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6 coisas boas do mês de maio

O ano mal começou e nós já entramos no mês de maio. Antes de ficar desesperada achando que a vida está passando rápido demais (e de fato temos essa impressão), é bom lembrar que maio é um mês muito especial. Sou suspeita para falar porque é quando faço aniversário, mas também é época de outras coisas boas. Precisa de alguns exemplos? Vamos lá:

Mês das mães

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O Dia das Mães é comemorado no segundo domingo de maio. Para as filhas, é tempo de procurar um presente muito especial para agradar essa pessoa tão importante nas nossas vidas.  Para as mães, é a oportunidade perfeita para ser mimada sem culpa pela família. Sem falar no almoço, que geralmente é farto e cheio de delícias. Sei que as mães deveriam ser paparicadas em todos os dias, mas é tão gostoso poder ficar ao lado delas nesse dia que eu nem ligo.

Mês das noivas

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Toda mulher ligada em tradições decide se casar em maio. Mas alguém sabe de onde veio esse costume? Tudo indica que tem a ver com os costumes do Hemisfério Norte, em que maio se passa na primavera. Aí já sabe: juntam-se as flores e o Dia das Mães e pronto, é o mês mais feminino do calendário. Aqui no Brasil, costuma ser o mês mais caro para quem quer casar. Por isso que muitas noivas preferem subir ao altar em outra época.

Pode ter dois feriados

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Não sei vocês, mas eu vivo em função de feriados. É tão gostoso ter aquele dia extra de descanso no mês, não acha? E olha só que bacana: maio já começa com o feriado em homenagem ao dia do trabalho. Mas não para por aí. Em alguns anos, a comemoração de Corpus Christi pode cair no final do mês. É um caso que não acontece com tanta frequência, então a dica é aproveitar muito.

Frio, mas nem tanto

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Maio é o mês que antecede a chegada do inverno. Isso significa que os dias normalmente são frios. A diferença é que ainda existe o solzinho tímido do outono, então o céu fica do jeito que eu gosto: azulzinho e com poucas nuvens. Saímos agasalhadas, mas podemos nos esquentar debaixo do sol.  Tão agradável, gente! E ainda tem a vantagem de que todas as lojas estão preparadas para a moda do inverno. Hora de se adequar às principais tendências da estação.

Uma das melhores épocas para viajar

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Considerado um mês de baixa temporada, maio normalmente apresenta preços mais baratos para quem pretende viajar. Esse é apenas um dos atrativos que fazem com que seja considerada a melhor época para conhecer um destino. Locais no Brasil ainda estão livres das temidas chuvas de inverno, enquanto alguns países da América do Sul já apresentam montanhas com neve. A Europa e a América do Norte vivem o ápice da primavera nesse período, então a chance de ver paisagens coloridas e floridas é certa.

Meu aniversário

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Ok, sei que esse lado de maio só interessa para as taurinas e as geminianas, que fazem aniversário nesse mês. Mas, para mim, é ainda mais especial porque fico mais velha no último dia de maio. Então meu inferno astral se passa todinho em maio e é uma delícia curtir esses 30 dias de expectativa dentro do mesmo mês. Parece que é mais fácil fazer a contagem regressiva. E começar esse processo com um feriado bem no primeiro dia de inferno astral é para poucas, queridas. Desculpem! Brincadeiras à parte, amo muito meu mês e adoro ser geminiana. Quem concorda?

Top 5 – Os restaurantes mais inusitados do mundo

Tem coisa melhor do que o simples hábito de comer? Sou dessas que acorda pensando no café, passa a manhã imaginando o que vai comer no almoço e chego em casa suspirando por causa do jantar. Além disso, adoro planejar em qual restaurante vou no fim de semana. Pois é, preciso comer fora nos dias livres, mas não precisa ser em algum lugar caro. Gosto apenas de saborear uma comida gostosa e quentinha na companhia de pessoas queridas.

Então, quando planejo alguma viagem, penso logo nos restaurantes em que posso comer. Para mim, faz parte do ritual. Assim como é legal listar as lojas em que é possível fazer compras, piro só de pensar em todos os pratos que vou ter a oportunidade de saborear. Aqui entra outro diferencial que o restaurante deve ter para me ganhar: ser original. Acho tão bacana locais que apresentam uma proposta diferenciada para chamar a atenção dos clientes

Por isso, resolvi pesquisar os cinco restaurantes mais inusitados do mundo e acabei me surpreendendo. Alguns são tão diferentes que chegam a ser bizarros. Quer saber mais? Vamos lá:

Rainforest Café, Orlando (Estados Unidos)

A Disney concentra uma série de restaurantes que podem entrar nessa categoria de inusitados. O Rainforest é um deles. Com duas unidades no complexo temático de Orlando, um no parque Animal Kingdom e outro no centro comercial Downtown Disney, é daqueles que já chama atenção do lado de fora. Basta se aproximar para ouvir barulhos de animais como gorilas, elefantes, araras e por aí vai.

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Acontece que o restaurante, como o próprio nome diz, tem a proposta de recriar o ambiente da selva. Você corre o risco de sentar ao lado de uma onça ou de ser sobrevoado por pássaro. A cada tanto, todos os bichos começam a fazer barulhos e a se mexer. Tudo de mentira, claro. E antes que alguém mencione, sim, aqui os animais das selvas e das savanas convivem em perfeita harmonia. É só deixar a criatividade funcionar.

O cardápio, por outro lado, é convencional e apresenta grande variedade. Tem massas, lanches, saladas. Por experiência própria, indico os sanduíches (que são bem no padrão americano, com muito molho e batata frita como acompanhamento) e a sobremesa Volcano, com bolo, sorvete, calda, chantilly e outras delícias.

50’s Prime, Orlando (Estados Unidos)

Você deve estar pensando: outro restaurante da Disney com tanto lugar bacana no mundo? Acontece que é muito mais fácil indicar algo quando nós já experimentamos. Então anote aí: se for visitar o parque Hollywood Studios, meu favorito, não deixe de fazer uma refeição no 50’s Prime. É tão gostoso que nós sempre fazemos questão de incluí-lo no roteiro.

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O nome já explica o que vem a seguir: um restaurante situado em uma cozinha típica dos anos 50. Tudo ali remete ao design da época: as mesas têm cantos arredondados, com sofás fofinhos, azulejos coloridos e televisões bem pequeninas que passam imagens de verdade – só que em preto e branco.

As garçonetes usam uniformes típicos de cozinheiras e o cardápio, segundo elas, é feito com base naquela comida de mãe. Ou seja, é tudo bem caseiro, com carne de panela, purê e por aí vai. A sobremesa mais pedida é um sorvetão que vem com tudo, até confeitos coloridos. E nem pense em recusar, viu? As atendentes logo avisam que lá a proposta é comer muito.

Modern Toilet, Taiwan

Que tal comer como se estivesse sentado no seu banheiro? Pois esse é exatamente o conceito desse restaurante que abriu as portas em 2004 em Taiwan e fez tanto sucesso que abriu outras unidades na China e no Japão. A ideia é exatamente a que está pensando: sentar em vasos sanitários e comer em uma mesa em formato de pias e banheiras.

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Dá para deixar ainda mais nojento? Opa, dá sim. Vamos começar dizendo que os pratos – que incluem nomes nada agradáveis como cocô e diarreia – são servidos em privadas. E na hora de limpar o rosto, nada de guardanapo. Por aqui só existem papeis higiênicos.

Confesso que eu achei tudo muito bizarro, mas todas as filiais do restaurante vivem lotadas. Essa é a pedida ideal para quem não tem frescuras e topa comer qualquer coisa em qualquer lugar. Eu prefiro passar longe.

Waterfalls, Filipinas

Imagine que loucura sentar-se para comer aos pés de uma cachoeira e correr o risco de ter alguns pingos respigando no seu almoço. Parece o cenário de um pesadelo, mas é real e parte de um restaurante localizado em San Pablo, nas Filipinas. O estabelecimento fica logo embaixo de uma cachoeira gigante e inclusive requer que clientes e funcionários estejam descalços – a não ser que não liguem de ficar com os pés molhados.

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O local paradisíaco pertence ao resort Villa Escudero e propõe manter o contato mais próximo com a natureza. Por isso, grande parte das mesas fica ao ar livre, no meio de uma reserva natural, e todas são feitas de bambu. Os hóspedes correm para garantir um lugar perto da cachoeira e nem se incomodam de comer algo com sabor molhadinho causado pelos respingos. Aliás, eles adoram e passam horas fazendo poses para fotos incríveis.

Apesar do cenário inspirador, o cardápio oferece pratos tradicionais da região, muitos feitos a base de frutos do mar. Apesar de não curtir muito a culinária asiática, devo dizer que a ideia desse restaurante me agradou. Quem sabe um dia visito…

‘s Baggers, Alemanha

Dizem por aí que, em um futuro próximo, não será mais necessário ter garçons para garantir o funcionamento de um restaurante. Parece difícil acreditar nessa suposição, mas o ‘s Baggers é prova de que é possível ter um estabelecimento que opera de modo automático.

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Quando o cliente chega, recebe uma espécie de tablet onde diz o número de pessoas que vão se sentar à mesa. A partir daí, é só escolher os pedidos de forma virtual e aguardar. Da cozinha, saem trilhos em espiral que levam os pratos diretamente para cada mesa. Dizem que a sensação é como se as comidas estivessem caindo do céu.

Ok, é inusitado. Mas que tal pensar nas vantagens? Há menos tempo de espera, mais economia para o proprietário do restaurante e menor chance de erro (já que o computador não erra). E vale lembrar: as refeições seguem um conceito saudável e com pouca gordura. Ou seja, além de se divertir, o cliente ainda pode ficar tranquilo com aquilo que está consumindo.

Gostou da lista? O bom é que existem muitos outros restaurantes diferentes por aí. Prometo continuar essa saga em breve…

Fontes: Casa e Jardim, Obvious e Segredos de Viagem

Programas de TV que deveriam voltar

Alguns programas de TV fazem um sucesso tão grande que se tornam inesquecíveis. Prova disso é o Globo de Ouro, exibido entre os anos 80 e começo dos 90, que agora passou a ser reprisado todo sábado à noite no Viva. A audiência do quadro, que trazia as nove músicas mais tocadas de cada semana, é tanta que o show ganhará uma nova versão, com estreia marcada para o dia 17 de novembro (próxima segunda) no mesmo canal. Outra prova dessa teoria é a novela Chiquititas, assistida por praticamente todas as garotas entre 1997 e 2000, e que agora tem um remake que agrada (e muito) uma nova geração de meninas.

Como já disse aqui algumas vezes, eu adoro aqueles programas trash, que não acrescentam nada na nossa vida, mas nos fazem rir de uma forma absurda. Fiz uma listinha com alguns exemplos que bombavam na minha televisão e que, lá no fundo, não me fariam mal se voltassem.

Fantasia

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A gente sabe que os programas apelativos, com mulheres que dançam de biquíni, existem há muitos e muitos anos. Só que, ultimamente, eles ficam restritos aos horários da faixa mais tarde da televisão, justamente por causa da era do politicamente correto. Mas imaginem que, há 17 anos, estreava um programa com muitas dançarinas com roupinhas à la balé do Faustão  que se revezavam para ajudar os telespectadores em diversas provas e brincadeiras. A pessoa ligava por telefone e participava da gincana. Adorava o “Na Boca do Forno”, em que o objetivo era adivinhar em qual forno estava o frango, e o “Batalha Naval”. A primeira temporada durou menos de um ano, mas voltou repaginada logo depois. Foi nesse período, inclusive, que a Carla Perez soltou a pérola “I de escola”. Em 2007, o programa ressurgiu, mas passou a ser exibido durante as madrugas – e devo confessar que me tirou muitas noites de sono…

Olimpíadas do Faustão

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Muito antes da Dança dos Famosos, o programa me segurava na frente da televisão sempre que exibia as gincanas. A mais famosa era a “Ponte do Rio que Cai”, em que o competidor tinha que atravessar a ponte e desviar das bolas pretas que eram atiradas para desequilibrá-lo. Mas também tinha o labirinto, em que ele precisava adivinhar qual era a porta certa para chegar à próxima sala e encontrar a saída. Se errasse, podia esbarrar em múmias e outros monstros. Lembro também de outra modalidade (que, infelizmente, não encontrei o nome) onde o participante fazia um circuito em cima de uma plataforma móvel e precisava pular por cima dos obstáculos e voltar para a base sem cair. Era tão divertido que os diretores do programa até lançaram outras tentativas de gincanas no programa, mas nenhuma deu tão certo. Uma pena!

Em Nome do Amor

O namoro e a amizade corriam solto no Em Nome do Amor

Todo mundo concorda que esses programas de namoro na televisão são extremamente bregas, mas esse se superava. Todo domingo, um grupo de moças e rapazes (bem no linguajar do apresentador Silvio Santos) era convidado para a paquera. As mulheres sentavam-se de frente para os homens e eles ficavam se olhando por meio de binóculos. Aí quando a música começava – normalmente um bolero do Julio Iglesias – eles se levantavam e tiravam as escolhidas para dançar. Essa parte era muito engraçada porque eles saíam praticamente correndo para garantir as moças mais bonitas e o que chegava em último sempre ficava com um cara de decepcionado ao lado da garota restante. Depois do bolerão, tio Silvio ia de casal em casal para perguntar de onde eles eram e o que conversaram para então lançar o bordão: “é namoro ou amizade?”. Se fosse namoro, eles ganhavam um buquê de flores e a bênção do patrão. Os amigos voltavam para a repescagem e esperavam o programa terminar para ver se encontravam outro amor.

Aqui Agora

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Preciso confessar: amo programas policiais. Primeiro porque eles sempre trazem assuntos importantes e eu, como boa jornalista, sinto-me na obrigação de assistir. Segundo porque o apresentador sempre começa a gritar, entrar em desespero e ficar vermelho de raiva sem ter necessidade e isso me faz rir. Só que todos esses programas só existem até hoje por causa do Aqui Agora, que foi um dos primeiros telejornais com apelo popular. Foi pioneiro ao deixar a câmera na mão do repórter e enviá-lo para o meio de brigas e tiroteios. Por causa disso, era comum ver o jornalista fugindo de balas perdidas ou levando socos na cara. A fórmula sangrenta deu supercerto na época e fez com que a audiência do noticiário preocupasse a Globo. Ficou um bom tempo no ar, até começar a perder o público e ser substituído por outro programa.

Popstars

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Já contei aqui que adoro qualquer reality show, mesmo os mais zoados. O primeiro programa do gênero surgiu em 2001, mas ganhou fôlego em 2002 com o lançamento da primeira edição de Big Brother Brasil (sim, o BBB existe há 12 anos). Impulsionado pelo interesse do público, o SBT levou ao ar um dos primeiros realities musicais do Brasil: o Popstars. Ao invés de tornar um único cantor famoso, a proposta era criar uma banda só de meninas com cinco integrantes. Assisti do começo ao fim, torci, fiquei triste ao ver gente boa saindo, mas adorei a formação final do grupo Rouge (isso mesmo, aquele que cantava Asserejê). Não demorou para eu comprar o CD e decorar todas as músicas. E, olha, as músicas até que era legalzinha.  O Rouge continuou firme e forte até 2005 e algumas integrantes se deram bem. A Patrícia quis outro nome artístico, passou a atender por Lissah Martins e virou atriz de musical. A Karin também foi para a televisão e hoje protagoniza várias novelas e séries da Globo. Já o Popstars teve outra edição, em 2003, e lançou o Grupo Bro’z, só com meninos. Depois disso, nunca mais. Será que rola uma volta?

Disney Club

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Quando o Aqui Agora saiu do ar, muita gente fez cara feia. Menos as crianças, que ficaram surpresa ao ver que podiam ver desenhos animados da Disney no início da noite. Assim surgiu o Disney Club, que misturava uma série com três garotos pré-adolescentes que tinham uma espécie de clubinho e comandam os desenhos que passavam. Alguns realmente marcaram época, como Timão e Pumba, Pateta e Max e Marsupilami. Fora que antecediam a novela Chiquititas, então era quase obrigatório assistir aos quadros em sequência. Além da diversão e do entretenimento, as meninas tinham outro motivo muito especial para ligar a TV: o Juca, que virava o Caju quando entrava no clube, era uma gracinha. Duvido que você nunca tenha suspirado pelo ator Diego Ramiro. Depois que o Disney Club acabou, em 2001, ele não fez muita coisa e hoje anda bem sumido. E hoje já nem há muito espaço para desenhos animados na TV aberta, então acho bem difícil – praticamente impossível – termos uma nova versão. Mas ninguém duvida de que seria muito legal!

O que não pode faltar na mala das férias de verão

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Amo viajar, mas detesto arrumar mala. Como boa geminiana, demoro horas para decidir o que levar e sempre acabo colocando peças a mais. Só descubro que levei um determinado vestido, por exemplo, quando volto para casa e preciso desarrumar a bagagem. Sei que não sou a única que tem calafrios só de pensar nisso, então preparei um guia bem fácil e prático para descomplicar essa missão.  Quer ver quais peças que não podem ficar de fora da mala?

Biquíni

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Não dá para pensar em verão sem ele, não é mesmo? Para evitar exageros, a dica é calcular o número de peças de  acordo com a duração de viagem. Use o mesmo biquíni dia sim, dia não – para que ele possa secar – e procure escolher aqueles modelos que te deixam mais à vontade. E lembre-se de levar todos os acessórios usados com os trajes de banho: chapéus, óculos de sol, cangas ou toalhas, saída de praia e, claro, protetor solar. (Clique aqui para conferir os biquínis que farão muito sucesso neste verão.)

 

 

Pijama

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Tem gente que dispensa, mas eu adoro um pijama fresquinho para dormir no verão. Escolha um que seja feito com material leve, como malha fria, e formado por regata ou camiseta de manga curta e shorts. Aqui vale pensar também na duração da viagem. Eu costumo usar o mesmo pijama por uma semana. Então, se as suas férias forem mais longas, vale a pena levar uma peça reserva.

 

 

 

Blusinhas

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Não se esqueça de checar a previsão do tempo no local que será visitado durante os dias que estiver lá. Com isso, dá para saber melhor o que levar. Se a temperatura estiver alta em toda a viagem, invista nas regatinhas básicas que combinam com qualquer tipo de programa. Para evitar problemas, é bom ter também algumas blusinhas de manga curta. E, claro, algumas peças estampadas para usar à noite.

 

 

Shorts e saias

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Os shorts são bons para usar por cima do biquíni. Vale levar um jeans, que é superversátil, e outro com tecido mais molinho que também pode ser usado em festas e outros eventos. Já as saias são perfeitas para passeios no final da tarde. As longas são bem estilosas e estão em alta, principalmente se tiverem estampas étnicas ou florais.

 

 

Vestidos

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Amo vestidos porque caem bem em qualquer situação, desde a praia até a balada. Durante o dia, a dica é investir nos mais soltinhos e coloridos. Para os eventos noturnos, é importante avaliar o tipo de ocasião. Se for algo mais formal, escolha uma peça mais arrumadinha com algum detalhe para chamar atenção – nada de exageros, combinado?

 

 

Chinelos

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Poderia facilmente usar chinelo para ir a qualquer lugar, mas entendo que tem muita gente que faça cara feia só de pensar na possibilidade.  Além de confortável, é o tipo de calçado que mais combina com praia e piscina. Aqui entra uma questão de gosto. Prefiro modelos estampadinhos e delicados, enquanto tem gente que gosta mais dos neutros. Seja qual for o estilo, o importante é não esquecê-los em casa.

 

 

Rasteirinhas

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Lindas e práticas, são a cara do verão. O melhor é que há tantas opções no mercado que ninguém tem desculpa para dizer que não encontrou um modelo que combine com o seu estilo. A regra funciona igual a dos vestidos, ou seja, o importante é usar algo que combine com a ocasião. Ao longo do dia, entram versões mais simples, enquanto a noite pede mais brilho.

 

 

 

Salto

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Todo mundo tem um sapato preto de salto alto preferido, não é? Então não deixe de levar. Ele vai ser seu melhor amigo naquela balada que surgiu de última hora (e a gente sabe que sempre aparecem uns eventos inesperados durante uma viagem). Não gosta de salto? Procure saber como é o local para avaliar se é possível usar outro tipo de sapato.

 

 

 

Ficou mais fácil fazer a mala? Então aproveite para ver o post sobre o passo a passo para arrumar a mala de inverno.

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época