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Por que Alto Astral promete ser a salvação para as novelas das sete

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Quem me conhece sabe que eu faço questão de sentar no sofá para assistir o primeiro capítulo de uma novela, principalmente quando tenho a impressão de que ela será boa. Devo confessar que este ano não estava lá essas coisas no quesito folhetim. No horário das 19h, a situação estava ainda pior. Começamos 2014 com Além do Horizonte (que até hoje eu não entendi nada) e depois Geração Brasil, que prometia ser um sucesso, mas foi um verdadeiro desastre. Se eu assisti três capítulos inteiros, foi muito. Então não fiquei muito animada quando pipocaram as primeiras informações sobre Alto Astral. Mesmo assim, cheguei em casa bem rápido para ligar a TV no horário certo e conferir o capítulo de estreia. E não é que acabei surpreendida? A novela parece ser bem fofinha e tem tudo para conquistar o público. Explico em seis itens:

O enredo é simples e fácil de entender

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Pense rápido: quantas vezes você já viu uma novela em que a mocinha é disputada por dois irmãos? Inúmeras, não é? Pois essa fórmula, que deixou muita gente brava antes mesmo de ser colocada em cena, é exatamente o que as pessoas gostam de ver. Além do Horizonte tinha aquela pegada de mistério e uma vibe meio Lost que não funcionou para o ritmo de uma novela. Já Geração Brasil apostou em uma linguagem extremamente tecnológica e se perdeu. Noveleiro que é noveleiro gosta mesmo é de romances açucarados, com protagonistas chatos e bobos e vilões bem do mal. E rolam alguns boatos de que a Nathalia Dill e o Sergio Guizé estão juntos na vida real. Química, pelo menos, dá para ver que eles têm. Gostei dos dois e já estou na torcida para que tudo dê certo no último capítulo.

A volta da comédia

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Não que eu seja fã desses pastelões que às vezes aparecem, mas até onde sei o horário das 19h é reservado justamente para apresentar tramas mais leves e descontraídas. Na novela anterior, até tínhamos alguns elementos de comédia, mas eram tão escrachados. Por enquanto, vimos que a Claudia Raia vai interpretar uma mulher louca que diz ter poderes sobrenaturais, mas na verdade não tem dom nenhum. E deu para perceber que também teremos aquelas famílias enormes, que gritam o tempo todo, mas que se amam de verdade. Tá cheio de gente assim por aí, né?

Elementos de sucesso

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Quer saber o que mais dá audiência nas novelas? Crianças fofinhas e tramas espíritas. Então por que não juntar as duas coisas? O espírito de uma menina com jeito angelical e vestido rodado é responsável pelo encontro dos mocinhos. Isso porque o galã é médium e constantemente nota a presença de gente do além. Sim, eu sei que esse tema já está megasaturado, mas parece que os fantasmas são apenas detalhes da história. Ainda não dá para saber se é verdade, mas vale dar uma chance.

Música-chiclete? É pra já!

Talvez você não conheça a Banda Malta, mas com certeza já ouviu o refrão do momento: “Diz pra mim o que já sei, tento tanta coisa nova pra contar”, certo? O grupo venceu a primeira edição do reality show Superstars e lançou essa música há alguns meses. Acontece que a Globo escolheu a canção para ser tema do casal protagonista e fez questão de apertar o play em todos os teasers, trailers e em qualquer cena em que eles apareçam, mesmo se estiverem sozinhos. Esse é um bom recurso para conquistar público, sabia? Então pode respirar fundo porque o single vai tocar muito até ninguém aguentar mais.

Identificação com os personagens

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Esqueça os donos de empresas de tecnologia e criadores de ilhas artificiais. Eles saíram de cena e deram lugar a tipos mais comuns do cotidiano, como médicos e atletas. A mocinha, por exemplo, é jornalista. Só isso basta para explicar que super me identifiquei com ela. Sem falar que eu tenho um certo carinho pela Nathalia Dill desde que ela arrasou fazendo uma das melhores vilãs de Malhação, em 2008. E por falar nisso, AMEI o figurino dela nesta novela. Pode levar tudo, produção?

Influência de outras novelas

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Talvez pela urgência em melhorar a audiência no horário, a novela se utiliza de muitos recursos que fizeram sucesso em outros folhetins. Além das crianças fofas e irritantes e da pegada espírita, tem também o fato de se passar em uma cidadezinha fictícia. Adoro quando eles criam esses locais porque o clima é tão gostoso que dá vontade de morar lá. Quando o primeiro capítulo terminou, senti uma mistura de Coração de Estudante e Escrito nas Estrelas, duas novelas que moram no meu coração para sempre.  Se seguir essa linha, vai ser sucesso na certa!

Achei muito bonitinho e vou tentar assistir o máximo que der, mesmo que esse horário seja um pouco ruim para mim. Estou na torcida para dar certo e ficar no ar por muitos meses!

[Resenha] Creme de tratamento Silicon Mix

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Não é novidade para ninguém que eu testo qualquer produto que promete deixar o cabelo mais bonito, volumoso e forte. Então, quando soube do Silicon Mix, quis testar na hora. Tudo porque ele é um dos segredos de beleza da blogueira Camila Coelho. Vamos combinar que o cabelo dela é maravilhoso (principalmente agora que ela cortou), então já bateu aquela vontade de experimentar.

Para quem não sabe, o Silicon Mix é uma linha de cuidados capilares. A máscara que a Camila usa funciona como um tratamento de choque para recuperar os fios e deixá-los mais macios e hidratados. O problema é que o creme é da República Dominicana e não é encontrado com facilidade no Brasil. Já nos Estados Unidos, onde a blogueira mora, os potes são vendidos a rodo. Foi mais ou menos nessa época que eu soube que a minha mãe iria viajar, então já coloquei esse item na minha lista de encomendas.

Mamis voltou de viagem no final do mês passado  com o meu tão sonhado produto. Fazia uns seis meses que eu queria testar, então decidi que a aplicação não passaria da semana passada. Funciona como qualquer outro creme de tratamento: depois de passar o shampoo e o condicionador, você pega um punhado do produto (no meu caso, foi mais ou menos uma mão) e aplica do comprimento para as pontas dos fios, sempre massageando mecha por mecha.

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Ao contrário dos outros cremes, que normalmente precisam de 15 a 20 minutos para agir, o Silicon Mix pede apenas três minutos. Ou seja, dá para desligar o chuveiro enquanto espera – por favor, hein gente, nada de desperdiçar água em tempos difíceis – e aproveitar para ensaboar o corpo. Depois disso é só enxaguar e retirar todo o produto. Quando estava nessa etapa, eu já pude sentir que meus fios estavam mais macios, mas achei que poderia ser psicológico, pois queria muito que desse certo.

Normalmente, eu saio do banho e já seco o cabelo para ele não armar, mas resolvi esperar e deixar que ele secasse naturalmente. Fui dormir mais ou menos uma hora e meia depois e ele ainda não estava completamente seco, então liguei o secador e terminei de fazer o serviço (dica extremamente importante: NUNCA durma de cabelo molhado, pois quebra os fios). Acordei hoje e vi que as pontas estavam um pouquinho ressecadas, então dei uma desanimada. Mas foi só ligar a chapinha para perceber que os fios realmente ficam mais macios. No fim, acho que o problema é que eu realmente preciso encarar a tesoura e tirar essas pontinhas.

Senti meu cabelo mais pesado, volumoso e brilhante, além de uma aparência muito saudável. Estou como a Camila: passei o dia todo pensando no produto e elogiando os benefícios dele para todo mundo. Não sei muito bem qual é a recomendação de uso, mas eu já me programei para aplicar semanalmente. Adorei de verdade e indico para qualquer pessoa!

Resultado do tratamento: até que ficou bom, né?

Resultado do tratamento: até que ficou bom, né?

Quem vai ou pretende ir aos Estados Unidos encontra os produtos Silicon Mix nas drugstores, as famosas farmácias do país. Minha mãe disse, inclusive, que os cremes estão em destaque nesses locais porque a procura por parte dos brasileiros é enorme. Existem alguns revendedores no Brasil e podem ser vistos no site Silicon Mix Brasil. Dá para comprar até os shampoos e condicionadores que fazem parte da linha (que, aliás, já estão na minha lista de desejos), mas o problema é o preço. Lá fora o mesmo pote que sai por U$ 20 é vendido por aqui por R$ 70 🙁

Top 5: Especial Halloween – Os filmes de terror mais assustadores de todos os tempos

Outubro chegou ao fim e sabe o que isso significa? Que é hora de comemorarmos o Halloween, o famoso dia das bruxas. Como não temos o costume de sair por aí fantasiadas, como acontece em outros países, o jeito é chamar os amigos e colocar um filme bem macabro para assistir. Para te ajudar na missão, selecionei uma lista com os longas mais assustadores que já foram feitos. Alguns entraram por serem clássicos e outros por terem me deixado com medinho (e olha que eu já vi muito filme de terror por aí). Quer saber quais são? Então vamos lá:

O Exorcista

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Não dá para falar de filme de terror sem pensar nele. Considerada a obra cinematográfica mais perturbadora do mundo, deixou muita gente sem dormir por dias. Em 1973, quando foi lançado, não se falava tanto de exorcismo e não existiam muitos efeitos especiais. Então dá para imaginar o choque que foi ver a cabeça de uma menina girar 360 graus ou então essa mesma garota descer uma escada deitada e de cabeça para baixo. Minha febre for filmes de terror começou quando eu tinha 11 anos, mas lembro de ter demorado um ano para ver O Exorcista por achar que ficaria com medo. Quando finalmente tomei coragem, dei tanta risada que eu mesma me surpreendi. Mas vale por ser um clássico e por ter servido de inspiração para muitos filmes do gênero.

O Exorcismo de Emily Rose

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Esse é um dos casos de filmes que pegaram carona em O Exorcista. Mas, ao contrário da maioria, que é bem ruim, esse é bom. Com surtos de epilepsia, psicose e esquizofrenia, Emily Rose recebe um tratamento médico que não dá efeito e resolve consultar um padre que acredita que sua doença é sobrenatural. O problema é que ela morre e o padre é então processado. É aí que a história começa e se concentra na advogada de defesa, que reconstitui em sua mente as situações vividas pela jovem. Vi no cinema, no final de 2005, e fiquei um pouco impressionada. Toda vez que as cenas voltavam para a Emily, já ficava apreensiva. Mas o que mais me deixou encucada é que eles dizem no filme que o demônio se manifesta sempre às três horas da madrugada e era justamente nesse horário que a garota e a advogada acordavam (e eu também, logo depois de assistir). Outro ponto que merece destaque é que a Emily é interpretada pela Jennifer Carpenter, que mais tarde faria a Deb da série Dexter – minha personagem favorita de todos os tempos.

O Iluminado

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Outro clássico que não poderia ficar de fora desta lista. Baseado no livro homônimo de Stephen King (o rei dos livros de terror), deixou muita gente assustada antes mesmo de estrear. O trailer não contava a história, mostrava apenas um elevador, cujas portas se abriam e derrubavam uma quantidade enorme de sangue. Apesar disso, o filme não tem monstros e demônios e foca na família de Jack Torrance, um escritor que aceita um emprego de zelador em um hotel fora de temporada. Só que esse hotel fica no meio do nada e coisas muito estranhas começam a acontecer. Jack, vivido por Jack Nicholson, passa a se comportar de uma maneira esquisita e sofre de alucinações. O resto já dá para imaginar. É um filme bem longo, tem mais de duas horas de duração, e pode até parecer cansativo. Mas vale muito a pena!

It

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Como falei antes, eu já vi muito filme de terror. Tanto que já me acostumei e é difícil sentir medo ou tomar susto. Então, quando fico apavorada, é porque o longa é realmente assustador. Caso de It, chamado em português de Uma Obra-Prima do Medo. Esse é aquele famoso filme do palhaço assassino de crianças. O filme é dividido em duas partes. Na primeira, uma turma de adolescentes vive em uma cidade pequena e começa a ser perseguida por um ser bizarro vestido de palhaço com dentes pontudos e sujos. Ele interage com as crianças ao sair de bueiros, de ralos de pia e até mesmo de álbuns de fotografia. Após alguns acontecimentos estranhos, eles resolvem se mudar. Na segunda parte, eles já estão adultos e resolver voltar à cidade porque um dos amigos morreu de forma misteriosa. Vi uma vez e nunca mais tive coragem de rever. Foi por causa dele que eu passei a ter medo de palhaços. Gostou? Então aproveita para ler o livro que originou o filme, também escrito por Stephen King, que acabou de ser relançado.

Atividade Paranormal

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Em meados de 2009, não se falava sobre outra coisa. Um grupo de pessoas foi chamado para ver um filme sobre espíritos e uma câmera registrou todas as reações, que incluía olhos arregalados, gritos e muitos sustos. Essas imagens foram promovidas para lançar Atividade Paranormal e ajudaram a fazer com que fosse visto por muita gente. A história gira em torno de um casal que acredita ser atormentado por forças do mal. É quando eles decidem comprar uma câmera para registrar o que acontecia quando eles estavam dormindo. A sinopse é bem besta e o filme, de certo modo, também. Mas algumas cenas impressionam no momento em que são vistas e até dão uns sustinhos. O filme foi bem original na época e rendeu várias continuações, mas eu recomendo apenas o primeiro.

Menção honrosa: Drácula de Bram Stoker

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Mais um daqueles que me dão medo até hoje, apesar de não ser propriamente um filme de terror. Acontece que eu estava com a minha mãe quando ela foi ver essa história no cinema. Era 1992 e eu tinha apenas quatro anos, então fui na sala ao lado com a minha avó assistir Branca de Neve. Quando a gente saiu, minha mãe já estava esperando por nós, sendo que o filme dela durava bem mais que o nosso. Aí ela explicou que a sala dela pegou fogo (sim!!!) e que eles tiveram que cancelar a sessão. Imaginem uma criança pequena ouvindo isso. Era o que faltava para eu ficar impressionada e achar que o filme era do mal. Aí, quando começou minha febre por filmes de terror, resolvi assistir um trecho em que uma mulher vestida de noiva vira vampira e fiquei com medo. Foi só com 15 ou 16 anos que eu tive coragem de ver inteiro. O problema são as cenas em que o Conde Drácula aparece como vampiro, escalando paredes ou afiando suas unhas nojentas. Tenho pavor só de pensar em ver de novo, mas é um filme bem propício para o Halloween.

O biquíni ideal para cada tipo de corpo

Novembro já está logo aí e as decorações natalinas começam a ser vistas em todos os lugares. O que isso significa? Que é hora de pensar nas festas de fim ano. Além de pesquisar o melhor destino para se despedir de 2014 e brindar a chegada de 2015, é tempo de focar nos biquínis que te ajudarão a se refrescar das altas temperaturas – e coloca alta nisso.

Nessa hora, é preciso ter calma para escolher o traje de banho que mais combina com o seu tipo de corpo. Não adianta comprar aquele modelo que está na moda e passar vergonha depois, não é? Então o primeiro passo é avaliar o seu tipo físico e encontrar o biquíni que mais se adapte ao seu corpo. A missão parece difícil, mas é muito mais fácil do que se imagina. Quer ver só:

Ampulheta

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Considerado por muitas mulheres o corpo ideal, tem ombros e quadril na mesma proporção e uma cinturinha bem marcada. Como está em equilíbrio de medidas, aceita diversos tipos de biquínis. Pode investir em tops e calcinhas com alças e tiras finas ou grossas. O problema é quando ele esconde ou exibe demais o corpo. Evite peças largas ou aqueles lacinhos laterais, que são lindos, mas acabam mostrando mais do que o permitido. Da mesma forma, esqueça o fio dental (uó vai?) e modelos com cintura muito baixa.

Triângulo ou pera

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Nós, mulheres com quadril grande, sofremos na hora de usar biquínis. Tudo parece triplicar nossas medidas, né? Por isso, o ideal é escolher calcinhas largas e com cores escuras. A parte de cima pode ser estampada e com bojo, para equilibrar as proporções. Quer uma dica? Tops tomara-que-caia, frente única, com fivelas e outros detalhes chamam a atenção e disfarçam as demais regiões do corpo.

Triângulo invertido

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É o contrário do tipo pera, ou seja, tem ombros mais largos do que o quadril. A regra aqui se inverte: os tops precisam ser escuros, discretos e um pouco maiores, enquanto a calcinha pode ser colorida e estampada. Só tome cuidado para não exagerar no tamanho, ok? Ela pode ser mais fininha, mas nada de usar aqueles modelos tão pequenos que cabem na sua priminha.

Retângulo

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É aquele corpo com formas retas e cintura pouco marcada. Por isso, a solução é criar a sensação de uma silhueta mais curvilínea. Como? Simples: faça dos babados, das estampas e dos lacinhos os seus melhores amigos. Peças com volumes e cores vivas podem ser usadas sem medo, assim como o modelo cortininha – um clássico que nunca sai de moda – e o tomara-que-caia. Vale até desfilar com os maiôs engana mamãe, aqueles cheios de recortes (mais ainda acho que é uma peça dificílima de usar).

Oval

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Quem tem seios fartos e barriguinha saliente não precisa ficar escrava do maiô. Dá para tomar sol e dar boas braçadas no mar e na piscina usando as hot pants, nome chique para as calcinhas de cintura alta. Aproveite para combinar com tops de alças  e laterais mais largas, que promovem uma sustentação melhor. Tome cuidado apenas com as estampas muito chamativas e dê preferência para peças lisas ou com desenhos discretos e em cores escuras.

Agora todas já sabem como fazer bonito neste verão. Aproveite os biquínis que você já tem ou pesquise para comprar um novo com aquele precinho em conta que a gente tanto gosta!

One Hit Wonders – Músicos com apenas um sucesso

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Você muito provavelmente já escutou pelo menos uma dessas músicas. São aquelas canções que grudam na cabeça e tocam inúmeras vezes no rádio e na balada. O cantor ou grupo é convidado para todos os programas possíveis, ganha homenagem e retrospectiva, concorre ao prêmio de artista revelação do ano e depois… Não consegue mais fazer sucesso. Chamados de One Hit Wonders, eles ganharam fama e muito dinheiro com apenas uma música e hoje caíram no mundo dos desconhecidos. Pensei em vários casos, mas selecionei os que mais me marcaram. Quer saber quais são? Então vamos lá:

Tô Nem Aí – Luka

No ano de 2003, uma mocinha de cachinhos vermelhos chamada Luka emplacou um dos maiores hinos de quem tomou um pé na bunda e quer dar a volta por cima. A música Tô Nem Aí não tocou apenas no rádio, mas ganhou clipe e entrou na trilha sonora de Malhação. Na época, eu tinha 15 anos e estava naquela fase de gravar CDs. Essa canção chiclete entrou em pelo menos três álbuns feitos por mim. O sucesso foi tanto que todo mundo sabia cantar (eu sei até hoje) e rendeu vários prêmios para a autora. Diziam que ela era promissora, que continuaria a bombar, mas parou por aí. Ela até chegou a lançar outra música, Porta Aberta, mas não chegou nem perto do primeiro single. Uma pena!

Musa do Verão – Felipe Dylon

No mesmo ano de 2003, as boy bands já estavam se desfazendo e as adolescentes precisavam de um rostinho bonito para admirar. Eis que surge um garoto carioca de 16 anos com toda a pinta de malandro e voz de quem ainda bebe leite. Felipe Dylon lançou Deixa Disso e, logo depois, Musa do Verão, que seria o seu maior sucesso. Por onde passava, deixava milhares de lágrimas e gritinhos histéricos. Era uma verdadeira euforia que não durou nem dois anos. Ele chegou a promover outras músicas, mas nenhuma teve o mesmo impacto. Pouco tempo atrás, ele apareceu de dreads no cabelo e com muitos quilos a mais. Hoje ninguém sabe mais do seu paradeiro.

40 Graus – Twister

Três anos da Luka e do Felipe Dylon, cinco meninos resolveram que seriam a versão brasileira dos Backstreet Boys. O grupo Twister já chegou com aquele clima de que não duraria muito, mas todas as meninas dançaram muito ao som de 40 Graus e ficavam suspirando ao pensar nos galãs do momento. Até que um deles foi preso e acabou com toda a magia. Houve outros CDs e outras tentativas de sucesso, mas nessa altura do campeonato eles já estavam condenados ao fracasso. Mas devo confessar que eu sempre canto essa música no karaokê!

Call Me Maybe – Carly Rae Jepsen

Há pouco mais de dois anos, todo mundo aumentava o volume quando escutava o refrão: “hey, I just met you and this is crazy, but here’s my number so call me maybe”. Carly, uma cantora de então 27 anos com cara de 20, alcançou o topo das paradas depois de ficar em terceiro lugar no Canadian Idol e ter lançado um álbum de estreia mais calminho. Todos diziam que ela tinha uma carreira promissora e que poderia ser a nova princesa do pop. Impulsionada pelas críticas positivas, ela lançou o segundo single, This Kiss, e foi convidada pelo meu muso mor Adam Young, idealizador do projeto Owl City, a gravar a música Good Time ao lado dele. Neste ano, Carly largou o microfone e investiu na carreira de atriz ao protagonizar o musical da Cinderella na Broadway. Mas só sei disso porque a sigo no Instagram. Agora ela anda meio sumida. Vamos aguardar se vem mais alguma coisa por aí…

Too Little Too Late – Jojo

Um dos meus maiores presentes de 18 anos foi ganhar a assinatura do canal MTV Hits, que passava clipes 24 horas por dia. O canal era norte-americano e só passava as músicas que estavam bombando por lá. Foi assim que descobri muitas bandas e cantores que sou fã até hoje. Em meio a guitarras e raps, eis que surge uma garota loirinha de 16 anos que ficava chorando as pitangas enquanto o namorado não se mostrava muito interessado nela. Não demorou para Too Little Too Late chegar ao Brasil. O clipe-chororô passou tanto por aqui que até enjoou. Pena que a Jojo não lançou mais nada que tenha feito sucesso desde então. Hoje a música toca naquelas estações de rádio calminhas que nossos pais adoram ouvir, sabe? Quem diria…

The Reason – Hoobastank

Em 2004, no auge da minha adolescência, eu comecei a dar uma chance para as bandas de rock. Essa foi a época de ouro para grupos brasileiros como Charlie Brown Jr., CPM 22 e Detonautas. Talvez seja por isso que o Hoobastank fez tanto sucesso. A letra melosinha e o vocalista com pinta de galã caíram no gosto das adolescentes, que votavam enlouquecidas para ver o clipe no Disk MTV. A música The Reason era toda romantiquinha, fofinha e embalou muitos casais. Mas foi só isso. Confesso que eu nem lembrava mais do grupo antes de fazer a pesquisa para este post.

Palpite – Vanessa Rangel

Quem é fã de novelas desde pequena, assim como eu, sabe que um dos maiores sucessos do escritor Manuel Carlos na década de 90 foi Por Amor. A história da mãe que engravida junto com a filha e troca os bebês tinha uma trilha sonora recheada de hits. O principal era Palpite, tema da Milena e do Nando, interpretados por Carolina Ferraz e Eduardo Moscoviz. A cantora Vanessa Rangel era convidada para todos os programas e sempre levava seu violão para embalar a letra que grudou na cabeça de todo mundo. A novela acabou e a artista caiu no esquecimento rapidamente, a não ser quando alguém pega o microfone para cantar a música no karaokê.

You Get What You Give – New Radicals

Descobri a MTV em 1999, quando tinha 11 anos. Um dos clipes que mais me marcou era esse, que se passava em um shopping. Na prática, era bem besta. Mas eu achava tão legal que assistia até o fim todas as vezes que passava na TV. Aos poucos, comecei a decorar a letra e perceber que a música também tocava nas rádios. O New Radicals fez tanto sucesso que lançou um segundo single, Someday We’ll Know, que ficou conhecido por ter sido regravado pela Mandy Moore para entrar no filme-delícia Um Amor Para Recordar. O grupo tinha tudo para continuar na estrada, mas acabou no auge porque o vocalista resolveu se dedicar a carreira de produtor musical. Fica apenas a lembrança!

 

Lembra de mais algum? Coloca sua sugestão nos comentários que eu prometo fazer a continuação deste post em breve!