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[Resenha] Uma Carta de Amor – Nicholas Sparks

Sou menininha, vaidosa assumida e muito chorona, mas morro de preguiça e histórias e livros água com açúcar. Descobri isso depois de ler quase todos os livros do Nicholas Sparks. Quando comprei meu primeiro livro dele (Querido John), em 2010, fiquei tão viciada que fui lendo um atrás do outro. E aí, minha gente, peguei um bode bem grande das histórias dele.

O que acontece é que é sempre a mesma fórmula: tudo acontece em uma cidade da Carolina do Norte, tem sempre um idoso, uma criança ou um animal que dão apoio para o casal principal, que se ama loucamente até um segredo ser revelado. Tem gente que gosta e eu não tenho nada contra, só não é mais meu estilo, entendem?

Tudo isso para dizer que agora eu me limito a cota de ler um livro dele por ano. O escolhido desta vez foi Uma Carta de Amor, o segundo que ele escreveu e que já estava na minha pilha há tempos. Como aconteceu com muitas outras histórias do Nicholas, esta aqui foi adaptada para o cinema e eu me lembro de quando lançou, então tinha uma noção do que falava.

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A protagonista é Theresa, uma mulher com trinta e poucos anos, divorciada e mãe de um menino que encontra uma carta de amor dentro de uma garrafa na praia. Ela lê a declaração e, mais tarde, descobre outras cartas escrita pelo mesmo cara. Como ela está carente e sensível, decide ir até ele para ver se ele é tudo isso mesmo.

Como é uma história do Sparks, o homem, chamado Garret, é lindo, encantador e os dois se apaixonam em apenas dois dias! O problema é que ela mora em Boston e ele, em uma cidade pequena da (adivinhem só) Carolina do Norte. Eles começam, então, um namoro a distância com muitas surpresas e decepções no meio do caminho.

Até aí, confesso que estava gostando. Só que o Garret se revelou um cara tão grudento que começou a me dar preguiça. Sabem aqueles homens que ligam mil vezes? Tem gente que super curte cara assim, extremamente romântico, mas eu sou geminana e preciso de um pouco de liberdade, então peguei uma birra enorme dele. Supera esse passado, homem! Nem parecia que ele já tinha trinta e poucos também…

E a história é basicamente essa, se estendendo por capítulos enormes (alguns com mais de 40 páginas). Mas o que me irritou mesmo foi o final. Achei tão nada a ver, gente! Tão sem sentido! Devo estar ficando insensível porque não chorei nenhuma vez. E olhem que isso é um avanço para a manteiga derretida aqui rs…

Aproveitei para contar mais sobre o livro lá no canal. Vejam só:

E vocês, gostam do estilo do Nicholas?

 

Um beijo e até o próximo post!

 

Avaliação: ♥♥♥

 

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