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[Especial Califórnia] 6 motivos para conhecer o parque California Adventure

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No último post, falei (quase) tudo sobre a Disneyland. Hoje é dia de falar sobre o California Adventure, o segundo parque do complexo da Disney em Anaheim, na Califórnia. Para quem já foi a Orlando, esse parque é bem parecido com o Hollywood Studios (meu favorito por lá), mas também tem algumas áreas que me lembraram muito o Animal Kingdom. Eu estava curiosíssima para conhecer o local porque já tinha visto alguns vídeos das atrações no Youtube e ele me parecia diferente de tudo. De fato, é um parque extremamente gostoso com brinquedos para todas as idades. Eu amei de verdade e digo com certeza que ele virou o meu preferido entre todos os parques que eu já visitei, incluindo os da Flórida. Vamos saber mais sobre?

1. É um dos parques mais recentes de todo o complexo Disney

Mapa do parque

Mapa do parque

Inaugurado em 2001, o California Adventure foi construído em um espaço anteriormente usado como estacionamento e é um dos parques mais novos de todos o complexo Disney no mundo (para quem não sabe, a Disney também tem parques em Paris, em Tóquio e em Hong Kong). Apesar de ser uma delícia, o local enfrentou sérias dificuldades após a inauguração. Acontece que ele tinha poucas atrações para crianças e o número de visitantes era menor do que o esperado. Em 2007 foi feita uma grande reforma com a inclusão de novas áreas temáticas com brinquedos para os pequenos e o resultado agradou a todos. E vale lembrar: fica ao lado (ao lado mesmo) da Disneyland e a divisão é feita pelo centrinho de compras Downtown Disney. Praticidade na certa!

2. Talvez seja o parque mais radical da Disney

Esse pontinho rosa sou eu, lá no alto da montanha-russa

Esse pontinho rosa sou eu, lá no alto da montanha-russa

Justamente por ter sido considerado um parque para adultos, o California Adventure tem atrações muito legais para quem, assim como eu, adora sentir adrenalina. Amo os parques de Orlando, mas sempre sinto falta de uma montanha-russa mais radical. Pois bem, aqui nós temos a California Screamin’, uma montanha-russa de madeira – com trilho de aço – que começa acelerando em questão de segundos e tem um looping generoso (vale a pena assistir ao vídeo).O parque tem ainda a montanha-russa do Pateta, que é para todas as idades – não consegui ir por causa da fila. Vale pegar o fast pass para chegar ao brinquedo mais rápido!

3. Tem o brinquedo mais legal do mundo (ao menos na minha opinião)

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Minhas reações dentro da roda gigante

Não poderia deixar de fora a Mickey’s Fun Wheel, que, para mim, é o brinquedo mais legal de todos os que eu já andei na vida. O diferencial fica por conta das cabines que balançam. Tinha visto alguns vídeos e achava que era algo inofensivo, mas a verdade é que elas balançam MUITO! É quase como um barco viking. Eu não fiquei com medo, mas senti aquele friozinho gostoso na barriga. Vi algumas pessoas morrerem de medo (inclusive minha mãe) principalmente por não ter nenhum lugar para segurar. Então, se esse for o seu caso, recomendo as cabininhas que não balançam. Para as corajosas, eu reafirmo que é a coisa mais deliciosa deste mundo. Veja mais aqui.

4. Tem um hotel dentro

Nesta foto, o parque ainda não tinha sido reformado, mas dá para ter uma ideia da (super) proximidade

Nesta foto, o parque ainda não tinha sido reformado, mas dá para ter uma ideia da (super) proximidade

Assim como acontece em Orlando, os parques da Califórnia também contam com alguns hotéis dentro do complexo. Mas um deles é realmente dentro do California Adventure. Trata-se do Grand Californian, que tem inclusive uma saída que dá direto no parque. Imagine que legal abrir sua janela e ver o pessoal se divertindo nas atrações. Eu não fiquei lá, mas garanto que deve ser uma delícia assistir aos shows noturnos com todo o conforto necessário ou ter uma visão pra lá de especial de todo o parque. Por outro lado, penso que o barulho deve ser frequente. Quem sabe me hospedo lá da próxima vez para saber?

5. Traz os brinquedos mais legais de Orlando em um único parque

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O que eu mais gostei no California Adventure é que ele reúne algumas das minhas atrações favoritas de Orlando, como a Hollywood Tower Hotel (foto acima), o simulador de asa delta Soarin’ e o game interativo Toy Story Mania. A torre do terror, como eu apelidei, é beeem diferente e, na minha opinião, mais legal. O elevador aqui abre mais vezes e em uma das paradas mostra um espelho no qual nós somos transformados em fantasmas. E ele não anda quando chega no topo. Pelo contrário, fica parado e totalmente no escuro, o que causa um leve e gostoso pânico antes da descida.

Outra atração imperdível é o Radiator Spring Racers, uma espécie de Test Track do parque Epcot, só que toda com a temática do filme Carros. Seu carro faz um trajeto pela cidade do desenho para então passar por testes e disputar uma corrida com outro carro a toda velocidade. É TÃO legal que a fila é quilométrica. Para terem uma ideia, nem tínhamos almoçado quando pegamos nosso fast pass e o horário de retorno era para as 17:30. A área Cars Land, inclusive, é uma das que eu mais gostei e totalmente válida para os fãs do filme. Ficou na curiosidade? Clique aqui para saber mais sobre o brinquedo.

6. World of Color

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O California Adventure não tem fogos de artifício, mas um show muito lindo na água. Chamado de World of Color, projeta cenas dos principais filmes da Disney por meio de jatos coloridos na lagoa em frente à roda gigante, que também recebe iluminação especial. O show lota e é bom chegar pelo menos uma hora antes para pegar um lugar bacana. Mas, se você estiver em busca de conforto, vale a pena fazer o pacote Dining, que inclui um jantar com menu especial em alguns restaurantes e ingresso para a área vip. E põe vip nisso! Ficamos no espaço mais próximo da água com pouquíssimas pessoas na nossa frente. Isso porque chegamos apenas alguns minutos antes da apresentação. Então, a comodidade é 100%. Super recomendo essa experiência!

Por fim, vale dizer que o California Adventure é um parque mais compacto, porém com número maior de atrações do que a Disneyland. Tem uma área exclusiva para crianças e locais para encontrar personagens (incluindo a turma do filme Frozen), mas eu acredito que agrada mais adolescentes e adultos. De qualquer maneira, virou meu xodó. Não vejo a hora de voltar!

[Especial Califórnia] 7 motivos para conhecer a Disneyland

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Quem me conhece sabe que sou completamente apaixonada pela Disney. Um dos motivos que me fez escolher a Califórnia como destino de férias foi justamente a possibilidade de conhecer mais parques do complexo. Para quem não sabe, a cidade de Anaheim (cerca de 1 hora de Los Angeles) abriga dois parques: a Disneyland e o California Adventure. Fiz questão de passar por lá assim que saímos de San Diego e não me arrependo nem um pouco. Aliás, digo e repito: é uma parada obrigatória para quem gosta de diversão.

E aí entra a pergunta que não quer calar: é melhor do que Orlando? Até pouco tempo, só existia Orlando na minha cabeça quando pensava nos Estados Unidos. Acontece que eu fui cinco vezes para lá e acabei pegando um bode. Continuo amando tudo e voltaria com toda a certeza do mundo, mas é tanta gente, tanta fila, tanto brasileiro (das últimas vezes parecia até que eu não tinha saído do Brasil) que eu acabei gostando mais dos parques da Califórnia.

A decisão de quais parques são melhores é muito pessoal, mas eu vou (tentar) explicar em alguns itens o porquê da minha escolha. Vou começar pela Disneyland, que nós visitamos no nosso primeiro dia:

1. É o primeiro parque de todo o complexo da Disney

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A Disneyland foi inaugurada em julho de 1955, ou seja, está prestes a comemorar 60 anos. Os festejos, aliás, começaram em maio, uma semana depois que eu fui embora. Quem visitar o parque durante os próximos meses poderá ver uma parada exclusiva – mas com filas imensas, vale lembrar.

Seja como for, a Disneyland foi totalmente construída com a supervisão de ninguém mais ninguém menos que Walt Disney (ele já era falecido quando a de Orlando ficou pronta).O mais bacana é que ainda carrega traços originais. A casa na árvore do Tarzan está lá desde o começo, assim como os carrinhos futuristas encontrados na área Tomorrowland. Resumindo: tem um ar nostálgico e histórico fortíssimo!

2. O fato de ser menor ajuda muito

Mapa de todo o parque. Olha só como tem bastante coisa para fazer lá

Mapa de todo o parque. Olha só como tem bastante coisa para fazer lá

Bastou eu colocar no Facebook que estava visitando a Disneyland para um monte de gente comentar: “ah, mas é tão pequeno” ou “é muito sem graça”. Ok, pode até ser compacto, mas isso é ótimo. Em Orlando, a gente fica com dor no pé de tanto que anda para chegar em uma determinada atração. É maravilhoso ter tudo pertinho. E digo mais: dá para fazer todos os brinquedos muito mais rápido. Nós conseguimos ir nos que queríamos e ainda repetimos os mais legais. Tudo isso em um único dia. Faço o Magic Kingdom, de Orlando, em dois dias, porque em um dia é impossível.

Então, não desanime se alguém te falar que o parque é pequeno. Eu fui, amei, iria de novo e não me importei nem um pouquinho com o tamanho. Aliás, adorei essa dimensão.

3. Os brinquedos são mais bem feitos

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Taí um exemplo: o It’s a Small World. Quem já foi a Orlando sabe que o brinquedo ocupa uma parte discreta na área de Fantasyland. Na Califórnia, ele fica afastado e é praticamente um castelo. Tem O DOBRO do tamanho. Mostra bonequinhos dos personagens de acordo com a região em que vivem (não tem isso no Magic Kingdom). São pequenos detalhes, mas que não passam despercebidos por fãs dos parques. E eu sei que todo mundo aqui gosta de coisas com qualidade – o que não falta nos brinquedos da Disneyland.

Acha o It’s a Small World bobinho? Vamos tentar a Space Mountain, talvez a montanha-russa mais radical da Disney. Aqui ela é mais escura, mais rápida, mais alta e tem uma fila muito legal, que faz com que você pense que está realmente indo para o espaço. Uma amiga minha me deu a dica de ir nessa atração logo quando chegamos e funcionou tanto que saímos de lá e fomos de novo.

4; Alguns não existem em Orlando

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Um dos brinquedos mais legais do mundo é o Indiana Jones Adventure, que não existe em Orlando. O que ele tem de especial? Começo pela fila, que dá a sensação de estar em uma floresta com um templo enorme chamado de Forbidden Eye. Depois vem o fato de o carrinho ser o famoso jipe do herói dos filmes e de realmente se sentir em uma sequência cheia de ação, com aparição de esqueletos, cobras (de mentira tá gente) e a clássica bola gigante que vem rolando na sua direção. Tudo é muito rápido, dinâmico e extremamente divertido.

Esse é só um exemplo. Tem várias atrações por lá que são exclusivas. É ir para descobrir!

5. É mais vazio, ou seja, as filas são menores

Fila zero para tirar foto com os personagens

Fila zero para tirar foto com os personagens

Por ser menor e (teoricamente) menos atrativa do que o Magic Kingdom, a Disneyland fica mais vazia e apresenta filas beeem mais rápidas. Claro que no verão e em datas comemorativas o parque é mais cheio, mas a maior fila que eu peguei foi meia hora no Piratas do Caribe. Pegamos chuva durante a tarde e isso foi ótimo porque muita gente foi embora, então aproveitamos ainda mais. Nada de pegar fila de duas horas ou de sair correndo atrás de um fast pass para furar fila. Eu ainda consegui tirar uma foto com o Mickey e a Fada Madrinha e não esperei mais do que dez minutos. Isso é IMPOSSÍVEL em Orlando.

6. Tem a parte de New Orleans

Esta foto é do site da Disney. Estava chovendo horrores quando fomos e eu não consegui tirar fotos :(

Esta foto é do site da Disney. Estava chovendo horrores quando fomos e eu não consegui tirar fotos 🙁

Outra coisa que não tem em Orlando: a parte de New Orleans Square. Para homenagear a principal cidade do estado da Louisiana, a área do parque é cheia de casinhas características e oferece atrativos da região, como o famoso Beignet (espécie de sonho que eu morria de vontade de comer e é realmente maravilhoso). Dois brinquedos clássicos da Disney estão aqui: a Mansão Mal Assombrada (relativamente igual a de Orlando) e o Piratas do Caribe, que é muuuuito maior, tem duas quedas na água e um restaurante lá dentro. Almoçamos lá e estava tudo incrível. Ganhei até um bolinho especial como forma de comemoração antecipada do meu aniversário.

7. O acesso é bem mais fácil

Fachada da loja da Lego em Downtown Disney

Fachada da loja da Lego em Downtown Disney 

Em Orlando, cada parque fica em um determinado local e muitas vezes são distantes entre si. Em Anaheim, os dois parques ficam um ao lado do outro e são separados pela área de Downtown Disney, o famoso centrinho de compras e comidas. Isso é MUITO BOM. Dá para sair no meio do dia e ir ao outro parque sem precisar de carro ou ônibus e visitar as lojinhas no final do dia sem estresse. E tem mais: a maioria dos hotéis fica na mesma rua. Fazíamos tudo a pé, era só atravessar a rua. E do nosso quarto ainda podíamos ver os brinquedos. Resumindo: UMA DELÍCIA!!

Como falei lá em cima, amei demais a Disneyland. Mas amei ainda mais o outro parque, o California Adventure. Falarei sobre ele em breve, então fique de olho! 🙂

7 motivos para conhecer a Califórnia

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Como alguns de vocês já sabem, acabei de voltar de uma road trip pela Califórnia e cheia de assuntos legais para postar aqui no blog. Por isso, nada melhor do que começar explicando os motivos que fizeram com que eu me apaixonasse perdidamente pelo destino. Foi a minha primeira vez lá (de muitas, já posso afirmar) e fazia muito tempo desde que eu visitei um local totalmente novo para mim. Passar 15 dias onde tudo, absolutamente tudo, é novidade não tem preço. Senti de verdade que estava absorvendo uma cultura diferente. Para comprovar o que estou dizendo, aqui estão as minhas razões:

1. É um estado gigante com muitas coisas bacanas e diferentes para fazer

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

Minha paisagem favorita da viagem: Big Sur

A Califórnia fica na costa oeste dos Estados Unidos e é um local com atrações para todos os gostos e estilos de turistas. Tem paisagens maravilhosas (como esta aqui de cima) para quem curte natureza, estradas e trilhas. Tem parques temáticos com brinquedos radicais para os amantes de diversão. Tem lojas incríveis para quem não liga de gastar. Mas não é só isso. Por ser uma região grande em tamanho, apresenta cidades com estilos totalmente diferentes. Tem o glamour de Los Angeles, a vibe tranquila de San Diego, a sofisticação de Napa Valley, o clima urbano chique de San Francisco e por aí vai. Resumindo: dá para montar um roteiro diferente em cada visita. E quem tiver tempo ainda pode esticar a viagem e conhecer Las Vegas, que fica a umas quatro horas de carro de Los Angeles.

2. A Disney original fica aqui

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Na Disneyland, o castelo é da Bela Adormecida

Como disse há pouco, a Califórnia também abriga dois parques da Disney. Quem está acostumada a ler este blog sabe que eu sou viciada em qualquer coisa relacionada à Disney e esse foi um dos motivos que me levou a escolher este destino para as minhas férias. Construída em 1955 em Anaheim (cerca de uma hora de L.A.), a Disneyland foi o primeiro parque de todos e ainda conta com alguns brinquedos originais. Mais recente, o California Adventure abriu suas portas em 2001 e fica logo ao lado do outro parque. São menores do que os de Orlando? São. Mas achei tudo mais prático, vazio e divertido. Contarei mais em alguns posts especiais, mas posso dizer que viraram meus favoritos.

3. As estradas possuem cenários de tirar o fôlego

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Fazer uma road trip significa passar mais tempo na estrada do que em qualquer outro lugar. Quem conhece os Estados Unidos sabe que as estradas de lá são maravilhosas (tanto no quesito asfalto quanto no visual), mas as da Califórnia são especiais. Quase todas são cercadas por montanhas e aquele clima gostoso de interior,só que uma delas é ainda mais irresistível. A Pacific Coast Highway, também conhecida como U.S. 1 ou Route 1, acompanha toda a costa do litoral pacífico da região. Ou seja, o mar e o oceano estão presentes praticamente o tempo todo. As paisagens são tão maravilhosas que servem para dar aquela renovada na alma. Também falarei mais sobre nos próximos posts.

4. O Sea World mais legal de todos está aqui

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Sei que é polêmico, mas vamos lá: muita gente critica os parques Sea World depois que o documentário Black Fish mostrou que as baleias eram supostamente maltratadas. Não vi o documentário (nem pretendo) e, como boa jornalista, detesto tudo que mostra apenas um lado da história. Em 2013, tive a possibilidade de conhecer os bastidores do Sea World de Orlando – aliás, vale lembrar que o Sea World também administra o parque Busch Gardens – e vi tudo que eles fazem em prol da causa animal. Também sei de histórias de resgastes que eles fizeram. Enfim, não me arrependo nem um pouco de ter conhecido o Sea World de San Diego. Foi uma visita que valeu muito a pena e foi surpreendente. O parque é infinitamente superior ao de Orlando e tem um diferencial: está localizado às margens do mar. Isso garante vistas de tirar o fôlego. Prometo postar mais detalhes em breve.

5. Los Angeles e Hollywood

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Na minha inocência, achava que Los Angeles era tipo o Rio de Janeiro, em que a gente esbarra em celebridades quase que o tempo todo. Por isso, queria muito conhecer Hollywood. Acabou que percebi que não era tudo isso (aliás, é uma parte bem muvucada da cidade) e que as celebridades ficam em regiões mais afastadas. Mesmo assim, vale a pena ver tudo aquilo que faz parte do bairro: o teatro chinês, a calçada da fama e por aí vai.

6. Perfeita para quem gosta de beber

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A Califórnia é conhecida pela região de Napa Valley, onde são produzidos alguns dos melhores vinhos do mundo. Os passeios pelas vinícolas são imperdíveis e inspiradores, com uma paisagem bucólica que carrega todo aquele clima de fazenda e céu azul. Mas não para por aí. Quem gosta de cervejas artesanais pode degustar rótulos pra lá de saborosos e ainda conhecer fábricas reconhecidas internacionalmente. Já que férias significa dar uma pausa na dieta, dá para provar de tudo. Vai por mim, vale muito a pena!

7. San Francisco é tudo de bom

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San Francisco foi a última parada da viagem e eu estava superansiosa para conhecer porque todo mundo me dizia que era uma cidade incrível. Os últimos dias do roteiro são sempre mais corridos e eu queria ter ficado mais por lá, mas deu para perceber o porquê de ser um local tão especial. Acontece que ela mistura natureza, arquitetura (as famosas casinhas são um charme), gastronomia e lojas de todos os estilos. Sem falar que a Golden Gate – a ponte aqui de cima – é realmente linda. E vê-la totalmente aberta assim é raro, já que normalmente fica coberta por nuvens. Fomos abençoados com esse visual no último dia, então foi uma ótima forma de fechar a viagem.

Como falei no começo, estou encantadíssima com a Califórnia. Se você gostou desse aperitivo, fique de olho porque o blog terá muitas coisas legais daqui para frente!

[Resenha] Disney Villains – Vult

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Não é novidade para ninguém que eu sou louca por qualquer coisa relacionada à Disney. Então é fácil imaginar que eu praticamente tive um surto quando soube que a Vult lançou uma série de paletas de sombras inspiradas nas vilãs dos filmes clássicos das princesas. Enlouqueci ainda mais quando as vi de perto, afinal, eram a grande novidade do estande da marca na Beauty Fair do ano passado. Quis comprar na mesma hora, mas com a correria do evento, acabei deixando para depois.

Esse depois só foi concretizado quando uma amiga me deu de presente no amigo secreto que nós fizemos. Aliás, preciso dizer mais uma vez para ela (dessa vez por aqui) que foi um presente muito bem acertado porque eu queria MUITO essas benditas sombras. Para quem não sabe, as escolhidas para ganharem as sombras foram Cruella, dos 101 Dálmatas, Malévola, de A Bela Adormecida, e a Rainha Má, de A Branca de Neve e os Sete Anões.

As cores de sombra da paleta da Malévola são mais sombrias em tons de preto, roxo e marrom

As sombras da paleta da  Malévola são mais sombrias em tons de preto, roxo e marrom

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As sombras da Rainha Má aparecem em opções de preto, roxo e rosa

A Cruella tem sombras mais terrosas, além de um azul mais forte

A Cruella tem sombras mais terrosas, além de um azul mais forte

Fiquei na dúvida entre a da Malévola e a da Rainha Má que têm cores que eu uso com mais frequência. No fim, minha amiga acabou decidindo por mim e me deu a da Malévola, que sempre foi a minha vilã favorita. As cores são lindíssimas, dá vontade de usar tudo ao mesmo tempo, sabe? E o mais bacana é que dá para fazer combinações para usar tanto de dia como de noite.

Nunca tinha usado nada da Vult antes e, não sei muito bem o porquê, mas achava que as sombras não eram tão boas. Acabei surpreendida porque elas são ótimas e não devem em nada às marcas estrangeiras. Para que possam entender melhor, testei duas opções: uma com tons de roxo, mais para a noite, e outras com cores mais neutras para usar durante o dia.

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Comecei pelas roxas e gostei do resultado logo de cara. Precisei apenas de duas pinceladas para que elas assumissem o tom que eu gosto, que é um pouco mais forte. Isso é muito bom para quem está com pouco tempo para se arrumar e precisa de algo mais prático. Percebi que, por serem em pó, acabaram escorrendo um pouco e manchando a região embaixo dos olhos, mas nada que um demaquilante não resolva né, gente? E olha que boa notícia: elas saem bem rápido, ninguém precisa gastar mil algodões nem irritar a pele.

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Com a marrom, a história foi diferente. Como falei lá em cima, gosto de sombras bem fortes, daquelas que as pessoas olham para você e sabem que, sim, você está usando maquiagem. Achei elas muito clarinhas e precisei de três pinceladas para que elas aparecessem no meu rosto. Mas tem um lado bom: dá para usar sem medo no ambiente de trabalho. E, assim como as outras que eu testei, elas são retiradas de forma rápida com o demaquilante.

No geral, é uma paleta muito fofa e imperdível para fãs de Disney. Quem gosta de maquiagem e realmente investe para ter bons produtos pode até achar que essas sombras são mais ralinhas, mas é uma ótima ideia para quem está em busca de algo rápido, prático e fofo.

Vi que alguns lugares elas estão esgotadas, mas é possível encontrar em sites especializados por preço aproximado de R$ 35.

Avaliação: ♥♥♥♥

Top 5: Filmes com cachorros

Contei aqui algumas vezes que eu herdei da minha família o dom de amar cachorros. Todos os meus parentes mais próximos têm cães em casa e nós sempre sorrimos quando encontramos um cãozinho passeando na rua. Somos aqueles que param, fazem carinho e perguntam “como é o nome dele?”. Por isso, basta saber de algum livro, filme ou série protagonizada por esses bichinhos para já atrair nossa atenção.

Aproveitei essa paixão para fazer um Top 5 em clima de fofura com os melhores filmes estrelados por cachorros. Quando comecei a listar as minhas histórias favoritas do gênero, ficou longo demais (estava mais para Top 20). Com muita dor no coração, acabei deixando alguns de lado e fiz as minhas escolhas com base em personagens clássicos do mundo canino. Aqui estão eles:

101 Dálmatas

1779686-2462-inJá começo com o integrante que preenche a cota Disney (já repararam que eu sempre trago uma animação da Disney nos meus Top 5, né?). Não dá para pensar em qualquer filme com cachorros e deixar 101 Dálmatas de fora. Uma das histórias mais clássica das animações, tem como foco um casal de dálmatas que tem 15 filhotinhos.

Só que todos eles estão correndo perigo porque a estilista Cruella de Vil – aliás, uma das melhores vilãs da Disney – quer usá-los para fazer um casaco de pele. É aquele tipo de filme que nunca cansa e ideal para assistir com toda a família ou com os amigos. Uma verdadeira fofura!

Marley e Eu

marley-euConsiderado um dos melhores filmes que abordam a relação entre homens e cachorros, conta a trajetória de Marley, um labrador desajeitado e que adora fuçar onde não deve. Baseado em uma história real escrita por seu dono, o jornalista John Grogan, mostra todaa vida do cão, desde que foi adotado quando ainda era filhote, até o momento de sua morte.

O começo é fofinho e engraçado, mas o final é tão real que é impossível segurar o choro. Vi no cinema e lembro que a menina atrás de mim tinha dificuldade até para respirar. Mesmo assim, confesso que depois que eu assisti ao filme, ficou mais fácil entender que os cãezinhos realmente têm uma missão mais curta na Terra. Vale ver – mesmo que uma única vez – e se encantar com as travessuras do mascote da casa.

Beethoven

Os-10-cachorros-mais-famosos-do-cinema2Se você viu esse filme quando era criança, aposto que olha para qualquer cachorro da raça São Bernardo e pensa: “olha, é o Beethoven”. Clássico dos clássicos, a primeira parte da franquia foi lançada em 1992 e conta sobre a chegada do cão gigante na vida da família Newton.  Depois de ser roubado quando ainda era filhote, ele foge e acaba se refugiando com os novos donos.

Apesar dos inúmeros pedidos da esposa e dos filhos, o pai não quer a responsabilidade de cuidar de um cachorro, mas acaba cedendo. Só que, com o passar dos dias, ele precisa aprender a se controlar quando vê que o mascote aprontou alguma travessura. Para transformar seu ódio em amor, ele passa por um ato de coragem para salvar o cão. É tão fofo que originou várias sequências (no segundo o cachorro tem filhotinhos), mas o original é, sem dúvidas, o melhor de todos.

Scooby-Doo

ScoobyLevante a mão quem nunca assistiu pelo menos um episódio do desenho animado Scooby-Doo. Eu adorava ver a turma de amigos em busca de fantasmas e morria de medo em algumas cenas. Mas sabe o que é mais chocante? Pensar que o desenho foi criado em 1969 e que continua passando até hoje, prova de que o dogue alemão que dá nome à série é mesmo um sucesso.

Tanto que o primeiro filme, que estreou em 2002, originou uma sequência que já conta com duas outras histórias. Na primeira, o grupo formado por Salsicha, Daphne, Velma e Fred –além, é claro, de Scooby – precisa se reunir novamente depois de muito tempo para juntos derrotarem mais mistérios. Apesar do tamanhão, o cachorro é o que mais tem medo. Fofinho, né?

O Artista

872_artista-598634-4f3ad54068886Grande vencedor do Oscar de 2012, é um filme francês que divide opiniões por ser inteiramente mudo e em preto e branco. Esses recursos funcionam como uma referência à época em que se passa, entre os anos 20 e 30. Tudo para mostrar o declínio de um ator de sucesso de  uma forma mais impactante. Particularmente, gosto muito do longa.

Seja qual for a opinião, o que ninguém pode negar é que o cãozinho Uggie, da raça Jack Russell, é um ator e tanto. Para emocionar o público na pele do cachorro do protagonista, ele não poupa carinhas fofas. Roubou tanto o filme que foi indicado a diversos prêmios e ganhou o Palm Dog Awards, além de ser o primeiro cão a ter suas patas expostas na calçada da fama.  Hoje ele está aposentado e colhendo os frutos de sua carreira. Bom garoto!

Menção Honrosa: O banquete

Winston_THUMB-1413567312336É o curta metragem mais lindo que eu já vi e não poderia ficar de fora dessa lista. Exibido nos cinemas antes de Operação Big Hero, conta a história de Winston, um vira-lata que foi adotado ainda filhote e que gosta muito de comer. Seu dono o oferece de tudo, desde ração até pizza e sorvete. Só que ele começa a namorar uma vegetariana e o cachorro agora precisa se acostumar a ter uma refeição mais saudável. Winston, claro, não gosta nada da ideia e faz cara feia sempre que vê uma folha pela frente.

Quando o namoro termina, o cãozinho aproveita para comer todas as guloseimas de volta, mas então percebe que seu dono está triste e descobre que a felicidade dele é mais importante do que os seus alimentos em excesso. Chorei todas as vezes que vi porque o meu cachorro é exatamente assim, ama comer e faz de tudo para ganhar petiscos. É tão lindo que ganhou o Oscar deste ano na categoria curta de animação. Vale muito a pena. Muito mesmo!

Agora já sabe: é só escolher um (ou mais) filmes desta lista e escolher um lugar no sofá para assistir. De preferência com o cachorro ao lado.