Posts em destaque

The Leftovers: clima de mistério à moda de Lost

The-Leftovers

Apesar de não ser fanática, eu gosto muito de séries televisivas, o que me causou certa surpresa ao descobrir que ainda não tinha feito nenhum post sobre elas por aqui. Acontece que, ao contrário de muita gente, eu não vejo a menor graça nos seriados de comédia (sabe aqueles com umas risadinhas ao fundo?) e prefiro assistir os mais dramáticos. Recentemente, Dexter e Breaking Bad entraram para a minha lista de favoritas – ainda não consigo decidir qual delas é a melhor – mas resolvi dedicar meu tempo à outro programa: The Leftovers, que encerrou sua primeira temporada no último domingo (7).

A série gira em torno dos moradores de Mapletown, cidadezinha norte-americana, que sofrem com o evento que aconteceu no dia 14 de outubro, quando parte da população misteriosamente desapareceu. O episódio inicial começa mostrando o desespero de uma mãe que perde seu bebê de uma hora para outra. Depois dessa cena, é impossível não ter vontade de continuar assistindo. O seriado se passa três anos após a tragédia e mostra que ninguém conseguiu se recuperar.

140303-the-leftovers-2p-900

A história central da série gira ao redor da família do delegado Kevin Garvey

O delegado Kevin Garvey (interpretado por Justin Theroux, mais conhecido por ser o noivo de Jennifer Aniston) é o protagonista. Nos primeiros minutos, descobrimos que a família dele não está nada bem. A mulher de Kevin sai de casa após fazer parte de uma seita com pessoas que se sentem culpadas pelo evento do dia 14 de outubro e fazem voto de silêncio, além de fumarem sem parar e só se vestirem de branco. O filho mais velho se abriga em outra seita, comandada pelo guru Wayne, que diz ter o poder de afastar a dor. Enquanto isso, a filha adolescente tenta se adaptar a essas mudanças.

O enredo é bom, mas acabou se perdendo ao longo dos dez episódios da temporada. Na minha visão, houve muitos fatos ao mesmo tempo e grande parte deles acabou sem explicação. Não ficou claro o que aconteceu de fato com as pessoas desaparecidas e as causas da tragédia. Também achei que a personagem da Liv Tyler – a atriz mais conhecida do elenco – prometia, mas no fim virou secundária. As próprias crenças do Wayne foram ditas por cima, mas ficaram algumas dúvidas no ar.

Ainda não se sabe muito sobre a seita dos culpados

Ainda não se sabe muito sobre a seita dos culpados

Os episódios que saíram da família principal para focar na história de outros personagens, como o padre Matt e sua irmã Nora (que se tornou a atriz de destaque da série), foram os meus favoritos. Apesar de o começo ter sido muito bom, acredito que a série tenha derrapado em outros momentos. Sorte que os últimos dois foram excelentes e terminaram com aquele gostinho de quero mais.

Torço pelo contrário, mas senti que vai ser igual Lost, que prometia muito, mas terminou sem revelar pontos principais. Espero que os mistérios de The Leftovers sejam explicados na segunda temporada, que já foi confirmada, mas ainda não tem data de estreia. Só nos resta aguardar!

Missão calça jeans: qual modelo combina com o seu corpo?

Todo mundo concorda que a calça jeans é a peça mais democrática da moda. Isso porque é capaz  de vestir crianças, homens e mulheres de qualquer idade e tipo físico. Mas, para conquistar o título de queridinha dos closets, ela precisou ser adaptada e ganhar vários tipos de modelos. E aí entra a pergunta: com tantas opções por aí, você sabe qual mais se encaixa no seu corpo? Se a resposta é não, que tal conhecer mais sobre cada tipo?

Reto

24174fcb92b0fc46edef0b1882489483

É um dos modelos mais usados atualmente. Isso porque ele se ajusta em qualquer tipo de corpo e tem o mesmo corte dos joelhos aos pés. Confortável,  é o parceiro ideal para te acompanhar em viagens longas e fica chique se combinado com sapatilhas, listras e bolsas grandes. Mas nada impede que também ele também seja eleito para aproveitar aquele domingão gostoso e preguiçoso.

Skinny

ae34a5ba60e080ff110d3e4645fd7b75

É uma das preferidas das brasileiras, já que a modelagem mais justa valoriza as curvas do corpo. Por isso, fica melhor em donas de silhuetas longilíneas com pernas finas e quadris estreitos. Se você (assim como eu e a grande maioria das mulheres) não faz parte desse grupo, não precisa desanimar. É  só combinar com blusas mais soltinhas para equilibrar as proporções do corpo. Outra vantagem: ela é totalmente versátil e vai do trabalho à balada. Bom, né? Esse modelo também fica ótimo com botas de cano alto.

Flare

3ad1ff2f9912ff6e7a130543990165b8

Lembra das antigas bocas-de-sino? Elas voltaram e ganharam um nome mais fashion. Mas, na prática, continua igual. É mais justa na região das coxas e vai abrindo até chegar nos pés. Por essa razão, é a mais recomendada para mulheres com quadris largos. O fato de causar a sensação de que o corpo está em equilíbrio de proporções também favorece as baixinhas, que podem combinar com salto alto para dar a impressão de pernas mais longas. Apesar das vantagens, posso confessar? Não gosto. Sempre que provo alguma (porque não tenho nenhuma), parece que o meu tronco fica achatado. Prefiro as mais justinhas…

Capri

Sem título

É aquela mais curta, com as barras na altura do tornozelo. Apesar de ser ultrachique, causa uma certa estranheza no primeiro momento (daí vem as expressões “calça de pegar porco” ou “calça de pular brejo”). Mas não é para todo mundo, viu? A peça favorece mais as mulheres altas com coxas finas e pernas compridas que podem se dar ao luxo de usar uma sapatilha e continuarem parecendo modelos. Eu mesma confesso que me sinto estranha quando uso a minha. No entanto, vale insistir! Essa é a calça do verão e fica ótima se usada em cidades de praia. Combine com as cores navy (azul, vermelho e branco) e arrase!

Pantalona

cc4cea1c3cc6c9308954d9e62ac22d7b

Era febre há alguns anos e voltou com tudo. Sabe por quê? Porque supercombina com mulheres poderosas. O tecido normalmente é bem molinho, o que faz com que ela tenha uma modelagem mais solta desde a altura das coxas (ponto favorável para quem tem bastante quadril). Lembre-se que as lavagens mais escuras dão um ar mais sério. E a regra de ouro é combinar com uma blusa mais sequinha que, de preferência, fique para dentro da calça. Tudo para destacar as pernas. Viu só como a pantalona é o puro luxo?

Boyfriend

0656a56c57ac55f3739db4bc407f741c

Tem corte mais reto e largo, daí o nome – que, em inglês, quer dizer namorado. Apesar de parecer que você está usando um modelo masculino, é uma ótima opção para qualquer tipo de corpo. Para trazer um pouco de feminilidade, é só combinar com peças mais justas (dica: fica lindo com camisetas básicas ou blusas listradas). E se quiser ficar ainda mais na moda, é só dobrar a barra e arrematar a produção com um casaco mais comprido.

Destroyed

454c0ec41c8c31f176f8d8bf0b8cb2d1

É a calça da vez e recebe esse nome por conta dos rasgos (uma coisa bem anos 90, sabe?). Nesta temporada, o cool é ter o maior número possível de buracos na calças ou então um único detalhe, mas bem generoso. Você leva jeito para trabalhos manuais? Então compre uma calça normal – ou recicle aquela peça velha – e faça você mesma a arte. Sinceramente? Acho bem bacana e dá uma personalidade para o look, mas prefiro ser discreta e ficar nos furinhos mais básicos.

 

Com todas as explicações, ficou mais fácil escolher a sua calça ideal, não é? Mas vale ressaltar que, apesar de todas as recomendações, o importante mesmo é que você se sinta bem. Aproveite e boas compras 🙂

As melhores montanhas-russas do mundo

Sempre que sobra um tempinho (o que tem sido bem difícil nos últimos dias), eu corro para o Youtube e procuro vídeos sobre montanhas-russas. Pois é, tenho um lado criança fortíssimo que se anima em questão de segundos quando aperto o play do vídeo. Acontece que, ao contrário de muita gente, eu faço parte daquele time de doidos que adora parques temáticos só por causa das atrações radicais. Não me importo nem um pouco em virar de cabeça para baixo. Aliás, quanto mais inversões o brinquedo tiver, melhor. É justamente por isso que eu tenho uma meta na vida de conhecer as melhores montanhas-russas do mundo. Enquanto isso não acontece, me contento em ver os vídeos. Quer saber quais são? Então vamos lá:

Kingda Ka

Kingda_Ka

Inaugurada em 2005, é a mais alta do mundo, com 140 metros de altura, o que equivale a um prédio de 40 andares. Esse “pequeno” fato já é responsável por causar o famoso frio na barriga, mas não para por aí. O trajeto começa com uma aceleração de zero a 206 km/h em aproximadamente três segundos, seguido por uma subida vertical. A descida também é vertical, só que cheia de torções (dá para sentir assistindo ao vídeo). Precisa de mais? Pois saiba que neste ano a montanha-russa ganhou torres que despencam em queda livre e que ficam acopladas nas estruturas dos trilhos. Medo? Só de ser atacada por pássaros – sim, isso aconteceu em 2012.

Onde fica: Six Flags Great Adventure, em New Jersey – Estados Unidos

Takabisha

Takabisha-roller-coaster

Apesar de ter sido inaugurada em 2011, foi uma descoberta recente na minha vida. Nos primeiros dias deste ano, quis mostrar para minha irmã as montanhas-russas mais legais do mundo. Acabei vendo o vídeo da Takabisha por acaso e me surpreendi. Até então, encarar uma subida ou uma descida em 90 graus era o máximo possível quando o assunto era adrenalina. Até descobrir que essa boniteza faz o carrinho despencar em 121 graus, o que rendeu o título de montanha-russa mais íngreme de todos os tempos. E olha que bacana: o trajeto de dois segundos (que você pode acompanhar clicando aqui) tem vista para o Monte Fuji.

Onde fica: Fuji-Q Highland, em Fujiyoshida – Japão 

Sheikra

SAMSUNG DIGIMAX A503

De todas as que eu já fui, essa com certeza é a melhor. Na época da inauguração, em 2005, não tinha nada parecido. Só fui realizar o sonho de conhecê-la mais de perto em 2008. Antes disso, eu ficava horas e horas assistindo a um vídeo em que tocava Call n’ Return, do Hellogoodbye (esse foi um dos motivos pelos quais eu amava essa banda). E o melhor de tudo: fui sozinha, porque ninguém mais teve coragem. Amei e voltei mais duas vezes. E olha, até hoje me dá medinho, principalmente quando o carrinho para lá no alto, prestes a descer, e te segura por três segundos. Gostou? Então veja essa belezura em ação.

Onde fica: Busch Gardens Africa, em Tampa – Estados Unidos

Revenge of the Mummy

ROTM_3

Eu gosto muito de montanhas-russas temáticas, principalmente se forem inspiradas em filmes ou desenhos. A Múmia era meu filme de aventura favorito na pré-adolescência. Talvez seja por isso que eu fiquei empolgada quando soube que iria andar na montanha-russa feita em homenagem ao longa. Mas confesso que também senti um leve pânico porque eles prometiam sustos e algumas interações. Quer saber? Tem tudo isso mesmo. Tem escaravelhos, múmias enfurecidas, salas com tesouros e muitos gritos. Mas é justamente isso que faz com que ela seja tão divertida. Para terem uma ideia, eu saí da primeira volta e entrei na fila de novo (sim, é impossível andar nela apenas uma vez). Ficou curioso? Dá para ver um pouco aqui.

Onde fica: Universal Studios, em Orlando – Estados Unidos

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Está vendo o círculo rosa? Sou eu em um momento de extrema felicidade na Kumba, montanha-russa do Busch Gardens

Gostou da minha lista? Se tiver alguma sugestão de montanha-russa, deixe nos comentários. Vou adorar saber mais sobre ela 😉

Beauty Fair: loucura que vale (muito) a pena

Sem título

Hoje em dia, principalmente aqui em São Paulo, existe feira para tudo. Desde o mercado pet até produtos para banheiros, passando por motos, livros e construção civil. Eu já estive em vários eventos, mas morria de vontade de conhecer a Beauty Fair, a maior feira de beleza das Américas. Ao mesmo tempo, tinha preguiça de encarar a multidão de visitantes. Finalmente, decidi vencer o cansaço e encarar a edição deste ano, que começou no último sábado e termina amanhã. O que achei? Sim, tem muita gente. Sim, é praticamente uma saída de show por causa do empurra empurra. Mas também é incrível para quem é apaixonada por qualquer coisa que envolva o mercado da beleza – ou seja, nós!

O tamanho da feira realmente impressiona. São 82 mil metros quadrados e 500 expositores. Eu sou rata de feira e já cobri muito evento desse tipo como jornalista, mas olha… Nunca na vida tinha visto algo assim. Mesmo chegando bem cedo (começa às 10h), é impossível conhecer tudo em apenas um dia. Meu conselho para quem tem disponibilidade é ir em pelo menos dois dias. Vale super a pena. Te explico o porquê.

Esse é o "pequeno" mapa da feira. Os estandes circulados são aqueles que eu pretendia visitar. Obviamente não deu certo!

Esse é o “pequeno” mapa da feira. Os estandes circulados são aqueles que eu pretendia visitar. Obviamente não deu certo!

A megaestrutura é dividida em sete espaços: profissional, varejo profissional, estética, internacional, negócios, profissional negócios e nails. Apesar de ser mais voltada para os profissionais de beleza, a maioria é formada por consumidores. Por isso, a dica é começar pela área profissional (a vermelha da foto). É lá que fica concentrada a maior parte do público. Isso porque os estandes são bem conhecidos e aproveitam a feira para divulgar produtos que prometem efeitos incríveis aos cabelos. Xampus, máscaras e outros tipos de tratamento dividem espaço com secadores e chapinhas.

É nesse espaço que fica a Ikesaki, Para quem não conhece, é uma loja que vende tudo, absolutamente tudo, de beleza. A empresa possui vários estandes na feira, mas o maior funciona como supermercado. Sério, tem até carrinho para fazer as compras. Parece bom, né? Só que a fila é assustadora. No dia em que eu fui deviam ter mais de 50 pessoas esperando. Ou seja, se você é de São Paulo, tenha paciência e compre nas lojas físicas que o transtorno será bem menor.

Em 2014, a Beauty Fair comemora dez anos e espera receber 145 mil visitantes por dia (Foto: Make a Little Make)

Em 2014, a Beauty Fair comemora dez anos e espera receber 145 mil visitantes por dia (Foto: Make a Little Make)

Depois dessa loucura, vale a pena passear pelo setor de unhas e maquiagem. A Fenzza, por exemplo, levou uma coleção de make da Barbie que me deixou de queixo caído. Além das embalagens serem fofíssimas, tinha uma palheta gigantesca de sombra com mais de cem opções de cores. Dá vontade de comprar tudo, mas já adianto: como tem muita gente que visita a feira porque trabalha com beleza, as coisas não são baratas. Aí depende do quanto você pretende gastar.

A Beauty também é conhecida pela quantidade de artistas que leva. O tempo todo você escuta os gritos histéricos da mulherada. E não dá para fugir muito, porque as atrações duram todos os dias. Vale mesmo pela diversão. Eu já quero voltar. Quem vem comigo?

Magia ao Luar: o novo filme de Woody Allen

e

Não sei bem quando começou o meu amor pelos filmes do Woody Allen. Lembro de uma vez (em 2006 ou 2007) ter alugado o dvd de Scoop enquanto passava as férias de final do ano no Rio com uma amiga. Nós amamos e, desde então, temos como meta de vida assistir a todos – todos mesmo – os filmes dele. Temos uma coleção gigante com grande parte da obra do diretor e já vimos muita coisa, mas ainda faltam muitos…

Eu também faço questão de ver todos os novos, logo na semana de estreia. E não foi diferente com Magia ao Luar, que entrou em cartaz no dia 28 de agosto. Vi no último domingo cheia de expectativa, mas saí com a sensação de que eu já tinha visto aquilo. Não me entendam mal, o filme é superfofo, tem um enredo bonitinho, mas não me surpreendeu. Em cinco minutos eu já sabia tudo o que ia acontecer.

globo-6g9w8folxlk13kcqso21originaljpg

O filme se passa em Paris nos anos 20. Só isso basta para te fazer sair de casa e encarar a sessão lotada. A paisagem inspiradora da região conhecida como Côte d’Azul é um dos pontos altos do filme. Parece que o local é realmente mágico – desculpem-me pelo trocadilho – e que fica ainda mais bonito com um figurino que deixa qualquer fashionista de queixo caído. Vestidos em tons clarinhos, chapéus delicados e paetês ajudam a contar a trama.

Logo no início da história, o mágico Stanley (vivido por Colin Firth, nosso eterno Mark Darcy) é chamado por um amigo para desmascarar uma vidente  que está hospedada na casa de uma rica família francesa. Convencido de que irá provar que a garota é uma farsa, ele começa a observar o comportamento da jovem, mas acaba se surpreendendo ao descobrir que as previsões dela estão corretas.

magia4

Basicamente é isso. O que percebi é que os filmes do Woody Allen realmente se concentram nas mulheres. Elas sempre são poderosas, misteriosas e capazes de deixar qualquer homem nervoso. Diane Keaton, Mira Sorvino, Mia Farrow, Penelope Cruz, Scarlet Johansson e, mais recentemente, Cate Blanchett são algumas das musas do diretor. Em Magia ao Luar, é a vez de Emma Stone provar a teoria. Não sou muito fã dela, mas preciso admitir que ela mandou bem. Todos nós acabamos nos envolvendo com a personagem de alguma forma.

Mas, o que eu mais senti falta no filme foi da ironia e do toque de comédia que sempre me cativam nos filmes dele. Sabe, não tem aquele momento em que você cai na risada ou aquela situação que parece louca demais para ser verdade. É correto, mas me lembrou muito Meia-Noite em Paris. Quando as luzes da sala se acenderam e as pessoas começaram a se levantar, o que eu mais escutava era: “ah, é fofo, né? Vamos chegar em casa e ver um filme antigo dele?”. E foi exatamente o que eu fiz. Assisti Poderosa Afrodite (amei, por sinal) e cheguei a uma conclusão: o que realmente faz falta é o próprio Woody Allen. Quando ele resolve atuar, é uma diversão sem fim.

magia-ao-luar-woody-allen-4

No fim das contas, valeu ter assistido. E superindico para quem gosta de um bom filme água com açúcar e para quem, assim como eu, também morre de amores pelo Woody. Já estou no aguardo do próximo!