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Top 5: Especial Halloween – Os filmes de terror mais assustadores de todos os tempos

Outubro chegou ao fim e sabe o que isso significa? Que é hora de comemorarmos o Halloween, o famoso dia das bruxas. Como não temos o costume de sair por aí fantasiadas, como acontece em outros países, o jeito é chamar os amigos e colocar um filme bem macabro para assistir. Para te ajudar na missão, selecionei uma lista com os longas mais assustadores que já foram feitos. Alguns entraram por serem clássicos e outros por terem me deixado com medinho (e olha que eu já vi muito filme de terror por aí). Quer saber quais são? Então vamos lá:

O Exorcista

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Não dá para falar de filme de terror sem pensar nele. Considerada a obra cinematográfica mais perturbadora do mundo, deixou muita gente sem dormir por dias. Em 1973, quando foi lançado, não se falava tanto de exorcismo e não existiam muitos efeitos especiais. Então dá para imaginar o choque que foi ver a cabeça de uma menina girar 360 graus ou então essa mesma garota descer uma escada deitada e de cabeça para baixo. Minha febre for filmes de terror começou quando eu tinha 11 anos, mas lembro de ter demorado um ano para ver O Exorcista por achar que ficaria com medo. Quando finalmente tomei coragem, dei tanta risada que eu mesma me surpreendi. Mas vale por ser um clássico e por ter servido de inspiração para muitos filmes do gênero.

O Exorcismo de Emily Rose

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Esse é um dos casos de filmes que pegaram carona em O Exorcista. Mas, ao contrário da maioria, que é bem ruim, esse é bom. Com surtos de epilepsia, psicose e esquizofrenia, Emily Rose recebe um tratamento médico que não dá efeito e resolve consultar um padre que acredita que sua doença é sobrenatural. O problema é que ela morre e o padre é então processado. É aí que a história começa e se concentra na advogada de defesa, que reconstitui em sua mente as situações vividas pela jovem. Vi no cinema, no final de 2005, e fiquei um pouco impressionada. Toda vez que as cenas voltavam para a Emily, já ficava apreensiva. Mas o que mais me deixou encucada é que eles dizem no filme que o demônio se manifesta sempre às três horas da madrugada e era justamente nesse horário que a garota e a advogada acordavam (e eu também, logo depois de assistir). Outro ponto que merece destaque é que a Emily é interpretada pela Jennifer Carpenter, que mais tarde faria a Deb da série Dexter – minha personagem favorita de todos os tempos.

O Iluminado

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Outro clássico que não poderia ficar de fora desta lista. Baseado no livro homônimo de Stephen King (o rei dos livros de terror), deixou muita gente assustada antes mesmo de estrear. O trailer não contava a história, mostrava apenas um elevador, cujas portas se abriam e derrubavam uma quantidade enorme de sangue. Apesar disso, o filme não tem monstros e demônios e foca na família de Jack Torrance, um escritor que aceita um emprego de zelador em um hotel fora de temporada. Só que esse hotel fica no meio do nada e coisas muito estranhas começam a acontecer. Jack, vivido por Jack Nicholson, passa a se comportar de uma maneira esquisita e sofre de alucinações. O resto já dá para imaginar. É um filme bem longo, tem mais de duas horas de duração, e pode até parecer cansativo. Mas vale muito a pena!

It

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Como falei antes, eu já vi muito filme de terror. Tanto que já me acostumei e é difícil sentir medo ou tomar susto. Então, quando fico apavorada, é porque o longa é realmente assustador. Caso de It, chamado em português de Uma Obra-Prima do Medo. Esse é aquele famoso filme do palhaço assassino de crianças. O filme é dividido em duas partes. Na primeira, uma turma de adolescentes vive em uma cidade pequena e começa a ser perseguida por um ser bizarro vestido de palhaço com dentes pontudos e sujos. Ele interage com as crianças ao sair de bueiros, de ralos de pia e até mesmo de álbuns de fotografia. Após alguns acontecimentos estranhos, eles resolvem se mudar. Na segunda parte, eles já estão adultos e resolver voltar à cidade porque um dos amigos morreu de forma misteriosa. Vi uma vez e nunca mais tive coragem de rever. Foi por causa dele que eu passei a ter medo de palhaços. Gostou? Então aproveita para ler o livro que originou o filme, também escrito por Stephen King, que acabou de ser relançado.

Atividade Paranormal

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Em meados de 2009, não se falava sobre outra coisa. Um grupo de pessoas foi chamado para ver um filme sobre espíritos e uma câmera registrou todas as reações, que incluía olhos arregalados, gritos e muitos sustos. Essas imagens foram promovidas para lançar Atividade Paranormal e ajudaram a fazer com que fosse visto por muita gente. A história gira em torno de um casal que acredita ser atormentado por forças do mal. É quando eles decidem comprar uma câmera para registrar o que acontecia quando eles estavam dormindo. A sinopse é bem besta e o filme, de certo modo, também. Mas algumas cenas impressionam no momento em que são vistas e até dão uns sustinhos. O filme foi bem original na época e rendeu várias continuações, mas eu recomendo apenas o primeiro.

Menção honrosa: Drácula de Bram Stoker

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Mais um daqueles que me dão medo até hoje, apesar de não ser propriamente um filme de terror. Acontece que eu estava com a minha mãe quando ela foi ver essa história no cinema. Era 1992 e eu tinha apenas quatro anos, então fui na sala ao lado com a minha avó assistir Branca de Neve. Quando a gente saiu, minha mãe já estava esperando por nós, sendo que o filme dela durava bem mais que o nosso. Aí ela explicou que a sala dela pegou fogo (sim!!!) e que eles tiveram que cancelar a sessão. Imaginem uma criança pequena ouvindo isso. Era o que faltava para eu ficar impressionada e achar que o filme era do mal. Aí, quando começou minha febre por filmes de terror, resolvi assistir um trecho em que uma mulher vestida de noiva vira vampira e fiquei com medo. Foi só com 15 ou 16 anos que eu tive coragem de ver inteiro. O problema são as cenas em que o Conde Drácula aparece como vampiro, escalando paredes ou afiando suas unhas nojentas. Tenho pavor só de pensar em ver de novo, mas é um filme bem propício para o Halloween.

O biquíni ideal para cada tipo de corpo

Novembro já está logo aí e as decorações natalinas começam a ser vistas em todos os lugares. O que isso significa? Que é hora de pensar nas festas de fim ano. Além de pesquisar o melhor destino para se despedir de 2014 e brindar a chegada de 2015, é tempo de focar nos biquínis que te ajudarão a se refrescar das altas temperaturas – e coloca alta nisso.

Nessa hora, é preciso ter calma para escolher o traje de banho que mais combina com o seu tipo de corpo. Não adianta comprar aquele modelo que está na moda e passar vergonha depois, não é? Então o primeiro passo é avaliar o seu tipo físico e encontrar o biquíni que mais se adapte ao seu corpo. A missão parece difícil, mas é muito mais fácil do que se imagina. Quer ver só:

Ampulheta

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Considerado por muitas mulheres o corpo ideal, tem ombros e quadril na mesma proporção e uma cinturinha bem marcada. Como está em equilíbrio de medidas, aceita diversos tipos de biquínis. Pode investir em tops e calcinhas com alças e tiras finas ou grossas. O problema é quando ele esconde ou exibe demais o corpo. Evite peças largas ou aqueles lacinhos laterais, que são lindos, mas acabam mostrando mais do que o permitido. Da mesma forma, esqueça o fio dental (uó vai?) e modelos com cintura muito baixa.

Triângulo ou pera

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Nós, mulheres com quadril grande, sofremos na hora de usar biquínis. Tudo parece triplicar nossas medidas, né? Por isso, o ideal é escolher calcinhas largas e com cores escuras. A parte de cima pode ser estampada e com bojo, para equilibrar as proporções. Quer uma dica? Tops tomara-que-caia, frente única, com fivelas e outros detalhes chamam a atenção e disfarçam as demais regiões do corpo.

Triângulo invertido

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É o contrário do tipo pera, ou seja, tem ombros mais largos do que o quadril. A regra aqui se inverte: os tops precisam ser escuros, discretos e um pouco maiores, enquanto a calcinha pode ser colorida e estampada. Só tome cuidado para não exagerar no tamanho, ok? Ela pode ser mais fininha, mas nada de usar aqueles modelos tão pequenos que cabem na sua priminha.

Retângulo

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É aquele corpo com formas retas e cintura pouco marcada. Por isso, a solução é criar a sensação de uma silhueta mais curvilínea. Como? Simples: faça dos babados, das estampas e dos lacinhos os seus melhores amigos. Peças com volumes e cores vivas podem ser usadas sem medo, assim como o modelo cortininha – um clássico que nunca sai de moda – e o tomara-que-caia. Vale até desfilar com os maiôs engana mamãe, aqueles cheios de recortes (mais ainda acho que é uma peça dificílima de usar).

Oval

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Quem tem seios fartos e barriguinha saliente não precisa ficar escrava do maiô. Dá para tomar sol e dar boas braçadas no mar e na piscina usando as hot pants, nome chique para as calcinhas de cintura alta. Aproveite para combinar com tops de alças  e laterais mais largas, que promovem uma sustentação melhor. Tome cuidado apenas com as estampas muito chamativas e dê preferência para peças lisas ou com desenhos discretos e em cores escuras.

Agora todas já sabem como fazer bonito neste verão. Aproveite os biquínis que você já tem ou pesquise para comprar um novo com aquele precinho em conta que a gente tanto gosta!

One Hit Wonders – Músicos com apenas um sucesso

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Você muito provavelmente já escutou pelo menos uma dessas músicas. São aquelas canções que grudam na cabeça e tocam inúmeras vezes no rádio e na balada. O cantor ou grupo é convidado para todos os programas possíveis, ganha homenagem e retrospectiva, concorre ao prêmio de artista revelação do ano e depois… Não consegue mais fazer sucesso. Chamados de One Hit Wonders, eles ganharam fama e muito dinheiro com apenas uma música e hoje caíram no mundo dos desconhecidos. Pensei em vários casos, mas selecionei os que mais me marcaram. Quer saber quais são? Então vamos lá:

Tô Nem Aí – Luka

No ano de 2003, uma mocinha de cachinhos vermelhos chamada Luka emplacou um dos maiores hinos de quem tomou um pé na bunda e quer dar a volta por cima. A música Tô Nem Aí não tocou apenas no rádio, mas ganhou clipe e entrou na trilha sonora de Malhação. Na época, eu tinha 15 anos e estava naquela fase de gravar CDs. Essa canção chiclete entrou em pelo menos três álbuns feitos por mim. O sucesso foi tanto que todo mundo sabia cantar (eu sei até hoje) e rendeu vários prêmios para a autora. Diziam que ela era promissora, que continuaria a bombar, mas parou por aí. Ela até chegou a lançar outra música, Porta Aberta, mas não chegou nem perto do primeiro single. Uma pena!

Musa do Verão – Felipe Dylon

No mesmo ano de 2003, as boy bands já estavam se desfazendo e as adolescentes precisavam de um rostinho bonito para admirar. Eis que surge um garoto carioca de 16 anos com toda a pinta de malandro e voz de quem ainda bebe leite. Felipe Dylon lançou Deixa Disso e, logo depois, Musa do Verão, que seria o seu maior sucesso. Por onde passava, deixava milhares de lágrimas e gritinhos histéricos. Era uma verdadeira euforia que não durou nem dois anos. Ele chegou a promover outras músicas, mas nenhuma teve o mesmo impacto. Pouco tempo atrás, ele apareceu de dreads no cabelo e com muitos quilos a mais. Hoje ninguém sabe mais do seu paradeiro.

40 Graus – Twister

Três anos da Luka e do Felipe Dylon, cinco meninos resolveram que seriam a versão brasileira dos Backstreet Boys. O grupo Twister já chegou com aquele clima de que não duraria muito, mas todas as meninas dançaram muito ao som de 40 Graus e ficavam suspirando ao pensar nos galãs do momento. Até que um deles foi preso e acabou com toda a magia. Houve outros CDs e outras tentativas de sucesso, mas nessa altura do campeonato eles já estavam condenados ao fracasso. Mas devo confessar que eu sempre canto essa música no karaokê!

Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen

Há pouco mais de dois anos, todo mundo aumentava o volume quando escutava o refrão: “hey, I just met you and this is crazy, but here’s my number so call me maybe”. Carly, uma cantora de então 27 anos com cara de 20, alcançou o topo das paradas depois de ficar em terceiro lugar no Canadian Idol e ter lançado um álbum de estreia mais calminho. Todos diziam que ela tinha uma carreira promissora e que poderia ser a nova princesa do pop. Impulsionada pelas críticas positivas, ela lançou o segundo single, This Kiss, e foi convidada pelo meu muso mor Adam Young, idealizador do projeto Owl City, a gravar a música Good Time ao lado dele. Neste ano, Carly largou o microfone e investiu na carreira de atriz ao protagonizar o musical da Cinderella na Broadway. Mas só sei disso porque a sigo no Instagram. Agora ela anda meio sumida. Vamos aguardar se vem mais alguma coisa por aí…

Too Little Too Late – Jojo

Um dos meus maiores presentes de 18 anos foi ganhar a assinatura do canal MTV Hits, que passava clipes 24 horas por dia. O canal era norte-americano e só passava as músicas que estavam bombando por lá. Foi assim que descobri muitas bandas e cantores que sou fã até hoje. Em meio a guitarras e raps, eis que surge uma garota loirinha de 16 anos que ficava chorando as pitangas enquanto o namorado não se mostrava muito interessado nela. Não demorou para Too Little Too Late chegar ao Brasil. O clipe-chororô passou tanto por aqui que até enjoou. Pena que a Jojo não lançou mais nada que tenha feito sucesso desde então. Hoje a música toca naquelas estações de rádio calminhas que nossos pais adoram ouvir, sabe? Quem diria…

The Reason – Hoobastank

Em 2004, no auge da minha adolescência, eu comecei a dar uma chance para as bandas de rock. Essa foi a época de ouro para grupos brasileiros como Charlie Brown Jr., CPM 22 e Detonautas. Talvez seja por isso que o Hoobastank fez tanto sucesso. A letra melosinha e o vocalista com pinta de galã caíram no gosto das adolescentes, que votavam enlouquecidas para ver o clipe no Disk MTV. A música The Reason era toda romantiquinha, fofinha e embalou muitos casais. Mas foi só isso. Confesso que eu nem lembrava mais do grupo antes de fazer a pesquisa para este post.

Palpite – Vanessa Rangel

Quem é fã de novelas desde pequena, assim como eu, sabe que um dos maiores sucessos do escritor Manuel Carlos na década de 90 foi Por Amor. A história da mãe que engravida junto com a filha e troca os bebês tinha uma trilha sonora recheada de hits. O principal era Palpite, tema da Milena e do Nando, interpretados por Carolina Ferraz e Eduardo Moscoviz. A cantora Vanessa Rangel era convidada para todos os programas e sempre levava seu violão para embalar a letra que grudou na cabeça de todo mundo. A novela acabou e a artista caiu no esquecimento rapidamente, a não ser quando alguém pega o microfone para cantar a música no karaokê.

You Get What You Give – New Radicals

Descobri a MTV em 1999, quando tinha 11 anos. Um dos clipes que mais me marcou era esse, que se passava em um shopping. Na prática, era bem besta. Mas eu achava tão legal que assistia até o fim todas as vezes que passava na TV. Aos poucos, comecei a decorar a letra e perceber que a música também tocava nas rádios. O New Radicals fez tanto sucesso que lançou um segundo single, Someday We’ll Know, que ficou conhecido por ter sido regravado pela Mandy Moore para entrar no filme-delícia Um Amor Para Recordar. O grupo tinha tudo para continuar na estrada, mas acabou no auge porque o vocalista resolveu se dedicar a carreira de produtor musical. Fica apenas a lembrança!

 

Lembra de mais algum? Coloca sua sugestão nos comentários que eu prometo fazer a continuação deste post em breve!

Os brinquedos da minha infância

Incrível como você repara que está ficando velha quando vê que brincadeiras, roupas e programas de TV que você via agora são tratados como itens do passado. Como já falei algumas vezes, eu nasci bem no finalzinho dos anos 80, então toda a minha infância foi vivida na década de 90. Parece que foi ontem, mas aconteceu há 20 anos. O jeito é matar a saudade relembrando de alguns costumes da época, como os brinquedos. Nós pegamos o surgimento do celular e da internet, então a maioria da nossa diversão era fora dos computadores. Quer ver como a vida era diferente? Dá uma olhada no que nós gostávamos de fazer:

Pense Bem

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Era uma espécie de computador que nos ensinava uma porção de coisas e assuntos como matemática, história e geografia. Vinha acompanhado de alguns livrinhos que contavam histórias variadas e faziam perguntas com alternativas. A criança ia ao monitor e apertava o botão correspondente para saber se a resposta estava certa ou errada. Era muito gostoso e me prendeu por dias e horas. Lembro que minha história favorita era uma meio macabra, com uma casa mal-assombrada e alguns fantasmas. Não que ele tenha me ensinado muita coisa (continuei péssima em matemática pelo resto da vida), mas morro de saudade do Pense Bem.

Polly Pocket

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A Polly de hoje em dia era comprada pelo nome de Polly Pocket. O nome não era em vão, afinal as bonecas eram bem pequenininhas, do tamanho de uma unha (sério). Mas o mais bonitinho eram as casinhas delas, em formato de estrelas e corações com balanços e outros atrativos para aproveitar com a bonequinha. Na época, elas não eram encontradas com facilidade no Brasil, então muita gente comprava fora. A nova Polly até é legal, mas sinceramente? Preferia a de antes.

Tamagotchi

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O famoso bichinho virtual foi algo incrível para as crianças e, ao mesmo tempo, irritante para os pais. Tudo porque funcionava como se fosse um animal de estimação de verdade. Você precisava alimentá-lo, passear, fazer carinho, dar banho e… limpar cocô. Acontece que, se você não realizasse as tarefas em um período determinado de tempo, o seu bichinho morria. Fico aqui pensando se essa brincadeira existiria hoje, na era do politicamente correto. E, principalmente, porque precisávamos andar o tempo todo com eles por perto. Ou seja, levávamos para escola, para o curso de inglês, para o cinema… Praticamente o começo do vício nos celulares, não é mesmo?

Tazo

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Na prática, era uma brincadeira bem sem graça. Os tazos eram uma espécie de disquinho que vinham como brinde dos salgadinhos da Elma Chips. “Bem” saudável porque os pais eram obrigados a comprar o petisco gorduroso porque nós enchíamos o saco deles querendo a porcaria do brinquedo (duvido que venderia hoje em dia). Depois de se empanturrar, era hora de guardar o tazo com todo carinho e disputar com os amigos no recreio. Era como bater figurinha (ainda existe isso?). Você colocava todos os seus tazos em uma pilha e o amiguinho batia em cima deles. Os que virassem ficavam com o outro jogador. Hoje eu acho bem inútil, mas eu gostava tanto que comprei um álbum próprio só para guardar minha coleção de disquinhos. Vai entender…

Pular elástico

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Não é bem um brinquedo, mas era minha brincadeira favorita. Tinha que ter no mínimo três meninas porque o elástico era enrolado nos tornozelos de duas, enquanto a que sobrava tinha que pular de forma especial (tinham movimentos certos para cada fase). Se completasse, o elástico subia para as pernas, os joelhos, a cintura e por aí até chegar nas mãos. Não sei se ainda existe, mas era muito legal e poderia facilmente ser disputado por adultos também. Afinal, dá pra queimar boas calorias com esses pulinhos…

 

Fotos: Catraca Livre, Joan of July, Wikipedia, Geeknisses e É da Sua Época

C&A lança coleção em parceria com a loja Ateen

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Quem lê o blog com frequência sabe que eu piro com as coleções da C&A assinadas em parcerias com estilistas e lojas. Estava feliz da vida porque tinha visto a última – feita com a Billabong – e saído sem gostar de nada quando soube que a marca de fast fashion lançaria peças ao lado da grife carioca Ateen. Pronto, lá se foi minha felicidade.

Toda minha família por parte de pai é do Rio de Janeiro. Então, apesar de ter nascido e viver em São Paulo, eu me considero metade carioca. Sempre que vou aos shoppings de lá fico com uma certa invejinha porque todas as vitrines são coloridas, estampadas e alegres. E uma das lojas que me chama atenção é a Ateen. O problema é o preço, que vai bem além do meu orçamento mensal.

Aí entra o ponto positivo da collection com a C&A, lançada nesta terça-feira, dia 21/10. A peça mais cara é um vestido todo bordado que sai por R$ 499 (ainda bem que ele é justinho e não fica bom no meu tipo de corpo porque senão eu ficaria muito tentada a fazer uma loucura). Fui ontem mesmo na loja do Shopping Bourbon, aqui em São Paulo, e não vi nada acima de R$ 200. Então dá para imaginar a piração da mulherada, né?

Esse é o vestido mais caro da coleção. Lindo, né?

Esse é o vestido mais caro da coleção. Lindo, né?

O que eu mais gostei é que tem muuuuitas opções de roupas. Vi vestidos estampados soltinhos, outros lisos com alguns recortes, saias, casaquinhos, shorts, camisas, batas, coletes e calças. Tudo em tons abertos de rosa, verde, azul e laranja, além do preto e do branco. Apesar de ter uma proposta moderna e cosmopolita, eu achei tudo bem fácil e prático de usar.

Fui para o provador com um vestido rosa bem fofo, uma regatinha rosa com a mesma estampa do vestido, uma bata que eu já estava paquerando no catálogo há um tempão e duas calças pretas porque, por incrível que pareça, não tenho nenhuma calça preta no closet.

Como a coleção da Pat Bo com a Barbie fez um rombo nos meus cartões, eu precisei me segurar muito para escolher o que levar. Acabei me decidindo pelo vestido, que vestiu superbem, e pela bata. Uma das calças também ficou ótima, mas acho que não usaria tanto porque ela é mais curtinha.

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Minhas escolhas (por enquanto): batinha que já era um caso antigo amor e esse vestido rosa bem amor

Amei e recomendo que todo mundo dê uma passadinha. Para dar mais vontade, dá uma olhada em algumas peças que estão à venda:

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Tudo muito lindo, né? Corre porque, pelo que vi hoje, as peças vão acabar rapidinho!

(Fotos: Daniel Mattar, Divulgação e Arquivo pessoal)