unidos. Eu precisava comprar uns presentes e, aparentemente, a loja parecia perto. Não sei mesmo dizer onde fica, mas eu sei que a gente demorou uma meia hora para chegar, ou seja, era BEM longe. Pelo menos consegui comprar o que eu precisava.

Eu ainda tinha uma paradinha para fazer antes de irmos para os hotéis da Strip. Sou apaixonada pela Target, que é tipo um supermercado americano, mas com tudo que vocês podem imaginar. Até as roupas são maravilhosas. Como a gente tinha ido no outlet no dia anterior, acabou que achamos tudo muito caro na Target. Compramos só umas camisetinhas e chocolates (claro, né, não pode faltar).

High Roller: a maior roda gigante do mundo

Feito tudo isso, era hora de finalmente ir para a Strip. Pedimos para o Uber deixar a gente no The Linq, hotel conhecido por abrigar a High Roller, a maior roda gigante do mundo. É um passeio obrigatório para quem vai à Las Vegas, mas o mais bizarro de tudo é o preço: no verão, custa U$ 25 se você anda durante o dia. Depois das 19h, o valor sobe para U$ 40. É uma baita diferença, então a gente deixou para ir na hora do almoço mesmo.

Chegamos lá, compramos o nosso ingresso e fomos. O bom é que estava sem fila, então entramos rapidinho. Os vagões são enormes e totalmente fechados (como na London Eye). Estávamos nós duas, mais duas senhoras e um casal com um filho pequeno. Então, dava para sentar em alguns banquinhos que ficam na ponta ou ficar em pé mesmo.

Aqui dá para ter uma ideia da altura da roda gigante

Como falei antes, a High Roller é a maior roda gigante do mundo, então, a volta completa dura meia hora. Como o trajeto demora, dá para aproveitar bastante, tirar muitas fotos, se impressionar com a grandiosidade dos hotéis e ainda acompanhar uma TV, que mostra várias curiosidades. Sério, vale MUITO a pena!

Vista dos hotéis do alto da High Roller (essa piscina mara é do hotel Flamingo)

Depois do passeio, fomos no The Linq Promenade, uma área externa bem legal do hotel The Linq que tem várias lojinhas e restaurantes. É lá, inclusive, que fica a High Roller. Aproveitamos para comprar mais alguns chocolates na loja da Ghirardelli e eu tive que levar junto uma sacola térmica para os doces não derreterem por causa do calor. O bom é que essa sacola é linda e enorme, cabe a vida e eu vou super usar agora no verão!

Comemos no In-N-Out, que também fica no The Linq Promenade, que é uma lanchonete estilo fast food bem famosa na Califórnia e eu não fazia ideia de que tinha uma unidade em Las Vegas. É bem gostoso, mas não dá para comparar com o Shake Shack, que ainda é o meu hambúrguer preferido da vida.

Em seguida, fomos rapidinho para o Harrah’s, um hotel que fica integrado ao The Linq para ver o show do Big Elvis, que a Tâni queria muito. Foi divertido e é de graça, mas não é algo que eu considero obrigatório. Recomendo se você fizer questão e se estiver com tempo sobrando. Foi no Harrah’s, inclusive, que pegamos o monorail para voltar para o hotel logo depois. Eu gostei bastante desse hotel, que é todo inspirado no carnaval de Veneza, com máscaras e muitas cores. Foi um dos meus favoritos!

Mais programação à noite

Voltamos à tarde para o nosso hotel, o Westgate Resort & Casino, para fugir um pouco do calor, tomar banho e trocar de roupa para o show que a gente tinha à noite, já que queríamos ir mais arrumadinhas. Foi coisa rápida, logo depois já saímos.

Pegamos o monorail novamente e continuamos a nossa saga de conhecer mais hotéis. Fomos para o Treasure Island, que muita gente conhece apenas como TI, e parecia ser muito legal porque ele é inspirado em piratas e tem um barco enorme bem na entrada do hotel.

Queria ver um show lá chamado Sirens of TI, que era grátis e todo mundo dizia que era muito legal, mas a gente rodou, rodou, rodou e nada. Até que a Tâni entrou e perguntou para um funcionário que horas ia ser o show. Ele disse: “o show é de dia”. A gente não entendeu nada porque em todos os lugares falava que era um show noturno.

Acabou que eu pesquisei na internet ali mesmo e descobri que esse show foi cancelado em 2013, já que a área aquática onde ficava um dos barcos do show deu lugar a algumas lojas e um restaurante da rede Señor Frogs. Sim, faz 5 anos que não tem mais show, a gente não sabia e eu achei que o Treasure Island ficou meio perdido sem uma atração. Foi o hotel que nós menos gostamos.

Saímos de lá e fomos ver o famoso vulcão do hotel The Mirage e esse, sim, eu achei bem legal. São três apresentações por dia durante o verão e fica lotado, por isso, o ideal é chegar o mais cedo possível e pegar um lugar bem na frente. Achávamos que seria um vulcão de verdade, mas é na parte da frente do hotel mesmo, eles usam algumas pedras artificiais como o vulcão e fazem um número com fogo. Ah, é de graça e dura uns 20 minutos.

Tínhamos ingressos comprados para assistir ao show The Beatles LOVE, que acontece no hotel The Mirage, mas a nossa ideia era comer alguma coisa antes. Só que a gente também queria tomar um drink do Fat Tuesday, aquelas misturinhas que colocam naqueles copos enormes, sabem?

Como tinha um Fat Tuesday bem na frente de onde estávamos, optamos por seguir com o plano do drink. Óbvio que a gente não aguentaria tomar o que vem no copo gigante, então escolhemos uma opção que vem em uma caneca. Peguei um chamado Mangoberry, que vinha com manga, morango e rum. Confesso que não achava que fosse gostar, mas achei uma DELÍCIA, parecia um sex on the beach bem refrescante. O da Tâni também estava bem gostoso. Não lembro exatamente quanto pagamos, mas acho que é U$16 e depois você pode levar a sua caneca e só pedir o refil que quiser por U$ 9.

Foto totalmente sem foco, é só para vocês entenderem como é o drink

Nós precisávamos terminar nossos drinks antes de entrar no show e fizemos isso sentadinhas nas máquinas do cassino, dentro do The Mirage. Quem olhava rápido, podia achar que estávamos gastando tudo em jogo rsrs… Drinks tomados, seguimos para a lojinha do show (que é bem legal) e entramos no teatro.

Como é o The Beatles LOVE?

Como o próprio nome diz, o show foi criado pelo Cirque du Soleil e apresenta vários números ao som das músicas mais famosas dos Beatles. Antes de contar como foi, preciso dizer que a gente chegou, foi para os nossos lugares e tinha uma coluna bem na minha frente. Eu já sabia que o lugar seria ruim (era a opção mais barata), mas por sorte os outros assentos estavam bem vazios e eu perguntei para uma funcionária se eu poderia ir para a fileira do lado. Ela foi muito simpática e disse: “claro, vou verificar para você. Esse lugar que vocês estão é bem ruim mesmo”.

Ela voltou logo depois, convidou as duas senhoras que estavam do nosso lado para mudar de lugar também e eu achei que a gente ia continuar na última fileira, mas em uma posição melhor. QUE NADA! Ela começou a descer, descer, descer e quando vimos, estávamos na quinta fileira, que custava BEM mais caro. Viram como eu falo que o pessoal em Las Vegas faz de tudo para que você aproveite ao máximo sua viagem?

Essa parede colorida do LOVE é linda! (e sim, usei tênis porque não encontrava o cadeado da mala onde estava minha sandália)

Sobre o show, é muito fofo. É tudo muito bem feito, com muitas luzes e efeitos especiais e os números são muito bem elaborados. Achei legal porque a gente conseguiu filmar algumas partes com o celular e ninguém veio reclamar (youtubers agradecem, viu?). Eu iria de novo com certeza, mas achei que faltou ter uma história de fundo, sabe? Tudo bem que os Beatles dispensam qualquer apresentação, mas achei que faltou um enredo. Mesmo assim, recomendo muito! (Mas o O continua sendo o espetáculo mais lindo do Cirque du Soleil que eu já vi)

O show dura uma hora e meia. Quando acabou, eram 23h e a gente ainda não tinha jantado. Passamos por uma lojinha de conveniência do hotel e a Tâni falou: “eu super jantaria esse saco gigante de batata chips e uma Coca-Cola de 600 ml”. Essa ideia me apeteceu bastante, então, a gente fez isso. Compramos a batata, o refri e fomos embora. Comemos no nosso quarto no hotel assistindo ao programa do Jimmy Fallon.

Sei que muita gente deve pensar: “elas estavam em Las Vegas e jantaram batata chips no quarto”. Bom, eu gosto de fazer isso e já estava tarde. Além disso, é sempre bom lembrar que o dólar está valendo mais de R$ 4, por isso, saiu bem barato. Eu ainda tinha que comprar minhas makes, né mores? Prioridades!

 

E foi isso. Eu acabei dormindo vendo TV, acordei um tempinho depois e aproveitei para guardar o resto da batata e escovar os dentes antes de voltar para a cama. Estava tudo maravilhoso, mas faltava uma coisinha ainda: comprar minhas makes. Assunto para o próximo post!

Um beijo e até lá!

Look do dia: camiseta divertida + saia longa plissada

Preciso confessar uma coisa, gente: continuo MORRENDO de vergonha de postar fotos de looks. Sabem como é, meu quadril ainda é enorme, preciso emagrecer pelo menos uns cinco quilos e sou bem tímida na hora de bancar a modelo. Mas aí chamei a Alessandra, minha melhor amiga há 25 anos (a gente se orgulha disso e não cansa de falar) e especializada em fotografia de moda, aproveitamos um dia de sol e o resultado está aqui: um dos looks que eu mais costumo usar. Amo saia e amo camisetas fofinhas!

Ah, este look tem um gostinho especial, já que eu levei meu cachorro salsicha Greg para fotografar comigo. Olhem só:

 

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Camiseta: J. Chermann para C&A

Saia: Target

Sapatilha: Moleca

Fotos: Alessandra Souza

 

Gostaram das fotos?

 

Um beijo e até o próximo post!