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[Especial Retrô] O que teve de bom em 2015

O último post da série especial que criei como despedida deste ano não poderia ser diferente: a retrospectiva de 2015. Como este blog é voltado para o público feminino e fala sobre temas alegres e divertidos, minha intenção é sempre trazer assuntos leves e inspiradores. Mas, enquanto fazia a minha pesquisa habitual para lembrar o que teve de bacana nos últimos doze meses, descobri que… Bom, que o ano foi REALMENTE pesado. Sério, foi uma sucessão de notícias sobre mortes, desastres e ataques terroristas que eu até desanimei!

A solução foi apelar para a minha memória, que funciona muito bem quando quer, para pensar nos bons momentos deste ano. E olha que nós até tivemos alguns. Na verdade, soubemos tirar lições positivas de coisas ruins. Claro que ainda temos muito para percorrer, mas estamos no caminho certo. Olha só:

 

Voltamos à infância com os livros de colorir

download (1)2015 vai ficar marcado como o ano que registrou o maior número de vendas de livros de colorir para adultos. Por volta de março ou abril, todo mundo começou a falar sobre o Jardim Secreto, uma obra que prometia a pintura como forma de relaxamento para quem vive estressado. E, de repente, o livro fez tanto sucesso que muitas editoras e autores pegaram carona e lançaram obras similares. Lápis de colorir nunca estiveram tão em alta!

Em casa, dividi o livro com a minha mãe. Cheguei até a reservar os desenhos que mais queria pintar para que ela não chegasse nem perto. Fui viajar de férias em maio e trouxe um estojo com 72 cores de lápis (foi uma das minhas compras mais felizes). Aí a febre abaixou e hoje em dia algumas pessoas até continuam pintando, mas bem menos. Mesmo assim, foi MUITO legal voltar a ser criança. Eu era um desastre nas aulas de artes, mas descobri que, sim, eu sei pintar e realmente relaxa.

 

Viciamos no Dubsmash

Dubsmash-androidEsse nome aqui em cima pode não te remeter à nada, mas aposto que você baixou – ou pelo menos ficou sabendo sobre – o aplicativo que convidava os usuários a dublar, desde músicas até memes. Exprimente abrir seu Instagram e voltar nos seus posts de abril e maio. Você usou tanto o programa que seus amigos até pegaram bode, certo?

Mas como era engraçado, gente! Tinha de TUDO ali, até o que você menos imaginava. Gravávamos várias dublagens em sequência, mandávamos para todos os grupos de Whatsapp, chamávamos os pais ou os irmãos para participarem. Só que a coisa viralizou de tal modo que enjoou rapidamente. Digo por experiência própria: eu deletei um mês depois.

 

As redes sociais nunca foram tão polêmicas

Você também pegou um certo bode do Facebook? Agora, eu penso duas vezes antes de postar qualquer assunto que renda polêmicas. Explico: parece que todo mundo é obrigado a ter uma postura e “brigar” por ela. Vale desde posição política, feminismo, peso e opção alimentar. Você posta alguma coisa e, de repente, se depara com uma porção de comentários até exagerados só porque você não pensa de uma determinada forma.

São assuntos importantíssimos e acho a discussão superválida. O problema é o politicamente correto, que me cansa demais. Uma brincadeira começa a ser vista como algo de mau gosto só porque dá a entender que privilegia um ponto de vista que não é aceito pela maioria. Eu mantenho a opinião de não comentar e brigar no perfil de outras pessoas, então fico muito chateada quando vejo gente comentando no meu. Daí optei por não entrar mais em polêmicas. Chato, né?

 

Os realities culinários dominaram a nossa televisão

151022184435_master_chef_junior_624x351_reproducao_nocreditA primeira temporada do MasterChef Brasil, exibida no ano passado, foi um dos maiores sucessos de audiência de 2014. Neste ano, no entanto, o reality alcançou ainda mais gente com a segunda temporada e, rapidamente, emendou em uma versão protagonizada por crianças. E, para ser sincera, achei ainda mais legal do que a com adultos.

A febre foi tão grande que praticamente todas as emissoras investiram em um programa do gênero. Tivemos a disputa do Cake Boss (eu não gosto tanto, mas prendeu a atenção de muita gente) e, na falta de um, o SBT contou com dois realities: a versão brasileira do Hell’s Kitchen e o Bake Off. Tenho lido por aí que a tendência é investir no segmento antes que ele esgote. Acho que ainda teremos muitas histórias do tipo em 2016…

 

O dólar subiu – e você passou a valorizar os produtos nacionais

cofrinhoOk, essa parte não é nem um pouco legal e nos deixa desesperadas. O dólar, que era tão amigo há pouco tempo, subiu para valer e passou de R$ 4. Com isso, produtos que saíam por uma pechincha lá fora se tornaram mais caros. Muita gente resolveu comprá-los por aqui mesmo (afinal, temos o benefício de poder parcelar no Brasil), mas teve quem optou por valorizar as marcas nacionais e impulsionou o mercado de beleza, por exemplo, que continuou a crescer mesmo com a crise.

Ah, você deve estar pensando: “mas o dólar diminuiu”. Sim, ele deu uma baixada, mas ainda continua bem alto… Bons tempos em que a gente viaja e ele valia R$ 1. Quem sabe a coisa não melhora? Vamos torcer!

 

O melhor filme do ano é uma animação

Divertida-Mente-PixarJá falei sobre Divertida Mente no post com os melhores filmes de 2015, mas não tinha como passar por essa retrospectiva e deixar esta maravilha de fora. Aliás, o filme não só foi o melhor do ano, como está na minha lista de melhores da vida. É curioso pensar que a melhor produção dos últimos meses é uma animação, já que o gênero muitas vezes sofre o preconceito de ser voltado para crianças (ainda que esteja em crescimento e tenha uma aceitação um pouco maior).

Por falar nisso, este filme não tem absolutamente nada de criança, a não ser a jovem que tem sua mente habitada pelas sentimentos-protagonistas: alegria, tristeza, raiva, medo e nojinho. É psicologia pura, do início ao fim, que faz muito mais sentido para os adultos. Os mais emotivos, aliás, choram de verdade. Eu chorei em todas as vezes que vi. Juro, é um dos filmes mais lindos que eu já assisti!

 

O Fik Dik cresceu

Este humilde blog, que começou sem muitas expectativas, completou 1 ano de existência em abril deste ano e cresceu tanto que virou motivo de orgulho. Ganhou layout próprio, parcerias com empresas renomadas, como a Contém1g Perdizes, um número expressivo (ainda que pequeno) de fãs no Facebook e muitos sorteios lá no Instagram. Em um piscar de olhos, comecei a encarar isto aqui de forma mais séria.

Ainda há muito o que fazer. Quero alcançar mais gente, conquistar novas metas, ir para o Youtube (e eliminar a vergonha de aparecer em vídeos) e criar uma rede bem bacana de leitoras e seguidoras. Mas já consegui tanta coisa legal, gente! Cada comentário positivo que escuto me enche de orgulho e me dá certeza de que estou no caminho certo. Sem falar que o mais legal de ter um blog é fazer novas amizades e eu vivi cada um desses momentos em 2015.

 

Lancei meu livro

cover_front_bigOk, este tópico é puramente pessoal, mas, depois de cinco longos anos, eu resolvi deixar a preguiça de lado e investir no meu livro. Corri atrás do registro, revisei um milhão de vezes e publiquei! Ele virou realidade e é outro motivo que vai me dar orgulho para o resto da minha vida. Sabe quando a gente tem vontade de mostrar para todos os familiares e os amigos?

Para quem não sabe, meu livro é um romance muito fofo inspirado nas músicas do meu muso Adam Young (idealizador do projeto Owl City) e você pode comprar clicando aqui. Eu só tenho que agradecer a todos que me ouviram falar deste livro nestes anos e, principalmente, a todos que leram e me deram feedbacks. Estou TÃO feliz por ter alcançado este sonho!

 

Como falei lá em cima, 2015 foi um ano difícil, mas que trouxe coisas boas. Aproveito para desejar um feliz Ano Novo para todas! Que 2016 nos traga ainda mais felicidade!

5 sites que mudaram a nossa vida

Quando a gente pensa nos avanços da modernidade, fica quase impossível acreditar que muita coisa aconteceu há pouco tempo. Para as pessoas mais novas, pode parecer comum ligar o computador, acessar a internet e fazer o que bem entender. O mais curioso é lembrar que ela começou a surgiu na década de 90, ou seja, entre 15 e 20 anos atrás. Eu me lembro muito bem de quando fomos apresentados a ela. Era algo totalmente inovador.

Junto com ela, vieram alguns sites que tornaram a nossa vida muito mais prática. Tão prática que a gente já não consegue mais imaginar como viver sem eles. Poderia mencionar vários exemplos, mas resolvi resumir em cinco opções. Aqui vão elas:

Google

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Não dava para fazer essa lista e deixar o Google de fora. O buscador mais famoso da web começou a ser desenvolvido em 1997 – há apenas 18 anos – e, em pouco tempo, se tornou poderoso. Eu me lembro muito bem de estar em uma aula de informática na escola e de ser apresentada ao Google. Na época, não dava para entender muito bem o que fazer com ele. Hoje a gente faz de tudo. Para nós, jornalistas, então… é uma maravilha! Nunca mais o simples ato de pesquisar foi o mesmo. Aliás, haja paciência para ver todas as milhões de páginas que abrem quando você digita algo.

O Google é tão forte que criou uma verdadeira comunidade, com aplicativos como Google Earth, Google Maps, Google+ e por aí vai. No Brasil, a empresa chegou há dez anos e é tida como uma das mais incríveis para se trabalhar.

YouTube

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Já contei aqui várias vezes que eu fui aquela adolescente que marcava na agenda a data de lançamento de um clipe. Era um verdadeiro acontecimento. Quando tinha algum compromisso que me impedia de assistir, eu programava meu VHS para gravar. Era muito gostoso e tinha todo um clima de ansiedade e de ligar para a amiga depois para comentar. Mesmo assim, precisamos comentar que não era muito prático.

Até que, em 2006, o YouTube causou um rebuliço daqueles. Eu me lembro perfeitamente de quando entrei nele pela primeira vez e pensei: “hum, e daí?”. Foram apenas alguns meses até descobrir que, sim, ele era fantástico. Eu descobri que dava para ver QUALQUER clipe musical (isso era algo fantástico na época). E hoje em dia, se tornou uma rede social utilizada por milhares de pessoas ao redor do planeta. Isso que é poder!

Facebook

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A gente sabe que o Facebook não foi pioneiro nessa onda de redes sociais. Antes dele, o Orkut e o Twitter causaram muito barulho por aqui. O Twitter ainda existe, mas o Orkut não teve a mesma sorte e foi desativado no ano passado. Por mais que a gente amasse ler os scraps alheios, o design era, sim, um pouco antiquado.

Aí o Face surgiu, dominou o Brasil a partir de 2010 e se tornou uma ferramenta pra lá de completa. Tem gente que usa para reencontrar amigos de infância, outros que usam para fins profissionais (no jornalismo é muito útil, gente) e também tem aqueles que usam por pura diversão. Dizem que ele vai ter o mesmo caminho do Orkut, mas acho que não tão cedo.

Spotify

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Se você viveu sua adolescência na década de 90 ou no começo dos anos 2000, sabe que o discman era quase que um item obrigatório de sobrevivência. Graças a ele, podíamos ouvir nossas músicas a qualquer hora e qualquer lugar. Depois que surgiu a moda de gravar CD, então, era uma beleza. A gente fazia aquela playlist marota, apertava o play e a diversão estava garantida. Parece lindo, mas sempre tinha um disco riscado, uma pilha que acabava antes da hora e um aparelho quebrado – eu era MESTRE em quebrar discmans!

Com o iPod, a coisa já foi melhorando. Daí chegou o Spotify e nada mais foi como antes. A rede, que permite ouvir todo tipo de música, ficou mais conhecida recentemente e conquistou mais de 70 milhões de usuários. O que nem todos sabem é que ela foi criada bem antes, em meados de 2008. Seja como for, amamos a possibilidade de ouvir playlists com temas variados e divertidos (como opções para curtir a sexta-feira, trilhas de boyband etc).

Amazon

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Preciso confessar uma coisa: sou viciada em compras pela internet. É tudo tão fácil e prático, gente! Mas sempre rolam dúvidas na hora de saber se o site é confiável ou se vai cumprir o prazo de entrega. Quer saber onde apostar sem medo? Na Amazon, claro! A empresa norte-americana fundada em 1994 foi uma das primeiras a comercializar produtos na web. Hoje são tantos itens à venda que a gente fica até tonta.

Eu sempre recorri à Amazon quando queria comprar CDs ou livros. Mas olha só que bacana: lá vende tudo, inclusive produtos de beleza. O site, inclusive, me salvou recentemente porque foi um dos poucos lugares em que achei o Silicon Mix de bambu por um precinho legal. Fora que o prazo de entrega é super-rápido e altamente responsável. A gente ainda pode ler algumas opiniões, compartilhar os nossos pontos de vistas, enfim… Recomendo e sou cliente assumida!

A febre do Snapchat

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Soube da existência do Snapchat há muito tempo, em meados de 2011. Na época, ele foi lançado como uma rede social que permitia o compartilhamento de fotos por 24 horas. De início, não vi graça alguma. Qual era o sentido de postar algo sabendo que desaparecia no dia seguinte?

Fato é que o aplicativo demorou para vingar aqui no Brasil. Lembro que, há alguns anos, ele começou a ser utilizado por adolescentes que queriam compartilhar segredos. Talvez seja por isso que eu relutei em fazer parte desse mundo. Via o Snap como uma rede mais jovem e até um pouco infantil.

Até que, de uma hora para outra, o programa pegou. No ano passado, muita gente já usava e dizia que era o máximo. Neste ano, virou febre. Blogueiras e famosas começaram a aderir e a sensação foi se espalhando. Resolvi que era hora de testar e, depois de inúmeras tentativas – sim, ele é bem difícil no começo – estou completamente viciada.

No Snap, é possível postar fotos de até cinco segundos e vídeos com duração máxima de dez segundos. No entanto, não há limite de envio. O usuário pode compartilhar quantos vídeos e fotos quiser por dia. Seus amigos terão acesso a todo conteúdo e poderão ver o tempo máximo do conteúdo no canto superior da tela.

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O que isso significa? Liberdade total para postar qualquer coisa. Pode ser dica de beleza, look, jantar, selfie. O mais legal é que não tem pressão ou julgamento porque só você sabe quantas pessoas viram o seu perfil. Também dá para decidir se o conteúdo poderá ser visto por todas as pessoas que te seguem – no recurso “Minha história” – ou somente com determinados amigos.

O fato de ter tudo deletado após 24 horas é um pouquinho ruim, confesso. Às vezes corro o dia todo e não consigo acompanhar as postagens de alguém que eu curto seguir, por exemplo. Por outro lado, é bom tirar foto de alguma coisa ou de si mesmo e saber que aquela fotografia não vai ocupar a memória do celular (sou dessas que morrem de preguiça de limpar o arquivo de fotos do celular e terminam com mais de mil imagens no arquivo).

Por falar nisso, o conteúdo postado no Snap é de uso exclusivo do usuário. Explico melhor: até é possível dar print de algum vídeo ou foto de outro usuário, mas ele será avisado e essa atitude pega um pouco mal no sistema da rede. Então, é bacana porque permite dividir seu dia a dia com milhares de pessoas, mas também porque preza muito pela privacidade.

Com tantas vantagens, não é de se espantar que o aplicativo tenha caído no gosto dos brasileiros. Ainda não faz parte do time de usuário? Entra lá e aproveita para me seguir (camillachevi).

Sem tempo para malhar? Aplicativo deixa o corpo em forma em apenas sete minutos

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Assim como a maioria das mulheres, eu também sofro para conquistar o peso ideal. Faço acompanhamento com uma nutricionista há dois anos e já consegui mudar bastante meu corpo, mas agora entrei naquela luta terrível para perder os quatro últimos quilos. Por mais que eu faça um esforço e corte doce, fritura e todas as coisas gostosas e perigosas que existem por aí, tenho um sério problema: sou sedentária.

Na verdade, mais ou menos. Descobri a dança de salão há três anos e transformei as aulas (que são deliciosas, diga-se de passagem) na minha forma número um de queimar calorias. Só que o certo seria combinar os movimentos com séries de musculação e aqui entra meu grande segredo: eu odeio academia. Sério, me sinto mal porque tenho zero preparo para aguentar os exercícios e parece que eu sou a única acima do peso – afinal, por que tem tanta mulher magra-palito nesses lugares?

Um dia desses, descobri algo que pode ser a minha (e a sua, por que não?) salvação. Trata-se do aplicativo 7 Minutes Workout. Como o próprio nome diz, a proposta é reservar apenas sete minutos do seu dia para se exercitar. E aí vem a grande sacada: não precisa de equipamento algum. Os movimentos são simples e, o melhor de tudo, podem ser feitos em qualquer lugar. Ou seja, posso fazer em casa, com as minhas roupas nada bonitas de ginástica e assistindo ao que eu quero na minha televisão. Viva!

São 12 exercícios diferentes que devem ser feitos em 30 segundos, com intervalos de 10 segundos entre cada. O mais legal é que os movimentos realmente são fáceis e todas nós já fizemos alguma vez na vida, como polichinelo, flexão, abdominal, step, agachamento e por aí vai… Dá uma olhada:

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Pra quem ficou na dúvida, esse treino rápido equivale a uma hora de musculação pesada. Tem várias versões do aplicativo por aí, mas o que eu mais gostei é que todas acompanham vídeos e gravações para entender os movimentos. O Seven, por exemplo, te dá prêmios simbólicos de acordo com o seu comprometimento e prepara mais movimentos para tonificar outras partes do corpo. Ah, todos são gratuitos e compatíveis com os sistemas iOS e Android.

Ainda não comecei, mas já me programei para testar na próxima segunda. Vale a pena, né?

Perguntados e outros jogos que viraram vícios

Você já conhece o Perguntados? O jogo de perguntas e respostas já virou o vício de muita gente (inclusive o meu). Dividido em 6  categorias – entretenimento, esporte, artes, história, geografia e ciências -, funciona como o Máster, clássico jogo de tabuleiro em que o vencedor é aquele que acerta o maior número de perguntas. Na nova versão, é possível sincronizar com o Facebook e jogar com os amigos ou com pessoas aleatórias. A rodada é iniciada com um giro na roleta que indica a categoria da vez. A cada três acertos, o jogador disputa uma coroa, ou seja, tem a chance de conquistar uma categoria ou participar de um duelo com o oponente. Vence aquele que ganhar primeiro as coroas de todas as categorias antes que as 25 rodadas terminem.

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Não é difícil encontrar a razão do sucesso do aplicativo. Diferente de outros jogos, o jogador não brinca sozinho e ainda tem a chance de aprender fatos que nunca imaginou. O problema é que nós temos apenas 30 segundos para responder. Então, é comum pedir ajuda da mãe, do pai, dos amigos, enfim… De quem estiver por perto!

Gostou? Enquanto espera o download, vamos fazer um aquecimento e ver quem lembra de outros joguinhos que foram hit e que já  roubaram horas preciosas do nosso tempo:

Candy Crush

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A febre de coletar docinhos, gelatinas e brigadeiros conquistou gente de todas as idades, desde crianças até senhores (confessa aí, você também já jogou). Como as primeiras fases eram mais fáceis, o usuário logo se empolgava. Mas então apareciam fases mais complicadas e as cinco vidas acabavam. Só depois de meia hora era possível tentar uma nova chance – ou então pedir para os amigos do Face, o que geravam aquelas infinitas solicitações. O boom foi no ano passado e hoje o número de usuários já caiu. Alguns ficaram com raiva por não conseguirem passar de determinada fase, outros não aguentaram o excesso de etapas, mas ainda tem quem jogue.

FarmVille

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Ah, aquela vida louca resumida em acordar de madrugada para colher as malditas alfaces! Quem não se lembra da famosa fazenda virtual? Sucesso entre 2009 e 2010, época em que ainda não existiam os smartphones, era jogado somente no Facebook, o que fez com que muitas pessoas começassem a usar a rede social. Era gostoso criar porquinhos, cavalos, ovelhas e tantos outros animais, mas e a chatice em esperar 20 horas para ter morangos, laranjas e cerejas? Fora a culpa que a gente sentia em ter dormido bem na hora da colheita e ver que a plantação morreu. Mesmo com a saída dos usuários, a brincadeira de fazendeiro foi renovada e ganhou uma nova versão com aplicativos como o Hay Day.

Song Pop

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Esse tirou o sono de muitas pessoas (digo por experiência própria). Era como o Perguntados, mas voltado para a música. O jogador podia escolher vários ritmos e duelar com os amigos. Alguns segundos da música eram liberados para responder o nome da canção ou cantor. Cada conquista rendia pontos que podiam ser convertidos na compra de um novo estilo musical. Ainda existe, mas quase mais ninguém mais joga. Uma pena, porque a proposta era muito boa!

2048

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É recente e ainda está no auge. Aparentemente fácil, consiste em somar os números múltiplos de dois que aparecem na tela a cada movimento para chegar em 2048. Parece simples, mas é extremamente difícil chegar no resultado. Isso porque quanto mais quadradinhos ocupados, menos espaço livre sobra para fazer as somas. É um verdadeiro vício, que fez até com que fossem criados sites onde é possível customizar e criar a sua versão do jogo. (Preciso fazer um desabafo: eu ainda não consegui ganhar e, sim, tenho  muita invejinha de você que já chegou lá.)

Flash Pops

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Relativamente velho, estourou em 2007. A primeira versão tinha como objetivo adivinhar de que filme eram as trilhas sonoras tocadas. Foi um sucesso na época e ganhou outras fases de cinema, seriados e programas televisivos – tinha até contagem regressiva para o novo jogo. Alguns eram bem difíceis e faziam com que a gente ficasse horas pesquisando a resposta. Não ganhou aplicativo, mas ainda dá para jogar. Quem quiser relembrar, pode clicar aqui.