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[Especial Halloween] Top 5 – Filmes de terror que marcaram a minha infância

Já contei aqui no blog diversas vezes que sou fã de filmes de terror psicológico, aqueles que exploram os extremos causados pelas nossas próprias loucuras, e fiz até um post com os meus favoritos. Não me lembro, no entanto, de ter dito que também adoro filmes convencionais de terror. Sim, aqueles cheios de sangue, serial killers, mocinhas tontas e sustos – aliás, quanto mais trash, melhor!

Morria de medo quando era pequena e passei noites sem dormir pensando nos “monstros” que via na TV, mas mudei completamente de ideia quando entrei na pré-adolescência. Amava alugar filmes e passar a tarde toda vendo (taí duas coisas que eu morro de saudade: alugar filmes em locadoras + passar horas e horas sem ter nada para fazer).

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Tinha verdadeiro PAVOR do Chucky!

Aproveitei que o Halloween vai ser comemorado neste sábado (31) para relembrar os filmes que mais me marcaram nesta época. Vamos a eles?

 

Pânico

Quando o primeiro filme da trilogia– que teve uma quarta parte lançada há alguns anos, mas que nem conta de tão fraquinha – estreou, eu tinha apenas oito anos. Só de ver a máscara clássica, eu já morria de medo. Ao mesmo tempo, tinha muita curiosidade em saber se era bom. Ou seja, foi um dos primeiros que eu assisti quando passei a ficar viciada em filmes de terror.

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Vi todos na sequência e amei tanto que revia sempre com as amigas. Mesmo sendo fraquinha, a história inspirou muitos longas em que o assassino assustava suas vítimas com telefonemas e escondia sua identidade até os últimos minutos. Ficar na dúvida o filme todo, aliás, era muito legal!

A Hora do Espanto

Lembram quando disse que tinha pavor de filmes de terror quando pequena? Certa vez estava mudando de canal e vi uma cena apavorante de A Hora do Espanto (devia ter uns sete anos). Daí cheguei aos nove e resolvi ver inteirinho com uma amiga. Foram tantos gritos e sustos que eu passei a noite inteira acordada. Fiquei tão traumatizada que tinha calafrios só de pensar no filme.

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Até ele passar no SBT alguns anos mais tarde, eu assistir mais uma vez – com um olho aberto e o outro fechado – e descobrir que é bem tosquinho. Para quem não sabe, o clássico de 30 anos conta a história de um garoto amedrontado pelo vizinho vampiro. Hoje eu digo com toda certeza: é ZERO assustador. Coisas de criança, né?

 

A Casa da Colina

Esse era um dos meus favoritos durante a minha febre de filmes de terror na pré-adolescência e tinha um sabor especial porque começava com algo que eu amo até hoje: montanha-russa. Pois é. A sequência inicial mostrava um cara maluco que inaugurava uma montanha-russa e convidava os jornalistas para darem uma volta, até que o carrinho da frente se soltava propositalmente dos trilhos e todos achavam que iam morrer. Sério, era MUITO legal!

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Daí esse mesmo cara e mais algumas pessoas eram convidadas para passar uma noite em local muito macabro usado como hospício. Não preciso nem dizer que coisas muito estranhas começam a acontecer e ninguém consegue sair da casa (clichê, eu sei). O final é horrível, mas o filme tem cenas que até hoje me deixam com medinho (tipo essa aqui de cima). Ah, a montanha-russa lá do começo é a do Hulk, do parque Islands of Adventure, em Orlando. Na primeira vez em que andei, depois de ver o filme, rolou uma tensão muito gostosa…

 

Premonição

Muita gente não sabe, mas eu morro de medo de avião. Arrisco dizer que é o que eu mais tenho medo na vida. Isso nunca me impediu, no entanto, de ver filmes que retratam desastres aéreos, como acontece na primeira parte de Premonição. O nome não é em vão, já que o protagonista (interpretado pelo Devon Sawa, famoso por participar do filme Gasparzinho e de um clipe do Eminem, além de ser meu crush na adolescência) tem uma visão de que o avião em que está com os colegas de classe cairá.

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Ele e mais algumas pessoas são retiradas da aeronave, até que ele vê tudo se tornar realidade. A partir de então, a morte os persegue um a um. Eu gosto até hoje e vi todas as sequências, sendo que cada uma explora um tipo de desastre diferente, como acidentes de trânsito, em pistas de automobilismo e, o mais legal de todos, em uma montanha-russa (tenho até o DVD desse aqui em casa).

 

Lenda Urbana

Muitas pessoas conhecem o Jared Leto por ser vocalista da banda 30 Seconds to Mars, mas eu o conheço muuuuito antes disso por ter sido o galã de outro filme de terror clássico do fim dos anos 90. Como o próprio diz, a trama girava em torno de uma menina (daquelas bobocas bem típicas dos filmes do gênero, sabe?) que morava em uma cidade assombrava por um assassino que matava suas vítimas de acordo com lendas urbanas.

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O problema é que agora ela é cercada por novos crimes inspirados nos mesmos que aconteceram anos antes. Não tem nada de diferente, mas fez tanto sucesso na época que inspirou uma sequência beeem ruinzinha.

 

Hoje em dia a gente tem noção do quanto esses filmes são fraquinhos, mas eu amava assistir várias e várias vezes. Aliás, estou seriamente pensando em fazer isso agora. Quem apoia?

Top 5 – Filmes na estrada (road movies)

Quem está acostumada a entrar neste blog sabe que eu adoro fazer listas sobre qualquer coisa, principalmente filmes. Uma das marcas registradas deste espaço é o Top 5, em que aponto os melhores longas (na minha opinião, claro) de uma determinada categoria. Consigo assistir a qualquer tipo de história, mas tem uma em especial que me chama atenção logo de cara: filmes passados em estradas.

Sabe aquela história em que o protagonista precisa chegar a uma determinada cidade e, para isso, parte em uma viagem de carro e se mete nas mais diversas confusões ao longo do caminho? É desse tipo de filme que eu gosto, conhecidos como road movies. Sou tão viciada nesses enredos que pensei neste Top 5 há muito tempo, mas só consegui postar agora. Vamos conhecer os eleitos?

 

Férias frustradas

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Não sou muito fã de comédias, mas, quando gosto, gosto MESMO. Se vejo no cinema, saio da sala e já combino de ver de novo com uma amiga. Se assisto em casa, faço de tudo para comprar em DVD. E, sim, dou risada nas mesmas partes SEMPRE e volto para ver de novo. É exatamente o que acontece cada vez que vejo Férias Frustradas. O filme original é de 1983 e fez muito sucesso na Sessão da Tarde e no mundo inteiro, tanto que rendeu três continuações (a última foi lançada recentemente).

A história é simples: uma família que decide cruzar os Estados Unidos de carro durante as férias para ir a um parque temático. O que tem de tão engraçado assim? Tudo! Sério, são tantas confusões que a gente até começa a se identificar. Afinal, quem nunca teve uma viagem que se tornou desastrosa? Fora as discussões que são comuns em qualquer situação familiar. É aquele clássico que a gente precisa ver pelo menos uma vez na vida, sabe?

 

Pequena Miss Sunshine

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Sensação do Oscar de 2007, é outro que se tornou um clássico dos road movies familiares. Neste caso, o motivo da viagem é que Olive, a caçula do clã, foi classificada para um concurso de miss em uma cidade longe. Todos embarcam em uma jornada a bordo de uma kombi amarela – que se tornou um símbolo do filme – e muitas confusões e segredos são revelados no meio do caminho.

A história aqui é uma mistura gostosa de drama e comédia. Têm alguns temas comuns que nos fazem refletir, mas as partes engraçadas são realmente de tirar o fôlego, especialmente o fim (que não vou contar para não perder a graça). O mais bacana é que dá ver com as amigas, o namorado, os pais, sozinha… Diversão pura!

 

Na Natureza Selvagem

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Outro enredo muito comum nos filmes de estrada é o protagonista que decide largar tudo e partir em uma viagem para começar uma nova vida. Um bom (e ótimo) exemplo é Na Natureza Selvagem, em que um jovem recém-formado decide doar todas as suas economias, rompe contato com os pais e sai em uma jornada rumo ao Alasca, onde vive apenas com o básico e necessário.

Além de paisagens maravilhosas, a trilha sonora é marcante e inspiradora com canções de Eddie Vedder, o líder da banda Pearl Jam. Também faz a gente repensar sobre nossos valores, nosso estilo de vida e o que podemos fazer para sermos pessoas melhores. O melhor é que é baseado em uma história real!

 

Quase Famosos

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Como quase todo jornalista, tive meus momentos em que sonhava em trabalhar em veículos de música para entrevistar astros. Para ser sincera, acho que todo mundo já imaginou como seria respirar música 24 horas por dia, certo? Esse foi um dos motivos que fez com que eu me apaixonasse por esse filme, que marcou o início da minha adolescência. Nele, o protagonista é um jovem de 15 anos que consegue um emprego na revista Rolling Stone para acompanhar uma famosa banda dos anos 1970.

Esse grupo parte em sua turnê pelos Estados Unidos e o garoto vai junto, registrando cada momento. Conforme os dias se passam, ele fica mais próximo dos integrantes e, aos poucos, torna-se praticamente um membro do time. O legal aqui é acompanhar um pouco da história do rock da década de 70, pirar com os figurinos e entender mais sobre o universo da música. Ah, essa história foi baseada na vida do próprio diretor, que acompanhou a turnê da banda Led Zeppelin.

 

Um Parto de Viagem

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Outra comédia que mistura Férias Frustradas e Se Beber Não Case, que eu também amo de paixão e que entrou no Top 5 do Dia do Amigo. Aqui a trama gira em torno de um executivo que precisa voltar para casa para acompanhar o nascimento do seu primeiro filho. O problema é que ele se mete em uma confusão com um sujeito pra lá de esquisito (interpretado por Zach Galifianakis, engraçado por natureza) e os dois são expulsos do avião.

Resta, então, uma viagem de carro em que os dois começam se odiando, mas, aos poucos, tornam-se bons amigos. Até lá, passam por situações divertidíssimas e a gente até perde o fôlego de tanto rir. É impossível não rir, sério! Outro que dá para assistir com uma companhia gostosa por perto ou até mesmo sozinha!

 

Quer uma dica? Escolha o filme com base nas cidades retratadas na história. Assim, fica mais fácil programas suas próximas férias e, quem sabe, partir em uma viagem pela estrada!

Top 5: Filmes para comemorar o Dia das Crianças

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Responda rápido: você também era do tipo que ficava ansiosa quando chegava outubro só por conta dos Dia das Crianças? Eu adorava! Era a chance de ganhar um presente (ou melhor, aquele brinquedo que eu tanto queria) em uma época que não era Natal nem meu aniversário. Claro que depois a gente cresce e a vida perde um pouco da magia, mas ainda assim a data é especial porque também comemora o Dia de Nossa Senhora Aparecida, conhecida como a padroeira do Brasil – celebração que rendeu uma palavrinha que a gente tanto ama: FERIADO!

Mas como será que surgiu essa homenagem para as crianças? A verdade é que o Fundo das Nações Unidas estipulou o dia 20 de novembro para celebrar a data, mas cada país acabou escolhendo o dia que achou melhor. No Brasil, a coisa toda aconteceu por volta dos anos 50, quando a Estrela – uma das maiores fábricas de brinquedos da época – lançou uma semana especial de comemorações, que culminou no famoso dia 12 de outubro.

Seja como for, é hora de aproveitar o feriadão prolongado para ficar perto das crianças (filhos, irmãos, primos) e assistir aquele filme especial. Vamos conferir o Top 5?

 

Toy Story 3

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Todos os filmes da franquia Toy Story são lindos, mas por que escolher logo o 3? Porque é aquele em que a gente entende a importância que os brinquedos têm na nossa vida. Chega um momento em que a gente precisa dizer adeus aos bonecos que foram inseparáveis nos nossos primeiros anos. Nesta sequência, Andy ingressou na faculdade e vai morar em outra cidade. Com isso, deve levar apenas o suficiente na bagagem e percebe que não terá espaço para seus brinquedos. Woody, Buzz e todos os outros personagens que a gente ama vão se envolver uma nova aventura pra lá de emocionante (emocionante mesmo viu, gente? Pode até assustar crianças mais novas, então é bom tomar cuidado). Mas é lindo e tem tudo a ver com a data!

 

Os Goonies

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Não me lembro de falar deste filme em outro Top 5 aqui do blog, mas é um clássico dos anos 80 (aliás, amo filmes infantis de aventura dos anos 80) que mora no meu coração até hoje. Uma turma de amigos acostumada a se envolver nas mais perigosas missões encara um novo desafio com tudo que as crianças amam: lugares macabros, piratas, gigantes, vilões caricatos e até um pouquinho de romance. Sabe aquela história que a gente pode ver várias vezes sem enjoar? Aqui está um ótimo exemplo. E o melhor: vale para crianças de qualquer idade, inclusive as mais “grandinhas”.

 

Os Batutinhas

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Acho que também já falei deste filme antes, mas é tão fofo e marcou tanto a minha infância que não tinha como ficar de fora. Sabe aquele período da nossa vida em que a gente odeia os meninos e os meninos nos odeiam? Então, essa é a pegada da história. Os Batutinhas são uma turma de amigos que se reúnem em um clubinho exclusivo para meninos. O problema é que um deles se apaixona por uma garota e passa a ser visto como traidor. O foco é justamente falar sobre o valor da amizade, especialmente com os primeiros amigos que fazemos ao longo da vida. Faz anos desde que assisti pela última vez e acho que está na hora de rever, quem concorda?

 

O Mágico de Oz

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Você certamente já assistiu a história da garota Dorothy ao menos uma vez na vida, certo? O que quase ninguém acredita é que o filme original já tem 76 anos (isso mesmo, SETENTA E SEIS anos). A fórmula para fazer sucesso depois de tanto tempo? Os personagens tão característicos, desde a protagonista e seus sapatos vermelhos brilhantes que fazem qualquer garota pirar, até o trio formado pelo Espantalho, Leão e Homem de Lata, além das bruxas boa e má. Fora o cenário, que é realmente mágico e entrou para a história. Este é outro exemplo que a gente pode ver sem cansar, inclusive entre amigas.

 

Ratatouille

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Em tempos de MasterChef Brasil e outros realities culinários, vale assistir esta animação da Disney/Pixar que não fez tanto sucesso por aqui, mas é uma delicinha. Tudo porque conta a história de um simpático ratinho que sonha em ser chef de cozinha, mas não pode realizar sua vontade porque… bem, porque ele é um rato e ratos não combinam nem um pouco com cozinhas. A solução? Compartilhar seu dom com Linguini, um ajudante atrapalhado que precisa manter seu emprego a qualquer custo. Nasce, então, uma parceria muito gostosa e que dá água na boca. Vale MUITO a pena!

 

Mesmo que você não tenha crianças por perto, que tal escolher a opção que mais gostou e relembrar os tempos de infância? Feliz Dia das Crianças 🙂

Top 5 – Filmes para curtir a primavera

E ela vem chegando, toda linda e florida! Sim, amigas, a primavera começa na próxima terça-feira (22) com a promessa de deixar nossos dias mais alegres. Além da temperatura mais quente, a estação significa renascimento (daí o surgimento das flores) e despertar. Eu gosto muito desta época do ano porque quer dizer que o fim do ano está chegando. Por mais que ultimamente a gente fique preocupada com o fim do ano porque tudo parece passar rápido demais, é um tempo gostoso em que todos parecem estar mais felizes. Por isso, preparei um Top 5 bem fofo para curtirmos a chegada da primavera.

O Jardim Secreto

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Lembro de ter visto este filme pela primeira vez no cinema logo quando estreou e de depois ter visto inúmeras vezes. Sem dúvida, foi um dos que mais marcou minha infância. O mais legal é que, apesar de agradar em cheio as crianças, emocionou muitos adultos. É que ele fala justamente sobre esse renascimento das mais diversas formas. Mary, a protagonista, é uma menina mimada que perde os pais e vai morar com o tio em uma mansão na Inglaterra. Cansada de viver sozinha, ela começa a explorar a propriedade com a ajuda do primo e do filho de um dos serviçais e descobre um jardim trancado. Os três fazem de tudo para abrir esse jardim sem saber do poder que ele tem. É TÃO lindo, gente! Preparem o lencinho porque é impossível não chorar!

 

Sob o Sol da Toscana

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Este filme foi lançado em 2003, quando eu tinha apenas 15 anos, mas me marcou tanto. É que mostra situações que todas as mulheres já passaram ou vão passar em algum momento da vida. Isso porque a protagonista é uma escritora que se divorcia e decide recomeçar a própria vida em uma casa de campo na Toscana. Essa mudança faz com ela se conheça melhor, tenha altos e baixos em relação à autoestima e se abra para novos romances. O mais legal é que essa história é verídica e baseada em um livro homônimo. É a pedida ideal para ver com as amigas, com a irmã, com a mãe, enfim… Com mulheres ao lado!

 

Bambi

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Chegamos à cota Disney dos Top 5 aqui do blog com um dos filmes mais tristes já feitos pela companhia. Bambi deixou muita criança traumatizada (inclusive euzinha aqui) porque o pobre protagonista perde a mãe quando ainda é criança – em uma das cenas mais tristes do cinema – e tem que viver sozinho na floresta com seus amigos. Tudo parece perdido, mas ele cresce e se torna adulto na primavera, quando se apaixona e tem forças para impedir que novas mortes aconteçam. Muita gente da minha idade assistiu ao filme achando que não era tão velho assim, mas ele é de 1942 e o quinto a ser produzido pela Disney. Fiquei tão impressionada que nunca mais vi, mas está na hora de ver de novo. Quem concorda?

 

Mesmo se nada der certo

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Ok, este filme não tem nada a ver com primavera, mas fala justamente sobre renascimento e novas chances. Tudo acontece quando uma compositora se muda para Nova York com o namorado, que é um músico de sucesso. Acontece que o moço (interpretado por ninguém mais ninguém menos que Adam Levine, nosso vocalista muso do Maroon 5) resolve terminar tudo e ela passa a viver sem rumo, quando se apresenta em um bar e desperta a atenção de um produtor que acabou de ser demitido e que precisa urgentemente encontrar uma nova sensação da música. Os dois decidem gravar um álbum independente em locais públicos da cidade, o que rende momentos engraçados e uma nova forma para os dois de encarar a vida. É bem bonitinho, cheio de músicas fofas e do mesmo diretor do filme Once (que eu AMO!).

 

Vida de Inseto

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Normalmente posto apenas um filme da cota Disney por Top 5, mas Vida de Inseto é tão bonitinho que vale a pena fazer uma exceção. A trama gira em torno de uma colônia de formigas que precisa estocar comida durante a primavera. Flik faz parte do grupo e cria um projeto engenhoso para ajudar na coleta, mas acaba destruindo toda a comida que tinha sido guardada e as formigas são ameaçadas por gafanhotos. Flik decide encontrar outros animais para ajudar a resolver o problema e a confusão começa. A história pode até não parecer a mais animada, mas o filme é cheio de significados para nós, adultos. Sabem aqueles em que a gente tira um monte de significado? Então 🙂

 

Agora você já sabe: é só escolher o filme que mais gostou, chamar os amigos e apertar o play! Bom início de primavera!

Top 5 – Filmes para quem gosta de dança

Vamos concordar que não tem nada mais gostoso do que dançar? Ok, você pode ser tímida quando o assunto é dança em público, mas com certeza já se pegou dançando sozinha no quarto, certo? É algo involuntário: quando nos damos conta, já estamos mexendo nossos pés e balançando a cabeça no ritmo da música – nem que seja parada no trânsito.

Eu sempre gostei de dança, mas era do time que morria de vergonha. Até que eu comecei a fazer dança de salão e perdi completamente o medo. Foram quatro anos muito felizes (resolvi dar um tempo recentemente) e que me inspiraram para criar este Top 5 com filmes pra lá de divertidos para quem gosta de se arriscar na pista:

O Lado Bom da Vida

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Como já disse aqui no blog, amo filmes que exploram o lado psicológico das pessoas. Lançado no Brasil em 2013, este filme mostra a loucura de algumas pessoas de uma forma leve e até cômica em muitos momentos. Pat, por exemplo, é um homem que perdeu tudo – inclusive a mulher – por causa de seu comportamento agressivo e resolve reconquistá-la depois de passar um tempo internado em um sanatório.

Para isso, conta com a ajuda de Tiffany, que promete enviar as cartas que ele escreve para a esposa contanto que seja par dela em um concurso de dança. Apesar de não levarem o menor jeito para decorar a coreografia, eles acabam se aproximando durante os ensaios e compartilhando momentos de desabafo e revolta. Aliás, foi por este filme que Jennifer Lawrence ganhou o Oscar de Melhor Atriz.

Dirty Dancing

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Eis um clássico que todas meninas devem assistir pelo menos uma vez na vida, muito embora a maioria de nós já tenha perdido a conta de quantas vezes viu. A trama gira em torno de Baby, uma jovem que vai passar as férias com a família em um hotel e acaba se aproximando dos funcionários do hotel, que adoram se reunir para dançar. A confusão acontece quando entra para um concurso de dança ao lado do instrutor bonitão de dança do hotel. Aos poucos, ela deixa de ser desajeitada na pista e se apaixona por ele.

Ok, a gente sabe que o filme é bobinho e cheio de clichês, mas aquela sequência final – sim, aquela mesma que é feita ao som da música famosa I’ve Had The Time Of My Life (que nós sabemos cantar de cor) – inspirou muitos casais e grupos de dança por aí. Essa é a pedida ideal para ver com as amigas e muita pipoca!

Flashdance

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Outro clássico dos filmes de dança da década de 80. A diferença é que a história não é tão melosinha. Muito pelo contrário, o enredo é bem simples: uma jovem que trabalha como operária durante o dia e dançarina à noite sonha em ganhar a vida como bailarina e se prepara para participar de um teste em uma renomada escola de dança. Morria de vontade de assistir, mas, quando finalmente realizei minha vontade, descobri que a trama toda é centrada nisso. Não tem surpresa alguma, sabe?

A única parte legal é que ele é cheeeeio de cenas clássicas e a trilha sonora é recheada de hits. Além da famosa What a Feeling, regravada por milhares de artistas, tem a cena da faxina ao som de Maniac (com direito a collant e polainas) e a coreografia em que ela se senta em uma cadeira e é molhada por um balde de água. O sucesso é tanto que serviu de inspiração para muitas cantoras, como a Jennifer Lopez, que se baseou nele para o clipe de I’m Glad.

Os Embalos de Sábado à Noite

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A década de 70 foi inspiradora para a moda, não é mesmo? Tanto que está super em alta neste finalzinho de inverno. Mas, além das peças cheia de estilo e brilho, o período também ficou conhecido pela era disco. Abba e Bee Gees são bons exemplos dos hits que bombavam naquela época. Essa é justamente a proposta deste filme: falar sobre Tony Manero, um rapaz que adora reunir os amigos para dançar.

Sim, o filme todo também só fica nisso. Até tem uma historinha: ele decide chamar a bonitona Stephanie para ser sua parceira em um grande concurso, mas os dois vivem brigando e, aos poucos, ele percebe que a vida é maior do que a discoteca. Seja como for, fez com que o ator John Travolta fosse reconhecido internacionalmente e fosse chamado para participar do filme Grease – outro sucesso que a gente AMA!

Billy Elliot

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Preciso confessar algo: este foi um dos primeiros filmes em que eu me lembro de ter chorado. É que eu sou bobona e fico toda feliz quando vejo alguém realizando um sonho, mesmo que seja apenas ficção. Nesse caso, o pequeno Billy, de 11 anos, deseja se tornar um bailarino profissional e precisa superar o preconceito para alcançar seu maior objetivo e estudar a dança em uma escola renomada.

O que mais espanta é que o filme já tem 15 anos e, mesmo assim, ainda vemos casos de homens que são discriminados porque optam pela carreira de dançarino. Apesar de ter alguns momentos engraçados, a história tem todos aqueles elementos de dramalhão e até originou um musical na Broadway. Para quem gosta de dança, é um filmão!