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[Resenha] MiraCurl: Testado e aprovado

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É praticamente impossível encontrar uma mulher que seja 100% feliz com os cabelos. Sou dessas. Nos meus primeiros anos de vida, meu cabelo era tão liso, mas tão liso, que minha mãe colocava uma fivela antes de me levar para a escola e ela se soltava dos fios já no elevador. Aí veio a adolescência e seus lindos hormônios transformaram meu liso perfeito em ondas à la Elba. Pois é! Naquela época, não tinha nada inovador, então não tinha outro jeito a não ser assumir a rebeldia. Aos 12 anos, ganhei uma chapinha que funcionava com um recipiente de água (é velha, mas naquele tempo ela era considerada a top das chapinhas) e eu alisava no domingo para fazer bonito na aula do dia seguinte e só lavava de novo na quarta à tarde – eu sei, era feio.

Para piorar as coisas, comecei a clarear o cabelo com 14 anos. Ou seja, brilho, maciez e leveza eram texturas que passavam longe daqui. A solução só apareceu quando eu me rendi à progressiva, em 2007. Então hoje eu consigo sair por aí com o cabelo liso novamente (claro que com muito secador e a minha chapinha deusa de laser que me acompanha há nove anos). Só que aí entra um outro problema: e na hora de cachear? Porque mulher nenhuma se dá por satisfeita e eu gosto de enrolar quando tenho alguma festa ou evento.

O bichinho tem tanta química que nada, nada mesmo, funcionava. Já tentei babyliss, grampo, rolinho, bobes e até escova rotatória (também conhecida como as dez parcelas mais inúteis da minha vida!). Como nada dava certo, eu tinha que ir até o cabeleireiro, gastar milhões e sair de lá à base de spray e laquê. Já tinha me acostumado a essa rotina quando comecei a ver as pessoas falando do MiraCurl, um aparelho inovador que diziam enrolar seu cabelo de verdade. Mas, claro, como nem tudo é perfeito, o produto mágico tinha um preço que não era nada gostoso – em média, um valor aproximado a mil reais.

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Aquela vontadinha que vinha crescendo dentro de mim aflorou de vez quando meu padrasto foi viajar de férias para os Estados Unidos. Comecei a pesquisar para ver se achava algum genérico mais barato e encontrei algumas opções. Ele achou, comprou e disse que todo mundo (sério, todo mundo mesmo!) estava com um desses na mala durante a volta.

No primeiro teste, não consegui fazer um cachinho sequer. Aí corri para a internet e comecei a ver alguns tutoriais para então entender. Vi resultado logo na segunda tentativa e hoje ele virou meu melhor amigo e salvador de beleza. Já usei em três eventos, a última vez foi no sábado passado, e arrumei meu cabelo em (sim, isso mesmo) 10 minutos! Apenas para terem uma ideia, quando quero deixar liso, levo em média uns 40 minutos.

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Antes e depois em questão de minutos!

Como funciona:

– Coloque na tomada e espere esquentar. O meu aparelho é o Curl Secret, da Conair, e vem com um formato de tomada americana. Por isso, é bom ter um adaptador de tomada universal por perto.

– Selecione o formato do cacho (tem três níveis, do mais fechado ao mais largo) e a temperatura. Depois, é só esperar a luz que indica o funcionamento parar de piscar e ficar acesa. Leve em média uns cinco minutos.

– Separe uma mecha média do cabelo e coloque no aparelho. Não adianta colocar muito cabelo porque ele não vai funcionar.

– Aperte o botão e aguarde o sinal sonoro. Ele vai “sugar” os fios e fazer um barulho semelhante ao de um bipe. Quando o alerta for contínuo, é hora de soltar e voilà, se surpreender com o cachinho. Em média, ele emite de quatro a cinco sinais sonoros antes de ficar pronto.

– Vale lembrar que ele só funciona se o cabelo estiver seco e desembaraçado. Ao perceber um nó, ele apita e para de funcionar imediatamente. Então não tem o risco de ficar careca. (Viu, não precisa entrar em pânico ouvindo aquelas lendas de gente que usou e perdeu todo o cabelo)

Se você ainda não entendeu como usar, dá uma olhada nesse vídeo da Nina Secrets:

O aparelho que eu uso custou uns 100 dólares e olha, valeu cada moedinha. Existem alguns sites que vendem produtos importados, mas o melhor mesmo é economizar e comprar na própria Polishop, em alguma viagem ou ainda fazer como eu e pedir para alguém trazer de fora. Estou para dizer que essa é uma das melhores invenções femininas… Adorei!

 

Crédito das imagens: Star Beauty Cosméticos e Arquivo Pessoal

Próximos livros que serão adaptados para o cinema

Alguém aí já reparou na quantidade de livros que viram filmes? Só em 2014, vários foram adaptados, como “A Menina que Roubava Livros”, “Divergente” e “A Culpa é das  Estrelas”. No entanto, engana-se quem pensa que levar as obras para o cinema é uma inciativa nova. Os primeiros filmes originados de livro surgiram (acredite!) nos primeiros anos do século XX. E olha só que coisa boa: a proposta é investir ainda mais nesse tipo de produção. Veja a seguir o que vem por aí:

“Como Eu Era Antes de Você”

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Sem dúvida, esse é o livro mais lindo que eu já li na vida. E não foi só comigo, viu? A história escrita por Jojo Moyes encantou tanta gente que a MGM logo se encarregou de comprar os direitos da obra. O enredo gira em torno de Louisa, uma jovem sem muitas ambições que perde o emprego e passa a trabalhar como cuidadora de Will, um tetraplégico milionário. Sem ter nada em comum, os dois não se dão bem no começo, mas, aos poucos, percebem que estão profundamente ligados. Precisa de mais um motivo para morrer de ansiedade? Então aí vai: os roteiristas serão Scott Neustadter e Michael H. Weber (sim, os mesmos “500 Dias com Ela” e “A Culpa é das Estrelas”). Ainda não tem previsão de lançamento, mas já consigo imaginar muitas lágrimas por aí.

 “O Melhor de Mim” e “Uma Longa Jornada”

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Já virou tradição ver um livro do Nicholas Spark adaptado para o cinema. Os próximos da lista são “O Melhor de Mim”, que estreia em outubro nos Estados Unidos, e “Uma Longa Jornada”, ainda em fase de produção. Apesar de achar todos os livros dele iguais, eu gostei muito do primeiro, principalmente do final. Um dos fatores positivos foi a escolha do James Marsden, que combinou muito com o protagonista. O trailer já está disponível e você pode ver clicando aqui. Já “Uma Longa Jornada” tem ritmo um pouco mais lento e fala sobre duas histórias de amor paralelamente. O que se sabe é que Scott Eastwood, filho de Clint Eastwood, viverá o caubói-suspiro Luke e que a previsão de estreia é em abril de 2015. Só nos resta aguardar!

“A Maldição do Tigre”

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Confesso que eu ainda não li a série escrita por Colleen Houck, mas conheço muita gente que adorou! No início deste ano, a própria autora confirmou que a Paramount Pictures comprou os direitos da obra e, em breve, vai começar a produção dos filmes. Depois de perder os pais, a jovem Kelsey Hayes é contratada por um circo e fica encantada com a principal atração do espaço, um lindo tigre branco com olhos azuis. O que ela não sabe é que o animal é na verdade um príncipe indiano amaldiçoado a viver naquele corpo. A primeira parte da saga deve sair ainda no primeiro semestre de 2015 e promete ser um sucesso.

“Garota Exemplar”

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Mais um que está na minha lista de não lidos, mas que me deu vontade, especialmente depois de ver o trailer na semana passada. Ao contrário dos outros, que são romances, esse tem uma proposta que mistura thriller com policial. A história desenvolvida por Gillian Flynn começa com o desaparecimento de Amy na manhã em que faria aniversário de casamento. A partir daí, o marido se torna o suspeito número um e ele precisa descobrir o que de fato aconteceu para provar sua inocência. Pelo que vi, parece ser bom! A direção é de David Fincher (que esteve por trás de sucessos como “A Rede Social”) e o protagonista vai ser vivido por ninguém mais, ninguém menos que Ben Affleck. Parte boa: deve estrear em outubro. Oba!

“50 Tons de Cinza”

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Como jornalista, sou obrigada a dizer que esse livro é um dos mais mal escritos da história. Com todo o alvoroço da época em cima dessa trilogia, resolvi ler e bom… apesar dos personagens serem fracos, o enredo bobo e a proposta nada inovadora, o primeiro volume até passa, mas os outros são péssimos, de verdade. Só que nessa altura do campeonato, a E. L. James já está podre de rica e, sim, verá sua obra ir para as telonas. Já vi algumas fotos e sinceramente não sei se gostei muito dos protagonistas. Mas é bem provável que eu assista só por curiosidade. Para quem ficou na curiosidade, o filme estreia no início de 2015.

Achadinho: Amaro Fashion

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O post da minha experiência na Copa do Mundo fez tanto sucesso que eu resolvi compartilhar mais um relato. Já faz um certo tempo que eu estou viciada em coletes (mais alguém reparou que o danado aparece como destaque em várias produções de inverno?). Tenho um de couro e um jeans, mas queria comprar um mais quentinho. Depois de procurar em várias lojas do shopping, parti para uma busca na internet. E foi assim, do nada, que eu entrei no site da Amaro.

De início, o que chamou minha atenção foram os preços. Como estamos em época de liquidação, algumas peças estão bem acessíveis, caso desse top bordado. Mas, além desse fator extremamente positivo, eu amei a proposta das roupas. A grande maioria tem uma mistura boho e folk, que estão em alta e devem repetir o sucesso na próxima temporada. Já estava com aquela vontade de comprar tudo quando eu encontrei um colete bem fofo e quentinho, exatamente como eu queria.

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Já estava decidida a comprar quando tive mais surpresas boas no caminho. Na primeira compra, a cliente ganha R$30 de desconto em valores acima de R$150. Foi ótimo porque eu aproveitei para acrescentar um turbante de oncinha (que também estava na minha wishlist há séculos) no carrinho e ter direito ao benefício. Outra promoção é que você pode indicar três amigas e ganhar descontos se ela comprarem alguma coisa – aliás, alguém aí quer minha indicação?

Aí entra o que mais gostei: a entrega é feita em apenas um dia útil (isso mesmo, UM dia!) com um serviço chamado Total Express e sem custo adicional (pelo menos no meu caso). E realmente funciona! Eu fiz a compra na noite do último sábado (dia 12) e a encomenda chegou ontem. Como se já não bastasse tudo isso, o pacote chegou em um embrulho lindo. Deu para perceber que tudo é feito com muito carinho.

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Olha eu aí toda feliz com o meu coletinho. Nos detalhes, o turbante de oncinha e o embrulho fofíssimo do pacote

Além de blusas, camisas, casacos, calças e shorts, a loja também oferece bolsas e outros acessórios, como chapéus, cintos e tiaras. Eu gostei muito e com certeza vou fazer mais compras assim que terminar de pagar essa. Espero que aprovem também!

 

Crédito das imagens: Amaro e arquivo pessoal

Prepare-se: Yummi Colors na primavera 2014

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Sim, estamos em julho, auge do inverno e época de usar roupas quentinhas para espantar o frio. Mas é exatamente nesse período que as lojas se dividem entre as liquidações e as prévias das próximas coleções. Atualmente, o que mais chama atenção nas prateleiras e araras é a mistura de cores alegres e vibrantes. Não é para menos! Na próxima estação, a tendência será pegar carona no color block e nas candy colors, hits dos últimos verões, e apostar em um novo nome: Yummi Colors.

Na prática, a ideia é a mesma: mesclar peças de roupas coloridas e clarinhas, próximas a um tom pastel. Mas aí entra a novidade: nesta temporada, as cores são mais cítricas e um pouco mais fortes do que as candies e receberam esse novo nome por se aproximarem dos tons de doces e guloseimas. A paleta não muda muito: tem rosa, azul, amarelo, laranja, verde…

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Lupita Nyong’o, Riri, Emma Stone e Helena Bordon são algumas das adeptas do estilo (Crédito das imagens: Got Celeb, M de Mulher e blog Cena Fashion)

Assim como nos outros anos, o movimento não fica restrito ao vestuário e invade bolsas, sapatos e outros acessórios. Na hora de usar, é bom tomar cuidado. A proposta de misturar as cores pode deixar o visual pesado e passar uma imagem errada. O primeiro passo é escolher peças que combinem com o seu tipo de corpo. Ou seja, quem tem muito quadril deve dar preferência a cores mais suaves e deixar as mais fortes para a parte de cima.

Para as mais ousadas, a dica é investir em uma produção monocromática. Fica tão lindo quanto, espia só:

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Nos últimos desfiles, a tendência foi explorada ao máximo (Crédito das imagens: blogs Cena Fashion e Maison A)

Gostou da ideia? Então corre que já dá para garantir as primeiras peças, principalmente em lojas de fast fashion.

Por que vale a pena assistir a um jogo de Copa do Mundo?

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Quando eu criei este blog, há exatos três meses, prometi para mim mesma que não seria um diário. Só que diante de um evento tão grande como a Copa do Mundo, resolvi abrir uma exceção e fazer um relato da minha incrível experiência realizada ontem. Não sei bem o motivo, mas gosto (muito) de futebol desde criança. Brinco que pareço homem quando assisto a um jogo do meu time. Xingo, fico nervosa, brigo com os amigos e sei o que é um impedimento – cheguei até a explicar essa regra para um conhecido. Fui milhões de vezes ao estádio e já saí de lá feliz por ter vencido e triste por ter perdido.

Talvez seja por esse histórico de torcedora fanática que até hoje não entendo como demorei tanto para querer ver um jogo da Copa do Mundo aqui, no meu país. Infelizmente, fiz parte daquele time que achava que as coisas não dariam certo, que os estádios iriam desabar, que os black blocs matariam todo mundo que saísse de casa para ver uma partida. Enfim… o tempo passou, o mundial começou, tudo deu certo e eu percebi que ainda dava tempo de fazer parte da festa.

Aí entrei em outro time, formado por aqueles que acordavam às 4:30 da manhã na esperança de encontrar um ingresso no site da Fifa. E se o maldito do ingresso já é caro, imagina somar com o valor das passagens e da hospedagem. Ou seja, só me restou procurar um jogo na minha cidade e em um feriado ou final de semana. Só sobrou a semifinal do dia 9 de julho, uma das partidas mais desejadas. Ao todo, foram dez noites mal dormidas e nenhuma chance concreta de conseguir. Pensei em desistir várias vezes, mas queria tentar até o último minuto.

Um dia antes do jogo, horas antes de o Brasil ser eliminado da competição da forma mais humilhante possível, recebi a notícia que eu tanto esperava: sim, eu ia ver a partida. E, ao contrário do que eu imaginava, não seria na arquibancada. Seria no camarote, em uma área chamada Hospitality. Melhor, impossível!

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Meu coração começou a acelerar no segundo em que eu me aproximei da estação da Luz, de onde sai o Expresso da Copa (trem que vai direto ao estádio). O clima era muito gostoso, apesar da provocação insuportável dos argentinos. Comecei a reconhecer aqueles torcedores bizarros que se fantasiam e você acha que só existem na televisão. Tinha gente com alegoria de penas, gente vestida de tigre e zebra e, claro, muito batuque e vários idiomas ao mesmo tempo. Exatamente como eu achava que era!

O momento mais marcante foi quando o trem passou pela Arena São Paulo e todo mundo começou a aplaudir. Juro, é impossível não se emocionar! E aí você percebe que vale tudo, cada noite mal dormida, cada frustração, cada choro e cada grito de torcida. E, para completar, a partida foi exatamente do jeito que eu queria, com prorrogação e pênalti. Tudo para aproveitar esse momento pelo maior tempo possível.

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Pontos a favor: 

– Se você ainda pretende ver a final ou a disputa do terceiro lugar e tem condições para comprar o hospitality, faça isso! Além de ter um espaço reservado e coberto, você ganha comida e bebida a vontade e – o melhor de tudo – um banheiro bem bonitinho para chamar de seu (a fila do banheiro da arquibancada era quilométrica). Sem contar que você volta para casa com uma miniatura da taça da Copa de brinde.

– Tudo é muito organizado. Os voluntários são super simpáticos e extremamente educados. Além disso, há placas e sinalizações por todas as partes.

– Não vi nenhuma briga ou roubo. Fui de laranja para torcer pela Holanda e morri de medo de apanhar dos argentinos, mas voltei viva e com todos os documentos na bolsa.

Pontos negativos:

– É muita gente. Sério! E a saída do metrô prova isso. Uma verdadeira muvuca querendo ir para todos os lados que faz com você ande a cinco por hora. Aqui não tem jeito: tem que ter paciência.

– O trem da volta demora (e muito!). O da ida é bem rapidinho e faz o trajeto em vinte minutos, mas o da volta vai devagar e ainda para em algumas estações antes de chegar na Luz. Junte a isso o cansaço e o sono. Parafraseando a música do créu, tem que ter muita disposição e saber que você vai voltar para casa sentindo dor no corpo todo.

– Cuidado com a torcida adversária. No meu caso não era adversária, mas fui obrigada a aguentar a provocação dos queridos hermanos. Dá muita vontade de responder, mas não vale a pena. O legal mesmo é voltar para casa com uma história muito bacana na memória.

– Sim, as coisas são caras. A água é 6 reais e o refri, 8. Mas gente, o copo da Coca é tãããão lindo que o jeito é levar uma boa quantia no bolso e entrar no clima.

 

De resto, quero muito agradecer a minha mãe por ter conseguido o ingresso e compartilhado esse momento tão incrível comigo. Meu conselho para quem está pensando em ir: vá porque você não vai se arrepender!

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