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[Resenha] Boé Crece Pelo

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Uma das minhas maiores frustrações é ter cabelos finos.  Meu sonho é poder fazer um rabo de cavalo bem farto, daqueles que precisam de elásticos especiais para dar conta da quantidade de fios. Além da impressão de ter pouco cabelo, meu problema é que eles demoram séculos para crescer. Na verdade, eu nunca consegui fazer com que meus fios chegassem ao meio das costas. Por isso, quando soube da linha de tratamento Crece Pelo da Boé quis comprar na hora e comprovar se ele realmente ajuda no crescimento capilar.

Soube do produto por meio da minha amiga Flavinha, que tem um perfil muito bacana no Instragram: o Flavinha Tips (@flavinhatips). Diariamente, ela posta dicas sobre os mais variados assuntos – moda, beleza, gastronomia – e o mais legal é que ela é super pé no chão e só fala de coisas que são acessíveis para todo mundo. Então quase pirei quando ela postou a foto do creme e disse que ajudou muito no caso dela. Como a conheço há anos e sei que tudo que ela põe lá é de confiança, resolvi arriscar.

Ia procurar na Sumirê e na Ikesaki, mas a vontade de testar era tão grande que eu procurei pela internet e achei à venda na Beijo Pink. A linha Crece Pelo (sim, o nome é bem feio) tem shampoos, condicionares e cremes, mas eu comprei só a máscara de tratamento. Para minha surpresa, o potinho chegou antes do prazo previsto (aliás, super indico esse site!) e já testei no mesmo dia.

O que eu mais gostei é o produto é fitoterápico, ou seja, utiliza plantas e ervas medicinais – tudo bem natureba mesmo – para ajudar no crescimento dos cabelos. O cheirinho é bem gostoso e parece com aqueles chazinhos que acalmam. A aplicação é bem fácil: depois de passar o shampoo e o condicionador, é só pegar um punhado do creme (no meu caso, uma mão cheia) e massagear mecha por mecha, principalmente nas pontas.

A parte mais difícil é que o produto precisa agir por 20 minutos. Então eu deixo para passar de fim de semana, quando dá para ficar tranquila vendo TV ou lendo uma revista enquanto o creme faz efeito. Depois disso, é só enxaguar, retirar bem e deixar secar.

Agora vamos a pergunta que não quer calar: funciona? Estou usando há cinco semanas e notei que meu cabelo cresceu mais rápido. Como eu pinto o cabelo, dá para ver melhor por causa da raiz, que está enorme. Além do comprimento maior, eu percebi que estou com mais cabelos. Sabe aqueles fiozinhos que crescem bem no alto da cabeça? Pois é, estou cheia deles. Mas, no geral, vale muito a pena principalmente porque ele também hidrata.

Não dá para dizer que meu cabelo cresceu muito, mas pelo menos ele ficou com uma boa aparência vai?

Não dá para dizer que meu cabelo cresceu muito, mas pelo menos ele ficou com uma boa aparência vai?

O único ponto negativo é que ao mesmo tempo que cresceu mais rápido, ele também favoreceu o aparecimento de pontas quebradas e fracas. Mas isso acontece com bastante frequência quando fico muito tempo sem cortar o cabelo (estou há quase quatro meses sem ver uma tesoura), então não sei se foi resultado do creme ou uma consequência natural. Mesmo assim, recomendo intercalar o uso com uma máscara de cauterização para selar as pontas.

O pote tem 240g e dura muito. Tanto que faz mais de um mês que estou usando e ainda não acabou. Paguei R$59,90 e foi um superinvestimento, já estou até pensando em comprar outro para guardar de estoque. Indico para todo mundo!

[Resenha] Shampoo seco Batiste

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Preciso confessar: amo ser loira. E tive a sorte de nascer com cabelos bem clarinhos, que acabaram escurecendo com o passar dos anos. Aos 14, decidi fazer algumas mechas para ver como ficava. E desde então, não parei mais. Quem pinta os fios sabe que é preciso tomar muito cuidado para eles não ficarem secos. Eu já sofri muito com isso, principalmente porque não cuidava tanto. Agora percebo que ele passou do ressecado para o misto. Antes podia ficar dois ou três dias sem lavar os cabelos. Hoje ele só dura um dia. No seguinte, já está com a raiz oleosa. Por isso, resolvi dar uma chance para o tal do shampoo seco.

Para quem não sabe, o produto promete renovar os fios instantaneamente sem precisar passar pelo chuveiro. Quando soube disso, achei um pouco nojento. Se os cabelos estão oleosos é porque teoricamente estão sujos, então imagina o pavor de passar um shampoo em cima de algo sujo e ainda por cima não lavar depois? Mas depois de ouvir tanta gente falar bem, percebi que estava na hora de arriscar.

 A marca mais conhecida é a Batiste, que fez muito sucesso com os produtos no Reino Unido, e trouxe suas maravilhas para o Brasil. Comprei na semana passada e estava com uma amiga que morou na Inglaterra por um ano e disse que era, sim, fantástico. Foi ela, inclusive, que me indicou a versão blush, que tem um cheirinho mais suave e gostoso. Não é que realmente funciona?

Shampoo A Seco Batiste

O que eu mais gostei é que é bem fácil de usar. Basta borrifar o spray a uma distância de 30 cm da raiz e massagear bem, como se fosse um shampoo tradicional. Assim, o produto consegue penetrar em todos os fios. Depois é só pentear e pronto! Confesso que meus cabelos não ficaram volumosos como o da mocinha aí de cima, mas tirou aquela aparência de sujo e desleixado. Dá para sair tranquila sem achar que todo mundo vai ficar te olhando.

Quer saber mais sobre todas as versões dos produtos comercializados no Brasil? Então anote aí:

Um toque castanho: toques de castanho para misturar à cor dos seus fios. Indicado para cabelos intensos e avermelhados.

Original: clássico shampoo seco que faz com que seus cabelos fiquem instantaneamente limpos, frescos, encorpados e macios.

Fresh: refrescante, traz mais espessura e pode ser usado tanto por mulheres quanto por homens.

Blush (minha opção)com perfume feminino, deixa os cabelos mais encorpados e frescos.

Rendas: com aroma vintage, é perfeito para quem busca estilo e elegância.

Existem outras versões vendidas lá fora, então acredito que logo logo chegará por aqui (Oba!). Indico para todo mundo porque é aquele tipo de produto que veio para revolucionar nossa vida. E olha que bacana: as opções original e blush também são encontradas em frascos menores que cabem na bolsa e na nécessarie de viagem. Acredite em mim, você vai querer sempre tê-lo por perto. Eu, pelo menos, já quero comprar mais uns três para fazer estoque. Aprovadíssimo com louvor!

Comprei na Ikesaki do bairro da Liberdade, em São Paulo, e paguei R$ 19,90 – o precinho amigo, aliás, é outro ponto bem positivo!

Cabelos curtos, sim senhora!

Preciso confessar: adoro mulheres que trocam o cabelão por fios curtos. Ao contrário do que muita gente pensa, os novos cortes são superfemininos e deixam as mulheres com certo ar de poder. Apesar disso, morro de medo de encarar a tesoura. Já falei aqui que meus cabelos são bem fininhos e demoram para crescer, então seria uma verdadeira luta se eu me arrependesse da decisão. E outra, usei cabelo curto durante toda a minha infância e não fica legal porque meu rosto é redondo. Mas anote aí um ótimo incentivo: os curtinhos são megapráticos para o verão e prometem fazer muito sucesso na próxima temporada. Vamos conhecer algumas opções de cortes?

Pixie

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O nome pode até ser chique, mas o corte nada mais é do que o estilo “Joãozinho” repaginado. Antes ele não era muito bem visto por carregar um visual meio masculino, mas agora está em alta. Isso porque é uma aposta versátil e prática que pode ser usada por quase todos os tipos de rostos – exceto os redondos. E olha que bacana: ele combina com qualquer estilo, até as mais delicadas podem usar e arrematar o visu com uma make bem feminina. Engana-se quem pensa que o corte limita as opções de penteado. Dá para deixar mais arrumadinho e comportado em ocasiões formais e usar ao natural durante o dia. Bom né?

Bob

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Assim como o pixie, o bob é a versão chiquetosa do chanel, aquele corte que é mais curto atrás e um pouco mais longo na parte da frente. É uma opção bem bonita que não tem limite de idade. Qualquer mulher pode usar, desde as mais jovens até as mais velhas. E não é algo exclusivo de cabelos lisos, viu? Donas de fios ondulados e cacheados também podem usar, até porque a proposta é manter o aspecto natural. E tem mais: dá para acrescentar uma franja lateral e desfiada para deixar o visu mais moderno e despojado.

Long bob

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É parecido com o bob, só que o comprimento pode ficar entre o queixo e os ombros. É uma boa opção para quem quer passar a tesoura, mas está com medo de arriscar. Atual e bem moderninho, fica ótimo em mulheres mais práticas e que, assim como eu, sofrem para deixar os cabelos crescerem. Ah, como ele é um pouquinho mais comprido, vale enrolar as mechas para variar a produção de acordo com a ocasião. E também dá para usar lenços, tiaras e outros acessórios para atrair todos os olhares.

E aí, prontas para radicalizar?

[Resenha] Colágeno Hidrolisado Vitall – Sweet Hair Professional

Outro dia contei aqui que a minha maior frustração é ter cabelos fininhos. Meu sonho é ter fios volumosos, daqueles que você prende e o rabo de cavalo fica bem gordinho, sabe? Como não nasci com esse poder, testo tudo que é produto que promete deixar os cabelos mais macios, hidratados e, claro, mais bonitos. Aproveitei a ida à Beauty Fair para abastecer meu acervo de itens capilares, mas a luz acabou no meio da feira, então só deu tempo de comprar uma coisa: o colágeno hidrolisado da Sweet Hair Professional.

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O que eu mais gostei nesse produto é que ele é dois em um, faz bem tanto para o cabelo quanto para a pele. Para manter os fios saudáveis e hidratados, basta adicionar uma colher de chá na máscara que você já usa e deixar agir por cinco minutos. Mas, se sua intenção for renovar a pele – principalmente depois dos 30, quando a produção de colágeno (infelizmente) cai – é só misturar uma colher de sopa da substância com água e beber. Antes de fazer cara de nojo, vale sentir o cheiro, que é bem docinho.

Como ainda tenho quatro anos antes de completar três décadas de vida, testei no cabelo. Lavei normal, com o xampu e o condicionador que sempre uso, e depois misturei o pó na máscara de hidratação. Deixei agir por cinco minutos e enxaguei bem para retirar todos os resíduos.

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Melhor parte do produto: o colágeno vem em pó ao invés de creme. É ótimo porque acaba rendendo mais (a embalagem tem 150g)

O resultado? Gostei muito. Senti meus fios mais pesados logo ao desligar o chuveiro. E ficou ainda melhor depois que eu sequei e passei a chapinha (pois é, não vivo sem!), porque o brilho e a maciez aumentaram ainda mais. Ah, fiz um rabo de cavalo e ele ficou bem grossinho, do jeito que eu gosto.

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A montagem acabou cortando um pouco do comprimento dos cabelos, mas dá para perceber que ele ficou com uma aparência mais saudável!

 Se interessou? O ideal é aplicar o produto semanalmente para manter os fios hidratados. Paguei R$ 70 na feira e já quero comprar os outros produtos da Sweet, porque, além de serem bons, as embalagens são fofíssimas! Produto mais do que aprovado. Vou usar sempre 😉

Beauty Fair: loucura que vale (muito) a pena

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Hoje em dia, principalmente aqui em São Paulo, existe feira para tudo. Desde o mercado pet até produtos para banheiros, passando por motos, livros e construção civil. Eu já estive em vários eventos, mas morria de vontade de conhecer a Beauty Fair, a maior feira de beleza das Américas. Ao mesmo tempo, tinha preguiça de encarar a multidão de visitantes. Finalmente, decidi vencer o cansaço e encarar a edição deste ano, que começou no último sábado e termina amanhã. O que achei? Sim, tem muita gente. Sim, é praticamente uma saída de show por causa do empurra empurra. Mas também é incrível para quem é apaixonada por qualquer coisa que envolva o mercado da beleza – ou seja, nós!

O tamanho da feira realmente impressiona. São 82 mil metros quadrados e 500 expositores. Eu sou rata de feira e já cobri muito evento desse tipo como jornalista, mas olha… Nunca na vida tinha visto algo assim. Mesmo chegando bem cedo (começa às 10h), é impossível conhecer tudo em apenas um dia. Meu conselho para quem tem disponibilidade é ir em pelo menos dois dias. Vale super a pena. Te explico o porquê.

Esse é o "pequeno" mapa da feira. Os estandes circulados são aqueles que eu pretendia visitar. Obviamente não deu certo!

Esse é o “pequeno” mapa da feira. Os estandes circulados são aqueles que eu pretendia visitar. Obviamente não deu certo!

A megaestrutura é dividida em sete espaços: profissional, varejo profissional, estética, internacional, negócios, profissional negócios e nails. Apesar de ser mais voltada para os profissionais de beleza, a maioria é formada por consumidores. Por isso, a dica é começar pela área profissional (a vermelha da foto). É lá que fica concentrada a maior parte do público. Isso porque os estandes são bem conhecidos e aproveitam a feira para divulgar produtos que prometem efeitos incríveis aos cabelos. Xampus, máscaras e outros tipos de tratamento dividem espaço com secadores e chapinhas.

É nesse espaço que fica a Ikesaki, Para quem não conhece, é uma loja que vende tudo, absolutamente tudo, de beleza. A empresa possui vários estandes na feira, mas o maior funciona como supermercado. Sério, tem até carrinho para fazer as compras. Parece bom, né? Só que a fila é assustadora. No dia em que eu fui deviam ter mais de 50 pessoas esperando. Ou seja, se você é de São Paulo, tenha paciência e compre nas lojas físicas que o transtorno será bem menor.

Em 2014, a Beauty Fair comemora dez anos e espera receber 145 mil visitantes por dia (Foto: Make a Little Make)

Em 2014, a Beauty Fair comemora dez anos e espera receber 145 mil visitantes por dia (Foto: Make a Little Make)

Depois dessa loucura, vale a pena passear pelo setor de unhas e maquiagem. A Fenzza, por exemplo, levou uma coleção de make da Barbie que me deixou de queixo caído. Além das embalagens serem fofíssimas, tinha uma palheta gigantesca de sombra com mais de cem opções de cores. Dá vontade de comprar tudo, mas já adianto: como tem muita gente que visita a feira porque trabalha com beleza, as coisas não são baratas. Aí depende do quanto você pretende gastar.

A Beauty também é conhecida pela quantidade de artistas que leva. O tempo todo você escuta os gritos histéricos da mulherada. E não dá para fugir muito, porque as atrações duram todos os dias. Vale mesmo pela diversão. Eu já quero voltar. Quem vem comigo?