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As Melhores Adaptações de Livros Para o Cinema

A Culpa é das estrelas

É hoje! Finalmente poderemos conferir o filme baseado no livro “A Culpa é das Estrelas”, John Green. Quem já viu em pré-estreias garante que o longa é extremamente fiel à obra e que o número de lágrimas derramadas é tão grande quanto (sim, você vai precisar de um lencinho para ir ao cinema). Para quem não conhece, a história fala sobre uma paciente terminal de câncer que se apaixona por um menino que também está doente. Juntos, eles decidem aproveitar o tempo de vida que ainda têm da melhor forma. Enquanto você corre para garantir o seu ingresso (dica: compre com antecedência), confira outras adaptações que são melhores do que os livros.

O Diário de Uma Paixão (The Notebook)

The notebook

Qualquer livro do Nicholas Sparks é fofo, mas esse é especial. Talvez pelo fato de ser narrado na visão do homem, o que normalmente não acontece, ou por mostrar que, sim, é possível ter um único amor a vida toda. Embora a obra seja linda, o filme é muito melhor! Normalmente as adaptações de livros do Nicholas não são muito boas, mas essa complementa as informações escritas. Isso porque no livro, a história se passa depois que o casal principal se conheceu e se separou. Mas, no filme, sabemos o que de fato aconteceu quando os dois eram mais novos e se apaixonaram. E vamos confessar que a química entre o Ryan Gosling e a Rachel McAdams fez toda a diferença. Até as brigas entre os dois são legais – no livro, o negócio é meio parado, sabe?

O Diabo Veste Prada (Devils Wear Prada)

O diabo veste

Na maioria das vezes, a gente lê o livro para depois ver o filme, não é? Mas, no caso de “O Diabo Veste Prada”, a situação se inverteu e muita gente assistiu primeiro o longa. São vários pontos positivos: quem faz a personagem principal é a Anne Hathaway e eu já disse aqui o quanto eu gosto dela, a vilã Miranda Priestly fica ainda mais incrível na pele de Meryl Streep e a trilha sonora é muito boa! (Tem U2, Madonna, Alanis Morissette e muito mais!). É uma ótima pedida para quem gosta de moda ou quem é jornalista – afinal, a história se passa em uma revista conceituada. Ou até mesmo para quem já teve um(a) chefe terrível. Vale muito a pena, de verdade! Sobre o livro: eu comprei assim que lançou e tentei ler por duas vezes, mas achei bem chato e não consegui passar da página 50.

Água Para Elefantes (Water For Elephants)

água para elefantes

Sou daquelas que assiste o filme só por causa do trailer. E eu lembro que decidi assistir “Água para Elefantes” só porque o trailer era lindo, cheio de efeitos e parecia ser bom. O livro saiu algumas semanas antes da estreia, então eu comprei logo e li rapidinho. Tanto o livro como o filme são difíceis e não é tão fácil compreender a história, mas é bem bonito, principalmente para quem gosta de animais. O livro é mais completo, mas também é mais parado. Em compensação, o filme pode parecer cansativo mas tem um vilão muito melhor do que o da obra. No fim, acho que entra na categoria “leia antes de assistir”.

127 Horas (127 Hours)

127

Ok, não é romance, não é fofo, não tem beijo, mas vale mesmo assim! Imagine uma história de mais de 200 páginas onde um homem conta sua experiência dos cinco dias em que ficou com o braço preso em uma fenda. Pois é, essa história é real e aconteceu com o alpinista Aaron Rolston. Tanto o livro  quanto o filme começam igual: mostram o espírito aventureiro da Aaron e as horas que antecederam o acidente. A partir daí, vira um tédio. No livro, ele recorre a episódios do passado enquanto fala da dor e da luta pela sobrevivência enquanto tenta se soltar da fenda. Mas no filme, temos o James Franco, que consegue segurar o filme sozinho. Ele brinca, chora, sorri e faz com que a gente sofra junto com ele no final (não vou contar para não prejudicar quem ainda não viu). O livro é muito parado e eu demorei muito para terminar, mas só fui até o final porque eu gostei MUITO do filme. Até hoje não me conformo por não terem dado o Oscar para o James Franco. Ele super mereceu!

Top 5: Filmes para ver com as amigas

Já tem planos para o final de semana? Que tal marcar uma festa do pijama com as suas melhores amigas? Além da pizza e do brigadeiro, um item que não pode faltar é o filme de menininha. Sim, aqueles que nós já vimos váááárias vezes, mas que veríamos de novo sem o menor problema! Vale selecionar aqueles que vocês adoram ou escolher um clássico. Seja qual for sua decisão, segue uma listinha com algumas sugestões:

Meninas Malvadas

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O mais conhecido filme de garotas adolescentes nunca sai de moda. São vários motivos: 1) A Lindsay Lohan ainda era uma menina fofa e educada que fazia os filmes mais bonitinhos da época (Vide “Sorte no Amor” e “Sexta-feira Muito Louca”) e tinha um cabelo lindo e desejado por todas 2) Oportunidade única de ver atrizes que hoje são consagradas, como Rachel McAdams e Amanda Seyfried, em seus primeiros papeis no cinema – e vamos combinar que elas mandaram muito bem! 3) Apesar de ser um pouco exagerado, mostra situações vividas por todas nós na época do colégio. 4) Recentemente, “Meninas Malvadas” completou dez anos (sim, também fiquei chocada quando descobri) e várias pessoas ao redor do mundo aproveitaram para sair por aí com roupas rosas, em uma referência à frase On Wednesdays we wear pink. Então, aproveite o clima, peça para as amigas usarem looks da mesma cor e aperte o play.

As Patricinhas de Beverly Hills

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Considerado um antecessor de “Meninas Malvadas”, foi um sucesso nos anos 90 e deu origem a livros e séries de TV. Mostra o cotidiano de uma típica patricinha – não preciso nem lembrar que a Alicia Silverstone era a queridinha da época – que decide mudar de comportamento ao se apaixonar por um rapaz mais velho que não liga para compras e conversas fúteis. É uma graça e conta com closets incríveis, passeios no shopping e confidências entre amigas (tudo que a gente gosta, não é mesmo?). Sem falar que dá para ver a atriz Brittany Murphy, morta em 2009, no primeiro papel: a novata Tai, que chega de outra cidade e precisa se adaptar ao estilo das outras garotas para fazer parte desse universo tão invejável.

Ele Não Está Tão A Fim De Você

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Eu, particularmente, adoro esses filmes que trazem várias histórias ao mesmo tempo e contam com elenco cheio de astros. Esse talvez seja o meu preferido do gênero. É simples dizer o porquê: é impossível não se identificar com pelo menos um dos casos retratados. Tem a menina que vive ao lado do telefone esperando a ligação do cara da noite anterior, a que namora há anos e não vê a hora de casar, a que se envolve com um homem casado e a esposa traída. Dá para rir, sorrir e chorar em vários momentos. A produção foi baseada no livro homônimo, mas não é preciso ler a obra para entender o longa. Um clássico que vale muito a pena ser visto ao lado das amigas. Eu recomendo!

O Diário da Princesa

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Esse filme marcou a minha adolescência, principalmente porque me fez ler a minha série favorita de livros (morro de saudade dos personagens até hoje). Quem não leu, consegue entender e se divertir da mesma forma com a história de Mia, que descobre ser uma princesa aos 14 anos. Completamente desajeitada, precisa passar por aulas de etiqueta com a avó para se adequar à realeza. Além de fazer uma referência ao mundo de contos de fada, tão sonhado por meninas, discute a importância da verdadeira amizade e do primeiro amor. A trilha sonora é bem fofa e tem participação da atriz Mandy Moore, que interpreta a popular Lana. Eu amo e posso ver várias vezes sem enjoar (o primeiro, porque o segundo é fraquinho e não tem nada a ver com os livros).

Encantada

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Outro que eu já perdi a conta de quantas vezes vi. A produção da Disney de 2007 foi pioneira ao misturar desenho animado com longa metragem. Na história, a jovem Giselle é amaldiçoada pela rainha no dia de seu casamento com o príncipe do reino e  passa a viver em Nova York com a ajuda do procurador de divórcios Robert. Sem saber como se adaptar ao mundo real, protagoniza cenas hilárias. Uma delas é a presença de pombos, ratos e baratas que a ajudam a limpar a casa, ao invés de esquilos, coelhos e outros amigos da floresta. Outra que eu adoro é a que todos cantam e dançam no Central Park (a música foi até indicada ao Oscar). Tenho um carinho enorme pela Amy Adams desde então. Fofíssimo!