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Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 12

Olá, pessoal! Durante três meses, eu compartilhei com vocês o diário da viagem que eu fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Foi maravilhoso contar tudo por aqui, mas chegou a hora de mostrar como foi o nosso último dia. 🙁

Eu sempre acordo tristinha nos últimos dias das viagens que eu faço. Sabem aquela coisa de “viajar é bom, mas voltar para casa é melhor ainda?”. Eu não sei o que é isso, se pudesse viajaria para sempre. Mas, como foi a primeira vez que eu viajei sem alguém da família, eu até confesso que estava com uma vontade de voltar para contar como foi tudo para a minha família.

Bom, acordamos e nem tivemos dúvida de que o nosso café seria na Starbucks que ficava no piso térreo do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Todo dia eu pensava: “queria comer uma coisa diferente no café da manhã”. E nesse dia eu pensei: “Ai que saudade que eu vou sentir do bagel com cream cheese”. E olha, eu sinto falta mesmo! (Eu sei que também vendem esse bagel aqui, mas não tem graça comer e não ter aquela loucura toda de Las Vegas junto. Vocês me entendem, né?).

Saudade do bagel e do meu café de todos os dias

Nós tínhamos acabado as visitas nos hotéis no dia anterior (Wynn e Encore são os hotéis mais famosos do extremo norte da Strip), então ficamos de escolher alguma atividade que acabou ficando de fora. Nessa lista, tinham o aquário Shark Reef, o show Fall of Atlantis no Ceasar’s Palace e a visitação dos flamingos de verdade no hotel Flamingo – nada mais óbvio, né?

O aquário Shark Reef é pago e as outras duas atrações que queríamos ver eram gratuitas. Como estávamos com um dinheirinho sobrando, fomos primeiro para o aquário e combinamos de ver se daria tempo de fazer as outras duas atividades. Isso porque a gente precisava voltar para o hotel à tarde para arrumar nossas malas e ir para o aeroporto à noite.

Como é o Shark Reef?

Fizemos a nossa saga de sempre: pegamos o monorail, descemos no MGM Grand e fomos para o Excalibur, onde pegamos um trem que nos levou até o Mandalay Bay. É lá que fica o Shark Reef. Vi em vários lugares que esse aquário era imperdível e todo mundo precisava ir, então, pagamos U$ 25 por pessoa e entramos.

O que eu posso dizer é que toda a construção do Shark Reef é MUITO bonita. É incrível como eles levam a sério a arquitetura em Las Vegas. Parecia que a gente estava em outro lugar, sabem? Todos os funcionários foram muito simpáticos e atenciosos com a gente também. Lá, você encontra várias espécies marinhas – inclusive águas-vivas e tartarugas gigantes – e passa embaixo de um túnel transparente com tubarões (bem parecido com os do Sea World).

Túnel do Shark Reef (a foto não ficou boa, mas dá para entender)

No nosso ingresso, estava incluso também uma visita ao Polar Journey, um anexo que montaram bem próximo ao aquário com alguns dados e um filme 5D sobre ursos polares. Não tem muita coisa para fazer lá, então, a gente ficou na fila do filme com a expectativa lá em cima, afinal, era 5D. No fim, a gente achou bem bobo. Você sobe em um tablado que se mexe e tal, mas não tem nada de 5D ali. Na verdade, a gente achou bem bobinho.

Não sei se é algo imperdível. Acho que vale a visita se você estiver como nós estávamos naquele dia, com tempo e dinheiro sobrando. No mais, acredito que você pular e priorizar outras atividades mais legais.

A entrada do Shark Reef é maravilhosa

Essa parte do Shark Reef fica em um espaço de convenções do Mandalay Bay, com uma praça de alimentação. A gente aproveitou para comer ali mesmo, no Nathan’s, conhecido por fazer “o melhor cachorro quente do mundo”. Os atendentes não estavam com muita vontade nesse dia, mas estava bem gostoso (não é o melhor cachorro quente do mundo, mas vale a pena).

E depois?

A Tâni, minha amiga que viajou comigo, precisava comprar um tênis na Skechers, então, nós fomos andando até uma loja da marca que fica na rua. Minha mãe tinha pedido para eu comprar um corretivo da MAC e eu fiquei com medo de não achar no Duty Free, por isso, fomos andando (e morrendo de calor) até o Miracle Mile, um shopping que fica dentro do hotel Planet Hollywood e que tem uma loja da MAC.

Depois, a gente andou até o hotel Paris Las Vegas, que fica do lado do Planet Hollywood, e pegou o monorail no hotel Bally’s, integrado ao Paris Las Vegas. A gente andou uma estação só e desceu no Ceasar’s Palace. Aí você pode pensar: “credo, andaram uma estação só? Por que não foram a pé?”. Vejam bem, estava uns 46 C. Você iria a pé se pudesse ir no ar-condicionado do monorail? 🙂

A gente não sabia onde era o show Fall of Atlantis, aí perguntamos e um funcionário nos falou. Fica no shopping The Forum Shops, bem perto da Cheesecake Factory, onde jantamos dias antes. Quando percebemos, o show já tinha começado, então saímos correndo no meio do shopping para assistir e não ter que esperar o próximo.

A foto está horrível, mas é só para vocês saberem que o Fall of Atlantis acontece nessa parte do shopping

O Fall of Atlantis é feito com três estátuas que se mexem e que representam os mitos de Atlântida. É legal, tem vários efeitos e, como falei antes, não custa nada. Só chegar e assistir. Não considero algo obrigatório, mas vale reservar um tempinho se você conseguir. Dura cerca de meia hora.

A gente ainda tinha mais uma coisa para riscar da nossa lista antes de ir embora: ver os flamingos. Saímos do Ceasar’s Palace, atravessamos a rua, e fomos para o hotel Flamingo. Encontramos os flamingos um tempinho depois e eu fiquei com um pouco de dó porque realmente parecia que eles estavam morrendo de calor. Só tiramos algumas fotos e voltamos para pegar o monorail pela última vez (dramática né, eu sei).

Fiquei com dó dos flamingos

No caminho para o monorail, estava rolando uma pool party lá no Flamingo e parecia legal, se não fosse o calor. Eu olhava e pensava: “essas pessoas são doidas de tomar esse sol na cabeça”. Ah, a gente não foi em nenhuma pool party por alguns motivos:

  • Elas começavam às 11h. Sim, quando o calor está de matar (Beijo, Bola de Fogo)
  • Não pode levar mochilas e bolsas (onde a gente deixaria nossas coisas?)
  • Tínhamos uma lista com várias coisas para fazer e que eram prioridades
  • Elas eram caras e o dólar está valendo mais de R$ 4. Preferimos gastar com outras coisas

E foi assim que pegamos o monorail e descemos na estação do nosso hotel para arrumar as malas e dar o horário de chamar um Uber e ir para o aeroporto. Normalmente, eu sofro muito para arrumar minhas malas, mas até que foi bem tranquilo. Nenhuma estava muito pesada e com risco de passar do limite de 23 kg. Tomamos um banho, trocamos de roupa e ficamos lá, vendo TV. Tivemos que chamar um Uber Bag, ele nos deixou no aeroporto e nós jantamos lá mesmo.

Como foi a viagem de volta?

A viagem de volta foi tranquila. Fiquei bem irritada porque o avião que nos levou de Las Vegas para a Cidade do Panamá não tinha TV individual, mas eu estava tão cansada e com tanto sono que dormi a viagem inteira (milagre). Vi alguns filmes no voo do Panamá para São Paulo e, quando vi, já estávamos de volta.

Rolou um pânico porque uma das minhas malas não saía. Eu morro de medo de perderem minha mala, então, já voei em cima do funcionário e falei que ele ia encontrar minha mala de qualquer jeito. Eu já estava desesperada, pensando em todas as maquiagens que eu comprei e que estavam lá e em todo o dinheiro que eu gastei para comprar as coisas que estavam na mala.

Nisso, a Tâni vem lá do fundo correndo com a minha mala. Não me perguntem o que aconteceu. Como tinham falado para o cara que todas as malas já tinham saído, meu palpite é que eles deixaram a minha mala cair em algum momento do trajeto entre o avião e o saguão de desembarque. Pelo menos ela chegou, né? A Tâni ainda precisou abrir uma reclamação porque quebraram a mala dela (outras pessoas também tiveram esse problema) e nós compramos mais chocolates no Duty Free. Aí desembarcamos e fomos para casa.   

Exageradas na quantidade de malas?

Essa viagem foi uma das melhores da minha vida! O fato de ter ido sem alguém da família fez com que eu me sentisse independente e voltasse com outra noção em relação a dinheiro. A gente tinha imaginado vários perrengues e, no fim, foi tudo maravilhoso. Conseguimos aproveitar os parques da Disney na Califórnia muito bem, não pegamos nenhuma fila enorme e Las Vegas me surpreendeu demais. Achava que seria uma cidade de jogos e festas e descobri que tem muito mais, fora que é tudo barato. Até o calor não foi tão ruim quanto pensávamos.

Eu não sei quando vai ser a minha próxima viagem, mas eu prometo fazer a mesma coisa e compartilhar tudo aqui no blog também, além de fazer muitos vlogs lá no canal.

Espero que vocês tenham gostado desse diário da viagem tanto quanto eu!

Um beijo e até o próximo post!

Testei: Base Born This Way – Too Faced

Olá, pessoal! Não é novidade para ninguém que eu gosto de maquiagem, mas vira e mexe eu descubro novas paixões dentro desse universo. Como assim, Camilla? Calma, eu explico: ultimamente, ando numa fase de me apaixonar por bases. Até ano passado, antes de fazer o curso de maquiagem, eu tinha apenas duas bases. Depois, fui comprando outras e agora ando querendo testar várias. Vocês sabem como é, né?

Eu sempre gostei de marcas fofinhas de make e conheci a Too Faced há alguns anos, em uma viagem que fiz para os Estados Unidos. Ficou mais fácil de testar os produtos da marca depois que ela veio para o Brasil. Eu tenho uma lista dos que eu mais quero e até contei aqui que eu comprei recentemente o Primer Hangover.

Na época, fiquei em dúvida entre o primer a base Born This Way, queridinha de muita gente. Resolvi aproveitar para comprar na viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas. Tinha uma wishlist com outros produtos para comprar na Sephora e deixei para fazer isso no penúltimo dia da viagem, em uma loja que fica no hotel The Venetian. Comecei a testar logo que voltei ao Brasil e agora já posso contar tudo para vocês! 🙂

Como funciona?

Bom, antes de mais nada, preciso falar sobre a variedade de cores dessa base. Pesquisei enquanto escrevia este post e vi aqui que são 35 tonalidades ao todo. Como boa geminiana, eu fico doida com essa variedade toda e não sei nem por onde começar.

Normalmente, sempre me dou bem com a segunda ou terceira opção mais clara de base, então fiquei com isso na cabeça, peguei alguns tons mais clarinhos e fiz o teste (aplicando um pouco acima da mandíbula). O ideal é sair da loja e esperar algumas horas para ver a melhor cor, mas, como estava com pouco tempo, esperei só um pouco e acabei escolhendo a cor Swan.

A base Born This Way foi criada com o objetivo de trazer uma cobertura alta sem deixar aquele aspecto pesado na pele. Como o próprio nome diz, ela promete deixar o rosto com um viço tão natural que vai parecer que você nasceu assim, mas sem imperfeições. Importante destacar que ela é livre de óleo – quem tem pele oleosa também pode usar!

Para isso, a base aposta em uma combinação poderosa com os seguintes ingredientes:

  • Água de coco (responsável por hidratar a pele);
  • Rosa alpina (que fortalece toda a região do rosto);
  • Ácido hialurônico (nutriente conhecido por promover uma aparência rejuvenescida).

Vale lembrar que a embalagem segue a proposta fofinha da marca e é toda linda, com tampa preta e logo dourado, além de uma parte transparente que permite visualizar melhor a cor da base. Ah, a Too Faced é uma empresa totalmente cruelty free. Bom demais, né?

Minha opinião

A base Born This Way vem com o formato de pump. Testei com pincel e com esponja, mas sempre aplicando antes o conteúdo na palma da mão (vale também aplicar em placas de metal específicas para maquiagem). Já tive minha fase de amar aplicar base com pincel, mas agora tenho AMADO usar a esponjinha. De qualquer forma, não vi diferença no resultado, dá para aplicar dos dois jeitos, ok?

Contei lá em cima que foi uma tortura encontrar o tom certo para mim e eu estava com pouco tempo. Na hora, a Swan pareceu a melhor opção. Ainda acho que é, sim, a cor da base que mais se aproxima do meu tom de pele, mas acho que ficou um pouquinho esbranquiçada, sabem? Nada muito gritante, até porque dá para amenizar com outros produtos e não interfere no resultado.

Quanto à cobertura, sou bem suspeita. Como eu não uso muita maquiagem no dia a dia, gosto de rebocão quando vou me produzir. Então, eu realmente amei a cobertura dessa base. Não diria que é uma cobertura altíssima, mas de média para alta e o suficiente para cobrir algumas manchinhas que eu tenho. Ah, e ela cumpre o que promete: em nenhum momento, eu sinto a pele ressecada ou pesada. Pelo contrário, ela fica macia, hidratada e com um brilho bem natural.

Agora vamos ao assunto mais polêmico dessa resenha: o preço. Eu paguei U$ 39 dólares, o que equivale a mais ou menos R$ 156. Na Sephora do Brasil, a mesma base sai por R$ 185 (lembrando que dá para parcelar, coisa que não existe nos Estados Unidos). Por essa diferença, eu acho que vale mais a pena comprar aqui, a não ser que você não encontre o seu tom.

Eu sei que é uma base cara e que não é todo mundo que pode gastar tudo isso em um produto de maquiagem, mas considero um investimento. É uma base maravilhosa, que cumpre tudo o que promete e ideal para usar quando você tem uma festa, evento mais chique ou mesmo quando quer uma make estilo rebocão. Estou apaixonada por ela e valeu cada centavo!

 

E você, já conhece essa base?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 11

Olá, pessoal! Os posts do diário da viagem continuam e chegou a hora de contar como foi nosso penúltimo dia em Las Vegas. Quem leu o post anterior, já sabe que eu não encontrava por nada a chave do cadeado de uma das minhas malas. Tentei de tudo e até comprei grampo para seguir alguns tutoriais do YouTube, mas nada deu certo. Por isso, assim que acordamos eu decidi ligar para a recepção do hotel e pedir ajuda.

Uns 10 minutinhos depois, bateram na porta e era o Bryan, um senhor muito simpático que também tentou abrir o cadeado sem ter que quebrar, mas não teve jeito. Eu falei que ele podia quebrar se precisasse e assim ele fez. Por sorte, eu já tinha comprado dois cadeados reservas no dia anterior. Nem preciso dizer que depois de todo esse auê, eu encontrei a chave do cadeado escondidinha atrás da outra mala, né?

Descemos para tomar café na Starbucks do nosso hotel e de lá já seguimos para pegar o monorail rumo ao The Venetian, um dos hotéis mais famosos de Las Vegas e inspirado em Veneza. É um dos mais luxuosos e tem um shopping imenso lá dentro, onde você pode andar de gôndola. Nós ganhamos esse passeio de presente de duas amigas (obrigada, Cláu e Bo) e reservamos esse dia para fazer isso.

Fala se não é a coisa mais linda do mundo

A estação mais próxima do The Venetian é a do Harrah’s. Fomos andando e antes de entrarmos no shopping, vimos a escada que levava ao Madame Toussauds, o famoso museu com estátuas de celebridades feitas de cera, que fica nesse mesmo hotel. Eu não fazia tanta questão de ir porque já fui em outras unidades desse mesmo museu, mas a Tâni (minha amiga que viajou comigo) queria ir, então foi a primeira coisa que fizemos.

O Leo pediu uma foto comigo… fazer o que né?

Custa U$ 25 por pessoa e é bem pequeno, mas tem uma área só com celebridades marcantes de Las Vegas (como Elvis Presley) e outra totalmente inspirada no filme Se Beber, Não Case. O ingresso também inclui um filme 4D dos Vingadores (não me perguntem o que Os Vingadores têm a ver com esse museu, até hoje não entendi). No geral, recomendo o Madame Toussauds só se você nunca tiver ido nesse museu ou se fizer muita questão. Não é algo que vá fazer diferença na sua viagem.

Passeio de gôndola

Depois que a gente saiu do museu, seguimos para o Grand Canal Shoppes, o shopping de luxo do The Venetian. Eu já sabia que dava para andar de gôndola na área externa e na interna do shopping, mas comecei a estranhar que a parte de fora parecia fechada. Quando chegamos na parte interna e fomos comprar o ingresso, descobrimos que as gôndolas externas realmente não estavam funcionando por conta do calor (46 graus, né gente?).

Andrea foi um fofo

Não lembro exatamente do valor dos ingressos (até por ter sido um presente das nossas amigas), mas acho que foi algo em torno de U$ 40 por pessoa. Quase não tinha fila, então, logo depois entramos na gôndola e quem nos levou foi o Andrea, um italiano muito fofo que cantou várias músicas – aliás, todos os gondoleiros de lá cantam demais.

O passeio dura 15 minutos e é uma graça. Não é algo que vá tirar seu fôlego, mas é um item que eu considero obrigatório fazer em Las Vegas. O mais legal de tudo é que você vai se impressionar com a beleza do shopping, que tem parte do teto pintada como se fosse um céu azul. Em muitos momentos, realmente parece que você está em Veneza.

A arquitetura do The Venetian realmente deixou a gente impressionada

As lojas do Grand Canal Shoppes são caríssimas e a única coisa que eu comprei lá foi o Duraline da Inglot, por U$ 14. Demos uma voltinha, tiramos algumas fotos e paramos para almoçar no Johnny Rocket’s.

A Sephora do The Venetian fica fora do shopping, então, a gente fez todo o caminho de volta e eu finalmente pude comprar os meus produtos de maquiagem. Fui com uma listinha e pedi ajuda da Tâni e de uma vendedora para acertar no tom de algumas bases e corretivos. Quando fui pagar, só rezava para ter dinheiro. E olhem só: foi a vez em que eu gastei menos em uma Sephora (mas calma que essa história continua…).

Mais hotéis e compras

Tivemos que fazer todo o caminho de volta, mais uma vez, desta vez para podermos ir aos hotéis Wynn e Encore, que ficam do outro lado da rua. Os dois são maravilhosos, extremamente luxuosos, mas eu fiquei com a sensação de que faltou alguma coisa. Eu sabia que eles tinham jardins maravilhosos, mas, na verdade, é um jardim só. É bonito e vale a pena conhecer mais pelo luxo.

Esse carrossel do Wynn é maravilhoso

A melhor parte é que na frente do Wynn e do Encore fica o Fashion Show, um shopping enorme com todas as lojas que vocês imaginam. Eu queria ir lá para fazer comprinhas na Forever 21 (que só tem lá) e resolver um problema com um cabo que eu comprei para o meu celular na Apple.

A Forever 21 é gigantesca e deu para comprar algumas coisinhas, mas a gente descobriu que o shopping era incrível e não quis sair de lá rsrs… Na verdade, a Tâni precisava ir na Victoria Secret’s para comprar umas encomendas para uma amiga dela e a gente aproveitou para comprar algumas coisas para nós também. Além disso, eu vi uma Sephora e resolvi comprar alguns produtos que não tinham na outra loja (e, com isso, acabei gastando o que eu gasto mesmo na Sephora).

A ideia era jantar no shopping mesmo, mas a gente tinha ingresso para assistir ao show do Criss Angel e ficava do outro lado da Strip, ou seja, teríamos que fazer uma verdadeira maratona. Como o lugar era por ordem de chegada, a gente resolveu ir logo para trocar os ingressos e comer por lá antes do show.

Como é o show do Criss Angel?

Bom, quando eu falei que a gente ia ter que fazer uma maratona, foi uma maratona de verdade. Saímos do Fashion Show, atravessamos a rua e tivemos que ir andando até o Harrah’s para pegar o monorail. Pegamos e descemos na estação do MGM Grand, a última do lado sul da Strip.

De lá, atravessamos a rua, fomos para o Excalibur e pegamos um trem até o Luxor, onde era o show. No geral, acho que foi quase 1 hora nesse trajeto, debaixo de calor e carregando um monte de sacola pesada. Pensem na nossa situação…(o lado bom é que eu voltei de viagem 2 kg mais magra, de tanto que eu andei).

O Luxor é inspirado no Egito, então, o hotel é todo em forma de pirâmide e ele tem uma esfinge bem na porta. É legal e eu fiquei curiosa para ver o elevador, que anda de lado por conta desse formato de pirâmide, mas achei que faltam mais atrações inspiradas nessa temática. Sei lá, uma exposição de múmias, um show de dança do ventre, vai saber né, em Las Vegas vale tudo! 🙂

Super acho que poderia ter um show de múmias no Luxor rs

Trocamos nossos ingressos e fomos jantar no Mandalay Place, o shopping do hotel Mandalay Bay, que fica integrado com o Luxor. A gente não sabia muito bem onde comer, até que vimos um lugar de pizza e sentamos no bar mesmo para dividir uma pizza de peperoni. Aí foi o tempo de voltar, deixar nossas mochilas na recepção (não pode entrar no show de mochila) e ir para o teatro.

Desta vez, sentamos em um lugar muito bom. Para quem não sabe, o Criss Angel é um ilusionista conhecido por fazer vários truques de levitação. Ele tinha um programa de TV que ficou bem famoso aqui no Brasil, mas eu não sabia muito bem o que esperar desse show. No fim, gostamos bastante. Alguns números são realmente impressionantes e ele é muito carismático, sempre interagindo com a plateia. O show dura uma hora e meia e a gente achou que passou muito rápido, sinal de que foi bom.

Não sei se eu veria de novo, mas esse show que nós vimos acabou. Pois é, em breve o Criss Angel vai apresentar um novo show em outro hotel e ele prometeu que vai ser bem melhor, inclusive vai fazer com que o público levite também. Como eu gostei bastante do que eu vi, eu iria nesse novo por curiosidade. Acho que vale a pena se você entende bem inglês e gosta de truques de mágica.

Depois disso, fizemos o caminho de volta: pegamos o trem até o Excalibur, de lá seguimos para o MGM Grand e entramos no monorail rumo à estação do nosso hotel, o Westgate Resort & Casino. Quando chegamos, estava o maior auê para pegar o elevador. Isso porque estava rolando uma festa à fantasia com uma galera que estava em uma convenção lá no hotel. Demorou para subirmos, mas foi engraçado ver o povo fantasiado. Coisas que só acontecem em Las Vegas.

 

E aí foi aquele ritual: banho, colocar pijama, ligar o despertador, colocar a bateria da câmera para carregar. Eu já estava tristinha porque iríamos embora no dia seguinte. A sorte é que o nosso voo era só de madrugada, então, teríamos um dia inteirinho pela frente. Mas isso eu conto no próximo post.

Um beijo e até lá!

Testei: Base Fenty Beauty – A famosa base da Rihanna

Olá, pessoal! Vocês já sabem que eu sou apaixonada por maquiagem e adoro testar coisas novas, mas 2018 foi definitivamente o ano em que eu fiquei viciada em bases. Antes, eu não ligava tanto e só tinha duas. Agora, eu gosto de ir variando e escolher conforme a ocasião. E nesse meio tempo, eu também passei a acompanhar mais as novidades de beleza e fazer uma wishlist com todos os produtos que eu gostaria de testar.

Quem é ligada em beleza como eu sabe que um dos lançamentos mais bombados dos últimos tempos foi a base da Fenty Beauty, a marca de make da cantora Rihanna. O produto chegou no mercado no ano passado e rapidinho virou uma febre. Eu sempre tive vontade de testar, mas vi um monte de resenha e tinha gente amando e outras pessoas odiando. Fiquei na dúvida: será que vale a pena comprar?

Coloquei a base na minha lista de comprinhas da viagem que fiz para a Disney da Califórnia e para Las Vegas, mas não tinha certeza se ia ou comprar ou não. Deixei para ir na Sephora no penúltimo dia da viagem e resolvi levar a base, afinal, ela não é vendida oficialmente aqui no Brasil e seria a oportunidade de testar e contar tudo para vocês. Bora começar essa resenha!  

Como funciona?

Não sei se vocês sabem, mas a Fenty Beauty foi criada porque a Rihanna queria uma marca de maquiagem que atendesse mulheres do mundo inteiro (fofa essa RiRi, né?). Por isso, a base conta com 40 tonalidades e é uma coisa de doido encontrar o seu tom. Juro, eu fiquei uns 10 segundos só olhando e pensando: “E agora?”.

Normalmente, eu fico sempre com a segunda ou terceira opção mais clara. Com isso em mente, fui no olho mesmo e peguei a cor 190. Como já estava de maquiagem no rosto, acabei fazendo o teste na linha abaixo na mandíbula e escolhi um tom acima e outro abaixo da 190 para ter certeza. No fim, achei que era a 190 mesmo, mas acabou que foi de olho mesmo. (E olha só que legal: pesquisei aqui e vi que a 190 é para peles claras com fundo neutro, exatamente o meu caso. Mandei bem, né?)

A base da Fenty Beauty promete uma cobertura média, com acabamento matte e é líquida. Como a proposta é de justamente fazer com que várias mulheres possam usar, ela é indicada para todos os tipos de pele. É importante destacar que a fórmula é livre de parabenos e ftalatos. E tem mais: a marca é cruelty free! 🙂

Minha opinião

A base vem em pump e eu sempre gosto de agitar um pouco o frasco para ativar todos os componentes. A embalagem vem com 32 ml e rende MUITO: normalmente, eu aplico três pumps no dorso da minha mão antes de passar no rosto (você também pode usar aquelas plaquinhas de metal próprias para maquiagem).

Sobre a forma de aplicar, já passei com pincel flat e esponja. Sinceramente, não vejo diferença no resultado quando uso pincel e quando uso esponja, mas eu estou na fase de usar a esponjinha para tudo e acho que é mais fácil de espalhar com ela.

Como falei antes, eles garantem uma cobertura média, mas, no meu caso, é uma cobertura alta estilo rebocão. Eu AMO cobertura alta assim, então foi um ponto muito positivo porque ela ficou exatamente do jeito que eu gosto. Acho que algumas pessoas não se deram tão bem com essa base justamente por preferirem uma make mais natural e ela cobre tudo, minhas manchinhas e minhas olheiras sumiram!

Muitas bases que oferecem esse estilo de cobertura acabam pesando no rosto e a da Fenty Beauty seca bem rapidinho e você nem sente que está com ela. Por ter acabamento matte, ela fica bem sequinha, mas não deixa aquele aspecto ressecado. Também gostei que ela deixa um aspecto uniforme e não fica marcada. Fora que ela dura muito. Se eu passo de manhã, por exemplo, fico com a mesma cobertura na pele até o fim da tarde. Estou completamente apaixonada!

Bom, agora vamos à parte ruim: o preço. Eu comprei a minha na Sephora do hotel The Venetian, em Las Vegas, por U$ 34 (o que equivale a cerca de R$140). Como falei no começo do post, a base da Fenty Beauty não é vendida oficialmente no Brasil, mas encontrei alguns lugares revendendo por valores que vão de R$ 80 a R$ 320. Não sei dizer se eles lugares são seguros e se a base é original, por isso, minha dica é comprar lá fora (nem que você encomende para alguém que vai viajar) ou ter certeza absoluta de que está comprando em um site seguro ou com um revendedor qualificado.

Não sei mesmo porque coloquei a base da Fenty Beauty como dúvida na minha lista. Ainda bem que decidi comprar porque estou apaixonada e virou a minha base preferida da vida. Quero fazer estoque aqui em casa!

 

E vocês, já testaram? O que acharam?

Um beijo e até o próximo post!

Diário de viagem: Disneyland Califórnia e Las Vegas – Dia 10

Olá, pessoal! Entramos em outubro e os posts do diário da viagem não param. Entramos na reta final da viagem e reservamos os últimos dias para conhecer o restante dos hotéis de Las Vegas. Também tínhamos dois shows para assistir, então, ainda tinha muita coisa para fazer.

Acordamos nesse dia e quem leu o post anterior já sabe qual foi nosso café da manhã: as pizzas da Sbarro que sobraram do almoço do dia anterior (quem nunca?). Não dava para esquentar nem nada, então, a gente comeu em temperatura ambiente mesmo e estava MARAVILHOSO! 🙂

A gente reservou esse dia para fazer algumas coisinhas que eram longe da Strip. A Tâni, minha amiga que viajou comigo, queria muito ir na loja da Gold & Silver Pawn Shop, que a gente conhece aqui no Brasil como a loja do programa Trato Feito. Confesso que eu também tinha curiosidade de saber como era.

Pedimos um Uber do nosso hotel e fomos para lá. Foi engraçado porque o motorista do carro falou: “vocês estão indo lá por causa do programa? Aqui ninguém assiste” e eu falei que era muito famoso no Brasil. Ah, a loja fica na região norte de Las Vegas, próximo ao hotel Stratosphere.

A galera que trabalha na loja não é nada simpática. Para começar, os caras que ficam no estacionamento começaram a berrar com o nosso Uber porque ele não podia parar ali (ele não sabia). Depois, outro cara berrou comigo que eu não podia filmar lá dentro (também não sabia) e a funcionária do caixa berrou com a Tâni dizendo que ela não podia passar do balcão (ela não tinha visto o aviso). Sério, achei todo mundo muito prestativo e simpático em Las Vegas, mas nessa loja é completamente o oposto disso.

Bom, em relação à loja, é bem menor do que parece no programa e só vale a pena se você assiste. No fim, ficamos pouquinho lá, mas deu tempo de comprar umas lembrancinhas.

Quem mais assiste ao programa?

Depois disso, pedimos outro Uber e fomos para uma loja da Barnes and Noble, a livraria mais maravilhosa do mundo, que só tem nos Estados Unidos. Eu precisava comprar uns presentes e, aparentemente, a loja parecia perto. Não sei mesmo dizer onde fica, mas eu sei que a gente demorou uma meia hora para chegar, ou seja, era BEM longe. Pelo menos consegui comprar o que eu precisava.

Eu ainda tinha uma paradinha para fazer antes de irmos para os hotéis da Strip. Sou apaixonada pela Target, que é tipo um supermercado americano, mas com tudo que vocês podem imaginar. Até as roupas são maravilhosas. Como a gente tinha ido no outlet no dia anterior, acabou que achamos tudo muito caro na Target. Compramos só umas camisetinhas e chocolates (claro, né, não pode faltar).

High Roller: a maior roda gigante do mundo

Feito tudo isso, era hora de finalmente ir para a Strip. Pedimos para o Uber deixar a gente no The Linq, hotel conhecido por abrigar a High Roller, a maior roda gigante do mundo. É um passeio obrigatório para quem vai à Las Vegas, mas o mais bizarro de tudo é o preço: no verão, custa U$ 25 se você anda durante o dia. Depois das 19h, o valor sobe para U$ 40. É uma baita diferença, então a gente deixou para ir na hora do almoço mesmo.

Chegamos lá, compramos o nosso ingresso e fomos. O bom é que estava sem fila, então entramos rapidinho. Os vagões são enormes e totalmente fechados (como na London Eye). Estávamos nós duas, mais duas senhoras e um casal com um filho pequeno. Então, dava para sentar em alguns banquinhos que ficam na ponta ou ficar em pé mesmo.

Aqui dá para ter uma ideia da altura da roda gigante

Como falei antes, a High Roller é a maior roda gigante do mundo, então, a volta completa dura meia hora. Como o trajeto demora, dá para aproveitar bastante, tirar muitas fotos, se impressionar com a grandiosidade dos hotéis e ainda acompanhar uma TV, que mostra várias curiosidades. Sério, vale MUITO a pena!

Vista dos hotéis do alto da High Roller (essa piscina mara é do hotel Flamingo)

Depois do passeio, fomos no The Linq Promenade, uma área externa bem legal do hotel The Linq que tem várias lojinhas e restaurantes. É lá, inclusive, que fica a High Roller. Aproveitamos para comprar mais alguns chocolates na loja da Ghirardelli e eu tive que levar junto uma sacola térmica para os doces não derreterem por causa do calor. O bom é que essa sacola é linda e enorme, cabe a vida e eu vou super usar agora no verão!

Comemos no In-N-Out, que também fica no The Linq Promenade, que é uma lanchonete estilo fast food bem famosa na Califórnia e eu não fazia ideia de que tinha uma unidade em Las Vegas. É bem gostoso, mas não dá para comparar com o Shake Shack, que ainda é o meu hambúrguer preferido da vida.

Em seguida, fomos rapidinho para o Harrah’s, um hotel que fica integrado ao The Linq para ver o show do Big Elvis, que a Tâni queria muito. Foi divertido e é de graça, mas não é algo que eu considero obrigatório. Recomendo se você fizer questão e se estiver com tempo sobrando. Foi no Harrah’s, inclusive, que pegamos o monorail para voltar para o hotel logo depois. Eu gostei bastante desse hotel, que é todo inspirado no carnaval de Veneza, com máscaras e muitas cores. Foi um dos meus favoritos!

Mais programação à noite

Voltamos à tarde para o nosso hotel, o Westgate Resort & Casino, para fugir um pouco do calor, tomar banho e trocar de roupa para o show que a gente tinha à noite, já que queríamos ir mais arrumadinhas. Foi coisa rápida, logo depois já saímos.

Pegamos o monorail novamente e continuamos a nossa saga de conhecer mais hotéis. Fomos para o Treasure Island, que muita gente conhece apenas como TI, e parecia ser muito legal porque ele é inspirado em piratas e tem um barco enorme bem na entrada do hotel.

Queria ver um show lá chamado Sirens of TI, que era grátis e todo mundo dizia que era muito legal, mas a gente rodou, rodou, rodou e nada. Até que a Tâni entrou e perguntou para um funcionário que horas ia ser o show. Ele disse: “o show é de dia”. A gente não entendeu nada porque em todos os lugares falava que era um show noturno.

Acabou que eu pesquisei na internet ali mesmo e descobri que esse show foi cancelado em 2013, já que a área aquática onde ficava um dos barcos do show deu lugar a algumas lojas e um restaurante da rede Señor Frogs. Sim, faz 5 anos que não tem mais show, a gente não sabia e eu achei que o Treasure Island ficou meio perdido sem uma atração. Foi o hotel que nós menos gostamos.

Saímos de lá e fomos ver o famoso vulcão do hotel The Mirage e esse, sim, eu achei bem legal. São três apresentações por dia durante o verão e fica lotado, por isso, o ideal é chegar o mais cedo possível e pegar um lugar bem na frente. Achávamos que seria um vulcão de verdade, mas é na parte da frente do hotel mesmo, eles usam algumas pedras artificiais como o vulcão e fazem um número com fogo. Ah, é de graça e dura uns 20 minutos.

Tínhamos ingressos comprados para assistir ao show The Beatles LOVE, que acontece no hotel The Mirage, mas a nossa ideia era comer alguma coisa antes. Só que a gente também queria tomar um drink do Fat Tuesday, aquelas misturinhas que colocam naqueles copos enormes, sabem?

Como tinha um Fat Tuesday bem na frente de onde estávamos, optamos por seguir com o plano do drink. Óbvio que a gente não aguentaria tomar o que vem no copo gigante, então escolhemos uma opção que vem em uma caneca. Peguei um chamado Mangoberry, que vinha com manga, morango e rum. Confesso que não achava que fosse gostar, mas achei uma DELÍCIA, parecia um sex on the beach bem refrescante. O da Tâni também estava bem gostoso. Não lembro exatamente quanto pagamos, mas acho que é U$16 e depois você pode levar a sua caneca e só pedir o refil que quiser por U$ 9.

Foto totalmente sem foco, é só para vocês entenderem como é o drink

Nós precisávamos terminar nossos drinks antes de entrar no show e fizemos isso sentadinhas nas máquinas do cassino, dentro do The Mirage. Quem olhava rápido, podia achar que estávamos gastando tudo em jogo rsrs… Drinks tomados, seguimos para a lojinha do show (que é bem legal) e entramos no teatro.

Como é o The Beatles LOVE?

Como o próprio nome diz, o show foi criado pelo Cirque du Soleil e apresenta vários números ao som das músicas mais famosas dos Beatles. Antes de contar como foi, preciso dizer que a gente chegou, foi para os nossos lugares e tinha uma coluna bem na minha frente. Eu já sabia que o lugar seria ruim (era a opção mais barata), mas por sorte os outros assentos estavam bem vazios e eu perguntei para uma funcionária se eu poderia ir para a fileira do lado. Ela foi muito simpática e disse: “claro, vou verificar para você. Esse lugar que vocês estão é bem ruim mesmo”.

Ela voltou logo depois, convidou as duas senhoras que estavam do nosso lado para mudar de lugar também e eu achei que a gente ia continuar na última fileira, mas em uma posição melhor. QUE NADA! Ela começou a descer, descer, descer e quando vimos, estávamos na quinta fileira, que custava BEM mais caro. Viram como eu falo que o pessoal em Las Vegas faz de tudo para que você aproveite ao máximo sua viagem?

Essa parede colorida do LOVE é linda! (e sim, usei tênis porque não encontrava o cadeado da mala onde estava minha sandália)

Sobre o show, é muito fofo. É tudo muito bem feito, com muitas luzes e efeitos especiais e os números são muito bem elaborados. Achei legal porque a gente conseguiu filmar algumas partes com o celular e ninguém veio reclamar (youtubers agradecem, viu?). Eu iria de novo com certeza, mas achei que faltou ter uma história de fundo, sabe? Tudo bem que os Beatles dispensam qualquer apresentação, mas achei que faltou um enredo. Mesmo assim, recomendo muito! (Mas o O continua sendo o espetáculo mais lindo do Cirque du Soleil que eu já vi)

O show dura uma hora e meia. Quando acabou, eram 23h e a gente ainda não tinha jantado. Passamos por uma lojinha de conveniência do hotel e a Tâni falou: “eu super jantaria esse saco gigante de batata chips e uma Coca-Cola de 600 ml”. Essa ideia me apeteceu bastante, então, a gente fez isso. Compramos a batata, o refri e fomos embora. Comemos no nosso quarto no hotel assistindo ao programa do Jimmy Fallon.

Sei que muita gente deve pensar: “elas estavam em Las Vegas e jantaram batata chips no quarto”. Bom, eu gosto de fazer isso e já estava tarde. Além disso, é sempre bom lembrar que o dólar está valendo mais de R$ 4, por isso, saiu bem barato. Eu ainda tinha que comprar minhas makes, né mores? Prioridades!

 

E foi isso. Eu acabei dormindo vendo TV, acordei um tempinho depois e aproveitei para guardar o resto da batata e escovar os dentes antes de voltar para a cama. Estava tudo maravilhoso, mas faltava uma coisinha ainda: comprar minhas makes. Assunto para o próximo post!

Um beijo e até lá!