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Colete no inverno: cinco maneiras de usar

Contei recentemente que ando viciada em coletes. Percebi que não sou a única. Basta a temperatura cair para eles apareceram como elemento de destaque nas produções de inverno. Antes que você faça cara feia, que tal ouvir um bom motivo para começar a usar? Além do couro e do social (já vistos nos anos 70 e 90), os coletes agora aparecem em diversas versões e tamanhos. Tudo para combinar com os mais diversos tipos de corpo e estilo. Com tantas opções, fica difícil escolher um só! Por isso, apresento cinco formas de aderir ao visual do momento:

Colete jeans

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Tem um ar mais despojado, então fica melhor se usado nos finais de semana. Essa é a melhor opção para aqueles dias com tempo incerto – nem calor nem frio. Pode jogar à vontade por cima de blusas e vestidos. Alguns modelos são feitos com capuz acoplado e são ótimos para esquentar o corpo. Aproveite!

Colete esportivo

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Normalmente feitos de náilon, eles já eram usados por atletas e pelos fanáticos por corridas ao ar livre. A boa notícia é que agora não ficam restritos à academia. Dá, sim, para usar em almoços e jantares e até no trabalho. A dica é escolher uma cor mais neutra, como preto ou branco, e combinar com camisas, leggings e botas. Essa versão também é ótima para te acompanhar em viagens para países frios.

Colete de couro

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Já usado pelos fãs de heavy metal, o colete de couro foi adaptado para entrar nas produções do dia a dia. Com tantos estilos e cortes, o segredo é avaliar a imagem que você quer passar. Se a ideia for criar um look com uma pegada rocker, invista nas versões com zíperes e botões. Já os modelos lisos e assimétricos oferecem um visual mais clássico e sofisticado. Boa notícia: vai desde o trabalho ao jantar com as amigas.

Colete de pelo

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Tendência absoluta desta temporada, eles esquentam para valer e também carregam um ar de elegância. Durante o dia, prefira uma produção mais básica, com cores discretas. Se for usar à noite, vale combinar com estampas, como a animal print, e ficar ainda mais chique. Quem tem corpo pera, ou seja, quadril acentuado, pode usar à vontade os coletes compridos. Os curtinhos também são bem-vindos, mas é preciso tomar cuidado para equilibrar a silhueta. E vale lembrar: pelo só se for sintético, viu? Nada de crueldade!

Colete de alfaiataria

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Eles eram febre nos anos 90 e voltaram aos poucos. Nesta temporada, eles aparecem remodelados com corte na altura do quadril. Fica melhor se usado em looks sociais, combinado com a dupla camisa + calça. Fora do ambiente de trabalho, vai bem com camisetas e saias mais justinhas ou até mesmo jeans.

 

(Crédito das imagens: Pinterest)

Achadinho: Amaro Fashion

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O post da minha experiência na Copa do Mundo fez tanto sucesso que eu resolvi compartilhar mais um relato. Já faz um certo tempo que eu estou viciada em coletes (mais alguém reparou que o danado aparece como destaque em várias produções de inverno?). Tenho um de couro e um jeans, mas queria comprar um mais quentinho. Depois de procurar em várias lojas do shopping, parti para uma busca na internet. E foi assim, do nada, que eu entrei no site da Amaro.

De início, o que chamou minha atenção foram os preços. Como estamos em época de liquidação, algumas peças estão bem acessíveis, caso desse top bordado. Mas, além desse fator extremamente positivo, eu amei a proposta das roupas. A grande maioria tem uma mistura boho e folk, que estão em alta e devem repetir o sucesso na próxima temporada. Já estava com aquela vontade de comprar tudo quando eu encontrei um colete bem fofo e quentinho, exatamente como eu queria.

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Já estava decidida a comprar quando tive mais surpresas boas no caminho. Na primeira compra, a cliente ganha R$30 de desconto em valores acima de R$150. Foi ótimo porque eu aproveitei para acrescentar um turbante de oncinha (que também estava na minha wishlist há séculos) no carrinho e ter direito ao benefício. Outra promoção é que você pode indicar três amigas e ganhar descontos se ela comprarem alguma coisa – aliás, alguém aí quer minha indicação?

Aí entra o que mais gostei: a entrega é feita em apenas um dia útil (isso mesmo, UM dia!) com um serviço chamado Total Express e sem custo adicional (pelo menos no meu caso). E realmente funciona! Eu fiz a compra na noite do último sábado (dia 12) e a encomenda chegou ontem. Como se já não bastasse tudo isso, o pacote chegou em um embrulho lindo. Deu para perceber que tudo é feito com muito carinho.

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Olha eu aí toda feliz com o meu coletinho. Nos detalhes, o turbante de oncinha e o embrulho fofíssimo do pacote

Além de blusas, camisas, casacos, calças e shorts, a loja também oferece bolsas e outros acessórios, como chapéus, cintos e tiaras. Eu gostei muito e com certeza vou fazer mais compras assim que terminar de pagar essa. Espero que aprovem também!

 

Crédito das imagens: Amaro e arquivo pessoal

Prepare-se: Yummi Colors na primavera 2014

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Sim, estamos em julho, auge do inverno e época de usar roupas quentinhas para espantar o frio. Mas é exatamente nesse período que as lojas se dividem entre as liquidações e as prévias das próximas coleções. Atualmente, o que mais chama atenção nas prateleiras e araras é a mistura de cores alegres e vibrantes. Não é para menos! Na próxima estação, a tendência será pegar carona no color block e nas candy colors, hits dos últimos verões, e apostar em um novo nome: Yummi Colors.

Na prática, a ideia é a mesma: mesclar peças de roupas coloridas e clarinhas, próximas a um tom pastel. Mas aí entra a novidade: nesta temporada, as cores são mais cítricas e um pouco mais fortes do que as candies e receberam esse novo nome por se aproximarem dos tons de doces e guloseimas. A paleta não muda muito: tem rosa, azul, amarelo, laranja, verde…

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Lupita Nyong’o, Riri, Emma Stone e Helena Bordon são algumas das adeptas do estilo (Crédito das imagens: Got Celeb, M de Mulher e blog Cena Fashion)

Assim como nos outros anos, o movimento não fica restrito ao vestuário e invade bolsas, sapatos e outros acessórios. Na hora de usar, é bom tomar cuidado. A proposta de misturar as cores pode deixar o visual pesado e passar uma imagem errada. O primeiro passo é escolher peças que combinem com o seu tipo de corpo. Ou seja, quem tem muito quadril deve dar preferência a cores mais suaves e deixar as mais fortes para a parte de cima.

Para as mais ousadas, a dica é investir em uma produção monocromática. Fica tão lindo quanto, espia só:

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Nos últimos desfiles, a tendência foi explorada ao máximo (Crédito das imagens: blogs Cena Fashion e Maison A)

Gostou da ideia? Então corre que já dá para garantir as primeiras peças, principalmente em lojas de fast fashion.

Alerta de tendência: Brinco Leque Tassel

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Eu já tinha dito aqui que os maxibrincos (aqueles beeeem grandões) estão em alta. Acontece que um formato de brinco em especial tem atraído a nossa atenção. Trata-se do modelo em leque com aplicações de tessel. Ficou confusa? Não se preocupe, vamos explicar tudo a seguir!

Você provavelmente tem uma amiga ou já viu alguém com um brinco grande com base metálica e uma espécie de cordinha colorida que dá um acabamento parecido com o que vemos em detalhes de sapatos e bolsas, certo? Esse é o brinco do momento! Ele recebe esse nome por conta do formato, que lembra aquele leque antigo e elegante da vovó, e do tassel, que nada mais é do que esse tecido que parece uma cortina.

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Pois bem, o acessório da vez caiu no gosto popular porque pode ser feito em diversos acabamentos. Isso mesmo! A estrutura metálica pode ter acabamento prata, dourada, cobre ou fosca e há uma infinidade de cores de tassel, desde pink, vermelho, preto e branco até mais ousadas, como verde, amarelo e azul (Pensou no mesmo que eu? Sim, tons do Brasil! Daí a presença quase obrigatória em looks para assistir aos jogos da nossa seleção).

Como o brinco é grande e chamativo, fica melhor em mulheres altas com pescoço comprido. Mas nada impede que as baixinhas também fiquem na moda. A dica é deixar o colo à mostra e usar uma blusa ou casaco de cor clara para deixar a produção mais leve e dar destaque para as orelhas.

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Anote aí mais um segredo: o brinco leque tassel fica melhor se usado em eventos noturnos – jantares, festas, cinema e até casamento. Nada de levá-lo ao trabalho, combinado?

Os cinco figurinos mais marcantes do cinema

Eba, chegou o final de semana!  Mesmo em época de Copa do Mundo, vale a pena aproveitar o tempo livre para ver um filme. Se já está pensando em pensando em pegar o carro e enfrentar o auê para achar uma vaga no estacionamento do shopping, pode começar a se acalmar! Isso mesmo! A ideia é escolher um clássico (sim, aquele que você já viu um milhão de vezes) e assistir novamente, mas prestando atenção no figurino. Afinal, as peças usadas podem dizer muito sobre os longas. Quer ver só?

Grease

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Tem estilo mais fofo e bacana do que o dos anos 1960? Calças cigarrette, saias rodadas e de cintura alta, jaquetas colegiais, calças de couro… Pois é, dá para perceber a importância dessa década, já que nós usamos muitas das peças até hoje. E o figurino do filme, assinado por Albert Wolsky, é responsável por facilitar a compreensão do enredo. Isso porque a história se passa em uma escola, onde existe a turma de roqueiros e rebeldes que abusam do preto e das roupas coladas, e das mocinhas, que preferem cores delicadas em tons pastel. Essa diferença também é notável no casal principal, já que a protagonista é toda certinha, enquanto o galã segue uma linha mais ousada. Vamos combinar que essa é uma dupla mais queridas da telona, não é?

Titanic

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Ok, o filme pode não ser grande coisa, mas fez muito sucesso, vai? E, por mais que a Rose tenha sido egoísta por não dividir a maldita da porta com o Jack, ela tinha um closet invejável. É praticamente impossível escolher qual vestido é mais bonito – até aquele mais simples que ela usa na hora do naufrágio é bonito. Mas o mais famoso é o da cena do jantar de gala. Criação da figurinista Deborah L. Scott, a peça é bordô com camadas de chiffon bordado. É justamente nesse momento do filme que nós percebemos um dado histórico muito importante: a diferença entre as classes sociais. Enquanto a riqueza usava tecidos finos e ocupava a primeira classe do navio, os mais humildes tinham poucas peças de roupa e ficavam na parte mais zoneada (que, por sinal, é a mais legal!)

Cisne Negro

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Eu, particularmente, gosto muito desses filmes sombrios que mexem com o psicológico. Mas entendo que muita gente pode não entendido a pegada desse longa. Seja qual for a sua opinião, o importante é a transformação da protagonista (aliás, Natalie querida, você arrasou na atuação) e isso fica muito claro na última parte do filme. No início, Nina é uma jovem bailarina infantilizada pela mãe que sofre ao ganhar o papel principal do próximo baile da companhia em que trabalha. O problema é que, para se tornar o verdadeiro cisne negro, ela precisa ter mais poder, maturidade e sensualidade. Durante a apresentação, podemos perceber claramente a superação. Ela deixa a fantasia branca e delicada para aparecer com uma roupa preta linda e chique feita por Amy Westcott e que ficou ainda mais ousada com aquela maquiagem um pouco tenebrosa. O filme já tem três anos, mas ainda tem gente que escolhe essa produção para festas a fantasia. Superaprovado!

Noivo neurótico, noiva nervosa

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Você certamente já leu por aí que o estilo boyfriend está em alta. Se a ideia lhe agrada, mas você não tem em quem se inspirar, vale muito a pena conferir o guarda-roupa de Annie Hall, interpretada por Diane Keaton. Na época em que o filme foi feito, no final dos anos 1970, as mulheres não sabiam muito bem como mesclar peças masculinas com femininas. Até que vem a figurinista Ruth Morley para provar que nós podemos ficar lindas com coletes, calças mais largas e blazers sem cintura marcada. Tanto é que a própria Diane é adepta desse estilo até hoje. O longa é bem legal e fala dos dilemas de um relacionamento, que continuam os mesmos. Caiu tanto nas graças do público que venceu o Oscar de melhor filme em 1978.

O Mágico de Oz

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Quem nunca se apaixonou pelo vestido azul e branco da Dorothy e os famosos sapatinhos vermelhos? Pois é, o figurinista Adrian Greenburg  foi responsável por criar essa produção clássica que foi leiloada recentemente. Mas, além da mocinha, nós também somos surpreendidas pelo visual rosa bolo de Glinda, a bruxa boa. Sem falar nos queridos homem de lata, leão e espantalho – todos possuem roupas ricas em detalhes. A proposta era justamente essa. O filme, lançado em 1939, foi um dos primeiros a serem produzidos em cores e elas só aparecem quando embarcamos nesse mundo de fantasia (antes disso, Dorothy é mostrada em preto e branco na fazenda em que vive). Por isso, a ideia é impactar e abusar de tons quentes e alegres – vide a famosa estrada de tijolinhos amarelos. E aí, ficou com vontade rever? Eu também!