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Retrospectiva | Os melhores filmes de 2018

Olá, pessoal! Continuamos nosso especial de retrospectiva 2018 com um post que já se tornou uma tradição aqui no blog, com os melhores filmes do ano. Quem me acompanha há bastante tempo sabe que eu adoro cinema e sempre gosto de conferir as novidades das telonas.

Antes de começar, é importante dizer que eu escolho não apenas os filmes que eu gostei, mas também os que foram bem avaliados pela crítica. Alguns deles eu ainda não consegui ver e mesmo assim faço questão de colocar porque sei que a maioria das pessoas gostou. Bora lá conferir os escolhidos da vez?

Viva! A Vida é Uma Festa

O ano começou com um filmão. Confesso que eu não tinha botado muita fé no filme mais recente da Pixar, mas todo mundo ficou dizendo que era lindo e lá fui eu assistir. Gente, não é só lindo, é simplesmente maravilhoso. É mais um daqueles filmes que parecem ser para crianças, mas que, no fundo, fazem a gente se acabar de chorar, sabem? (Sério, é impossível não se emocionar)

A história gira em torno de Miguel, um garoto mexicano que sonha em ser cantor, mas cresce em uma família que odeia música. Ele acaba parando no mundo dos mortos por acidente e agora precisa descobrir como voltar para casa. Parece bobo lendo assim, né? Só que no meio disso tudo ele descobre muitos segredos e a gente fica com aquele nó na garganta… Não por acaso, o filme foi premiado no Oscar nas categorias de melhor canção original e melhor animação.

A Forma da Água

O grande vencedor do Oscar deste ano dividiu opiniões e eu sou time que não gostou. Estava com a expectativa lá em cima porque adoro os filmes do Guillermo del Toro, mas não rolou. Achei a história boba, senti algumas falhas no roteiro, enfim…não foi meu filme favorito do ano e eu não concordei com o Oscar, mas como muita gente gostou, achei que valia a pena colocar neste post.

Para quem não sabe, o filme conta a história de uma mulher muda que trabalha como zeladora em um laboratório nos anos 60 e se apaixona por uma criatura fantástica que vive dentro de um tanque no local. Ela conta com a ajuda de dois amigos para tirá-lo de lá. O filme tem várias referências e muita gente diz que parece um conto de fadas ou uma nova versão de A Bela e a Fera, mas eu realmente não curti. Mesmo assim, algumas cenas são muito bem-feitas e o Oscar de melhor diretor foi merecido.

Eu, Tonya

Agora sim vamos falar sobre o filme que eu mais gostei entre os que concorreram ao Oscar deste ano. Não estava entre os favoritos e eu nem sei porque fiquei com tanta vontade de assistir, mas fui ao cinema e quase não pisquei de tão bom que é. Eu, Tonya fala sobre uma das melhores patinadoras dos Estados Unidos da década de 1990. Enquanto trabalha para ser campeã das Olimpíadas, precisa lidar com as agressões de sua mãe e o relacionamento abusivo com o marido. Sem querer, se vê envolvida em um dos maiores escândalos do esporte.

Eu adoro filmes baseados em fatos reais e fico pensando como foi essa história toda quando aconteceu (eu tinha 5 anos, não me lembro). A atuação da Margot Robbie é incrível e eu realmente acho que ela merecia ter levado mais prêmios (embora a disputa estivesse boa neste ano), mas a Allison Janney, que faz a mãe da Tonya, está excepcional. Foi mais do que merecido ela ter vencido o Oscar de melhor atriz coadjuvante.

Projeto Flórida

Vi uma ou duas vezes o trailer deste filme e não fiquei com vontade de ver, mesmo com várias críticas positivas. Não sei bem o motivo, mas o tempo passou e eu não assisti. Até que estava em casa em um sábado à noite, liguei o Now e vi que tinha esse filme. Achei que era uma boa, apertei o play e ainda bem que fiz isso porque o filme é realmente MUITO bom, um dos melhores do ano (mesmo).

Como o próprio nome diz, o filme se concentra em um hotel localizado em Orlando, próximo dos parques da Disney. Os moradores são bem humildes e a protagonista é Moonee, uma garotinha que passa as férias brincando nas redondezas e mal faz ideia do que sua mãe faz para conseguir pagar o aluguel. Juro, é muito bom e triste ao mesmo tempo, mas é surpreendente ver a atuação da pequena Brooklyn Price, que já ganhou vários prêmios pelo papel.

Pantera Negra

Vocês vão me julgar se eu falar que até hoje não vi este filme? Eu não sou muito fã de filmes de heróis, então não fui ver no cinema e ainda não consegui parar para assistir. Mas eu sei que é excelente, que levanta uma bandeira linda do feminismo e eu juro que vou arranjar um tempo para ver e contar para vocês. Mesmo assim, coloquei Pantera Negra nesta lista porque muita gente disse que foi o melhor filme do ano (eu acredito que deve estar entre os melhores mesmo).

O filme acompanha T’Challa, que precisa assumir o reinado de Wakanda depois da morte de seu pai. Ele conta com o apoio de grandes mulheres, como sua irmã, a chefe de guarda da região e sua grande paixão. Juntos, eles lutam contra um grande vilão que quer tirar a paz do lugar. Sério, as avaliações deste filme são tão altas que eu me sinto um ET por não ter visto. Prometo mudar isso logo logo!

Um Lugar Silencioso

Apontado por muita gente como o melhor filme de suspense/terror de 2018, conta a história de uma família que vive em um mundo pós-apocalíptico e precisa se manter em silêncio, já que a cidade é habitada por criaturas malignas que perseguem barulhos. Sim, é bem bizarro, mas dá uma agonia danada, já que o filme tem pouquíssimas falas e é 90% mudo.

Não sei se eu coloco como o melhor filme de suspense do ano e não gostei de algumas coisas que acontecem ao longo da história, mas realmente é um sufoco do início ao fim. Parece que a gente prende a respiração junto, sabem? E vale destacar a atuação de todo o elenco porque interpretar sem poder falar é bem difícil né, gente?

Vingadores: Guerra Infinita

Se eu pudesse escolher, com certeza colocaria Guerra Infinita como o melhor filme de 2018. Falei que não sou fã de filmes de heróis, mas este aqui foi um auê, né? Até a minha mãe, que não viu nenhum filme dos Vingadores, quis ver no cinema e adorou. Pensem bem: fazer um longa com quase 30 atores era uma missão quase impossível, mas deu MUITO certo.

Neste episódio da saga, os heróis precisam se unir para impedir que o perigoso Thanos conquiste todas as joias do infinito e assumir o controle da humanidade. Não vou contar exatamente o que acontece, mas o final deixou muita gente indignada até agora. Foi uma das melhores sacadas de Hollywood dos últimos tempos e o filme quebrou vários recordes de bilheteria. Só sei que eu não vejo a hora de assistir ao próximo capítulo dessa história para saber como tudo vai terminar.

Hereditário

E se eu falar que neste ano nós tivemos um filme chamado de O Exorcista deste século? Pois é, foi assim que Hereditário foi lançado e eu fiquei doida para ver. De fato, o trailer era maravilhoso e eu deixei para ver alguns meses depois, mas com a expectativa lá no alto. A ideia é boa: uma mulher que perde a mãe e enfrenta dificuldades para lidar com a filha, que era muito ligada com a avó. Depois disso, coisas estranhas começam a acontecer.

Bom, sei que a minha expectativa estava alta demais, mas o filme acabou e eu fiquei sem entender nada. Até li algumas explicações na Internet depois, mas sei lá…achei tudo muito bagunçado, sabem? Muita confusão, muitas mudanças na trama e a história fica meio sem pé nem cabeça. Está longe, BEM longe de ser O Exorcista deste século, mas a atuação da Toni Collette é maravilhosa, merece ganhar tudo!

Mamma Mia: Lá Vamos Nós de Novo!

Normalmente, filmes de sequências não são tão bons e muita gente se decepciona. Mesmo assim, fiquei bem animada quando vi que fariam um filme de sequência de Mamma Mia, que fez muito sucesso lá em 2008. Viajei em julho para a Califórnia e Las Vegas e lá só falava disso, então voltei e logo depois fui assistir. E, bom, eu AMEI!

Nesta segunda parte, sabemos como foi a vida de Donna quando conheceu os três possíveis pais de sua filha, Sophie. Eles fizeram tudo tão direitinho que muita gente (tipo eu) chorava quando a Donna jovem aparecia. A gente tem algumas pistas sobre o verdadeiro pai da Sophie e também dá muita risada. É um filme leve, divertido e para toda a família, eu realmente gostei muito!

Buscando…

Não sabia de nada deste filme até abrir a home do UOL na semana de estreia e ler que era o melhor filme de suspense do ano. Fiquei curiosa, vi o trailer e assisti dois dias depois, com a expectativa lá em cima. E vejam só, conseguiu superar. É tão bom, mas tão bom, que para mim é o melhor filme do ano. É tenso, cheio de reviravoltas e em vários momentos eu senti meu coração acelerado e a mão suando. Ah, e o mais legal de tudo é que ele não tem fantasmas ou monstros, é suspense da vida real.

Buscando… é todinho gravado com câmeras de aplicativos de conversa, como se fosse da câmera do celular ou do computador. É bem inovador, zero cansativo e muito próximo da nossa realidade. Eu até brinquei que poderia ser um episódio da série Black Mirror. A história gira em torno de David Kim, que procura sua filha Margot, desaparecida de forma muito misteriosa. Sério, é maravilhoso. Poderia ver mais umas 100 vezes que não cansaria.

Bohemian Rhapsody

Demorou, mas enfim pudemos assistir ao filme baseado na história de Freddie Mercury, líder da banda Queen. Eu era muito nova quando ele morreu, então infelizmente o que eu sei da banda é o que me contam. Mesmo assim, queria muito ver o filme, até porque todo mundo dizia que a atuação do Rami Malek era um absurdo. E não é que é um absurdo mesmo? Sério, eu amei demais e chorei igual doida (tudo bem, eu choro em qualquer filme, mas minha mãe também chorou e ela não é manteiga derretida como eu).

Alguns fãs reclamaram que o filme não é fiel à história real da banda e que os acontecimentos estão fora de ordem, mas eu entendo que eles fizeram isso para a história do filme ter um nexo (afinal, foram décadas de banda e apenas 120 minutos de filme, precisava fazer sentido). Talvez eu também ficasse brava se tivesse vivido tudo aquilo, mas achei lindo. De verdade!

 

E vocês, quais filmes vocês mais gostaram de ver neste ano?

Um beijo e até o próximo post!

Oscar 2018 | Meus palpites de vencedores do grande prêmio do cinema

Olá, pessoal! Quem me acompanha aqui no blog sabe que eu sou APAIXONADA pelo Oscar. Sempre corro feito doida nos primeiros meses do ano para tentar ver o máximo possível de filmes indicados para poder torcer e comentar com propriedade rs. A entrega do Oscar 2018 acontece no próximo domingo (04) e eu não consegui assistir a todos os filmes, mas vi uma boa leva.

Como sempre acontece, vou postar aqui os melhores e os piores looks da cerimônia, mas hoje queria falar sobre os meus palpites de vencedores do Oscar 2018. Para ser bem sincera, não teve nenhum filme que me deixou completamente apaixonada (como aconteceu no ano passado) e acho que os atores favoritos estão concorrendo sozinhos, mas vamos lá, vou falar mesmo assim!

Aproveite e relembre os looks que marcaram a entrega do Oscar do ano passado!

Melhor filme: Três Anúncios Para Um Crime

Foto: CinePOP

Sem dúvida, o melhor filme entre todos que eu vi que estão concorrendo na principal categoria do Oscar 2018. A história se concentra em uma mulher que teve sua filha brutalmente assassinada e resolve alugar três outdoors que ficam na entrada da cidade para chamar a atenção da polícia, que não encontrou o culpado do crime. O problema é que esse simples fato acaba mexendo com a vida de todos os moradores. Sei que lendo assim não parece um grande filme, mas é muito humano e prende do início ao fim. Estou na torcida por ele (mas queria muito que Eu, Tonya – outro filmão – estivesse entre os candidatos).

Melhor atriz: Frances McDormand – Três Anúncios Para Um Crime

Foto: A Tribuna

Favorita, levou todos os prêmios na categoria até agora e, verdade seja dita, ela merece mesmo. Segura o filme todo, chora, dá risada, faz a gente sentir o drama dela, entender tudo que ela faz, sentir a mesma raiva que ela sente e por aí vai. Sally Hawkings (A Forma da Água) e Margot Robbie (Eu, Tonya) estão maravilhosas em suas atuações e merecem um destaque aqui, mas a Frances tem que levar, não tem para mais ninguém nesta categoria do Oscar 2018.

Melhor ator: Gary Oldman – O Destino de uma Nação

Foto: CinePOP

Não assisti a esse filme, mas o Gary Oldman, assim como a Frances McDormand, ganhou tudo até agora e tem todas as chances de repetir o feito no Oscar 2018. Ele interpreta Winston Chruchill e, pelo que sei, o filme fala sobre as estratégias que a Inglaterra adotou para não ser derrotada pela Alemanha na Segunda Guerra Mundial. Junto com ele, concorrem Daniel Day-Lewis, por Trama Fantasma, e Daniel Kaluuya, por Corra!, mas também acho que o Gary Oldman concorre sozinho. Vocês já assistiram? O que acharam?

Relembre os melhores e os piores looks do Globo de Ouro 2018!

Melhor atriz coadjuvante: Allison Janney – Eu, Tonya

Foto: Gazeta Online

Todo ano temos aquele ator ou aquela atriz que arrebenta e que tem um trabalho elogiado por todos os críticos. No Oscar 2018, quem representa isso é Allison Janney, que interpreta a mãe da patinadora Tonya Harding no filme Eu, Tonya. Praticamente irreconhecível, ela maltrata a filha (fisicamente e mentalmente) e é parte do motivo que explica a tragédia que foi a vida da ex-atleta. Como falei lá em cima, eu AMEI esse filme e é baseado em uma história real, então o trabalho de interpretar uma pessoa que existe é ainda mais intenso. Torcendo MUITO para ela!

Melhor ator coadjuvante: Sam Rockwell – Três Anúncios Para Um Crime

Difícil pensar no filme Três Anúncios Para Um Crime e não lembrar da Frances McDormand, mas Sam Rockwell é responsável por fazer a gente rir em muitos momentos e é aquele personagem que dá uma quebrada na história, que é megapesada. Tudo bem, ele interpreta um policial racista e explosivo, faz coisas bizarras ao longo do filme, mas é justamente ele que tem momentos heroicos e uma redenção daquelas. Quando percebemos, já estamos torcendo por ele. Aliás, ele é o que mais merece entre todos os candidatos do Oscar 2018, concordam?

Melhor diretor: Guillermo del Toro – A Forma da Água

Foto: Super Cinema UP

A Forma da Água foi o filme recordista de indicações do Oscar 2018, com presença em 13 categorias. Eu estava looouca para assistir, até que vi e foi aquela coisa: minha expectativa estava alta demais e eu acabei não gostando. É muito bom tecnicamente, mas achei fraco em história, principalmente quando a gente compara com Três Anúncios Para Um Crime e Eu, Tonya. Agora, o enquadramento das cenas é perfeito, a trilha sonora é incrível, a fotografia é linda. Então, nada mais justo do que o diretor Guillermo del Toro vencer na categoria. Sou apaixonada pelo filme O Labirinto do Fauno e torço por ele desde então.

 

E aí, concordam com os meus palpites?

Um beijo e até o próximo post!