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Top 5 – Filmes para comemorar o Dia das Mães

E uma das grandes delícias do mês de maio está aí, gente! O Dia das Mães, que será comemorado no próximo domingo (10) é aquele dia em que nós homenageamos a pessoa mais importante das nossas vidas: as mães. Sei que elas merecem ser amadas em todos os dias do ano, mas é bacana ter uma data para comemorar tudo o que fazem por nós. Pensando nisso, preparei uma lista com os filmes que mais retratam o universo familiar e exaltam a maternidade. Procurei trazer histórias que mostram essa realidade de pontos de vista diferentes.

Ah, vale a pena lembrar: aqui no Fik Dik não tem espaço para preconceitos, então por mãe a gente entende que é uma pessoa que se dedica a nos amar e nos educar para a vida. Não precisa necessariamente ser mãe. Pode ser avó, tia, irmã e – por que não – pai, avó e por aí vai. Prontas para conhecer os filmes escolhidos? Vamos lá:

Minhas Mães e Meu Pai

The Kids Are All Right

Apesar de ter sido lançado há cinco anos, o filme traz um assunto que está mais em alta do que nunca: o fato de muitas mulheres optarem por ter filhos com inseminações artificiais de doadores anônimos. Nesta história, Jules e Nic são duas mulheres casadas e mães de dois filhos, que estão loucos para conhecer a identidade do pai. Eles partem então em uma jornada atrás desse misterioso homem e, quando ele finalmente aparece, os problemas começam. Ao ser apresentado para a família, ele desperta ciúme e outras sensações que podem acabar com o relacionamento das mães (uma delas vivida pela linda e brilhante Julianne Moore). No fim, o filme mostra que a maternidade vai além de gênero e orientação sexual.

Um Sonho Possível

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Outro filme muito bacana que prova que basta ter amor para se tornar mãe. Neste caso, a mãe é Leigh Anne, que pertence a uma família rica e que um dia encontra Michael, um jovem negro e filho de uma viciada, que é mais conhecido como Big Mike. Vendo que o rapaz não tinha onde dormir, ela o convida para dormir na sua casa e, a partir de então, é criado um laço de cumplicidade que dificilmente se romperá. Claro que nem tudo é tão fácil e eles precisam enfrentar uma série de problemas, inclusive o preconceito, para que sejam aceitos como mãe e filho. O mais legal é que a história é real e rendeu o Oscar de melhor atriz para Sandra Bullock. Lindo lindo!

Juno

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Sabemos que a maternidade tem muitos lados bons, mas nem todas as mulheres têm vontade ou mesmo estão prontas para encarar esse desafio. No filme Juno, isso fica muito claro. Uma adolescente de 16 anos acaba engravidando do amigo com quem apenas uma noite e fica desesperada. Depois de desistir de fazer um aborto, ela resolve procurar uma família que queira a criança e conhece um casal rico e com boas condições financeiras, que inclusive oferece dinheiro para a garota. Ela recusa, mas começa a conviver mais com eles e decide que eles serão os pais adotivos de seu filho. O longa foi uma das sensações de 2008 e mostra a realidade muitas adolescentes grávidas de uma forma que mistura drama e comédia. Bem fofo!

Os Incríveis

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Chegamos a nossa cota Disney de todos os Top 5 aqui do blog com uma das melhores animações feita pela Pixar. Neste filme, somos apresentados à uma família de super-heróis que se esforça para ser normal formada por um casal, a filha adolescente, o filho criança e um bebê. O problema é que cada um deles tem um poder especial e é cada vez mais difícil viver como humanos. Hellen, a mãe, é praticamente a mulher-elástico. Somente se esticando muito para conseguir dar conta de todos os afazeres domésticos. Isso fica ainda mais claro quando eles partem em uma aventura para salvar o mundo. É daqueles filmes leves que a gente pode ver várias vezes sem cansar e ainda apresenta dois bons motivos para dar play agora mesmo: a personagem Edna Mode, estilista fofa, e a certeza de que ganhará uma sequência no ano que vem. Queremos já!

Minha mãe É Uma Peça

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Já diz o ditado que “mãe é tudo igual, só muda o endereço”. Em um dos filmes de maior bilheteria nacional dos últimos tempos, conhecemos a querida Dona Hermínia, uma senhora divorciada e mãe de dois filhos que é como a nossa: briga, pega no pé, dá bronca e tem suas manias. Depois de descobrir que seus filhos não gostam dela, ela resolve sair de casa e deixa todos muito preocupados. É uma história engraçadíssima, perfeita para assistir ao lado da família, e estrelada pelo humorista Paulo Gustavo.

Gostou das ideias? Agora é só apertar o play e assistir ao lado da pessoa mais importante da sua vida. Feliz Dia das Mães!

Top 5: Filmes com cachorros

Contei aqui algumas vezes que eu herdei da minha família o dom de amar cachorros. Todos os meus parentes mais próximos têm cães em casa e nós sempre sorrimos quando encontramos um cãozinho passeando na rua. Somos aqueles que param, fazem carinho e perguntam “como é o nome dele?”. Por isso, basta saber de algum livro, filme ou série protagonizada por esses bichinhos para já atrair nossa atenção.

Aproveitei essa paixão para fazer um Top 5 em clima de fofura com os melhores filmes estrelados por cachorros. Quando comecei a listar as minhas histórias favoritas do gênero, ficou longo demais (estava mais para Top 20). Com muita dor no coração, acabei deixando alguns de lado e fiz as minhas escolhas com base em personagens clássicos do mundo canino. Aqui estão eles:

101 Dálmatas

1779686-2462-inJá começo com o integrante que preenche a cota Disney (já repararam que eu sempre trago uma animação da Disney nos meus Top 5, né?). Não dá para pensar em qualquer filme com cachorros e deixar 101 Dálmatas de fora. Uma das histórias mais clássica das animações, tem como foco um casal de dálmatas que tem 15 filhotinhos.

Só que todos eles estão correndo perigo porque a estilista Cruella de Vil – aliás, uma das melhores vilãs da Disney – quer usá-los para fazer um casaco de pele. É aquele tipo de filme que nunca cansa e ideal para assistir com toda a família ou com os amigos. Uma verdadeira fofura!

Marley e Eu

marley-euConsiderado um dos melhores filmes que abordam a relação entre homens e cachorros, conta a trajetória de Marley, um labrador desajeitado e que adora fuçar onde não deve. Baseado em uma história real escrita por seu dono, o jornalista John Grogan, mostra todaa vida do cão, desde que foi adotado quando ainda era filhote, até o momento de sua morte.

O começo é fofinho e engraçado, mas o final é tão real que é impossível segurar o choro. Vi no cinema e lembro que a menina atrás de mim tinha dificuldade até para respirar. Mesmo assim, confesso que depois que eu assisti ao filme, ficou mais fácil entender que os cãezinhos realmente têm uma missão mais curta na Terra. Vale ver – mesmo que uma única vez – e se encantar com as travessuras do mascote da casa.

Beethoven

Os-10-cachorros-mais-famosos-do-cinema2Se você viu esse filme quando era criança, aposto que olha para qualquer cachorro da raça São Bernardo e pensa: “olha, é o Beethoven”. Clássico dos clássicos, a primeira parte da franquia foi lançada em 1992 e conta sobre a chegada do cão gigante na vida da família Newton.  Depois de ser roubado quando ainda era filhote, ele foge e acaba se refugiando com os novos donos.

Apesar dos inúmeros pedidos da esposa e dos filhos, o pai não quer a responsabilidade de cuidar de um cachorro, mas acaba cedendo. Só que, com o passar dos dias, ele precisa aprender a se controlar quando vê que o mascote aprontou alguma travessura. Para transformar seu ódio em amor, ele passa por um ato de coragem para salvar o cão. É tão fofo que originou várias sequências (no segundo o cachorro tem filhotinhos), mas o original é, sem dúvidas, o melhor de todos.

Scooby-Doo

ScoobyLevante a mão quem nunca assistiu pelo menos um episódio do desenho animado Scooby-Doo. Eu adorava ver a turma de amigos em busca de fantasmas e morria de medo em algumas cenas. Mas sabe o que é mais chocante? Pensar que o desenho foi criado em 1969 e que continua passando até hoje, prova de que o dogue alemão que dá nome à série é mesmo um sucesso.

Tanto que o primeiro filme, que estreou em 2002, originou uma sequência que já conta com duas outras histórias. Na primeira, o grupo formado por Salsicha, Daphne, Velma e Fred –além, é claro, de Scooby – precisa se reunir novamente depois de muito tempo para juntos derrotarem mais mistérios. Apesar do tamanhão, o cachorro é o que mais tem medo. Fofinho, né?

O Artista

872_artista-598634-4f3ad54068886Grande vencedor do Oscar de 2012, é um filme francês que divide opiniões por ser inteiramente mudo e em preto e branco. Esses recursos funcionam como uma referência à época em que se passa, entre os anos 20 e 30. Tudo para mostrar o declínio de um ator de sucesso de  uma forma mais impactante. Particularmente, gosto muito do longa.

Seja qual for a opinião, o que ninguém pode negar é que o cãozinho Uggie, da raça Jack Russell, é um ator e tanto. Para emocionar o público na pele do cachorro do protagonista, ele não poupa carinhas fofas. Roubou tanto o filme que foi indicado a diversos prêmios e ganhou o Palm Dog Awards, além de ser o primeiro cão a ter suas patas expostas na calçada da fama.  Hoje ele está aposentado e colhendo os frutos de sua carreira. Bom garoto!

Menção Honrosa: O banquete

Winston_THUMB-1413567312336É o curta metragem mais lindo que eu já vi e não poderia ficar de fora dessa lista. Exibido nos cinemas antes de Operação Big Hero, conta a história de Winston, um vira-lata que foi adotado ainda filhote e que gosta muito de comer. Seu dono o oferece de tudo, desde ração até pizza e sorvete. Só que ele começa a namorar uma vegetariana e o cachorro agora precisa se acostumar a ter uma refeição mais saudável. Winston, claro, não gosta nada da ideia e faz cara feia sempre que vê uma folha pela frente.

Quando o namoro termina, o cãozinho aproveita para comer todas as guloseimas de volta, mas então percebe que seu dono está triste e descobre que a felicidade dele é mais importante do que os seus alimentos em excesso. Chorei todas as vezes que vi porque o meu cachorro é exatamente assim, ama comer e faz de tudo para ganhar petiscos. É tão lindo que ganhou o Oscar deste ano na categoria curta de animação. Vale muito a pena. Muito mesmo!

Agora já sabe: é só escolher um (ou mais) filmes desta lista e escolher um lugar no sofá para assistir. De preferência com o cachorro ao lado.

Top 5 – Os Filmes da minha vida

Dia desses fiz um post muito bacana em que contava sobre os livros que, de algum modo, marcaram minha vida. Chegou a hora de falar dos cinco filmes que ocupam um lugar especial no meu coração. Enquanto pensava nessa lista, percebi que quase não tem romance ou comédia, a maioria é formada por aqueles dramas pesados que te chocam para provocar vários ensinamentos. Quer ver?

Cisne Negro

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No post especial que eu preparei para comemorar o Halloween, contei que gosto de filmes de terror. Mas a verdade é que não falo apenas daqueles longas bem trash, com monstros, espíritos e uma quantidade enorme de sangue. O meu gênero favorito é o terror psicológico, aquele que mexe com a cabeça do protagonista e que, claro, acaba nos influenciando também. Talvez seja por isso que Cisne Negro é o filme mais incrível que eu já vi. Ele foi lançado no Brasil no início de 2011 e eu estava em um período de redescobertas. As críticas eram mistas: tinha gente dizendo que era ótimo, enquanto outros diziam que era horroroso. Isso já bastava para atiçar minha curiosidade, mas aí vi o trailer e quase pirei de tanta ansiedade.

Lembro de ter ido em dois cinemas com uma amiga e todas as sessões estarem esgotadas. Ela desistiu, mas eu esperei até a outra sessão, que seria só dali a duas horas. Foi o primeiro filme que eu vi sozinha no cinema. Saí tão extasiada que contei para todo mundo e assisti mais umas três vezes no cinema. A história gira em torno da bailarina Nina, que precisa fazer um exercício de autoconhecimento para libertar seu lado mulher e interpretar o cisne negro no novo balé da companhia de dança em que trabalha. Só que, para fazer isso, ela começa a enlouquecer de verdade (daí a parte do terror psicológico). As cenas esquisitas, que envolvem conversas malucas e quadros se mexendo, não agradaram muitos dos meus amigos, mas renderam o Oscar de Melhor Atriz para Natalie Portman.

Réquiem para um Sonho

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Outro motivo que me fez AMAR Cisne Negro é que o filme é dirigido por Darren Aronofsky, que também é diretor de outro clássico do terror psicológico: Réquiem para um Sonho. Nele conhecemos quatro personagens: Harry (interpretado pelo Jared Leto ♥), sua mãe Sara, sua namorada Marion e seu melhor amigo Tyrone. Todos começam bem, mas acabam se entregando a um vício. Os três mais novos só se preocupam em saber como conseguirão traficar mais drogas, enquanto Sara quer emagrecer a todo custo, pois vive a ilusão de que será convidada para participar do seu programa de TV favorito.

O problema é que eles acabam se viciando tanto que começam a ficar loucos. Sara, por exemplo, começa a exagerar na dose dos remédios que tiram o apetite e passa ter alucinações. A parte dela, juro, é a que me dá mais medo, justamente por saber que tem muita gente que faz qualquer coisa só para ficar com o corpo que acha ser o ideal. O bacana do filme é justamente isso: ver a que ponto as pessoas podem chegar ao buscarem um sonho. Fora a trilha sonora, que sempre provoca em mim uma mistura de tristeza e aflição – foi ela, aliás, que despertou minha vontade de ver o filme.

Peixe Grande

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Já falei dele aqui, mas nunca expliquei o motivo de ser tão importante para mim. O filme conta a história de Edward Bloom, conhecido por fantasiar os acontecimentos de sua vida, desde seu nascimento até a forma como conquistou sua esposa. Só que esses floreios nunca encantaram seu filho, que decide parar de falar com o pai. Quando ele fica doente, é hora de reunir a família para descobrir se os personagens mais importantes de sua trajetória, como o gigante e as chinesas siamesas realmente existiram ou se fazem parte apenas da imaginação de Edward.

Assisti no cinema em 2004 sem esperar muita coisa. Fui porque o trailer parecia bom e porque tinha o Ewan McGregor no elenco. Naquela época, eu gostava muito dele por sua atuação em Moulin Rouge. Só que o filme é tão fofo (e também tem uma trilha sonora bem marcante) que eu acabei gostando de verdade. Até me emocionei no final, mas fiquei com vergonha de chorar porque minha mãe estava do lado. Já vi umas trezentas vezes e não consegui enjoar. E gosto ainda mais porque a banda Yellowcard, que marcou o fim da minha adolescência e começo da vida adulta, fez a música “How I Go” em homenagem ao filme.

Magnólia

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Entre 2007 e 2008, a minha diversão era entrar no Flash Pops. O site tinha vários jogos, que permitiam adivinhar o nome de filmes e programas de televisão ouvindo apenas as músicas usadas como temas. Eu costumava ir bem, mas sempre tinham umas canções em que eu empacava e não conseguia descobrir por nada. Uma delas era Wise Up. Não lembro como cheguei à resposta, mas soube que a música tocava em Magnólia. Naquele momento, lembrei que o Tom Cruise tinha sido indicado ao Oscar pelo mesmo longa.

Na época, tinha uma locadora do lado da minha casa e eu aluguei o filme, que eu só conhecia por ter três horas de duração e por ter uma cena com chuva de sapos. Mas, na verdade, o objetivo é mostrar como as relações podem mudar de uma hora para outra. São várias histórias intercaladas e unidas por um programa de perguntas e respostas, como o produtor do quadro que está doente e prestes a morrer, sua esposa que não o ama e só pensa no dinheiro, seu filho que o odeia e um policial que só pensa em fazer o bem. No decorrer de um dia, todos são obrigados a enfrentar seus medos e provar que nada é por acaso. Cheio de significados e mensagens subliminares, é um filme lindo lindo que fica na cabeça por dias.

Cidade de Deus

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Não lembro se já disse isso aqui, mas não sou muito fã de filmes brasileiros. Mas tem um que não poderia ficar de fora dessa lista. Quando Cidade de Deus chegou aos cinemas, eu tinha 14 anos. Era proibido para menores de 16 anos, então minha mãe foi a primeira a ver. Lembro que ela disse que era muito forte e que teve vontade de sair da sessão em vários momentos. Só fui ter a minha opinião sobre o filme um ano mais tarde, quando compramos o DVD. Na primeira vez que vi, achei um pouco confuso e não consegui entender muito bem a mensagem.

Assisti de novo durante o vestibular, porque caía na prova da faculdade que eu mais queria entrar. Prestei mais atenção e depois participei de uma palestra com professores que analisaram o filme e que me fizeram vê-lo de outa forma. A história da origem da briga pelo tráfico de drogas nas favelas do Rio de Janeiro envolve muito mais do que tiroteios e palavrões. Infelizmente, é algo que faz parte da realidade do Brasil e que rendeu vários prêmios ao redor do mundo, inclusive indicações para o Oscar.

E aí, quais filmes fazem parte da sua vida?

Top 5: Especial Halloween – Os filmes de terror mais assustadores de todos os tempos

Outubro chegou ao fim e sabe o que isso significa? Que é hora de comemorarmos o Halloween, o famoso dia das bruxas. Como não temos o costume de sair por aí fantasiadas, como acontece em outros países, o jeito é chamar os amigos e colocar um filme bem macabro para assistir. Para te ajudar na missão, selecionei uma lista com os longas mais assustadores que já foram feitos. Alguns entraram por serem clássicos e outros por terem me deixado com medinho (e olha que eu já vi muito filme de terror por aí). Quer saber quais são? Então vamos lá:

O Exorcista

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Não dá para falar de filme de terror sem pensar nele. Considerada a obra cinematográfica mais perturbadora do mundo, deixou muita gente sem dormir por dias. Em 1973, quando foi lançado, não se falava tanto de exorcismo e não existiam muitos efeitos especiais. Então dá para imaginar o choque que foi ver a cabeça de uma menina girar 360 graus ou então essa mesma garota descer uma escada deitada e de cabeça para baixo. Minha febre for filmes de terror começou quando eu tinha 11 anos, mas lembro de ter demorado um ano para ver O Exorcista por achar que ficaria com medo. Quando finalmente tomei coragem, dei tanta risada que eu mesma me surpreendi. Mas vale por ser um clássico e por ter servido de inspiração para muitos filmes do gênero.

O Exorcismo de Emily Rose

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Esse é um dos casos de filmes que pegaram carona em O Exorcista. Mas, ao contrário da maioria, que é bem ruim, esse é bom. Com surtos de epilepsia, psicose e esquizofrenia, Emily Rose recebe um tratamento médico que não dá efeito e resolve consultar um padre que acredita que sua doença é sobrenatural. O problema é que ela morre e o padre é então processado. É aí que a história começa e se concentra na advogada de defesa, que reconstitui em sua mente as situações vividas pela jovem. Vi no cinema, no final de 2005, e fiquei um pouco impressionada. Toda vez que as cenas voltavam para a Emily, já ficava apreensiva. Mas o que mais me deixou encucada é que eles dizem no filme que o demônio se manifesta sempre às três horas da madrugada e era justamente nesse horário que a garota e a advogada acordavam (e eu também, logo depois de assistir). Outro ponto que merece destaque é que a Emily é interpretada pela Jennifer Carpenter, que mais tarde faria a Deb da série Dexter – minha personagem favorita de todos os tempos.

O Iluminado

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Outro clássico que não poderia ficar de fora desta lista. Baseado no livro homônimo de Stephen King (o rei dos livros de terror), deixou muita gente assustada antes mesmo de estrear. O trailer não contava a história, mostrava apenas um elevador, cujas portas se abriam e derrubavam uma quantidade enorme de sangue. Apesar disso, o filme não tem monstros e demônios e foca na família de Jack Torrance, um escritor que aceita um emprego de zelador em um hotel fora de temporada. Só que esse hotel fica no meio do nada e coisas muito estranhas começam a acontecer. Jack, vivido por Jack Nicholson, passa a se comportar de uma maneira esquisita e sofre de alucinações. O resto já dá para imaginar. É um filme bem longo, tem mais de duas horas de duração, e pode até parecer cansativo. Mas vale muito a pena!

It

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Como falei antes, eu já vi muito filme de terror. Tanto que já me acostumei e é difícil sentir medo ou tomar susto. Então, quando fico apavorada, é porque o longa é realmente assustador. Caso de It, chamado em português de Uma Obra-Prima do Medo. Esse é aquele famoso filme do palhaço assassino de crianças. O filme é dividido em duas partes. Na primeira, uma turma de adolescentes vive em uma cidade pequena e começa a ser perseguida por um ser bizarro vestido de palhaço com dentes pontudos e sujos. Ele interage com as crianças ao sair de bueiros, de ralos de pia e até mesmo de álbuns de fotografia. Após alguns acontecimentos estranhos, eles resolvem se mudar. Na segunda parte, eles já estão adultos e resolver voltar à cidade porque um dos amigos morreu de forma misteriosa. Vi uma vez e nunca mais tive coragem de rever. Foi por causa dele que eu passei a ter medo de palhaços. Gostou? Então aproveita para ler o livro que originou o filme, também escrito por Stephen King, que acabou de ser relançado.

Atividade Paranormal

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Em meados de 2009, não se falava sobre outra coisa. Um grupo de pessoas foi chamado para ver um filme sobre espíritos e uma câmera registrou todas as reações, que incluía olhos arregalados, gritos e muitos sustos. Essas imagens foram promovidas para lançar Atividade Paranormal e ajudaram a fazer com que fosse visto por muita gente. A história gira em torno de um casal que acredita ser atormentado por forças do mal. É quando eles decidem comprar uma câmera para registrar o que acontecia quando eles estavam dormindo. A sinopse é bem besta e o filme, de certo modo, também. Mas algumas cenas impressionam no momento em que são vistas e até dão uns sustinhos. O filme foi bem original na época e rendeu várias continuações, mas eu recomendo apenas o primeiro.

Menção honrosa: Drácula de Bram Stoker

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Mais um daqueles que me dão medo até hoje, apesar de não ser propriamente um filme de terror. Acontece que eu estava com a minha mãe quando ela foi ver essa história no cinema. Era 1992 e eu tinha apenas quatro anos, então fui na sala ao lado com a minha avó assistir Branca de Neve. Quando a gente saiu, minha mãe já estava esperando por nós, sendo que o filme dela durava bem mais que o nosso. Aí ela explicou que a sala dela pegou fogo (sim!!!) e que eles tiveram que cancelar a sessão. Imaginem uma criança pequena ouvindo isso. Era o que faltava para eu ficar impressionada e achar que o filme era do mal. Aí, quando começou minha febre por filmes de terror, resolvi assistir um trecho em que uma mulher vestida de noiva vira vampira e fiquei com medo. Foi só com 15 ou 16 anos que eu tive coragem de ver inteiro. O problema são as cenas em que o Conde Drácula aparece como vampiro, escalando paredes ou afiando suas unhas nojentas. Tenho pavor só de pensar em ver de novo, mas é um filme bem propício para o Halloween.

Disney in Concert: Muito amor envolvido

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Quem me conhece – e quem lê este blog com frequência – sabe que eu sou completamente apaixonada por qualquer coisa relacionada à Disney. Por isso, fiquei louca quando soube do espetáculo “Disney in Concert”, em que uma orquestra sinfônica (no caso, a Orquestra Allegro) toca as músicas dos filmes mais clássicos da minha infância. Falei com uma amiga que é tão maluca por Disney quanto eu e nós compramos os ingressos no mesmo dia. O show ficou em cartaz apenas neste final de semana, no Teatro Bradesco, dentro do Shopping Bourbon (em São Paulo) e nós fomos na sexta (19).

Dividido em dois atos, o espetáculo intercala filmes antigos com outros mais novos e conta com a orquestra e seis cantores, entre eles a Lissah Martins – quem adora uma coisa trash, como eu, sabe que a moça foi integrante da Banda Rouge, aquela que cantava Asserejê – e traz um telão enorme que reproduz os trechos das animações. Como os ingressos estavam caros, nós escolhemos os mais baratos, que ficavam no balcão nobre, no último andar do teatro. Ou seja, não conseguimos ver o telão por inteiro, mas como sabemos de cor cada filme, não atrapalhou tanto.

O único ponto ruim é que muita gente que comprou para sentar lá atrás acabou sentando na primeira fileira (que não é vendida por conta da visão prejudicada do palco) e deixou muita gente furiosa pelo desrespeito. Mas né, ainda acredito que vamos conseguir mudar essa mania do brasileiro de querer levar vantagem em tudo.

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O show começa com uma abertura em que são tocados vários trechos dos filmes da Disney. A primeira é “Zee Pa Dee Doo Dah”, de “A Canção do Sul” e do brinquedo Splash Mountain, que fica no parque temático Magic Kingdom. Depois disso, vem o tema clássico do Mickey Mouse. Lembram que eu falei que choro com qualquer coisa? Pois é, bastou o primeiro acorde para eu já me emocionar.

E logo depois teve início o primeiro número, de “A Pequena Sereia”. O bacana é que eles tocaram várias músicas do filme. Em “Onde eu Nasci” (Under the Sea), teve até bolinhas de sabão para dar um efeito mais bonito. Na minha opinião, faltou “Kiss the Girl”, que é a minha música favorita de todas da Disney, mas fiquei feliz mesmo assim.

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No caso de “Pocahontas”, apenas a canção “Cores do Vento” foi tocada. Mas aí veio “A Bela e a Fera” com três músicas: “Bela”, “À Vontade” e a linda “A Bela e a Fera”. Vale destacar o preparo dos cantores, que realmente se esforçaram para ficar com as vozes parecidas com as de cada personagem. Todos estavam extremamente preparados e levantaram o público (inclusive as crianças) em vários momentos. Só não entendi porque “O Rei do Fogo”, de “Mogli – O Menino Lobo” foi escolhido para entrar no repertório. Não conheço ninguém que goste e os pequenos nem sabem da existência do filme. Não é o caso de “Mary Poppins”, que é antigo, mas adorado por todos. O número foi um dos destaques da noite, principalmente “Supercalifragilisticexpialidocious”.

O segundo ato começa com um medley de “O Corcunda de Notre Dame” (também não entendi ele ter sido escolhido), para então dar sequência ao momento mais aguardado do show: Frozen. No maior estilo Elsa, com trançona de lado e vestido azul, Lissah canta “Livre Estou” (Let it Go). Aliás, é bonitinho escutar várias meninas na plateia cantando também. Só que fica por aí. Podiam aproveitar o sucesso do filme para colocar outras músicas.

De Arendelle, somos transportados para Agrabah e cantamos duas músicas de “Aladdin”: “Amigo Insuperável” e “Um Mundo Ideal”. Na sequência, a orquestra toca sozinha a trilha de “Piratas do Caribe” – o primeiro filme inspirado em um brinquedo que já existia nos parques da Disney – e é a chance de ver o incrível trabalho dos músicos. Eu gostei muito, mas acredito que muitas crianças devem ficar cansadas. Para fechar, precisamos segurar as lágrimas em “O Rei Leão”. É lindo, mas de novo senti falta da principal música, “Hakuna Matata”. Ainda assim, é lindo pensar em como esse filme é universal. Eu vi no cinema, há vinte anos (estamos velhos) e fiquei tão encantada quanto as crianças que assistem hoje em DVD,

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Antes de se despedirem, os músicos cantam “Mundo Pequenino” (It’s a Small World) e recebem, de surpresa, o próprio Mickey. O ratinho mais famoso dos desenhos brinca, dança e até rouba a batuta do maestro e rege a orquestra no maior estilo “Fantasia”. Adorei e acho que podia ter ficado em cartaz por mais tempo. Apesar disso, acredito que é o tipo de programa que agrada mais a minha geração, nascida no final dos anos 80 e começo dos 90, do que as crianças. Faltou tocar mais de “Cinderela”, “Mulan”, “A Branca de Neve”, “Hércules” e outros clássicos. Quem sabe não fazem um Disney in Concert 2. Público com certeza teria. Fica a sugestão!